Posts Tagged ‘brasil’

A Sardinha enlatada acabou – Vão aprender a pescar, minha Gente!

22/05/2013

O governo não precisa melhorar as estradas, melhorar nada, dar emprego nada, produzir mais alimentos nada, basta me dar 70,00 reais por mês e está tudo bem. Voto nele e morro por ele.

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CANALHA DO LULA ERA CONTRA O BOLSA FAMÍLIA

Quem fala a verdade neste Brasil é sempre discriminado pelos patológicos esquerdistas neuróticos e vagabundos que acreditam no Paraíso na Terra ás custas do Estado (que é sustentado pelo povo que trabalha e paga impostos).

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E tem aquela que quer calça de 300,00 reais para a Filha: Ou seja, você trabalha, paga imposto, para sustentar calça de 300,00

PUTA QUE PARIU:

O Brasil está as avessas, quando o povo precisa de trabalho lhe dão esmola, quando alguém grita contra os desmandos do governo é burguês, quando alguém critica o Congresso por acoitar bandidos condenados é ele o achincalhado, não se pode sair em paz a lugar algum no Brasil sem correr sérios riscos de não voltar para casa.
É ESTE O PAÍS QUE O LULA TRANSFORMOU ( Fafá de Belém)

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Boato falso” significa que é um boato que não veio do meio do povo.. e sim que o PT plantou um boato contra si mesmo para culpar a oposição.

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A Classe Média vai bem, Obrigado PT:

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Classe Média vai ao Paraíso:

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Alan Greenspan, em suas memórias, coloca a indexação dos salários à inflação como causa primeira da aceleração da inflação no Brasil – Leia este livro: A Era da Turbulência

11/04/2013

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Lindas mulheres são soldados, defendem sua Pátria, combatem o bom combate – Deveres iguais para homens e mulheres

02/04/2013

Mulheres soldados de diversos países.

Fardadas e de fuzil na mão, as mulheres podem passar despercebidas no meio de uma tropa, embora estejam conquistando cada vez mais espaço dentro das Forças Armadas em diferentes países do mundo.
Em países como Alemanha, Canadá, Dinamarca, Finlândia, Israel, Noruega, Nova Zelândia, Suécia e Suíça, por exemplo, elas podem participar, inclusive, da linha de frente dos combates.
Alemanha
Holanda

 

Polônia

 

Noruega

 

Sérvia

 

Suécia

 

Japão

 

Romênia

 

Itália

 

Croácia

 

Espanha

 

 

Estados Unidos

 

Áustria

 

China

 

Paquistão

A Vergonha censura que está para vir no mundo todo na Internet

10/03/2013

Os EUA, seguidos de todos os países da Europa, além de Canadá e Japão, recusaram-se a assinar o documento, sob a alegação de que ele confere aos governos o poder de interferir no livre fluxo de informações na internet.

 
O Brasil alinhou-se a esse grupo mencionado, com a justificativa, segundo o ministro Paulo Bernardo (Comunicações), de que o novo acordo é uma forma de combater o “monopólio” dos Estados Unidos em relação à governança da internet.

 
É uma referência ao fato de que o governo americano integra as instâncias decisórias na Icann (Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números), entidade privada sediada na Califórnia cuja função básica, desde 1998, é administrar os domínios da rede no mundo todo, algo essencial a seu funcionamento, mas que não exerce controle nenhum sobre o tráfego de dados na internet.

 
Desde 1995 a internet está formalmente fora da Lei Geral de Telecomunicações, sendo considerada apenas um “serviço de valor adicionado”. É justamente a ausência de controles oficiais que torna a internet dinâmica, capaz de inovar continuamente, e o modelo brasileiro está entre os melhores do mundo para mantê-la assim.

 
Contudo, a título de tirar dos Estados Unidos o suposto controle político da internet, países com tradição autoritária tentam legitimar internacionalmente um controle do tráfego de informações na web.

 

O resultado é que a própria UIT, entidade que interfere em questões básicas das telecomunicações, como a coordenação de recursos de telefonia e do uso do espectro de radiofrequência, sairá enfraquecida desse confronto, algo que não aconteceu nem durante a guerra fria propriamente dita. E o governo brasileiro, movido por seu eterno objetivo ideológico de se contrapor aos Estados Unidos, assinou o tratado e aprovou a resolução sobre a internet sem reservas, legitimando esse atentado.

As 5 mentalidades políticas

09/03/2013

Renan Felipe – Direitas Já.

Quando falamos de ideologias, mesmo que não especifiquemos qual, tendemos a usar alguns atributos para descrevê-las. “Revolucionário”, “conservador”, “reacionário”, “radical”, “moderado”, etc.

Estas características inerentes de certas ideologias políticas antecedem-nas, e portanto podem ser usadas para traçar relações entre elas e entender como as ideologias se agrupam.  Primeiramente eu gostaria de esclarecer que não reconheço que o espectro político seja estanque, como uma linha reta: creio que há uma mobilidade grande dentro de um conjunto de matizes, mas que ainda assim tem suas limitações. Considero, por exemplo, que ideologias radicais e totalitárias não estão em extremos opostos mas sim compartilham características que permitem que agrupemos as mesmas num mesmo grupo, ou em grupos próximos.

Entender as diferentes mentalidades políticas é um passo para entender a base comum que compartilham certas ideologias. As cinco mentalidades que cito aqui são as mais básicas e mais facilmente identificáveis: reacionária, restauradora, conservadora, reformista, revolucionária. Eu poderia citar outras, mas como as outras duas que identifico (niilista e despótica) fogem dos esquemas ideológicos da política, optei por excluí-las deste artigo.​

I. O reacionário ou passadista.
O que define um reacionário é a sua defesa de uma volta ao passado. Contudo, não é de um passado histórico registrado, documentado e compreensível que ele fala. O passado para um reacionário é uma coisa idealizada, uma golden age. O reacionário prega uma ruptura radical com o mundo moderno para implantar um novo modelo de sociedade baseado numa idealização do que foi uma civilização passada.
Por exemplo, os nacional-socialistas queriam estabelecer uma civilização germânica baseada naquilo que os socialistas alemães acreditavam ser o espírito do povo (Volk) alemão, como a organização da sociedade nos moldes militares do socialismo prussiano, as tradições germânicas e a religião pagã. No entanto, é uma falha típica do reacionário desconsiderar a cadeia de eventos que se sucedeu desde o fim da civilização que ele almeja restituir. Os nacional-socialistas, por exemplo, precisaram abrir mão do paganismo porque ele jamais poderia ser restituído entre os alemães. É simplesmente impossível reverter todos os eventos da história.
Dado o seu caráter de rompimento com o modelo de sociedade vigente, o reacionário é sempre, também, um revolucionário. O que difere o revolucionário de um reacionário é que o último pretende estabelecer, após a revolução, um modelo de sociedade que busca imitar (em grande parte) uma sociedade anterior, à qual ele credita uma aura de pureza e perfeição.
Exemplos de ideologias que decorrem da mentalidade reacionária são o nacional-socialismo, o anarco-primitivismo e ideologias teocráticas em geral.


