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Ataques violentos a templos católicos no Brasil e mundo afora, e, o silêncio cúmplice do Papa e da CNBB

29/11/2013

Attaques violentes contre des églises catholiques au Brésil et dans le monde, et le silence complice du pape et de la CNBB (eveques catholiques du brésil)

NOTA: Marine Le Pen repassou esta postagem no twitter. grato.

Merci Marine.

catoc

Para os bispos do Brasil, Branco e Mestiço não é filho de Deus

23/10/2013

CNBB lança nota a favor da Desmestiçagem em Raposa e Serra do Sol

 

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou nota nesta segunda-feira (22) sobre o julgamento das condicionantes do caso “Raposa Serra do Sol” expressando apoio à política de Desmestiçagem em curso no país.

Na nota a CNBB afirma que “se une aos povos indígenas e manifesta sua confiança numa decisão, por parte da Suprema Corte, que lhes seja favorável“.

A nota é assinada pelo Cardeal Raymundo Damasceno Assis, presidente da CNBB, por Dom José Belisário da Silva, vice-presidente, e por Dom Leonardo Ulrich Steiner, secretário geral.

O julgamento, que iniciará nesta quarta-feira (23), ocorre mais de quatro anos após o Supremo Tribunal Federal (STF) ter decidido que a demarcação da denominada “Terra Indígena Raposa Serra do Sol”, em Roraima – em uma área contínua de 1,74 milhão de hectares (1 hectare equivale a, aproximadamente, um campo de futebol) -, não fere a Constituição.

Os embargos, interpostos na Petição 3.388/RR, questionam as 19 condicionantes fixadas na petição. O relator é o ministro Luís Roberto Barroso, em substituição ao ministro Carlos Ayres Britto, que se aposentou em 2012.

Na nota, a CNBB também afirma que lamenta as “insistentes iniciativas legislativas e administrativas” que estariam ameaçando “os direitos territoriais destes povos, estabelecidos na Constituição Brasileira” – uma possível alusão à Proposta de Emenda Constitucional (PEC 215) que passa do Executivo para o Legislativo o poder de criar bantustões federais para índios no Brasil.

Branco-indigenismo: CNBB defende que dívida histórica para com os mestiços seja paga para os índios

Silenciando o fato do povo mestiço ser o descendente dos antigos índios e mestiços escravizados, na nota a CNBB defende que dívida histórica seja paga não ao povo mestiço, mas aos índios atuais:  ”É urgente confirmar a disposição do Estado brasileiro em pagar definitivamente a histórica dívida com os indígenas, acumulada ao longo dos séculos”.

Apoio à Desmestiçagem

A CNBB também nega na nota os direitos originários e o projeto de vida do povo mestiço em relação às áreas onde tem sido instalados os bantustões federais: “O julgamento dos embargos de declaração enseja oportuna ocasião ao Supremo Tribunal Federal de consolidar um marco de segurança dos direitos dos povos indígenas, garantindo que estes possam administrar e gerir seus territórios conforme seus próprios projetos de vida”.

 

Bispos Comunistas do Brasil – Foram eles que criaram o PT

16/08/2013

DOSSIÊ DOM HELDER : O ARCEBISPO QUE COMUNISTIZOU A IGREJA NO BRASIL !

