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JAIR BOLSONARO FALA NA CARA DO MINISTRO ALEXANDRE PADILHA – PERGUNTAS QUE NÃO QUEREM CALAR

20/12/2013

Na foto falta tanta gente que se omitiu….. e podia não ter se omitido

18/12/2013

Excelente notícia pra fechar 2013 com chave de ouro:

O PLC 122/06 voltou para o lugar de onde nunca deveria ter saído: A LATA DO LIXO!!! Essa batalha foi vencida, mas a guerra ainda continuará e se arrastará por um longo tempo.

Fiquemos em estado de alerta redobrado, pois uma reação da militância gaysista é mais do que previsível; é certa!!!

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Sobretudo, não devemos esquecer que os nossos maiores inimigos não são os fantoches Marta Suplicy, Jean Wyllys, Antônio Paim, Chico Alencar e equivalentes, mas sim as poderosas organizações internacionais como ONU, UNESCO, MacArthur Foundation, Fundação Rockefeller, Ford Foundation e outras forças que querem a todo custo a instauração de uma nova ordem mundial.

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A Universidade

05/12/2013

Introdução

 Destroços de universidade é o que restará se esta não se adaptar à globalização neste início do 2o milênio de sua existência?

Mas é possível remodelar a universidade sem descaracterizá-la, sem desviá-la de seus fundamentos, de seus princípios e de suas origens?

São estes fundamentos compatíveis com a globalização? É preciso rever esses fundamentos? Criar outra universidade? Não basta uma reforma? É preciso uma revolução?

A universidade está em crise porque abandonou seus princípios ou porque esses princípios não servem para o mundo de hoje?

Qual é o tamanho, o caráter e a causa da presente crise da universidade? A universidade tem futuro? Qual?

Cabe aos que estão chegando agora construírem uma nova ou reformarem a antiga universidade.

Mas o aluno chega com uma idéia deformada ou com idéia alguma do que seja, para que serve e a quem se destina a universidade.

Quando chega a entendê-la, já é hora de deixá-la.

Acaba por nada fazer por ela (quando não a prejudica) e por levar para o mercado de trabalho a mesma ideia que tinha quando chegou ou outra idéia também deformada da universidade.

O aluno deve ter consciência que ele não pode apenas passar por uma universidade. Ele tem que deixar sua marca, participar da vida universitária, construir uma universidade melhor. O aluno tem que retribuir a quem o está tornando melhor.

É conhecendo, já no primeiro dia de aula, a realidade da universidade e o seu papel nela, que o aluno poderá participar produtivamente da vida universitária. Permitir que o calouro tenha este conhecimento prévio é o propósito deste texto.

 

                      A Universidade e seu Mundo (1)

 

Ano 980 do nascimento de Nosso Senhor, Ducado de Bolonha,(2) tudo é cartelizado: cartel (3) (universitas) dos padeiros, dos sapateiros, dos artistas…..e:

 

-Vamos fazer uma universitas de estudantes! Vamos nos unir! Pagamos mestres-escolas para nos ensinar; administraremos tudo e impediremos que o PODER nos incomode, nos domine. Teremos liberdade de aprender, o que não ocorre nos mosteiros da Igreja.

-Para que? O mundo acaba daqui há 20 anos, no ano 1000, mas…, caso não acabar…., e se, no ano 2000, essa universitas estiver sendo sustentada por impostos pagos pelos camponeses pobres desse  ducado, teremos que ajudá-los, dar-lhes satisfação  do que fazemos e de como gastamos o dinheiro deles.

-Não! Interferências destroem qualquer universitas, precisamos de liberdade total (4); o saber não pode estar amarrado a nada e a ninguém!

-“Especialmente ao poder; sim, teremos uma luta eterna com ele. Mas quais serão nossos objetivos, princípios (5), meios?

 

 

Notas:

l-      universo= mundo, em latim.

2-                 Bolonha foi a sede da primeira universidade européia. A Itália só se unificaria em 1871.

3-                 As corporações de ofício eram chamadas de universitas.

4-                 Sim, o “dupli-pensar” já existia: um cartel pedindo liberdade!…

Princípios: tem, aqui, 2 sentidos:  o ético e a origem viciada da universidade no mundo estreito das corporações de ofício.

 

 

A Universidade Possível

– Nossos objetivos serão:

1- Produzir saber.

2- Transmitir o saber.

3- Formar o cidadão consciente.

