Posts Tagged ‘casamento gay’

O Lula Petismo Socialismo e a destruição planejada da Família

16/09/2013

Jair Bolsonaro detona defensor da imoralidade no Congresso Nacional

04/05/2013

Mulher criada por homossexuais pede que governo proteja verdadeiro matrimônio

01/05/2013

 

Uma mulher canadense que foi criada em família homossexual se dedica agora a auxiliar outras pessoas que atravessam a mesma situação e a pedir aos governos do mundo que protejam o matrimônio entre homem e mulher.

Segundo informa ForumLibertas.ogr, Dawn Stefanowicz vive em Ontario, Canadá, com seu marido de toda a vida e seus dois filhos, aos que educou em casa. Atualmente prepara sua autobiografia e desenvolve um ministério especial desde o sítio web (em inglês)http://www.dawnstefanowicz.org/:

ASSISTA O VIDEO (EM INGLÊS)

Brinda ajuda a outras pessoas que como ela cresceram a cargo de um pai homossexual e foram expostas a este estilo de vida.

Stefanowicz explica no sítio web “como em sua infância esteve exposta a intercâmbios de parelhas gays, jogos nudistas e falta de afirmação em sua feminindade, como lhe feriu o estilo de vida em que cresceu, e oferece ajuda, conselho e informação para outras pessoas que cresceram feridas em torno da ‘família’ gay, um estilo de ‘família’ que ela não deseja a ninguém e que crê que as leis não deveriam apoiar”.

Seu testemunho: 

Em seu relato, Stefanowicz explica que devido a uma enfermidade grave de sua mãe teve de ficar ao cuidado de seu pai homossexual quando ainda era uma criança. “Estive exposta um alto risco de enfermidades de transmissão sexual devido ao abuso sexual, aos comportamentos de alto risco de meu pai e a numerosas parelhas”, relata.

“Incluso quando meu pai estava no que pareciam relações monogâmicas, continuava fazendo ‘cruising’ buscando sexo anônimo. Cheguei a me preocupar profundamente, a amar e entender com compaixão meu pai. Compartilhava comigo o que lamentava da vida. Infelizmente, quando crianças uns adultos abusaram sexual e fisicamente dele. Devido a isto, vivei com depressão, problemas de controle, estalidos de raiva, tendências suicidas e compulsão sexual. Tentava satisfazes sua necessidade pelo afeto de seu pai, por sua afirmação e atenção, com relações promíscuas e transitórias. As (ex) parelhas de meu pai, com os que tratei e cheguei a apreciar com sentimentos profundos, viram suas vidas drasticamente encurtadas pela AIDS e pelo suicídio. Tristemente, meu pai morreu de AIDS em 1991”, recorda.

Segundo Stefanowicz, as “experiências pessoais, profissionais e sociais com meu pai não me ensinaram o respeito pela moralidade, pela autoridade, pelo matrimônio e pelo amor paterno. Me sentia temerosamente silenciada porque meu pai não me permitia falar dele, seus companheiros de casa, seu estilo de vida e seus encontros nessa subcultura. Enquanto vivi em casa, tive que viver segundo suas regras”.

“Sim, amava meu pai. Mas me sentia abandonada e desprezada porque meu pai me deixava sozinha para ficar vários dias com seus parceiros. Suas parelhas realmente não se interessavam por mim. Fui machucada por maltrato doméstico homossexual, as tentativas sexuais com menores e a perdida de parelhas sexuais como se as pessoas fossem só coisas para se usar. Busquei consolo, busquei o amor de meu pai em diversos namorados a partir dos 12 anos”, sustenta.

Stefanowicz recorda que “desde cedo, me expôs a conversas sexualmente explícitas, estilos de vida hedonistas, subculturas GLBT e lugares de férias gay. O sexo me parecia gratuito quando crianças. Me expus a manifestações de sexualidade de todo tipo inclusive sexo em casas de banho, travestismo, sodomia, pornografia, nudismo gay, lesbianismo, bissexualidade, voyeurismo e exibicionismo. Se aludi ao sadomasoquismo e se mostravam alguns aspectos. As drogas e o álcool contribuiam a baixar as inibições nas relações de meu pai”.

