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VACINAS DE ABORTO A VERDADE ESCONDIDA – Reproduza, divulgue, COMPARTILHE, denuncie

19/02/2017

VACINAS DE ABORTO

A VERDADE ESCONDIDA

DO SITE DO JÚLIO SEVERO

Por mais de trinta anos, as indústrias farmacêuticas vêm produzindo vacinas derivadas de tecidos de bebês abortados, um fato que foi revelado quando vários artigos foram publicados sobre a moralidade de se usar essas vacinas. À medida que essas informações se tornaram amplamente conhecidas, um número crescente de médicos e pais muito preocupados com as questões éticas envolvidas escolheu se abster de usá-las ou dispensá-las. Os fatos são tanto assustadores quanto inquietantes.

Durante a epidemia de rubéola de 1964, alguns médicos aconselharam mães grávidas infectadas pela rubéola a abortar seus filhos, assustando-as com a possibilidade de que eles pudessem nascer com defeitos congênitos. Os pesquisadores começaram a colher o tecido fetal vivo, e no 27º bebê abortado eles acharam o vírus ativo. O vírus foi extraído do rim e classificado como RA/27/3, onde R significa Rubéola, A significa Aborto, 27 significa 27º feto abortado para o estudo deles, 3 significa terceiro tecido retirado de feto abortado e colocado numa cultura. Esse vírus foi então cultivado no tecido pulmonar de outro bebê abortado, WI-38. Extraiu-se o WI-38 (que significa Wistar Institute 38) do tecido pulmonar de uma menina intencionalmente abortada na Suécia no terceiro mês de gestação. Antes de se aperfeiçoar o uso de WI-38, houve pelo menos 19 outros abortos registrados usados nessas pesquisas.

Depois da liderança dos EUA, 10 anos mais tarde cientistas da Grã-Bretanha desenvolveram a MRC-5, extraída do tecido pulmonar de um menino abortado com três meses e meio de gestação. Essas duas linhas de células fetais são utilizadas continuamente para cultivar as variantes enfraquecidas do vírus de várias doenças para se produzir vacinas.

Tendências atuais

Pelo fato de que recebem aceitação pública pelas atuais vacinas, as indústrias farmacêuticas utilizam fontes existentes e novas de bebês abortados para o desenvolvimento de vacinas. A fonte mais recente é a nova linha de células fetais PER C6, criada pela indústria farmacêutica holandesa Crucell. Essa linha de células usa o tecido da retina de um bebê de 4 meses e meio de gestação, criado especificamente para o desenvolvimento de vacinas.

Uma escolha e uma obrigação moral

É importante lembrar que, exatamente como as terapias de células tronco adultas (que são uma alternativa viável ao uso de embriões humanos destruídos), pode-se fazer vacinas a partir de fontes éticas. Contudo, o uso das atuais vacinas contaminadas é justificado para a realização de mais pesquisas imorais. Até mesmo importantes autoridades justificam o financiamento de pesquisas de células tronco embrionárias usando a vacina de catapora como precedente, alegando que os embriões, como os bebês abortados, já haviam sido destruídos. Mas em ambos os casos, seres humanos foram insensivelmente mortos para propósitos de pesquisas. A menos que demonstremos que não toleraremos tal exploração de bebês em gestação, a exploração irá piorar.

Vacinas americanas de linhas de células de bebês abortados e alternativas éticas

Doença Nome da vacina Fabricante Linha de célula (Fetal) Versão Ética Fabricante Linha de célula (Não fetal)
Catapora Varivax Merck & Co. WI-38, MRC-5 Não há Não disponível Não disponível
Hepatite A Vaqta

Havrix

Merck & Co
GSK
MRC-5

MRC-5

Aimmungen
Não disponível nos EUA
Kaketsuken

(Japão & Europa)

Vero (macaco)
Hepatite A & B Twinrix GSK MRC-5 Engerix (somente Hepatite B)

Comvax (somente Hepatite B)

GSK

Merck

Levedura

Levedura

Tríplice: Sarampo, Caxumba, Rubéola MMR II Merck & Co RA273, WI-38 Não há Não disponível Não disponível
Sarampo-Rubéola MR VAX Merck & Co. RA273, WI-38 Attenuvax – Sarampo Merck Embrião de pintinho
Caxumba-Rubéola Biavax II Merck & Co. RA273, WI-38 Mumpsvax – Caxumba Merck Embrião de pintinho
Rubéola Meruvax II Merck & Co. RA273, WI-38 Takahashi

Não disponível nos EUA

Kitasato Institute

(Japão & Europa)

Coelho
Tríplice + Sarampo ProQuad Merck & Co. RA273, WI-38, MRC-5 Não há Não disponível Não disponível
Pólio Poliovax Sanofi Pasteur MRC-5 IPOL Sanofi Pasteur Vero (macaco)
Raiva Imovax Sanofi Pasteur MRC-5 RabAvert Chiron Embrião de pintinho
Artrite Ósteo-Reumatóide Enbrel Immunex WI-26 VA4 Synvisc Genzyme Bio. Não há
Sepsia Xigris Eli Lilly HEK-293 Pergunte a seu médico Não disponível Não disponível
Herpes-zóster Zostavax Merck & Co. WI-38, MRC-5 Não há Não disponível Não disponível
Sob desenvolvimento: Ébola TBA Crucell/NIH PER C6 Não há Não disponível Não disponível
Sob desenvolvimento: Gripe,

Gripe Aviária

TBA MedImmune

Vaxin, Sanofi

PER C6,

HEK-293

FluVirin, Flu Shield

Flu Zone, Flu Blok

Chiron, Wyeth

Sanofi ,Protein Sci

Embrião de pintinho Lagarta
Nova: HIV TBA Merck PER C6 Não há Não disponível Não disponível
Nova: Varíola Acambis 1000 Acambis MRC-5 ACAM2000

MVA3000

Acambis/Baxter Vero (macaco)

Embrião de pintinho

Nota: Se a vacina que você está questionando não está nessa lista, provavelmente não utiliza linhas de células de bebês abortados.

Como você pode ajudar?

Peça que seu médico só encomende vacinas de alternativas éticas, que não estejam contaminadas com células de bebês abortados.

Apóie leis que dêem aos cidadãos o direito de se informar e escolher em questões envolvendo vacinas de bebês abortados.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: http://www.cogforlife.org 

A Igreja uruguaia declara excomunhão de políticos que votaram a favor da lei do aborto

26/12/2013

http://fratresinunum.com/2012/10/20/a-igreja-uruguaia-excomunga-politicos-que-votaram-a-favor-da-lei-do-aborto/

Bispos do Uruguai cumprem promessa e declaram excomunhão automática de políticos abortistas. “A vida não é algo que se possa decidir por maiorias e minorias. Se um católico vota (uma lei) com tal intenção manifesta, ele se afasta da comunhão da Igreja”.

Por Religión Digital | Tradução: Fratres in Unum.com –

 

Os políticos uruguaios que votaram a favor da despenalização do aborto estão excomungados de forma “automática”, anunciou ontem o secretário da Conferência Episcopal do Uruguai (CEU), Monsenhor Heriberto Bodeant, que indicou que isso ocorria porque eles promoveram práticas “contrárias à vida”.

Para a Igreja, com a aprovação da lei, o Uruguai retrocedeu em matéria de valores humanos. Além disso, Bodeant disse que “a vida não é algo passível de plebiscito, que se possa decidir por maiorias e minorias”.

Portanto, a Igreja não participará da convocação para uma consulta popular, como promovem alguns legisladores do Partido Nacional. No entanto, se o mecanismo for ativado, tomarão uma posição, que poderá ser recomendar ou não a votar.

A Igreja manifestou também em comunicado sua “profunda dor e rechaço” à lei que despenaliza o aborto.

“Orgulhamo-nos de ser um dos primeiros países que aboliu a pena de morte; hoje nos entristecemos por ser o segundo país de América Latina a legalizar o aborto”, disse.

“A excomunhão automática é para quem colabora na execução de um aborto de maneira direta, e fazer este ato concreto é uma maneira direta (…) Se um católico vota (uma lei) com tal intenção manifesta, ele se afasta da comunhão da Igreja”, explicou Bodeant.

Quanto ao comportamento que a Igreja terá logo que o presidente José Mujica promulgar a lei, ele indicou que será o de anunciar a “valorização da vida”. “É um trabalho que aponta para o fortalecimento da lei escrita no coração de cada pessoa”, manifestou.

Legisladores da oposição e organizações sócias lançaram, na quinta-feira, uma comissão para analisar a melhor forma de revogar a norma que torna um direito o assassinato de bebês por nascer até 12ª semana de gestação.

“Uma parte da sociedade não vai aceitar a lei e vamos trabalhar pelos mecanismos que contribuam para revogá-la”, disse o líder do opositor Partido Nacional, Carlos Iafigliola, um dos porta-vozes da Comissão Nacional Pró-Revogação da Lei do Aborto.

As possibilidades a serem analisadas pela comissão incluem a interposição de recursos de inconstitucionalidade da nova lei, apelar à Corte Interamericana de Justiça, alegando que a lei violenta o Pacto de San José de Costa Rica, e a coleta de assinaturas para convocar um referendum sobre a norma.

Poucos se lembram como tudo começou – Com o turismo do Aborto – Londres e Amsterdan

21/12/2013


Abortar en Londres

NELIANA TERSIGNI 3 OCT 1976 – 19:04 CET

Este reportaje, de 1976, fue la primera portada de ‘El País Semanal’.

Mari Carmen se ha despertado llorando: “Quiero vomitar”. La enfermera, una negra entrada en carnes, le ha respondido en inglés que era por la anestesia. Mari Carmen no conoce una palabra en inglés, pero siente el brazo de la mujer sobre su espalda, que le da golpecitos en el hombro, y poco a poco se tranquiliza. La enfermera no la abandona ni un minuto e incluso prueba a decirle en un español tan incomprensible para Mari Carmen como el inglés, que “no pasa nada”, que “todo bien”.

Mari Carmen se encuentra en la sala de reanimación de una clínica de un barrio residencial de Londres. Es un sábado por la mañana. Fuera brilla un sol tímido, de septiembre anglosajón. A su lado hay cuatro camas más, donde otras tantas chicas tienen deseos de vomitar por la anestesia. Tres de ellas son españolas. En la antesala se encuentran a la espera seis compatriotas más, que abortarán voluntariamente esta mañana.

Mari Carmen se ha recuperado. La enfermera la levanta en peso, la sienta sobre una silla de ruedas y la lleva hacia su habitación. “Estoy como borracha”, me dice; “me siento como si hubiera bebido muchísimo, pero ahora todo ha pasado”. “Tú que sabes inglés, dale las gracias”, agrega, señalándome a la enfermera, “me ha mimado y me hacía mucha falta”.

Nuestro viaje, el de Mari Carmen y el mío, ha comenzado hace una semana en una cafetería en Madrid. Buen número de españolas -aunque no existen estadísticas precisas- van a abortar a Londres. La cantidad es tal que se puede considerar un problema a escala nacional. ¿Pero quiénes son estas mujeres? ¿De qué clase social proceden? ¿Qué les sucede una vez que llegan a la capital inglesa? Sabemos que Mari Carmen (no es naturalmente su verdadero nombre, como no lo son los de las chicas que aparecen en este reportaje), está a punto de salir para Londres. He pedido a la amiga que le ha ayudado en las gestiones previas que me la presente.