4- Criar um centro de excelência que reflita criticamente sobre a                                              sociedade e seus problemas.

5- Propor soluções para os desafios da sociedade.

– Perfeito! Mas como a universidade ficará livre dos vícios que afligem a sociedade? Ficaremos em uma torre de vidro? Só alguém imune aos vícios e às limitações da sociedade poderia cumprir essa missão!

O que nos leva à segunda parte de sua pergunta: os nossos princípios. Estes exigirão de nós um desapego material, um amor pela verdade e pelo conhecimento como fins em si mesmo, ética e honestidade profissional incomuns.

– Mas quem vai avaliar isso? A quem responderemos se estamos sendo isso tudo ou não? Como corrigiremos erros ou desvios?

– Acredito que, com princípios tão elevados, será fácil identificar as “ovelhas negras”.

– Mas nossas propostas não serão sempre bem-vindas!  Vamos desgostar o poder político e o eclesiástico!

– Apresentaremos sugestões; cabe, à sociedade, discuti-las, acolhê-las, ou não.

– Com que meios vamos nos comunicar com a sociedade?

– Com ensino, pesquisa e prestação de serviços à comunidade.

 

 

A Universidade Aberta

 

 

Entre uma e outra crise financeira global, George Soros, o “judeu especulador e filantropo”, nos atendeu.

A censura permitiu-me qualificá-lo como judeu porque sabe que Soros tem orgulho de ser judeu e porque a verdade não foi feita para ser escondida; especialmente quando falamos de universidade, pois esta tem como função justamente a busca da verdade.

A própria forma  da conversa (via e-mail) já nos disse muito.

Soros é uma das maiores inteligências vivas, criou a Universidade da Europa Central, luta por uma <<sociedade aberta>>, e tem um profundo conhecimento da distância entre teoria e prática e entre universidade e sociedade.

“-A crise da universidade é conjuntural ou estrutural?”.

“-A universidade tem estado na vanguarda da tecnologia, incorporando rápido estas. 0 ensino fundamental é que está distante dos novos tempos. Na Europa está surgindo “uma universidade européia para um emprego europeu”, não havendo mais lugar para universidades nacionais. A globalização  da universidade e do saber é condição essencial  para se ter a sociedade aberta….”.

“-Mas!.. e os fundamentos?…O senhor diz que a teoria econômica aprendida na Universidade era oposta a o que viu no mundo real..”.

“-A ciência tradicional acredita em um conhecimento perfeito da realidade; eu não, porque sei que o nosso conhecimento modifica essa realidade. A noção de verdade tem que ser repensada; esta é a crise estrutural..”.

 

“As 7 pragas da universidade” (1)

-“A nossa universitas já tem mil anos e é a única corporação de ofício que sobreviveu. Mas a que preço? Abandono dos ideais?.. ou a universidade continua a mesma?”.

-“Deixando de lado aquelas o que são universidades, só no nome, ela continua a mesma onde sempre foi universidade. Sim, até hoje permanece vivo o ideal de um centro de excelência laico, livre de interferências econômicas e políticas, voltado para o saber e onde o espírito científico seja livre para se desenvolver”.

-“Mas ser dependente de governos e de empresas para sobreviver não compromete a autonomia universitária? Hoje são os governos que as criam por decreto, financiam-nas. E quando se busca dinheiro nas empresas, passa-se de um comprometimento a outro. As empresas querem estabelecer o currículo mais conveniente a elas!”.

-“Em países democráticos não há problema; ali elas são fortes e consolidadas e o governo pouco interfere”.

-“Fortes, mas burocratizadas, inchadas, obsoletas, ou seja, iguais a qualquer serviço público!”.

-“Ou privado. É um erro achar que a burocracia é um vírus ao qual o setor privado está imune. Prefiro lembrar que da universidade já saíram muitos antivírus contra esse e outros males da sociedade”.

-“Mas temos todos esses males: corrupção, autoritarismo, politicagem, ou seja, fracassamos!”.

“-Mas em que outro lugar se faz uma autocrítica dessas? Tente imaginar um mundo sem universidade! Quem mais contribuiu  mais que ela para a correção desses problemas?”.

“-A imprensa! E temos professores e alunos de carreira (aqueles que correm do emprego para a faculdade), temos fábricas de diplomas, faculdades de fins de semana, milhões de alunos nos cursos baratos do tipo “giz, lousa e só”. Tudo voltado para o lucro e não para o saber..”.

