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Fuga do Paraíso Comunista que o PT adora e os reacionários abominam

19/09/2013

“Quase todos os desertores chegam a Hanawon com sintomas de paranoia. Falam aos sussurros e envolvem-se em brigas. Têm medo de revelar nome, idade ou local de nascimento. Seus modos, em geral, ofendem os sul-coreanos. Tendem a não dizer ‘obrigado’ ou ‘desculpe’.

Perguntas feitas por caixas de banco sul-coreanos, que eles encontram em excursões para abrir contas bancárias, com frequência aterrorizam desertores. Eles desconfiam das intenções de quase todas as pessoas em posições de autoridade. Sentem-se culpados em relação aos que deixaram para trás. Angustiam-se, por vezes ao ponto do pânico, em razão de sua inferioridade educacional e financeira em comparação com os sul-coreanos.

Têm vergonha do modo como se vestem, falam e cortam o cabelo.
‘Na Coreia do Norte, a paranoia era uma resposta racional a condições reais e ajudava essas pessoas a sobreviver’, disse Kim Hee-kyung, uma psicóloga clínica que conversou comigo em seu consultório em Hanawon. ‘Mas ela os impede de compreender como as coisas se passam na Coreia do Sul. É um verdadeiro obstáculo à assimilação.’

Adolescentes que vêm do Norte passam de dois meses a dois anos na Escola Secundária Hangyoreh, um estabelecimento de ensino em regime de internato para alunos com dificuldades, filiado a Hanawon. Ela foi construída em 2006 para ajudar jovens recém-chegados do Norte, cuja maioria é inapta para a escola pública na Coreia do Sul.

Quase todos eles se esforçam para aprender rudimentos de leitura e matemática. Alguns têm déficits cognitivos, claramente em consequência de desnutrição aguda na primeira infância. Mesmo entre os jovens mais inteligentes, o conhecimento de história do mundo reduz-se essencialmente a histórias pessoais míticas do Grande Líder, Kim Il Sung, e de seu querido filho, Kim Jong Il.

‘A educação que se recebe na Coreia do Norte é inútil para a vida na Coreia do Sul’, disse-me Gwak Jong-moon, o diretor de Hangyoreh. ‘Quando a pessoa está com muita fome, não vai aprender e os professores não vão ensinar. Muitos estudantes passaram anos escondidos na China, sem nenhum acesso a escolas. Como crianças na Coreia do Norte, eles cresceram comendo cascas de árvore e pensando que isso era normal.’

Durante excursões aos cinemas, jovens desertores muitas vezes entram em pânico quando as luzes se apagam, temendo que alguém possa sequestrá-los. Ficam aturdidos com o coreano falado na Coreia do Sul, onde a língua foi contaminada por americanismos como syop’ing (shopping) e k’akt’eil (coquetel).

Consideram inacreditável que dinheiro seja armazenado em k’uredit k’adus (credit cards; cartões de crédito) de plástico.
Pizza, cachorros-quentes e hambúrgueres — itens básicos da alimentação de um adolescente coreano — lhes dão indigestão. O mesmo efeito é provocado pelo excesso de arroz — o alimento básico de outrora, que na era pós-fome se tornou comida de rico na Coreia do Norte.

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Uma adolescente na Escola Hangyoreh fez gargarejo com amaciante de roupa, confundindo-o com antisséptico bucal. Outra garota usou sabão em pó como farinha de trigo. Muitos alunos ficam aterrorizados quando ouvem pela primeira vez o ruído de uma máquina de lavar em funcionamento.

Além de paranoicos, confusos e intermitentemente tecnofóbicos, os desertores tendem a sofrer de doenças evitáveis e males quase inexistentes na Coreia do Sul. Chun Jung-hee, enfermeira-chefe de Hanawon há mais de dez anos, contou-me que uma alta porcentagem das mulheres provenientes do Norte tem infecções ginecológicas crônicas e cistos. Disse que chegam muitos desertores contaminados por tuberculose que nunca foram tratados com antibióticos. Eles também chegam comumente com indigestão crônica e hepatite B.

Muitas vezes é difícil diagnosticar enfermidades rotineiras, contou a enfermeira, porque os desertores não estão acostumados com médicos e desconfiam daqueles que lhes fazem perguntas pessoais e prescrevem remédios. Homens, mulheres e crianças têm problemas dentários graves resultantes de desnutrição e da falta de cálcio em suas dietas. Metade do dinheiro gasto anualmente em cuidados médicos em Hanawon vai para tratamento dentário protético. ”

– Do excepcional “Fuga do campo 14”, do jornalista americano Blaine Harden, que narra a história de Shin Dong-hyuk, único sobrevivente até hoje nascido e criado num campo de concentração norte coreano que conseguiu escapar.

ONU e UNESCO a Serviço da Doutrinação Comunista nas Escolas

10/09/2013

 http://www.adhominem.com.br/2013/09/o-vocabulario-diabolico-da-unesco-notas.html?spref=fb

domingo, 8 de setembro de 2013

O Vocabulário Diabólico da Unesco (notas a Pascal Bernardin)

Postado por Rafael Falcón
As coisas terríveis às quais aludirei neste texto estão documentadas no livro Maquiavel Pedagogo, de Pascal Bernardin (publicado em português pela VIDE Editorial): são ideias sistematicamente defendidas e propagadas, em documentos oficiais, por cientistas e pedagogos da Unesco. Se não refiro cada uma delas a seu específico lugar é por falta de tempo, e por saber que esse grosso trabalho já está feito e publicado. Por outro lado, mesmo que não houvesse provas textuais, há uma coisa que deveria trazer-me o benefício da dúvida: muito do que vou dizer aqui pode provocar no leitor, como provocou em mim, lembranças de uma idade mais inocente, em que um pervertido obteve permissão de meus pais para estuprar minha consciência, assim aviltando o nome e a glória da profissão de professor.
Não tratarei aqui dos fins das ações da Unesco. Ela possui um ideário que é, de resto, o mesmo da ONU, e que não deixa de ter muito em comum com a mentalidade jornalística brasileira (ou, o que dá no mesmo, com os liberais americanos). Tudo o que se diz nos documentos da organização é sempre justificado pela necessidade de acabar com o preconceito, a discriminação, o atraso cultural da sociedade, etc. Não preciso dizer que, múltiplas vezes, vemos essas lindas palavras ligadas à célula familiar (transmissora de preconceitos), às religiões e às culturas nacionais e tradicionais (“preconceito étnico”). Numa palavra, a Unesco sonha com uma “ética universal” (sic) fundamentada nos chamados direitos humanos – explicitamente, no internacionalismo, no materialismo, cientificismo, pacifismo radical (“não-violência”) e ecologismo. Esse, porém, não é o meu objeto, porque já vem sendo discutido com seriedade por autores como o Mons. Juan Claudio Sanahuja.
Para eliminar os preconceitos e demais mazelas das nações, os pedagogos da Unesco vêm estudando, há décadas, uma disciplina chamada Psicologia Social (muitas vezes aludida com o nome genérico de “Ciências Sociais”, mas facilmente interpretada no contexto como significando especificamente a Psicologia). Meu objetivo aqui é explicitar o significado concreto da terminologia (vaga e de difícil interpretação, aos olhos de um leigo) que vendo sendo utilizada nos documentos da Unesco e, consequentemente, no ensino universitário de Pedagogia.
O conceito-chave é, evidentemente, educação. A palavra tem um sentido muito específico, que é delineado pelas exigências que dela se fazem. Os maníacos da Unesco admitem que todo projeto educacional é determinado pelo seu objetivo, pelo seu fim; e neste caso, dizem eles, o fim não pode ser um “intelectualismo elitista”, que privilegie o “acadêmico”. A educação visa, ao contrário, ao desenvolvimento social. “Desenvolvimento social” quer dizer a construção de um certo tipo de sociedade, em que as pessoas se comportam assim-assado – e isso remete, evidentemente, à “ética universal” de que falei acima. A ideia é, numa primeira fase, desenvolver uma educação multicultural, isto é, uma educação que facilite a convivência de diversas “culturas” (no sentido de “sociedades distintas”). Em seguida, passar-se-á a uma educação intercultural, que deveria ser chamada “unicultural”, pois visa à ética supracitada. A oposição multicultural x intercultural é importantíssima, pois diz respeito a uma fase de transição e ao objetivo propriamente dito.
Ora, uma “educação” que pretende produzir um conjunto de atitudes, visando ao “desenvolvimento social”, não pode prescindir de um método adequado – o qual, como vimos, não pode ser o método tradicional, cuja fundamentação “acadêmica” é pouco eficaz na criação de culturas (os cientistas enfatizam bastante a ineficácia “prática” do método tradicional, “intelectualista” e “elitista”). Aqui entram as “Ciências Sociais”, e por isso é que será feito um estudo intitulado A Mudança de Atitudes (“atitude” significa o comportamento, a conduta, behavior). A educação tem de tornar-se não-cognitiva ou, como os pedagogos preferem, ativamultidimensional, experimental. Isso se deve a psicólogos comportamentais (behaviorists) terem demonstrado experimentalmente a eficácia de ações na mudança de comportamento.
Descobriu-se, por exemplo, um fenômeno chamado dissonância cognitiva. Suponha que uma pessoa faz, um pouco por acidente, algo incompatível com alguma de suas crenças. Não encontrando razão plenamente confessável para o ato, a mente tenderá a justificá-lo a posteriori (o que se chama normalmente de racionalização). Isso é particularmente comum em confissões escritas. Um prisioneiro americano que odiava a China comunista foi induzido a escrever um elogio do país, como uma espécie de jogo. Seu texto foi publicado na prisão e muito elogiado. Em alguns dias, o americano passou a defender convictamente o regime*. A dissonância cognitiva mostra que existe um modo praticamente seguro de mudar rapidamente o comportamento das pessoas. E esse não é o único método. A título de exemplo, há um outro chamado norma de grupo, que significa basicamente que se um grupo de pessoas começa a discutir um fenômeno elas tenderão a adotar um consenso. O que interessa aos “pedagogos” é que esse consenso não precisa ser verdadeiro. Ele pode ser influenciado de diversos modos. O mais simples é a inserção de uma figura de autoridade no grupo: as pesquisas mostram que em praticamente todos os casos a figura de autoridade determina o resultado da “discussão”, e ainda assim permanece o efeito de “consenso”.
Esses dois conceitos são especialmente relevantes porque o primeiro é a origem do uso pedagógico do psicodrama, enquanto o segundo resultou em diversas práticas de grupo. Toda vez que temos encenações em sala de aula, apresentações teatrais ou simulações as mais variadas, é o psicodrama que está em jogo. Os cientistas da Unesco comemoram que o psicodrama tem imenso sucesso na “modificação de atitudes”. A criança que joga lixo no chão, depois de fazer o papel de um herói ecológico que passa sermão na plateia inteira, tende a tornar-se uma ecochata fanática (para a Unesco, um exemplo de santidade). Isso se dá porque o psicodrama é uma eficaz técnica hipnótica, usada por terapeutas para transformar crenças e hábitos. As práticas de grupo se manifestam nos supostos “debates” (que, como sabemos, são filtrados e controlados pelo professor para chegar à conclusão esperada). Também se estimula todo tipo de atividade que atribua mais autoridade ao grupo do que aos pais ou à tradição (ambas fontes de “preconceitos”). Segundo os psicólogos, é muito fácil influenciar a opinião dos grupos de jovens, o que os torna autoridades desejáveis (especialmente em comparação com outras como pais e sacerdotes).
Quando se fala de educação multidimensional, também surge a ideia de que a educação não deve “apenas” transmitir “informações”, mas atingir a totalidade da personalidade. Fala-se que toda educação pressupõe a dimensão dos valores, e que deve assumi-los e trabalhar por eles. O significado concreto disso é que a educação deve moldar o comportamento dos estudantes, e essa formatação deve ser completa: emoções, convicções, hobbies, sonhos, tudo deve ser influenciado o quanto possível dentro do quadro dos “valores” da Unesco. Ensinar uma doutrina não é o bastante, nem é desejável, porque uma doutrina precisa persuadir a inteligência. O melhor é “modificar atitudes”, isto é, condutas, de preferência sem que o sujeito perceba que está sendo induzido. Ele deve sentir que está fazendo tudo porque quer. A mudança é sub-reptícia. Repito que tudo isso está dito nos documentos da Unesco.
Quando escolas promovem atividades práticas (um outro jeito de dizer ativas ou experimentais), que colocam os estudantes numa posição ideologicamente comprometida, isso não deve ser encarado como acidental. Os pedagogos que citei preconizam explicitamente atividades extracurriculares que ajudem a internalizar as “atitudes” apropriadas. Quando se fazem discussões em grupo sobre temas “atuais”, com intromissões sutis do professor, não se trata de coincidência. A Unesco vem promovendo artigos, manuais pedagógicos e cursos de atualização que ensinam os professores a fazer exatamente isso. E o poder dessa coisa sobre a mente de crianças e adultos está documentado. É a mais extensa lavagem cerebral já feita na História, com um grau elevadíssimo de sucesso. A primeira coisa que pretendo com este texto é divulgar a terminologia pseudopedagógica que vem sendo utilizada para esconder essas técnicas de manipulação mental.
Em segundo lugar, eu gostaria também que os leitores pensassem sobre os efeitos que essa pedagogia teve em seus próprios casos. Quaisquer pessoas que estiveram na escola nas últimas duas décadas devem ter sido submetidas a técnicas como as que descrevi. Quanto mais jovem a pessoa, pior, pois os métodos se desenvolveram e se disseminaram. Lembrem-se de que essa educação visa simplesmente a desenvolver reflexos condicionados, e despreza totalmente o desenvolvimento intelectual. Lembrem-se também de que, com o tempo, tendemos a nos dessensibilizar e achar natural que sempre reajamos a tudo de modo automático e semi-consciente. Achamos normal nunca termos lido os Lusíadas, não sabermos diferenciar uma oração subordinada de uma coordenada, não conseguirmos escrever um texto sem erros grotescos, demorarmos para fazer uma conta simples, não sabermos as diferenças situacionais entre um debate e um discurso, nunca termos lido uma fonte primária de algum evento histórico etc.
Isso significa que há grandes chances das minhas e das tuas capacidades linguísticas, matemáticas, etc. estarem numa situação tenebrosa. É urgente que desenvolvamos uma grande desconfiança de nossas próprias inteligências, e que corramos contra o tempo para corrigir esse processo. É igualmente urgente que aqueles que possuem filhos passem, além de conscientizar as crianças a respeito dessas técnicas, a vigiar cada passo de seus professores e cobrar as escolas fazendo quanto escândalo possível. Quando falarem de “multidimensionalidade”, digam que é bestialidade. Quando falarem de “habilidades sociais” digam que é engenharia social, estupro intelectual e abuso de menores. Quando falarem de “valores”, digam que quem ensina valores a seus filhos são vocês, e que não vão aceitar que pressionem e induzam as crianças contra a família. Seu filho é um ser humano. Não deixe a escola adestrá-lo como um animal.
* A mesma técnica é aplicada diariamente na escola, quando se pede que alunos escrevam redações sobre temas que desconhecem totalmente. É claro que, antes da redação, eles têm uma “aula” em que o professor lhes diz exatamente tudo o que devem pensar a respeito. Depois de escrever o texto, as crianças adotam aquelas opiniões como se as tivessem formado sozinhas, com grande convicção.

