Posts Tagged ‘bolivia’

A Desmestiçagem da América Latina – Leão Alves

25/10/2013

 

Está ocorrendo no Brasil a Desmestiçagem.

Não se trata de transformar pessoas miscigenadas em pessoas de “raça pura”,  como se houvesse um aparelho transformador de DNA no qual um caboclo entrasse por um lado e saísse do outro como um índio pré-colombiano ou um branco “a toda prova”.

Não se trata disso, mas da eliminação étnica dos povo mestiço brasileiro. O objetivo da Desmestiçagem é fazer o mestiço deixar de se identificar como mestiço e passar a se identificar como índio, como negro, como branco, ou outra identidade racial ou étnica.

A “máquina de eliminar mestiços” atua de forma pavloviana, incentivando o mestiço a se identificar com uma raça e castigando o mestiço que não o faz. Ela é formada, entre outros, por ONGs bilionárias, por instituições religiosas e acadêmicas, por partidos políticos, como o Partido dos Trabalhadores, por órgãos do Estado onde esta ideologia racista cristalizou-se como lei.

A máquina promove a criação de direitos especiais para índios e apóia violências contra mestiços, como a limpeza étnica destes na criação de “territórios indígenas”.

Ela promove a criação de direitos especiais para negros e fecha a porta do poder público para os mestiços.

Ela exalta a indianidade e a negritude e associa mestiçagem a violência e a vergonha.

Isto não vem ocorrendo só no Brasil. Grupos racistas bilionários têm investido contra mestiços de outros países, marcantemente na América Latina, onde a mestiçagem é o elemento fundador da identidade de diversas nações, como México e Paraguai.

Com a Desmestiçagem, os grupos que a financiam visam, entre outros, enfraquecer a nacionalidade e a democracia nestes países, promovendo o poder de grupos racistas sobre o povo mestiço e a centralização continental ou global das decisões.

Um dos casos mais emblemáticos é o da Bolívia, onde o governo masista de Evo Morales, que é índio aimará, eliminou do último censo as opções mestiço e branco, de modo que quem respondesse ao formulário de perguntas tivesse que optar entre uma etnia indígena, ser afro-boliviano ou marcar “ninguno” (nenhum). O tiro saiu pela culatra, pois os mestiços adotaram a opção “ninguno”, que chegou a quase 70% no resultado e a população auto-declarada índia reduziu em relação ao censo anterior pondo abaixo o argumento central que o governo marxista usou para transformar a Bolívia num Estado plurinacional indígena.

Enquanto na Bolívia o comunismo vai implementando a Desmestiçagem pela transformação de mestiços em índios, no Brasil o petismo a promove tentando transformar oficialmente mestiços em negros, através de instrumentos como o Estatuto da Igualdade Racial e o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH 3). Os direitos especiais que a legislação brasileira dispõe para os índios tem provocado também a Desmestiçagem pela indianização, às vezes até pelo “ressurgimento” de povos considerados extintos há séculos.

Políticas no mesmo sentido vêm ocorrendo em países como México, Colômbia, Nicarágua, Equador, Venezuela, Honduras, Uruguai, Chile e Argentina.

A Desmestiçagem vem sendo financiada por organizações não governamentais multiculturalistas que interagem com governos e que vêm tendo influência sobre as políticas culturais e étnicas da Organização das Nações Unidas.

Estas ONGs atuam de forma a ocupar espaços nas instituições públicas e meios acadêmicos a fim de firmar sua ideologia racista não só como respeitável, mas como imperativa.

Com este fim, bancam cursos de pós-graduação para estudantes de antropologia e de outras áreas de seu interesse de modo que os futuros profissionais venham a ocupar os cargos de decisão das instituições responsáveis pela administração de políticas raciais e étnicas.

A ideologia da Desmestiçagem tem sua origem no verwoerdismo, a ideologia que estabeleceu o apartheid sul-africano e que repintada vem se firmando no Brasil através do branco-indigenismo e outras ideologias segregacionistas.

Leão Alves é secretário geral do Nação Mestiça.

