Posts Tagged ‘Brazil’

JAIR BOLSONARO FALA NA CARA DO MINISTRO ALEXANDRE PADILHA – PERGUNTAS QUE NÃO QUEREM CALAR

20/12/2013

Na foto falta tanta gente que se omitiu….. e podia não ter se omitido

18/12/2013

Excelente notícia pra fechar 2013 com chave de ouro:

O PLC 122/06 voltou para o lugar de onde nunca deveria ter saído: A LATA DO LIXO!!! Essa batalha foi vencida, mas a guerra ainda continuará e se arrastará por um longo tempo.

Fiquemos em estado de alerta redobrado, pois uma reação da militância gaysista é mais do que previsível; é certa!!!

1528552_554747891273977_786137095_n

Sobretudo, não devemos esquecer que os nossos maiores inimigos não são os fantoches Marta Suplicy, Jean Wyllys, Antônio Paim, Chico Alencar e equivalentes, mas sim as poderosas organizações internacionais como ONU, UNESCO, MacArthur Foundation, Fundação Rockefeller, Ford Foundation e outras forças que querem a todo custo a instauração de uma nova ordem mundial.

Videos recomendados: Senador Magno Malta: http://zip.net/bwlQTx Padre Paulo Ricardo:http://zip.net/brlRt4 (vá direto para os 13min.) [Marque a pessoa conhecida ao lado] VIA: @Pizza Brasil

A Universidade

05/12/2013

Introdução

 Destroços de universidade é o que restará se esta não se adaptar à globalização neste início do 2o milênio de sua existência?

Mas é possível remodelar a universidade sem descaracterizá-la, sem desviá-la de seus fundamentos, de seus princípios e de suas origens?

São estes fundamentos compatíveis com a globalização? É preciso rever esses fundamentos? Criar outra universidade? Não basta uma reforma? É preciso uma revolução?

A universidade está em crise porque abandonou seus princípios ou porque esses princípios não servem para o mundo de hoje?

Qual é o tamanho, o caráter e a causa da presente crise da universidade? A universidade tem futuro? Qual?

Cabe aos que estão chegando agora construírem uma nova ou reformarem a antiga universidade.

Mas o aluno chega com uma idéia deformada ou com idéia alguma do que seja, para que serve e a quem se destina a universidade.

Quando chega a entendê-la, já é hora de deixá-la.

Acaba por nada fazer por ela (quando não a prejudica) e por levar para o mercado de trabalho a mesma ideia que tinha quando chegou ou outra idéia também deformada da universidade.

O aluno deve ter consciência que ele não pode apenas passar por uma universidade. Ele tem que deixar sua marca, participar da vida universitária, construir uma universidade melhor. O aluno tem que retribuir a quem o está tornando melhor.

É conhecendo, já no primeiro dia de aula, a realidade da universidade e o seu papel nela, que o aluno poderá participar produtivamente da vida universitária. Permitir que o calouro tenha este conhecimento prévio é o propósito deste texto.

 

                      A Universidade e seu Mundo (1)

 

Ano 980 do nascimento de Nosso Senhor, Ducado de Bolonha,(2) tudo é cartelizado: cartel (3) (universitas) dos padeiros, dos sapateiros, dos artistas…..e:

 

-Vamos fazer uma universitas de estudantes! Vamos nos unir! Pagamos mestres-escolas para nos ensinar; administraremos tudo e impediremos que o PODER nos incomode, nos domine. Teremos liberdade de aprender, o que não ocorre nos mosteiros da Igreja.

-Para que? O mundo acaba daqui há 20 anos, no ano 1000, mas…, caso não acabar…., e se, no ano 2000, essa universitas estiver sendo sustentada por impostos pagos pelos camponeses pobres desse  ducado, teremos que ajudá-los, dar-lhes satisfação  do que fazemos e de como gastamos o dinheiro deles.

-Não! Interferências destroem qualquer universitas, precisamos de liberdade total (4); o saber não pode estar amarrado a nada e a ninguém!