“Meu pai apreciava o vestir unisex, os aspectos de gênero neutro, e o intercâmbio de roupas quando tive 8 anos. Eu não via o valor das diferenças biologicamente complementárias entre homem e mulher. Nem pensava acerca do matrimônio. Fiz votos de não ter nunca filhos, porque não cresci em um ambiente seguro, sacrificial, centrado nas crianças”, assinala.

As consequências: 

“Mais de duas décadas de exposição direta a estas experiências estressantes me causaram insegurança, depressão, pensamentos suicidas, medo, ansiedade, baixa autoestima, insônia e confusão sexual. Minha consciência e minha inocência foram seriamente danificadas. Fui testemunha de que todos os outros membros da família também sofriam”, sustenta Stefanowicz.

Ela assegura que só depois de ter tomado as decisões mais importantes de sua vida, começou a dar-se conta de como a tinha afetado crescer neste ambiente.

“Minha cura implicou em mirar de frente a realidade, aceitar as consequências a longo prazo e oferecer perdão. Podem imaginar ser forçados a aceitar relações instáveis e práticas sexuais diversas desde muito pequena e como afetou meu desenvolvimento? Infelizmente, até que meu pai, suas parelhas sexuais e minha mãe morreram, não pude falar publicamente de minhas experiências”, explica.

“Afinal, as crianças serão as vítimas reais e os perdedores do matrimônio legal do mesmo sexo. Que esperança posso oferecer a crianças inocentes sem voz? Governos e juizes devem defender o matrimônio entre homem e mulher e excluir todos os outros, pelo bem de nossas crianças”, conclui.

Fonte: CBN.com /

Site da Stefanowicz http://www.dawnstefanowicz.org/

Pastora Damares Alves denuncia A Sujeira da Política GLBT

28/04/2013

Povo nas ruas em Paris contra o casamento gay e a adoção por gays

13/01/2013

http://www.lefigaro.fr/actualite-france/2013/01/13/01016-20130113LIVWWW00076-manifestation-mariage-gay.php

Pérolas da Grande Imprensa Comunista:

15/10/2012
Falha de S. Paulo consegue mais uma vez se superar:
Hoje, dia do Professor, diz o Pasquim do Frias, na primeira página, que o Uruguai é um país avançado porque vai liberar o casamento gay, o aborto e a maconha.

Enquanto os padres só falam em injustiça social e fome nas missas:

19/08/2012

Conheça Maria Berenice Dias, a feminista que quer destruir a família cristã brasileira

Ex-desembargadora é a presidente da Comissão da OAB que propõe as mudanças na lei  para transformar o país numa nação onde os gays mandam; saiba como ela pensa e sua estratégia:

http://www.feemjesus.com.br/post/conheca-maria-berenice-dias-a-feminista-que-quer-destruir-a-familia-crista-brasileira-606

São do ano de 1997 as primeiras palestras sobre o tema da família gay da feminista, advogada e ex-desembargadora gaúcha, Maria Berenice Dias, a mulher que está à frente da maior articulação já feita no Brasil a fim de mudar a estrutura da família brasileira. Ninguém foi tão longe na proposição de um novo modelo de leis que privilegiasse tanto os homossexuais quanto ela e seus colaboradores espalhados Brasil afora.

Maria Berenice Dias é presidente da Comissão Especial de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) com carta branca da entidade para agir em todas as esferas do Poder. Saíram da Comissão chefiada por ela o Estatuto Gay e o anteprojeto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que torna crime a conduta homofóbica, além de garantir todos os direitos possíveis ao matrimônio entre pessoas do mesmo sexo, o que transforma o Brasil na maior nação gay do planeta.

Depois de coordenar as propostas de mudanças em diversas leis do país e na maior delas, a Constituição Federal, Berenice Dias apresentou as medidas estudadas no Congresso Nacional no ano passado e agora empenha-se em recolher assinaturas de apoio ao Estatuto Gay na Internet. O apelo na petição pública deixa claro o objetivo do movimento homossexual no Brasil: “depois do julgamento do STF, que reconheceu as uniões homoafetivas como entidade familiar, é preciso que todos os direitos sejam positivados. Também é indispensável a criminalização da homofobia e a adoção de políticas públicas para coibir a discriminação”.