Escravidão Made In China

31/08/2013

Mulher compra brinquedo chinês e encontra carta de funcionário escravo pedindo socorro

Imagem: Reprodução
Em outubro de 2012, Julie Keith, [foto abaixo] uma mãe do Oregon (EUA), enregelou-se: num pacote para Halloween “made in China” que ela comprara na loja Kmart havia uma carta escondida meticulosamente. Grafada num inglês trêmulo, a mensagem [foto ao lado] falava de um cenário de horror. O autor estava preso num campo de trabalho forçado no norte da China, trabalhando 15 horas diárias durante toda a semana sob o látego de desapiedados guardas.
“Se você comprar este produto, por favor, mande esta carta para a Organização Mundial de Direitos Humanos” – leu Julie.“Milhares de pessoas na China, que sofrem a perseguição do Partido Comunista, ficar-lhe-ão gratas para sempre”.
Imagem: Reprodução
Entrementes, o autor – Zhang, 47 – conseguiu sair da fábrica-prisão. Como muitos outros ex-detentos, ele descreveu o universo carcerário socialista marcado por abusos estarrecedores, espancamentos frequentes e privação de sono de prisioneiros acorrentados semanas a fio em posições doloridas. A morte de colegas por suicídio ou doenças fazia parte do pão quotidiano.
Corrobora-o Chen Shenchun, 55, que passou dois anos num desses campos: “Às vezes os guardas puxavam-me pelos cabelos, colavam na minha pele barras ligadas à eletricidade, até que o cheiro de carne queimada enchia a sala”, disse.
A maioria dos escravos-operários de Masanjia foi presa por causa de sua crença. Mas o regime os mistura com prostitutas, drogados e ativistas políticos. As violências se concentram naqueles que se recusam a renegar sua fé.

Imagem: Reprodução
Nem os responsáveis do campo de concentração, nem a Sears Holdings, dona da loja Kmart, quiseram atender pedidos de entrevista. Julie repassou a carta para um órgão governamental americano, mas a administração Obama adota uma atitude de subserviência diante das práticas inumanas chinesas. Por exemplo, um funcionário disse que o esclarecimento deste caso levaria muito tempo. O que equivale mais ou menos dizer que ele nunca será esclarecido.

Desabafo de uma vítima esquecida do lixo humano sem-terra

28/07/2013

MINHA FAMÍLIA FOI VÍTIMA DO MST, MATARAM O GADO DESNECESSARIAMENTE, SAQUEARAM E QUEIMARAM A CASA, SÓ NÃO NOS MATARAM POR QUE FUGIMOS, A FAZENDA ERA PEQUENA, ENTRETANTO ERA A MAIS PERTO DELES (ESSE É O CRITÉRIO: PROXIMIDADE E NÃO TAMANHO) AO LADO À PROPÓSITO TINHA FAZENDA MUITO MAIORES, MAS QUE, TALVEZ POR TEREM APOIO POLÍTICO, SÃO POUPADAS DA “REFORMA AGRÁRIA”. FICO PENSANDO O QUE SERIA A “REFORMA POLÍTICA” JÁ QUE CONHEÇO A AGRÁRIA.
Ahh e antes que um comuna atente: Não, meus ancestrais não receberam uma capitania hereditária, nem foram grileiros, nem invadiram terras indígenas. Foram pessoas que venderam as poucas terras que tinham no RS (compradas com muito trabalho) para comprar no MT mais hectares em uma época em que não havia lá estradas, luz elétrica, água encanada(q ainda não tem) e serviços. Aprendi que em terra com tendências de comunistas não vale a pena investir nada, pois 25 anos de muito trabalho e dedicação podem ser destruídos em apenas 1 dia, ou no nosso caso, em algumas horas. A Constituição Brasileira é uma piada na medida em que está escrito em vão. Olha o Lula com o chapéu do MST, porque esse lado os comunas não vêem?

Tive vários professores de história, todos comunistas assumidos, porém as idéias deles só existiam na teoria, na prática vemos coisas como http://pesadelochines.blogspot.com.br/, ou como vi hoje mesmo em reportagem sobre a China Comunista: a doação compulsória de órgãos seguida de morte para religiosos e opositores da ditadura – fonte abaixo. Os crimes que os nazistas cometeram aos judeus estão de repetindo ainda pior na China, em Cuba e na Coréia do Norte e ninguém faz nada. Acho importante respeitar crenças, religiões alheias e até mesmo ideologias. Por isso, eu até respeitaria as idéias comunistas se elas na prática respeitassem primeiro os direitos humanos básicos como a vida, a liberdade, o direito a ter uma religião ou ideologia, entre muitos outros direitos violados. Infelizmente é um rio de sangue + escravidão moderna, o qual o PT cego faz questão de seguir, só vêem um lado e isso é perigoso. Afinal não queremos que os massacres nazistas, cubanos ou chineses se repitam.

Financial Times: Aborto na China foram centenas de milhões:

16/03/2013

aborto china

Apenas mais um exemplo do que o comunismo faz

22/02/2013
Perdemos o nosso  bebê
Feng Jianmei e seu bebê abortado

A HAIA, 21 Fev. 13 / 12:33 pm (ACI).- Feng Jianmei, mulher cuja fotografia junto a seu bebê abortado se difundiu por todo mundo, revelando o drama da cruel política do filho único na China, concedeu uma entrevista à Dragon TV relatando o drama que atravessou junto a seu marido, e assegurou que apesar de que muitas autoridades foram sancionadas, eles foram os mais prejudicados, pois perderam a seu bebê.

Feng foi emboscada por agentes policiais chineses em 2 de junho de 2012. Os agentes a golpearam e a levaram a uma instalação médica, onde aplicaram uma injeção letal diretamente na cabeça do bebê, enquanto a mãe permanecia atada à força a uma maca.

Ao pouco tempo, Feng deu à luz à sua criança já morta, e os trabalhadores deixaram o bebê sobre a cama de Feng no hospital. Esta foto, subida a uma popular rede social do país por seu marido, foi a que se disseminou por todo mundo, provocando o rechaço global à política do filho único na China.

Feng Jianmei foi obrigada a abortar seu segundo bebê porque não pôde pagar a tempo os 40 mil yuanes (6 200 dólares) que é multa do governo para  os casais que têm mais de um filho.

Conforme disse à imprensa, Feng se mudou a outra lugar, tanto para conseguir adequado tratamento médico, como para evadir lembranças traumáticas de seu antigo lar.

“Pensei que se trocava o ambiente em que vivia, meu humor melhoraria. Logo depois de que fui à província do Jiangsu, senti-me muito melhor. Antes, quando me reconheciam, sempre recordava o aborto forçado… Tinha um sentimento muito incômodo”, assinalou.

Conforme relatou, Feng ainda carrega sequelas médicas do aborto e visita continuamente o hospital.

Feng indicou que “ainda tenho alguns problemas com meu corpo, ainda estou em processo de cura. Também tomo remédios todos os dias”.

A pesar do compromisso inicial do governo local por cobrir os custos médicos da sua recuperação após o aborto forçado, este não foi cumprido até a data. Até o momento, as duas cirurgias pelas que passou, custaram-lhe ao redor de 1 700 dólares.

Feng assegurou que “falaram-me sobre um reembolso ao começo, mas nunca mais o mencionaram”.

Para o Feng, apesar de que muitas autoridades governamentais locais perderam seu trabalho e ela obteve uma compensação econômica, “não há um verdadeiro ganhador neste caso”.

Feng assegurou que ela e seu marido “fomos os que mais perdemos. Perdemos um bebê”.

“Espero que possa me recuperar logo, para que meu marido e eu não tenhamos que viver em lugares diferentes. Espero que ele possa encontrar um trabalho estável e possamos começar a vida de novo”, manifestou.

O marido de Feng trabalha atualmente em uma fábrica de cimento, e não se atreve a falara com a imprensa por temor de perder seu trabalho.

Brian Lee, diretor executivo da ONG All Girls Allowed, organização que combate o aborto seletivo contra mulheres na China, assinalou que as declarações de Feng “mostram realmente quão devastadora é a promoção brutal da política do filho único”.

A entrevista a Feng, disse Lee, “põe à luz do dia que as autoridades locais, apesar das desculpas públicas do ano passado, estão ainda mais preocupadas com limpar a imagem que por restituir uma família aos quais causaram o mal em uma das piores forma que se possa imaginar”.

Lee exigiu que as autoridades ajudem e não ameacem a família de Feng, pois “eles se limparão o rosto quando honrarem Feng Jianmei e Deng Jiyuan”.

“Eles um dia terão que prestar conta dos seus atos diante do trono de Deus; rezamos para que eles se arrependam e deem à senhora Feng o que merece por direito”, disse.

Ele indicou que “também pedimos ao presidente XI Jinping que tome ações contra este ato de corrupção, como parte de seu compromisso de acabar com este mal”.

“Mas, há esperança”, disse, pois “temos um Deus que é maior que esta situação trágica. Acreditam que Ele levará cura e justiça à senhora Feng, e rezamos para que esse dia chegue logo”.

Povo chinês começa a se levantar contra o comunismo

08/01/2013

China se enfrenta al ansia de libertad de sus ciudadanos

http://internacional.elpais.com/internacional/2013/01/08/actualidad/1357633457_539562.html

Pekín acusa a “fuerzas extranjeras” de estar detrás de las inéditas manifestaciones en favor de la libertad de información y la democracia en la sureña provincia de Guangdong

Manifestantes piden libertad de expresión en Cantón, el 8 de enero. / REUTERS
El auge de protestas sociales que ha experimentado China en los últimos años ha dado un giro significativo esta semana, al haberse sumado a ellas periodistas y ciudadanos que reclaman mayor libertad de expresión y democracia, lo que representa un desafío para los nuevos líderes. Cientos de personas han vuelto a manifestarse este martes en Cantón (capital de la provincia de Guangdong) para apoyar a los periodistas del Nanfang Zhoumo (Semanario del Sur), que han llevado a cabo una huelga en rechazo a la censura oficial.

Aunque las protestas en la calle han sido protagonizadas por un número pequeño de personas, tienen gran relevancia. Por un lado, porque afectan a un tema sensible para el Gobierno —la libertad de información y la democracia— y, por otro, porque han tenido un amplio eco en Internet y las redes sociales, donde proliferan estos días las muestras de simpatía a los periodistas del Nanfang Zhoumo, uno de los periódicos más liberales y respetados de China.