-“Especialmente ao poder; sim, teremos uma luta eterna com ele. Mas quais serão nossos objetivos, princípios (5), meios?

 

 

Notas:

l-      universo= mundo, em latim.

2-                 Bolonha foi a sede da primeira universidade européia. A Itália só se unificaria em 1871.

3-                 As corporações de ofício eram chamadas de universitas.

4-                 Sim, o “dupli-pensar” já existia: um cartel pedindo liberdade!…

Princípios: tem, aqui, 2 sentidos:  o ético e a origem viciada da universidade no mundo estreito das corporações de ofício.

 

 

A Universidade Possível

– Nossos objetivos serão:

1- Produzir saber.

2- Transmitir o saber.

3- Formar o cidadão consciente.

4- Criar um centro de excelência que reflita criticamente sobre a                                              sociedade e seus problemas.

5- Propor soluções para os desafios da sociedade.

– Perfeito! Mas como a universidade ficará livre dos vícios que afligem a sociedade? Ficaremos em uma torre de vidro? Só alguém imune aos vícios e às limitações da sociedade poderia cumprir essa missão!

O que nos leva à segunda parte de sua pergunta: os nossos princípios. Estes exigirão de nós um desapego material, um amor pela verdade e pelo conhecimento como fins em si mesmo, ética e honestidade profissional incomuns.

– Mas quem vai avaliar isso? A quem responderemos se estamos sendo isso tudo ou não? Como corrigiremos erros ou desvios?

– Acredito que, com princípios tão elevados, será fácil identificar as “ovelhas negras”.

– Mas nossas propostas não serão sempre bem-vindas!  Vamos desgostar o poder político e o eclesiástico!

– Apresentaremos sugestões; cabe, à sociedade, discuti-las, acolhê-las, ou não.

– Com que meios vamos nos comunicar com a sociedade?

– Com ensino, pesquisa e prestação de serviços à comunidade.

 

 

A Universidade Aberta

 

 

Entre uma e outra crise financeira global, George Soros, o “judeu especulador e filantropo”, nos atendeu.

A censura permitiu-me qualificá-lo como judeu porque sabe que Soros tem orgulho de ser judeu e porque a verdade não foi feita para ser escondida; especialmente quando falamos de universidade, pois esta tem como função justamente a busca da verdade.

A própria forma  da conversa (via e-mail) já nos disse muito.

Soros é uma das maiores inteligências vivas, criou a Universidade da Europa Central, luta por uma <<sociedade aberta>>, e tem um profundo conhecimento da distância entre teoria e prática e entre universidade e sociedade.

“-A crise da universidade é conjuntural ou estrutural?”.

“-A universidade tem estado na vanguarda da tecnologia, incorporando rápido estas. 0 ensino fundamental é que está distante dos novos tempos. Na Europa está surgindo “uma universidade européia para um emprego europeu”, não havendo mais lugar para universidades nacionais. A globalização  da universidade e do saber é condição essencial  para se ter a sociedade aberta….”.

“-Mas!.. e os fundamentos?…O senhor diz que a teoria econômica aprendida na Universidade era oposta a o que viu no mundo real..”.

“-A ciência tradicional acredita em um conhecimento perfeito da realidade; eu não, porque sei que o nosso conhecimento modifica essa realidade. A noção de verdade tem que ser repensada; esta é a crise estrutural..”.

 

“As 7 pragas da universidade” (1)

-“A nossa universitas já tem mil anos e é a única corporação de ofício que sobreviveu. Mas a que preço? Abandono dos ideais?.. ou a universidade continua a mesma?”.

-“Deixando de lado aquelas o que são universidades, só no nome, ela continua a mesma onde sempre foi universidade. Sim, até hoje permanece vivo o ideal de um centro de excelência laico, livre de interferências econômicas e políticas, voltado para o saber e onde o espírito científico seja livre para se desenvolver”.

-“Mas ser dependente de governos e de empresas para sobreviver não compromete a autonomia universitária? Hoje são os governos que as criam por decreto, financiam-nas. E quando se busca dinheiro nas empresas, passa-se de um comprometimento a outro. As empresas querem estabelecer o currículo mais conveniente a elas!”.