II. O restaurador ou regressista.
O regressista, tal qual o reacionário, tem uma visão idealizada do passado, o qual ele pretende restaurar. Porém, o regressista não prega uma ruptura radical com a sociedade moderna, nem pretende retornar a esta golden age através da imposição violenta. O regressista acredita que é possível fazer isso por etapas, com um jogo político progressivo (aliás, regressivo) e que pode ser conduzido sem violência ou grandes choques para a população.
O regressista, diferente do reacionário, consegue estabelecer objetivos mais realistas porque pauta o seu programa político num passado histórico que pode ser conhecido quase que na totalidade pelos registros disponíveis. As suas fundações não estão perdidas em tempos longínquos ou reinterpretações do passado: ele consegue estabelecer um caminho de volta através do estudo de leis, políticas e tradições que foram outrora estabelecidas, revogando as leis modernas que vão na direção contrária das mesmas.
Exemplos de ideologias regressistas são o tradicionalismo, e, no Brasil, o monarquismo.
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III. O conservador ou moderador.
O conservador defende que a sociedade em que vivemos deve ser conservada, preservada e protegida. Ele não acredita numa ruptura radical com o presente para arriscar um futuro utópico ou uma tentativa de restabelecer uma sociedade já extinta. O conservador acredita que as mudanças da sociedade devem ser feitas de maneira natural, lenta e gradual. Ele acredita que instituições lôngevas e que resistiram ao teste do tempo devem ser mantidas, pois tornam-se essenciais para a manutenção da sociedade. Por exemplo a moral religiosa, a família, a defesa dos mais necessitados. Toda e qualquer mudança que um conservador proponha tem o propósito único de corrigir aquilo que ele considera um desvio de rota, algo que possa destruir a sociedade vigente.
O conservador nutre um profundo respeito pelo passado, pela história e pela tradição, mas não as idealiza ao ponto de querer parar ou retroceder as formas de governo. O conservador não despreza as inovações técnicas e científicas, mas também não acredita que exista uma medida exata do progresso, nem que uma melhoria material deva antepor-se à conservação de uma ordem moral duradoura. O conservador não acredita que a novidade seja uma qualidade em si, que o novo seja necessariamente melhor que o velho. Pelo contrário, acredita que o que já está estabelecido é certo e o que é novo é duvidoso, tendo o inovador portanto o ônus da prova de que sua proposta é melhor que a vigente. O conservador é sobretudo um cético.
Exemplos de ideologias conservadoras são o conservadorismo burkeano e o conservadorismo latino (ou continental).

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IV. O reformador ou progressista.
O progressista, assim como o revolucionário, tem uma visão idealizada de um futuro que ele pretende tornar real. Porém, o progressista não prega uma ruptura radical com a sociedade moderna e não pretende instaurar esta nova sociedade pela violência. O progressista acredita que se deve construí-la em etapas, com avanços políticos progressivos e que podem ser conduzido sem grandes choques para a população.
O progressista, diferente do revolucionário, consegue estabelecer objetivos mais realistas porque pauta o seu programa político numa evolução histórica que pode ser inferida logicamente. Os seus objetivos não estão perdidos num futuro hipotético e surreal: ele consegue estabelecer um caminho através da implantação de leis, políticas e costumes que serão estabelecidas, atacando as leis e costumes que possam impedir este suposto progresso ou que ele julgue “reacionárias” (neste caso, regressistas ou conservadoras).
Exemplos de ideologias progressistas são o socialismo fabiano, o positivismo e a social-democracia.


V. O revolucionário ou futurista.
O que define um revolucionário é a sua defesa de uma ruptura com o passado e a instauração de um novo modelo de sociedade mais moderno, futurístico. Contudo, não é de um futuro previsível e realista que ele fala. O futuro para um revolucionário é uma coisa idealizada. O revolucionário prega uma ruptura radical com o mundo atual (“passadismo”) para implantar um novo modelo de sociedade baseado numa idealização do que a civilização deve ser.
Os comunistas, por exemplo, tentaram estabelecer uma sociedade socialista baseada naquilo que os bolcheviques acreditavam ser a melhor representação do socialismo marxista, com a organização da sociedade em moldes militares – formando verdadeiros exércitos de operários e camponeses, com a centralização de toda a Economia nas mãos do Estado, extinção da propriedade privada e abolição da religião. Porém, o erro típico do revolucionário é desconsiderar que muito daquilo que ele pretende destruir não só era um pilar da sociedade anterior como é também um princípio básico sobre o qual toda sociedade se sustenta. Ao extinguir a propriedade privada e tentar abolir a religião, os comunistas enfrentaram não só uma forte resistência como também desastrosas consequências econômicas que acabaram obrigando os comunistas não só a alinhar-se posteriormente com a Igreja Ortodoxa, como a implantar o NEP e, posteriormente, tentar emular o sistema de preços de mercados livres dentro de uma Economia planificada. Era simplesmente impossível manter o sistema econômico sem o sistema de precificação de mercado e simplesmente impossível planejar toda a Economia, e isto levou a sérios problemas que culminaram com a morte de dezenas de milhões de pessoas na URSS não só de fome, como também nos campos de trabalho escravo, agora necessários numa Economia planificada.
O que difere o revolucionário de um reacionário é que o primeiro pretende estabelecer, após a revolução, um modelo de sociedade completamente novo, planejado milimetricamente por seus proponentes, mas nunca antes testado.
Exemplos de ideologias revolucionárias são o socialismo (“marxismo”, “comunismo”) e o fascismo.

