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Genocídio e extermínio da população branca e a implantação do comunismo na África do Sul

07/12/2013

África do Sul à beira do genocídio e da ditadura comunista

Escrito por Alex Newman | 19 Setembro 2012 Notícias Faltantes – Comunismo

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Mais uma vez, os comunistas usam o racismo, o desarmamento, odiscurso de ódio e a perversão do direito para levar um país ao genocídio. A mídia ocidental, ao fingir que não vê, parece simplesmente estar apoiando a matança.

Ao mesmo tempo que a maior parte do mundo se recusa a aceitar o que está a acontecer na predominantemente comunista África do Sul, a organização sem fins lucrativos com o nome de Genocide Watch declarou no mês passado que os preparativos para as atrocidades genocidas contra os camponeses sul-africanos brancos estavam já bem encaminhados, e que as fases iniciais do genocídio provavelmente já tinham começado. De modo geral, o chefe da Genocide Watch, o Dr. Gregory Stanton, explicou que as poderosas forças comunistas tencionam também abolir a propriedade privada e esmagar todos os potenciais resistentes.

Segundo os peritos e os números ofciais, pelo menos 3 mil camponeses brancos, conhecidos por Boers, foram brutalmente massacrados durante a última década. Muitos mais, incluindo crianças – e até as crianças mais pequenas – foram também violadas ou torturadas de modo tão selvagem que meras palavras não podem expressar o horror. E o problema só está a piorar, afirmam os observadores das organizações dos direitos humanos presentes na África do Sul. O governo sul-africano, dominado pela Congresso Nacional Africano (ANC = African National Congress) que tem um forte apoio comunista, respondeu à crescente onda de assassinatos racistas negando o fenômeno, alegando de modo pouco plausível que muitos dos ataques simplesmente são crimes regulares. Apesar das críticas ferozes, as autoridades pararam de registar as estatísticas que poderiam disponibilizar uma imagem mais correta do que realmente está a acontecer na chamada “Nação Arco-Íris”. Em muitos casos, os assassinatos são simplesmente qualificados de “assaltos”, e ignorados. Devido a isto, é seguro afirmar que os números em volta dos assassinatos certamente são mais elevados do que aqueles que as entidades oficiais admitem. Entretanto, múltiplas fontes reportam que as forças policiais estão muitas vezes envolvidas nos assassinatos ou, pelo menos, nas manobras que visam esconder a realidade dos eventos (“cover-ups”) Um sul.africano exilado nos EUA declarou à “The New American” que, quando as vítimas são capazes de se defender, e os perpetradores capturados, muitos deles costumam estar afiliados ao ANC ou à sua facção jovem.

Os peritos não estão a acreditar na ocultação dos fatos feita pelo governo. “Estamos cada vez mais convencidos que os assassinatos de camponeses (brancos) não são acidentais,” declarou o Dr. Stanton da Genocide Watch durante a sua missão de averiguação dos fatos no mês passado. Ele acrescentou ainda que era bem óbvio que os massacres não eram crimes comuns principalmente devido à barbaridade usada contra as vítimas.

Não sabemos ainda quem está a planejá-los mas apelamos a uma investigação internacional que julgue e determine quem está por trás destes assassinatos.

De fato, os analistas mais honestos concedem que as milhares de matanças brutais, e as dezenas de milhares de ataques, fazem parte dum padrão mais abrangente. E segundo o Dr. Stanton, que esteve envolvido no movimento anti-Apartheid da África do Sul e tem décadas de experiência na análise de genocídios e usurpação comunista, a tendência aponta para um futuro conturbado para esta nação. “Este tipo de coisas é o que eu já observei em outros genocídios,” disse ele dos assassinatos dos camponeses brancos, listando vários exemplos tais como uma vítima que foi abandonada com uma Bíblia aberta sobre ela, ou outras vítimas que foram torturadas, desventradas, violadas ou pior.

Isto foi o que aconteceu no Burundi, e foi o que aconteceu no Rwanda. Já aconteceu em muitas outras partes do mundo.