Os vídeos e os textos postados assinados por seus autores e os noticiosos e de outros sites lincados são de inteira responsabilidade dos mesmos não representando no todo ou em parte posicionamentos do Nação Mestiça. É autorizada a reprodução e publicação de textos deste site desde que citada a fonte. Mestiçofobia é racismo / Mestizofobia es racismo. Divulgue este site.

Apenas 1 de 27 governadores não é apaixonado por Bandido –

21/09/2013
Governador do MS promete medalha para “cada bandido mandado ao inferno”

Governador do Mato Grosso do Sul promete uma medalha “para cada bandido mandado ao inferno”

bandido morto lotérica
Ladrão morto enquanto tentava assaltar lotérica (Foto: Campo Grande News)

O governador do Mato Grosso do Sul André Puccinelli (PMDB) elogiou, na última semana, o sargento da Polícia Militar, Evanildo Gomes, que reagiu a um assalto a uma Lotérica e matou os dois assaltantes em Campo Grande. “Vou dar uma medalha para cada bandido que ele mandou para o inferno”, afirmou, durante a solenidade de formação de novos sargentos da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul.

Leia também:
Delegados da PF testemunham assalto em lotérica em saem de “fininho”

Ele parabenizou o trabalho do sargento Gomes. “Ele mostrou eficiência e que a PM tem um ótimo treinamento”, ressaltou Puccinelli. Ele disse que a ação de Gomes foi em legítima defesa. “Foi (um ato) em proteção da sua vida e da vida de terceiros que estavam no local”, contou. No momento da troca de tiros, sete clientes estavam na fila.

O sargento Gomes estava na Lotérica quando dois assaltantes chegaram e anunciaram o assalto. Eles começaram a agredir um funcionário da lotérica e estavam armados com pistola 9 mm e um revólver 38.

O policial estava a paisana e aguardou o momento certo para reagir. Ele escondeu o revólver calibre 38 no capacete. “Foi uma ação de cinco a 10 segundos”, contou Gomes, em entrevista ao Campo Grande News ontem. Ele atirou e matou os dois ladrões, Helton Esquiver da Cunha, 19 anos, e William Mercado Nunes, 24 anos.

Coisa de comunista latino americano: proibir coca cola e levar presos para assistir comício………

01/08/2012

Estupor en Argentina por la salida de presos a mítines kirchneristas

Alejandro RebossioBuenos Aires451

Reclusos que están condenados por asesinato o violación tienen un papel estelar en algunos actos políticos

Bolivia anuncia una nueva era sin capitalismo ni Coca-Cola

Mabel AzcuiCochabamba235

El ministro de Exteriores fija el fin de la venta del refresco en el país para el 21 de diciembre, cuando termina el calendario maya

Lula amigo de Evo financia trans cocalera na bolivia, Evo legaliza carros roubados que foram trocados por cocaina.

27/10/2011

Rinaldo cobra providência de Dilma no combate à troca de carro por droga na Bolívia

Para deputado, legalização de carro roubado no Brasil pelo governo boliviano criou moeda de troca no tráfico de cocaína

Wendell Reis

Deputado
Rinaldo Modesto (PSDB). (Foto: Wagener Guimarães/ALMS

O deputado estadual Rinaldo Modesto (PSDB) está preocupado com o aumento do tráfico de drogas, principalmente na fronteira do Brasil com a Bolívia. Ele ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa para falar sobre o caso e pediu a colaboração dos colegas para que a Casa envie um documento à presidenta Dilma Rousseff (PT) cobrando ação enérgica com o objetivo de que a diplomacia prevaleça, no caso da medida do governo boliviano de legalizar carros roubados no Brasil e levados ao paós vizinho.

“Reciprocidade. Me trate bem que eu te trato bem. Não estamos sendo tratados como devíamos”, analisou o deputado. Rinaldo explica que no dia 20 de outubro o Congresso Nacional realizou uma audiência para abordar a norma 133, do governo boliviano, que legaliza todos os carros no seu País, o que atingiu diretamente o Brasil.