Dom Helder , dito o “profeta da paz”!
HOJE JÁ ESTÁ COMPROVADO QUE A COMUNISTA TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO FOI CRIADA EM MOSCOU POR KRUSCHOV E A KGB.
Um dia alguém toma coragem de ir lá em Moscou e comprovar dom Helder e d. Paulo Evaristo recrutados pelo KGB. Dom Paulo teria sido recrutado pela KGB quando estudava na Sorbonne em 1950.
Essa laia fez a igreja deixar de ser cristã para ser instrumento do partido comunista.  das CEBs surgiram o PT e da comissão pastora da terra da CNBB os sem terra. e a guerra dos índios contra os brasileiros. hoje por culpa do comunista bispo de goias velho d. Tomás Balduino da CPT, 20 por cento das terras do brasil são improdutivas nas mãos dos índios que nada produzem e outro tanto improdutiva nas mãos dos sem terra, os maiores latifundiários do Mundo.
OS BISPOS COMUNISTAS DO BRASIL FORAM TODOS NOMEADOS POR PAULO VI. 
O próprio Paulo VI quando cardeal era suspeito de ser comunista.
Caros amigos são muitos os que chamam Dom Helder de profeta , santo , etc.
Há até quem defenda sua canonização.Há decerto os ignorantes : pensam que Dom Helder era um homem fiel a Igreja e que se notabilizou pelo auxílio aos pobres.Outros maliciosamente sabendo de sua preferência pelo socialismo – condenado pelos Papas e proibido de ser professado por católicos sob pena de excomunhão – tentam tergiversar sobre esta faceta obscura de Dom Helder dando a entender que o “socialismo” do arcebispo era outro e que associá-lo ao marxismo foi produto de uma acusação criada para desmoralizá-lo.
Portanto começamos aqui uma série de artigos que formarão o “DOSSIÊ DOM HELDER” do qual este presente artigo é a primeira parte.
Estas séries de artigos visam provar que Dom Helder era comunista e que a acusação é pertinente.
Em 1947 , o Padre Helder organizou o secretariado nacional da ACB ( Ação católica brasileira ) que tinha a finalidade de integrar leigos e a Igreja.Movimento espalhado pelo mundo inteiro e implantado no Brasil pelo Cardeal Leme em 1935 , agora ele contaria com a vasta experiência do Padre Helder que já havia militado no integralismo nos anos 30.Anos depois Dom Helder diria de sua passagem pelo integralismo “foi um erro de juventude.O aspecto social não era um forte dos meus mestres no seminário.Nossa visão era de que tudo se dividia em capitalismo e comunismo.E nos sopravam discretamente que dos males o menor.Pouco a pouco foi fácil ver que esse embate não era verdadeiro”.
Sabe-se que nos anos 50 a ACB sofreu forte influencia de pensadores católicos humanistas – como Emmanuel Mounier (Mounier – segundo o padre Lima Vaz, “foi o mestre mais seguido pela juventude católica brasileira” dos anos 60 : rejeitando categoricamente o sistema capitalista, ele considera que os cristãos podem aprender enormemente com o marxismo. Definindo sua própria filosofia social, ele escreve em 1947: “O personalismo considera que as estruturas do capitalismo são um obstáculo que se levanta no caminho da libertação do homem e que elas devem ser destruídas em proveito de uma organização socialista da produção e do consumo”E. Mounier, “Qu’est-ce que le personnalisme?” (1947), Oeuvres, III, Paris, 1963, p.244.), Teilhard de Chardin(Chardin teve suas obras condenadas pela Igreja por conta de seu monismo e de seu evolucionismo.O Santo Ofício solicitou ao Arcebispo de Paris que detivesse a publicação das obras. Em 1957, um decreto deste mesmo órgão decidiu que estes livros fossem retirados das bibliotecas dos seminários e institutos religiosos, não fossem vendidos nas livrarias católicas e não fossem traduzidos. Este decreto não teve muita adesão. Cinco anos mais tarde, uma advertência foi publicada, solicitando aos padres, superiores de Institutos Religiosos, seminários, reitores das Universidades que protejam os espíritos, principalmente o dos jovens, contra os perigos da obra de Teilhard de Chardin e seus discípulos. Segundo esta advertência, “sem fazer nenhum juízo sobre o que se refere às ciências positivas, é bem manifesto que, no plano filosófico e teológico, estas obras regurgitam de ambiguidades tais e até de erros graves que ofendem a doutrina católica”) e Jacques Maritain( Pai da noção de uma “cristandade laica”- uma civilização cristã sem um eixo religioso cristão , onde apenas a lei natural fosse o eixo e onde se faria a síntese do dogma católico com os princípios iluministas da liberdade religiosa e de consciência e igualdade; em suma Maritain defendia uma “cristandade” nova sem referência a Cristo !)  além do Padre Louis Joseph Lebret (1897-1966), dominicano francês ligado ao movimento Economia e Humanismo, que durante a década de 50 influenciou o “pensamento social católico” diretamente ligado aos agentes da ACB.
Em suma : a ACB se transformou, nas mãos de Dom Helder, em uma plataforma para uma síntese entre fé católica e marxismo que se realizaria através do influxo teológico e filosófico das idéias de Mounier , Maritain , Chardin , etc.
Na mesma época Dom Helder articulou com a Santa Sé a criação da CNBB ( Conferência nacional dos Bispos do Brasil) com o claro objetivo de unificar a ação pastoral da Igreja no Brasil em torno das novas orientações que impunha a ACB , orientações de cunho socialistizante.
Dom Helder a época dizia que a CNBB visava “coordenar e subsidiar as atividades de orientação religiosa , de beneficência , de filantropia e assistência social( In : Dicionário histórico biográfico brasileiro p. 1525)” em todo o Brasil.A atividade da CNBB nos anos que se seguiram ficaram mais marcadas por ações no campo social que por assistência caritativa ou orientação religiosa.
A criação da CNBB por meio da ação direta de Dom Helder tem uma razão específica : enfraquecer a posição do então líder da Igreja no Brasil , o Cardeal Dom Jaime de Barros Câmara , arcebispo do RJ e herdeiro do Cardeal Leme.O projeto eclesial do Cardeal Leme continuado pelo Cardeal Barros Câmara a romanização dos ambientes católicos do Brasil ainda muito marcados por um catolicismo popular , pietista e sentimental.
Para Dom Hélder a figura de Dom Jaime como líder da Igreja no Brasil e porta voz dela era um escolho pois impedia que a Igreja Brasileira respirasse ares novos.A ideia de criar a CNBB amadureceu durante o Congresso mundial de Leigos em Roma em 1950 onde através de contatos com o Monsenhor Montini – futuro Papa Paulo VI- Dom Helder consegue do Papa PIO XII a criação da CNBB.
Deste modo a CNBB brota de certo modo da ACB pois Dom Helder na qualidade de assistente dela , dela se valeu para convocar os dois primeiros encontros da hierarquia eclesiástica.Com a ligação estreita da ACB com a CNBB a primeira ganhou muito ficando livre das diretrizes de cada bispo diocesano – alguns bispos  avessos a linha progressista da ACB costumavam limitar seriamente seu ativismo- passou a tratar diretamente com um órgão de representação nacional o que lhe trouxe mais autonomia para se manifestar sobre questões de ordem temporal , ou seja , para se posicionar a favor do marxismo sem precisar prestar contas aos bispos.Contado com a ajuda da CNBB a ACB pode se desviar pouco a pouco da Doutrina Social da Igreja e experimentar a síntese do pensamento social católico com as idéias marxistas.
No fim da década de 50 , a ACB se aproximou decididamente de setores da esquerda política formando o que viria a ser a teologia da libertação.
A CNBB sob influxo de Dom Helder ,que segundo Della Cava se tornou desde então o “líder de fato da Igreja Brasileira” ( In : Dicionário histórico biográfico brasileiro p. 1526), tornou- se rapidamente um órgão para a socialistização do catolicismo no Brasil : de um catolicismo popular pietista predominante e de uma tentativa de romanização sem sucesso nos anos do Cardeal Leme, para um catolicismo social engajado em lutas temporais.Em 1956 a CNBB liderou uma grande reunião em Campina Grande com ministros do Governo Kubitschek para “discutir os problemas socioeconômicos da região”.
Ainda nessa época Dom Helder dava inicio a “Cruzada de São Sebastião” com caráter imanentista  que buscava :“1-promover, coordenar e executar medidas e providências destinadas a dar solução racional,humana e cristã ao problema das favelas do Rio de Janeiro;2. proporcionar, por todos os meios ao seu alcance,assistência material e espiritual às famílias que residem nas favelas cariocas; mobilizar os recursos financeiros necessários para assegurar, em condições satisfatórias de higiene, conforto e segurança,moradia estável para as famílias faveladas;3. colaborar na integração dos ex-favelados na vida normal do bairro da Cidade”.
Embora a Arquidiocese do RJ já tivesse a Fundação Leão XIII que cuidava da assistência social aos mais pobres , Dom Helder resolveu criar a cruzada pelos seguintes motivos :
a)      Aproximação da Fundação Leão XIII com setores políticos conservadores e antimarxistas como a UDN.
b)      A Cruzada São Sebastião se concretizou graças ao apoio do pacto populista representado pelo Partido Social Democrata (PSD) e o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) mais inclinados ao socialismo.
Vejamos que os objetivos da Cruzada eram primariamente materiais : em primeiro lugar dar assistência material e só depois espiritual.Mas não nos enganemos : a Cruzada não tinha nenhum escopo evangelístico ou catequético.Não havia um plano de assistência religiosa as famílias pobres no sentido de formá-las dentro da fé católica.Os objetivos da Cruzada eram basicamente materiais : dar conforto , higiene , segurança.Há que lembrar que muitos dos moradores das favelas eram imigrantes do interior do Brasil vindos para o sudeste em busca de trabalho, diante do surto industrial que o país vivia.Muitos desses imigrantes perderam ,na vida da cidade grande,  a cálida experiência de religiosidade e piedade tradicional católica  proporcionada pela vida no campo.Ainda que esta experiência de piedade católica fosse marcada por supertições populares, elas criavam um caldo de cultura  -ainda que apenas superficialmente católica- que mantinha gerações e gerações ligadas umbilicalmente a Igreja Católica.Nos ambientes urbanos essa cultura não existia.A assistência da Igreja se fez sentir no campo social , mas no campo religioso essa assistência era de menor grau ou nula.A despreocupação do clero com a questão da catequese abriu espaço para a proliferação das seitas neopentecostais de cunho protestante que invadiram os grandes centros urbanos e se espalharam , sobretudo sobre as periferias.A “cruzada” de cruzada só tinha o nome : não visava a conquista espiritual dos pobres mas apenas a atenuação de sua pobreza material
A cruzada contou ,  para o plano de urbanização ,com a ajuda de arquitetos que buscavam , através do planejamento dos imóveis a serem construídos para abrigar os favelados , estimular o empoderamento do pobre em face das classes superiores dando-lhe acesso a vida em apartamentos que lhes proporcionassem uma nova consciência capaz  de afrontar a questão da desigualdade de classes : “nos anos 40, o apartamento já era um símbolo de status para parte do universo das camadas médias brasileiras: “(…) o apartamento não surgiu, entrenós, como um recurso para atender às necessidades das classes modestas; até uma certa época, cuja limitação ainda não se pode definir perfeitamente pelo efeito da proximidade dos dias que correm, o apartamento foi, pode-se dizer, um luxo; hoje, se ainda não deixou de ser um luxo, tornou-se para a pequena burguesia dos funcionários públicos e empregados uma necessidade de aparência, de aproximação com a classe superior.” (In : CONSTRUÇÃO civil.O Observador Econômico e Financeiro, Rio de Janeiro, ano 7, n. 76, p. 13-21, mai. 1942. p. 14-15.)A cruzada seguiu uma tendência inovadora na arquitetura da habitação social brasileira, a qual fora influenciada pela vanguarda moderna e socialista européia dos anos 20 (formada por expoentes de movimentos e tendências artísticos como o Construtivismo russo, De Stijl e Bauhaus).O objetivo era claro : comunistizar a mentalidade dos pobres através de uma experiência estética e arquitetônica que dessa vasão a ideais coletivistas
Muitos bispos , clérigos e leigos marginalizados com a nova orientação que a Igreja no Brasil tomava se engajaram sob a liderança de Plinio Correa de Oliveira na criação da “Sociedade de defesa da Tradição , Família e Propriedade(TFP) contraria ao catolicismo com engajamento social criado por Dom Helder e asseclas.O núncio Dom Lombardi , porém , apoiava a facção social da CNBB , o que demonstra que ,sob o Pontificado de João XXIII haviam ventos favoráveis soprando para Dom Helder e a CNBB confirmando – os nessa linha de engajamento social marxistizante.
A influência de Dom Helder não pararia na CNBB, mas se estenderia por toda a América Latina: em 1958 foi delegado do Brasil na 1 reunião do CELAM ( Conferencia Episcopal Latino Americana).Depois em 1960 foi eleito segundo vice presidente do CELAM.
Livro que prova aligação da JUC com o PC do B
Nesse contexto nasce a JUC ( Juventude Universitária Católica) no seio da ACB que era dominada pelo Arcebispo dos pobres. a JUC dos anos 1960-62 representou a primeira tentativa, em todo o continente, de desenvolver um pensamento “católico” utilizando elementos do marxismo. Apesar de seu fracasso imediato, lançou sementes que iriam germinar mais tarde – no Brasil e no conjunto da América Latina. Com razão Pablo Richard se refere ao Congresso dos 10 anos da JUC (1960) como “o início de uma nova etapa na história do cristianismo brasileiro e latinoamericano”(in :Pablo Richard; Morte das cristandades e nascimento da Igreja, S.Paulo, Edições Paulinas, 1984, p.154.). Cabe acrescentar que se tratava não só do movimento estudantil universitário : a JUC foi para o  campo da educação popular (MEB) e mais tarde para o terreno da ação política (AP).
Os ideólogos jucistas diziam não se inspirar em Marx mas ao mesmo tempo rejeitavam o tabu anti-marxista( rejeitam portanto que sejam contrários ao marxismo , ao menos lhe reconhecem alguns méritos e algum valor ); segundo dizia o líder da JUC Herbert de Souza( O conhceido sociólogo Betinho que nos anos 90 criou o programa Natal sem fome), “não temos Marx como mestre, pois já tínhamos um outro, antes. Mas sabemos ler também Marx”. As principais referências dos documentos da JUC são estritamente católicas: Santo Tomás, Leão XIII, Pio XII, João XXIII, etc.Porém cabe dixer que embora a  JUC não  tenha aderido a nenhum modelo existente de marxismo no Brasil -como o PCB, ou alguma de suas dissidências –  trata de fazer sua própria leitura do pensamento de Marx e da realidade brasileira e chega a ter até conclusões bem mais radicais que o PCB, alinhado com o populismo governamental.
Diante disso tudo fica a questão : Por que o Brasil foi o primeiro país em que esta mistura absurda , herética e diabólica de cristianismo e marxismo pôde se desenvolver – conseguindo, no curso dos anos de 30 a 60, maior impacto do que em qualquer outra Igreja da América Latina?
A resposta é clara : não fosse a articulação de Dom Helder isso não teria sido possível.Foi através dele que o marxismo chegou a ACB e por meio dela aos mais diversos ambientes eclesiais.Sem a fundação da CNBB sob os auspícios de Dom Helder a generalização da linha socializante de ação da Igreja no Brasil não teria sido possível.Sem as articulações de Dom Helder a JUC não existiria e nem tampouco a Teologia da Libertação.Dom Helder é o culpado pela socialistização da Igreja no Brasil
Gramsci , pai do marxismo cultural.
Dom Helder atuou aí como um intelectual orgânico do marxismo,  infiltrado na Igreja para fins de subversão , dentro dos quadros teóricos do pensamento de Antônio Gramsci que entendia ser fundamental “terrestrializar o pensamento” para efetivar o socialismo. Como afirma Olvao de Carvalho “Gramsci, teórico do socialismo e militante do partido comunista italiano ,  estava particularmente impressionado com a violência das guerras que o governo revolucionário da Rússia tivera de empreender para submeter ao comunismo as massas recalcitrantes, apegadas aos valores e praxes de uma velha cultura. Gramsci descobriu que era necessário amestrar o povo para o socialismo antes de fazer a revolução. Fazer com que todos pensassem, sentissem e agissem como membros de um Estado comunista enquanto ainda vivendo num quadro externo capitalista. Quando viesse o comunismo, as resistências possíveis já estariam neutralizadas de antemão e todo mundo aceitaria o novo regime com a maior naturalidade. O que interessa realmente é mudar as estruturas profundas de pensamento: os valores, os símbolos, a linguagem etc., e tudo, de preferência, sem nem falar em propaganda comunista. Isto vai criar uma mutação cognitiva, as pessoas vão passar a julgar de outra maneira, e é preciso que esse processo seja tão lento que seja imperceptível. Gramsci percebeu que era necessário infiltrar-se nas organizações dedicadas à cultura, nas redações dos jornais, nas comunidades religiosas.”
Nesse quadro nada era melhor que usar a Igreja Católica como aliada na luta pelo marxismo.
Dom Helder ao deslocar o eixo da Igreja no Brasil dos assuntos de cima( salvação , santidade, vida terna , pecados , virtudes , oração ) para os de baixo ( salário , moradia , emprego , justiça social ) , apelando para a caridade cristã com o próximo , atua subvertendo o sentido ínsito da fé católica com propósitos revolucionários marxistas mas não sem vestir tal subversão com uma capa de aparências cristãs –  o apelo a  virtude da caridade e do desapego aos bens materiais na verdade serviam ,não a edificação do homem católico e da cristandade, mas sim de um projeto político ideológico identificado com o socialismo.
Se trata aí da tática gramsciana dos marxistas, que descobriram que o método mais promissor para chegar ao poder é dominando a cultura nacional o que implica em um processo para lograr uma forte influência na religião, nas escolas, nos meios de comunicação e nas universidades. É neste contexto que se deve entender a teologia da libertação: como uma doutrina política disfarçada de crença religiosa com um significado anti-papal e anti-livre empresa, destinada a enfraquecer a independência da sociedade face ao controle estatista.