Créditos:
http://direitasja.com.br/2012/03/27/as-cinco-mentalidades-politicas/

Estatuto do Nascituro foi aprovado na CSSF – você sabe o que é? É o Direito de Nascer

02/03/2013

Estatuto do Nascituro foi aprovado na CSSF

Dias atrás a Campanha Nascer é um Direito trabalhou, com os demais movimentos pró-vida, para incentivar seus leitores a ligarem para a Câmara dos Deputados e apoiarem o Estatuto do Nascituro (PL 478/2007).

E graças a seus esforços tivemos o primeiro resultado favorável.

Na quarta-feira desta semana, dia 19 de maio, foi aprovado na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) da Câmara esse Projeto de Lei que elimina a possibilidade da descriminalização do aborto definindo o direito à vida desde a concepção.

Má surpresa incluída à última hora: o projeto aprovado não altera o Artigo 128 do Código Penal que não penaliza o aborto em casos de estupro e risco de vida para a gestante.

Do lado positivo, o Estatuto garante assistência pré-natal e acompanhamento psicológico para a mãe; e o direito dela de encaminhar a criança à adoção, caso assim o deseje. Se identificado o genitor do nascituro ou da criança já nascida, este será responsável por pensão alimentícia e, caso não seja identificado, o Estado será responsável pela pensão.

Após a votação, a relatora, Deputada Solange Almeida (PMDB/RJ), precisou de seguranças para chegar até seu gabinete, pois as feministas que lá estavam avançaram sobre alguns deputados.

Somente sete parlamentares presentes votaram contra (1 comunista, 4 petistas, 1 do PMDB e 1 do PSDB) : Dr. Rosinha (PT-PR), Henrique Fontana (PT-RS), Pepe Vargas (PT-RS) .Darcísio Perondi (PMDB-RS), Arlindo Chinaglia (PT-SP), Rita Camata (PSDB-ES), e Jô Moraes (PC do B-MG).

Antes de ir para o Senado, o Estatuto do Nascituro passará ainda pela Comissão de Finanças e Tributação e depois para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. Portanto, temos muita luta pela frente. O ideal seria um Brasil totalmente livre da praga do aborto.

Parabéns a todos que participaram de mais esse combate contra a cultura da morte.

Ideia do PT importada dos EUA – Lavagem cerebral nas crianças desde os 4 anos impossibilitando pais cristãos de ensinarem cristianismo às crianças

17/02/2013

R.C. Sproul faz uma importante denúncia para que os pais cristãos nos EUA reajam ao plano do governo americano de estatizar, por meio das escolas públicas, as crianças de 4 anos. Essa denúncia é necessária.

Mas, o leitor perguntará, o que isso tem a ver com o Brasil? Em 2009, denunciei um plano semelhante (aliás, muito pior) do governo brasileiro, que abaixou a idade de escolarização obrigatória para 4 anos. A lei já foi aprovada, e está agora gravada na Constituição do Brasil. Crianças brasileiras de 4 serão obrigadas a frequentar os templos estatais de ensino, onde aprenderão a prestar culto ao Estado.

E nenhum líder cristão proeminente no Brasil denunciou o plano do governo brasileiro, conforme mostra meu artigo na época:

Escravidão educacional para crianças de 4 anos.

Que o Brasil tivesse alguns líderes como R.C. Sproul. A seguir, artigo da CBN News:

R.C. Sproul: Crianças cristãs não devem estar em escolas públicas

A Casa Branca está propondo que o governo faça parceria com os estados para fornecer financiamento pré-escolar para todas as crianças de 4 anos de idade para famílias de renda baixa e moderada.
Mas um importante escritor e palestrante cristão, R.C. Sproul Jr., disse que acredita que o problema vai muito mais longe do que a etiqueta de preço de um sistema universal de pré-escola.
R. C. Sproul

Ele disse à CBN News que crê que enquanto os cristãos continuarem a permitir que seus filhos recebam treinamento do Estado, os EUA continuarão a ter uma cultura que presta adoração ao Estado.

“Minha convicção é que a educação é sempre e em toda parte religiosa”, disse ele. “Não é surpresa que quando 80 por cento dos pais evangélicos têm seus filhos em escolas do governo que eles vão adotar a religião do governo, que é a adoração ao Estado”.
Sproul discordou da noção de que as escolas públicas estão fracassando, dizendo que elas estão fazendo exatamente o que foram projetadas para fazer.
É por isso que ele crê que os cristãos não deveriam deixar seus filhos na escola pública.
Traduzido por Julio Severo do artigo da CBN News:
 Sproul: Christian Kids Shouldn’t Be in Public School
Fonte: www.juliosevero.com

Roberto Campos fala do revanchismo dos comunistas brasileiros

05/12/2012
Por este artigo de Roberto Campos é possível ter uma boa sinopse dessa época do regime militar.
 “Atualmente fala-se novamente nos atos revolucionários ou melhor dos atos do regime militar, muitos jovens não vivenciaram esta época então aproveito este momento no blog para mostrar  esta matéria de Roberto Campos publicada no O Globo e Folha de Sâo Paulo em 04.08.1996 e que parece bem atual.”
O artigo  chama-se  : “A nostalgia das Ossadas”
Roberto Campos“A nostalgia das Ossadas”

Uma revolução não é o mesmo que convidar alguém para jantar, escrever um ensaio, ou pintar um quadro… Uma revolução é uma insurreição, um ato de violência pelo qual uma classe derruba a outra”     Mao Tsé-Tung
Dizia-me um amigo argentino, nos anos 60, que seu país, rico antes da Segunda Guerra, optara no pós-guerra pelo subdesenvolvimento e pelo terceiromundismo. E não se livraria dessa neurose enquanto não se livrasse de três complexos: o complexo da madona, o fascínio das ossadas e a hipóstase da personalidade. Duas madonas se tinham convertido em líderes políticos – Evita e Isabelita. As ossadas de Evita foram alternativamente sequestradas e adoradas, exercendo absurdo magnetismo sobre a população. E a identidade nacional era prejudicada pelo fato de o argentino ser um italiano que fala espanhol e gostaria de ser inglês…
A Argentina parece ter hoje superado esses complexos. Agora, é o Brasil que importa (sem direitos aduaneiros como convêm ao Mercosul) um desses complexos.
Os estrangeiros que abrem nossos jornais não podem deixar de se impressionar com o espaço ocupado pelas ossadas: as ossadas sexuais de PC Farias, as ossadas ideológicas dos guerrilheiros do Araguaia e as perfurações do esqueleto do capitão Lamarca! Em vez de importarmos da Argentina a tecnologia de laticínios, estamos importando peritos em “arqueologia moderna”, para cavoucar as ossadas do cemitério da Xambioá. Há ainda quem queira exumar cadáveres e ressuscitar frangalhos do desastre automobilístico que matou Juscelino, à procura de um assassino secreto. Em suma, estamos caminhando com olhos fixos no retrovisor. E o retrovisor exibe cemitérios.
Na olimpíada mundial de violência, os militares brasileiros da revolução de 1964 não passariam na mais rudimentar das eliminatórias. Perderiam feio para os campeões socialistas, como Lênin, Stálin e Mao Tsé-Tung. Seriam insignificantes mesmo face a atletas menores, como Fidel Castro, Pol Pot, do Camboja, ou Mengistu, da Etiópia.