La reacción de Pekín no se ha hecho esperar. El Departamento de Propaganda del Comité Central del Partido Comunista Chino (PCCh) ha enviado una nota urgente a responsables del partido y medios de comunicación en la cual ratifica el poder total del PCCh sobre la prensa y acusa a “fuerzas extranjeras” de estar detrás de las movilizaciones. En ella, urge también a los funcionarios a que sigan impidiendo a los editores y redactores que expresen en Internet su apoyo a la publicación.

Las manifestaciones se han producido después de que los empleados del semanario acusaran a los censores de bloquear el jueves pasado la publicación de un artículo, con ocasión del Año Nuevo, que pedía la realización del sueño “del constitucionalismo en China” y de sustituirlo por otro de alabanza al PCCh. Algunos de los manifestantes llevaban el lunes carteles con eslóganes como “La libertad de expresión no es un crimen”, “El pueblo chino quiere libertad” y “Queremos libertad de prensa, constitucionalismo y democracia”. Los redactores del semanario cantonés culpan al jefe de propaganda provincial, Tuo Zhen, de estar detrás de la censura del artículo.

El comunicado del departamento de propaganda asegura que ha llegado a tres conclusiones respecto al conflicto, según el diario de Hong Kong South China Morning Post. Estas son: “El partido tiene control absoluto de los medios de comunicación en China. Este principio básico es inquebrantable”. Segundo: “El incidente de publicación en el Nanfang Zhoumo no tiene nada que ver con el jefe de propaganda de Guangdong, el camarada Tuo Zhen”. Y tercero: “Fuerzas extranjeras hostiles han interferido en el incidente”.

La nota urge también a los periódicos a que reproduzcan un editorial publicado el lunes por el diario Tiempos Globales —vinculado al Diario del Pueblo, órgano oficial del PCCh— en el que señalaba: “No importa si esta gente (los manifestantes) está contenta o no, es de sentido común que, con la realidad social y política de China hoy, es imposible tener el tipo de medios de comunicación libres con los que sueñan”. Y seguía: “Los medios no se convertirán, de ninguna manera, en un área política especial”, y, si pretenden luchar contra el Gobierno, “perderán sin ninguna duda”.

En el editorial publicado este martes, Tiempos Globales acusa a “antiguos empleados” del semanario y a “activistas, incluido Chen Guangcheng, que actualmente reside en Estados Unidos”, de promover las movilizaciones. E insiste en que “su campaña, dirigida aparentemente a funcionarios específicos, en realidad tiene como objetivo el conjunto del sistema de los medios de comunicación en China”. “El desarrollo de los medios en China necesita reforma. Pero la reforma debe estar en línea con la política china”, añade.

Blogueros y celebridades han salido en defensa del periódico de Cantón. Yao Chen, una actriz que tiene 32 millones de seguidores en Weibo —el Twitter chino—, ha escrito un mensaje con el logotipo del periódico y una cita del disidente ruso Alexander Solzhenitsyn: “Una palabra de verdad pesará más que el mundo entero”. Otro actor, Chen Kun, que tiene 27 millones de seguidores, replicó: “Yo no soy tan profundo, y no juego con palabras, apoyo a los amigos del Nanfang Zhoumo“. El popular bloguero Han Han, nombrado por la revista Time una de las 100 personas más influyentes del mundo en 2010, también ha criticado la presión sobre los periodistas. Académicos en diferentes partes de China han firmado una carta en la que solicitan, al igual que los redactores del semanario, el cese inmediato de Tuo y más libertad de prensa.

Las dirigentes chinos son cada vez más sensibles al poder movilizador de la creciente clase media y se han plegado en los últimos años con más frecuencia a las demandas populares, especialmente cuando estas han sido limitadas, de carácter medioambiental y no claramente políticas. Las peticiones de mayor libertad de expresión añaden un nuevo desafío para los líderes llegados al poder en el congreso del partido en noviembre pasado, encabezados por Xi Jinping, secretario general del PCCh y próximo presidente del país, quien ha prometido gobernar con un estilo más abierto. Vienen a sumarse a la mayor voluntad de los chinos de llevar sus reivindicaciones a las calles, la creciente concienciación sobre sus derechos y el auge del uso de Internet como herramienta de comunicación.

La sureña provincia de Guangdong fue la cuna del proceso de reformas en China, iniciadas hace tres décadas. La forma en que responda el partido a la batalla de los periodistas del Nanfang Zhoumo contra los responsables de propaganda será un indicador clave de las tendencias reformistas, o no, de Xi Jinping.

Se estima que en 2010 se produjeron en China unos 180.000 “incidentes de masas”, eufemismo con el que el Gobierno denomina las protestas, huelgas y disturbios sociales. La mayor parte de ellos estuvo relacionada con problemas medioambientales, expropiaciones de tierras, conflictos laborales y quejas contras la corrupción gubernamental. Ahora, se están sumando las peticiones de mayor libertad de expresión y democracia.

O Comunismo da China, O ataque à Família, Aborto Arma de destruição em Massa

09/07/2012

40 anos do Presidente Nixon na China

22/02/2012

em construção.

Estamos nos 40 anos da visita do Presidente Nixon à China. Tudo o que você sabe sobre a China de hoje começou naquele fevereiro de 1972.

18/02/2012

5 mitos sobre o poder da China

29/01/2012

http://www.washingtonpost.com/opinions/five-myths-about-chinas-power/2012/01/20/gIQA3CFSTQ_story.html?tid=sm_twitter_washingtonpost

A nova Guerra Fria com a China

10/11/2011

http://www.washingtontimes.com/news/2011/nov/9/pentagon-battle-concept-signals-cold-war-posture-o/?fb_ref=.TrwiUiOr2ic.like&fb_source=home_multiline

Pena de Morte na China: Execução, fuzilamento, de traficante de drogas na China

14/10/2011

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aborto no mundo , mundo livre do aborto

05/04/2011

http://www.fundadores.org.br:80/abortonao/acao/290609/catecismocontraaborto.htm

 

Chinês que denunciou o aborto compulsório foi condenado, pagou a pena, segue preso e é surrado pela polícia

Chen Guangcheng, ativista chinês condenado em 2006 por denunciar milhares de abortos e esterilizações compulsórias praticados pelas autorida des de Shandong, após cumprir sua pena de 4 anos e 3 meses, é mantido em prisão domiciliar pela ditadura socialista.

Médicos contra o aborto na Argentina
Segundo informa ACI, na Argentina, um grupo de 78 ginecologistas e obstetra s fizeram um “Manifesto pela Vida” afirmando que não há justificativas para matar um ser humano dentro do ventre materno.

China fabrica trem-bala que atinge 380 km/hora, trem rápido chines 380A, A China no mercado de alta tecnologia

29/05/2010

China's fastest train rolls off production line
China’s fastest high speed train “380A” welcomes its first batch of visitors when it comes off the production line in Changchun, northeast China’s Jilin province, May 27, 2010. [Photo/Xinhua]

China’s fastest train rolls off production line:  (Xinhua) Updated: 2010-05-28 09:50

http://www.chinadaily.com.cn/china/2010-05/28/content_9903770.htm 

CHANGCHUN – China’s fastest high speed train rolled off the production line Thursday in Changchun, capital of the northeast China’s Jilin province, a company executive said.

Dong Xiaofeng, chairman of Changchun Railway Vehicles Co., Ltd., said the new generation train “380A” has the maximum operating speed of 380 km per hour.

Changchun Railway Vehicles Co., Ltd. is a subsidiary of China CNR Corp, one of the country’s two big train makers.

The trains, which China has the independent intellectual property rights of, will run for the first time on the Beijing-Shanghai high speed railway that is to be completed and opened in 2011.

On March 16, China’s Ministry of Railways signed a contract to buy 100 new generation trains from China CNR Corp.

High speed trains with the maximum operating speed of 350 km have been running on three lines that link Beijing and Tianjin, Wuhan and Guangzhou, Zhengzhou and Xi’an.

China's fastest train rolls off production line
People walk inside a 380A train which has the maximum operating speed of 380 km per hour during its unveiling ceremony in in Changchun, northeast China’s Jilin province, May 27, 2010. [Photo/Xinhua]
China's fastest train rolls off production line
An engineer walks by a 380A train which has the maximum operating speed of 380 km per hour during its unveiling ceremony in in Changchun, northeast China’s Jilin province, May 27, 2010. [Photo/Xinhua]

reportagem antológico do LE FIGARO: Quem gosta de pobreza é intelectual comunista, China se rende ao consumo de luxo europeu

07/05/2010

Mode in China 

Un taux de croissance galopant, une culture du beau, une clientèle élitiste…, de quoi fasciner toutes les grandes marques de la planète Mode ! Pour mieux séduire les consommateurs chinois, on ne lésine pas sur les séries spéciales et autres produits en exclusivité. Et on redessine la frontière entre Orient et Occident. Un rêve… exponentiel. 

Paru le 30.04.2010, par Morgane Miel, LE FIGARO 

Serait-ce l’événement le plus attendu de l’Exposition universelle de Shanghai ? Le 15 mai prochain, la ville vibrera au rythme du défilé Dior, imaginé par John Galliano autour du thème de la Chine. L’occasion pour la marque de dévoiler au monde entier Lady Blue, le troisième volet de sa campagne publicitaire pour le sac Lady Dior, signé David Lynch et tourné à Shanghai avec Marion Cotillard.

Le bon moment également de lancer toute une gamme de séries limitées pensées en exclusivité pour le marché chinois. Hasard ou nécessité économique, la Chine n’a jamais été autant à l’honneur chez les grandes marques.

Passée sans transition d’une tradition millénaire des beaux-arts à la révolution culturelle et au culte de l’anti-possession, elle a connu un retour progressif au capitalisme avec l’avènement de Deng Xiaoping. 

Aujourd’hui, en quête de signes extérieurs de richesse, elle ouvre tout grands ses bras au luxe occidental. Le nombre de boutiques y a triplé en quatre ans. Et les marques pionnières y multiplient leur croissance par deux depuis dix ans. Une aubaine en pleine période de crise économique: 

«En 2013, la Chine sera notre premier marché mondial», assure Bernard Fornas, le président de Cartier. Avec 1,3 milliard d’habitants et un taux de 8 % de croissance annuel, la Chine est aussi le pays des fortunes récentes – l’âge moyen d’un millionnaire chinois est de 39 ans – et nombreuses – cette année, le nombre de consommateurs chinois de produits de luxe devrait s’élever à 250 millions.

«À la différence de la Russie, où l’argent est entre les mains des oligarques – une classe sociale restreinte et essentiellement regroupée à Moscou –, la Chine représente pour nous un potentiel démographique beaucoup plus étendu », souligne Sidney Toledano, le p-dg de Dior. On comprend mieux qu’à l’image de la marque française, les grandes maisons internationales mettent à l’honneur ce pays. Shanghai, nouvelle capitale du luxe occidental? 

Opération séduction 

Consultant spécialiste de ce secteur en Chine, Yann Debelle de Montby vit depuis quatre ans à Shanghai. «Très clairement, les marques occidentales essaient de s’adapter au marché chinois, observe-t-il. Elles leur proposent des montres très dorées, brillantes, avec des diamants, qui plaisent à la clientèle jeune et nouvellement fortunée, comme chez Omega ou Vacheron Constantin.

Elles mettent aussi en scène leur propre vision de cette civilisation, comme Chanel avec sa ligne Paris-Shanghai en décembre dernier, ou Dior avec sa collection à venir.»

D’autres font appel aux artistes locaux, comme Prada, qui demandait en janvier dernier au réalisateur chinois Yang Fudong de réaliser un court-métrage autour de sa nouvelle collection pour homme. Ou Hermès, qui a fait dessiner par l’artiste Ding Yi un carré vendu uniquement en Chine et baptisé The Rythm of China.

«Les Chinois sont très sensibles à ce genre de manifestations tant qu’elles sont pensées avec subtilité, sans tomber dans la caricature, souligne Yann Debelle de Montby.

Ici, tout le monde a encore en tête le modèle que Ferrari a conçu en édition limitée, entièrement repeint par l’artiste Lu Hao sur le modèle de céramiques chinoises anciennes, vendu une fortune aux enchères.» 

« Retour à la Chine flamboyante » par Jean-Noël Kapferer (1). 

Quelle place a le luxe dans la tradition chinoise?

La culture du luxe remonte au VIIe siècle avant Jésus-Christ en Chine, elle est liée à la tradition des beaux-arts, entretenue jusqu’au début du XXe siècle par la classe de loisirs, la classe la plus riche et la plus éduquée du pays. C’est pourquoi, si les marques de luxe veulent s’adresser à la Chine, elles doivent passer par le biais de manifestations culturelles comme l’Exposition universelle ce mois-ci. 

Aujourd’hui, le luxe occupe-t-il toujours une place centrale?

Il est au coeur de la tradition confucéenne, qui veut que chacun évite la honte, pour lui-même et pour sa famille, et recherche la gloire. L’attrait actuel des Chinois pour le luxe est le symbole du retour à la Chine flamboyante. Deng Xiaoping l’a bien dit : « Enrichissez-vous et soyez glorieux.» Comme les codes sociaux ont été cassés par la révolution culturelle, les Chinois recherchent les marques prestigieuses pour asseoir leur statut. Elles sont devenues les nouveaux passeports pour la gloire. 