Falando em Pretória num evento organizado pelo grupo anti-comunista Transvaal Agricultural Union, o Dr. Stanton atacou os esforços que são feitos no sentido de desumanizar os brancos sul-africanos caracterizando-os de “colonos.” Esta qualificação tem como propósito construir em torno dos afrikaner – descendentes de imigrantes da Europa do Norte que chegaram ao país há séculos atrás – uma imagem de pessoas que não pertencem ao país. Este foi o processo que foi levado a cabo contra os armênios cristãos que viviam na Turquia, explicou Stanton.

O fenômeno da desumanização ocorreu também contra o povo judeu na Alemanha que se encontrava debaixo do regime nacional-socialista, muito antes de Hitler implementar a “Solução Final.” Os peritos defendem que, infelizmente, a África do Sul pode ser a próxima na linha. Stanton declara:

Sempre que tens este tipo de desumanização, estás perante o princípio dum processo descendente até ao genocídio.

Stanton acrescentou que a situação na África do Sul já passou esta fase (desumanização). A próxima fase antes do extermínio, que começou há já alguns anos, é a logística para o levar a cabo.

Nós estávamos preocupados com a existência de grupos organizados que estão de fato a fazer o planejamento.Tornou-se claro para nós que a Youth League [da ANC] é este tipo de grupo e eles estiveram a planejar este tipo de massacre genocida ao mesmo tempo que forçavam a remoção dos brancos sul-africanos.

A Genocide Watch levantou o alerta para a África do Sul da fase 5 para a 6 – a 8ª fase é a negação depois do fato – quando o então líder da ANC Youth League, Julius Malema começou a cantar abertamente uma canção racista que incitava o assassínio de camponeses brancos sul-africanos:

Disparem sobre o Boer! Matem o Boer!

Descrito pelo grupo anti-genocídio como um “racista marxista-leninista”, Malema foi também citado afirmando que “todos os brancos são criminosos” e ameaçando tirar as terras dos camponeses brancos das suas mãos à força. Depois dos seus apelos ao genocídio terem chegado aos ouvidos da comunidade internacional, o Tribunal Supremo Sul Africano declarou que a canção que incitava a matança dos brancos, era discurso de ódio ilegal.

Surpreendentemente, o presidente sul-africano e membro do ANC, Jacob Zuma, começou este ano a entoar a mesma canção em público. Desde então, o número de camponeses brancos sul-africanos assassinados têm aumentado todos os meses. Outros oficiais governamentais sêniores têm apelado abertamente para a “guerra.” O Dr. Stanton declara que “este é o tipo de conversa que, obviamente, não só é pré-genocídio, como vem antes dos crimes contra a humanidade.” Stanton apelou a todos a não esquecer que somos todos membros da raça humana.

Aqueles que seriam os negacionistas, e que tentam rejeitar os sinais de aviso, na minha opinião estão a ignorar os fatos.

Stanton explicou ainda a lógica do progresso até ao genocídio, na qual também há a “polarização” na qual a população-alvo – camponeses brancos, neste caso – e até os moderados são caracterizados como “o inimigo.” E o fenômeno é cada vez mais aparente na África do Sul, levando a Genocide Watch a classificar a África do Sul como estando já na fase final do genocídio… A questão em torno da distribuição das terras, que se tornou um dos pontos-chave nesta progresso descendente, é também uma das maiores preocupações. A minoria branca ainda é dona da maioria das terras sul-africanas, apesar do ANC prometer redistribui-las aos negros.

Mas a redistribuição que já ocorreu – como por exemplo, no Zimbabwe – resultou num fracasso total. Apesar do registo das atrocidades até agora, alguns extremistas, incluindo elementos do governo dominado pelo ANC, tencionam agora ficar com as terras dos brancos o mais rapidamente possível, chegando ao ponto de algumas facções argumentar que isso deveria ser feito sem qualquer tipo de compensação. Para além disso, a agenda comunista, tal como em todo o lugar onde a redistribuição coerciva ocorreu, tem planos ainda mais vastos. O Dr Stanton, que alega já ter vivido em países comunistas, avisa:

Qualquer que seja o sistema de posse de terras que a África do Sul adote, os comunistas – a longo prazo – tencionam abolir toda a propriedade privada. Isso nunca deve ser esquecido. Em todos os lugares que os comunistas se apoderam, a possessão privada é abolida uma vez que esta dá às pessoas poder – poder econômico – de se oporem ao governo. Mal te é retirado tal poder. não há qualquer base sobre a qual tu podes ter o poder econômico para te opores ao governo.