Mari Carmen tiene 28 años. Es alta y morena. No es especialmente guapa. Trabaja como estenodactilógrafa y procede de una familia modesta. Es la menor de cuatro hermanos, y les tiene más miedo a éstos que a sus padres. ¿Por qué ha decidido abortar Mari Carmen? “He llegado a los 28 años sin ninguna experiencia sexual. El invierno pasado conocí a un chico muy simpático. Comencé a salir con él. Me gustaba: parecía un tarzán. Todo vino rodado. Me atraía mucho sexualmente. Hicimos el amor sólo tres veces: aún no sé si me causaba placer hacerlo. Después comprendí que el muchacho me era simpático, pero nada más. Cuando me di cuenta de que estaba embarazada ya habíamos dejado de salir juntos. No quiero tener este hijo porque me echarían de mi trabajo, y porque mis padres se morirían de dolor. Además yo no lo esperaba; no quiero casarme con un hombre al que no amo”.

Mari Carmen me cuenta la angustia del descubrimiento: la soledad, el no poder hablar con nadie, ni tampoco con el hombre con el cuál había estado. Finalmente, se decide y le cuenta todo a un amigo que la pondrá en contacto con la muchacha que me la ha presentado. Le digo que quiero escribir un reportaje sobre ella. Duda, pero finalmente acepta que la acompañe, con el pacto previo de que no sepa ni siquiera su apellido. “No es porque no me fíe de ti”, se justifica enrojeciendo, “pero es mejor también para ti”. La chica nunca ha estado en el extranjero. No tiene ni siquiera pasaporte. Está tan angustiada, que si no la ayudase su amiga “que sabe todo porque también ha estado en Londres”, no lo hubiese conseguido. El dinero es también un gran problema: el viaje aéreo en chárter, ida y vuelta, cuesta 7.000 pesetas; la operación y el periodo de cama de una enferma, otras 6.500; después hay que añadir el hotel y la comida de tres días. En total, 20.000 pesetas. El sueldo de un mes, que Mari Carmen ha pedido a su hermana con un pretexto cualquiera. Los demás creen que va a pasar cuatro días en la sierra.

Salimos el jueves por la mañana. Ella, en un viaje colectivo que lleva 150 turistas españoles a descubrir Londres. Yo, una hora después, en vuelo regular. Nos hemos dado cita en el hotel que la muchacha ha contratado en la agencia. Hemos decidido que dormiríamos en la misma habitación y que no la dejaría sola ni un minuto. Está aterrorizada, no ya tanto de la operación en sí, como de la ciudad desconocida, de la ignorancia del idioma. Pero es optimista y trata de darse ánimos.

El hotel es viejo y destartalado, pero bastante céntrico. Cuando llega el grupo de turistas, se llena de voces en castellano. Mari Carmen está demasiado cansada para salir a dar una vuelta y nos quedamos a charlar. Tiene unas ganas enormes de hablar. Así busca tranquilizarse. Por la noche salimos. Londres, de repente, la atrae. Mira las tiendas iluminadas de Regent Street Picadilly y se olvida de su problema. Vuelve a ser una muchacha cualquiera que sale por primera vez de su cascarón. “Es una pena que no tenga dinero para comprar cualquier cosa. Quiero volver aquí, pero de otra forma. Podríamos venir otra vez como turistas”.

La cena es silenciosa. Me esfuerzo en hablar de otra cosa: le cuento mis experiencias. Ella escucha. De repente, dice con voz apagada, como si la cosa no le interesase particularmente: “¿Qué sería: un niño o una niña?”. Cuando volvemos al hotel se duerme inmediatamente.

Por la mañana, nos levantamos temprano para ir a la organización (de la que sólo sabemos el nombre y las señas) que deberá enviar a Mari Carmen a un médico y de allí a la clínica. El taxi nos deja en una esquina de un barrio en el que edificios muy modernos se mezclan con viejas casas oscuras. La organización que buscamos está en una de ellas. Una pintada de color azul, sobre un muro, señala el portal. Siento que se me encoje el corazón. Sobre los pocos peldaños que conducen a la puerta, también pintada de azul, crece la hierba y todo tiene aspecto de abandono. Cuando entramos, la impresión de desolación crece: la escalera que conduce al primer piso es estrecha y está llena de cosas abandonadas: una botella de leche semivacía, una taza de té, muchos papeles. Me doy cuenta de que Mari Carmen está casi por volverse atrás y pienso que si yo estuviese en su lugar haría lo mismo. Pero se trata sólo de un momento: después la chica sube decidida. En el descansillo, junto a la centralita telefónica, hay un joven: se llama Keith, tiene una gran barba y abundantes cabellos rubios. Nos indica amablemente una sala de espera y yo le traduzco a Mari Carmen que Antonia, la mujer que se ocupará de nosotros (como luego sabremos, se trata, a pesar de su nombre, de una inglesa), llegará dentro de unos minutos.

La habitación, pequeña y llena de color, tiene varias sillas, un diván y muchos, muchísimos posters en las paredes. Parece el cuarto de un estudiante sin dinero. Sobre el sofá están sentadas otras dos chicas: las dos, morenas y con pelo largo, llevan un bolso de viaje de plástico y nos miran con atención. También yo las observo con curiosidad. Tienen un aire familiar, sobre todo por los grandes pendientes plateados que llevan. En efecto, cuando comenzamos a hablar, parecen sorprenderse: “¿Pero sois españolas?”, gritan felices. Vienen de una pequeña ciudad de Castilla y tienen gran miedo y muchas ganas de contar sus vidas.

Una de ellas, Lola, de 24 años, empleada en un comercio, había salido una noche con un grupo de siempre; hacia las once, el marido de una amiga la acompañó hasta casa. Había bebido mucho y comenzó a abusar de ella. Ella se asustó, intentó defenderse, pero él -cuenta Lola- había perdido la cabeza. “Yo casi no me di cuenta de nada, vi sólo que me salía sangre. Entré en casa intentando no llorar, porque tenía miedo de mis padres. Ellos no me hubieran creído: son viejos. Tengo seis hermanos. No somos ricos, pero nos han educado de una manera estricta. No me hubieran creído. Nadie me cree -agrega mirándonos a la cara-. Preferí callarme. No esperaba quedarme embarazada. Cuando me di cuenta que pasaba algo, se lo dije a mi hermana Pili, que tiene una amiga enfermera. Fue ésta quien nos habló de Londres”.

Las dos hermanas -Lola y Pili- están ya en Londres. Pili ha dejado al marido y a su hijo de un año en casa. Han dicho a todos que iban a ver a una amiga. Hasta el momento, el viaje más largo que habían hecho fue a Santander, donde tienen una tía. También ellas tuvieron problemas para encontrar dinero. La madre -con mentalidad provinciana- ha criticado a Pili por dejar al niño y al marido durante tres días. Ambas tenían miedo de venir a Londres sin hablar más que castellano. Me pregunto cómo muchachas tan apocadas como Lola y Pili han podido llegar hasta aquí.

Una nueva chica entra en la sala. Es alta y delgada, con los cabellos castaños, lleva pantalones vaqueros y un jersey de cuello alto. Tiene aspecto nórdico y nosotras continuamos hablando sin hacer caso de su presencia. La recién llegada, por el contrario, parece sorprenderse: “¿Pero sois españolas?”. Cristina, que así se llama, es de Barcelona. Viene de un ambiente distinto. Es abogado, tiene treinta años y trabaja en un despacho colectivo.

“Al principio, había pensado tenerlo”, cuenta Cristina, “pero él está casado y no quiero crearle problemas. Ni tan siquiera sabe que estoy embarazada”. Cristina milita en una organización feminista y conoce desde hace tiempo la casa en la que nos hemos encontrado. Para ella no ha sido tan difícil encontrar el dinero y venir. Sus amigos no se han sorprendido cuando les dijo que venía a pasar un fin de semana a Londres.

Cuando llega Antonia, una inglesa delgada y afable, de unos treinta años, nos encuentra en plena conversación ruidosa. “Well”, dice Antonia, “veo que ya habéis hecho amigas. Siempre pasa lo mismo con las españolas”. Y añade, con la típica flema del país, “pero por favor, no hagáis mucho ruido. Aquí vienen también drogadictos y gentes con otros problemas que se espantan con mucha facilidad”.

“Pero, ¿vienen muchas españolas?”, pregunto extrañada. “Muchísimas”, responde Antonia. “Y no nos explicamos cómo han podido conocer nuestra dirección. No puedo darte cifras, pero me atrevería a decir que las españolas suponen más del 60% de las extranjeras que vienen aquí a abortar”.

Mari Carmen y Lola -que están claramente satisfechas de haberse encontrado y que se entienden a las mil maravillas- se disponen a rellenar el cuestionario de rigor, redactado ya en castellano, aunque con algunas faltas de ortografía: “Edad, profesión. ¿es la primera vez que se queda embarazada? ¿Ha sido operada recientemente o ha padecido alguna enfermedad importante? ¿Es alérgica? ¿Cuándo ha tenido la última menstruación? ¿Qué tipo de anticonceptivo piensa usar en adelante?”.

Luego nos da una cita para todas, a las tres, con el doctor; según dice Antonia, uno de los mejores ginecólogos ingleses. Si no les ve él personalmente, lo hará un ayudante igualmente bueno.

Es la hora de comer. Lola y Pili hablan bajito entre ellas. Tenían miedo de que el dinero no les alcanzase y, en una bolsa de excusión, han traído chorizo, salchichón y fruta. “Si venís al hotel, habrá para todas”, dicen.

A las tres nos volvemos a encontrar en la dirección que nos han dado: un palacete señorial. De estilo victoriano, tiene dos columnas en el exterior, y dentro posee una escalera de madera y mullidas alfombras. La sala de espera es muy diferente a la de la organización en la que hemos estado esta mañana: está puesta con gusto y con sentido del confort típicamente burgueses. Allí esperan una india, envuelta en unsari estampado, y otras dos chicas. Las tres están acompañadas por hombres. Antes que a nosotras, las llaman a ellas. Sus apellidos no dejan lugar a dudas: son de lo más corriente que existen en España. Digamos que López y Pérez.

El médico, un joven indio, toma las muestras de sangre para hacer los análisis; hace una inspección ginecológica y pregunta rutinariamente qué enfermedades han padecido. Las chicas no dudan. Todas afirman estar sanísimas. Ni tan siquiera han tenido el sarampión. Las contestaciones son demasiado mecánicas. ¿Quién puede exponerse al riesgo de no abortar después de haber hecho el viaje?

Mari Carmen, Lola y Cristina tienen ya su papeleta con la dirección de la clínica, y la indicación de presentarse a las ocho de la mañana siguiente, en ayudas y sin haber fumado. Es esto último lo que más les preocupa. “¡Sin poder fumar -se lamentan a coro- estaremos muy nerviosas!”.

Para cenar, Lola y Pili vuelven a echar mano de sus provisiones. Quieren acabar con ellas. Tienen miedo de que el olor a chorizo invada el hotel.

Sólo vamos a comer fuera Mari Carmen, Cristina, César Lucas (el fotógrafo del periódico, que acaba de llegar) y yo. Las chicas están completamente relajadas. Ya no tienen miedo a nada. Ni tan siquiera de hablar libremente delante del fotógrafo, un hombre. Cristina dice que el macho hispánico no ha muerto y que para una mujer libre es muy difícil en la actualidad comportarse coherentemente. Mari Carmen, cuya extracción social es evidentemente distinta, me dice al oído: “Cuando una chica está en la cama con un hombre siempre piensa: y si lo supiese mi madre…”.