Fidel Castro e Che Guevara

Os 136 mortos ou desaparecidos em poder do Estado, ao longo das duas décadas de militarismo brasileiro, pareceriam inexpressivos a Fidel, que só na primeira noite pós-revolucionária fuzilou 50 pessoas num estádio. Nas semanas seguintes, na Fortaleza La Cabaña, em Havana, despachou mais 700 (dos quais 400 membros do anterior governo). E ao longo de seus 37 anos de ditadura, estima-se ter fuzilado 10 mil pessoas. Isso em termos da população brasileira equivaleria a 150 mil vítimas. Tiveram de fugir da ilha, perecendo muitos afogados no Caribe, 10% da população, o que, nas dimensões brasileiras, seria equivalente à população da Grande São Paulo.

Definitivamente, na ginástica do extermínio, os militares brasileiros se revelaram singularmente incompetentes. Também em matéria de tortura nossa tecnologia é primitiva, se comparada aos experimentos fidelistas no Combinado del Este, na Fortaleza La Cabaña e nos campos de Aguica e Holguín. Em La Cabaña havia uma forma de tortura que escapou à imaginação dos alcaguetes da ditadura Vargas ou dos “gorilas” do período militar: prisioneiros políticos no andar de baixo recebiam a descarga das latrinas das celas do andar superior.
O debate na mídia sobre os guerrilheiros do Araguaia precisa ser devidamente “contextualizado” (como dizem nossos sociólogos de esquerda). Sobretudo em benefício dos jovens que não viveram aquela época conturbada. A década dos 60 e o começo dos 70 foram marcados mundialmente por duas características: uma guinada mundial para o autoritarismo e o apogeu da Guerra Fria. Basta notar que um terço das democracias que funcionavam em 1956 foram suplantadas por regimes autoritários nos principais países da América Latina, estendendo-se o fenômeno à Grécia, Coréia do Sul, Taiwan, Cingapura e à própria Índia, onde Indira Ghandi criou um período de exceção.
Na América Latina, alastrou-se o que o sociólogo O’Donnell chamou de “autoritarismo burocrático”. O refluxo da onda democrática só viria nos anos 80, que assistiria também à implosão das ditaduras socialistas.
Uma segunda característica daqueles anos foi a agudização do conflito ideológico. Na era Kennedy (1961-63), que eu vivenciei como embaixador em Washington, houve nada menos que duas ameaças de conflito nuclear. Uma, em virtude do ultimato de Kruschov sobre Berlim, e outra, a crise dos mísseis em Cuba. Em meados da década, viria a tragédia do Vietnã.
É nesse contexto que deve ser analisado o episódio dos guerrilheiros do Araguaia e da morte de Lamarca. Não se tratavam de escoteiros, fazendo piqueniques na selva com canivetes suíços. Eram ideólogos enraivecidos, cuja doutrina era o “foquismo” de Che Guevara: criar focos de insurreição, visando a implantar um regime radical de esquerda. Felizmente fracassaram, e isso nos preservou do enorme potencial de violência acima descrito.

Capitão Lamarca

Durante nossos “anos de chumbo”, não só os guerrilheiros sofreram; 104 militares, policiais e civis, obedecendo a ordens de combate ou executados por terroristas, perderam a vida. Sobre esses, há uma conspiração de silêncio e, obviamente, nenhuma proposta de indenização. Qualquer balanço objetivo do decênio 1965-75 revelará que no Brasil houve repressão e desenvolvimento econômico (foi a era do “milagre brasileiro”), enquanto nos socialismos terceiromundistas e no leste europeu houve repressão e estagnação.

É também coisa de politólogos românticos pensar que a revolução de 1964 nada fez senão interromper um processo normal de sucessão democrática. A opção, na época, não era entre duas formas de democracia: a social e a liberal. Era entre dois autoritarismos: o de esquerda, ideológico e raivoso, e o de direita, encabulado e biodegradável.
Hoje se sabe, à luz da abertura de arquivos, que a CIA e o KGB (que em tudo discordam) tinham surpreendente concordância na análise do fenômeno brasileiro: o Brasil experimentaria uma interrupção no processo democrático de substituição de lideranças. Reproduzindo o paradigma varguista, Jango Goulart, pressionado por Brizola, queria também seu “Estado Novo”. Apenas com sinais trocados: uma república sindicalista.
As embaixadas estrangeiras em Washington, com as quais eu mantinha relações como embaixador brasileiro, admitiam, nos informes aos respectivos governos, três cenários para a conjuntura brasileira: autoritarismo de esquerda, prosseguimento da anarquia peleguista com subsequente radicalização, ou guerra civil de motivação ideológica. Ninguém apostava num desenlace democrático…
Parece-me também surrealista a atual romantização pela mídia (com repercussões no Judiciário) da figura do capitão Lamarca, que as Forças Armadas consideram um desertor e terrorista. Ele faz muito melhor o perfil de executor do que de executado. Versátil nos instrumentos, ele matou a coronhadas o tenente Paulo Alberto, aprisionado no vale da Ribeira, fuzilou o capitão americano Charles Chandler, matou com uma bomba o sargento Mário Kozell Filho, abateu com um tiro na nuca o guarda-civil Mário Orlando Pinto, com um tiro nas costas o segurança Delmo de Carvalho Araujo e procedeu ao “justiçamento” de Mário Leito Toledo, militante do Partido Comunista que resolvera arrepender-se.
Aliás, foram dez os “justiçados” pelos seus próprios companheiros de esquerda. Se o executor acabou executado nos sertões da Bahia, é matéria controvertida. Os laudos periciais revelam vários ferimentos, mas nenhum deles oriundo de técnicas eficientes de execução que o próprio Lamarca usara no passado: tiro na nuca (metodologia chinesa), tiro na cabeça (opção stalinista) ou fuzilamento no coração (método cubano). As Forças Armadas têm razão em considerar uma profanação incluir-se Lamarca na galeria de heróis.
As décadas de 60 e 70, no auge da Guerra Fria, foram épocas de imensa brutalidade. Merecem ser esquecidas, e esse foi o objeto da Lei de Anistia, que permitiu nossa transição civilizada do autoritarismo para a democracia. Deixemos em paz as ossadas. Nada tenho contra a monetização da saudade, representada pela indenização às famílias das vítimas. Essa indenização é economicamente factível no nosso caso. Os democratas cubanos, quando cair a ditadura de Fidel Castro, é que enfrentariam um problema insolúvel se quisessem criar uma “comissão especial” para arbitrar indenizações aos desaparecidos. Isso consumiria uma boa parte do minguado PIB cubano!
Nosso problema é saber se a monetização da saudade deve ser unilateral, beneficiando apenas as famílias dos que se opunham à revolução de 1964. Há saudades, famílias e ossadas de ambos os lados.”
Roberto Campos escreveu este artigo quando tinha 78 anos, e era deputado federal pelo PPB do Rio de Janeiro.
Foi senador pelo PDS-MT e ministro do Planejamento (governo Castello Branco).
É autor de “A Lanterna na Popa” (Ed. Topbooks, 1994)