Entretanto, o governo sul-africano está a desenvolver esforços paradesarmar os já-de-si-afligidos camponeses brancos, retirando-lhes assim a sua última linha de defesa. Naturalmente, e como tem sido consistente através de toda a História, o desarmamento é sempre um precursor necessário para o totalitarismo e até o eventual massacre do grupo-alvo. De fato, as armas nas mãos dos cidadãos são normalmente a última fronteira até à escravatura total e até mesmo o extermínio. No seu site, a Genocide Watch ressalvou o seguinte:

O governo separou as unidades commando dos camponeses brancos que outrora protegiam os campos, e aprovou leis que visam confiscar as armas dos camponeses. O desarmamento dum grupo-alvo é um dos sinais mais sérios dum possível futuro genocídio.

O exilado que falou com a TNA disse que muitas das armas confiscadas aos brancos foram mais tarde encontradas nos horriveis locais do crime. Até a mera possessão de uma arma “não registada” ou “não licenciada” – obter uma licença tornou-se bastante difícil, senão impossível – pode resultar em cadeia. Na África do Sul, especialmente para um camponês branco, ir para a cadeia, com as violações generalizadas e as infecções com HIV a serem a norma, é practicamente uma sentença de morte. O Dr. Stanton prometeu aos afrikaners que visitaria a embaixada dos EUA e colocaria o assunto em cima da mesa perante os líderes mundiais. No entanto, ele apelou para que eles não abdicassem das suas armas e que continuassem a resistir a “ideologia” comunista proposta por muitos líderes políticos e partidários que agora dominam o coercivo aparato do governo da nação. As Nações Unidas definem um genocídio como “a destruição deliberada e sistemática, no seu todo ou parcial, de um grupo étnico, racial, religioso ou nacional.” No entanto, o termo inclui ainda ações que estão para além da simples matança. Segundo a ONU, entre os crimes que podem ser classificados de genocídio incluem-se:

  • atos que: visem causar dolo a membros dum grupo minoritário específico,
  • infligir à minoria – e de modo deliberado – condições que resultam na sua destruição total ou parcial,
  • buscar ou prevenir nascimentos entre os grupos-alvo,
  • e transferir de modo coercivo as suas crianças menores para outros

Os ativistas e os exilados alegam que muitas destas condições foram já atingidas – e, tecnicamente, qualquer uma delas pode constituir um ato de genocídio se faz parte duma tentativa sistemática de destruir um grupo em particular. Entretanto, os peritos afirmam que o governo está a exacerbar o problema discriminando de modo ativo contra os brancos, e em muitos casos, facilitando as atrocidades que já ocorrem. Obviamente, esta não seria a primeira vez que uma tragédia similar ocorria na zona sul do continente africano. Quando o ditador marxista Robert Mugabe tomou o poder no Zimbabwe (conhecida previamente como “Rodésia”, e um dos países mais abastados do continente) ele deu início a uma guerra impiedosa contra a população branca e contra os seus oponentes políticos.

O país rapidamente mergulhou num caos e em fome generalizada quando o regime Mugabe “redistribuiu” as terras e a riqueza existente entre os seus amigos e parceiros políticos que, obviamente, nada sabiam de agricultura. O regime matou dezenas de milhares de vítimas, e alguns estimam que milhões tenham morrido como consequência direta das políticas marxistas de Mugabe. Os brancos que se recusaram a abandonar a propriedade durante a “redistribuição”, foram frequentemente torturados e mortos pelo regime ou pelos seus esquadrões da morte. Com Mugabe ainda no controle, o trágico sofrimento do Zimbabwe continua a piorar, mas o tirano assassino ainda é visto com bons olhos pelos oficiais seniores do ANC.

Nem todos os sul-africanos – especialmente os citadinos – estão convencidos que está a ocorrer um genocídio no seu país, ou que um se aproxima. De fato, a vasta maioria dos negros e dos brancos apenas quer viver em paz uns com os outros. Para além disso, há outros problemas mais sérios a serem resolvidos pelo governo sul-africano. No entanto, virtualmente todos concordam que, sem uma solução, a situação precária da “Nação Arco-Íris” vai continuar a decair – de má para pior. Muitos ativistas que buscam atrair a atenção das pessoas para este assunto apelam aos governos europeus e aos EUA que comecem imediatamente a aceitar os refugiados brancos mais vulneráveis provenientes da África do Sul.