Padre Paulo Ricardo, um dos poucos padres não petistas e não comunistas do Brasil, denuncia o totalitarismo do PT atacando a Igreja Católica e destruindo os valores cristãos dos Brasileiros. Video com mais de 100.000 acessos.

16/09/2012

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Bispo de Lorena (SP) denuncia: poder executivo (Dilma) vem sendo o atalho para a promoção do aborto no Brasil

11/09/2012

http://www.acidigital.com/noticia.php?id=24128#.UE-P2FofwAA.twitter

SÃO PAULO, 11 Set. 12 / 03:58 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em um recente artigo denunciando “a pressão para que o aborto seja legalizado no Brasil”, Dom Benedito Beni dos Santos, bispo diocesano de Lorena (SP) argumenta que nas últimas manobras para aprovar esta prática anti-vida no país o governo brasileiro vem usando o “atalho” do Poder Executivo, como ocorreu no caso da ADPF 54 no qual o STF despenalizou o aborto de fetos com anencefalia e como está fazendo neste momento através do ministério da saúde, que prepara uma norma técnica que instruiria e forneceria serviços abortivos às mulheres que o solicitem.

O prelado inicia seu artigo recordando: “nosso povo brasileiro é defensor da vida”.
“Entretanto – afirma – podemos “constatar” a “pressão para que o aborto seja legalizado no Brasil”.
Dom Beni recorda que o projeto abortista no Brasil vem de longa data, desde o início dos anos 90, porém constantemente os abortistas se viram derrotados nas votações realizadas pelos legítimos representantes do povo brasileiro, e agora estão criando “atalhos” para lograr o êxito da sua agenda.