É para isso que trabalha a sra. Maria Berenice Dias desde 1997, ano dos seus primeiros discursos na direção da Nova Ordem Gay no Brasil. Numa simples análise deles, é possível ter um resumo do pensamento do movimento homossexual em ascensão no Brasil. Em linhas gerais, ele é o seguinte:

1) A família tradicional, com pai e mãe heterossexuais, precisa ser substituída por outra, em que prevalece a “afetividade” não importando se ela é formada por casais do mesmo sexo. Ao contrário, são os casais gays que garantirão o fim do modelo de família em que o pai hetero “abusa dos filhos e bate na esposa”. O problema é que os abusadores e a violência doméstica estão longe de ser exclusividade do casamento heterossexual, como sugerem os ativistas homossexuais. Eles podem ocorrer em qualquer família, muito mais nas uniões gays. Nos Estados Unidos, por exemplo, pesquisas mostram fartamente que boa parte da violência contra os gays ocorre dentro de casa e não fora dela. A homofobia, portanto, é conduta dos próprios homossexuais

2) Além de subverter a família cristã, o mesmo que derrubar a base da sociedade brasileira, Maria Berenice Dias quer dar garantias excepcionais aos gays. Mas para isso acontecer, é preciso coibir qualquer manifestação contrária ao comportamento deles, por quem quer que seja. Nessa linha, devem ser silenciados os jornalistas cristãos, padres, pastores ou qualquer cidadão com acesso a jornais e emissoras de TV. Ao introduzir o crime de ódio na sociedade brasileira, em nome da defesa dos gays, suprime-se as liberdades de pensamento, de religião, de expressão, etc. É por isso que a sra. Maria Berenice Dias milita tanto pela criminalização da homofobia. Além de ir alterando a família com as recentes conquistas pró-união gay, a estratégia é silenciar qualquer opositor da conduta homossexual, dentro ou fora das Igrejas. Em paralelo a isso está a doutrinação de crianças nas escolas. Quanto mais distantes dos princípios de Deus e da Igreja, mais fácil será levá-las a considerar normal a sodomia, o casamento entre pessoas do mesmo sexo, o próprio sexo antes da puberdade e outras aberrações que virão em consequência do desmoronamento da família cristã.

Lula chega a 96% de avaliação positiva mas os

29/09/2010

4 por cento restante vão levar a eleição para o segundo turno. 
Lula – Ontem e Hoje

Antes, ele era contra o “assistencialismo”, criticando o governo FHC, como continua até hoje, esquecendo que herdou um país no caminho do crescimento; hoje, com uma popularidade de mais de 84%, lembrem-se que Hitler detinha mais de 90% de aprovação, canta de pai dos Programas “Bolsa”.

Mas, minha consternação principal é o fato de vivermos no século XXI, mas a realidade leva-nos à Velha República, onde um antigo sistema prevalecia e sobrevive até hoje, o coronelismo e sua prática mais forte, o voto de cabresto.

O governo FHC implantou em todo o Brasil o programa Bolsa Escola, de transferência de renda a famílias pobres, a partir das experiências inovadoras do PSDB na cidade de Campinas, no interior de São Paulo, e de Cristóvam Buarque, em Brasília.
A ideia inovadora do Bolsa Escola foi vincular o benefício em dinheiro dado às famílias pobres ao compromisso das famílias de manter as crianças na escola e frequentar o posto de saúde para vacinação e acompanhamento pré-natal.
O governo Lula juntou o Bolsa Escola, o Auxílio Gás e o Bolsa Alimentação (estes também integrantes da Rede de Proteção Social criada por FHC) e criou o Bolsa Família, que é hoje o terceiro maior programa de transferência de renda do País.
Fatos
. Apenas com os programas Bolsa Escola, Bolsa Alimentação e Auxílio Gás, o governo FHC beneficiou 5 milhões de famílias.
. Com o Bolsa Família, o governo Lula acrescentou 7 milhões de novas famílias a esse contingente, num cenário favorecido pela manutenção da estabilidade econômica conquistada no governo FHC.
Fontes

Rede de Proteção Social

FH deu bolsa a 5 milhões e Lula a 7 milhões

Entenda o Programa Nacional de Direitos Humanos

Texto tem pontos polêmicos que causaram crise entre ministros, militares e setores civis

Do R7
O terceiro Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH), proposto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, causou uma crise entre ministros, reações dos militares e críticas da sociedade civil. O texto, aprovado pelo presidente dias antes do Natal, ainda precisa ser encaminhado para análise e aprovação do Congresso. Só depois da aprovação no Congresso é que os projetos se tornam leis.