Há menos de 5 milhões de brancos a viver no país, 10% da população, uma queda abismal se levarmos em conta que há algumas décadas atrás os brancos eram quase 1/4 da população total.

Os analistas afirmam que fornecer-lhes asilo vai ser politicamente duro, parcialmente porque isso levantaria o véu sobre os mitos da elite em torno de Nelson Mandela e do seu partido ANC, como sendo “heróicos” e “combatentes pela liberdade.” Sem surpresa alguma, os órgãos de comunicação da elite ocidental raramente reportam a calamidade que se aproxima. E quando resolverem contar a verdade aos seus leitores, pode já ser tarde demais.

Publicado no The New American.

Mandela: White Genocide with a Whimper

05/12/2013

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MORTE AOS FAZENDEIROS BRANCOS – Já são 350.000 – no genocídio branco do século XXI
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Kill the Farmer – Kill the Farmer – 
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Cúmulo dos cúmulos!
O que este Governo português irá justificar às famílias das centenas de portugueses assassinados, selvática e impiedosamente, pelos apoiantes negros do CNA de Nelson Mandela??
Continuamos a elogiar assassinos de portugueses??
Na embaixadora da África do Sul,espantada com os “portugueses”.
Mas nela devem estar é a pensar na estupidez de alguns, sobretudo dum sr. prof. vira-casacas que lembrou-se de endeusar terroristas como Nelson Mandela, meramente, para agradar à comunidade esquerdalha e à maior parte da população nacional estupidificada.

Vivam as modas e os controladores das massas humanas! Estes são novamente, os maiores vencedores contemporâneos que dominam as artes de branqueamento factual e histórico e conseguem subverter nações inteiras às versões coniventes para as suas agendas mundialistas.

Só para vos dar um exemplo de como, esta estupidificação é eficaz, viemos a ter conhecimento de que, Pedro Abrunhosa acaba de fazer figura de parvo na TV em directo, sendo desmentido pela jornalista quanto às resoluções votadas nas Nações Unidas sobre a África do Sul por Portugal em 1987.

A desinformação assimilada é tão grotesca que, até os media instrumentalizados, denunciam estes novos demagogos das artes, a demonstrarem a sua própria incompetência, à frente de milhões de portugueses.

Nelson Mandela, a sua família e partido CNA foram genocidas terroristas, destilavam ódio contra os povos brancos, somente, pelo facto de terem gerido (embora discriminadamente) África do Sul, tendo proporcionado uma ascensão económica que, jamaos a África de Sul teve antes e depois do Apartheid. Condenamos esse regime racista sim, mas nunca esqueceremos as vítimas inocentes do racismo de Nelson Mandela, da sua ex-mulher e do CNA!

Sobretudo RESPEITO e LUTO, pelas 4 centenas de portugueses assassinados selvaticamente, pelas incontáveis violações às mulheres portuguesas de todas as idades e pelas inúmeras agressões e descriminações cometidas todos os nossos conterrâneos, cujos 2 únicos crimes foram serem brancos e terem emigrado para um país onde não eram bem-vindos, somente para lutar para acederem a melhores condições de vida para si e para as suas famílias!

“Nelson Mandela foi condenado por um tribunal da África do Sul a trinta anos de prisão por ter colocado bombas em lugares públicos.
Em Cuba, Armando Valladares foi condenado à mesma pena – trinta anos de prisão – por haver-se recusado a colocar uma plaquinha com louvores a Fidel Castro na mesa do seu escritório.
Qual dos dois foi celebrado pela mídia internacional como um mártir e vitima de opressão? O primeiro.
Qual dos dois países foi repetidamente punido pela ONU por violar direitos humanos? A África do Sul.
Qual ganhou uma cadeira na Comissão de Direitos Humanos da ONU? Cuba.”

Congresso Nacional Africano, partido político de Mandela, é o partido político mais racista do Mundo

‘ANC is most racist party’

Fri, 01 Feb 2013 5:23 AM

Grassroots members of South Africa’s ruling ANC believe that the famed anti-apartheid party is sidelining non-black supporters, according to a potentially politically explosive study published on Wednesday.

Research by the Ahmed Kathrada Foundation — formed by Nelson Mandela’s ex-prison mate and fellow anti-apartheid activist — showed that ANC members who are not black feel left out because of their race.