Divulgando o maravilhoso trabalho do Conservadores Brasil – Biblioteca que mudará sua vida para melhor

27/11/2012
Cons Brasil
Prezados Confrades

Venho comunicar-lhes que foi disponibilizado em nossa BIBLIOTECA VIRTUAL o Filme-Documentário “The Soviet Story (A História Soviética)”.

Trata-se de uma das mais recentes obras bibliográficas e históricas onde a verdadeira face hedionda e genocida do Comunismo na URSS é desmascarado e a íntima ligação entre a Alemanha Nazistas e o Socialismo Soviético são deflagrados.

Baixe, assista e divulgue este excelente documentário. Vamos multiplicar este material em todos os meios e oportunidades que tiverem.

https://www.dropbox.com/sh/z2txgojviof0ozt/u7UzhM0hPh

Roberto de Oliveira Campos – O homem que faz falta ao Brasil:

26/11/2012

Leia artigos de Roberto Campos aqui:

http://pensadoresbrasileiros.home.comcast.net/~pensadoresbrasileiros/RobertoCampos/

Roberto de Oliveira Campos trabalhou no segundo governo de Getúlio Vargas quando foi um dos criadores do atual Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), do qual foi posteriormente presidente, de agosto de 1958 a julho de 1959 e participou da Comissão Mista Brasil-Estados Unidos, que estudou os problemas econômicos brasileiros.

Rompeu com Getúlio Vargas e foi designado para trabalhar no consulado brasileiro em Los Angeles, onde aproveitou para conhecer profundamente o cinema de Hollywood.

No governo de Juscelino Kubitschek, teve participação importante no Plano de Metas, sendo um dos coordenadores dos grupos de trabalhos desse plano. Roberto Campos havia sugerido que se chamasse “Programa de Metas”, sugestão que Juscelino não acatou.

Roberto Campos sugeriu também que se fizesse um plano econômico mais amplo visando combater o déficit público e equilibrar as contas externas através de uma reforma cambial, o que JK também não acatou.

Exerceu os cargos de Embaixador do Brasil em Washington no governo João Goulart e Londres no governo Geisel. Quando embaixador em Londres, Roberto Campos participou da banca dedoutoramento em York do futuro presidente de Portugal, o professor Aníbal Cavaco Silva.

Apoiou, em 1964, a contra revolução democrática que impediu que o comunismo tomasse conta do Brasil, e tornou-se ministro do Planejamento no governo Castelo Branco. Como ministro, juntamente com o colega Octávio Bulhões do Ministério da Fazenda, modernizou a economia e o estado brasileiro através de diversas reformas e controlou a inflação.

No Governo Castelo Branco, Roberto Campos participou do grupo que criou: o Banco Nacional da Habitação (BNH), o salário-educação, o cruzeiro novo, a indexação de preços na economia brasileira através correção monetária pelas ORTNs, Obrigações reajustáveis do tesouro nacional. Elaborou e executou uma reforma fiscal através do novo Código tributário nacional, em 1966. Liberalizou a lei de remessas de lucros, lei nº 4.390, de 29 de agosto de 1964.

Criou, em conjunto com outros, o Banco Central do Brasil, o FGTS, o Estatuto da Terra. Foi o autor dos artigos econômicos da Constituição de 1967, a qual foi, nas palavras dele, “a constituição menos inflacionista do mundo“, a qual, entre outros dispositivos anti-inflacionários, não permitia que o Congresso Nacional fizesse emendas ao orçamento que aumentassem os gastos públicos da união.

Como ministro foi combatido por governadores, entre eles Ademar de Barros e Carlos Lacerda, que eram contra o corte de gastos públicos que Roberto Campos determinou para combater ainflação.

Roberto Campos teve grande influência na formulação da política externa do Brasil do governo Castelo Branco através da sua teoria dos círculos concêntricos.

Posteriormente, Campos tornou-se crítico dos rumos tomados por duas de suas criações: a correção monetária e o Banco Central do Brasil.

Roberto Campos e Otávio Bulhões, e mais Eugênio Gudin em 1954, foram os únicos economistas liberais a chegarem aos cargos de ministros da área econômica desde Joaquim Murtinho que foi ministro da fazenda de Campos Sales.

Foi senador, por Mato Grosso, pelo PDS, por oito anos (19831991), e deputado federal pelo Rio de Janeiro por duas legislaturas (19911999). Fez um discurso antológico na sua estreia no Senado Federal, que foi respondido pelo senador Severo Gomes, surgindo, então, uma rivalidade que marcaria época no Senado Federal.