Comment se construit la réputation d’une marque?

Elle doit se construire localement. Quand Fendi défile sur la muraille de Chine, c’est très statutaire. C’est une façon de dire : tous les autres sont en dessous de nous. Et aussi : nous sommes portés par les élites. Or la Chine, pays communiste, fonctionne de façon très pyramidale. Toucher les élites est la seule façon de déclencher les mécanismes d’imitation sociale. 

(1)   Professeur à Hec à l’université Tsinghua à Pékin ; spécialiste du luxe et coauteur de Luxe oblige (éditions Eyrolles, 2008). 

Hommage de l’Occident à l’Orient

Pourtant, malgré ces exemples frappants, les marques se défendent de produire spécialement pour la Chine. « Les Chinois aspirent au meilleur du luxe occidental, assure Bernard Fornas chez Cartier.

Ils veulent ce qui marche le mieux à Paris ou sur la Ve Avenue. » Même écho chez Dior : « Ils sont allés très vite dans leur connaissance du luxe occidental », souligne Sidney Toledano. Alors pourquoi tant de séries spéciales?

«Quand nous mettons des idéogrammes sur une montre, ce n’est pas une création de produit, mais plutôt une façon de rendre hommage à la culture chinoise, de la reconnaître, explique Bernard Fornas. Pour conquérir ce pays, qui était tout de même l’empire du Milieu, il faut jouer sur l’idée de mélange, lui montrer l’importance centrale qu’il a pu avoir dans notre création, et aujourd’hui dans notre démarche.»

Quand la marque organise une gigantesque exposition de sa collection à la Cité interdite, le message est le suivant : démontrer à la Chine, où luxe, puissance et culture sont intimement liés, que Cartier a toujours été associé aux grands de ce monde, aux rois et aux empereurs. « Mais aussi que la Chine a été une source cruciale d’inspiration pour Cartier, notamment dans les années 20, 30 et 40. »

 

IMPLIQUER LES ACTEURS LOCAUX

Cherchant à renouer avec sa tradition de faste et de gloire, la Chine apprécie les marques qui, dans leur communication, la distinguent. « Très nationalistes, les Chinois restent encore assez centrés sur ce qui se passe chez eux, explique Valérie Accary, présidente de BBDO France, qui vient de lancer une filiale en Chine. Les marques sont obligées de s’adapter, parfois même jusque dans l’élaboration de leurs engagements éthiques ou humanitaires. » Ainsi, après le tremblement de terre du Sichuan en 2008, Versace avait immédiatement lancé Versace One, une campagne d’aide aux victimes, doublée d’une ligne spécifique, dont les bénéfices ont été reversés aux associations caritatives. Un vrai succès local.

«C’est aussi pour respecter ce nouveau centre de gravité qu’Hermès lance exclusivement en Chine la marque Shang Xia, en association avec la créatrice Qiong Er Jiang, poursuit Valérie Accary. Vous ne pouvez pas vous implanter là-bas et dire: “Voilà comment vous allez faire.” Les Chinois aiment que les marques leur montrent qu’elles ne sont pas que des importateurs.» 

« Made for China »

Extrêmement élitiste, le nouveau consommateur chinois est aussi obsédé par la qualité et des détails. À tel point que l’Administration de l’industrie et du commerce a imposé en mars dernier une amende à de nombreuses marques qui ne leur semblaient pas respecter leurs exigences de qualité. « Les Chinois sont en demande d’une expérience ultime, précise Yann Debelle de Montby.

Ils veulent qu’on leur présente des choses inattendues. Dans un avenir très proche, je crois beaucoup à l’apparition d’un mélange entre les deux luxes, occidental et oriental. » D’un côté, la discrétion, le côté «aussi beau à l’envers qu’à l’endroit » – pour reprendre l’expression de Coco Chanel ; et de l’autre, l’envie, encore présente chez les Chinois, d’ostentatoire et de confort. « Par exemple, un designer comme Christian Liaigre, assez minimaliste, passera mieux auprès des clients locaux si ses meubles sont présentés à côté de cabinets chinois anciens en laque rouge, poursuit Yann Debelle de Montby.

À l’inverse, j’aide un de mes autres clients, un des plus grands fabricants chinois de cachemire, à donner un nouveau design à ses boutiques, comme nous le ferions en Europe.»

… Et si c’était cela, le véritable « made for China » : un goût en devenir, aux confins entre l’Orient et l’Occident ? Une nouvelle vision du luxe, qui s’inventera à Shanghai… avant de se diffuser dans le monde entier ? 

Des égéries qui relient Orient et Occident

Difficile de séduire le marché chinois sans utiliser aussi des égéries locales. De nombreuses marques l’ont compris, comme Omega et Armani qui ont fait appel à l’actrice Zhang Ziyi, ou encore Dior Beauté avec Mylène Jampanoï, Vuitton avec Gong Li… Leurs points communs ? 

Toutes incarnent la réussite. Des succès récents et fulgurants, auxquels aspirent les jeunes Chinois nouvellement fortunés. Ce sont aussi des femmes au physique hybride, parfois eurasien, toujours occidentalisé, qui permettent aux Chinois de franchir mentalement la frontière entre Orient et Occident et d’accéder enfin au modèle de la femme européenne, qui les fait tant rêver.

Cette mise en avant des égéries « locales » n’empêche pas le succès des grandes stars comme Catherine Deneuve ou Sophie Marceau (elle aussi l’image de Dior Beauté en Chine), qui font un peu oublier l’« affaire Sharon Stone » – la star (égérie Dior Beauté également) avait imputé le tremblement de terre du Sichuan à un mauvais karma, lié à la politique de la Chine au Tibet. Elle a dû s’excuser publiquement. Être une égérie occidentale en Chine, c’est aussi honorer sans conteste la gloire du pays…

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01/01/2010

http://www.chinadaily.com.cn/china/09tentopnews/2009-12/31/content_9249152.htm

ABORTOS NA CHINA – 13 MILHÕES DE ABORTOS POR ANO

30/07/2009

Abortion statistics cause for concernBy Shan Juan in Beijing and Qian Yanfeng in Shanghai (China Daily)

http://www.nytimes.com/2009/07/31/world/asia/31abortion.html?_r=1&ref=world

http://www.chinadaily.com.cn/china/2009-07/30/content_8489656.htm

Updated: 2009-07-30 06:45

Inadequate knowledge about contraception is a major factor in the 13 million abortions performed in China every year, research shows. 

This is an unfortunate – and avoidable – situation, experts said, and improvements need to be made. 

Li Ying, a professor at Peking University, said Wednesday that young people need more knowledge about sex. 

A survey done by 411 Hospital of PLA (People’s Liberation Army) in Shanghai, for example, found that less than 30 percent of callers to a hotline knew how to avoid pregnancy, and only 17 percent were aware of venereal diseases. 

More than 70 percent said they did not know sexual transmission is the major contributor to the spread of HIV/AIDS. 

Related readings:

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Li said Chinese parents are reluctant to teach their children about sex, so more needs to be done on sex education. 

“Sex education needs to be strengthened, with universities and our society giving more guidance,” she said. 

Wu Shangchun, a division director of the National Population and Family Planning Commission’s technology research center, told China Daily that research shows nearly half of the women who had abortions had not used any form of contraception.

“The challenge of reducing (the number) of women seeking abortions in China is tough,” Wu said. 

Yu Dongyan, a hospital gynecologist, said new mores have changed the social setting. 

“Sex is no longer considered taboo among young people today, and they believe they can learn everything they need from the Internet. But it doesn’t mean they’ve developed a proper understanding or attitude toward it,” Yu said. 

Government statistics show that about 62 percent of the women who have abortions are between 20 and 29 years old, and most are single. 

Wu said the real number of abortions is much higher than reported, because the figures are collected only from registered medical institutions. 

Many abortions, Wu said, are performed in unregistered clinics. 

Also, about 10 million abortion-inducing pills, used in hospitals for early-stage abortions, are sold every year in the country, she said. 

The Shanghai hotline, which offers help for pregnant women, has reported an increase in calls, mostly from women 18 and under. 

Figures from 411 Hospital show that as many as 30 calls were received on its hotline some days this month, compared with about 10 per day in previous months. 

Most callers had questions about what to do after becoming pregnant or how to get an abortion, said Yu. 

Wu said birth control information mainly reaches young married couples. 

The morning-after pill, which can be used within 120 hours of intercourse to prevent pregnancy, has been widely sold as emergency contraception since 1998, she said. 

Wu said the pills have sold well, but she added that incorrect use is a problem. 

Wu also said much information on the Internet about sex frequently is incorrect. 

Sun Xiaohong, of the educational center of Shanghai’s Population and Family Planning Commission, said she found it difficult to promote sex education in schools because some teachers and parents believe it will encourage sex. 

Sun Aijun, a leading gynecologist at Beijing Union Hospital, said there also is a misconception among some women that the contraceptive pill is unsafe. 

Sun said many unmarried couples choose to use condoms, but that this can be problematic because some women find it difficult to turn down requests from a partner not to use them. 

Abortions cost about 600 yuan ($88). Since the 1990s, doctors have not asked for a woman’s marital status when an abortion is performed. 

There are about 20 million births in the country each year, Wu said.

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Chine : 13 millions d’avortement par an

AP  30/07/2009 | Mise à jour : 21:20 

Environ 13 millions d’avortements sont pratiqués chaque année en Chine, a rapporté aujourd’hui le quotidien officiel “China Daily”, révélant des statistiques du planning familial chinois. Un chiffre plus élevé que dans n’importe quel autre pays au monde. Selon le journal, le nombre réel d’avortements serait même plus important car beaucoup sont réalisés dans des cliniques rurales non déclarées. 

L’Organisation mondiale de la santé (OMS) et l’Institut Guttmacher avaient déjà estimé auparavant que neuf millions d’avortements avaient été pratiqués en Chine en 2003, soit plus que dans aucun autre pays. Mais c’est Cuba qui détient le taux d’avortement le plus élevé avec 57 pour 1.000 femmes entre 15 et 44 ans, contre 17 pour 1.000 en France.

 Selon le “China Daily”, environ 62% des avortements en Chine sont réalisés sur des jeunes femmes célibataires entre 20 et 29 ans, et près de la moitié des femmes qui ont avorté ont reconnu ne pas avoir utilisé de moyen de contraception. En outre, 10 millions de pilules abortives sont vendues chaque année dans le pays.

Rindo a toa – terroristas do al qaida se voltam contra a china comunista Al-Qaida declares jihad against Chinese Al Qaida declara guerra contra governo da china

18/07/2009

FROM JOSEPH FARAH’S G2 BULLETIN
Al-Qaida declares jihad against Chinese
Response is to violent crackdown on Muslim Uighurs


Posted: July 17, 2009
8:15 pm Eastern

© 2009 WorldNetDaily

Editor’s Note: The following report is excerpted from Joseph Farah’s G2 Bulletin, the premium online newsletter published by the founder of WND. Subscriptions are $99 a year or, for monthly trials, just $9.95 per month for credit card users, and provide instant access for the complete reports.

 

Beijing is facing a new problem because of its recent harsh response to demonstrations in Xinjiang province resulting in the deaths of Muslim Uighurs – a threat of retaliation from al-Qaida, according to a report from Joseph Farah’s G2 Bulletin.

The terrorist group has suggested it might attack overseas operations linked to China, which has dispatched hundreds of thousands of workers to the Middle East, North Africa and Latin America – all regions where al-Qaida has a capability of launching attacks.

Initial reports of the ethnic riots in Xinjiang province said that the number of Uighurs killed since the July 5 riots began in the city of Urumqi was 156, with another 1,100 injured. But the World Uighur Congress, or WUC, reported that the Uighur death toll exceeded 800.

In addition to the harsh Chinese troop takedown of Uighurs, the WUC reports that other Uighurs were lynched by Han Chinese. According to WUC general secretary Dolkun Isa, some four Uighur women students attending Urumqi University’s medical school were killed and their heads cut off.

Keep in touch with the most important breaking news stories about critical developments around the globe with Joseph Farah’s G2 Bulletin, the premium, online intelligence news source edited and published by the founder of WND. 

While thousands of Chinese troops were sent into Urumqi, their mission apparently was not to protect the Uighur minority. Uighur leaders said that Chinese troops opened fire on the Uighurs who were initially protesting peacefully.

“We have been hearing that bodies are lying in the streets in Urumqi,” said WUC vice president Asgar Can. The WUC’s main office is located in Munich, Germany. 

WUC has called for Uighurs worldwide to demonstrate in front of Chinese embassies. 

China had offered strong support to Washington against terrorism following the Sept., 11, 2001, terrorist attacks on the United States. 

Human Rights Watch, however, is concerned that China “has construed that support against terrorism as a pretext for gaining international support – or at least silence – for its own crackdown on ethnic Uighurs in the Xinjiang Uyghur Autonomous Region.”