“Generally speaking, branch members have deep-seated concerns with non-racialism in the ANC and in society more broadly,” said the report posted on the foundation’s website.

One respondent told the researchers that “in the ANC racism is still very strong and it can be proven any day, anywhere.”

Another said “the ANC is more racist than any political party at the moment.”

The ANC “preaches about being non-racist… but is doing the opposite,” added another party member.

The impression that the party promotes the interests of blacks first has seen its support base eaten away in sections of the population, the report concluded.

“Indeed the perception (whether real or imagined) that the ANC is advancing only the interests of Africans has led to loss of electoral support in ‘minority areas’.”

The study was conducted in the country’s largest city and its economic hub, Johannesburg.

Respondents were sampled from South Africa’s four main racial groups — blacks, whites, people of Indian descent and those of mixed race, known colloquially as “coloureds”.

Branch members in the predominately coloured Eldorado Park neighbourhood and those in the highbrow and mainly white suburb of Sandton “are frustrated with the party and feel much anger about the way they are treated,” the report said.

“This has made the role of being an ANC branch member in these areas very challenging, and often thankless.”

The results of the study showed that the party, which prides itself as an example of democracy inAfrica, has fewer members of the minority races occupying leadership positions at branch level.

“Many branch members are disillusioned about the manner in which members are awarded senior positions,” said the study, with many believing these are ‘only open to Africans’.”

“This raises significant questions about democracy in the party,” it added.

ANC officials could not immediately be reached for comment.

While acknowledging that race relations have significantly improved since the ANC took to office nearly two decades ago, the study noted that members also feared broader societal trends.

“Branch members feel not enough change has taken place and that racial tensions are impeding social cohesion and concomitant growth and progress in the country.”

http://news.iafrica.com/sa/839881.html

Gregory Hood, American Renaissance, December 5, 2013

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Madiba’s true legacy.

Obama holds surprise press conference to praise genocidal killer Nelson Mandela

The trio from hell. Winnie Mandela, Nelson Mandela, and Joe Slovo.

Barack Obama calls brutal terrorist commander an inspiration.

Nelson Mandela was the leader of Spear of the Nation [MK], the terrorist wing of the ANC. MK murdered countless people and advocated mass genocide of all white people in Africa. MK also slaughtered members of South African tribes who had gained independence or were in the process of gaining independence under the Apartheid plan.

MK was armed by the Soviet Union and trained by Cubans. When Mandela was arrested, he had a massive stockpile of landmines, hand grenades, and explosives. Joe Slovo, a Jewish man from Lithuania took command of MK when Mandela went to prison for numerous murders. Slovo later became head of the South African Communist Party.

While Mandela was in prison, his wife Winnie Mandela ordered followers to carry out numerous gruesome killings of black people she deemed to be “race traitors.” Many of the victims were women or teenage boys. They were killed by being burned alive with a gasoline soaked tire around their neck.

ANC members necklace a teenage girl.

Nelson Mandela’s bombing campaign.

Nelson Mandela is dead, and South Africa without “Madiba” will be much the same as it was before: a wreck of a country with slowly collapsing infrastructure, high crime, and the slow-motion genocide of Afrikaners.

None of this much matters to the opinion makers of what used to be the West. For them, the true hallmark of leftist totalitarianism isn’t brutality—it’s kitsch, and we’ll see plenty of that. Mandela will be on every magazine cover, the Internet will be drowning in sentimental schmaltz, and Facebook will be littered with sanctimonious status updates.

The truth is, the saintly visage of Mandela—all crinkly eyes and warm smiles—conceals a violent past as a terrorist. He was the founder of Umkhonto we Sizwe, the armed wing of the African National Congress, and played a key role in the ANC’s embrace of armed struggle after a “general strike” failed miserably. The first terrorist attacks took place in 1961. In 1962, Mandela left South Africa on an international trip to win support for a violent struggle against the South African government. He negotiated for aid for the African National Congress with various anti-Western governments, including East Germany and Communist China.

Among the countries that pledged him full support were Communist Cuba and the Egyptian government of Gamal Abdel Nasser, a fellow “anti-colonialist.” Mandela’s international activities also included detailed meetings on strategy with Algeria’s National Liberation Army. Perhaps most importantly, with Mandela acting as an international agent for the ANC, the Soviet Union provided massive amounts of financial and military aid to Unkhonto we Sizwe.