Al final de la cena el más deprimido es César Lucas, que confiesa: “Con este reportaje se acaba mi carrera de latin lover”.

Por la mañana, el despertador suena a las seis y media. Me cuesta trabajo abrir los ojos, mientras Mari Carmen está muy nerviosa. Para llegar a la cita, atravesamos Hyde Park y medio Londres, brumoso y vacío en el week end. La clínica -una de las siete u ocho en las que se practica el aborto también a las extranjeras- es un delicioso chalet, muy parecido a un college, en un barrio de pequeñas casitas con jardín.

En la recepción, situada en un pabellón aparte, nos recibe una enfermera. Allí están esperando ya la india, otra asiática y dos jovencitas de no más de dieciocho años. Una de las dos juega con un pequeño snoopy de trapo. Las dos hablan también el castellano, con un fuerte acento canario. Otra española más, pienso. Y no acabo de pensarlo cuando entran dos chicas que estaban en nuestro mismo hotel y que también han venido con el grupo de turistas. Más tarde llega una pelirroja, muy aparatosa, que había viajado en el mismo avión. Después, las dos muchachas -Pérez y López- que encontramos la víspera en el médico. Por fin, Cristina, Lola y Pili. Un ejército de españolas. Más tarde, sabría que de las veinte operaciones realizadas esa mañana, tres eran inglesas y diecisiete extranjeras; diez de ellas, españolas.

La enfermera dice que no puedo quedarme acompañando a Mari Carmen. Explico que soy una periodista que está haciendo un reportaje y se acaban los problemas. Me envían a la directora de la clínica, Mrs. McAlistair, que me da permiso para permanecer en la clínica hasta la noche y me invita, más tarde, a tomar un café con ella.

A Mari Carmen le ponen una pulsera de plástico con su nombre, le dan un camisón de papel y le invitan a desnudarse. Ha sido conducida a una habitación pequeña pero acogedora, con una cama y una ventana cubierta por cortinas de flores, que no ocultan el prado, típicamente inglés, situado a espaldas de la casa. Le abrocho el camisón y ella se acuerda, de pronto, de que no ha traído ni la bata, ni las zapatillas. “La próxima vez -dice con espontaneidad- tengo que acordarme de las zapatillas”. Luego se da cuenta de lo que ha dicho y se ríe, viendo mi cara aterrorizada.

Llega el doctor. Se llama Arnold Finks. Tiene una edad indefinible, aunque, sin duda, ya ha pasado la cincuentena. Se parece a David Niven y es muy amable y cariñoso. Él también habla algo de español -“no te preocupes, no pasa nada”- y me invita a conversar con él más tarde.

Mientras Mari Carmen está ya en el quirófano, descubro en la habitación una serie de revistas. Hay también algunas edulcoradas fotonovelas. Dos están en inglés y el resto en español, francés e italiano.

Mari Carmen vuelve. Semidormida, pero con ganas de hablar. “Debes escribir que son muy amables”, me dice. “Me han mimado como si fuera pequeña… ¿Tú qué crees? Yo pienso que iba a ser un niño”, dice otra vez.

La dejo un momento sola y voy a ver cómo están las otras. Lola dice: “Se acabó la pesadilla”. Cristina, al contrario, parece más triste. Está bien, no le duele nada, pero no tiene ganas de hablar. En otra habitación hay dos chicas más, una madrileña, muy segura de sí misma, rubia y gordita, y una sevillana, también rubia. Esta última tiene dolores y tengo que llamar a la enfermera para que le dé un calmante. Las dos han venido sin que sus familias lo sepan. Está, por fin, la jovencita canaria, que me mira con curiosidad y no quiere decir su nombre.

Después del almuerzo voy a tomar café con Mrs. McAlistair, una señora rubia, de unos cuarenta y cinco años, casada y con tres hijos mayores. “En esta clínica no sólo se practica el aborto, si bien es ésta la operación más frecuente; sobre todo a chicas extranjeras. Vienen de todas partes, también de Sudáfrica, de Chile, de toda Europa, pero he de decir que el porcentaje más amplio lo componen las españolas. Son también las que superan mejor los problemas psicológicos. Eso sí, intentamos siempre situarlas en habitaciones vecinas, porque por la noche se reúnen a charlar y van de una parte a otra de la clínica, despertando a los pacientes”.

Son ya las tres. Mari Carmen tiene hambre. Le traen té, pan y mantequilla. Más tarde cenará copiosamente antes de que lleguen las seis y media, hora de las visitas. Mientras tanto, hace ya tiempo que el teléfono que se encuentra en el pasillo ha comenzado a sonar insistentemente. Son las acompañantes que quieren informarse del estado de las recién operadas, que quieren hablar con ellas. Cuando la enfermera negra no entiende bien los nombres, me llama para que le sirva de intérprete.

Mari Carmen se ha trasladado a la habitación de Lola y las dos se tratan como viejas amigas. También las otras se han reagrupado. La única que continúa sola, ni triste ni alegre, es Cristina. No quiere hablar con nadie.

Es de noche. Tengo que dejar la clínica. El doctor Finks me acompaña al hotel y, por el camino, me cuenta decenas de historias que él ha venido viviendo día a día.

“Doctor, ¿tiene hijos?”. “Sí, e incluso nietos. Hoy uno de ellos cumple tres años. Pero no está en Londres. ¡Es una peña!”.

Me dice que ha escrito un libro que se publicará en poco tiempo y que se llama Los abortistas. “Está lleno de historias verídicas que he ido viviendo a lo largo de estos años. Estoy seguro que será un best seller”.

Pilar me espera en el hotel. Tiene miedo de quedarse sola y viene a dormir en mi habitación. Pasamos una noche de insomnio, llena de ruidos y zozobra. Por la mañana, a las ocho, llegan Mari Carmen y Lola. Han venido en taxi, acompañadas por la joven canaria y las otras dos que viven en nuestro mismo hotel.

“Ayer por la noche nos quedamos a charlar hasta muy tarde y nos comimos todo el chocolate que llevábamos”, cuenta Lola. Tiene un cierto aire de excitación, como si se hubiera escapado del colegio. De pronto, descubrimos un maletín que no pertenece a ninguna de nosotras. “Es de la canaria”, explica Mari Carmen. “Lo ha olvidado en el taxi y ya se ha marchado al aeropuerto”. “Tenemos que buscarla para devolvérselo -les digo-. Pero, ¿cómo se llama?”. A pesar de haber hablado toda la noche, ninguna conoce su nombre.

Mi avión sale a la una. También Cristina ha venido a saludarme al hotel. Ellas salen más tarde. Nos abrazamos sin intercambiar tan siquiera las direcciones.

Mandela liberou o Aborto na África do Sul

07/12/2013

“A canonização de Nelson Mandela

Nelson Mandela foi declarado ‘Santo Subito’ nas redes sociais. Após a sua morte, multiplicaram-se os elogios ao ex-Presidente da África do Sul, muitos deles por parte de católicos.

Mandela foi considerado um herói depois de ter lutado durante décadas pelo fim do Apartheid. Esteve preso durante 24 anos e foi determinante na transição para a democracia, tendo dado um bom exemplo perdão e convivência pacífica com os brancos da África do Sul.

Em 1994 tornou-se Presidente da África do Sul, com 62% dos votos. Os primeiros tempos foram passados a tentar equilibrar um país com feridas recentes de discriminação racial e uma democracia em fase embrionária.

Apenas dois anos depois, em 1996, assinou a liberalização do aborto, através da “Choice on Termination of Pregnancy Act”. Esta foi considerada uma das leis mais liberais do mundo em relação ao aborto:

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– Até às 12 semanas o aborto é feito a pedido, sem qualquer justificação necessária;
– Das 12 às 20 semanas não há praticamente nenhuma restrição, pois o aborto é possível por problemas mentais ou físicos da mulher ou ainda por problemas económicos;
– A partir das 20 semanas por motivos mais graves.

É evidente a monstruosidade desta lei, pela qual Nelson Mandela é directamente responsável. Segundo números oficiais, entre Agosto de 2012 e Julho de 2013 foram feitos 85302 abortos em hospitais públicos da África do Sul.

É no mínimo irónico que alguém que passou grande parte da sua vida a lutar contra a discriminação de pessoas consoante a sua cor de pele tenha assumido como seu o dever de discriminar pessoas apenas porque (ainda) estão dentro da barriga da mãe.

Escrevo este artigo politicamente incorrecto por dois motivos:

– Porque as vítimas inocentes desta lei criminosa de Mandela merecem que lhes seja feita justiça. Estamos a falar de centenas de milhares de seres humanos na fase mais frágil da vida (pela qual todos passámos) e que foram mortos por quem os devia proteger.

– Porque enquanto estão todos ocupados a canonizar Nelson Mandela ninguém está preocupado em rezar por ele. E neste momento precisa mais disso do que de elogios.”

João Silveira

Da Série – Valores Invertidos O Direito de Matar como Direito Humano

21/11/2013

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O PT é a favor do aborto

05/11/2013

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O Lula Petismo Socialismo e a destruição planejada da Família

16/09/2013

O Exemplo de Vida de Celine Dion

09/09/2013

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Mentiras Globais incentivam o Genocídio de Crianças

03/09/2013

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O que acontece à mulher que assassina seu filho:

28/08/2013

Eight facts most don’t know about physical and psychological consequences of abortion for women

by Peter SaundersTue Aug 27, 2013 09:46 EST

Contrary to popular opinion abortion hurts women.

TheUnChoice.com is an evidence-based Elliot Institute campaign to raise awareness about unwanted abortions, post-abortion issues and maternal deaths and to provide help, hope and healing.

The US-based Elliot Institute  publishes research and educational materials and works as an advocate for women and men seeking post-abortion healing.

The following figures, referenced below from an Elliott Institute publication, are eight evidence-based facts about the consequences of abortion for women’ health.  I have, where possible linked the references to the original sources.

1. 31% of women having abortions report suffering physical health complications (1)

2. 10% of women having abortions suffer immediate, potentially life-threatening complications (2, 3, 4)

3. Women have a 65% higher risk of clinical depression following abortion vs. childbirth (5)

4. 65% of women suffer symptoms of Post-Traumatic Stress Disorder (PTSD) after abortion (1)

5. Women’s death rates from various causes after abortion are 3.5 times higher than after giving birth  (6, 7)

6. Many women describe their experience as ‘a nightmare’, which can hardly equated with ‘choice’. 60% of women surveyed after abortion responded that: ’Part of me died’ (1)

7. Suicide rates among women who have abortions are six times higher than those who give birth (7, 8)

Click “like” if you are PRO-LIFE!

8. Abortion increases a woman’s risk of future miscarriages by 60% (9)

References

1. Source: Rue et. al., “Induced abortion and traumatic stress: A preliminary comparison of American and Russian women,” Medical Science Monitor 10(10): SR5-16, 2004.

2. Frank, et.al., “Induced Abortion Operations and Their Early Sequelae,” Journal of the Royal College of General Practitioners 35(73):175-180, April 1985.

3. Grimes and Cates, “Abortion: Methods and Complications”, in Human Reproduction, 2nd ed., 796-813.

4. M.A. Freedman, “Comparison of complication rates in first trimester abortions performed by physician assistants and physicians,” Am. J. Public Health76(5):550-554, 1986).

5. JR Cougle et. al., “Depression Associated With Abortion and Childbirth: A Long-Term Analysis of the NLSY Cohort,” Medical Science Monitor 9(4):CR105-112, 2003.

