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171 – 171 – Se passar por Índio no país onde índio tem milhões de alqueires improdutivos é tudo de bom – O conto do Cacique 171 171

13/05/2013

De tanto falar que a terra é do Índio e que branco e mestiço não têm direito a terra alguma exceto a cova:

http://vasosdopurus.wordpress.com/2012/12/06/federal-conclui-que-paulo-apurina-e-falso-indio/

FEDERAL CONCLUIU QUE PAULO APURINÃ É BRANCO QUE SE PASSA POR ÍNDIO

E PORQUE OS ÍNDIOS ACEITARAM ISSO?

soque

As grandes mineiradoras que estão apoiando a criação de reservas indígenas em Roraima

25/03/2009

Ativista anti-Brasil é condecorado na Europa

Publicado em 23/03/2009 pelo(a) wiki repórter Cesar, São Paulo-SP

 

Bispo austríaco condecorado por serviços prestados à Europa. E o Brasil que se dane. – Foto: web

Incrível: O bispo e presidente do CIMI (Conselho Indigenista Missionário) Dom Erwin Krautler, a organização não governamental (ONG) indigenista sustentada pelos EUA e Inglaterra, conhecida por fraudes de laudos antropólogicos e pela violência de seus comparsas, recebe condecoração na Áustria pelo seu excelente trabalho em prol dos interesses de mineradores europeus e norte-americanos em terras brasileiras.
 

Este senhor, um estrangeiro radicado no Brasil, acaba de ser condecorado em pessoa pelo presidente da Áustria, pelo seu trabalho em prol da segregação étnica e futura divisão territorial brasileira, pela independência das comunidades indígenas do Brasil, na Raposa-Serra do Sol.

Mas é um Brasil de canalhas mesmo! Aqui, vagabundos, picaretas e canalhas deitam e rolam.

E pior, com apoio de altas instâncias federais, como o STF (Supremo Tribunal Federal), que dia 18 de março de 2009 acabou concedendo aos indigenistas internacionais plena vitória em seus interesses escusos, que atentam contra a soberania territorial brasileira e nossas riquezas invejadas pelo mundo todo. Mesmo com as 19 condiçoes de fachada, para “controlar” a exploração liberada por eles.

Destaco ainda uma coincidência:a ministra Ellen Gracie, após votar a favor da criminosa reserva contínua na Raposa Serra do Sol, foi agraciada com a nomeação para o Tribunal Internacional de Haia, na Europa. Bom para ela, não?

O Príncipe Charles, que esteve há pouco no Brasil, teve a cara de pau de efetuar uma reunião com políticos da Amazônia na presença de seu convidado, o presidente da Rio Tinto, a maior mineradora do planeta, tratando de “preservação” das nossas florestas. Nem se preocupando em disfarçar o fato de que a mineração é um dos maiores destruidores da natureza no mundo todo.
E isso com plena aprovação do governo Lula.

Infanticídio em nome do relativismo cultural

05/01/2009

Infanticídio

Denis Lerrer Rosenfield

O Brasil está sendo tão acometido da sanha do politicamente correto que o olhar de muitos não consegue ver coisas que acontecem ao nosso redor. Assim, há em curso uma tentativa de resgate de nossa história que está escorregando no seu contrário, como quando os indígenas são vistos segundo a ótica do “bom selvagem”, no sentido de Rousseau. A política indigenista aí enraizada, com apoio explícito de movimentos ditos sociais, termina por pactuar com comportamentos que atentam diretamente contra a própria Constituição. Em nome do relativismo moral, da igualdade entre todas as culturas, comportamentos dos mais inusitados, para não dizer bárbaros, são admitidos.

Há vários relatos de infanticídios entre as populações indígenas, que são simplesmente tolerados, se não explicitamente admitidos, em nome da igualdade entre culturas. As causas podem ser as mais variadas, desde a existência de gêmeos até a escolha de sexo, passando pelos mais distintos motivos. Em terra ianomâmi, tão celebrada como exemplo de política indigenista, tudo indica que se trata de uma prática comum.

Observe-se que esses índios são os que vivem mais à parte do contato com os civilizados, embora em muitas aldeias existam postos da Funai e da Funasa. Habitam um imenso território e, no entanto, vivem subnutridos, o que é visível à simples observação dos homens e das mulheres. O argumento de que amplas extensões de terras são fundamentais para a sua reprodução física parece não se sustentar, dadas as suas condições precárias de vida. A ideia do bom selvagem em condições idílicas parece ser mais um produto ideológico da Funai, do Cimi e dos movimentos sociais em geral.

Numa das aldeias, é comum o relato do infanticídio enquanto prática cultural dessas populações. Nas palavras de um interlocutor, matar ou não um recém-nascido é uma “decisão dos pais”. Ou seja, cabe ao livre-arbítrio dos pais manter ou não em vida um recém-nascido, não havendo nenhuma lei que se sobreponha a essa. Nesse sentido, eles se situariam fora ou acima da Constituição brasileira, que assegura o direito à vida. Os argumentos apresentados podem ser vários, desde o tamanho da roça até o fato de os indivíduos do sexo masculino serem privilegiados, com a morte consequente de recém-nascidos do sexo feminino. Imaginem se tal prática fosse universalizada, tornando-se válida para todos os brasileiros!