After this perverse version of international diplomacy, Mandela underwent intensive military training in Ethiopia, where he learned sabotage, bombing, and guerrilla warfare. Upon his return to South Africa, Mandela was arrested for leaving the country without a passport and for inciting a strike. Later, he was tried along with other members of the ANC in the famous Rivonia Trial. The government alleged 235 separate acts of sabotage.

Most importantly, the South African authorities captured documents about Operation Mayibuye, a plan for a sweeping military confrontation with the government. Mandela was found guilty, along with almost all the other defendants. Because of international pressure, Mandela was sentenced only to life imprisonment rather than death, even though the government believed it had prevented a bloody civil war.

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Though Mandela was imprisoned before he could personally direct his organization’s campaign of terror, there would still be blood. Mandela’s group and the African National Congress went on to kill scores of innocent people, some via the infamous “necklacing” technique endorsed by Mandela’s wife, Winnie. The group became notorious for its bombing campaign, most notably the Church Street bombing which killed 19 people. The group also mined rural roads used by farmers, which killed at least 120 people, many of them black laborers.

In 1985, the South African government offered to release Mandela if he would repudiate violence as a means to bring about political change. He refused the offer. Mandela was later forced to admit that the African National Congress “routinely” used torture against suspected “enemy agents.” Many of the ANC’s violent activities were not directed at the apartheid government but against the Zulus and their political movement, the Inkatha Freedom Party. However, whites always remained a special target. Even after his release, Mandela was willing to indulge in musical fantasies about killing whites.

At the time of his trial, Mandela denied being a member of the Communist Party—something we now know was a lie. Mandela worked closely with the Communist Party of South Africa, and the African National Congress was sustained and supported by the Soviet Union. Mandela never renounced any of his ties with Communist leaders. Only last Thursday, the Huffington Post, which is scandalized by just about everything sensible, casually reported on the close relationship between Nelson Mandela and Communist dictator Fidel Castro.

Nelson Mandela and Fidel Castro

Nelson Mandela and Fidel Castro

Because of these long-standing associations and violent tactics, Margaret Thatcher condemned the African National Congress in 1987 as a “typical terrorist organization,” and said anyone who thought they would ever run the government was “living in cloud cuckoo land.” The Conservative Party youth distributed propaganda calling for him to be hanged.

The United States listed the African National Congress as a terrorist organization until 2008, and President Ronald Reagan strongly resisted efforts to impose sanctions on the beleaguered South African government. In this, he was supported by most of the American conservative movement, although Republicans such as Newt Gingrich, Jack Kemp, and Richard Lugar argued for confrontation with the white government, promising it would “win Republicans the black vote.” (Some things never change).

However, as tempting as it is to simply point out Mandela’s past as a Communist terrorist, in some ways his reinvention as a “reconciliator” is worse. It is true that as President of South Africa, Mandela did not unleash a campaign of state directed violence against whites. Instead, he largely maintained the economic system for the benefit of those already in power, while systematically dispossessing middle class and working class whites, especially Afrikaners. Nor was this particularity surprising, considering Mandela and the ANC’s history.

Though the African National Congress was aligned with the Communists, they received far friendlier treatment from big business than did their nationalist Boer rivals. Secret meetings were held between the African National Congress and South African business leaders even as the guerrilla war continued, and British business interests were instrumental in setting up talks between Afrikaner elites and the ANC. No such efforts ever took place between the captains of industry and the would-be leaders of an independent Boer Republic, suggesting that business leaders feared Eugene Terre’Blanche’s concept of an economy run for the “folk” more than they feared black rule.

Eugene Terre'Blanche and the AWB fought for Afrikaner autonomy.

Eugene Terre’Blanche and the AWB fought for Afrikaner autonomy.

In the negotiations that preceded the end of white rule, the ANC, business leaders, and the ruling National Party formed a united front against Boer nationalists and Afrikaner patriots, even to the point of opposing leaders such as General Constand Viljoen, who betrayed a Boer secession plan in exchange for a promise that a Boer homeland would be considered. Once Mandela got the concessions he wanted, he refused any such consideration.