-“Em países democráticos não há problema; ali elas são fortes e consolidadas e o governo pouco interfere”.

-“Fortes, mas burocratizadas, inchadas, obsoletas, ou seja, iguais a qualquer serviço público!”.

-“Ou privado. É um erro achar que a burocracia é um vírus ao qual o setor privado está imune. Prefiro lembrar que da universidade já saíram muitos antivírus contra esse e outros males da sociedade”.

-“Mas temos todos esses males: corrupção, autoritarismo, politicagem, ou seja, fracassamos!”.

“-Mas em que outro lugar se faz uma autocrítica dessas? Tente imaginar um mundo sem universidade! Quem mais contribuiu  mais que ela para a correção desses problemas?”.

“-A imprensa! E temos professores e alunos de carreira (aqueles que correm do emprego para a faculdade), temos fábricas de diplomas, faculdades de fins de semana, milhões de alunos nos cursos baratos do tipo “giz, lousa e só”. Tudo voltado para o lucro e não para o saber..”.

“-Nas falsas universidades..”.

“-E a opção pela quantidade? a massificação?.. No limite, a universidade, ficando acessível a todos, perde o seu significado como elite, como centro de excelência.. Não vejo como pensar a universidade sem exclusão, sem seleção”.

“-Quem seleciona é a vida. Transmitimos nossos ideais a um maior número possível de pessoas. Se conseguirão ou não construir um mundo melhor…”.

“-Este é o maior mal! Alunos fracos só atrapalham os bons a aprenderem. As boas universidades só são boas porque têm os melhores alunos, você sabe bem disto! A opção pela quantidade em prejuízo da qualidade transformou a universidade uma mera  grande-escola profissionalizante”.

“-Porque hoje a complexidade da tecnologia é tanta que exige para qualquer profissão, estudos demorados e caros.”.

“-Sim, mas com excessiva fragmentação do saber: começamos com 3 carreiras, agora são 77. 0  aluno sai da universidade ignorando 76 delas, com mínima experiência prática( ao contrário do que ocorria nas antigas universitas) e com mínima chance de obter emprego. Não sei o que ganhamos absorvendo todas as outras universitas!..”.

(1) O título é do prof. Rogerio C. de Cerqueira Leite, autor de “As 7 pragas da universidade brasileira”.

Quem disse que a Falha de S. Paulo não presta?

14/11/2013

11/03/2004 – 06h00

África escravizou 1 milhão de brancos, diz historiador

da Reuters, em Washington

Mais de 1 milhão de europeus foram escravizados por traficantes norte-africanos de escravos entre 1530 e 1780, uma época marcada por abundante pirataria costeira no Mediterrâneo e no Atlântico. A informação é do historiador americano Robert Davis, que falou sobre o assunto anteontem.

Segundo ele, embora o número seja pequeno perto do total de escravos africanos negros levados às Américas ao longo de 400 anos –entre 10 milhões e 12 milhões–, sua pesquisa mostra que o comércio de escravos brancos era maior do que se presume comumente e que exerceu um impacto significativo sobre a população branca da Europa.

”Uma das coisas que o público e muitos especialistas tendem a dar como certa é que a escravidão [na Idade Moderna] sempre foi de natureza racial –ou seja, que apenas os negros foram escravos. Mas não é verdade”, disse Davis, professor de história social italiana na Universidade Ohio State

“Ser escravizado era uma possibilidade muito real para qualquer pessoa que viajasse pelo Mediterrâneo ou que habitasse o litoral de países como Itália, França, Espanha ou Portugal, ou até mesmo países mais ao norte, como Reino Unido e Islândia.”

Piratas

Davis escreveu um livro sobre o tema, recém-lançado, chamado “Christian Slaves, Muslim Masters: White Slavery in the Mediterranean, the Barbary Coast, and Italy, 1500-1800” (escravos cristãos, senhores muçulmanos: a escravidão branca no Mediterrâneo, na costa Berbere e na Itália). Nele, o historiador calcula que entre 1 milhão e 1,25 milhão de europeus tenham sido capturados no período citado por piratas conhecidos como corsários e obrigados a trabalhar na África do Norte.