Ora, quem sustenta o infanticídio como sendo apenas uma prática cultural compactua, na verdade, com um crime severamente punido pela legislação brasileira. Os indígenas são, assim, tratados como se não fossem brasileiros, a lei não se aplicando a eles. Temos aqui um evidente paradoxo: como a Constituição brasileira não se aplicaria a eles, estando suas aldeias situadas em território nacional e sendo auxiliados, e mesmo apoiados, por instituições do Estado? Como pode uma cláusula pétrea ser relativizada dessa maneira?

Ainda numa outra aldeia, da mesma tribo, há relatos de que o infanticídio seria cometido com o conhecimento de missionárias ali instaladas. As mulheres vão para o mato antes do parto, costumam ter seus filhos sozinhas, voltando, depois, sem o recém-nascido. A morte é feita por sufocamento, com a mãe asfixiando a criança no chão, com o pé. A situação não poderia ser mais escandalosa, pois esse tipo de conivência contraria frontalmente os princípios do cristianismo e, de modo mais geral, de toda a humanidade. Os princípios mesmos do Evangelho são frontalmente desrespeitados.

Como pode uma prática dita cultural se sobrepor a um princípio universal? Salvo se partirmos de uma outra posição, a saber: a inexistência de princípios universais, o que equivaleria a remeter toda a humanidade à barbárie. Por que não reintroduzir, então, a antropofagia, prática que foi comum a determinadas tribos na história brasileira, em nome da “igualdade” entre diferentes culturas?

A situação deveria suscitar a indignação moral. Em nome de uma “prática cultural”, haveria conivência com o assassinato de recém-nascidos, como se esta prática devesse ser “culturalmente” preservada. Ou ainda, em nome do “estruturalismo”, é como se devêssemos abdicar de nossa capacidade de julgar. Parece, no entanto, haver uma tergiversação geral sobre o assunto, englobando as diferentes autoridades envolvidas. Trata-se de uma manobra propriamente política perante a opinião pública brasileira, que desaprovaria tal prática se dela tivesse conhecimento. Vendem, porém, um outro produto, o de que os indígenas são “bons selvagens”, havendo uma harmonia natural entre eles, como se o assassinato, por exemplo, fosse fruto do mundo civilizado. Para que possam guardar as suas respectivas posições de poder, continuam insistindo nessa ideia rousseauniana ao arrepio completo da verdade.

A opinião pública condena severamente o infanticídio. Uma menina que teria sido assassinada pelo pai e pela madrasta, atirada de um edifício, ocupou durante semanas o noticiário radiofônico, televisivo e impresso do País, causando indignação geral. Provocou uma verdadeira comoção nacional. Outros casos são também relatados com detalhes, produzindo uma intensa reação e suscitando fortes emoções. Mesmo criminosos, nos presídios, não compactuam com essa prática, procurando eliminar fisicamente os que realizam tais atos. O próprio “código” dos criminosos exclui essa prática, por se colocar fora dos parâmetros de qualquer tipo de humanidade. Por que seria ela tolerável entre os indígenas? No fundo, o que está em questão, para aqueles que defendem tais posições ou são omissos em relação a elas, é o medo da perda de suporte junto à opinião pública. Se fossem mostrados coniventes e cúmplices com tal prática, perderiam sustentação e seriam forçados a abdicar de suas posições ideológicas e políticas. Eis por que o ocultamento é aqui a regra.

Denis Lerrer Rosenfield é professor de Filosofia na UFRGS.
E-mail: denisrosenfield@terra.com.br

Os índios e os recursos minerais

24/07/2008

“”””””””””””””OS ÍNDIOS QUE O MUNDO QUER (Nomes corretos)

Resumidamente, descrevemos abaixo os principais índios protegidos pelas ONGs estrangeiras em Roraima:

Índios
NIÓBIO e TÂNTALO – Sem os quais é impossível a indústria aero-espacial, e só o Brasil os possui (98%).

Índio OURO – A maior jazida do planeta se encontra em Roraima.

Índios URÂNIO E TÓRIO : Enorme quantidade em Roraima, para combustível e armas nucleares, que em breve retomaremos o que foi sabotado na década de 80.

Índio DIAMANTE : Roraima é riquíssima nessas pedras.

Índios ALUMINIO e TITÂNIO : Sem os quais a metalurgia atual retorna à idade do ferro.

Não citamos o desconhecido. .. Que é do conhecimento APENAS das ONGs estrangeiras e as daqui mesmo, hoje denunciadas pela Justiça brasileira.

E esse mundão desconhecido por nós e tão conhecido dos “missionários” eternos, “cientistas” desocupados, “missionárias” espiãs do filme 007 “A incompetência do Brasil cego” e os Stings-cantores estrangeiros tarados por índios nus, sozinhos no mato, atrás da moita do “é hoje que me arrebento, louca, louca”…

Os demais índios raquíticos, humanos em pé, peles vermelhas existentes por lá, são na verdade inúteis para as ONGs estrangeiras, servindo apenas de camuflagem para os seus reais interesses no Brasil. Cobaias da nova vacina contra a tuberculose.””””””””

fonte . orkut

Todas as terras produtivas do Mato Grosso do Sul vão

18/07/2008

ser entregues as ongs e índios.

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povo do mato grosso do sul vai ficar na miséria.

todo nosso apoio ao governador andré puccinelli.