“Beijing has long claimed to be confronted with ‘religious extremist forces’ and ‘violent terrorists’ in Xinjiang,” a Human Rights Watch statement said. “Much like Tibetans, the Uighurs in Xinjiang have struggled for cultural survival in the face of a government-supported influx by Chinese migrants, as well as harsh repression of political dissent and any expression, however lawful or peaceful, of their distinct identity. 

“Chinese authorities have not discriminated between peaceful and violent dissent, however, and their fight against ‘separatism’ and ‘religious extremism’ has been used to justify widespread and systematic human rights violations against Uighurs, including many involved in non-violent political, religious, and cultural activities,” Human Rights Watch added.

 While it may not help the Uighurs by having the terrorist group al-Qaida embrace their cause, the reality is that a branch of al-Qaida, the Algerian-based Al-Qaida in the Islamic Maghreb, or AQIM, has called for reprisals against China for its actions toward them.

Carta 8 – Dissidentes chineses lançam manisfesto pró democracia na China – Seus líderes já estão na cadeia

24/06/2009

Charter 08

http://www.elpais.com/elpaismedia/ultimahora/media/200906/24/internacional/20090624elpepuint_1_Pes_PDF.doc 


December 09, 2008

A group of 303 Chinese writers, intellectuals, lawyers, journalists, retired Party officials, workers, peasants, and businessmen have issued an open letter — the “Charter 08” — calling for legal reforms, democracy and protection of human rights in China. An English translation of the Charter by Human Rights in China is below.

El Gobierno chino ha asestado un nuevo golpe a los defensores de los derechos humanos y de las reformas políticas. Liu Xiaobo, de 53 años, uno de los disidentes chinos más prominentes, ha sido arrestado formalmente bajo la acusación de incitar a la subversión del poder del Estado. Está bajo arresto policial en paradero desconocido desde el pasado 8 de diciembre, un día antes de que fuera hecho público un sorprendente manifiesto político que pide reformas democráticas, que él contribuyó a redactar. La llamada Carta 08 fue firmada por 300 intelectuales -entre ellos, escritores, abogados, profesores y periodistas- dentro del país.



“Charter 08”

Preamble

This year is the 100th year of China’s Constitution, the 60th anniversary of the Universal Declaration of Human Rights, the 30th anniversary of the birth of the Democracy Wall, and the 10th year since China signed the International Covenant of Civil and Political Rights. After experiencing a prolonged period of human rights disasters and a tortuous struggle and resistance, the awakening Chinese citizens are increasingly and more clearly recognizing that freedom, equality, and human rights are universal common values shared by all humankind, and that democracy, a republic, and constitutionalism constitute the basic structural framework of modern governance. A “modernization” bereft of these universal values and this basic political framework is a disastrous process that deprives humans of their rights, corrodes human nature, and destroys human dignity. Where will China head in the 21st century? Continue a “modernization” under this kind of authoritarian rule? Or recognize universal values, assimilate into the mainstream civilization, and build a democratic political system? This is a major decision that cannot be avoided.

The monumental historic transformation in the mid-19th century exposed the decay of the traditional Chinese despotic system and ushered in the most “unprecedented and cataclysmic change in several thousands of years” in all of China. The Self-strengthening Movement (c 1861-1894) sought the improvement of China’s technical capacity. The defeat in the first Sino-Japanese War (1894-1895) once more exposed the anachronism of the political system. The Hundred Day Reform touched upon institutional innovations, but was a failure in the end because of the cruel suppression of the die-hard clique. On the surface, the Xinhai Revolution (1911) buried the imperial system that had lasted for more than 2,000 years and established Asia’s first republic. But, limited by the historical factors determined by internal trouble and external aggression, the republican political system lasted only for an instant, and despotism quickly returned.

The failure of imitating mechanical innovation and institutional renewal prompted deep reflection among the people of the nation on the roots of this cultural sickness, which resulted in the “May 4” new culture movement under the banner of “science and democracy.” Because of frequent civil wars and invasions by external enemies, the course of China’s political democratization was forced to stop. The course of a constitutional government was initiated again after the victory in the War of Resistance against Japan (1937-1945), but the result of the civil war between the Kuomintang (the Nationalist Party) and the Communist Party caused China to sink into the abyss of the totalitarianism of the modern era. The “New China” established in 1949 is a “people’s republic” in name only. In fact, it is under the “Party’s dominion.” The ruling power monopolizes all the political, economic and social resources. It created a string of human rights catastrophes such as the Anti-Rightist Campaign, the Great Leap Forward, the Cultural Revolution, June 4, and attacks on non-governmental religious activities and on the rights defense movement, causing tens of millions of deaths, and exacted a disastrous price on the people and the country.

The “reform and opening up” of the late 20th century extricated China from the pervasive poverty and absolute power in the Mao Zedong era, and substantially increased private wealth and the standard of living of the masses. Individual economic freedom and social privileges were partially restored, a civil society began to grow, and the calls for human rights and political freedom among the people increased by the day. Those in power, as they were implementing economic reforms aimed at marketization and privatization, also began to move from a position of rejecting human rights to one of gradually recognizing them. In 1997 and 1998, the Chinese government signed two important international human rights treaties. In 2004, the National People’s Congress amended the Constitution to include language to “respect and safeguard human rights.” And this year, [the government] has promised to formulate and implement a “National Human Rights Action Plan.” However, this political progress stops at the paper stage. There are laws but there is no rule of law. There is a constitution but no constitutional governance. And there is still the political reality that is obvious for all to see. The power bloc continues to insist on maintaining the authoritarian regime, rejecting political reform. This has caused corruption in officialdom, difficulty in establishing rule of law, and no protection of human rights, the loss of ethics, the polarization of society, warped economic development, damages in the natural and human environments, no systematic protection of the rights to property and the pursuit of happiness, the accumulation of countless social conflicts, and the continuous rise of resentment. In particular, the intensification of hostility between government officials and the ordinary people, and the dramatic rise of mass incidents, illustrate a catastrophic loss of control in the making, and the anachronism of the current system has reached a point where change must occur.

II. Our Fundamental Concepts

At this historical juncture of the future destiny of China, it is necessary to rethink the last 100 years of modernization and reaffirm the following concepts:

Freedom: Freedom is at the core of universal values. The rights of speech, publication, belief, assembly, association, movement, and to demonstrate are all the concrete realizations of freedom. If freedom is not flourishing, then there is no modern civilization of which to speak.

Human Rights: Human rights are not bestowed by the state, but are rights that each person is born with and enjoys. To ensure human rights must be the foundation of the first objective of government and lawful public authority, and is also the inherent demand of “putting people first.” The past political calamities of China are all closely related to the disregard of human rights by the ruling authorities.

Equality: Each individual, regardless of social status, occupation, gender, economic situation, ethnic group, skin color, religion, or political belief, is equal in human dignity and freedom. The principle of equality before the law and a citizen’s society must be implemented; the principle of equality of economic, cultural, and political rights must be implemented.

Republicanism: Republicanism is “governing together; living peacefully together,” □ that is, the decentralization of power and balancing of interests, that is comprised of diverse interests, different social groups, pluralistic culture and groups seeking religious belief, on the foundation of equal participation, peaceful competition, public discussion, and peaceful handling of public affairs.

Democracy: The most basic meaning is that sovereignty resides in the people and the people elect government. Democracy has the following basic characteristics: (1) the legitimacy of government comes from the people, the source of government power is the people; (2) government must be chosen by the people; (3) citizens enjoy the right to vote, important civil servants and officials of all levels should be produced through elections at fixed times; (4) the decisions of the majority must be respected while protecting the basic rights of the minority. In a word, democracy will become the modern tool for making government one “from the people, by the people, and for the people.”

Constitutionalism: Constitutionalism is the principle of protecting basic constitutionally-guaranteed freedoms and rights of citizens through law and a rule of law, delimiting the boundaries of government power and actions, and providing corresponding systemic capacity.

In China, the era of imperial power has long passed and will not return; in the world, authoritarian systems are approaching the dusk of their endings. The only fundamental way out for China: citizens should become the true masters of the nation, throw off the consciousness of reliance on a wise ruler or honest and upright official, make widely public civic consciousness of the centrality of rights and the responsibility of participation, and practice freedom, democracy, and respect for law.

III. Our basic standpoint

In line with a responsible and constructive citizens’ spirit towards the country’s political system, civil rights and various aspects of social development, we put forward the following specific standpoints:

  1. Amend the Constitution: Based on the aforementioned values and concepts, amend the Constitution, abolishing the provisions in the current Constitution that are not in conformity with the principle that sovereignty resides in the people so that the Constitution can truly become a document for guaranteeing human rights and [appropriate use of] public power. The Constitution should be the implementable supreme law that any individual, group or party shall not violate, and lay the legal foundation for the democratization of China.
  2. Separation and balance of power: A modern government that separates, checks and keeps balance among powers guarantees the separation of legislative, judicial, and administrative power. The principle of governing by laws and being a responsible Government shall be established. Over-expansion of executive power shall be prevented; the Government shall be responsible to the taxpayers; the separation, checking and keeping balance of powers between the central and local governments shall be set up; the central power authority shall be clearly defined and mandated by the Constitution, and the local governments shall be fully autonomous.
  3. Democratize the lawmaking process: All levels of the legislative bodies shall be directly elected. Maintain the principles of fairness and justice in making law, and democratize the lawmaking process.
  4. Independence of the judiciary: The judiciary shall be nonpartisan, free from any interference. Ensure judicial independence, and guarantee judicial fairness. Establish a Constitutional Court and a system of judicial review; maintain the authority of the Constitution. Abolish as soon as possible the Party’s Committees of Political and Legislative affairs at all levels that seriously endanger the country’s rule of law. Avoid using public tools for private objectives.
  5. Public institutions should be used for the public: Realize the nationalization of the armed forces. The military shall be loyal to the Constitution and to the country. The political party organizations in the armed forces should be withdrawn. The level of military professionalism should be raised. All civil servants including the police shall remain politically neutral. Discrimination in employment of civil servants based on party preference should be eliminated and equal employment without any party preference should be adopted.
  6. Protect human rights: Protection of human rights should be effectively implemented and human dignity should be safeguarded. A Commission on Human Rights shall be established that is responsible to the highest level of authority representing public opinion. [This Commission] will prevent government abuse of public power and violation of human rights, and especially protect the personal freedom of citizens. All persons should be be free from unlawful arrest, detention, summons, interrogation, and punishment. The system of Reeducation-Through-Labor should be abolished.
  7. Election of public officials: The democratic electoral system should be fully implemented, with the realization of the equal voting right of one person one vote. Direct election of all levels of administrative heads should be institutionalized step by step. Free competition in the elections on a regular basis and citizen participation in the election of public officials are inalienable basic human rights.
  8. Urban and rural equality: The current urban-rural household registration system should be repealed. The equal rights for all citizens guaranteed by the Constitution should be implemented. The freedom of movement for citizens should be protected.
  9. Freedom of association: Citizens’ right to freedom of association shall be safeguarded. The current system for registration and examination before approval for civil society organizations should be changed to a registration and recording system. The ban on freely organizing political parties should be lifted. All activities of parties should be regulated by the Constitution and law. One-party monopolization of ruling privileges should be abolished. The principle of freedom of activities of political parties and fair competition should be established. The normalization of party politics and a rule by law should be realized.
  10. Freedom of assembly: Peaceful assembly, protest, demonstration and freedom of expression are fundamental rights guaranteed by the Constitution. They should not be subject to unlawful interference and unconstitutional restrictions by the ruling party and the government.
  11. Freedom of expression: The freedom of speech, freedom of the press and academic freedom should be implemented. Citizens’ right to know and to monitor supervise should be protected. A press and publication law should be promulgated. The ban on freely publishing newspapers should be lifted. The current provision of “inciting subversion of state power” in the Criminal Law should be repealed and criminal punishment for speech should be eliminated.
  12. Freedom of religion: Freedom of religion and freedom of belief should be protected. Religion and politics should be separated. Religious activities should be free from government interference. All administrative regulations, administrative rules and local regulations and rules that restrict or deprive citizens’ freedom of religion should be reviewed and repealed. Management of religious activities by administrative legislature should be prohibited. The current prior approval system in which religious groups (including places of worship) must be registered before obtaining legal status should be abolished, and instead, a new record-keeping system for religious groups and their worship places should replace the current one.
  13. Citizen Education: Abolish political education and examinations that are deeply ideological and serve one-party rule. Promote citizen education that encompasses universal values and civil rights, establishes civil consciousness, and promotes the civil virtue of serving society.
  14. Property Protection: Establish and protect private property rights, implement a free and open market economy, protect the freedom of entrepreneurship, and eliminate administrative monopoly; set up a state-owned property management committee that is responsible to the highest legislative agency, initiate property rights reforms legally and orderly, make clear the property rights of owners and obligors, initiate a new land movement, advance land privatization, and strictly protect citizens’, in particular, farmers’, land rights.
  15. Fiscal Reforms: Firmly establish democracy in finance and protect taxpayers’ rights. Build a public finance system and operational mechanisms in which powers and obligations are clear, and create a reasonable and effective division of power in finance among all levels of government; implement major reforms in the tax system to reduce the tax rate, simplify the tax system, and achieve tax equity. The administrative departments should not be allowed to increase tax or create new tax arbitrarily without a social public choice and resolutions of the legislative agencies. Pass reforms on property rights, introduce diverse market subjects and competition mechanisms, lower the market-entry threshold in banking, and create conditions for the development of privately-owned banking to energize the financial system.
  16. Social Security: Build a social security system that covers all of the citizens, and provide them with fundamental protections for education, medical care, elderly care and employment.
  17. Environmental Protection: Protect the ecological environment, promote sustainable development, and take up responsibility to future generations and humanity; enforce the respective responsibilities of the state and government officials of all levels; perform the function of participation and supervision by civil organizations on environmental protection.
  18. Federal Republic: Participate in and maintain regional peace and development with an equal and fair attitude, and create an image of a responsible great country. Protect the free systems of Hong Kong and Macao. Under the precondition of freedom and democracy, seek a settlement resolution on cross-strait relations by way of equal negotiation and cooperative interaction. Explore possible ways and an institutional design to promote the mutual prospects of all ethnicities with great wisdom, and to establish China’s federal republic under the structure of democracy and constitutionalism.
  19. Transitional Justice: Rehabilitate the reputation of and give state compensation to the victims who suffered political persecution during past political movements as well as their families; release all political prisoners, prisoners of conscience, and people who are convicted because of their beliefs; establish a truth commission to restore historical truth, to pursue accountability and to fulfill justice; seek a settlement of the society on this foundation.