Os ataques dos piratas eram tão agressivos que cidades costeiras mediterrâneas inteiras foram abandonadas por seus moradores assustados.

“Boa parte do que se escreveu sobre o escravagismo dá a entender que não houve muitos escravos [europeus] e minimiza o impacto da escravidão sobre a Europa”, disse Davis em comunicado.

“A maioria dos relatos analisa apenas a escravidão em um só lugar, ou ao longo de um período de tempo curto. Mas, quando se olha para ela desde uma perspectiva mais ampla e ao longo de mais tempo, tornam-se claros o âmbito maciço dessa escravidão e a força de seu impacto.”

Remadores em galés

Partindo de cidades como Túnis e Argel, os piratas atacavam navios no Mediterrâneo e no Atlântico, além de povoados à beira-mar, para capturar homens, mulheres e crianças, disse o historiador.

Os escravos capturados nessas condições eram colocados para trabalhar em pedreiras, na construção pesada e como remadores nas galés dos piratas.

Para fazer suas estimativas, Davis recorreu a registros que indicam quantos escravos estavam em determinado local em determinada época.

Em seguida, estimou quantos escravos novos seriam necessários para substituir os antigos à medida que eles iam morrendo, fugindo ou sendo resgatados.

“Não é a melhor maneira de fazer estimativas sobre populações, mas, com os registros limitados dos quais dispomos, foi a única solução encontrada”, disse o historiador, cujos trabalhos anteriores exploraram as questões de gênero na Renascença.

PETIÇÃO PARA DIREÇÃO DE JORNALISMO DO SBT

10/11/2013

Apoie Rachel Sheherazade contra a ditadura do discurso único!

 

0500
192
192 pessoas já assinaram esta petição. Ajude-nos a conseguir 500assinaturas.

By Guilherme Ferreira · Belo Horizonte, Brasil · 10 nov 2013

A jornalista Rachel Sheherazade, apresentadora do telejornal SBT Brasil, está sendo perseguida por seus comentários durante o programa que apresenta. A jovem apresentadora ficou famosa por apresentar posicionamentos em rede nacional diferentes dos que estamos acostumados a ouvir: várias vezes criticou duramente o governo Dilma, o PT, posicionou-se contra o aborto e até mesmo exaltou a vinda do Papa Francisco ao Brasil, durante a Jornada Mundial da Juventude.

Agora, a intolerância dos “tolerantes” mostra mais uma vez suas armas: a jornalista está sendo alvo de duras críticas, e foi inclusive mencionada pelo ex-presidente Lula num almoço com a bancada do PTB. Lula disse que as opiniões da jovem jornalista “não tinham embasamento algum”, num claro descontentamento com as opiniões da jornalista. Além disso, diversas campanhas virtuais têm sido dirigidas contra a apresentadora, simplesmente porque ela discorda da opinião dominante vigente.

Mais uma vez, aqueles que se dizem tolerantes na verdade só toleram as opiniões que estão de acordo com o discurso único que cada vez mais toma conta dos meios de comunicação em nosso país. E como se não bastasse, discordâncias mínimas são suficientes para gerar uma onda de auto-vitimização que, na verdade, tem como fundamento o desejo de estabelecer um discurso único, sem nenhuma brecha para divergência de opiniões.

Por isso, peça ao SBT que não só mantenha a apresentadora no ar, mas que, se possível, amplie o tempo para seus comentários, que ajudam os brasileiros a perceberem os graves problemas existentes em nosso país, muitos deles causados diretamente pelos quase 12 anos de governo do PT.

Deve haver em nosso país um ambiente em que, na imprensa, na academia ou em qualquer outro contexto, os profissionais das diversas áreas possam manter debates honestos, nos quais cada lado possa sustentar seus princípios e opiniões sem medo de ser patrulhado. A presença de Rachel Sheherazade no SBT Brasil, ainda que alguém não concorde com todos os seus posicionamentos, contribui para a manutenção da ordem democrática em nosso país, a qual, infelizmente, tem sofrido ataques cada vez mais graves pela esquerda autoritária no poder.

