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Governados por assaltantes – Dilma Rousseff e o Caso do Cofre do Governador Doutor Adhemar Pereira de Barros

21/09/2012

terça-feira, outubro 05, 2010

O ASSALTO QUE DILMA AJUDOU A PLANEJAR

do Blog do Aluísio Amorin

Leiam esta excelente reportagem que está no site do jornalista Augusto Nunes, do portal da revista Veja. É assinada pela repórter Domitila Becker, e detalha como foi o roubo do cofre de Adhemar de Barros, que Dilma Rousseff ajudou a planejar no dia 18 de julho de 1969, quando era ativa militante de uma organização terrorista. Sim, Dilma participou da luta armada contra a democracia com a finalidade de implantar uma ditadura comunista no Brasil. Ou alguém acha que isso é delírio? Com link ao final para leitura completa.

Leiam:
A noite estava chegando quando as duas camionetes estacionaram numa  ladeira do bairro de Santa Tereza, no Rio. Armados de revólveres e  granadas, 11 homens e duas jovens desembarcaram e, em movimentos  rápidos, invadiram o casarão onde morava Ana Benchimol Capriglione,  amante do ex-governador paulista Adhemar de Barros, famoso pelo bordão  “rouba, mas faz”. Na hora do crepúsculo de 18 de julho de 1969, começava  o maior assalto praticado durante a ditadura militar por grupos  partidários da luta armada.

Disfarçados de policiais à caça de documentos considerados  subversivos, os invasores se espalharam pela mansão. Enquanto alguns  subiam ao segundo andar para localizar o cofre, outros imobilizaram  moradores e empregados, furaram os pneus dos carros estacionados na  garagem e cortaram as linhas telefônicas. A operação durou exatamente 28  minutos. E enriqueceu em US$ 2,4 milhões (cerca de R$ 30 milhões em  valores atuais) a VAR-Palmares, organização comunista que tinha entre  seus mais ativos militantes a universitária mineira Dilma Rousseff. “A  gente achava que o golpe ia ser grande, mas não tinha noção do tamanho”,  disse Dilma numa entrevista publicada em 2006.
O cofre de mais de 200 quilos rolou pela escadaria de mármore, foi  colocado numa das camionetes e levado até um “aparelho” ─ termo que  identifica os endereços onde moravam ou se reuniam os partidários da  luta armada ─ em Jacarepaguá. Ali, com o uso de maçaricos, consumou-se o  arrombamento do cofre que fora previamente inundado para evitar que o  dinheiro se queimasse. As cédulas secaram depois de estendidas em varais  e expostas a ventiladores. Eram parte da fortuna do ex-governador de  São Paulo. A informação de que estavam sob a guarda da amante foi  transmitida à VAR-Palmares por Gustavo Buarque Schiller, um sobrinho de  Ana Benchimol que acabara de filiar-se à organização.
Entre os participantes da ação estavam Carlos Minc, deputado estadual  e ex-ministro do Meio Ambiente do governo Lula, e Carlos Franklin  Paixão de Araújo, segundo marido e pai da única filha de Dilma Vana  Rousseff Linhares, ou Estela, ou Wanda, ou Marina, ou Maria Lúcia, ou  Luiza. Embora tenha ajudado a planejar todos os assaltos do grupo, Dilma  não figurou entre os invasores do casarão. Providenciou o armamento,  guardou o dinheiro e ajudou a distribuir o produto do roubo.