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História do município e cidade de Franca, Vila Franca do Imperador,

03/04/2013

história da região denominada Sertão do Capim Mimoso próxima aos Rio Pardo e rio Sapucaí tem início com os bandeirantes:

A partir dabandeira do Anhanguera , em 1722, que construiu o “Caminho de Goiás”, ou “Estrada dos Goiases” que ligava a cidade de São Pauloaté as minas de ouro de Goiás, que naquela época pertencia à Capitania de São Paulo e passava pela região onde depois surgiu Uberaba-MG.

Começam a surgir, a partir de então, os famosos “pousos” de tropeiros, locais onde os paulistas paravam para descansar – eles e os animais de carga -, durante as viagens que faziam em sua busca pelo ouro no interior do Brasil. O pouso que deu origem à cidade de Franca era conhecida, na época, pelos bandeirantes, por “Pouso dos Bagres”.[9]

No final do século XVIII, havia dispersos na região vários desses pousos. Em 1779, moravam cerca de uma centena de pessoas, no sertão doRio Pardo pertencente à Vila de Mogi Mirim. Para uma melhor organização do local, foi criada uma Companhia de Ordenanças e nomeado, como seu Capitão, o português Manoel de Almeida. Posteriormente comandou o distrito, a partir de 1804, o Capitão Hipólito Pinheiro.

No início do século XIX, os filhos de Manoel de Almeida (Antônio Antunes de Almeida e Vicente Ferreira de Almeida) doam suas terras para a construção de uma capela, benzida pelo padre Joaquim Martins Rodrigues.

Juntam-se, depois, a essa população mineiros (chamado de geralistas) e goianos, que, devido à decadência da mineração em suas regiões, começam a se instalar no “Belo Sertão do Rio Pardo”, por incentivo do governador-geral da Capitania de São Paulo, António José da Franca e Horta, ao qual se deve o nome da cidade.

Esses pioneiros reivindicaram junto ao governo geral do Brasil a criação de uma freguesia porque a freguesia mais próxima era a de Mogi Mirim, a centenas de quilômetros de distância.

A Freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Franca foi criada em 3 de dezembro de 1805, pertencendo ao termo da Vila de Mogi Mirim.

território original da Freguesia da Franca, que fora desmembrado da Vila de Mogi Mirim, abrangia a região de Batatais e estendia-se atéIgarapava e Guaíra e era muito extenso. Foi, porém, bastante reduzido com a criação de novos municípios: Batatais em 1839Igarapava em1873Ituverava e Patrocínio Paulista em 1875São José da Bela Vista em 1948Cristais Paulista em 1959RestingaJeriquara e Ribeirão Corrente em 1964.[10]

Em 1821, é criada por Dom João VI a “Vila Franca Del Rey”, que só foi instalada em 28 de novembro de 1824, sendo o primeiro presidente daCâmara Municipal o Sargento-Mor José Justino Faleiros, tronco da Família Faleiros da região de Franca, empossado, junto com os demais vereadores, no dia 30 de novembro de 1824.

Com a independência do Brasil, passa a se chamar Vila Franca do Imperador, uma homenagem a D. Pedro I do Brasil.

Em 1821, Minas Gerais tenta anexar a região, mas devido à resistência dos francanos, a tentativa falha. Esse episódio está registrado nobrasão da cidade, com a cidade fortificada e o lema “GENTI MEAE PAULISTAE FIDELIS” (Fiel à Minha Grei Paulista).

Em 1838 houve em Franca uma rebelião que ficou conhecida como Anselmada.

Em 1839 é criada a comarca da Franca. Neste ano, Franca perde grande parte de seu território para a criação da Vila de Batatais.

Pela lei provincial nº 21, de 24 de abril de 1856, Franca é elevada à categoria de município e cidade.

Na década de 1830, francanos, especialmente das famílias Garcia Leal, Correia Neves e da família Souza, iniciaram a povoação da região de Santana do Paranaíba no atual Mato Grosso do Sul.

O município recebeu muitos imigrantes. Com a expansão do café para o Oeste Paulista vêm os imigrantes, sobretudo italianos. A partir destes imigrantes, monta-se a primeira indústria da cidade, calçadista, que desenvolve-se principalmente a partir da década de 1920.