“Recordamos que, em Abril deste ano, o Supremo Tribunal Federal julgou constitucional o aborto de crianças portadores de meroanencefalia. Esse, infelizmente, foi o marco no Brasil para o aborto eugênico. Uma vez que, no Poder Judiciário, não existe participação direta do povo, todos pudemos acompanhar, atônitos, os mais inacreditáveis pareceres dos Ministros do STF favoráveis ao aborto”, afirmou Dom Beni.

O bispo de Lorena denuncia a estratégia da “promoção da prática do aborto através do Poder Executivo” e critica o Secretário de Atenção à Saúde, Helvécio Magalhães que em entrevista aos meios de comunicação afirmou que este órgão do governo se prepara para lançar uma Norma Técnica para o oferecer “Aborto Seguro”, sob o eufemismo de política de “redução de danos”.

Dom Benedito recorda os três “pilares” desta estratégia:
– a criação de centros de aconselhamento à gestante sobre como interromper a gravidez indesejada.
– a venda de abortivos nas farmácias conveniadas ao SUS
– a produção de uma cartilha sobre como se utiliza estas drogas e se termina o processo de aborto iniciado pelo seu uso.

O bispo critica ainda a atitude da Ministra Eleonora Menicucci que afirmou em entrevista que “não seria crime explicar a uma mulher como fazer o aborto em si mesmo: crime seria fazer o aborto nela”.

Diante destes fatos urgentes e gravíssimos, Dom Beni pede aos homens e mulheres de sua diocese que “se façam ouvir”.

“Em uma democracia, o poder é exercido pelo povo e em nome do povo. Manifestem-se junto ao Ministério de Saúde dizendo que esta medida fere a consciência e os reais anseios da população brasileira”.

“Dirijam-se também à Presidência da República através de telefones e endereços eletrônicos disponíveis no site do Governo Federal. Digam que a Presidente precisa honrar sua promessa eleitoral de não avançar na promoção do aborto durante seu governo”, exortou.

O apelo de Dom Benedito Beni vem unir-se ao pedido e críticas de outros nove prelados brasileiros que recentemente se pronunciaram contra a promoção da agenda anti-vida e anti-família que vem sendo imposta no Brasil sem a participação dos representantes do povo.

Os outros bispos que alçaram suas vozes contra o abortismo do atual governo brasileiro foram:
Dom Benedito Simão, bispo de Assis (SP), Dom Henrique Soares da Costa, auxiliar de Aracaju (SE), Dom Antonio Keller, bispo de Federico Westphalen (RS), Dom Antonio Augusto Duarte, auxiliar do Rio de Janeiro (RJ), Dom Eduardo Benes, Arcebispo de Sorocaba (SP), Dom Aldo Pagotto, Arcebispo da Paraíba (PB), Dom Ottorino Assolari, Bispo de Serrinha (BA), Dom Caetano Ferrari, Bispo de Bauru (SP) e Dom Fernando Rifan, Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney, em Campos (RJ).

A Estratégia Mundial do Aborto Livre da Fundação Ford e Rockfeller explicada passo a passo pela CNBB – Sua aplicação no Brasil pelo PT de Dilma

07/09/2012

A NOVA ESTRATÉGIA MUNDIAL DA CULTURA DA MORTE

CLIC para abrir texto em PDF:

a-nova-estrategia-mundial-do-aborto

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CNBB, Dom Raimundo Damasceno, CIMI, a Igreja cúmplice do PT, A Igreja omissa, a Igreja contra o Brasil

15/12/2011

O relativismo moral e ético das maquinações parlamentares da CNBB é mais que visível. É virtualmente delinquente. E o catolicismo? Jogaram na privada. A confissão religiosa é petista.