No dia 8 de junho, o governo boliviano autorizou a regularização de carros ilegais no País, por meio de pagamento de tarifa. A taxa para a nova documentação de carro com passado desconhecido varia entre US$ 2 mil e US$ 3 mil. Para o deputado, a medida visa angariar recursos através da violência e da criminalidade praticada em países vizinhos.

De acordo com a Federação Nacional das Empresas de Segurança Privados (Fenaseg), dos 377.250 carros roubados na Brasil, 53% não foram recuperados. O principal destino dos automóveis furtados são os desmanches, ou países como o Paraguai e a Bolívia.

Para o deputado Geraldo Resende, além do óbvio aumento da violência, a instabilidade jurídica vai ser amplificada pela criação deste novo “automóvel híbrido”, regular na Bolívia, mas completamente ilegal no Brasil, Chile, Paraguai e Peru.

“O roubo de carros está intimamente ligado á outros crimes como o trafico de armas e drogas, as conseqüências desta irresponsabilidade podem significar uma onda de violência sem precedentes. O roubo de automóveis é comandado de dentro das cadeias, esses veículos servem, ora como moeda de troca por cocaína, ora como transporte para outras drogas”, alertou o deputado.

Segundo o deputado Rinaldo, os brasileiros são surpreendidos durante visita ao país vizinho. “A pessoa vai a Bolívia visitar alguém ou fazer compra é assaltado. Conheço casos de Campo Grande, de pessoas que perderam os seus automóveis sob a mira de pistola e a família hoje faz tratamento psicológico em detrimento disso”.

Rinaldo explica que a norma estabelecia a regularização de 10 mil veículos em 15 dias, mas foram legalizados 125 mil, segundo dados da audiência pública realizada no Congresso. Ele lembra que paralelo a tudo isso, criou-se uma nova moeda, que seria a troca de veículos por cocaína: “Uma Hilux que custa entre R$ 100 e R$ 120 mil é trocada lá por 5 quilos de cocaína. Um carro de menor valor, por um quilo, e isso traz um caos para o Pais, com entrada desenfreada da cocaína”, relatou.

Cresce produção de Coca ilegal em Bolivia. Cresce o narcotráfico. Lula financiou a trans-cocaleira na Bolivia

13/09/2011

ONU: en Bolivia hay 19 mil hectáreas de coca ilegal y crece el narcotráfico

12/09/2011 – 22:55:48

hoy con una nueva generación de precursores químicos, mayor rendimiento de la coca y laboratorios más eficientes se produce más cocaína con menos coca.

La Paz.- Para la gestión 2010, la Oficina de las Naciones Unidas contra la Droga y el Delito (UNODC) detectó 31,000 hectáreas de hoja de coca en Bolivia, 19 mil más de las 12 mil permitidas por ley.

Ese es el último informe anual de Monitoreo de cultivos de hoja de coca, presentado este lunes por la Unodc en La Paz, dijo en la presentación el representante de la oficina en Bolivia, César Guedes.

CONTINUA AQUI:

http://www.hoybolivia.com/Noticia.php?IdNoticia=52850&tit=onu_en_bolivia_hay_19_mil_hectareas_de_coca_ilegal_y_crece_el_narcotrafico#.Tm9Pw6jXziE.facebook

Faltou falar da Petrobrás e do dinheiro para rodovia na região da Coca, José Serra acusa Bolívia de Evo de deixar cocaína vir para Brasil: Mas Evo é amigo do Lula..

27/05/2010

do blog do coronel:

www.coturnonoturno.blogspot.com

Melhores momentos de Brasil e Bolívia no governo Lula. O que devemos esperar de um governo da Dilma?