Franca participou da Guerra do Paraguai com os Voluntários da Franca e com o famoso Guia Lopes.

Na década de 1890, Franca passa a ser servida pela Estrada de Ferro Mogiana, mas, no início do século XX, o ramal de Franca foi abandonado e os trilhos retirados porque a Estrada de Ferro Mogiana construiu outro ramal, uma variante, ligando Ribeirão Preto a Uberaba sem passar por Franca.

A cidade empenha-se durante a Revolução Constitucionalista de 1932, na qual morreram por São Paulo seis cidadãos francanos.

Atualmente, destaca-se no setor da indústria de calçados masculinos, mas as indústrias calçadistas de Franca já estão dando atenção e produzindo também calçados femininos, ainda que, até hoje, o café tenha ativa participação na economia do município.

O Sucesso do Rodoanel do PSDB – Governar é Abrir Estradas

02/03/2013

Rodoanel Sul supera outras rodovias.

Maior obra viária do País também possibilitou a redução de poluição do ar e ainda aumentou a fluidez em algumas vias da capital

Trecho Sul do Rodoanel Mário Covas já é maior que nas Rodovias Anchieta e Anhanguera. Desde a abertura ao tráfego, em 1º de abril passado, circularam pelos 61,4 quilômetros do intervalo quase 3 milhões de veículos, sendo, em média, 65% leves e 35% pesados.

Se for considerado apenas dia útil, o movimento de pesado chega a 40%, número de caminhão que ultrapassa o de importantes rodovias, como o trecho entre São Paulo e Cordeirópolis (163 quilômetros) da Anhanguera, onde 31% do tráfego são de caminhões e ônibus, e toda a extensão da Anchieta, em que 25,7% do tráfego são desses veículos.

Está à frente também da Rodovia Raposo Tavares, de Araçoiaba da Serra a Itapetininga (51 quilômetros), onde 34,3% do tráfego são de veículos pesados, ou da Castello Branco, no recho de Itu a Tatuí (65 quilômetros), com 30,7%.

A utilização do Rodoanel por caminhão confirma que um dos principais objetivos da obra é proporcionar fluidez e segurança no escoamento da produção entre interior e litoral. A grande procura do motorista pela nova via garante o sucesso comprovado com o impacto positivo no trânsito urbano de grandes corredores da capital paulista, outra finalidade do Rodoanel.De acordo com levantamento da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), em abril houve aumento da fluidez do trânsito de 42% na Avenida dos Bandeirantes em relação a março, e de 34% na Marginal do Rio Pinheiros.

 O anel viário permite ordenar o tráfego de carga proveniente do Sul do País com destino a Mato Grosso do Sul e a do Centro-

-Oeste para o Porto de Santos, facilitando o fluxo de deslocamento das zonas norte e sul da capital. Com a conclusão dos trechos

Leste, próximo da fase de licitação para construção, e Norte, em elaboração de projeto para licenciamento ambiental, serão 177 quilômetros interligando as vias Dutra e Fernão Dias às demais com padrão internacional integrando o transporte de todo o País.

Imprensa da Secretaria de Estado dos Transportes

Salve 9 de julho !

07/07/2008

Paulista: Você tem um dever a cumprir, consulte a sua consciência!

http://www.youtube.com/watch?v=yQOkUzQUbbw

“Da alma cívica de um povo
Irmanado nas trincheiras,
Surgem as novas bandeiras,
Criando São Paulo novo.
O povo heróico à luta afeito
Firma a sua tradição,
Tendo nas mãos o Direito
E a Pátria no coração.
Marchemos cheios de glória!
Conosco marcha a vitória!(bis)
Amigos, surto (?) gracioso,
Que a nossa alma destempera(?)
A ânsia feita de Raposo
E a firmeza de Anhangüera.
Rumando a novas conquistas,
Fiel ao destino da raça,
Eia, abre alas, paulistas
Pois é São Paulo que passa
Marchemos cheios de glória
Conosco marcha a vitória (bis)”

 

http://ultimatrincheira.com.br/inicial.htm