Votou em Paulo Maluf na eleição indireta para presidente da república em 15 de janeiro de 1985, argumentando ser adepto da fidelidade partidária ao candidato do PDS e alegando que o referido candidato adotaria uma política econômica alinhada aos princípios liberais e privatizantes que defendia, linha programática que, em sua visão, não corresponderia à administração do candidato da oposição, Tancredo de Almeida Neves (PMDB), o vencedor do pleito.

No auge do Plano Cruzado durante o Governo José Sarney, Roberto Campos foi uma das poucas vozes a criticá-lo.

Sentia-se como sendo o único parlamentar na Assembleia Nacional Constituinte de 1988 a defender a economia de mercado. Não teve nenhuma de suas ideias aprovadas quando deputado e senador.

Apresentou 15 projetos de leis no Senado Federal, todos rejeitados, entre os quais, estão projetos visando o combate ao desemprego,  propondo:

  • Livre negociação salarial no setor privado e estabelece medidas de flexibilização do mercado de trabalho.
  • Extinguir, como empresas estatais, as que forem deficitárias, privatizando-as ou liquidando-as.
  • Estabelecer a livre negociação salarial.
  • Criar contratos de trabalho simplificados para facilitar novos empregos.

Terminou o mandato de senador constituinte reclamando da solidão do liberal no Brasil.

Ao lado de José Guilherme Merquior foi um dos ideólogos do Governo Collor, chegando a ser fortemente cogitado para ocupar o cargo de Ministro das Relações Exteriores no início de 1992, acerto que não se concretizou devido a desacertos políticos entre o PDS e o governo federal. Porém votou pela sua cassação, quando deixou o hospital onde estava internado com septicemia e compareceu de cadeira de rodas no Congresso Nacional, seu voto foi muito aplaudido.

Candidatou-se, à reeleição ao Senado Federal, pelo Rio de Janeiro, em 1998, perdendo por uma diferença de 5%, para Saturnino Braga.

Durante o início de sua carreira, Roberto Campos defendeu a intervenção estatal na economia desde que ligada ao desenvolvimento conjunto do setor privado capitalista e sem preconceito contra o capital estrangeiro, o que lhe rendeu a reputação de entreguista e a apelido (codinome) “Bobby Fields” dado por adversários de tendência anti-americana.

Fez este tipo de intervenção na economia, quando ministro do planejamento e no Plano de Metas de Juscelino Kubitschek, onde não se criaram muitas empresas estatais.

Roberto Campos cunhou as expressões monetarismo e estruturalismo na década de 1950 para identificar as duas principais visões que os economistas tinham sobre inflação.

 

Foi crítico daCepal e dos economistas da Unicamp. Era crítico também da Reforma Agrária.

Após o governo Castelo Branco, com o progresso do gigantismo estatal e da burocratização no Brasil durante os governos subsequentes da ditadura militar, muito especialmente nos governos de Emílio Garrastazu Médici e Ernesto Geisel, intensificou sua posição aberta de doutrinário liberal defendendo a tese de que um país só pode ter liberdade política com liberdade econômica. Criticou fortemente as estatizações de empresas e a criação de novas empresas estatais pelos seus sucessores no ministério do planejamento.

Convenceu-se de que o estatismo é trágico e empobrecedor quando foi embaixador em Londres, nas décadas de 1970 e 1980, quando acompanhou de perto o programa de privatização da economia inglesa feito pela primeira ministra da Grã-Bretanha Margaret Thatcher.

 

Nesse período participou da banca de doutoramento em economia na Universidade de York do atual presidente de Portugal Dr. Aníbal Cavaco Silva.

O triunfo do neoliberalismo, termo que ele dizia ser inexato, na década de 1990, deu-lhe a oportunidade de dizer, no seu livro de memórias:

Cquote1.svg Estive certo quando tive todos contra mim“.

Ao morrer, com 84 anos, deixou a fama, entre seus admiradores, de sempre ter razão de remar contra a maré e ser um liberal solitário no Brasil.

Combateu, sem o menor apoio e êxito, o monopólio da Petrobrás, que Roberto Campos chamava de Pretrossauro, repetindo a frase do Presidente Castelo Branco que dizia: “Se é eficiente não precisa do monopólio, se precisa, não o merece”. Sobre Petróleo, Roberto Campos dizia que “Petróleo é apenas um hidrocarboneto e não ideologia“.

Mostrou seus dons de profeta quando previu, em 1982, que a Lei de informática aprovada naquele ano pelo Congresso Nacional e que era de iniciativa do governo João Figueiredo, iria condenar o Brasil ao atraso na área de informática, atraso o qual persiste até hoje com o Brasil importando hardwares de pequenos países asiáticos.

Ex-keynesiano, mais tarde discípulo do economista austríaco Friedrich August von Hayek, e lamentava ter perdido tempo com outros autores. Roberto Campos postulava como Hayek que oEstado deveria ter o tamanho mínimo possível para o cidadão não se tornar servo dele. Schumpeter também foi um economista que Roberto Campos admirou já na juventude. Sua tese não concluída de doutorado (Phd) teria Schumpeter como “tutor”).

Em 1994, diria que sua defesa do dirigismo estatal havia sido um erro de juventude, “como a gonorreia” – um exemplo da ironia corrosiva pela qual se tornou conhecido. Sua inteligência nunca deixou de ser reconhecida até pelos inimigos políticos.

Roberto Campos escreveu, durante anos, artigos sobre economia, para jornais, destacando-se como grande polemista. Deixou vários livros publicados sobre política econômica.

Em 1999 foi eleito para a cadeira 21 da Academia Brasileira de Letras.

Deixou uma autobiografia intitulada “A Lanterna na Popa“, na qual retrata não apenas a história econômica recente brasileira e mundial, como também seus feitos e suas observações sobre personalidades que conheceu ao longo de sua vida.

Cquote1.svg “O mundo não será salvo pelos caridosos, mas, pelos eficientes”. Cquote2.svg

Roberto Campos também era muito crítico da sua profissão de economista:

Uma das suas frases mais famosas era:

Cquote1.svg Há três maneiras de o homem conhecer a ruína: a mais rápida é pelo jogo; a mais agradável é com as mulheres; a mais segura é seguindo os conselhos de um economista.

O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PEDIU O BLOQUEIO DOS BENS DO LULA NO VALOR DE R$ 9.526.070,64 POR IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA.