“-Nas falsas universidades..”.

“-E a opção pela quantidade? a massificação?.. No limite, a universidade, ficando acessível a todos, perde o seu significado como elite, como centro de excelência.. Não vejo como pensar a universidade sem exclusão, sem seleção”.

“-Quem seleciona é a vida. Transmitimos nossos ideais a um maior número possível de pessoas. Se conseguirão ou não construir um mundo melhor…”.

“-Este é o maior mal! Alunos fracos só atrapalham os bons a aprenderem. As boas universidades só são boas porque têm os melhores alunos, você sabe bem disto! A opção pela quantidade em prejuízo da qualidade transformou a universidade uma mera  grande-escola profissionalizante”.

“-Porque hoje a complexidade da tecnologia é tanta que exige para qualquer profissão, estudos demorados e caros.”.

“-Sim, mas com excessiva fragmentação do saber: começamos com 3 carreiras, agora são 77. 0  aluno sai da universidade ignorando 76 delas, com mínima experiência prática( ao contrário do que ocorria nas antigas universitas) e com mínima chance de obter emprego. Não sei o que ganhamos absorvendo todas as outras universitas!..”.

(1) O título é do prof. Rogerio C. de Cerqueira Leite, autor de “As 7 pragas da universidade brasileira”.

Quem disse que a Falha de S. Paulo não presta?

14/11/2013

11/03/2004 – 06h00

África escravizou 1 milhão de brancos, diz historiador

da Reuters, em Washington

Mais de 1 milhão de europeus foram escravizados por traficantes norte-africanos de escravos entre 1530 e 1780, uma época marcada por abundante pirataria costeira no Mediterrâneo e no Atlântico. A informação é do historiador americano Robert Davis, que falou sobre o assunto anteontem.

Segundo ele, embora o número seja pequeno perto do total de escravos africanos negros levados às Américas ao longo de 400 anos –entre 10 milhões e 12 milhões–, sua pesquisa mostra que o comércio de escravos brancos era maior do que se presume comumente e que exerceu um impacto significativo sobre a população branca da Europa.

”Uma das coisas que o público e muitos especialistas tendem a dar como certa é que a escravidão [na Idade Moderna] sempre foi de natureza racial –ou seja, que apenas os negros foram escravos. Mas não é verdade”, disse Davis, professor de história social italiana na Universidade Ohio State

“Ser escravizado era uma possibilidade muito real para qualquer pessoa que viajasse pelo Mediterrâneo ou que habitasse o litoral de países como Itália, França, Espanha ou Portugal, ou até mesmo países mais ao norte, como Reino Unido e Islândia.”

Piratas

Davis escreveu um livro sobre o tema, recém-lançado, chamado “Christian Slaves, Muslim Masters: White Slavery in the Mediterranean, the Barbary Coast, and Italy, 1500-1800” (escravos cristãos, senhores muçulmanos: a escravidão branca no Mediterrâneo, na costa Berbere e na Itália). Nele, o historiador calcula que entre 1 milhão e 1,25 milhão de europeus tenham sido capturados no período citado por piratas conhecidos como corsários e obrigados a trabalhar na África do Norte.

Os ataques dos piratas eram tão agressivos que cidades costeiras mediterrâneas inteiras foram abandonadas por seus moradores assustados.

“Boa parte do que se escreveu sobre o escravagismo dá a entender que não houve muitos escravos [europeus] e minimiza o impacto da escravidão sobre a Europa”, disse Davis em comunicado.

“A maioria dos relatos analisa apenas a escravidão em um só lugar, ou ao longo de um período de tempo curto. Mas, quando se olha para ela desde uma perspectiva mais ampla e ao longo de mais tempo, tornam-se claros o âmbito maciço dessa escravidão e a força de seu impacto.”

Remadores em galés

Partindo de cidades como Túnis e Argel, os piratas atacavam navios no Mediterrâneo e no Atlântico, além de povoados à beira-mar, para capturar homens, mulheres e crianças, disse o historiador.

Os escravos capturados nessas condições eram colocados para trabalhar em pedreiras, na construção pesada e como remadores nas galés dos piratas.

Para fazer suas estimativas, Davis recorreu a registros que indicam quantos escravos estavam em determinado local em determinada época.

Em seguida, estimou quantos escravos novos seriam necessários para substituir os antigos à medida que eles iam morrendo, fugindo ou sendo resgatados.