6. M Gissler et. al., “Pregnancy Associated Deaths in Finland 1987-1994 — definition problems and benefits of record linkage,” Acta Obsetricia et Gynecologica Scandinavica 76:651-657, 1997.

7. M. Gissler, “Injury deaths, suicides and homicides associated with pregnancy, Finland 1987-2000,” European J. Public Health 15(5):459-63, 2005.

8. Gissler, Hemminki & Lonnqvist, “Suicides after pregnancy in Finland, 1987-94: register linkage study,” British Journal of Medicine 313:1431-4, 1996.

9. N. Maconochie, P. Doyle, S. Prior, R. Simmons, “Risk factors for first trimester miscarriage—results from a UK-population-based case–control study,” BJOG: An International Journal of Obstetrics & Gynaecology, Dec 2006.

Note: Studies 6, 7 and 8 looked at death rates for an average for up to one year after the end of the pregnancy. Another study found that looked at suicide rates for up to eight years found that, compared to women who gave birth, women who had abortions had a 62% higher risk of death from all causes and a 2.5 times higher suicide rate. Source: DC Reardon et. al., “Deaths Associated With Pregnancy Outcome: A Record Linkage Study of Low Income Women,” Southern Medical Journal 95(8):834-41, Aug. 2002.

Reprinted with permssion from PJ Saunders

Brasil rejeita o KIT Gay

26/08/2013

Carta Aberta à TV Globo a respeito da abordagem sobre aborto provocado na novela Amor à Vida.

25/08/2013

Carta Aberta à TV Globo a respeito da abordagem sobre aborto provocado na novela Amor à Vida.

Ilustríssimo Senhor,
Carlos Henrique Schroder
Diretor Geral da TV GLOBO

Em cena da novela “Amor à vida”, no capítulo 82 que foi ao ar no dia 23 de agosto, a Rede Globo entrou com extrema superficialidade e com inúmeros equívocos em debate que merece ser abordado com seriedade e fundamentação. Em evento desconectado do enredo, entra em debate o aborto provocado. O personagem de um médico, chefe da residência médica, afirma que “o aborto ilegal está entre as maiores causas de mortes de mulheres no Brasil”. E afirma também que “infelizmente o aborto ilegal se tornou caso de saúde pública”.

Vamos aos dados oficiais, disponíveis no DATASUS: faleceram no Brasil, em 2011 (último ano a ter os dados totalmente disponíveis) 504.415 mulheres. O número máximo de mortes maternas por aborto provocado, incluindo os casos não especificados, corresponde a 69, sendo uma delas aborto dito legal. Portanto, apenas 0,013% das mortes de mulheres devem-se a aborto ilegal. Comparando, 31,7% das mulheres morreram de doenças do aparelho circulatório e 17,03% de tumores. Estes sim constituem problemas de saúde pública.

Houve também clara confusão entre os conceitos de “omissão de socorro” e “objeção de consciência”, com laivos de intolerância à liberdade religiosa. Desconhecemos que alguma religião impeça seus membros de prestar socorro a “pecadores”. Se assim fosse, inúmeros assaltantes e assassinos que chegam baleados aos hospitais ficariam sem atendimento. Se até um bandido assassino que foi ferido no embate tem direito a atendimento médico, como caberia negá-lo em situações de sequelas do aborto? A cena foi preconceituosa para com as crenças do outro personagem médico, distorcendo-as. Ela parece mesmo pretender trazer confusão para a questão da objeção de consciência, situação em que o profissional de saúde se recusa licitamente a realizar ou participar do abortamento, uma vez que ele se forma para proteger a vida e não para tirá-la.

Sabedores da influência que as novelas possuem na mentalidade do povo, demandamos que haja uma retratação das falsas impressões apresentadas, pois uma emissora deve ter compromisso com a realidade dos fatos. Se a Rede Globo deseja problematizar o debate, que o faça a partir de dados e situações verazes e não apenas reproduza determinados jargões propagandísticos pela legalização do aborto em nosso país.

Brasilia, 23 de Agosto de 2013.

Lenise Garcia
Presidente Nacional

Jaime Ferreira Lopes
Vice-Presidente Nacional Executivo

Damares Alves
Secretária Geral

Sabia que o Aborto é um sacrifício a Moloch que gosta de criancinha o quanto mais nova melhor? Especialmente as que morrem sem batismo?

25/07/2013

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O Papa no Brasil – Trago Jesus Cristo – Nem Ouro nem Prata – Medo de ser roubado por Políticos

23/07/2013

Dilma não teve coragem ainda de sancionar a PLC-3/2013 do Aborto:

Vai esperar o Papa ir embora:

Papa bota fé nos Jovens mas não em Dilma que tem uma outra fé, em suas próprias palavras

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Amor Prematuro de Mãe e Bebê – Pense nisso antes de abortar

14/07/2013

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Íntegra do antigo Projeto de Lei n° 60 – PLC 3/2013 – que libera o Aborto no Brasil

10/07/2013

Projeto de Lei n° 60 de 1999.

(Da Sra. Iara Bernardi)

Dispõe sobre o atendimento às vítimas de violência sexual.

o Congresso Nacional decreta:

Art. 1°. Considera-se violência sexual, para os efeitos desta Lei, qualquer forma de atividade sexual não consentida.

Art. 2°. Violência sexual é situação de emergência média, devendo receber atenção imediata e serviços especializados nos hospitais públicos e particulares.

Art. 3°. Os hospitais deverão oferecer às vítimas de violência sexual atendimento multidisciplinar para controle e tratamento dos diferentes impactos  da ocorrência, do ponto de vista e emocional.

Art. 4°. O atendimento imediato, obrigatório em todos os hospitais públicos que tenham Pronto Socorro e Serviço de Ginecologia, compreende os seguintes serviços:

I – diagnóstico e reparo imediato, das lesões físicas no aparelho genital e no aparelho digestivo baixo;

II – amparo psicológico imediato;

III – facilitação do registro da ocorrência e encaminhamento delegacias especializadas com informações que possam ser úteis para a identificação do agressor e comprovação da violência sexual;

IV – medicação com eficiência precoce para prevenir gravidez resultante de estupro;

V – medicação para prevenir doenças sexualmente transmissíveis;

VI – medicação eficiente para prevenir o contágio da Aids;

VII – coleta de material e utilização de técnicas especializadas para, através de teste DNA, identificar o agressor.

Art. 5°. Esta lei entra em vigor 90 (noventa) dias após a sua publicação.

Art. 6°. Revogam-se as disposições em contrário.

Justificativa

A incidência de abuso sexual tem aumentado nos últimos anos, atingindo o status de verdadeiro flagelo social.

Nos Estados Unidos, segundo estimativa da Anonymous Sexual Association, ocorre um estupro a cada seis minutos. No Brasil, certamente, as cifras não são muito inferiores.

Em levantamento das ocorrências do Setor de Sexologia do Instituto Médico Legal de São Paulo, foram observadas 2.403 queixas de abuso sexual, em 1995, sendo que 1.665 (69,77%) das vítimaram meninas e adolescentes com idade inferior a 18 anos, 547 (22,77%) mulheres com idade acima de 18 anos e 191 (7,94%) em meninos.

Está comprovado que as vítimas de violência sexual apresentam também, além do trauma decorrente da ,violência, complicações físicas e psicológicas.

A própria demora no atendimento às pessoas vítimas de violência Ctp, sexual é um fator de constrangimento que agrava seus estado emocional já  abalado.

O presente Projeto de Lei visa o atendimento integral e imediato que esses casos exigem, ao mesmo tempo que é importante medida no combate à impunidade.

Se as vítimas estiverem conscientes de que terão atendimento condigno deixarão de ter receio de ser expostas a novas violências como chacotas e indignidades, que, muitas vezes, hoje em dia afastam a possibilidade de persecução penal dos agressores, porque a vítima prefere ficar calada.

Aliar o atendimento médico e multidisciplinar às facilidades de acesso à polícia beneficiarão, e muito, a efetividade da punição.

No sentido de tentar minorar o sofrimento das vítimas de violência sexual, estamos apresentando este Projeto de Lei e contamos contar com o apoio dos ilustres Pares para a sua aprovação.

Sala das Sessões, em 23 de Fevereiro de 1999.

Deputada IARA BERNARDI

A Estratégia Mundial do Aborto promovida pela ONU – Ex funcionária da ONU, Amparo Medina, confirma

01/06/2013

Objetivo é destruir a Fé Cristã e implantar o aborto livre em todos os países do Mundo.

Leia e divulgue o ESTATUTO DO NASCITURO – É o Direito de Nascer

12/05/2013

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=443584&filename=PL+478%2F2007

PROJETO DE LEI No , DE 2007.
(Dos Srsº Luiz Bassuma e Miguel Martini)
Dispõe sobre o Estatuto do Nascituro e dá outras providências.
O Congresso Nacional decreta:
Das disposições preliminares
Art.1º Esta lei dispõe sobre a proteção integral ao nascituro.
Art. 2º Nascituro é o ser humano concebido, mas aindanão nascido.
Parágrafo único. O conceito de nascituro inclui os seres humanos concebidos “in vitro”, os produzidos através de clonagem ou por outro meio científica e eticamente aceito.
Art. 3º O nascituro adquire personalidade jurídica ao nascer com vida, mas sua natureza humana é reconhecida desde a concepção, conferindo-lhe proteção jurídica através deste estatuto e da lei civil e penal.
Parágrafo único. O nascituro goza da expectativa do direito à vida, à integridade física, à honra, à imagem e de todos os demais direitos da personalidade.
Art. 4º É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar ao nascituro, com absoluta prioridade, a expectativa do direito à vida, á saúde, à alimentação, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência.

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JUSTIFICAÇÃO
Em 25 de março de 2004, o Senado dos Estados Unidos da América aprovou um projeto de lei que concede à criança por nascer (nascituro) o status de pessoa, no caso de um crime.

No dia 1º de abril, o presidente George W. Bush sancionou a lei, chamada “Unborm Victims of Violence Act” (Lei dos Nascituros Vítimas de Violência). De agora em diante, pelo direito norte-americano, se alguém causar morte ou lesão a uma criança no ventre de sua mãe, responderá cirminalmente pela morte ou lesão ao bebê, além da morte ou lesão à gestante.
Na Itália, em março de 2004, entrou em vigor uma lei que dá ao embrião humano os mesmos direitos de um cidadão.
Não seria má ideia se o Brasil, seguindo esses bons exemplos, promulgasse uma lei que dispusesse exclusivamente sobre a proteção integral ao nascituro, conforme determinou o Pacto de São José de Costa Rica, assinado por nosso Pais. Eis uma proposta de “Estatuto do Nascituro”, que oferecemos aos Colegas Parlamentares. Se aprovada e sancionada, poderá tornar-se um marco histórico em nossa legislação.


O presente projeto de lei, chamado “Estatuto do Nascituro”, elenca todos os direitos a ele inerentes, na qualidade de criança por nascer. Na verdade, refere-se o projeto a expectativa de direitos, os quais, como se sabe, gozam de proteção jurídica, podendo ser assegurados por todos os meios moral e legalmente aceitos. Vários desses direitos, já previstos em leis esparsas, foram compilados no presente Estatuto.