Acontece hoje em São Paulo o lançamento do filme “Blood Money – Aborto Legalizado”

05/11/2013

O documentário de Kyle trata do funcionamento legal desta indústria nos Estados Unidos, mostrando “de que forma as estruturas médicas disputam e tratam sua clientela, os métodos aplicados pelas clínicas para realização do aborto e o destino do lixo hospitalar, entre outros temas, de forma muito realista”, conta Luís Eduardo Girão, diretor da Estação Luz Filmes, que adquiriu os direitos de distribuição no Brasil.

O filme também faz denúncias como a prática da eugenia e do controle da natalidade por meio do aborto e trata aspectos científicos e psicológicos relacionados ao tema, como o momento exato em que o feto é considerado um ser humano e se há ou não sequelas para a mulher submetida a este procedimento.

1395891_617568741633784_658105318_n

“Blood Money – Aborto Legalizado” traz, ainda, depoimentos de médicos e outros profissionais da área, de pacientes, cientistas e da ativista de movimentos negros dos EUA, Alveda C. King, sobrinha do pacifista Martin Luther King, que também apresenta o documentário. Dra. Alveda é envolvida em discussões sobre o mecanismo de controle racial nos EUA – o maior número de abortos é realizado nas comunidades negras.

Após o lançamento em São Paulo, ocorrerá uma série de pré-estreias pelo país, passando por Rio de Janeiro (6/11), Goiânia (7/11), Brasília (8/11), Belém (9/11), Curitiba (11/11), Salvador (12/11), Recife (13/11) e Fortaleza (14/11).

No dia 15 de novembro a produção entra em cartaz em todo o país.

Marginal Luís Inácio da Silva pede a cabeça da única jornalista que ousa criticar o PT na TV

03/11/2013

 

31 de Janeiro de 2013

Ativistas exigem cabeça de Rachel Sheherazade no SBT

Ativistas exigem cabeça de Rachel Sheherazade no SBT

Censura: ex-presidente da República ataca paraibana e ativistas exigem sua cabeça no SBT 

A série de comentários corajosos da jornalista paraibana Rachel Sheherazade é algo sem precedentes na mídia brasileira e têm mexido com alguns “vespeiros” que não a toleram.

site da VEJA traz nesta quinta-feira, 31, a informação de que o ex-presidente Lula teria feito ataques a jornalista paraibana em um banquete com a bancada do PTB na última terça-feira, 29. A notícia foi trazida por Lauro Jardim, que assina a coluna Radar na VEJA e comentada no blog do colunista Reinaldo Azevedo.

Na manhã de hoje, em seu perfil no Facebook, Rachel Sheherazade comentou a informação e garantiu que não vai se calar diante das críticas que tem sofrido.

Um movimento de ativistas na internet deflagrou um movimento recruta assinaturas via internet para derrubar a jornalista paraibana do SBT Brasil.

A paraibana, até o momento, não se pronunciou a respeito da campanha contra a sua pessoa.

Tida como uma pessoa da “extrema confiança” de Sílvio Santos, Rachel Sheherazade recentemente foi premiada com a renovação do seu contrato com o SBT. Rachel deverá seguir, normalmente, ancorando o jornalismo da empresa até o final de 2014.

A renovação de contrato apenas reforçou que a apresentadora continua com o apoio integral do empresário, mesmo quando emite opiniões polêmicas dentro do “SBT Brasil” que envolvem política e religião.

Rachel, entre outras coisas, já declarou não ser apenas uma leitora de teleprompter. A jornalista foi contratada pela emissora principalmente para que emitisse suas próprias opiniões.