IV. Conclusion

China, as a great nation of the world, one of the five permanent members of the United Nations Security Council, and a member of the Human Rights Council, should contribute to peace for humankind and progress in human rights. But to people’s regret, among the great nations of the world, China, alone, still clings to an authoritarian political way of life. As a result, it has caused an unbroken chain of human rights disasters and social crises, held back the development of the Chinese people, and hindered the progress of human civilization. This situation must change! The reform of political democratization can no longer be delayed.
Because of this, we, with a civic spirit that dares to act, publish the “Charter 08.” We hope that all Chinese citizens who share this sense of crisis, responsibility and mission, without distinction between the government or the public, regardless of status, will hold back our differences to seek common ground, actively participate in this citizens’ movement, and jointly promote the great transformation of the Chinese society, so that we can establish a free, democratic and constitutional nation in the near future and fulfill the dreams that our people have pursued tirelessly for more than a hundred years.

Signed

Yu Haocheng于浩成 (Beijing, Legal Scholar)
Zhang Sizhi 张思之 (Beijing, Lawyer)
Mao Yushi茅于轼 (Beijing, Economist)
Du Guang杜 光 (Beijing, Political Scientist)
Li Pu李 普 (Beijing, Senior Journalist)
Sha Yexin 沙叶新 (Shanghai, Playwright)
Liu Shahe流沙河 (Sichuan, Poet)
Wu Maohua 吴茂华 (Sichuan, Writer)
Zhang Xianyang 张显扬 (Beijing, Ideologist)
Sun Wenguang 孙文广 (Shandong, Professor)
Bao Tong 鲍 彤 (Beijing, Citizen)
Ding Ziling 丁子霖 (Beijing, Professor)
Zhang Xianling 张先玲 (Beijing, Engineer)
Xu Jue 徐 珏 (Beijing, Researcher)
Jiang Peikun 蒋培坤 (Beijing, Professor)
Liu Xiaobo 刘晓波 (Beijing, Writer)
Zhang Zuhua 张祖桦 (Beijing, Constitutional Scholar)
Gao Yu 高 瑜 (Beijing, Journalist)
Dai Qing戴 晴 (Beijing, Writer)
Jiang Qisheng 江棋生 (Beijing, Scholar)
Ai Xiaoming 艾晓明 (Guangdong, Professor)
Liu Junning 刘军宁 (Beijing, Political Scientist)
Zhang Xukun 张旭昆 (Zhejiang, Professor)
Xu Youyu 徐友渔 (Beijing, Philosopher)
He Weifang 贺卫方 (Beijing, Legal Scholar)
Mo Shaoping 莫少平 (Beijing, Lawyer)
Chen Ziming 陈子明 (Beijing, Scholar)
Zhang Boshu 张博树 (Beijing, Political Scientist)
Cui Weiping 崔卫平 (Beijing, Scholar)
He Guanghu 何光沪 (Theologian)
Hao Jian 郝 建 (Beijing, Scholar)
Shen Minhua 沈敏骅 (Zhejiang, Professor)
Li Datong 李大同 (Beijing, Journalist)
Li Xianting 栗宪庭 (Beijing, Art Commentator)
Zhang Ming 张 鸣 (Beijing, Professor)
Yu Jie 余 杰 (Beijing, Writer)
Yu Shicun余世存 (Beijing, Writer)
Qin Geng 秦 耕 (Hainan, Writer)
Zhou Duo 周 舵 (Beijing, Scholar)
Pu Zhiqiang 浦志强 (Beijing, Lawyer)
Zhao Dagong 赵达功 (Shenzhen, Writer)
Yao Lifa 姚立法 (Hubei, Election Expert)
Feng Zhenghu 冯正虎 (Shanghai, Scholar)
Zhou Qing 周 勍 (Beijing, Writer)
Yang Hengjun 杨恒均 (Guangzhou [Guangdong], Writer)
Teng Biao 滕 彪 (Beijing, Doctor of Law)
Jiang Danwen 蒋亶文 (Shanghai, Writer)
Woeser [Öser] 唯 色 (Tibet, Writer)
Ma Bo 马 波 (Beijing, Writer)
Cha Jianying 查建英 (Beijing, Writer)
Hu Fayun 胡发云 (Hubei, Writer)
Jiao Guobiao 焦国标 (Beijing, Scholar)
Li Gongming 李公明 (Guangdong, Professor)
Zhao Hui 赵 晖 (Beijing, Commentator)
Li Boguang 李柏光 (Beijing, Doctor of Law)
Fu Guoyong 傅国涌 (Zhejiang, Writer)
Ma Shaofang 马少方 (Guangdong, Businessman)
Zhang Hong 张 闳 (Shanghai, Professor)
Xia Yeliang 夏业良 (Beijing, Economist)
Ran Yunfei 冉云飞 (Sichuan, Scholar)
Liao Yiwu 廖亦武 (Sichuan, Writer)
Wang Yi 王 怡 (Sichuan, Scholar)
Wang Xiaoyu王晓渔 (Shanghai, Scholar)
Su Yuanzhen 苏元真 (Zhejiang, Professor)
Jiang Jianzhong 强剑衷 (Nanjing [Jiangsu], Senior Journalist)
Ouyang Xiaorong 欧阳小戎 (Yunnan, Poet)
Liu Di 刘 荻 (Beijing, Freelance Worker)
Zan Aizong 昝爱宗 (Zhejiang, Journalist)
Zhou Hongling 周鸿陵 (Beijing, Social Activist)
Feng Gang冯 刚 (Zhejiang Professor)
Chen Lin 陈 林 (Guangzhou [Guangdong], Scholar)
Yin Xian 尹 贤 (Gansu, Poet)
Zhou Ming 周 明 (Zhejiang, Professor)
Ling Cangzhou 凌沧洲 (Beijing, Journalist)
Tie Liu 铁 流 (Beijing, Writer)
Chen Fengxiao 陈奉孝 (Shandong, Former Rightist Student from Beijing University)
Yao Bo 姚 博 (Beijing, Commentator)
Zhang Jinjun 张津郡 (Guangdong, Manager)
Li Jianhong 李剑虹 (Shanghai, Writer)
Zhang Shanguang 张善光 (Hunan, Human Rights Defender)
Li Deming 李德铭 (Hunan, Journalist)
Liu Jianan 刘建安 (Hunan, Teacher)
Wang Xiaoshan 王小山 (Beijing, Media Worker)
Fan Yafeng 范亚峰 (Beijing, Doctor of Law)
Zhou Mingchu 周明初 (Zhejiang, Professor)
Liang Xiaoyan 梁晓燕 (Beijing, Environmental Volunteer)
Xu Xiao 徐 晓 (Beijing, Writer)
Chen Xi 陈 西 (Guizhou, Human Rights Defender)
Zhao Cheng 赵 诚 (Shanxi, Scholar)
Li Yuanlong 李元龙 (Guizhou, Freelance Writer)
Shen Youlian 申有连 (Guizhou, Human Rights Defender)
Jiang Suimin 蒋绥敏 (Beijing, Engineer)
Lu Zhongming 陆中明 (Shaanxi, Scholar)
Meng Huang 孟 煌 (Beijing, Artist)
Lin Fuwu 林福武 (Fujian, Human Rights Defender)
Liao Shuangyuan 廖双元 (Guizhou, Human Rights Defender)
Lu Xuesong 卢雪松 (Jilin, Teacher)
Guo Yushan 郭玉闪 (Beijing, Scholar)
Chen Huanhui 陈焕辉 (Fujian, Human Rights Defender)
Zhu Jiuhu朱久虎 (Beijing, Lawyer)
Jin Guanghong 金光鸿 (Beijing, Lawyer)
Gao Chaoqun 高超群 (Beijing, Editor)
Bo Feng 柏 风 (Jilin, Poet)
Zheng Xuguang 郑旭光 (Beijing, Scholar)
Zeng Jinyan 曾金燕 (Beijing, Rights Activist)
Wu Yuqin 吴玉琴 (Guizhou, Human Rights Defender)
Du Yilong 杜义龙 (Shaanxi, Writer)
Li Hai 李 海 (Beijing, Human Rights Defender)
Zhang Hui 张 辉 (Shanxi, Democracy Activist)
Jiang Shan 江 山 (Guangdong, Property Rights Activist)
Xu Guoqing 徐国庆 (Guizhou, Democracy Activist)
Wu Yu 吴 郁 (Guizhou, Democracy Activist)
Zhang Mingzhen 张明珍 (Guizhou, Democracy Activist)
Zeng Ning 曾 宁 (Guizhou, Democracy Activist)
Quan Linzhi 全林志 (Guizhou, Democracy Activist)
Ye Hang 叶 航 (Zhejiang, Professor)
Ma Yunlong 马云龙 (Henan, Senior Journalist)
Zhu Jianguo 朱健国 (Guangdong, Freelance Writer)
Li Tie 李 铁 (Guangdong, Social Activist)
Mo Jiangang 莫建刚 (Guizhou, Freelance Writer)
Zhang Yaojie 张耀杰 (Beijing, Scholar)
Wu Baojian 吴报建 (Zhejiang, Lawyer)
Yang Guang 杨 光 (Guangxi, Scholar)
Yu Meisun 俞梅荪 (Beijing, Legal Professional)
Xing Jian 行 健 (Beijing, Legal Professional)
Wang Guangze 王光泽 (Beijing, Social Activist)
Chen Shaohua 陈绍华 (Guangdong, Designer)
Liu Yiming 刘逸明 (Hubei, Freelance Writer)
Wu Zuolai 吴祚来 (Beijing, Researcher)
Gao Zhen 高 兟 (Shandong, Artist)
Gao Qiang 高 强 (Shandong, Artist)
Tang Jingling 唐荆陵 (Guangdong, Lawyer)
Li Xiaolong 黎小龙 (Guangxi, Rights Activist)
Jing Chu 荆 楚 (Guangxi, Freelance Writer)
Li Biao 李 彪 (Anhui, Businessman)
Guo Yan 郭 艳 (Guangdong, Lawyer)
Yang Shiyuan杨世元 (Zhejiang, Retiree)
Yang Kuanxing 杨宽兴 (Shandong, Writer)
Li Jinfang 李金芳 (Hebei, Democracy Activist)
Wang Yuwen 王玉文 (Guizhou, Poet)
Yang Zhongyi杨中义 (Anhui, Worker)
Wu Xinyuan 武辛源 (Hebei, Peasant)
Du Heping 杜和平 (Guizhou, Democracy Activist)
Feng Ling 冯 玲 (Hubei, Volunteer for Constitutional Politics)
Zhang Xianzhong 张先忠 (Hubei, Entrepreneur)
Cai Jingzhong 蔡敬忠 (Guangdong, Peasant)
Wang Dianbin 王典斌 (Hubei, Business Owner)
Cai Jincai 蔡金才 (Guangdong, Peasant)
Gao Aiguo 高爱国 (Hubei, Business Owner)
Chen Zhanyao 陈湛尧 (Guangdong, Peasant)
He Wenkai 何文凯 (Hubei, Business Owner)
Wu Dangying 吴党英 (Shanghai, Rights Activist)
Zeng Qingbin 曾庆彬 (Guangdong, Worker)
Mao Haixiu 毛海秀 (Shanghai, Rights Activist)
Zhuang Daohe 庄道鹤 (Hangzhou, Lawyer)
Li Xiongbing 黎雄兵 (Beijing, Lawyer)
Li Renke 李任科 (Guizhou, Democracy Activist)
Zuo Li 左 力 (Hebei, Lawyer)
Dong Dezhu 董德筑 (Guizhou, Democracy Activist)
Tao Yuping 陶玉平 (Guizhou, Democracy Activist)
Wang Junxiu王俊秀 (Beijing, IT Professional)
Huang Xiaomin 黄晓敏 (Sichuan, Rights Activist)
Zheng Enchong 郑恩宠 (Shanghai, Legal Adviser)
Zhang Junling 张君令 (Shanghai, Rights Activist)
Yang Hai 杨 海 (Shaanxi, Scholar)
Ai Fulai 艾福荣 (Shanghai, Rights Activist)
Yang Huaren 杨华仁 (Hubei, Legal Professional)
Wei Qin 魏 勤 (Shanghai, Rights Activist)
Su Zuxiang 苏祖祥 (Hubei, Teacher)
Shen Yulian 沈玉莲 (Shanghai, Rights Activist)
Guan Hongshan 关洪山 (Hubei, Human Rights Defender)
Song Xianke 宋先科 (Guangdong, Businessman)
Wang Guoqiang 汪国强 (Hubei, Human Rights Defender)
Chen Enjuan 陈恩娟 (Shanghai, Rights Activist)
Li Yong 李 勇 (Beijing, Media Worker)
Chang Xiongfa 常雄发 (Shanghai, Rights Activist)
Wang Jinglong 王京龙 (Beijing, Management Scholar)
Xu Zhengqing 许正清 (Shanghai, Rights Activist)
Gao Junsheng 高军生 (Shaanxi, Editor)
Zheng Beibei 郑蓓蓓 (Shanghai, Rights Activist)
Wang Dinghua 王定华 (Hubei, Lawyer)
Tan Lanying 谈兰英 (Shanghai, Rights Activist)
Fan Yanqiong 范燕琼 (Fujian, Human Rights Defender)
Lin Hui 林 辉 (Zhejiang, Poet)
Wu Huaying 吴华英 (Fujian, Human Rights Defender)
Xue Zhenbiao 薛振标 (Zhejiang, Democracy Activist)
Dong Guojing 董国菁 (Shanghai, Human Rights Defender)
Chen Yufeng 陈玉峰 (Hubei, Legal Professional)
Duan Ruofei 段若飞 (Shanghai, Human Rights Defender)
Wang Zhongling 王中陵 (Shaanxi, Teacher)
Dong Chunhua 董春华 (Shanghai, Human Rights Defender)
Chen Xiuqin 陈修琴 (Shanghai, Human Rights Defender)
Liu Zhengyou 刘正有 (Sichuan, Human Rights Defender)
Ma Xiao 马 萧 (Beijing, Writer)
Wan Yanhai 万延海 (Beijing, Public Health Expert)
Shen Peilan 沈佩兰 (Shanghai, Rights Activist)
Ye Xiaogang 叶孝刚 (Zhejiang, Retired University Faculty Member)
Zhang Jingsong张劲松 (Anhui, Worker)
Zhang Jinfa 章锦发 (Zhejiang, Retiree)
Wang Liqing 王丽卿 (Shanghai, Rights Activist)
Zhao Changqing 赵常青 (Shaanxi, Writer)
Jin Yuehua 金月花 (Shanghai, Rights Activist)
Yu Zhangfa 余樟法 (Guangxi, Writer)
Chen Qiyong 陈启勇 (Shanghai, Rights Activist)
Liu Xianbin 刘贤斌 (Sichuan, Democracy Activist)
Ouyang Yi欧阳懿 (Sichuan, Human Rights Defender)
Deng Huanwu 邓焕武 (Chongqing, Businessman)
He Weihua 贺伟华 (Hunan, Democracy Activist)
Li Dongzhuo 李东卓 (Hunan, IT Professional)
Tian Yongde 田永德 (Inner Mongolia Autonomous Region, Human Rights Defender)
Zhi Xiaomin 智效民 (Shanxi, Scholar)
Li Changyu李昌玉 (Shandong, Teacher)
Guo Weidong 郭卫东 (Zhejiang, Office Worker)
Chen Wei 陈 卫 (Sichuan, Democracy Activist)
Wang Jinan王金安 (Hubei, Business Owner)
Cai Wenjun蔡文君 (Shanghai, Rights Activist)
Hou Shuming 侯述明 (Hubei, Business Owner)
Liu Hannan 刘汉南 (Hubei, Human Rights Defender)
Shi Ruoping 史若平 (Shandong, Professor)
Zhang Renxiang 张忍祥 (Hubei, Human Rights Defender)
Ye Du野 渡 (Guangdong, Editor)
Xia Gang 夏 刚 (Hubei, Human Rights Defender)
Zhao Guoliang 赵国良 (Hunan, Democracy Activist)
Li Zhiying 李智英 (Beijing, Scholar)
Zhang Zhongfa 张重发 (Guizhou, Democracy Activist)
Chen Yongmiao 陈永苗 (Beijing, Scholar)
Jiang Ying 江 婴 (Tianjin, Poet)
Tian Zuxiang 田祖湘 (Guizhou, Democracy Activist)
Huang Zhijia 黄志佳 (Hubei, Civil Servant)
Guan Yebo 关业波 (Hubei, Civil Servant)
Wang Wangming王望明 (Hubei, Business Owner)
Gao Xinrui 高新瑞 (Hubei, Entrepreneur)
Song Shuiquan 宋水泉 (Hubei, Legal Professional)
Zhao Jingzhou 赵景洲 (Helongjiang, Human Rights Defender)
Wen Kejian 温克坚 (Zhejiang, Scholar)
Wei Wenying 魏文英 (Yunnan, Teacher)
Chen Huijuan 陈惠娟 (Helongjiang, Human Rights Defender)
Chen Yanxiong 陈炎雄 (Hubei, Teacher)
Duan Chunfang 段春芳 (Shanghai, Human Rights Defender)
Liu Zhengshan 刘正善 (Yunnan, Engineer)
Guan Min 关 敏 (Hubei, University Teacher)
Dai Yuanlong 戴元龙 (Fujian, Business Owner)
Yu Yiwei 余以为 (Guangdong, Freelance Writer)
Han Zurong 韩祖荣 (Fujian, Business Owner)
Wang Dingliang 汪定亮 (Hubei, Lawyer)
Chen Qinglin 陈青林 (Beijing, Human Rights Defender)
Qian Shishun 钱世顺 (Guangdong, Business Owner)
Zeng Boyan 曾伯炎 (Sichuan, Writer)
Ma Yalian 马亚莲 (Shanghai, Human Rights Defender)
Che Hongnian 车宏年 (Shandong, Freelance Writer)
Qin Zhigang 秦志刚 (Shandong, Electronic Engineer)
Song Xiangfeng 宋翔峰 (Hubei, Teacher)
Deng Fuhua 邓复华 (Hubei, Writer)
Xu Kang 徐 康 (Hubei, Civil Servant)
Li Jianqiang 李建强 (Shandong, Lawyer)
Li Renbing 李仁兵 (Beijing, Lawyer)
Qiu Meili 裘美丽 (Shanghai, Rights Activist)
Lan Zhixue 兰志学 (Beijing, Lawyer)
Zhou Jinchang 周锦昌 (Zhejiang, Retiree)
Huang Yanming 黄燕明 (Guizhou, Democracy Activist)
Liu Wei 刘 巍 (Beijing, Lawyer)
Yan Liehan 鄢烈汉 (Hubei, Business Owner)
Chen Defu 陈德富 (Guizhou, Democracy Activist)
Guo Yongxin 郭用新 (Hubei, Doctor)
Guo Yongfeng 郭永丰 (Guangdong, Founder of the Association of Chinese Citizens for Monitoring the Government [中国公民监政会])
Yuan Xinting 袁新亭 (Guangzhou [Guangdong], Editor)
Qi Huimin 戚惠民 (Zhejiang, Democracy Activist)
Li Yu 李 宇 (Sichuan, Journalist)
Xie Fulin 谢福林 (Hunan, Human Rights Defender)
Xu Guang 徐 光 (Zhejiang, Business Owner)
Ye Huo 野 火 (Guangdong, Freelance Writer)
Zou Wei 邹 巍 (Zhejiang, Rights Activist)
Xiao Libin 萧利彬 (Zhejiang, Engineer)
Gao Haibing 高海兵 (Zhejiang, Democracy Activist)
Tian Qizhuang 田奇庄 (Hebei, Writer)
Deng Taiqing 邓太清 (Shanxi, Democracy Activist)
Pei Hongxin 裴鸿信 (Hebei, Teacher)
Xu Min 徐 民 (Jilin, Legal Professional)
Li Xige李喜阁 (Henan, Rights Activist)
Wang Debang 王德邦 (Beijing, Writer)
Feng Qiusheng 冯秋盛 (Guangdong, Peasant)
Hou Wenbao 侯文豹 (Anhui, Rights Activist)
Tang Jitian 唐吉田 (Beijing, Lawyer)
Liu Rongchao 刘荣超 (Anhui, Peasant)
Li Tianxiang 李天翔 (Henan, Worker)
Cui Yuzhen 崔玉振 (Hebei, Lawyer)
Xu Maolian 许茂连 (Anhui, Peasant)
Zhai Linhua 翟林华 (Anhui, Teacher)
Tao Xiaoxia 陶晓霞 (Anhui, Peasant)
Zhang Wang 张 望 (Fujian, Worker)
Huang Dachuan 黄大川 (Liaoning, Office Worker)
Chen Xiaoyuan 陈啸原 (Hainan, Office Worker)
Zhang Jiankang 张鉴康 (Shaanxi, Legal Professional)
Zhang Xingshui 张星水 (Beijing, Lawyer)
Ma Gangquan 马纲权 (Beijing, Lawyer)
Wang Jinxiang 王金祥 (Hubei, Rights Activist)
Wang Jiaying 王家英 (Hubei, Business Owner)
Yan Laiyun 鄢来云 (Hubei, Business Owner)
Li Xiaoming 李小明 (Hubei, Rights Activist)
Xiao Shuixiang 肖水祥 (Hubei, Rights Activist)
Yan Yuxiang 鄢裕祥 (Hubei, Rights Activist)
Liu Yi 刘 毅 (Beijing, Artist)
Zhang Zhengxiang 张正祥 (Yunnan, Environmental Activist)