Por exemplo, o direito de o nascituro receber doação (art. 542. Código Civil), de receber um curador especial quando seus interesses colidirem com os de seus Pais (art. 1.692, Código Civil), de ser adotado (art. 1.621, Código Civil), de se adquirir herança (art. 1.798 e 1.799, 1 Código Civil), de nascer (Estatuto da Criança e do Adolescente, art. 7º), de receber do juiz uma sentença declaratória de seus direitos após comprovada a gravidez de sua mãe (arts. 877 e 878, Código de Processo Civil).
O presente Estatuto pretende tornar integral a proteção ao nascituro, sobretudo no que se refere aos direitos de personalidade. Realça-se, assim, o direito à vida, à saúde, à honra, à integridade física, à alimentação, à convivência familiar, e proíbe-se qualquer forma de discriminação que venha a privá-lo de algum direito em razão do sexo, da idade, da etnia, da aparência, da origem, da
deficiência física ou mental, da expectativa de sobrevida ou de delitos cometidos por seus genitores.


A proliferação de abusos com seres humanos não nascidos, incluindo a manipulação, o congelamento, o descarte e o comércio de embriões humanos, a condenação de bebês à morte por causa de deficiências físicas ou por causa de crime cometido por seus pais, os planos de que bebês sejam clonados e mortos com o único fim de serem suas células transplantadas para adultos doentes, tudo isso requer que, a exemplo de outros países como a Itália, seja promulgada uma lei que ponha um “basta” a tamanhas atrocidades.
Outra inovação do presente Estatuto refere-se à parte penal. Cria-se a modalidade culposa do aborto (que até hoje só é punível a título do dolo), o crime (que hoje é simples contravenção penal) de anunciar processo, substância ou objeto destinado a provocar aborto, elencam-se vários outros crimes contra a pessoa do nascituro e, por fim, enquadra-se o aborto entre os crimes hediondos.


Fazemos questão de transcrever o trecho de um recente artigo publicado na revista jurídica Consulex, de autoria da ilustre promotora de justiça do Tribunal do Júri do Distrito Federal, Dra. Maria José Miranda Pereira:
“Como Promotora de Justiça do Tribunal do Júri, na missão constitucional de defesa da vida humana, e também na qualidade de mulher e mãe, repudio o aborto como um crime nefando. Por incoerência de nosso ordenamento jurídico, o aborto não está incluído entre os crimes hediondos (Lei nº 8.072/90), quando deveria ser o primeiro deles.
Embora o aborto seja o mais covarde de todos os assassinatos, é apenado tão brandamente que acaba enquadrando-se entre os crimes de menor potencial ofensivo (Lei dos Juizados Especiais 9.099/95). noto, com tristeza, o desvalor pela vida da criança por nascer.
Os métodos empregados usualmente em um aborto não podem ser comentados durante uma refeição.

O bebê é esquartejado (aborto por curetagem), aspirado em pedacinhos (aborto por sucção), envenenado por umasolução que lhe corrói a pele (aborto por envenenamento
salino) ou simplesmente retirado vivo e deixado morrer à míngua (aborto por cesariana). Alguns demoram muito para morrer, fazendo-se necessário ação direta para acabar de matá-los, se não se quer colocá-los na lata de lixo ainda vivos.

Se tais procedimentos fossem empregados para matar uma criança já nascida, sem dúvida o crime seria homicídio qualificado. Por um inexplicável preconceito de lugar, se tais atrocidades são cometidas dentro do útero (e não fora dele) o delito é de segunda ou terceira categoria, um “crime de bagatela”.
O nobre deputado Givaldo Carimbão teve a ideia de incluir o aborto entre os crimes hediondos. Tal sugestão é acolhida no presente Estatuto. É verdade que as penas continuarão sendo suaves para um crime tão bárbaro, mas haverá um avanço significativo em nossa legislação penal.

O melhor de tudo é que, reconhecido o aborto como crime hediondo, não será mais possível suspender o processo, como hoje habitualmente se faz, submetendo o criminoso a restrições simbólicas, tais como: proibição de frequentar determinados lugares, proibição de ausentar-se da comarca onde reside sem autorização do juiz, comparecimento pessoal e obrigatório a juízo, mensalmente, para informar e justificar sua atividades etc. (cf Lei 9.099/95, art. 89).


Por ser um projeto inovador, que trata sistematicamente de um assunto nunca tratado em outra lei, peço uma atenção especial aos nobres pares. Seria tremenda injustiça se esta proposição tramitasse em conjunto com tantas outras, que tratam apenas de pequenas parcelas do tema que aqui se propõe.


Esperamos que esta Casa de Leis se empenhe o quanto antes em aprovar este Estatuto, para alegria das crianças por nascer e para orgulho desta nação, bem como para a alegria do ex-deputado Osmânio Pereira que pediu-nos para que novamente o colocasse em tramitação nesta nova legislatura.


Sala das Sessões, em ___ de _____________ de 2007.


Deputado Luiz Bassuma Deputado Miguel Martin

O horror do assassinato de crianças, bebês, que sobrevivem ao aborto

01/05/2013

Olha a monstruosidade..

A organização pró-vida, Live Action, gravou vídeo secreto de médicos aborteiros, descrevendo como eles parariam um feto de respirar se ele sobrevivesse a um procedimento de aborto. no programa do Hannity, Presidente Lila Rose do Live Action e Fox News contribuinte Tamara Holder ficaram cara a cara com as conclusões.
Em um dos clipes mostrados, um médico em uma clínica no Bronx, New York City, NY, detalha o procedimento para abortar uma criança de 23 semanas de idade.

Às vezes os bebês saem vivos. então, nesta clínica, se este pequeno bebê se mover ou respirar,…o procedimento é q seja colocado em um frasco de toxina para que ele ,em seguida, afogue-se ate a morte, “disse Rose.

 

Agora pergunto:

O que é mais  covarde e mais criminoso do que isto ????
http://foxnewsinsider.com/2013/04/30/hannity-debate-over-shocking-undercover-video-abortion-clinic

Financial Times: Aborto na China foram centenas de milhões:

16/03/2013

aborto china

O Bebê de 12 semanas fazendo sinal de positivo

09/02/2013

Letter From 12-Week-Old Unborn Baby: Please Don’t Abort Me

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http://www.lifenews.com/2012/02/08/letter-from-12-week-old-unborn-baby-please-dont-abort-me/

by Adam Cassandra | Washington, DC | LifeNews.com | 2/8/12 11:57 AM

In New York, abortion of an unborn child after the 24th week of pregnancy is defined as homicide, but prior to that the killing of such a child is legal. This beautiful letter is another creative and truthful attempt to encourage our nation’s leaders to recognize that abortion is not a human right, but rather, ends an innocent human life.

That letter, written from the perspective of the 12-week old baby in the womb, is shared with you below:

Dear Member of the NY State Senate or Assembly:

 

I am not a blob of tissue to be disposed of. When I became a zygote at fertilization, I was already composed of 39,000 genes made up of 3.2 billion base pair sequences. Hard to believe, I know, but it’s scientifically true! These detailed directions for my development have been compared to the amount of information found in two hundred New York City phone books.

After this beginning, I worked actively to prevent any other sperm from fertilizing the same egg, and on my own impetus took a journey down the fallopian tube to implant upon my mother’s uterus.

At 5 weeks, my cerebral cortex was developing, and well before I reached 12 weeks my brain was functioning. I was already responding to stimuli.

So how can you allow me to be tortured? Shouldn’t you be working to protect me from suffering? Why allow me to be torn limb from limb?

At 12 weeks, I am not merely a design for a house yet to be built, I am already “a tiny house that constructs itself larger and more complex through its active self-development towards maturity” (Patrick Lee). If I live and grow to maturity, this growth will not involve a change in my identity or substance, only the development of what’s already there.

I am not a “potential” child, but a real child. Take a good look at the image of me that you received. My mother cannot “choose” to have a child – she already has one! Her only “choice” is whether or not to let me live.

Size has nothing to do with human rights. The sun may be vast in size, but it can’t think or love. It is only matter. It will never be part of an American family and community, nor will it ever serve my country. It will never ponder the mystery of life and the beauty of the night-skies, nor will it ever be able to conceive of the universe or meditate on Scripture.

Small as I am at 12 weeks, I can say that I am more precious than that huge and majestic sun, because I am made in the image of God, the One who created the sun, the night skies and the universe. All those things will pass away, but I am made for eternity.”

LifeNews.com Note:  Reprinted with permission from Human Life International’s  Truth and Charityforum. Adam Cassandra is a Communications Specialist at Human Life International.

78% das grávidas que fazem ultrassom desistem de abortar

07/02/2013

http://www.lifenews.com/2013/02/07/78-of-pregnant-women-seeing-an-ultrasound-reject-abortions/

Marcha anti aborto Washington DC 25 de janeiro de 2013

31/01/2013

Marcha anti aborto Washington DC 25 de janeiro de 2013

Hoje a Marcha Contra o Aborto e pela Vida em Washington-DC – Papa pede apoio de todos ao Pro Life

25/01/2013
LifeNews.com
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Hundreds of Thousands Gather for Record-Breaking March for Life

by Steven Ertelt | Washington, DC | LifeNews.com | 1/25/13 1:07 PM

More than 500,000 people are attending today’s March for Life in a massive attendance that could be well higher than that estimate and set records for the annual pro-life event challenging the mantra of unlimited abortion.Typically held on the anniversary of the Roe v. Wade decision that allowed virtually unlimited abortions at any point in pregnancy for any reason, the march for Life typically sees anywhere from 250,000 to 500,000 people lining the streets towards the Supreme Court building.

 

The huge crowd is expected to exceed last year’s 400,000 participants as they mark the 40th anniversary of the Roe v. Wade decision that, along with an accompanying ruling in Doe v. Bolton, allowed abortion on demand in all 50 states.

The official theme of this year’s march is “40 = 55M,” an equation meant to remember the enormous toll on human life that has resulted in nearly 56 million people losing their lives.

Sarah Torre of the DeVos Center for Religion and Civil Society at The Heritage Foundation, talked about the meaning of this year’s March for Life.

“Like many annual March for Life events before it, there will likely also be smaller groups of counter-protests by abortion advocates holding signs and chanting slogans championing the ethic of Roe that pledges unwavering allegiance to a right of abortion-on-demand, for any reason. But those now-tired slogans are no longer able to convince a new generation that denying life to some will lead to a more just society and freedom for others,” she said.

She continued, “It is a simple witness by a tireless pro-life movement over the past 40 years that has reoriented the hearts and minds of an entire generation toward the dignity and worth of every individual—born or yet to be. Despite obstacles, the pro-life movement has achieved notable victories in public opinion, law, and culture.”

Torre said, “Today, roughly half of Americans now identify themselves as “pro-life,” including many of the millennial generation who will make up the crowds at today’s march.”

“As the March for Life draws to a close and Americans look to yet another year under the waning, yet still deadly ethic of Roe, there remains hope that government will one day soon return to a deeper respect of the principles that founded and sustain America by ensuring the basic rights of liberty and life to everyone—including those yet to be born,” she said.

 

As hundreds of thousands of right-to-life activists march up Capitol Hill today to the U.S. Supreme Court to commemorate the 40th anniversary of Roe v. Wade, many carry the iconic “STOP ABORTION NOW!” signs distributed by National Right to Life.

“The right-to-life movement remains more committed than ever to protecting unborn children and providing compassionate, life-affirming alternatives to their mothers,” observed National Right to Life President Carol Tobias. “What profoundly scares abortion supporters gives us enormous confidence in the future: young people are more and more pro-life.”

“Our movement is re-energized and renewed every year when we see the March for Life and the rallies and marches held by our state affiliates featuring younger and younger participants,” Tobias added.