Como diz a Dilma Rousseff(PT), em relação ao país que “exporta” toneladas de cocaína no Brasil todos os anos, que vira o crack que já está exterminando 1.300.000 jovens brasileiros,“[a Bolívia] é um país pequeno, e por ser um país pequeno, a delicadeza tem que ser maior”.
Se no governo do Lula já foi a delicadeza que vemos aí em cima, em um eventual governo Dilma mandaremos os escoteiros para a fronteira da Bolívia e despacharemos a Embrapa para o Chepare, pela rodovia nova financiada pelo BNDES, para desenvolver as plantações de coca. Quem sabe uma coca transgênica bolivariana com tecnologia brasileira?
Esta é a proposta da Dilma: ter “delicadeza” com um país que mata os nossos jovens; evitar a  “demonização” do maior fornecedor de drogas para o Brasil; salvar os miseráveis bolivianos às custas da vida dos miseráveis drogados do nosso país.

central sindical COB e índios enfrentam presidente Morales na Bolívia: Evo diz Não se pode gastar todo o dinheiro do povo só em salários.

09/05/2010

Al menos una persona muerta durante protestas en Bolivia

Foto: Policías detienen a varios manifestantes hoy, sábado 8 de mayo de 2010, durante el despeje de la vía que comunica a la ciudad de La Paz con la Amazonía boliviana, tras 13 días de bloqueos y choques violentos que dejaron ocho policías y una decena de civiles heridos y 38 detenidos.
El comandante nacional de la Policía, general Óscar Nina, señaló en rueda de prensa que, con la intervención de las fuerzas del orden, se logró habilitar el paso para más de 1.500 personas y centenares de vehículos retenidos desde hace casi dos semanas en la vía hacia la localidad de Caranavi, en los Yungas de La Paz. EFE/Javier Mamani

El ministro del Interior de Bolivia, Sacha Llorenti, confirmó este domingo que al menos una persona murió en la violencia vivida entre viernes y sábado en el poblado de Caranavi, en el norte de La Paz, donde la policía desbloqueó una ruta que estuvo en poder de manifestantes durante doce días.

“Lamentablemente anoche nos reportaron que un joven que estaba herido con traumatismo encéfalocraneano severo en el hospital de Clínicas aquí en La Paz perdió la vida”, dijo Llorenti a una red de medios de comunicación estatales.

“También ayer se informó -aunque nosotros no pudimos verificar este extremo- que habría otra persona fallecida ayer en Caranavi. Ojalá que esta segunda infomación no se confirme”, manifestó Llorenti, lamentando la pérdida de vidas humanas.

La tensión en Caranavi había cedido este domingo luego de dos días de choques entre pobladores y policías.

Este domingo existe “relativa tranquilidad, calma en la ciudad de Caranavi, el tráfico de la carretera es perfectamente normal” y se evidencia un “retorno paulatino a la normalidad de las actividades”, señaló en entrevista simultánea a la red de televisión Bolivia-TV y la radio Patria Nueva.

El gobierno desplazó al lugar un contingente de 700 policías para recuperar el control de la ruta hacia La Paz en poder de los sindicatos de Caranavi por 12 días, en demanda de la instalación de una planta procesadora de cítricos.


Foto: Pobladores de la localidad de Caranavi queman unas banderas ayer, sábado 8 de mayo de 2010, durante la intervención de la Policía en la zona. La vía que comunica a la ciudad de La Paz con la Amazonía boliviana fue reabierta hoy, tras 13 días de bloqueos y choques violentos que dejaron ocho policías y una decena de civiles heridos y 38 detenidos, informó hoy una fuente oficial.
El comandante nacional de la Policía, general Óscar Nina, señaló en rueda de prensa que, con la intervención de las fuerzas del orden, se logró habilitar el paso para más de 1.500 personas y centenares de vehículos retenidos desde hace casi dos semanas en la vía hacia la localidad de Caranavi, en los Yungas de La Paz. EFE/Javier Mamani

Los dos días de violencia provocaron al menos un muerto, cuatro policías heridos de bala, unos 20 civiles heridos y más de 35 detenidos, según Llorenti.

El gobierno y la unitaria Central Obrera Boliviana (COB) iniciaron el diálogo en la antesala de una huelga general indefinida llamada por los sindicatos y que debe comenzar el lunes en demanda de mejoras salariales por encima del 5% fijado por las autoridades.

El ministro de Hacienda, Luis Arce, dijo este domingo que en reuniones con la COB, desde el sábado, “hemos ido avanzando en varios temas y creo que poco a poco ya estamos alcanzando acuerdos (..), estamos llegando a ciertos acuerdos, a ciertos consensos”.