Leonardo Bruno, advogado católico
Escapou pela internet a notícia de que a CNBB fez um acordo secreto com a senadora Marta Suplicy, para aprovar tacitamente o PLC 122, a famigerada “lei anti-homofobia”. Em nota publicada na página da CNBB, de 7 de dezembro de 2011, a mesma negou que houve um acordo. Deu a entender que ocorreu apenas uma conversa, em audiência no dia 1º de dezembro de 2011, quando a entidade escutou a proposta da senadora, e reiterou o compromisso de “combater todo tipo de discriminação”. Linguajar visivelmente suspeito o do emissor da nota, o Cardeal Raimundo Damasceno Assis, de Aparecida.
Revelam-se aí duas versões diferentes e contraditórias. A pergunta que não quer calar é: quem está mentindo? Dona Marta Suplicy, que confirmou o apoio da CNBB? Ou a autonomeada entidade representante dos bispos do Brasil, que diz negá-lo? Se for verdade que existiu um acordo entre a política petista e os bispos (e muitas fontes confiáveis confirmam), a CNBB mostrou que é covarde, mentirosa e indigna do mínimo respeito de qualquer católico sério deste país. Diria mais, indigna do respeito de qualquer cristão.
A resposta do cardeal Raimundo Damasceno parece denunciar seu crime. Em nenhum momento ele falou em condenar o PLC 122 ou em denunciar a campanha homossexual de criminalização das opiniões religiosas incutidas na lei. Ou mais, nenhum pio sobre a proposta de Marta Suplicy, de transformar o cristianismo numa espécie de religião de gueto, onde as opiniões fora da Igreja podem ser marginalizadas, perseguidas ou excluídas da vida pública, através de medidas judiciais. Pelo contrário, sua opinião parece não querer assumir posições, para não afetar suscetibilidades políticas atuantes e comprometedoras. Suscetibilidades petistas, para deixar bem claro.
Está evidente demais a intenção de Marta Suplicy e do movimento gay. A lei é visivelmente perigosa para as liberdades individuais, uma vez que fere o princípio da liberdade religiosa e de pensamento, e cria mecanismos de censura contra qualquer indivíduo de criticar, contestar ou rejeitar publicamente o homossexualismo. O movimento gay quer destruir os padrões da família, espalhar educação homossexual nas escolas e, ainda, criar expedientes legais para prender quaisquer pessoas dissidentes desse projeto. No entanto, dentro da CNBB, o resto é só silêncio.
Mas não é o primeiro incidente envolvendo o nome da associação dos bispos.
Recentemente, o Conselho Indigenista Missionário da CNBB fez lobby político contra um projeto de lei que puniria agentes da FUNAI que não salvassem crianças indígenas do infanticídio. Ou seja, o direito à vida, que supostamente é defendido pelos bispos contra o aborto, não é válido para os menores indígenas. Nas palavras de alguns acólitos do Conselho Indigenista, isso criaria “preconceito” contra os índios. A CNBB abre uma exceção. Como na cabeça de certos antropólogos e padres esquerdistas de passeata, os silvícolas não passam de animaizinhos de laboratório de sua engenharia social, devem ficar eternamente isolados da civilização e dos direitos que ela promove, em favor de suas tradições culturais abjetas. Matar crianças indígenas? Isso é “direito” dos índios de viverem sua cultura criminosa. A CNBB contribui com a ideologia da morte. Ou mais, recusa a salvação das almas dos índios para o Evangelho de Cristo. Se as leis de Deus não chegam aos corações  indígenas, pior é presumir que não cheguem ao coração do clero da CNBB. Esta transformou a fé católica num composto utilitário, tal como o New Age, o I Ching ou o horóscopo de jornal. O relativismo moral e ético das maquinações parlamentares da CNBB é mais que visível. É virtualmente delinquente. E o catolicismo? Jogaram na privada. A confissão religiosa é petista.
Ademais, o CIMI, pra quem não sabe, é uma entidade esquerdista sustentada pela Fundação Ford. Foi ele, junto com o CIR (Conselho Indigenista de Roraima), o idealizador da expulsão dos arrozeiros de Roraima na região de Raposa Serra do Sol. Através de uma articulação mafiosa, que envolveu políticos e até o STF,  os  clérigos esquerdistas da CNBB colaboraram para as manobras de um crime contra a nação brasileira. Em outras palavras, a economia de Roraima foi prejudicada pela demarcação de sua região e  seu território entregue de mão beijada para ONG’s indigenistas  parasitárias, financiadas com dinheiro estrangeiro. Milhares de brasileiros agricultores foram expulsos de suas terras e enviados para as favelas de Boa Vista, a capital do estado, levando os próprios índios. E atualmente a região, outrora rica e exportadora de uma das maiores produções de arroz no país, é um poço de miséria, que não poupa nem mesmo os nativos que perderam seus empregos.
A CNBB também agiu contra o arcebispo de Olinda, Dom José Sobrinho, que fez uma declaração relatando sobre a possível excomunhão dos médicos que participaram de um aborto de gêmeos, filhos de uma jovem que foi estuprada aos nove anos pelo padrasto. Embora o Vaticano tenha apoiado o arcebispo, a conferência dos bispos não moveu um apoio sequer. Pelo contrário, a CNBB resolveu atender à gritaria da turba e da imprensa, que queria crucificar o eclesiástico. Deixou o arcebispo em banho-maria. Na prática, jogou-o aos leões.
Na verdade, a CNBB pode ser qualquer coisa, menos uma entidade católica. Embora venda a idéia de representar os católicos do país, é apenas uma associação burocrática sem valor hierárquico na Igreja. Na prática, ela se tornou um braço ideológico do PT na Igreja Católica, falando indevidamente em nome dela e por ela, ainda que os católicos autênticos ou o Vaticano nem tenham sido solicitados. Porém, quem cala consente. Se os católicos realmente sinceros se calam diante do que é uma infiltração descarada dentro dos quadros da Igreja, pode-se dizer que também são covardes.
Fatos como os acima citados revelam dois comportamentos diferentes e seletivos: a CNBB é incisiva quando o assunto é o MST, a defesa do governo petista, o desarmamento civil, a reforma agrária e demais bandeiras de esquerda. E, no entanto, é tímida e omissa, quando a questão é a defesa intransigente dos valores católicos!
Já virou normalidade: muitos católicos militantes e pretensamente intelectuais se escandalizam quando os bispos, cardeais e padres são criticados pelas suas ações anti-religiosas e contrárias aos princípios da Igreja. Na prática, existe uma reverência inepta e cega ao sacerdócio, como se isso se confundisse com o papel das opiniões visivelmente heréticas e apóstatas do clero brasileiro. Escandalizam-se, porque também são cúmplices, são medrosos, não querem se comprometer combatendo essas violações indignas ao sacramento sacerdotal. A questão  é elementar e bastante visível: se alguns padres e bispos, envolvidos com grupos ou partidos de esquerda, não respeitam a sua própria batina, por que o povo católico a respeitaria?
Eu já fui virulentamente criticado por católicos conservadores, pelo fato de atacar duramente a esquerda católica. Inclusive, fui chamado de “herético”, por não respeitar comunistas travestidos de padres. Uma vez fiz a seguinte pergunta a um desses católicos “laboriosos”, numa lista de rede de emails: “você teria reverência e respeito a um  padre ou bispo introduzido pela KGB soviética?  Imaginemos a KGB ministrando missa ou ouvindo a confissão católica”. Acabei expulso da lista. Em nome do respeito à batina e ao sacerdócio, os católicos omissos acabam por proteger e acobertar as ações da esquerda no clero, como se a batina fosse uma espécie de imunidade para qualquer atitude irresponsável e contrária às obrigações eclesiásticas e doutrinárias. É esta ação que afasta os católicos das igrejas, fartos da politização comunista descarada de padres e bispos comprometidos com a causa petista. E neste ponto, a CNBB é culpada pela destruição da Igreja Católica no Brasil. É a KGB do petismo com ordenação sacerdotal, é o esquerdismo sacramentado.
Julio Severo, o combativo militante evangélico que faz na internet um belo trabalho de denúncia às políticas gayzistas na sociedade brasileira, recebeu várias mensagens de católicos no seu blog, por conta da publicação do suposto conluio da CNBB com o movimento homossexual. Os católicos, mesmo os mais sinceros, querendo enganar a si mesmos, tentam corrigir o blogueiro, afirmando que a CNBB negou a aliança tácita. Por que será que os católicos se contentam com tão pouco? Percebe-se o quanto a Igreja Católica no Brasil está desorientada e perdida. Com exceção de alguns grupos dentro da Igreja, os católicos estão completamente omissos ao estado de coisas a que chegou o país. Viraram uma classe insignificante de pessoas, representada por um clero inepto e espiritualmente corrupto, inimigo da ortodoxia e do próprio Vaticano.
Não me espante que os católicos estejam virando cidadãos de segunda classe neste país. Se não fosse por uma parte barulhenta da bancada evangélica no Congresso, a ditadura politicamente correta estaria bem mais avançada. É supreendente pensar que um dos poucos defensores da integridade da Igreja Católica no Brasil seja um evangélico.
De fato, foi por conta do alcance das notícias de Julio Severo é que sabemos da podridão que se tornou o clero católico e seu comprometimento subserviente com a esquerda. Podridão que muitos dos católicos resistem em combater e denunciar.
Essa desorientação psicológica não se limita a CNBB. Ela foi  também revelada quando a “Canção Nova”, um dos berços da Renovação Carismática Católica, queria dar espaço em sua programação televisiva a um deputado, o tal Edinho do PT, apologeta do movimento gay e do aborto. O pior de tudo é que este mesmo deputado foi o responsável pelo confisco de panfletos emitidos por alguns bispos que criticaram a defesa do aborto, declarada pela presidente Dilma Rousseff, na época das eleições de 2010. Se não bastasse patrocinar a farsa da religiosidade de Dilma Rousseff numa igreja, quando ela mal sabia fazer o sinal da cruz, o deputado picareta Gabriel Chalita queria transformar a Canção Nova num novo curral do PT. Parece que não colou. E por quê? Por denúncia de alguns corajosos católicos e de Julio Severo, o evangélico!
Ao que parece, os católicos não sofrem apenas de desorientação psicológica. Sofrem mesmo de amnésia, ao não reconhecerem seus próprios inimigos. Eles se iludem em achar que algo vai cair do céu. Deus não respeita os covardes. Ele nos exige o dever de defender à sua Causa.
A CNBB, na Campanha da Fraternidade de 2010, dizia que não se pode servir a Deus e ao dinheiro, deturpando as palavras do Evangelho para seu credo comunista. E a mensagem que se encerra é: não se  pode também servir a dois senhores.  Qual senhor a CNBB serve? A Igreja de Cristo ou a religiãozinha laica do PT?
Fonte: Mídia Sem Máscara
Divulgação: www.juliosevero.com

Omissos do Brasil: CNBB, OAB,

11/10/2011

Amanhã tem marchas contra a corrupção em todo o Brasil. Participe.

AL – Maceió – Antigo 7 Coqueiros até o Antigo Alagoinhas (MCCE)- 13h
AM – Manaus – Centro, em frente ao colégio Dom Pedro – 14h
BA – Salvador – Cristo da Barra – 14h
CE – Fortaleza – Praça da Imprensa rumo ao Cocó – 14h
DF – Brasília – Museu Nacional – 10h
ES – Vila Velha – Praia da Costa – 12h
GO – Goiânia – Praça Cívica – Inicio na Praça Universitária, e término na Praça Cívica – 10h
MA – São Luis – Praça do Pescador – Av. Litorânea – 14h
MG – B. Horizonte – Praça da Liberdade até a Praça 7 – 14h
MG – Uberlândia – Praça Tubal Vilela – 14h
MG – Alfenas – Concha Acústica – (07/10 – 18h)
PA – Belém do Pará – Praça do CAN – 14h
PA – Santarém – em frente a Prefeitura até o Fórum – 17h
PE – Recife – Praia B Viagem – Pracinha de B Viagem – 14h
PB – João Pessoa – Busto de Tamandaré – 14h
PI – Teresina – Praça da Liberdade – 14h
PR – Curitiba – Santos Andrade – em frente a escadaria da UFPR – 14h
PR – Campo Mourao – Praca Central as 14 hrs (junto a marcha dos palhaços)
RS – Porto Alegre Parque da Redenção – à tarde toda
RJ – Rio de Janeiro – Copacabana frente posto 4 – 13h
SC – Brusque – Praça Barão de Schneeburg – 9h
SC – Florianópolis – Trapiche Beira Mar – 10h
SC – Jaraguá do Sul – Praça Ângelo Piazera – 14h
SP – São Paulo – Av. Paulista – MASP – 14h
SP – Santos – Parque da Independência – 14h
SP – S José dos Campos – Vicentina Aranha – 15h

Leia texto de D. Luiz Gonzaga Bergonzini de Guarulhos-SP que a CNBB apagou de seu site. Contra Dilma e contra Aborto

22/07/2010
para relaxar primeiro, leia isto: http://www.fraudeurnaseletronicas.com.br/ 

 
Texto originalmente publicado no site da CNBB, na segunda-feira, 19 de Julho de 2010, as 13:02.