40 anos de aborto totalmente livre nos Eua – 22 janeiro de 1973

22/01/2013

55,772,015 Abortions in America Since Roe vs. Wade in 1973

by Steven Ertelt | Washington, DC | LifeNews.com | 1/18/13 1:13 PM

The United States marks 40 years of legalized abortion in all fifty states at any time for any reason throughout pregnancy on January 22nd, the anniversary of the Roe v. Wade Supreme Court decision. Since that time, there have been approximately 55,772,015 abortions that have destroyed the lives of unborn children.

An estimate published by the National Right to Life Committee this time in 2011 indicated there have been an estimated 54,559,615 abortions since the Supreme Court handed down its 1973 Roe vs. Wade decision allowing virtually unlimited abortions.

In the document, “Abortion Statistics: United States Data and Trends,” NRLC education director Dr. Randall K. O’Bannon estimates that there have been 54,559,615 abortions since 1973 based on data from both the Centers for Disease Control and the pro-abortion Guttmacher Institute, a former Planned Parenthood research arm.

Guttmacher receives numbers directly from abortion centers themselves and is the prime source for more current figures because the Centers for Disease Control has never tabulated accurate numbers of abortions.

The CDC relies on figures from state health departments, some of which rely on voluntary reporting — and it hasn’t had data from some states such as California and New Hampshire for more than a decade.

“Because of these different methods of data collection, GI has consistently obtained higher counts than the CDC. CDC researchers have admitted it probably undercounts the total number of abortions because reporting laws vary from state to state and some abortionists probably do not report or under-report the abortions they perform,” O’Bannon says.

The number means there are more than 3,300 abortions daily and 137 abortions per hour every hour in the United States. Translated another way, an abortion is done about every 30 seconds in the United States.

The analysis also found that the best estimate for the current number of annual abortions in the United States — involving both the surgical abortion procedure as well as the dangerous abortion drug RU 486 — is 1.2 million.

Adding another year of 1.2 million abortions to the 2011 total National Right to Life estimated based on Guttmacher and CDC figures, and America has seen 55,772.015 abortions since Roe v. Wade.

The number of total abortions in the United States overall is higher because some states, such as California, New York, and Colorado, legalized abortions prior to Roe. Those pre-Roe abortion figures are difficult to obtain — though some estimate at least one million abortions may have occurred in these states in the late 1960s and early 1970s.

The good news for pro-life advocates is that abortions are on the decline. Abortions fell five percent nationwide in 2009, according to the most recent information from the CDC, the biggest drop in 10 years.

The NRLC analysis shows abortion numbers rising in the 1970s and, in the 1980s, abortion eventually mainstreamed itself to the point that about 1.55 million abortions were done annually until the early 1990s. At that point, as crisis pregnancy centers began turning the corner with the use of ultrasounds, pro-life state legislation began to take hold and the Internet allowed the pro-life perspective to flourish, abortions began to decline.

The partial-birth abortion ban and the use of 3-D and 4-D ultrasounds is also credited.

“After reaching a high of over 1.6 million in 1990, the number of abortions annually performed in the U.S. has dropped back to levels not seen since the late 1970s,” NRLC says.

The Guttmacher Institute’s most recent abortion figures, from 2005, confirm the downward trend from a high of 1.6 million abortions in 1990 to 1.2 million that year. Without any hard figures in the last few years, NRLC estimates the number of abortions from 2006 to today at the same rate of 1.2 million that GI reported.

To calculate the overall number of abortions, NRLC includes the hard figures from 1973-2005, the estimates for the last few years and also includes the Guttmacher Institute’s admission that its own figures are likely about three percent lower than the actual totals because of potential errors in reporting.

“Abortion has taken a terrible toll on America. We’ve now lost more than 54 million of our sons, daughters, friends, and neighbors and we are a much poorer nation for it,” O’Bannon said.

CLICK LIKE IF YOU’RE PRO-LIFE!

40 anos da liberação do aborto nos Eua coincide com a segunda posse de Obama

19/01/2013

‎40 anos da liberação do aborto nos Eua coincide com a segunda posse de Obama;

Liberado há exatos 40 anos, o Aborto nos Eua causou a morte de 55,772,015 crianças.

Abortions in America Since Roe vs. Wade in 1973

http://www.law.cornell.edu/supct/html/historics/USSC_CR_0410_0113_ZS.html

A decisão da Suprema Corte que custou a morte de 55,772,015 milhões de crianças:

O sujeito que foi obrigado a mentir dizendo que fora violência sexual e foi o pivô de tudo, hoje é pro life:

Syllabus

SUPREME COURT OF THE UNITED STATES


410 U.S. 113

Roe v. Wade

APPEAL FROM THE UNITED STATES DISTRICT COURT FOR THE NORTHERN DISTRICT OF TEXAS


No. 70-18 Argued: December 13, 1971 — Decided: January 22, 1973


A pregnant single woman (Roe) brought a class action challenging the constitutionality of the Texas criminal abortion laws, which proscribe procuring or attempting an abortion except on medical advice for the purpose of saving the mother’s life. A licensed physician (Hallford), who had two state abortion prosecutions pending against him, was permitted to intervene. A childless married couple (the Does), the wife not being pregnant, separately attacked the laws, basing alleged injury on the future possibilities of contraceptive failure, pregnancy, unpreparedness for parenthood, and impairment of the wife’s health. A three-judge District Court, which consolidated the actions, held that Roe and Hallford, and members of their classes, had standing to sue and presented justiciable controversies. Ruling that declaratory, though not injunctive, relief was warranted, the court declared the abortion statutes void as vague and overbroadly infringing those plaintiffs’ Ninth and Fourteenth Amendment rights. The court ruled the Does’ complaint not justiciable. Appellants directly appealed to this Court on the injunctive rulings, and appellee cross-appealed from the District Court’s grant of declaratory relief to Roe and Hallford.

Held:

1. While 28 U.S.C. § 1253 authorizes no direct appeal to this Court from the grant or denial of declaratory relief alone, review is not foreclosed when the case is properly before the Court on appeal from specific denial of injunctive relief and the arguments as to both injunctive and declaratory relief are necessarily identical. P. 123.

2. Roe has standing to sue; the Does and Hallford do not. Pp. 123-129.

(a) Contrary to appellee’s contention, the natural termination of Roe’s pregnancy did not moot her suit. Litigation involving pregnancy, which is “capable of repetition, yet evading review,” is an exception to the usual federal rule that an actual controversy [p114] must exist at review stages, and not simply when the action is initiated. Pp. 124-125.

(b) The District Court correctly refused injunctive, but erred in granting declaratory, relief to Hallford, who alleged no federally protected right not assertable as a defense against the good faith state prosecutions pending against him. Samuels v. Mackell, 401 U.S. 66. Pp. 125-127.

(c) The Does’ complaint, based as it is on contingencies, any one or more of which may not occur, is too speculative to present an actual case or controversy. Pp. 127-129.

3. State criminal abortion laws, like those involved here, that except from criminality only a life-saving procedure on the mother’s behalf without regard to the stage of her pregnancy and other interests involved violate the Due Process Clause of the Fourteenth Amendment, which protects against state action the right to privacy, including a woman’s qualified right to terminate her pregnancy. Though the State cannot override that right, it has legitimate interests in protecting both the pregnant woman’s health and the potentiality of human life, each of which interests grows and reaches a “compelling” point at various stages of the woman’s approach to term. Pp. 147-164.

(a) For the stage prior to approximately the end of the first trimester, the abortion decision and its effectuation must be left to the medical judgment of the pregnant woman’s attending physician. Pp. 163, 164.

(b) For the stage subsequent to approximately the end of the first trimester, the State, in promoting its interest in the health of the mother, may, if it chooses, regulate the abortion procedure in ways that are reasonably related to maternal health. Pp. 163, 164.

(c) For the stage subsequent to viability the State, in promoting its interest in the potentiality of human life, may, if it chooses, regulate, and even proscribe, abortion except where necessary, in appropriate medical judgment, for the preservation of the life or health of the mother. Pp. 163-164; 164-165.

4. The State may define the term “physician” to mean only a physician currently licensed by the State, and may proscribe any abortion by a person who is not a physician as so defined. P. 165.

5. It is unnecessary to decide the injunctive relief issue, since the Texas authorities will doubtless fully recognize the Court’s ruling [p115] that the Texas criminal abortion statutes are unconstitutional. P. 166.

BLACKMUN, J., delivered the opinion of the Court, in which BURGER, C.J., and DOUGLAS, BRENNAN, STEWART, MARSHALL, and POWELL, JJ., joined. BURGER, C.J., post, p. 207, DOUGLAS, J., post, p. 209, and STEWART, J., post, p. 167, filed concurring opinions. WHITE, J., filed a dissenting opinion, in which REHNQUIST, J., joined, post, p. 221. REHNQUIST, J., filed a dissenting opinion,post, p. 171. [p116]

Cada mulher russa mata, em média, 7 filhos.

19/12/2012

Will Russia Recover From Its Massive Underpopulation Problems?

by Steven W. Mosher and Elizabeth Crnkovich | Moscow, Russia | LifeNews.com | 12/18/12 7:22 PM

What do you do when your country is dying, one coffin at a time? Well, if you are Russian President Vladimir Putin, you call upon Russian couples to be fruitful and multiply, and have at least three children.

It is hard to exaggerate the demographic straits that Mother Russia finds itself in. According to the projections of the UN Population Division–we are speaking here of the so-called “low variant,” historically the most accurate–the Russian population will shrink by more than 30 million by mid-century if current trends continue. The population will age rapidly, from an average age of 37.9 in 2010 to and average age of 49 by 2050. In other words, most Russians will be beyond their childbearing years, and Russia’s demographic fate will be sealed.

The economy will follow the population into the tank. No economy can thrive when a population is moribund, filling more coffins than cradles.

This is not the first time that Putin has urged his fellow citizens to be prolific. In fact, he has been working more than a decade to reverse his country’s demographic decline.

Back in 2005, Putin announced that Russian couples would receive the equivalent of $9,000 upon the birth of a second child or higher order child. While this baby bonus created a bump in the birth rate, the numbers of births have begun to level off again. Many couples have already reached their desired number of children, received their bonuses, and are aborting any subsequent children they conceive. Abortion is still occurring in epidemic proportions in Russia. The birth rate has remained slightly higher than before, but is still too low to offset population losses. Russia continues to lose several hundred thousands people a year.

Putin took the occasion of his annual State of the Nation address to issue a call for more children. “The three child family should become the norm in Russia,” he declared. Since the average Russian woman has only one child, this would mean a considerable increase in fertility. Along with encouraging Russian women to have more children, he said, Russia must also look for ways to support and help them once they have had the children.

Putin was vague about what this additional support might entail, but his administration is in discussions with pro-life and pro-family groups on this point.

For their part, hundreds of pro-life and pro-family organizations, together with large families and activists from all over the Russian Federation, are joining together into a National Parents Association (NPA).

The CEO of the fledgling NPA, Alexey Komov, says that “President Putin, in his inaugural address, gave a clear message to everyone: Three children must become the norm in Russia or the country will face a serious demographic challenge going forward. We at the NPA are promoting the natural family-a husband and wife and their natural or adoptive children–and are in dialogue with State authorities to define effective family and demographic policy.”

One major obstacle to raising the Russian birthrate is the prevalence of abortion.

The average Russian woman has seven abortions in her lifetime.

As long as society fails to recognize the value of human life, and wantonly destroys it in large numbers, it will be difficult to establish a new three-child norm. Abortion must cease being a way of life in Russia if her people are to survive.

Putin has given Russian families a tangible incentive, the baby bonus, to have children.