Confira também

No entanto, as propostas não devem ser aprovadas ainda este ano, quando o projeto do pré-sal deve ter prioridade e as atividades parlamentares vão ficar “empacadas” por causa das eleições de outubro. Entenda alguns pontos polêmicos do programa:
Comissão Nacional da Verdade – ponto mais polêmico do PNDH, é criticado por militares. A Comissão Nacional da Verdade tem como objetivo investigar a violação dos direitos humanos na época da ditadura militar. Nas investigações, uma comissão especial vai poder pedir documentos públicos e privados que ajudem a identificar torturadores e vítimas da ditadura. Militares também poderão ser interrogados sobre casos de violação dos Direitos Humanos na época da ditadura militar.
Aborto – o texto apoia a aprovação do projeto de lei para descriminalizar o aborto e é criticado pela igreja. O projeto afirma que as mulheres têm “autonomia” sobre seus corpos para decidir sobre o aborto. Além disso, o texto recomenda que o Congresso altere o Código Penal, descriminalizando a prática do aborto.
União civil entre pessoas do mesmo sexo – outro ponto de divergência entre o governo e a igreja. Prevê o reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo, sugerindo que o Congresso altere a legislação. O PNDH também propõe que casais do mesmo sexo ganhem o direito à adoção.
Reintegração de posse – principal ponto de divergência entre o governo e os ruralistas, a proposta foi criticada pelo ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, que afirmou que o programa é “preconceituoso” com a agricultura comercial. O texto prevê mudanças na lei para dificultar a desocupação de terras invadidas. O projeto sugere a criação de uma câmara de conciliação para mediar o conflito antes da concessão de liminar ou de reintegração de posse, no caso de invasão de propriedade. Na prática isso significa que fica mais difícil tirar invasores de terra.
Rádio e televisão – o texto prevê que emissoras de rádio e televisão podem ter suas concessões cassadas caso transmitam programas que violem os Direitos Humanos. O projeto também cria uma espécie de ranking nacional dos veículos comprometidos e daqueles que violam os Direitos Humanos.

http://www.youtube.com/watch?v=2F-RiYkHF1M&feature=related

Humoristas protestam contra censura a piadas com políticos

Lei Eleitoral prevê multa de até R$ 100 mil a programas que ‘degradem ou ridicularizem candidato, partido político ou coligação’