Se você entrar no Site da CNBB dá erro 404:

http://www.cnbb.org.br/site/dom-luiz-gonzaga-bergonzini 

Mas ainda está no site da Diocese de Guarulhos-SP

http://www.diocesedeguarulhos.org.br/miolo.asp?fs=menu&seq=690&gid=950 

“Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”

“Com esta frase Jesus definiu bem a autonomia e o respeito, que deve haver entre a política (César) e a religião (Deus). Por isto a Igreja não se posiciona nem faz campanha a favor de nenhum partido ou candidato, mas faz parte da sua missão zelar para que o que é de “Deus” não seja manipulado ou usurpado por “César” e vice-versa.

Quando acontece essa usurpação ou manipulação é dever da Igreja intervir convidando a não votar em partido ou candidato que torne perigosa a liberdade religiosa e de consciência ou desrespeito à vida humana e aos valores da família, pois tudo isso é de Deus e não de César.

Vice-versa extrapola da missão da Igreja querer dominar ou substituir-se ao Estado, pois neste caso ela estaria usurpando o que é de César e não de Deus.

Já na campanha eleitoral de 1996, denunciei um candidato que ofendeu pública e comprovadamente a Igreja, pois esta atitude foi uma usurpação por parte de César daquilo que é de Deus, ou seja o respeito à liberdade religiosa.

Na atual conjuntura política o Partido dos Trabalhadores (PT) através de seu IIIº e IVº Congressos Nacionais (2007 e 2010 respectivamente), ratificando o 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3) através da punição dos deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso, por serem defensores da vida, se posicionou pública e abertamente a favor da legalização do aborto, contra os valores da família e contra a liberdade de consciência.

Na condição de Bispo Diocesano, como responsável pela defesa da fé, da moral e dos princípios fundamentais da lei natural que – por serem naturais procedem do próprio Deus e por isso atingem a todos os homens -, denunciamos e condenamos como contrárias às leis de Deus todas as formas de atentado contra a vida, dom de Deus, como o suicídio, o homicídio assim como o aborto pelo qual, criminosa e covardemente, tira-se a vida de um ser humano, completamente incapaz de se defender.

A liberação do aborto que vem sendo discutida e aprovada por alguns políticos não pode ser aceita por quem se diz cristão ou católico. Já afirmamos muitas vezes e agora repetimos: não temos partido político, mas não podemos deixar de condenar a legalização do aborto. (confira-se: Ex. 20,13; MT 5,21).

Isto posto, recomendamos a todos verdadeiros cristãos e verdadeiros católicos a que não dêem seu voto à Senhora Dilma Rousseff e demais candidatos que aprovam tais “liberações”,  independentemente do partido a que pertençam.

Evangelizar é nossa responsabilidade, o que implica anunciar a verdade e denunciar o erro, procurando, dentro desses princípios, o melhor para o Brasil e nossos irmãos brasileiros e não é contrariando o Evangelho que podemos contar com as bênçãos de Deus e proteção de nossa Mãe e Padroeira, a Imaculada Conceição.”

Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, Bispo de Guarulhos-SP

CNBB comunista insiste em destruir o agronegócio, destruir os recordes da produção agrícola, e se cala quando o PT LULA Dilma III PNDH defende aborto Escândalo! CNBB apoia plebiscito sobre limitação da propriedade da terra no Brasil

07/07/2010

Escândalo! CNBB apoia plebiscito sobre limitação da propriedade da terra no Brasil.

CNBB Sul

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, divulgou esta semana a carta em apoio ao Plebiscito Popular pelo limite máximo da propriedade da terra no Brasil.

No documento, as coordenações regionais e nacionais das Pastorais Sociais e Organismos da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da CNBB, assumem o compromisso de participar do 16º Grito dos Excluídos e da organização do Plebiscito Popular.

“Esta decisão tem como base a consciência de que a democratização da terra através da reforma agrária é uma luta histórica do povo e uma exigência ética afirmada pela CNBB há décadas. É também a realização de um gesto concreto proposto pela Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010.”

Confira a carta na íntegra:

APOIO AO PLEBISCITO POPULAR PELO LIMITE DA PROPRIEDADE DA TERRA

E AO 16º GRITO DOS EXCLUIDOS

Reunidas em Brasília, nos dias 14, 15 e 16 de Junho, as coordenações regionais e nacionais das Pastorais Sociais e Organismos da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da CNBB, assumem o compromisso de participar do 16? Grito dos Excluídos e da organização do Plebiscito Popular por um Limite da Propriedade da Terra no Brasil.

Esta decisão tem como base a consciência de que a democratização da terra através da reforma agrária é uma luta histórica do povo e uma exigência ética afirmada pela CNBB há décadas. É também a realização de um gesto concreto proposto pela Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2010, promovida pelas Igrejas membros do CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs), como consta no Texto Base, n. 120: “Mobilização de apoio ao Plebiscito de iniciativa popular pelo Limite da Propriedade da Terra, em defesa da Reforma Agrária, da Soberania Territorial e Alimentar, promovido pelo Fórum Nacional de Reforma Agrária e Justiça no campo”.

Para isso, convidamos os cristãos e cristãs das dioceses, paróquias, comunidades, movimentos a engajarem-se neste exercício de cidadania que será realizado na Semana da Pátria e especialmente no dia 7 de setembro, junto com o 16? Grito dos Excluídos/as, abrindo espaços, formando comitês, colaborando com os comitês estaduais no processo de informação, formação e coleta dos votos.

O engajamento nesta prática cidadã de democracia direta é uma forma de realizar nossa missão evangélica em favor e junto com os excluídos e excluídas, construindo uma sociedade justa e solidária que garanta vida digna para todos os brasileiros e brasileiras.

Brasília, 16 de Junho de 2010.

Dom Pedro Luiz Stringhini

Presidente da Comissão

http://fratresinunum.com/2010/07/06/escandalo-cnbb-apoia-plebiscito-sobre-limitacao-da-propriedade-da-terra-no-brasil/

CNBB IGREJA ARQUIDIOCESE casamento gay pessoas do mesmo sexo, união civil, retirada se símbolos religiosos, PLANO DIREITOS HUMANOS ABORTO CAMPANHA PLANFETO PRESENTE DE NATAL PROTESTO ABORTO DISCRIMINALIZAÇÃO cnbb DISTRIBUIDO EM PARÓQUIAS FOLHETO PLANFETO chama Lula de Herodes Comissão Regional em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB Dom José Benedito Simão, presidente da comissão e bispo auxiliar da arquidiocese de São Paulo distribuição e divulgação do panfleto LEIA E DIVULGUE

23/01/2010

CNBB chama Lula de Herodes

Herodes, aquele que, segundo a Bíblia, ordenou a “matança dos inocentes”, é como a Igreja Católica agora denomina o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em panfleto distribuído em São Paulo contra pontos dos quais discorda no 3º Programa Nacional de Direitos Humanos, lançado em dezembro pelo governo.