He and his administration are now attempting to shift cultural norms in favor of the three-child family.

But whether or not he succeeds will depend upon pro-life and pro-family advocates like Alexey Komov, and their efforts to turn Putin’s exhortations and financial support into a nationwide movement. On their success hinges the fate of the Russian people.

11/12/2012

491 bebês nascidos vivos após abortos falhos, deixados para morrer: Estatísticas do Canadá confirmam!

10 dezembro 2012 Autor: Bíblia Católica 

 

Defensores Pró-vida estão pedindo uma investigação federal do Canadá após agência de estatísticas oficial confirmar a morte de 491 bebês nascido vivos durante abortos entre 2000 e 2009.

As estatísticas do Canadá confirmou a informação através de e-mail ao LifeSiteNews, terça-feira. A blogueira Pró-vida Patricia Maloney descobriu os primeiros dados sobre os abortos em banco de dados online da agência federal. Mary Ellen Douglas, Organizadora Nacional da Coalisão da Campanha pela Vida, chamou essa  revelação de “chocante”.

“O governo federal precisa fazer o que for possível para investigar esses dados”, acrescentou. “É ruim o suficiente que bebês estejão sendo mortos no útero, mas agora nós sabemos que, mesmo os protegidos sob a lei canadense (cidadãos canadenses nascidos) estão aparentemente sendo deixados para morrer.”

Douglas lembrou que os defensores pró-vida ouviram falar sobre bebês que nascem após abortos de histerotomia em Kingston em 1980. “Os bebês foram encontrados lutando pela vida em uma bacia e enfermeiros foram orientados a deixá-los sozinhos, porque eles foram abortados”, disse ela.

Andre Schutten, consultor jurídico da Associação de Reformados de Ação Política, destacou que o Canadá reconhece o bebê como um ser humano, logo que sai vivo de sua mãe, e questionou por que não houve investigações de homicídios para os nascidos vivos.

“Por que não houve processos criminais? Por que nenhum clamor? E por que as províncias estão financiando esta atividade explicitamente criminosa?”, Perguntou.

Ativistas pró-vida há muito tempo sabem que os bebês geralmente nascem vivos após abortos falhos, mas até agora, não se sabe com que freqüência isso ocorreu no Canadá. Jill Stanek, uma ex-enfermeira em Chicago que virou blogueira pró-vida, descreveu testemunhando bebês que nascem vivos após abortos falhos, sendo então levado para uma “sala de serviço suja” e deixados para morrer. Seu depoimento levou à Lei de Proteção Infantil para o Nascido Vivo no estado.

“Minha experiência foi que eles [os bebês] sobrevivem tão pouco tempo quanto apenas alguns minutos, e uma vez, quase tanto tempo quanto um turno de oito horas”, disse ela em 2008.

Em um exemplo, ela disse que ouviu dizer que uma criança estava sendo deixada, e ela “não podia suportar a ideia do sofrimento desta criança morrer sozinha.” “E assim eu embalou e balançou-lhe os quarenta e cinco minutos que ele viveu. “

Em outro caso terrível, no ano passado o abortista Kermit Gosnell foi preso depois de supostamente cortar as cordas da coluna de centenas de bebês recém-nascidos que nasceram vivos no processo de tentativa de aborto.

As 491 mortes para StatsCan estão listados na tabela CANSIM 102-0536, sob o código P96.4, que é intitulado “Interrupção da gravidez, afetando o feto e recém-nascido.”

Em um e-mail, Owen Phillips do StatsCan explicou que esse código indica a causa da morte da criança nascida foi um aborto. Ele disse que estes não são natimortos, que têm uma tabela diferente.

“Estes são incluídos na causa nacional de estatísticas de morte porque quando o feto abortado nasce vivo e posteriormente morre, cada evento deve ser registrado”, escreveu ele em um e-mail. “Se o feto abortado nasce morto, mas cumpre a exigência provincial (idade, peso de nascimento e / ou gestacional), deve ser registrado como um natimorto.”

“O nascimento vivo”, de acordo com StatsCan, aplica-se quando, depois de proceder do ventre de sua mãe, a criança “respire ou apresente qualquer outro sinal de vida, tal como batimentos do coração, pulsações do cordão umbilical ou movimentos voluntários efetivos dos músculos, independente do cordão umbilical ter sido cortado ou a placenta estar conectada. “

Um exemplo do tipo de caso que poderia ser classificado entre estas 491 mortes é oferecido pelo Instituto Canadense de Informação de Saúde em seus padrões de codificação.É descrito como: “um paciente apresentou-se as 20 semanas de gestação, solicitando um aborto terapêutico. Ela foi iniciada em misoprostol, via intravenosa. O feto foi expulso com sucesso. Um batimento cardíaco e respiração foram detectados no nascimento.” 

“O resultado do término pretendido da gravidez foi o nascimento de um feto nascido vivo”, afirma. Segundo o Código Penal do Canadá, uma criança é garantida a proteção legal quando ela “está completamente fora, num estado de vida, do corpo de sua mãe.”

LifeSiteNews.com pediu a StatsCan o que eles fizeram com os dados, quando se anunciou e se eles tinham alertado o ministro da Justiça do Canadá, mas não receberam resposta a tempo para dar a imprensa. LifeSiteNews.com também levantou a questão para o ministro da Justiça Federal Rob Nicholson, mas novamente não recebeu resposta a tempo para a imprensa.

Fonte:  http://www.lifesitenews.com/news/491-babies-born-alive-after-failed-abortions-left-to-die-in-canada-statscan

 

A Indústria do aborto no mundo: Como conseguir apoio ao Aborto:

10/11/2012

Aborteiro admite: Eu mato SIM uma criança que está para nascer

09/11/2012

Abortion Practitioner Admits “Yes I Am” Killing Unborn Children During Abortions

by Steven Ertelt, LifeNews.com Editor, November 5, 2009

Dallas, TX (LifeNews.com)

The late-term abortion practitioner at the new abortion center in Dallas has admitted in a shocking interview that he kills unborn children during abortions. Curtis Boyd is one of the few abortion practitioners to admit what he is doing, but he has no qualms with his job.

Boyd opened the first abortion center in Dallas in 1973 after the Supreme Court handed down the roe v. Wade decision allowing virtually unlimited abortions.

In an interview with WFAA yesterday after news surfaced that he re-opened his late-term abortion center, Southwestern Women’s Surgery Center, in the huge metro area last week after more than a year following the closure of the Aaron’s abortion facility, he makes a startling admission.

“Am I killing?” Boyd said. “Yes, I am. I know that.”

He told WFAA that he is a former Baptist ordained minister who is now a part of the pro-abortion Unitarian Universalist church who says he prays often about the abortions he does.

“I’ll ask that the spirit of this pregnancy be returned to God with love and understanding,” he said.

Boyd must operate an ambulatory surgical center in order to qualify under state law to do abortions after 16 weeks of pregnancy and he says women from across the south central United States come to him for late-term abortions.

“We see patients from Oklahoma, Arkansas, Louisiana and across Texas,” he said.

“The hardest ones are the young girls,” he added, saying that girls as young as 9 and 10 years of age have been to his center for abortions.

Boyd says he was a close friend of George Tiller, the late-term abortion practitioner who was shot and killed at his church earlier this year — allegedly by militia activist Scott Roeder, who is not affiliated with any pro-life groups.

He says he takes precautions such as keeping his address and phone number private but isn’t afraid of doing abortions.

“I don’t want the fate that befell Dr. Tiller, but I’m not going to be deterred because what I’m doing is important,” he said.

Election Day – OBAMA VENCE amplamente NOS ESTADOS LIBERAIS* (Nova Inglaterra) e em regiões de Fronteira com grande quantidade de latinos

06/11/2012

LIBERAL, Na América, significa comunista.

THE NEW YORK TIMES  DESTACA O AUMENTO DE LATINOS NOS EUA:

http://www.nytimes.com/2012/11/08/us/politics/obamas-victory-presents-gop-with-demographic-test.html?hp&_r=0&pagewanted=all

—-

VITÓRIA APERTADA DE OBAMA NA FLORIDA E EM OHIO e nos GRANDES LAGOS,  DÃO A MAIORIA DE VOTOS NO COLEGIO ELEITORAL.

THE NEW YORK TIMES: UMA NAÇÃO DIVIDIDALos Angeles Times também destacou o PAÍS DIVIDIDO:

 

Diferença no voto popular foi de 3.ooo.ooo.  61 milhões a 58 para Ronmey.

 

A DIVISÃO DA AMÉRICA NÃO É MAIS COMO ENTRE KENNEDY E NIXON, 1960, em que Nixon perdeu por diferença mínima de 100.000 votos, mas havia pouca diferença entre os dois: Todos patriotas que amavam a América:

HOJE NÃO: há duas Américas: A COMUNISTA e a não comunista.

O Voto, condado por condado: (NÃO COMPUTADOS OS 29 VOTOS DA FLORIDA.

A CAMARA DOS DEPUTADOS – House – continuará com ampla maioria republicana.

Distrito por Distrito:

http://elections.nytimes.com/2012/results/house/big-board

NA FOTO VEMOS CLARAMENTE ONDE CADA PARTIDO TEM SEU CURRAL:

DEMOCRATAS: Somente ganha na Nova Inglaterra, Minessota e distritos com maioria latina (California e Sul do Texas) e onde há maioria de negros.

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Senado continuará democrata.

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Barack Obama’s Pro-Abortion Record

http://www.lifenews.com/2010/11/07/obamaabortionrecord/

Stop 40 more years of Roe v. Wade. Vote for Mitt Romney!

http://www.lifenews.com/2012/01/22/obama-celebrates-roe-vs-wade-decision-54-million-abortions/

Povo brasileiro aprova a corrupção e vota em corruptos: PT ganha em São Paulo e em 650 cidades

25/10/2012

Os católicos pró-aborto dos Eua agem livremente e não são excomungados

21/10/2012

http://www.lifenews.com/2011/01/02/nat-4475/

O Pioneiro do Comunismo no Partido Democrata faleceu hoje: George McGovern

21/10/2012

COMENTARIOS DE LEITORES DO W.POST:

wjc1va

1:01 AM GMT-0200

Yes, George McGovern did radicalize the Democratic Party…literally. He re-wrote the rules on nomination, understood them, and after George Wallace was shot, thereby eliminating the possibility of a brokered convention, he got himself nominated, only to go down in utterly ignomenious defeat.

Yet it was McGovern who created the new Democratic party, which hated the military, hated the intelligence agencies, opposed any war we were involved in, supported all our foes, justified anyone who hated America denigrated our past, our history, poked fun at our Constitution, deconstructed our institutions. It was McGovern and his tools who drove the moderate Democrats such as Scoop Jackson out of the party and made the Republican Party the majority party in America from 1972 to today….the Democrats only win when the majority party splits (think of 1912 and Taft vs Roosevelt) or in extrodinary circumstances (1976, 2008).

Yep, McGovern has a lot to answer for. He sure as heck helped create (with a lot of help from the lame-stream News Business) the unbelievable ideological gulf separating half of America from the other half..today.

bbface21 10/21/2012 10:32 PM GMT-0200

From the editorial:   “But the greatest damage to his campaign probably came from the excesses of a sizable part of his antiwar constituency, which imposed on the campaign an image that belied its candidate and his beliefs.”
It was the far left, with those who admired Communists and despised the values most Americans have, that did him in.
McGovern never shared those beliefs, but like the Occupy movement, he was a man of good intentions who couldn’t shake the radical elements.