O súper desemprego na China

13/01/2009

http://www.elpais.com/articulo/internacional/Grietas/fabrica/mundo/elpepuint/20090113elpepuint_11/Tes

A forma oriental coletivista de economia e sociedade moderna

04/01/2009

Le journaliste David Brooks explique dans le quotidien International Herald Tribune la différence entre l’individualisme occidental et le collectivisme asiatique. “On peut établir une échelle mondiale avec, d’un côté, les sociétés les plus individualistes – comme les Etats-Unis et la Grande-Bretagne – et, de l’autre, les sociétés les plus collectivistes – comme la Chine et le Japon. … Les sociétés individualistes réussissent généralement mieux sur le plan économique. Notre histoire en Occident a connu le développement de la raison individuelle et de la conscience pendant la Renaissance et le siècle des Lumières mais aussi pendant la période prospère du capitalisme qui a suivi. … Mais … que se passe-t-il lorsque les sociétés collectivistes, particulièrement celles d’Asie, connaissent une véritable croissance économique et concurrencent l’Occident ? Une nouvelle sorte de conversation mondiale prend forme. La cérémonie d’ouverture à Pékin était un communiqué officiel de cette conversation. Elle faisait partie de l’affirmation de la Chine que le développement ne se fait pas uniquement grâce à des moyens occidentaux libéraux mais peut également être favorisé par des moyens orientaux et collectifs. … L’ascension de la Chine n’est pas simplement un événement économique. C’est également un événement culturel. L’idéal d’un collectif harmonieux pourrait bien se révéler aussi attirant que l’idéal du rêve américain. C’est certainement une idéologie utile pour des autocrates ambitieux.” International Herald Tribune, 13 août 2008

Há 30 anos 1979 começavam as reformas na China! capitalismo de estado na china de Deng Xiaoping pcc china potência do século xxi

18/12/2008

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http://www.lesechos.fr/info/inter/4810275-la-chine-celebre-trente-ans-de-reformes.htm

http://www.noticias24.com/actualidad/noticia/21634/china-30-anos-de-apertura-economica-en-medio-de-la-crisis-global-video/=

http://www.elpais.com/articulo/internacional/crisis/amenaza/reformas/China/elppgl/20081218elpepiint_1/Tes

http://www.lefigaro.fr/international/2008/12/19/01003-20081219ARTFIG00394-hu-jintao-celebre-trente-ans-de-reformes-.php

Superbill supernotes Mais sobre as super notas falsas The Secret of America’s Counterfeit super bills dollars 100-Dollar Notes Supernotes dólar falsificado super notes de 100 dólares

05/09/2008

http://www.korea-is-one.org/spip.php?article2796

Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung, Germany
The Secret of America’s Counterfeit ’Supernotes’
“America’s accusations against North Korea are on very shaky ground … A rumor has circulated for years among representatives of the security printing industry and counterfeiting investigators that it is the American CIA that prints the Supernotes at a secret printing facility.”