No livro de São Mateus, Herodes ordena o extermínio de todas as crianças menores de dois anos em Belém, na Judeia, para não perder seu trono àquele anunciado como o recém-nascido rei dos judeus, Jesus Cristo. Para a igreja, o “novo Herodes” autorizará o mesmo extermínio anunciando-se a favor da descriminalização do aborto.

No panfleto, intitulado “Presente de Natal do presidente Lula”, a Comissão Regional em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), contesta este e outros pontos do já polêmico plano. “Herodes mandou matar algumas dezenas de recém-nascidos (Mt 2,16). Com esse decreto, Lula permitirá o massacre de centenas de milhares ou até de milhões de crianças no seio da mãe!”, incita o documento.

Segundo Dom José Benedito Simão, presidente da comissão e bispo auxiliar da arquidiocese de São Paulo, a igreja não é contra o plano em sua totalidade, mas considera que quatro deles “agridem” os direitos humanos. Além da questão do aborto, são eles: união civil entre pessoas do mesmo sexo, direito de adoção por casais homoafetivos e a proibição da ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União.

“Não é uma campanha contra o projeto, mas alguns pontos em que acreditamos que ele agride e extrapola os direitos humanos e o direito à vida”, critica Dom Simão. “O que nós contestamos é a falta de sensibilidade desse decreto, que funciona como um projeto, e não ajuda em nada ao Estado Democrático de Direito em que queremos viver. Não queremos cair em outra ditadura. Esse decreto é arbitrário e antidemocrático”, completa.

Segundo Dom Simão, que também é bispo da Diocese de Assis, no interior de São Paulo, a intenção é ampliar a distribuição e divulgação do panfleto em todas as cidades do Estado e também pela internet. “Ele [o plano] não está a favor do Brasil. Agora vem o presidente dizer que não sabia, que assinou sem ler? Como vai assinar se não leu?”

Sobre a questão da retirada dos crucifixos, o bispo defende que não somente os símbolos da Igreja Católica estejam presentes, como também o de outras religiões. “Nós não queremos que retire, queremos é que se coloquem mais símbolos ainda. A igreja sempre defendeu os direitos humanos e vai apoiar o governo em tudo o que for a favor da vida. Mas esse plano tem que ser revisto sim. O governo só reviu a questão dos militares, mas nesses quesitos não está querendo rever. Que princípios o governo quer defender com esse projeto?”

A CNBB nacional também criticou os mesmos pontos no programa, por meio de nota oficial. Mas sua assessoria de imprensa disse desconhecer a distribuição do panfleto, alegando que o regional tem autonomia para determinadas ações, que não precisam passar pelo seu crivo. A assessoria informou ainda que a CNBB nacional não irá se manifestar sobre o panfleto.

PARA OS BISPOS DA CNBB E CNBdoB LEREM: CARDEAL DE HONDURAS Oscar Rodríguez MOSTRA COMO DEVE SER A IGREJA : ANTICOMUNISTA CARDEAL DE HONDURAS MANDA CHÁVEZ DEIXAR HONDURAS EM PAZ

08/07/2009

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Foto: AP Photo/Luis Romero

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El máximo jerarca de la Iglesia Católica en Honduras, el cardenal Oscar Rodríguez, responsabilizó al presidente venezolano Hugo Chávez de la crisis en el país centroamericano y pidió que evite “meter aquí sus manos”, en una entrevista publicada este miércoles por medios locales.

“”EVITE METER AQUI SUAS MÃOS.””

“Ese señor ha estado tratando de meter aquí sus manos. Que nos deje en paz, que se dedique a gobernar su país y basta”, dijo Rodríguez en declaraciones reproducidas por los diarios La Tribuna y El Heraldo.

“‘ESSE SENHOR ESTA TRATANDO DE METER AQUI SUAS MÃOS . QUE NOS DEIXE EM PAZ, QUE SE DEDICA A GOVERNA SÓ SEU PAÍS…

Rodríguez leyó el sábado un pronunciamiento en una cadena de radio y televisión en que justificó la forma como el presidente Manuel Zelaya fue sacado del poder.

Asimismo, pidió a Zelaya que no regrese al país para evitar un “baño de sangre” y señaló que el principal interés de la Iglesia es que no se pierdan vidas humanas.

PEDIU A ZELAYA QUE NÃO REGRESSE AO PAÍS PARA EVITAR UM BANHO DE SANGUE.

“Ninguna vida se debe perder por cuestiones de índole políticas, que se pueden llegar a solucionar a través del diálogo”, añadió.

“”NENHUMA VIDA SE DEVE PERDER POR QUESTÕES DE ÍNDOLE POLÍTICA, QUE SE POSSA CHEGAR A SOLUCIONÁ-LAS ATRAVÉS DO DIÁLOGO….

Zelaya y Roberto Micheletti, el presidente del Congreso designado para sucederle, tienen previsto dialogar este jueves en Costa Rica con la mediación del presidente de ese país y premio Nobel de paz, Oscar Arias, para buscar una salida a la crisis iniciada el 28 de junio.

Rodríguez, considerado uno de los ‘papables’ de América Latina y elogiado en el pasado por sus condenas de la deuda externa y el narcotráfico, se ha convertido en blanco de las críticas por su actitud favorable al derrocamiento de Zelaya.

© 1994-2009 Agence France-Presse

brasileiros vítimas terror anos 1970, direitos das vítimas, indenização, Das vítimas dos terroristas, ninguém fala, ninguém defende.

16/09/2008

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Comunista comunismo marxismo doutrina concílio vaticano II infiltração boff na Igreja Católica do Brasil CNBB e a Teologia da Libertação

24/05/2008

Comunismo na Igreja – Importante Leitura

 

Muitos católicos desconhecem um dos mais poderosos artifícios que o demônio já produziu para destruir nossa Igreja, em todos os tempos. Ele vem envolvido numa falsa aura de bem, numa pílula dourada, mas é veneno mortal: Chama-se “teologia da libertação”. Isso é tratado pelo Papa como comunismo, que é contrário a Doutrina da Igreja.

 

E todos os padres e bispos que pugnam por esta linha, na verdade alimentam por trás o monstro comunista, que usando da face de bem, busca apenas o poder. E todos sabem que este sistema medonho, já matou mais de 100 milhões de pessoas nestes últimos 90 anos, e matará aqui também se um dia nós tivermos a desgraça de cair em suas malhas. De fato, não estamos longe disso!

 

Abaixo o autor, bem conhecido, Clovis Ramalhete, sintetiza muito bem a essência deste monstro, pena que não esgota o assunto. Posso, porém, endurecer ainda mais a crítica que ele faz a esta doutrina adulterada dizendo que o “theos” a que esta maldita “teologia” se refere é satanás, e a “libertação” que eles buscam, no fim último, é livrar-se de DEUS!

 

Jesus disse bem claramente no Evagelho, em João 18,33: O Meu reino não é deste mundo! O Reino dele, é na casa do Pai. Eis porque ele disse também: Na casa de meu Pai há muitas moradas. Não fora assim, e eu vos teria dito; pois vou preparar-vos um lugar (Jo 14, 1).

 

Ora, isso diz tudo: Nosso fim não é nesta terra, nossa morada é na eternidade. Mas esta gente do mal, prega um utópico paraíso aqui na terra, dizendo que haverá paz apenas quando os pobres tomarem as riquezas dos ricos – não há uma só passagem nas Escrituras que justifique isso – embora que eles, por nada deste mundo largam de suas mordomias, seus carros do ano, bons vinhos, belas roupas e bons sapatos, além de todas as mordomias que a riqueza pode conceder. São, portanto, descarados, cínicos, verdadeiros fariseus hipócritas. 