19/11/2012
  • SAIU NA IMPRENSA PORTUGUESA PORQUE, COMO TODOS SABEM,

    A IMPRENSA BRASILEIRA É MUITO BEM PAGA PELO PT PARA PROTEGÊ-LO.
    ENTÃO, TEMOS QUE FAZER NÓS, INTERNAUTAS, O PAPEL QUE A IMPRENSA NÃO FAZ.

    Já sei, você não acredita não é mesmo?

    Então confira o processo na Justiça Federal:

    http://processual.trf1.jus.br/consultaProcessual/processo.php?secao=DF&proc=78070820114013400

    Depois de abrir o link acima, clique em “PARTES” e verá o nome do Lula. Se quiser poderá acompanhar o desfecho.

    Processo: 0007807-08.2011.4.01.3400
    Classe: 65 – AÇÃO CIVIL PÚBLICA
    Vara: 13ª VARA FEDERAL
    Juiz: PAULO CESAR LOPES
    Data de Autuação: 31/01/2011
    Assunto da Petição: 1030801 – DANO AO ERÁRIO –
    IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA – ATOS
    ADMINISTRATIVOS – ADMINISTRATIVO
    Observação: ASSEGURAR O RESSARCIMENTO DOS

    BLOQUEIO DOS BENS DO LULA !
    A notícia que todo Brasil esperava foi publicada em 23/10/12 no jornal Correio da Manhã em Portugal, quem quiser confirmar é só clicar no endereço abaixo: no site português:

    http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/internacional/mundo/ministerio-publico-pede-bloqueio-de-bens-de-lula

    Isso é a pontinha do iceberg. Se resolverem investigar fortemente o BNDES e Eike Batista iremos chegar a pelo menos US$ 40 bilhões segundo a revista americana FORBES

    Os PTralhas estão doidos com a notícia se espalhando.
    Se você ainda é PTista, e continua votando nessa quadrilha, boa sorte, continue assim, e deixará um um belo futuro brasileiro para seus filhos e netos.

A quem estamos condenados: Quem poderá nos salvar do PT-PCC-Farcs?

10/11/2012

O herói sem nenhum caráter: Mãe puta e pai bebum dá nisso:

Ódio visceral a quem estuda, a quem sobe na vida, incapacidade de sentir remorso, compulsão a mentir, megalomania, narcisismo extremado, se sente um deus e jamais pronuncia a palavra Deus e a palavra Brasil.

Capaz dos piores crimes para destruir moralmente uma sociedade, ausência de qualquer valor ou crença moral.

Capaz de se associar aos maiores traficantes de cocaína do mundo e seus distribuidores no Brasil (O PCC), acreditar firmemente que todo o nosso passado é perverso porque fomos governados por brancos.

Ódio racial infinito ao povo português e aos europeus em geral. Por fora se apresenta como novo Messias que vem realmente criar o Paraíso na Terra depois de destruído todos os valores europeus.

Alguns poucos brasileiros conseguiram compreender isso, mas não sabem como enfrentar Lula nesta guerra assimétrica.

*******ATENÇÃO E COMPARTILHE URGENTEMENTE*******

Marcio Bartolo

CHEGOU AO CONHECIMENTO DESTA SEÇÃO ATRAVÉS DO RELINT 0008976-12/D264/CI, DA COORDENADORIA DE INTELIGÊNCIA, QUE NESTE FINAL DE SEMANA (10 E 11 NOV 2012), HAVERÁ UMA POSSÍVEL REUNIÃO ENTRE INTEGRANTES DO PRIMEIRO COMANDO DA CAPITAL(P.C.C.) E COMANDO VERMELHO(C.V.), TENDO COMO PARTE UM PLANEJAMENTO DE POSSÍVEIS ATAQUES A INTEGRANTES LIGADOS À SEGURANÇA PÚBLICA, BEM COMO AS UNIDADES DE POLÍCIA PACIFICADORA (UPP). SENDO ASSIM FOI DETERMINADO PELO CHEFE DESTA AIC, QUE DIANTE AO EXPOSTO DESTACA-SE À NECESSIDADE DE QUE AS UPP’S MONITOREM SUAS ÁREAS E QUE QUALQUER DADO NOVO SEJA INFORMADO DE IMEDIATO À ESTA SEÇÃO, VISANDO À ANTECIPAÇÃO E NEUTRALIZAÇÃO DE POSSÍVEIS AÇÕES CRIMINOSAS.

FAVOR ACUSAR RECEBIMENTO.

CB PM LEITE- PERMANÊNCIA AIC/CPP.

Revolucionário e o Reacionário

07/01/2012

Brasil do PT, brasil de hoje

19/06/2011

 

1 – Nos obriga a votar – se não votamos temos que pagar R$ 7,02 por dois turnos faltosos para não perdermos nosso “precioso” título eleitoral e consequentemente o direito de tirar passaporte, fazer crediário, se matricular em instituições públicas, tirar documentos se o perdermos e isto nos faz cidadãos de segunda classe como consequência.

 

2 – Nos obriga a servir as suas falidas, sucateadas e miseráveis “forças armadas”- caso dos homens – temos que pagar multas que variam de 2 a 7 reais para sustentarmos quartéis sem comida, caindo aos pedaços e recrutas sem nenhum jeito para a vida militar. Forças armadas pobres que necessitam do alistamento militar obrigatório para sobreviver.

 

3 – Nos obriga a descontar um dia por ano para seus sindicatos pelegos e lacaios do governo. Um assalto a um dia de trabalho de quem não quer se sindicalizar.

 

4 – Nos obriga a ouvir Voz do Brasil em um determinado horário, sem opção de escolha. Herança da ditadura Vargas.

 

5 – Nos sufoca com uma carga tributária da Suécia e nos oferece serviços públicos do nível da África sub-saariana.

 

6 – Nos faz reféns dentro de nossas casas, enquanto os bandidos e criminosos estão soltos e aterrorizando cidadãos honestos.

 

7 – Tem um povo semialfabetizado, que tem cultura abaixo do nível para lutar por direitos básicos de cidadania.

 

8 – A saúde do povo é caótica, sofrendo de doenças como tuberculose, hanseníase, doença de Chagas, esquistossomose, cólera, malária, dengue e outras mazelas de países pobres.

 

9 – A corrupção de políticos, todo ano envolvido em escândalos e maracutáias.