“Não é a melhor maneira de fazer estimativas sobre populações, mas, com os registros limitados dos quais dispomos, foi a única solução encontrada”, disse o historiador, cujos trabalhos anteriores exploraram as questões de gênero na Renascença.

PETIÇÃO PARA DIREÇÃO DE JORNALISMO DO SBT

10/11/2013

Apoie Rachel Sheherazade contra a ditadura do discurso único!

 

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192 pessoas já assinaram esta petição. Ajude-nos a conseguir 500assinaturas.

By Guilherme Ferreira · Belo Horizonte, Brasil · 10 nov 2013

A jornalista Rachel Sheherazade, apresentadora do telejornal SBT Brasil, está sendo perseguida por seus comentários durante o programa que apresenta. A jovem apresentadora ficou famosa por apresentar posicionamentos em rede nacional diferentes dos que estamos acostumados a ouvir: várias vezes criticou duramente o governo Dilma, o PT, posicionou-se contra o aborto e até mesmo exaltou a vinda do Papa Francisco ao Brasil, durante a Jornada Mundial da Juventude.

Agora, a intolerância dos “tolerantes” mostra mais uma vez suas armas: a jornalista está sendo alvo de duras críticas, e foi inclusive mencionada pelo ex-presidente Lula num almoço com a bancada do PTB. Lula disse que as opiniões da jovem jornalista “não tinham embasamento algum”, num claro descontentamento com as opiniões da jornalista. Além disso, diversas campanhas virtuais têm sido dirigidas contra a apresentadora, simplesmente porque ela discorda da opinião dominante vigente.

Mais uma vez, aqueles que se dizem tolerantes na verdade só toleram as opiniões que estão de acordo com o discurso único que cada vez mais toma conta dos meios de comunicação em nosso país. E como se não bastasse, discordâncias mínimas são suficientes para gerar uma onda de auto-vitimização que, na verdade, tem como fundamento o desejo de estabelecer um discurso único, sem nenhuma brecha para divergência de opiniões.

Por isso, peça ao SBT que não só mantenha a apresentadora no ar, mas que, se possível, amplie o tempo para seus comentários, que ajudam os brasileiros a perceberem os graves problemas existentes em nosso país, muitos deles causados diretamente pelos quase 12 anos de governo do PT.

Deve haver em nosso país um ambiente em que, na imprensa, na academia ou em qualquer outro contexto, os profissionais das diversas áreas possam manter debates honestos, nos quais cada lado possa sustentar seus princípios e opiniões sem medo de ser patrulhado. A presença de Rachel Sheherazade no SBT Brasil, ainda que alguém não concorde com todos os seus posicionamentos, contribui para a manutenção da ordem democrática em nosso país, a qual, infelizmente, tem sofrido ataques cada vez mais graves pela esquerda autoritária no poder.

Acontece hoje em São Paulo o lançamento do filme “Blood Money – Aborto Legalizado”

05/11/2013

O documentário de Kyle trata do funcionamento legal desta indústria nos Estados Unidos, mostrando “de que forma as estruturas médicas disputam e tratam sua clientela, os métodos aplicados pelas clínicas para realização do aborto e o destino do lixo hospitalar, entre outros temas, de forma muito realista”, conta Luís Eduardo Girão, diretor da Estação Luz Filmes, que adquiriu os direitos de distribuição no Brasil.

O filme também faz denúncias como a prática da eugenia e do controle da natalidade por meio do aborto e trata aspectos científicos e psicológicos relacionados ao tema, como o momento exato em que o feto é considerado um ser humano e se há ou não sequelas para a mulher submetida a este procedimento.

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“Blood Money – Aborto Legalizado” traz, ainda, depoimentos de médicos e outros profissionais da área, de pacientes, cientistas e da ativista de movimentos negros dos EUA, Alveda C. King, sobrinha do pacifista Martin Luther King, que também apresenta o documentário. Dra. Alveda é envolvida em discussões sobre o mecanismo de controle racial nos EUA – o maior número de abortos é realizado nas comunidades negras.

Após o lançamento em São Paulo, ocorrerá uma série de pré-estreias pelo país, passando por Rio de Janeiro (6/11), Goiânia (7/11), Brasília (8/11), Belém (9/11), Curitiba (11/11), Salvador (12/11), Recife (13/11) e Fortaleza (14/11).

No dia 15 de novembro a produção entra em cartaz em todo o país.