La autoridad informó sin embargo que “el incremento (del 5% en los salarios) ya ha sido definido por el Gobierno (..), estamos hablando de la ley de pensiones y estamos amplios y dispuestos para llegar a acuerdos con la COB”.

“No queremos llevar toda la plata a salarios, queremos invertir y garantizar nuestra política social”, dijo Arce al descartar una mejora en el nivel del aumento salarial, como pretende la sindical.

Foto: Policias bolivianos tratan de despejar con gases lacrimógenos a campesinos hoy, viernes 7 de mayo de 2010, que realizan bloqueos en la region de Los Yungas de La Paz (Bolivia).
Al menos 17 personas resultaron heridas, entre agentes y civiles, y otras siete fueron detenidas, en una operación policial para desbloquear la vía entre La Paz y la Amazonía boliviana, cortada desde hace doce días por campesinos. EFE/ Javier Mamani

Previamente el presidente Evo Morales protestó el sábado porque “algunos compañeros quieren todo sólo para el salario” y planteó en cambio la necesidad de invertir: “sólo invirtiendo podemos crear más fuentes de trabajo”.

El principal dirigente de la COB, Pedro Montes, aliado de Morales, dijo a la prensa que en las reuniones con el gobierno “hemos dicho mejoramiento del incremento (de 5% en los salarios) sin ningún porcentaje (y que) en cualquier caso, el diálogo va a decir” si se acuerda un reajuste.

Montes dijo a periodistas que el llamado a la huelga y a una caminata de protesta desde una localidad andina hacia La Paz, está en curso.

De concretarse sería la primera huelga que enfrenta el presidente Evo Morales -en el poder desde 2006- por parte de la principal fuerza sindical de Bolivia, hasta el momento aliada del gobierno.

Foto: Pobladores de la localidad de Caranavi protestaron ayer, sábado 8 de mayo de 2010, durante la intervención de la Policía. La vía que comunica a la ciudad de La Paz con la Amazonía boliviana fue reabierta hoy, tras 13 días de bloqueos y choques violentos que dejaron ocho policías y una decena de civiles heridos y 38 detenidos, informó hoy una fuente oficial.
El comandante nacional de la Policía, general Óscar Nina, señaló en rueda de prensa que, con la intervención de las fuerzas del orden, se logró habilitar el paso para más de 1.500 personas y centenares de vehículos retenidos desde hace casi dos semanas en la vía hacia la localidad de Caranavi, en los Yungas de La Paz. EFE/Javier Mamani 

Según medios locales, 39 de los 50 sectores afiliados a la COB acatarán la huelga. Ya los trabajadores campesinos, los cocaleros y la Federación de Mujeres campesinas señalaron que no acatarán la protesta. En cambio sí será apoyada por los mineros.

La huelga de la COB fue condenada el viernes por el vicepresidente de Bolivia, Alvaro García, quien sugirió que detrás de la misma está la embajada de Estados Unidos.

“Los que provenimos de la lucha sindical sabemos que una huelga general indefinida tiene contenido político; se declara una huelga general indefinida para derrocar gobiernos”, dijo García en rueda de prensa.

El vicepresidente dijo que desde que Morales asumió en 2006, los grupos de derecha “intentaron golpe de Estado, asesinato y ahora intentan desde adentro; la derecha utiliza esos medios, y no dudaría que detrás de eso también puedan estar algunos funcionarios de la embajada norteamericana”.

Morales dijo a CNN desde Estados Unidos, donde se encontraba el viernes, que quienes promueven la protesta “son dirigentes que vienen de las dictaduras, que vienen de ser instrumentos del neoliberalismo y no son todos los obreros y menos los originarios (indígenas) ni los campesinos”.

El líder de la COB, Pedro Montes, desestimó las acusaciones y enfatizó que “este no es un problema político, es problema de orden económico, de orden de necesidad de los trabajadores“.