President Mandela and his new regime concentrated on reconciling whites to the new government by means of widely publicized symbolic efforts while stripping them of any collective economic, social, or political identity. Mandela won praise for letting “Afrikaner leaders” such as F.W. De Klerk serve in his government, but this was nothing more than continuing his working relationship with collaborators.

Poverty among Afrikaners has soared in the years since the end of apartheid, with thousands reduced to living in squatter camps. South Africa has one of the highest crime rates in the world and is famous for its gated communities and private security companies. The nation also has a high rate of HIV/AIDS infection, which isn’t helped by black government officials who think the cure is a diet heavy in garlic. Mandela’s response has been to criticize the media for focusing too much on crime. He did nothing to stop what is now widely accepted as the opening stages of genocide against Boer farmers, and implemented anti-white racial preferences even as whites became an all but powerless minority.

Mandela achieved a reputation for magnanimity, presumably because he didn’t simply try to kill all his political enemies, as many of his “democratic” colleagues did in other African countries. A great deal of this was simply media friendly gestures, such as Mandela wearing a Springboks jersey (a tale worthy of movie apparently) or honoring former State Presidents when they died. Mandela was smart enough to understand that South Africa depended on whites keeping their wealth and technical skill in the country; he wanted to squeeze the goose that laid the golden eggs, not kill it. Wealthy South Africans and business interests, who were his allies early on, kept the South African economy from collapse, albeit from behind gated communities guarded by private security forces.

"Farm Murders"--monument to South African farmers.

“Farm Murders”–monument to South African farmers.

Nonetheless, Afrikaners as a people have been destroyed. The names of Afrikaner heroes have been torn from towns, streets, and public squares, and replaced with those of “anti-apartheid” leaders. The collective white defense forces known as “commandos” have been outlawed, meaning that those unable to afford private security companies are left vulnerable to black violence.

Since Mandela refused any consideration of a Boer homeland, numbers alone ensure that Afrikaners are politically disenfranchised. More than 750,000 whites have left the country, but Boer farmers are trapped. Their wealth—their farmland—is illiquid. If they did try to leave, confiscatory taxation would leave them all but penniless. Mandela’s magnanimity consisted in keeping whites around to pay taxes to keep his one-party ANC dictatorship going, but denying them meaningful representation.

It will only get worse. His critics on to his left, including his murdering ex-wife, complained that black poverty has not notably improved since the ANC takeover. Because there is no thought to lifting therestrictions on white economic activity and thus creating more wealth for everyone, blacks are turning to their usual policy alternative: outright confiscation. Julius Malema, former ANC youth leader, is forming a new political party with the specific purpose of “fighting white males.” The government is even trying to stop charities from helping poor whites. South Africa is already exploring “land reform” on the Zimbabwean model, which has plunged the former Breadbasket of Africa into dystopian chaos—to the indifference of the world.

Children play outside an Afrikaner squatter camp.

Children play outside an Afrikaner squatter camp.

Even the largely symbolic magnanimous gestures, like keeping the Springboks, have been reversed. As the social norms of the state founded by whites fade away, everything declines. Today, the State President of South Africa is a polygamous Zulu who thinks you can wash away HIV with a shower, and he’s probably better than whoever is coming next.

Mandela deserves full responsibility for all of this. From the beginning, his dream was of a unitary South African state dominated by black voters supporting a leftist political party, with a thin crust of whites to fund it and keep it going. South Africa’s decline into criminality and chaos is simply these ideas playing out to their logical conclusion. Independence, apartheid, and even the terrorism of the AWB were all Afrikaner attempts to avoid exactly what has occurred: political dispossession followed by measures that will lead to collective economic and social extinction.

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If anything, a sudden outbreak of anti-white violence upon Mandela’s death would be a good thing. It would give the Afrikaners—a warrior people if there ever was one—a reason to fight back. Instead, the legacy of Mandela is the slow genocide of the people who turned South Africa into a FirstWorld nation in the midst of the Dark Continent. Though some whites will be suffered to live, work, and die for the benefit for their black masters, whites have no future in South Africa, and what few opportunities they have for even a decent life are shrinking every day. Mandela represented exploitation under the guise of magnanimity, murder in the name of democracy, genocide with a smile. We should mourn the old terrorist’s death only because he didn’t live to see his destructive work undone on the day when the Boers—and the rest of us—are once again free.