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Dizem que o Avaaz é do PT – Aqui eles dizem que acabarm com o voto secreto para cassação de mandatos de parlamentares

01/12/2013

Caros membros da Avaaz em todo o Brasil,

Nós conseguimos! O Congresso finalmente acabou com o voto secreto para cassação de mandatos de parlamentares. Nossa comunidade esteve por trás de cada etapa. Esta semana, o Senador Rodrigo Rollemberg disse que a nossa vitória só foi possível “graças à participação da sociedade, e a Avaaz teve um papel fundamental ao levar a voz de tanta gente para o Congresso Nacional.”

É uma vitória enorme. Dá para dizer que políticos condenados ou envolvidos em esquemas de corrupção – como Donadon e Jaqueline Roriz, por exemplo – não vão mais conseguir se manter no poder por meio de acordos, chantagem e intimidação em troca de proteção. Com o voto aberto, nenhum político vai arriscar sua reputação para salvar corruptos e condenados. A cada semana, a cada ano, essa mudança vai limpar nosso Parlamento e nossa política.

Nos disseram que era impossível. Que éramos ingênuos e que os interesses envolvidos estavam enraizados no Congresso. Mas nós insistimos, dia após dia, e juntos fizemos do impossível o inevitável, fortalecendo nossa democracia.


Esta é a incrível história de como nós mudamos nossa política

Nossa ação no aeroporto de Brasília e a vitória na Câmara dos Deputados!
Nossa ação no aeroporto de Brasília e a vitória na Câmara dos Deputados!
Nosso ato no aeroporto de Brasília e a vitória na Câmara dos Deputados!

Nós colocamos o assunto na agenda do Congresso

Após anos de tentativas de deputados e senadores para acabar com o voto secreto, em junho de 2012 tivemos uma oportunidade única para isso. A comunidade da Avaaz, então, tomou uma atitude. Em questão de dias, 110 mil membros assinaram a petição urgente, exigindo que o Congresso aprovasse a proposta de emenda constitucional. Nossa campanha fez barulho, pegando o Senado de surpresa e forçando a aprovação da votação, levando à Câmara de Deputados a proposta de voto aberto para cassação de mandatos. Foi o passo inicial de todo o processo.

O movimento cresceu

A PEC perdeu força na Câmara mas, com a eleição ultrajante de Renan Calheiros à presidência do Senado, a indignação pública veio à tona. Em poucos dias, centenas de milhares de nós nos juntamos ao apelo do senador Pedro Taques por eleições transparentes para a presidência do Congresso. Esse apoio foi sentido em Brasília, que achava que a pressão já havia minguado. Em seguida, os gigantes protestos de rua entraram em erupção e nossa petição disparou para 400 mil assinaturas exigindo “Voto aberto já!”. Os políticos já não podiam mais se dar ao luxo de ficarem quietos, e um número cada vez maior passou a apoiar o projeto.

Vencemos a primeira batalha

Com a votação na Câmara chegando mais perto, a pressão aumentou. No dia do voto, nós da equipe da Avaaz recebemos deputados no aeroporto de Brasília e, com toda a imprensa presente, os encurralamos um a um, perguntando como votariam. Depois, entregamos as vozes de 650 mil brasileiros diretamente em plenário. Nossa pressão olho no olho funcionou. Mais tarde, naquele mesmo dia, o projeto de lei foi aprovado. O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, disse que o sucesso deveu-se à pressão popular.


Em ato com pessoas seminuas, pressionamos pela aprovação do voto na Comissão de Constituição e Justiça
Em ato com pessoas seminuas, pressionamos pela aprovação do voto na Comissão de Constituição e Justiça

Renan e seus aliados reagem

A proposta foi então enviada para o Senado, e o momento era nosso. Mas alguns senadores se sentiram ameaçados pela perda de sua arma mais poderosa: o sigilo. Renan e seus aliados começaram a se mobilizar para impedir a votação, usando as estratégias de sempre – trabalhando nos bastidores para fechar acordos suspeitos.

Mas quando ele estava na iminência de acabar com a proposta na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, os membros da Avaaz deram as caras. Sabendo que apenas grande pressão popular poderia salvar o voto aberto, um grupo tirou suas roupas e mandou a seguinte mensagem ao Senado: “Nós não temos nada a esconder. E você, senador?” Em menos de três horas, o protesto estava na primeira página de sites de notícias do mundo todo, e a CCJ não podia mais resistir. A proposta foi aprovada e enviada ao plenário.


Nossa ação no aeroporto de Brasília e a vitória na Câmara dos Deputados
Nossa ação no aeroporto de Brasília e a vitória na Câmara dos Deputados
Entrega da petição aos senadores e aprovação da PEC em plenário

Superamos os obstáculos, e ganhamos na reta final

Nós sabíamos que haveria estratégias para atrasar a votação, e que o placar seria apertado, então próximo à votação em plenário aumentamos a pressão. A maior parte dos senadores raramente ouve o povo sobre uma votação, mas juntos nós fizemos com que eles fossem bombardeados com mensagens e telefonemas. Nós os surpreendemos com dezenas de milhares de mensagens no Facebook, tuítes e telefonemas diretamente aos gabinetes – tantos que as linhas telefônicas ficaram congestionadas!