Ytalo Kubitschek

PB Agora

Descendo a lenha no mal do século – O politicamente correto

02/11/2013
Pensando bem, ser “politicamente correto”, entre outras coisas, significa não mostrar os fatos como eles são, não “dar nomes aos bois”. Vamos a alguns exemplos: o programa Bolsa Família é inatacável. Nenhum político da situação ou da oposição tem a coragem de dizer o que ele é na realidade: um programa que acorrenta ao governo os miseráveis — a quem não se mostra uma saída — para que continuem pagando com o voto a esmola, benesse vendida como sendo do PT, quando é, na verdade, dos impostos, da sociedade.
Ninguém diz que o programa acorrenta os preguiçosos, pela falta de critério na concessão, estimulando a vadiagem, também ela presa eleitoralmente. Nenhum vagabundo, que busca religiosamente seu dinheirinho todo mês na Caixa Econômica, embora possa trabalhar para ganhá-lo honestamente, quer correr o risco de perder a mamata numa mudança de governo. Uma mudança pode redundar em um governo mais criterioso do que o atual (o que não é difícil), e numa revisão desse tipo de prodigalidade.
Prova incontestável, claríssima, de que falta cuidado na distribuição farta dessas bolsas: foram descobertos mais de 2 mil políticos com mandato (na maior parte, mas não na totalidade, vereadores) recebendo, descaradamente, a Bolsa Família, embora embolsassem os vencimentos de agentes políticos, que, sabemos, não são baixos.
Há um precedente aí, que não foi mencionado: quem se candidata a vereador e é eleito nunca é um marginalizado da sociedade, que necessita de assistência pública para a sobrevida. É alguém que tem liderança na sua comunidade, que tem recursos para uma campanha política — que sempre é cara —, que não precisa mendigar — ainda que dinheiro público — para sobreviver. Muito menos precisaria depois de eleito. Pela quantidade dessas concessões, dificilmente conseguirá uma oposição fazer pender a seu favor um prato da balança eleitoral.
Outro exemplo está nas ruas, em qualquer das últimas manifestações: seja numa greve justa de professores, seja num protesto contra um leilão de poços de petróleo. Infiltram-se nessas manifestações grupos constituídos da escória comportamental: vão ali para destruir tudo o que de útil encontram pela frente, desde uma singela lixeira de rua até carros policiais, passando por lojas de veículos, agências de bancos e carros da imprensa. São integrantes de partidos de extrema esquerda, componentes de movimentos sociais marginais como o MST, ladrões ou apenas baderneiros. O “politicamente correto” na imprensa os chama de “manifestantes” ou “ativistas”, quando, na verdade, são bandidos (que até as máscaras, símbolo secular da bandidagem, usam); o “politicamente correto” no governo impede que a polícia os combata com a devida energia (o que, como vemos, os estimula), em nome de uma falsa liberdade; o “politicamente correto” na própria polícia, sempre pressionada, faz com que os poucos presos sejam logo liberados sem maiores consequências (o que é mais um estímulo para o vandalismo). Não conheço nenhum país verdadeiramente civilizado que trate com tal condescendência uma marginalidade como essa que vemos, todos os dias, no noticiário.

Algumas entidades brasileiras simpatizantes do comunismo

31/10/2013

:ABdC (Associação Brasileira de Currículo)
Ação Educativa – Assessoria, Pesquisa e Informação
ActionAid Brasil
Aliança pela Infância
Anfope (Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação)
Anpae/DF (Associação Nacional de Política e Administração da Educação – Distrito Federal)
Anped (Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação)
Assopaes (Associação de Pais de Alunos do Espírito Santo)
Auçuba Comunicação Educação
Campanha Nacional pelo Direito à Educação
CCLF-PE (Centro de Cultura Luiz Freire – Pernambuco)
Cedeca-CE (Centro de Defesa da Criança e do Adolescente do Ceará)
Cedes (Centro de Estudos Educação e Sociedade)
Cenpec (Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária)
CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação)
Contee (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino)
Escola de Gente – Comunicação e Inclusão
Fineduca (Associação Nacional de Pesquisa em Financiamento da Educação)
Flacso Brasil (Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais)
Fojupe (Fórum das Juventudes de Pernambuco)
FOMEJA (Fórum Mineiro de Educação de Jovens e Adultos)
Fóruns de Educação de Jovens e Adultos do Brasil
Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e do Adolescente
Geledés – Instituto da Mulher Negra
Inesc (Instituto de Estudos Socioeconômicos)
Instituto Avisa Lá
IPF (Instituto Paulo Freire)
Mieib (Movimento Interfóruns de Educação Infantil do Brasil)
Mova Brasil (Movimentos de Alfabetização de Jovens e Adultos do Brasil)
Movimento Mulheres em Luta do Ceará
MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra)
Omep/Brasil/RS – Novo Hamburgo (Organização Mundial Para Educação Pré-Escolar)
RedEstrado (Rede Latino-americana de Estudos Sobre Trabalho Docente)
Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos
Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação).
Unipop (Instituto Universidade Popular)