22 de agosto de 2010 | 18h 49Patrícia Villalba – O Estado de S. Paulo
RIO – Algumas das figuras mais engraçadas da TV e dos palcos de teatro se concentraram no domingo, 22, à tarde em frente ao Copacabana Palace, no Rio, para protestar contra a censura ao humor. “Os humoristas não podem fazer rir, mas os políticos podem fazer chorar”, dizia um dos cartazes do ato, que reuniu nomes como Bruno Mazzeo, Maria Clara Gueiros, Marcelo Madureira, Sérgio Malandro, Sabrina Sato, Claudio Manoel, Helio de La Peña e Nelson de Freitas, entre outros, além de muitos curiosos, responsáveis por providencial agito em busca de autógrafos e fotos.
Certo de que nunca é tarde para empunhar o megafone, o movimento Humor Sem Censura cobra uma revisão do trecho da Lei Eleitoral (9.504) que prevê aplicação de multas de até R$ 100 mil a programas que usem “trucagem, montagem ou outro recurso de áudio ou vídeo que, de qualquer forma, degradem ou ridicularizem candidato, partido político ou coligação”.
O texto é de 1997,e a iniciativa de trazê-lo a discussão é do humorista Fábio Porchat, redator de humorísticos da Globo e integrante do grupo Comédia em Pé. “Em 1997, eu tinha 13 anos e ia ser muito difícil eu organizar uma coisa como essa”, explica Porchat, com galhofa. “Só agora que faço parte da nova geração de humor, que está na internet, na TV e no rádio é que podemos nos organizar para fazer esse protesto. A lei só tomou luz agora porque só agora é que temos tantos programas de humor tão contundentes em relação à política.”
Porchat se refere a programas como CQC (Band) e Pânico (Rede TV!), que frequentam os corredores de Brasília à caça de alvos para piadas. Da geração anterior à dos jovens humoristas, Hélio De La Peña, diz que o Casseta & Planeta (Globo) teve de queimar os miolos para falar não esbarrar na Lei Eleitoral. “A gente inventa, para tratar do milagre sem tratar do santo”, explicou.
Seguidos por um pequeno grupo de simpatizantes, cabos eleitorais de candidatos com senso de oportunidade e um batalhão de repórteres, os humoristas seguiram pela orla de Copacabana em direção ao Leme, num percurso, digamos, simbólico. “Os comediantes finalmente estão na primeira divisão e estão sendo bem tratados e reconhecidos. Nada mais justo do que rever uma lei que vai totalmente contra a democracia e nos atinge em cheio”, resumiu o ator Lúcio Mauro Filho, o Tuco do seriado A Grande Família, da Globo.

Bispos católicos apoiam comunismo de Lula e fazem vistas grossas ao Casamento Gay

10/07/2010

Maioria dos brasileiros se opõe à adoção homossexual apesar de decisão do Supremo Tribunal Federal.

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina SÃO PAULO, Brasil, 15 de junho de 2010 (Notícias Pró-Família) —

A maioria dos brasileiros se opõe à adoção gay, de acordo com uma pesquisa de opinião pública divulgada neste mês, apesar de uma recente decisão do Supremo Tribunal permitindo que uma dupla homossexual adotasse uma criança. Os resultados da pesquisa indicam que 51% dos brasileiros se opõem à adoção gay, enquanto só 39% a favorecem. A pesquisa consistiu de entrevistas com 2.660 pessoas em todo o Brasil, e tem uma margem de erro de mais ou menos 2%.

Apesar de que a Igreja Católica condena fortemente a conduta homossexual e se opõe à adoção gay, os católicos mostraram probabilidade muito maior de apoiar a prática do que os evangélicos.

O resultado provavelmente reflete as inclinações socialistas dos bispos católicos do Brasil, os quais tendem a apoiar o governo de tendência esquerdista do Presidente Luís Inácio Lula da Silva e eliminar a importância da moralidade pessoal em favor da ideologia política.

Embora só 47% dos católicos se oponham à adoção gay, 41% estavam a favor, de acordo com a pesquisa. Entre os evangélicos, 71% se mostraram contra, enquanto só 22% eram favoráveis. Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, confessou para a Folha de S. Paulo que “precisaremos de muitas paradas e marchas para convencer a população de que somos cidadãos que merecem o direito à paternidade e maternidade”.

Contudo, ele considera os números da pesquisa como “notícia muito boa”, pois representam, diante de atitudes passadas, uma melhoria em favor do movimento homossexual.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

A moda de casamento gay já chegou à África

20/03/2009

Essa vem do El Pais de madrid.
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“No sólo la Iglesia católica es contraria al matrimonio entre personas del mismo sexo. La anglicana, al menos en África, también se muestra contraria. A las amenazas de un cisma por el ordenamiento de un obispo gay, el prelado de Nigeria Peter Akinola ha añadido una amenaza mucho más general.
En una carta enviada a los parlamentarios en la que pide que se ilegalice la posibilidad de que los gays y lesbianas se casen, Akinola añade que quienes asistan a una de estas ceremonias -aunque sean simbólicas- sean castigados con un año de cárcel. Los contrayentes deberán pasar cinco años en prisión, según el obispo. “El mismo matrimonio homosexual, aparte de ser impío, es antibíblico, poco natural, no rentable, malsano, incultural y antinigeriano. Esto es una perversión, una desviación y una aberración que es capaz de engendrar el holocausto moral y social en este país”, dice la carta del obispo.”