Foto: Policias bolivianos tratan de despejar los bloqueos realizados por campesinos hoy, viernes 7 de mayo de 2010, en la region de Los Yungas de La Paz (Bolivia).
Al menos 17 personas resultaron heridas, entre agentes y civiles, y otras siete fueron detenidas, en una operación policial para desbloquear la vía entre La Paz y la Amazonía boliviana, cortada desde hace doce días por campesinos. EFE/ Javier Mamani

Vía AFP

PRESIDENTE DA BOLIVIA cerimônia de posse toma de posesion EVO INDIO MORALES ASSUME SEGUNDO GOVERNO MANDATO COM PODERES ILIMITADOS PARA IMPLANTAR COMUNISMO SOCIALISMO INDIGENA

21/01/2010

Evo Morales asume su segundo

mandato con poderes casi

ilimitados

El presidente de Bolivia, Evo Morales, investido este viernes para un segundo mandato de cinco años con un poder casi ilimitado para crear un nuevo Estado socialista e indigenista en reemplazo de “un Estado colonial que se va”, según dijo este jueves.

Morales, de 50 años, asume el poder en una ceremonia en la nueva Asamblea Legislativa -que sustituye al antiguo Congreso nacional-, frente a una oposición debilitada que vio impotente los cambios que logró imponer en su primera gestión.

El mandatario -que en su primer periodo nacionalizó los hidrocarburos y las telecomunicaciones- anunció este jueves que avanzará hacia la “refundación de Bolivia”, despidiendo “un Estado colonial que se va”, según dijo en una ceremonia ritual en la que fue ungido guía espiritual de los pueblos indígenas.

“Pasamos de un Estado colonial a uno social y plurinacional”, explicó esta semana el vicepresidente Alvaro García.

Para impulsar los cambios, Morales -que ganó las elecciones en diciembre con un respaldo del 64%- dispone de una abrumadora mayoría de 2/3 en la nueva Asamblea Legislativa, lo que le permitirá no sólo imponer medidas de transformación sino elegir a discreción las autoridades en los poderes Ejecutivo, Legislativo, Judicial y Electoral.

“Pasamos de un Estado colonial a uno social y plurinacional”

La principal candidatura opositora acumuló apenas 26% de los votos.

Para dar una imagen de la magnitud del cambio, Morales entregará al Congreso la tradicional banda presidencial con los colores amarillo, rojo y verde de la bandera boliviana y recibirá otra en la cual se incluye la bandera multicolor indígena (whipala).

Además, el gobierno decretó que el 22 de enero sea “día de la Fundación del Estado Plurinacional” en paralelo con el 6 de agosto, en que se conmemora la fundación de Bolivia, en 1825, mientras en el Congreso los retratos de los libertadores de Bolivia, Simón Bolívar y Antonio José de Sucre, fueron relegados por los de los héroes indígenas Túpac Katari y Bartolina Sisa.

Al respecto, el ex presidente liberal Carlos Mesa escribió en el diario La Razón este jueves que los actuales gobernantes “no se dan cuenta que aunque saquen todas las estatuas, entierren todas las medallas, cambien el escudo y hagan desaparecer de sus pechos la bandera tricolor, cuando su tiempo termine la historia se impondrá sobre las imposturas”.

El presidente deberá convencer de que no está entrando en un Estado de autoritarismo en momentos en que se despliegan medidas judiciales contra varios de sus principales opositores.

“La bandera de este país es y será siempre una sola, la tricolor, aunque inunden el territorio de wiphalas, y Bolívar y Sucre seguirán siendo figuras singulares de la creación de la patria”, agregó.

En un país de 10 millones de habitantes y con altos índices de pobreza, Morales tendrá varios retos, empezando por el del gas, pues Bolivia posee la segunda reserva más grande de Sudamérica después de Venezuela pero tiene problemas para aumentar la producción.

Igualmente tendrá ante sí la tarea de convencer a la comunidad internacional de que puede luchar contra el narcotráfico sin ayuda de la estadounidense DEA, a la que expulsó el año pasado.