 

10 – A política habitacional não existe, condenando gerações à especulação imobiliária e sem posse da sonhada casa.

 

Em suma, o Brasil é uma republiqueta. Charles De Gaulle estava certo, isto aqui não é um país sério.

vergonha nacional Terrorista Dilma coloca no site foto de Norma Bengell como se fosse foto dela para ter alguma coisa que mostrar como alguém que TERIA feito oposição ao regime militar, quando na verdade só praticava terror.

25/04/2010

É muito mais grave.

Jamais foi torturada:

em breve posto foto.

É o grande assunto do twitter. Depois que o Lula roubou as palmas do Koffi Anan, na ONU, para aparecer sendo aplaudido na campanha de 2006, agora foi a vez da Dilma Rousseff roubar uma foto da Norma Bengell, para colocar na sua biografia.

A Isto É denunciou, não sei quem comprovou e aqui fica o registro. Registro histórico. A mentira tem cabelo curto e não é da Dilma. Será que o cachê da Bengell, beneficiada pela bolsa-ditadura e enrolada com verbas da cultura, foi alto?
……………………………………………………………………….
Poucos dias antes do site da Dilma entrar no ar, a atriz Norma Bengell ganhou R$ 100 mil da bolsa-ditadura. Será que o uso da foto fez parte do acordo?

O fato do analfabeto digital da campanha da Dilma ter “roubado” uma foto de Norma Bengell, com a concordância e anuência da candidata que fez até um evento para lançar o seu site, não é tão grave quanto outro.

O mais nojento e asqueroso de tudo isso é que a candidata quis se apropriar de um momento histórico, do qual ela não participou. Ela não estava ali, enfrentando a polícia ou quem quer que seja, lutando pela liberdade de expressão. Ela estava na clandestinidade, participando de um grupo terrorista que sequestrou, assaltou e matou, na tentativa de implantar um regime comunista no Brasil, que, como se vê hoje em Cuba, não tem o mínimo respeito pelos direitos humanos.

Foram figuras toscas e fúnebres como Dilma Rousseff, com um fuzil velho na mão, um carro cheio de bombas e o coração cheio de ódio, que mergulharam o país em uma sangrenta guerra civil. Podem ter sido anistiados, mas não merecem perdão ou misericórdia moral.

Muito menos o voto de quem respeita e ama a democracia. Eles fazem da mentira a sua arma para chegar ao poder. Da mentira descarada e sem limites que, quando não funciona, gera inocentes pedidos de desculpas. Este sim, são os verdadeiros lobos em pele de cordeiro.

RICARDO SERRÃO LOBO DIZ NA europa QUE LULA ESTA ACANBANDO COM A DEMOCRACIA NO BRASIL

24/07/2009

Political blogger Ricardo Serran Lobo says that, beneath his veneer as a reformer, Brazil’s President da Silva is driving the Brazilian democracy towards collapse . 

There is a saying in Brazil: “Just for the Brits to see”. It means doing something with the intention to deceive, and was coined in 1831, after the abdication of Dom Pedro I, who led Brazil to independence from Portugal and became the country’s first emperor.

At the time, Brazil was under pressure from Britain to declare the slave trade between it and Africa illegal. The provisory government that followed Dom Pedro I pretended to give way, and passed legislation to that effect. But, in fact, the slave trade only ended 20 years later, thanks to Emperor Dom Pedro II.

The current Brazilian government has also been ruling for the Brits to see. The Left has promoted the charismatic President Luiz Inácio Lula da Silva, who came to power in 2003 and was re-elected in 2006 for a term that ends in 2010.

He was a founder of the Workers’ Party, came from the lowest levels of Brazilian society, had little education and once worked as a shoe-shiner. Da Silva has been sold to the poor – and to the Brits and the rest of the world – as the man who can get anything; as Brazil’s redeemer.

But da Silva, who came to power on a platform of widespread reform, has achieved little. The middle classes in the big cities know that da Silva’s claims of social reform are illusory – or at least greatly exaggerated – but the main TV channels, which need the revenue from government advertising and other federal favours, make daily infl ated claims on their news bulletins of his supposed achievements.

Da Silva’s government has subverted parliament, buying the support of members and senators in return for illegal monthly payments, in a racket known as Escândalo do Mensalão (Mensalão Scandal). There is a suspicion that public money was used for this purpose. As a consequence, members of parliament have absolutely no credibility with the population, living well and expecting to live better still.

The Mansalão case is currently before the Brazilian Supreme Court, but there is widespread suspicion that the court will not bring the corrupt to justice. As a consequence, the court’s standing has also plummeted in the eyes of the population.

In São Paulo and Rio de Janeiro, it is easy to find people who cannot accept giving 27 per cent of their wages to the government via income tax, and then paying a 40 per cent purchase tax. Part of the money raised by the Presidency of the Republic goes to unions and other organisations which, in return, organise pro-government demonstrations. One organisation that receives funds is the paramilitary; its members are armed and well-trained in guerrilla tactics. It will take property it wants by force, and often acts to intimidate those who would call this corrupt government to account.

While money is lavished on buying support, much-needed investment in infrastructure is woefully inadequate. The roads on which agricultural production is distributed are in poor condition. Some harbours, the ones run by the federal government, are abandoned and being closed. Investment in public education is minimal; there are too few schools and the majority of them are in a terrible condition. Teachers’ wages are low, and hence there is a severe shortage of qualifi ed people prepared to undertake a teaching career. The President, who did not learn to read until the age of 10, and left school at 12, tells the people to follow his own example: he had little formal  education, he points out, yet today he is head of state.

The public health system lacks doctors, who can earn much more in the private sector. There are too few hospitals, and these are overcrowded and prone to the outbreak of epidemics. The country also lacks prisons – Da Silva has built just one during his years in office.

What about Amazonian deforestation? The forests are being burned to free up agricultural land as never before, yet it is said there is no money to counter this destruction. Meanwhile, the minister in charge can afford an brand new waistcoat for each of his many TV appearances.

Da Silva’s legacy will be a country with a public debt of one trillion Real, with its democracy weakened, and closer to social breakdown than ever before – white against black, rich against poor. Da Silva’s government has peddled the illusion that Brazil needs a paternalistic state that can protect its people from the dragons of capitalism. It’s time that his people, the Brits and the rest of the world, learned to see through this illusion.