 

No texto abaixo o leitor poderá ver alguns erros desta doutrina que é condenada pelo verdadeiro magistério da Igreja, e no Catecismo é tratado como uma forma de “ateismo contemporâneo”, porque visa a libertação física do homem, o que é algo impossível. De fato se algum dia o homem conseguir se libertar de Deus, no mesmo instante ele desaparecerá do Universo, como se nunca tivesse existido.

 

Teologia da Libertação: O Comunismo invade a Igreja.

 

Um dos muitos problemas que assolam a Igreja nos dias de hoje é a gravíssima heresia chamada “Teologia da Libertação”. Trata-se de uma heresia materialista, que apresenta uma visão de mundo contrária à Doutrina da Igreja disfarçada com um vocabulário aparentemente cristão.

 

Esta heresia é um dos muitos aspectos que tomou o modernismo, heresia que o Santo Padre Pio X qualificou de “síntese de todas as heresias”. Segundo o modernismo, a Verdade absoluta não existe; toda “verdade” é apenas uma opinião, uma visão pessoal que pode e deve mudar com o tempo. Assim, para o modernista, a Doutrina da Igreja, ensinada por Nosso Senhor Jesus Cristo, pode e deve ser substituída por algo mais… “moderno”.

 

A “Teologia da Libertação” (TL) é o nome dado a esta vertente do modernismo, peculiar à América Latina. Este nome, na verdade, é enganoso; “Teologia” significa “conhecimento, estudo de Deus”- e esta heresia aplica-se apenas à organização social humana. Do mesmo modo, o termo “Libertação” é por eles utilizado como significando algo diametralmente contrário à noção cristã de libertação.

 

Os erros da TL são muitos, todos eles baseados em uma negação da ação sobrenatural de Deus. “Sobrenatural” é um termo teológico que significa “acima da natureza humana”. 

Sabemos, porque a Igreja o ensina, que é pela ação sobrenatural de Deus, pela graça de Deus, que podemos evitar o pecado e alcançar a Santidade.

 

Sabemos, porque a Igreja o ensina, que o nosso objetivo maior é sermos Santos.

 

Sabemos, porque a Igreja o ensina, que no fim dos tempos Nosso Senhor Jesus Cristo voltará em glória para julgar os vivos e os mortos e então, só então, haverá um paraíso na terra.

 

A TL, porém, prega um conceito marxista (inspirado pelo teórico do marxismo – do comunismo -, Carlos Marx) segundo o qual haverá um paraíso na Terra quando os pobres retirarem dos ricos as riquezas e as distribuírem, criando assim uma sociedade sem classes.

 

O mecanismo desta revolução seria a “luta de classes”: os pobres, revoltando-se contra a sua pobreza, conquistariam o poder e assegurariam uma distribuição igualitária de todos os bens materiais. Para o marxista, logo para o TL, o único pecado que existe é a acumulação de riquezas, vista por eles como essencialmente ruim. Do mesmo modo, eles vêem em qualquer hierarquia um pecado contra a “igualdade” que eles crêem existir entre os homens.

 

Assim, a TL considera que o que realmente importa é pregar entre os pobres a revolta contra os ricos, com o fim de estabelecer uma sociedade igualitária. Para a TL, a hierarquia eclesiástica é na verdade um “roubo” do poder que pertenceria ao Povo feito pelos Bispos e padres.

 

Para a TL, a Doutrina da Igreja não interessa, assim como não interessa o céu. Interessa sim a organização de movimentos populares para lutar por reivindicações puramente materiais: terras (como o MST), aumentos salariais, etc.

Vejamos portanto quais são as principais diferenças entre a Doutrina Cristã e a ideologia da TL: 

 

1 – a) Pela Doutrina Cristã, sabemos que o homem tende ao mal devido às conseqüências do Pecado Original. É mais fácil fazer o mal que o bem, e assim os vícios devem ser combatidos e as virtudes incentivadas.

b) Para a TL, o homem é naturalmente bom, mas a organização social “opressora” é má e deve ser combatida.

 

2 – a) Pela Doutrina Cristã, sabemos que é pela Graça de Deus, infundida e aumentada pelos Sacramentos, que podemos fazer o bem.

b) Para a TL, a graça de Deus é apenas uma expressão, e os Sacramentos são apenas símbolos – a Eucaristia é símbolo da partilha do pão material, o Batismo é símbolo de compromisso com a causa da Revolução comunista, etc.

 

3 – a) Pela Doutrina Cristã, sabemos que somos chamados à Santidade, ou seja, à libertação do pecado, de que só gozaremos em plenitude no Céu após a nossa morte e na Terra após a nossa ressurreição.

b) Para a TL, “Libertação” significa a obtenção de condições materiais adequadas na terra através de reivindicações políticas: terra, casa própria, sistemas sanitários, etc.

 

4 – a) Pela Doutrina Cristã, sabemos que a propriedade particular é uma coisa boa e querida por Deus; é perigoso o apego aos bens materiais, mas ser rico não é pecaminoso.

b) Para a TL, a propriedade particular é uma abominação, o único pecado existente. O apego aos bens materiais – terra, casa, etc. – porém, é visto por eles como um bem. O objetivo do homem, para eles, é justamente lutar por bens materiais.

 

5 – a) Pela Doutrina Cristã, sabemos que a Hierarquia da Igreja é instituída e mantida por Deus.

b) Para a TL a existência da Hierarquia é sinal de um roubo de poder que deveria pertencer ao “Povo”. É por isso que nas dioceses ainda em poder da TL, não são incentivadas as vocações sacerdotais e as paróquias são substituídas por comunidades dirigidas por leigos. 

6 – a) Pela Doutrina Cristã, sabemos que é essencial conhecer e seguir a Verdade para podermos chegar à Santidade.

b) Para a TL qualquer pessoa que “lute contra a opressão”, ou seja, que participe da subversão comunista, é um modelo a ser seguido, ao passo que, por exemplo, um Santo que tenha se dedicado apenas à oração é um exemplo do que deve ser evitado. Assim Che Guevara, Fidel Castro e outros comunistas são considerados por eles como modelos a seguir, enquanto Santa Terezinha do Menino Jesus é para eles um exemplo de vida inútil.

 

7 – a) Pela Doutrina Cristã, sabemos que a oração é de suma importância, e a alma, por ser imortal, deve ser cuidado com mais cuidado que o corpo, evitando-se o pecado e buscando-se a Virtude.

b) Para a TL, a alma não importa, a oração é vista apenas como uma preparação para a ação política e o pecado pessoal não existe. Não há problema em roubar, mentir, cometer adultério, matar até. O único pecado seria o pecado social, ou seja: ter bens materiais em quantidade maior que outras pessoas. Assim, para a TL, todo pobre é santo e todo rico é bandido.

 

Devemos, portanto, procurar evitar ao máximo a leitura de livros e folhetos escritos pela TL, assim como procurar sempre impedir suas investidas em nossas regiões, principalmente através da oração. Alguns dos autores TL mais conhecidos são: Gutiérrez, Leonardo Boff (frade franciscano que apostatou, traiu seus votos e hoje vive com uma mulher casada), Frei Betto, Marcelo Barros…

 

 

Autor: Carlos Ramalhete

(Gentileza Alessandra)

 

 

PS: A vitória do ex-bispo Lugo, na eleições do Paragui, fecha um cerco comunista em todo o mercossul, todos com presidentes de esquerda, Brasil inclusive. Este ex-bispo é fã de Leonardo Boff – dize-me com quem andas e te direi quem tu és – e de Dom Helder, aquele que quase foi por ter amado ao vermelho dos comunistas e deixado de amar ao vermelho do Sangue Redentor de Cristo. Aliás, quem ama ao primeiro, literalmente cospe no segundo! Dom Helder já sabe disso hoje!

Raridade, um padre brasileiro que não é comunista.

13/04/2008

http://www.padrepauloricardo.org/filosofia/#