El mandatario, quien sigue siendo presidente de las confederaciones cocaleras de la región del Chapare (zona productora de esa hoja), ha realizado en foros internacionales una cerrada defensa de la coca, que tiene en su país uso medicinal y alimentario.

También el presidente deberá convencer de que no está entrando en un Estado de autoritarismo en momentos en que se despliegan medidas judiciales contra varios de sus principales opositores.

De hecho, el líder opositor Manfred Reyes Villa viajó clandestinamente a Estados Unidos a fines de diciembre, argumentando persecución política luego de que se multiplicaran contra él procesos judiciales por distintas causas.

En un momento en que la oposición política está debilitada, son las regiones las que han hecho contrapeso a Morales.

Por eso para Morales son decisivas las elecciones regionales de abril próximo, si es que quiere seguir extendiendo sus poderes.

Vía “AFP”   

Morales recibe la bendición de los

 líderes religiosos de Bolivia

El presidente boliviano será investido mañana para dar inicio a su segunda legislatura

EUROPA PRESS – La Paz – 21/01/2010

 La bendición de la Pacha Mama

El presidente boliviano, Evo Morales, al momento de recibir la bendición de los sacerdotes aymaras en las ruinas de Tiahuanaco- REUTERS

El presidente boliviano, Evo Morales, ha recibido hoy la bendición de los líderes religiosos del país en un acto previo a la ceremonia de investidura que se celebrará el próximo viernes y que dará comienzo a la segunda legislatura del mandatario.

Morales ha llegado en helicóptero a las ruinas del templo de Tiahuanaco, a 70 kilómetros de La Paz, acompañado por el vicepresidente boliviano, Alvaro García Linera, para recibir la bendición de la Madre Tierra a través de un ritual purificador con agua y fuego, oficiado por sacerdotes aymaras, que les permitirá ejercer con sabiduría sus funciones.

Desde primera hora de la mañana centenares de personas se acercaron a las ruinas indígenas para apoyar a Morales, a los que se sumaron represetantes de movimientos sociales procedentes de Ecuador, Europa, Estados Unidos y Perú, con la participación destacada de la premio Nobel de la Paz, Rigoberta Menchú.

CRIOLLOS DISCRIMINADOS MICRO NAÇÕES INDÍGENAS CONSTITUIÇÃO DA BOLIVIA BRANCOS EXPULSOS DE SUAS TERRAS ÍNDIO COCALERO EVO MORALES CRIA O ÓDIO ENTRE RAÇAS E CLASSES E DIVIDE A BOLIVIA DIVIDIR PARA REINAR

07/08/2009

La división de Bolivia se

profundiza

El decreto que consagra las autonomías indígenas reaviva la ruptura entre los Andes y el este del país – El Gobierno ensalza la quiebra del orden social

El presidente boliviano, Evo Morales, ha vuelto a agitar el avispero boliviano con un decreto que abre la puerta a las autonomías indígenas. Para algunos es una jugada electoral para asegurarse la reelección, para otros sólo un disparate y para los demás un acto de justicia histórica. Para el Gobierno de Evo Morales, el proceso autonómico está destinado a “romper el monopolio del poder político de las elites, especialmente de las tierras bajas [el este rico en petróleo y gas: Pando, Beni, Santa Cruz y Tarija] y complementar la lucha por los territorios indígenas, que representa la ruptura del monopolio del poder económico”, en palabras del ministro de Autonomía, Carlos Romero, impulsor del decreto.

La nueva Bolivia

La revolución de Evo Morales

Los nativos han empezado a ocupar industrias y expulsar a sus propietarios

“Es la expulsión de las estructuras del colonialismo interno, la ruptura del poder económico, del poder político y la ruptura del poder cultural”, dice Romero. “Declaramos la autonomía indígena para romper definitivamente las cadenas de sumisión hacia los poderes políticos, culturales y coloniales”. Morales se ha adelantado medio año a la fecha prevista para sacar adelante el decreto de autonomía, que se esperaba cerca del 6 de diciembre, la fecha de las elecciones generales en las que el presidente espera obtener un segundo mandato.