By Klaus W. Bender [1]

Translated By Armin Broeggelwirth

For the international police authority Interpol, the case is of the highest priority. For nearly 20 years and in great quantities, counterfeit 100-Dollar-Notes of impeccable quality have been in circulation. Interpol has been looking to find the source of the notes, but so far has been unable to identify it.

In March 2005, Interpol issued a so-called “orange notice.” With an “orange notice,” Interpol member countries are notified of a special threat situation. At the end of July 2006, Interpol hosted a crisis conference for central banks, police investigators and members of the high security printing industry over the Supernotes.

The Americans believe they know the perpetrators: the communist dictatorship of North Korea, archenemy of the United States. But at the end of the one-day conference, doubts emerged about this accusation. Worse still: A rumor emerged that the Americans themselves could be behind the forgeries.

Diplomats with wads of cash in their luggage

Since the first counterfeit 100-Dollar-Federal-Reserve-Note was discovered at a bank in Manila, Philippines in 1989, there has been great excitement about the issue. Even experts on currency printing have been unable, using visual inspection and touch-testing – the most important tests of authenticity for average citizens – to differentiate the counterfeit 100-Dollar-Notes from the genuine ones. With respect, investigators therefore baptized the forged notes as Supernotes.

At that time (1989), several countries were suspected, including the Iranian Mullahs, Syria, Lebanon’s Hezbullah, and also the former East Germany. Washington doesn’t like to be reminded of this, because today it is convinced that it must be North Korea

Possible evidence of this is that North Korean diplomats and businessmen with diplomatic passports have been intercepted over the years with huge bundles of Supernotes in their luggage. In addition, North Korean defectors have spoken of a state-directed counterfeit money operation. But the reliability of these statements is open to question.

Self-censorship of the U.S. media

Principal witness for this version is a former North Korean economic attaché to Moscow, who in 1998 was caught with $30,000 of Supernotes in the Russian city of Vladivostok. In 2003 he defected to the West and reported that the counterfeiting operation was run for the benefit of Dictator Kim Jong-il’s private wallet, and that he was personally involved and responsible for the production of the Supernotes.

Since that time, people in Washington have believed that Kim Jong-il not only finances his French Cognac and his missile and nuclear weapons program with Supernotes, but that the forgeries are all that keeps his entire bankrupt economic system from collapsing. America claims to know that Supernotes valued at $250 million are printed in North Korea and brought into circulation every year. Doubts about this are not permitted; the entire American media landscape has self-censored itself over this explosive topic.

Made with cotton from the American South

The printing of bank notes is an extremely complex technical venture. It is hard for the layperson to imagine the expertise required to produce counterfeit money of the quality of the Supernotes. The banknote paper used for the Supernotes is produced on a so-called Fourdrinier papermaking machine and consists of 75 percent cotton and 25 percent linen. Only the Americans make their currency in this manner.

On the Supernotes, neither super-thin polyester security film with the microprint “USA 100” nor the graduated watermarks are missing. For this, the counterfeiters would require at least one papermaking machine. In addition, a chemical and physical analysis of the paper proves that the cotton used in the Supernotes originated in America’s Southern States. To be sure, this cotton is freely available on the open market.

First conterfeits with intaglio (raised) print

Other than the Nazi counterfeit operation of the British Pound note during World War II, in the long history of currency counterfeiting the Supernote is the first ever produced using Intaglio printing . The Supernotes have a perfectly perceptible Intaglio raised print. Therefore, to print such Supernotes, one requires an Intaglio printing press, which is manufactured only by KBA Giori (former DLR Giori) in Wuerzburg, Germany , which the American Federal Reverse and the Bureau of Engraving and Printing have used for years to print the dollar.

These special printing machines are not available on the open market. Even the resale of such a machine is reported to Interpol as a matter of routine. In the 1970s, North Korea did possess a standard printing press from the last century, which was indeed manufactured by KBA in Wuerzburg, Germany. But experts say that such a printer would be unable to produce a Supernote without additional equipment. And because of a lack of spare parts, North Korea’s printer has been out of order for some time. Today, China is likely printing the currency for its neighbor.

Security inks from highly secure factories

Charges that North Korea secretly procured a modern printing press from KBA Giori during the 1990s are an invention. Pyongyang has been trying to buy new printing presses in Europe, but so far has had no success – if only because it never paid in full for its old standard press.

Forensic analysis by a criminal laboratory shows that the security inks used for the Supernotes are identical to those used in genuine notes. That applies even to the expensive OVI color-changing ink, which alters its appearance depending upon angle of the incidence of light; the dollar changes from bronze-green to black.

The top-secret OVI ink is produced exclusively by Sicpa of Lausanne, Switzerland . The exclusive inks used by the Federal Reserve are mixed by the American licensee in high-security factories in the United States. This applies to all security inks used in U.S. dollars.

It however cannot be discounted that despite strict controls on the production process, small quantities of these special inks could have been stolen. But it’s interesting to ask how the quantities needed for mass production could have gone unnoticed and how the material could have been smuggled across strongly-guarded national borders. It is however true that North Korea was once a customer of Sicpa.

Whether Supernotes are printed with genuine inks is easily verified by Sicpa. A secret tagging system allows the backward-tracing of the security ink to the exact production date. Sicpa has refused comment because America is its largest customer.

Pyongyang connection

Another peculiarity concerning dollar notes that emerged starting in 1996 is that every variation implemented by the Fed in the printing of the dollar has been immediately replicated by the counterfeiters. At present, no less than 19 different plates for the Supernotes have been identified, and they are absolutely perfect. Micro-printing sized at only 1/42,000 of an inch are hidden on the new notes, and under a magnifying glass the Supernotes show no deviation from the original. Where ever did the counterfeiters find such specialists?

Washington’s thesis of a “Pyongyang Connection” and “economic warfare against America” are not widely believed. Strangely, although the counterfeiters have mastered the technology of the infrared sensitive security inks used on the new Supernotes, the notes are produced in such way that automated currency test systems recognize them immediately as forgeries. In America, the Supernotes have little chance of going undetected. Also suspicious is the fact that the 50-Dollar Supernote, which is even more finely crafted that the 100-Dollar Supernote, is not being circulated by the forgers, even though this denomination is far more widely used by the general public and often goes untested.

A failed investment; the printing press

If the North Koreans sought economic advantage by counterfeiting Supernotes, then the enterprise must be considered a classic bad investment. According to data from the American secret service, which is responsible for dealing with the counterfeiting of currency, only $50 million worth of Supernotes have been confiscated in the 17 years of their existence. But Kim Jong-il couldn’t even buy one of the printing presses he would need for less then $50 million.

Neither can counterfeit currency investigators in Europe confirm that the Supernotes come primarily from East Asia. In Europe, these counterfeit notes are routinely removed from circulation after automated inspection by banks. The Supernotes are thought to originate mostly in the Middle East, East Africa and also Russia.

From these countries, it is assumed, the false bank notes could have reached North Korea in the course of weapons sales. Japan previously maintained the most intense economic relations with North Korea. But over the years, Japanese police have never been able to confirm an increase in the circulation of the Supernotes. Just the opposite is true, in fact.

Secret CIA printing facility

South Korean police have stated that indeed, on several occasions in Seoul, considerable quantities of counterfeit dollar notes have been found in the possession of people from Shenyang and Dadong, Chinese cities near the North Korean border. But according to the South Korea police, the last time they detained a North Korean diplomat carrying large quantities of Supernotes occurred many years ago.

America’s accusations against North Korea are therefore on very shaky ground. And now the pendulum swings back: A rumor has circulated for years among representatives of the security printing industry and counterfeiting investigators that it is the American CIA that prints the Supernotes at a secret printing facility. It is in this facility, thought to be in a city north of Washington D.C., where the printing presses needed to produce the Supernotes is said to be located.

The CIA could use the Supernotes to fund covert operations in international crisis zones, and such funds would not be subject to any control by the American Congress. One could comfortably lay the blame for the counterfeit money operation at the feet of Pyongyang’s arch enemy.

Supposedly ’indiscutable evidence’

For a decade and a half, the Supernotes were of interest only to counterfeit money investigators. But by officially accusing Pyongyang for the first time, President George W. Bush made the issue a cornerstone of his policy on the Korean Peninsula. Washington allegedly has “indisputable evidence,” but has refused to disclose it for security reasons.

Such a publication is long overdue. Otherwise the public could see parallels to the events that lead to the Iraq War in 2003. At the time, the Americans spoke of “indisputable evidence” that Iraq was in possession of weapons of mass destruction to justify their invasion. Afterwards, they had to admit that their “indisputable evidence” was wrong.

(Germany – Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung, January 8, 2006)

do orkut.. cara de pau que nega as atrocidades do comunismo russo e chinês.

15/04/2008

“””””””LIVRO QUE DIZ COMBATER PROPAGANDA IDEOLÓGICA ENGANOSA,, ACABA POR FAZER EXATAMENTE ISTO..

O livro apresenta os diversos modos de utilização da propaganda para influenciação das massas, como publicidade comercial, propaganda eleitoral, propaganda ideológica, seguido de exemplos. É nestes últimos que a coisa fica interessante. Os exemplos sempre satanizam o capitalismo e enaltecem o socialismo e o comunismo. Em um primeiro instante, em meu ceticismo, achei que fosse uma pegadinha – Esse cara quer dar uma espécie de lição nos leitores afobadinhos, logo ele revela que usou da manipulação no próprio texto. Li até o final e vi que o cara estava falando sério. Exemplos dos exemplos:

“A contrapropaganda também atua sobre o temor[…]
Nos países do “bloco ocidental”, inclusive o Brasil, ainda se repete a técnicas
que vem sendo posta em prática há anos de divulgar notícias de atrocidades
cometidas na União Soviética, China, Cuba, Nicarágua, e países africanos.
Fala-se em crianças e mulheres fuziladas, homens cruelmente torturados,
degolados e queimados.[…]
“[…]A contrapropaganda dos defensores do sistema capitalista procura neutralizar as idéias socialistas difundindo, dramaticamente e com estardalhaço, notícias sobre fugas de pessoas que viviam em países comunistas. O objetivo desse procedimento é o de sugerir que não deve ser bom aquele regime, se a pessoas que nele vivem querem fugir de lá.
Os fatos que se contrapõem às idéias da propaganda adversária costumam ser totalmente forjados.

 

“No plano cultural, da mesma forma, a situação reflete a realidade econômica, sendo mínimas as possibilidades de acesso aos produtos culturais para qualquer
trabalhador. Poucos podem estudar em escolas além de determinado grau, não
têm condições de adquirir livros, discos ou quadros, nem de freqüentar
concertos, cinema ou teatro. Por outro lado, o espaço dos patrões, dos capitalistas, é bem mais amplo. Eles são os proprietários dos meios de produção: as terras, máquinas, ferramentas.”
“Outra forma de manipulação é realizada pelo maior ou menor destaque que se
dá à notícia. A página em que é colocada, a dimensão do texto, o título, o maior ou menor número de pormenores contidos na descrição permitem dar aos fatos um outro significado. As greves organizadas pelos sindicatos operários, por exemplo, que têm uma enorme repercussão econômica e política, geralmente
são tratadas pela grande imprensa como um simples fato acidental sem maior
significação. O Estado de S. Paulo, por exemplo, menciona-as em pequenos
espaços nas páginas de economia, ao lado de outras informações, como
posição de preços no mercado, cotações de bolsa, dando a impressão de um
simples fenômeno corriqueiro sem maiores conseqüências.
Há também a interpretação das informações, geralmente realizada dentro de
uma linha preestabelecida pela direção do jornal, que é determinada pelos
interesses ali defendidos.”

Isto que segundo uma breve sinopse “Este livro foi publicado em versão Gutemberg pela Editora Brasiliense sob o título O Que é Propaganda Ideológica. Tenta esclarecer como a propaganda é utilizada em uma sociedade, suas bases sociais e ideológicas e as principais técnicas empregadas.
RocketEditon©: 14 de agosto de 1999 – Reprodução autorizada”

A eterna frase de Lenin: “xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz”, explica toda a mentalidade esquerdista.
“””””””””

É do início ao fim, e acho absurdo tanta propaganda ideológica dissimulada num livro que se propõe a analisar os modos de empreender uma propaganda ideológica, e não encapsular propaganda na explicação.

“Geralmente surgem, no seio das classes dominadas, alguns indivíduos que,
apesar de toda a censura e manipulação dos meios de comunicação,
conseguem perceber melhor certos aspectos da realidade e procuram
transmitir sua compreensão aos demais, conscientizando-os. É o caso dos
líderes operários, estudantes, religiosos e intelectuais.” (o termo “operários” aparece constantemente nas mais diversas situações em oposição aos termos capitalistas, empresários, patrões, etc)

TUDO SOBRE A CHINA COMUNISTA!

12/11/2007

http://www.blog.gonsales.tv/ 

 www.ninecommentaries.com