PSOL só existe para o PT parecer ser um Partido de Centro

30/10/2013

ALGUMAS VERDADES QUE CARACTERIZAM O PARTIDECO CHAMADO DE PSOL: ENUMERE UMA QUALIDADE VOCÊ TAMBÉM.

1- Rotineiramente surgem falsas listas na internet acusando parlamentares de terem votado contra o povo, mesmo antes do citado projeto ir à votação, mas estranho ainda, é nunca ver nenhum político do PSOL aparecendo nestas relações. Somos todos idiotas ou eles é que são muito espertos?
2- Mensalão do PSOL no RJ (Caso Janira Rocha), desviando dinheiro de sindicato para fundação de partido e bancando bocas de urna de políticos como os deputados Chico Alencar e Jean Wyllys e o vereador Jefferson Moura na cidade do Rio. Infelizmente pouco explorado pela imprensa;
3- Milhões de reais anualmente destinados a Movimentos gays e depois cinicamente dizem estar preocupados com o investimento em Educação. Tão preocupados que apóiam a confecção de kits que incentivam o homossexualismo para crianças de 6 anos nas escolas do Brasil;
4- Ligações com Black Blocs;
5- Sindicato de ”professores” com todos os dirigentes ligados politicamente ao PSOL e PSTU, fazendo baderna e mentem, nunca se interessando em negociar para tentar solucionar o problema, sendo mais fácil e rentável politicamente, apenas acusar os outros do que eles são;

6- Mestres em provocar a Polícia Militar e os adversários e quando confrontados se colocam de vítimas; 

7- Mensalão envolvendo o senador Randolfe Rodrigues, quando era deputado estadual, garantindo base de apoio do então governador João Capiberibe no Amapá. Representação contra o senador do PSOL está no Conselho de Ética do Senado. Caso também pouco explorado pela imprensa fazendo com que o ”paladino da moralidade” se intitule candidato à presidência da república em 2014 pelo PSOL.
8- Partido que sobrevive da desgraça de famílias, tendo como bandeira a liberação da maconha, porta de entrada para outras drogas e causam a destruição das famílias;
9- Apóia o desarmamento do cidadão de bem, mas alguns são patrocinados por empresas  fabricantes de armas em suas campanhas eleitorais, enquanto protegem os marginais com sua política de Direitos Humanos;
10- Tem em seu quadro, deputado federal (Jean Wyllys) que deixou de votar a redivisão dos royalties do petróleo, acarretando na perda de bilhões de reais para o estado que o elegeu. Pois no horário de votação, discutia projetos de lei de sua autoria que visam liberar prostíbulos e legalizar a profissão de prostituta no Brasil;
11- Nunca, absolutamente nunca, ouviu-se falar que seus parlamentares foram importantes em algo decisivo para a sociedade, sobrevivendo apenas de falácias e acusações;
12- Apoiam a Comissão da Verdade, elogiando seus amigos ”perseguidos” políticos, que ontem assaltavam bancos e assassinavam ,e hoje, assaltam os cofres públicos, com indenizações milionárias pagas pelo contribuinte…

Home Page: www.bolsonaro.com.br
Twitter: @DepBolsonaro
Fan Page: Jair Messias Bolsonaro