La autonomía indígena y campesina es el hito que culmina la lucha por la inclusión que comenzaron los pueblos del norte y el oriente de Bolivia en 1992, cuando ascendieron desde los llanos a las cumbres andinas en una dramática caminata. Se consideró el despertar de las mayorías indígenas que habían permanecido hasta entonces, con esporádicas rebeliones, resignadas a vivir ajenas a los beneficios económicos del Estado. Seis de cada 10 bolivianos son pobres y los campesinos han tenido un salario medio anual jamás superior a los 50 euros en la última década del siglo XX.

El deterioro en la vida rural del altiplano es producto también del minifundio, el imperativo de heredar la propiedad de labranza sobre la creencia de que la pertenencia a un territorio reafirma la identidad y consolida la existencia de los pueblos atados a la Pachamama, a la Madre Tierra.

La nueva Constitución, aprobada a comienzos de año, reconoce cuatro niveles autonómicos: regional, provincial, municipal e indígena. Dice el artículo 290: la autonomía indígena “es la expresión del derecho al autogobierno como ejercicio de la autodeterminación de las naciones y los pueblos indígenas originarios y las comunidades campesinas, cuya población comparte territorio, cultura, lenguas, organizaciones e instituciones jurídicas, políticas, sociales y económicas propias”.

Las comunidades indígenas tendrán una veintena de competencias exclusivas, referidas fundamentalmente a “formas propias de desarrollo económico, social, cultural de acuerdo con su identidad y visión”, además de la atención a la infraestructura vial, servicios de educación y salud (agua, luz y alcantarillado).

Para financiar a las autonomías, el Estado apoyará con recursos económicos, independientemente de los ingresos que generen por actividades mineras, por ejemplo. Además, Carlos Dabdoub, secretario de Autonomía de la gobernación de Santa Cruz, señaló que los pueblos indígenas estarán exentos de pagar impuestos por sus tierras.

Los indígenas podrán formar mancomunidades que acaben por modificar la actual división territorial del país, especialmente en el sur. Bolivia está dividida en nueve provincias y 327 municipios. De estos últimos, unos 180 pueden ser declarados municipios autónomos indígenas, según el autor de la ley de Participación Popular, Carlos Hugo Molina. “La autonomía indígena tiene más competencias y más atribuciones que la autonomía provincial; tiene la gestión del territorio, la propiedad de recursos naturales, la aplicación de normas consuetudinarias y tiene un germen de formación de nuevos estados a partir de formas de autodeterminación”, explica el jurista.

Los pueblos originarios son 36, con poblaciones que van entre los tres millones de quechuas y aymarás, y otras 34, agrupadas en 10 familias lingüísticas, en las que prevalece la tupiguaraní. Algunas de estas etnias tienen menos de cien miembros (el caso de los araona) y otras pueden superar los 60.000 (los chiquitanos). La propiedad de la tierra implica la tenencia y usufructo de los recursos naturales renovables, pero también el derecho de veto a la explotación de los no renovables -hidrocarburos y minería-.

En los últimos meses, miembros de comunidades indígenas han ocupado al menos una veintena de explotaciones mineras concedidas por el Estado. Han confiscado la maquinaria y otros bienes y han expulsado a los trabajadores en protesta por la presencia de inversionistas extranjeros o locales pero de origen criollo. También han decidido asumir la explotación minera ante la pasividad de las autoridades. La misma situación se ha dado en explotaciones privadas agrícolas e industriales asentadas en terrenos reclamados por los indígenas. Los propietarios fueron expulsados y confiscados sus bienes, recursos, animales y maquinaria.

Promulgada nova constituição da bolívia – abc color 7 de fevereiro de 2009

07/02/2009

leia aqui a nova constituição da bolivia.

“Aquí se acabó el pasado colonial. Aquí se acabó el neoliberalismo. Aquí se acabó el latifundismo. Mandaremos y gobernaremos como nos pide el pueblo boliviano, y el pueblo ha refundado Bolivia”.

http://www.elpais.com/elpaismedia/diario/media/200711/29/internacional/20071129elpepiint_1_Pes_PDF.pdf