Então, no dia da votação, nós colocamos pressão em um dos homens mais influentes no Senado: Aécio Neves. A Avaaz sabia que a maioria de seus colegas de partido eram opositores do voto aberto, e muitos achavam que eles não mudariam de posição. Por isso, durante várias horas, membros da Avaaz em Minas Gerais inundaram o gabinete do senador Aécio com centenas de mensagens e telefonemas. A equipe da Avaaz viajou para Brasília e levou as nossas centenas de milhares de vozes diretamente ao senador e ao PSDB. Apesar da oposição de seu partido, Aécio se juntou à maioria e a PEC foi aprovada!

Levou quase um ano e meio, mas o Senado finalmente mudou a Constituição. Agora todas as votações para cassar o mandato de parlamentares e para analisar vetos presidenciais serão decididas por voto aberto!


A luta ainda não acabou. As manobras de Renan Calheiros conseguiram evitar o voto aberto para a eleição da presidência do Senado, o que inevitavelmente o impediria de ser reeleito. Mas o sucesso da nossa campanha nos fez crer que, se seguirmos juntos, podemos nos livrar de Renan. E vamos continuar nossa campanha até que consigamos um Parlamento verdadeiramente limpo.

Esta vitória pertence a todos nós. Pertence a cada pessoa que assinou a petição, fez um telefonema ou enviou um tuíte ou mensagem no Facebook, a cada encontro realizado com parlamentares. Tudo isso junto fez a diferença. O movimento Avaaz conduziu esse apelo popular mês após mês até acabarmos com o voto secreto, contra todos os desafios. No final, nós vencemos.

Chegou a hora de comemorarmos. E, depois, vamos voltar à luta pela democracia que merecemos, na qual os votos de nossos representantes serão totalmente transparentes e abertos para seus eleitores. Somos quase 6 milhões de membros no Brasil, e podemos acabar com a corrupção. De fato, apenas o céu é o limite para o que podemos fazer juntos.

Com gratidão e determinação,

Michael, Diego, Nádia, Carol, Ben, Joseph, Alice, Luis, Ricken e toda a equipe da Avaaz

Brasil – Povo covarde que aceita pacificamente a corruPTção

02/04/2013

PSDB faz estudo mostrando que corrupção consumiu R$ 7 trilhões 800 bilhões em 10 anos de Lula-Dilma

Por Jorge Serrão – serrao@alertatotal.net

O Governo do Crime Organizado consumiu nada menos que R$ 7 trilhões e 800 bilhões em recursos públicos nos últimos 10 anos, durante as gestões Lula da Silva e Dilma Rousseff.
O levantamento sobre este número assustador da corrupção tupiniquim poderá ser divulgado pelo PSDB a qualquer momento ou na proximidade da campanha presidencial. O risco é que o PT, sabendo disto, fará o mesmo com os oito anos de FHC – o que pode neutralizar a denúncia.
A maior parte do dinheiro desperdiçado criminosamente foi com grandes obras que foram pagas, mas nunca concluídas. Quem tomará a decisão estratégica de liberar a informação, na hora que for mais conveniente, é o ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso. O problema é se o eleitor vai se sensibilizar com tal dado assustador sobre a roubalheira e a incomPTência petralha, a ponto de votar em Aécio Neves. Os tucanos se preparam para investir até R$ 300 milhões na campanha do neto de Tancredo Neves – que em 2004 foi apontado pelos banqueiros ingleses Rothschild como “o futuro Presidente do Brasil em 2010”.
Um dos principais alvos dos tucanos contra os petistas serão os absurdos gastos não justificados com os Cartões de Crédito Corporativos do Banco do Brasil, colocados à disposição de altos funcionários públicos do governo federal para saques ou despesas de “pronto pagamento”. Em 10 anos, segundo levantamento do PSDB, as gestões Lula e Dilma torraram nada menos que R$ 14 bilhões – “dinheiro de plástico” que deveria servir apenas para custear despesas de pequeno vulto ou excepcionais. Mais graves são os “gastos secretos” da Presidência da República – cujo sigilo é justificado sob a desculpa de “despesa em nome da segurança nacional”.
Os tucanos pretendem focar seus ataques em exemplos bem objetivos de má gestão petralha e de seus aliados do PMDB em empresas estatais de economia mista por eles aparelhadas. Os alvos serão a Petrobras e a Eletrobras – nas quais existem indícios de muita corrupção, conforme denúncias de investidores. Só na Petrobrás estimam-se prejuízos de R$ 2,5 bilhões com negócios mal feitos ou com ares de corrupção. Relações promíscuas entre os dirigentes petistas e os fundos de pensão também podem servir de munição para a campanha agressiva de Aécio. Obras faraônicas, quitadas e não terminadas ou mal executadas, também entram na linha de tiro.
Estradas não terminadas, a bagunça e o desperdício de recursos públicos em portos e aeroportos, milhares de ambulâncias paradas e projetos faraônicos que não saem do papel – como o Trem-bala RJ/SP – devem ser mostrados já na pré-campanha de ataque do PSDB contra o PT. Os tucanos só devem dar uma trégua nas relações entre a petralhada e o sistema financeiro. Os maiores bancos tendem a apostar na candidatura tucana, enquanto o PT deve ser majoritariamente financiado pelas grandes empreiteiras.

Professora desesperada em Minas Gerais: desce a lenha nos políticos

01/10/2011

Vamos espalhar esse vídeo pela internet e ajudar os professores nessa luta contra o governo de Minas Gerais, Aécio-Anastasia.