 JKHill 10/21/2012 10:07 PM GMT-0200

Translate for both of you…Socialist Government or Government Over All…the same thing folks. And what does this have to do with flying sorties over Germany? Leftists, Progressives, Socialists, Democrats, Liberals…what ever you call yourselves…all you want to do is enslave the working person and make them dependent on your government leaders so you can cement your power. Reference….Hugo Chavez. Probably another person McGovern admired.

JKHill -10/21/2012 9:56 PM GMT-0200

No sir…Nixon was the lesser of 2 evils. Leftists like McGovern would have lost the Cold War, sold out to the Soviets….a system he admired anyway…and we would have become a Cuba by now.

———

Trecho do NYTIMES:

“Mr. McGovern benefited from new party rules that he had been largely responsible for writing, and from a corps of devoted young volunteers, including Bill Clinton and Hillary Rodham, who took time off from Yale Law School to work on the campaign in Texas.

The nominating convention in Miami was a disastrous start to the general election campaign. There were divisive platform battles over Vietnam, abortion, welfare and court-ordered busing to end racial discrimination. The eventual platform was probably the most liberal one ever adopted by a major party in the United States. It advocated immediate withdrawal from Vietnam, amnesty for war resisters, abolition of the draft, a guaranteed job for all Americans and a guaranteed family income well above the poverty line.”

Leia mais no NYT:

http://www.nytimes.com/2012/10/22/us/politics/george-mcgovern-a-democratic-presidential-nominee-and-liberal-stalwart-dies-at-90.html?hp&_r=0&pagewanted=all

E ESTA DO  POST:

Exile and influence

After Sen. McGovern’s overwhelming loss in the 1972 election, Democrats lost three of the next four presidential contests. That prompted the centrist Democratic Leadership Council to urge the party’s subsequent nominees to avoid “McGovernism,” which it defined as far-left stances that were out of sync with Middle America. By 1992, Bill Clinton was elected president on a moderate platform that steered away from hard-left positions.

Sen. McGovern won reelection to the Senate in 1974 but was targeted for defeat by Republicans in 1980 and lost by a wide margin to then-Rep. James Abdnor. Angered by the political attacks, Sen. McGovern founded the political interest group Americans for Common Sense in 1981. He launched a brief presidential bid for the 1984 nomination, promoting a national health-care system and reductions in the military budget, but he ended his bid after losses in the early primaries.

http://www.washingtonpost.com/local/obituaries/george-s-mcgovern-democratic-nominee-who-lost-to-nixon-in-72-dies-at-90/2012/10/21/1db1dda8-c5db-11df-94e1-c5afa35a9e59_story.html?hpid=z3

Pérolas da Grande Imprensa Comunista:

15/10/2012
Falha de S. Paulo consegue mais uma vez se superar:
Hoje, dia do Professor, diz o Pasquim do Frias, na primeira página, que o Uruguai é um país avançado porque vai liberar o casamento gay, o aborto e a maconha.

Padre Paulo Ricardo, um dos poucos padres não petistas e não comunistas do Brasil, denuncia o totalitarismo do PT atacando a Igreja Católica e destruindo os valores cristãos dos Brasileiros. Video com mais de 100.000 acessos.

16/09/2012

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Declaração de movimentos pró-vida e pró-família contra o governo do PT que promove o Aborto no Brasil

14/09/2012

Declaração do VII Encontro Nacional de Movimentos em Defesa da Vida e da Família

Nós, participantes do VII Encontro Nacional de Movimentos em Defesa da Vida e da Família realizado em Brasília de 7 a 9 de setembro de 2012,

CONSTATAMOS:

O crescente favorecimento da causa abortista pelo Governo Federal, em desconformidade com o compromisso assumido pela então candidata à Presidência da República, Dilma Rousseff, com os eleitores, em 2010.

A lamentável nomeação da Sra. Eleonora Menicucci, defensora e praticante confessa do aborto, para o cargo de Secretária de Políticas Públicas para as Mulheres.

A celebração de contrato entre a União Federal e a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), prorrogado pelo atual Governo (1), assim como a manutenção do grupo GEA (Grupo de Estudos sobre o Aborto), criado com a finalidade de promover a despenalização do aborto no país.

O plano do Ministério da Saúde, noticiado pela imprensa, de instruir as mulheres como fazer o aborto por meio de uma cartilha e de uma central de telefone em âmbito nacional pelo SUS de elaborar uma Norma Técnica, e de liberar o comércio de abortivos nas farmácias, usando como pretexto a “redução de danos”.

O açodamento com que foi preparado o anteprojeto de Código Penal, com audiências públicas não representativas da sociedade, e a sua conversão imediata em projeto de lei (PLS 236/2012) pelo Senador José Sarney, sem que fosse dado tempo suficiente ao povo para enviar sugestões e críticas.

A presença de inúmeros erros técnicos e de conteúdo no PLS 236/2012, dificilmente corrigíveis por meio de emendas durante o processo legislativo.

A descriminalização do aborto, da eutanásia, do suicídio assistido, da clonagem, da manipulação e comércio de embriões, da prostituição infantil a partir de doze anos, do uso pessoal de drogas e do terrorismo praticado por movimentos sociais, entre outras infâmias previstas pelo PLS 236/2012.

A promoção e a exaltação do homossexualismo, o cerceamento da liberdade de expressão e a instauração da perseguição religiosa presentes no mesmo projeto por meio da incriminação da chamada “homofobia”.

A crescente invasão de competência do Congresso Nacional pelo Supremo Tribunal Federal que, à revelia da Constituição, reconheceu a validade da “união estável” de pessoas do mesmo sexo e o aborto de crianças anencéfalas.

SOLICITAMOS

Ao Congresso Nacional, que, por meio de decreto legislativo, suste as referidas decisões da Suprema Corte.

Aos senadores e deputados federais, que rejeitem todas as cláusulas antivida e antifamília presentes no PLS 236/2012

Aos eleitores, que apóiem os candidatos comprometidos com a defesa da vida e da família e que neguem seu voto a políticos e partidos comprometidos com o aborto e o homossexualismo, entre os quais se destaca o Partido dos Trabalhadores.

Aos educadores, que rejeitem as cartilhas e livros que, a pretexto de proteger a saúde do adolescente e oferecer “educação” sexual, corrompem a infância e a juventude.

Aos médicos e outros profissionais de saúde, para que resistam às políticas pró-aborto do governo, mantendo-se fieis ao juramento de Hipócrates.

Aos líderes religiosos, que instruam o povo a eles confiado acerca de tudo o que foi referido acima.

Brasília, 9 de setembro de 2012.
ABRACEH – Associação de Apoio ao Ser Humano e à Família
Associação Nacional Mulheres pela Vida
Associação Nacional Pró-vida e Pró-família
Associação Theotokos – Guarulhos-SP
Comunidade Católica Totus Mariae – São Carlos-SP
Frente Integralista Brasileira (FIB)
Instituto Eu Defendo – RJ
Instituto Juventude pela Vida – SP
Instituto Vera Fides – RJ
Movimento Ação e Vida – RJ
Movimento em Defesa da Vida do Rio de Janeiro
Movimento Sacerdotal Mariano – São José dos Campos-SP
Movimento Teologia do Corpo
Pró-Vida de Anápolis – GO
Rede Pró-vida Nacional
Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza-DF

Nota:

1 – Conforme texto disponível em:

http://www.documentosepesquisas.com/maio2012.pdf

O impressionante e repugnante novo Código Penal da subcomissão de juristas do Senado Federal.

13/09/2012

O rolo compressor do Projeto Sarney de novo Código Penal

Reforma do Código Penal pretende esmagar o que resta de valores cristãos:

Em 27 de junho de 2012, uma Comissão de Juristas entregou ao presidente do Senado, José Sarney, o anteprojeto de reforma do Código Penal. Seria de se esperar, que o texto fosse submetido à apreciação da sociedade para receber críticas e sugestões[1]. Isso, porém, não ocorreu. Em 9 de julho de 2012, apenas 11 dias depois, o Senador José Sarney subscreveu o anteprojeto convertendo-o em projeto de lei: o PLS 236/2012. Ao assinar o projeto, Sarney agiu de modo semelhante a Pilatos.

Declarou-se, “por uma questão de consciência e religião”, contrário à eutanásia, ao aborto, ao porte de drogas e seu plantio para uso, mas não retirou nada disso do texto que subscreveu. Lavou as mãos, disse que era inocente do sangue de Cristo, mas decretou a sentença injusta. Favoreceu a presidente Dilma que, embora favorável ao aborto, havia prometido na campanha eleitoral não enviar ao Congresso qualquer proposta abortista.

O anteprojeto – agora convertido em projeto – foi muito mais audacioso que o de 1998. Pretendeu reformar não só a parte especial do Código Penal, mas também a parte geral e a imensa legislação penal extravagante. E tudo isso no curto prazo de seis meses![2] O resultado foi um conjunto de 544 artigos cheios de falhas graves.


Animais e pessoas

Segundo a linha ideológica do PLS 236/2012, o ser humano vale menos que os animais. A omissão de socorro a uma pessoa (art. 132) é punida com prisão, de um a seis meses, ou multa. A omissão de socorro a um animal (art. 394) é punida com prisão, de um a quatro anos. Conduzir um veículo sem habilitação, pondo em risco a segurança de pessoas (art. 204) é conduta punida com prisão, de um a dois anos. Transportar um animal em condições inadequadas, pondo em risco sua saúde ou integridade física (art. 392), é conduta punida com prisão, de um a quatro anos. Os ovos, larvas ou espécimes da fauna silvestre não podem ser vendidos, adquiridos, transportados nem guardados, sob pena de prisão, de dois a quatro anos (art. 388, §1º, III). Os embriões humanos, porém, podem ser comercializados, submetidos à engenharia genética ou clonados sem qualquer sanção penal, uma vez que ficam revogados (art. 544) os artigos 24 a 29 de Lei de Biossegurança (Lei 11.101/2005).


Terrorismo e invasão de terras

O terrorismo é criminalizado (art. 239). Mas as condutas descritas (sequestrar, incendiar, saquear, depredar, explodir…) deixam de constituir crime de terrorismo se “movidas por propósitos sociais ou reivindicatórios” (art. 239, §7º). Os invasores de terra são favorecidos, uma vez que “a simples inversão da posse do bem não caracteriza, por si só, a consumação do delito” (art. 24, parágrafo único).


Prostituição infantil

Atualmente comete estupro de vulnerável quem pratica conjunção carnal com menor de 14 anos (art. 217-A, CP). O projeto baixa a idade: só considera vulnerável a pessoa que tenha “até doze anos”. Isso vale para o estupro de vulnerável (art. 186), manipulação ou introdução de objetos em vulnerável (art. 187) e molestamento sexual de vulnerável (art. 188). Deixa de ser crime manter casa de prostituição (art. 229, CP) ou tirar proveito da prostituição alheia (art. 230, CP). Quanto ao favorecimento da prostituição ou da exploração sexual de vulnerável, a redação é ainda mais assustadora: só será crime se a vítima for “menor de doze anos” (art. 189). Deixa de ser crime, portanto, a exploração sexual de crianças a partir de doze anos.


Drogas

Quanto às drogas, somente o tráfico permanece crime (art. 212). Deixa de ser crime o consumo pessoal de drogas (art. 212, § 2º). Presume-se que a quantidade de droga apreendida destina-se a uso pessoal quando ela é suficiente para o consumo por cinco dias (art. 212, § 4º).


Aborto

Quanto ao aborto, o projeto reduz ainda mais as penas já tão reduzidas. O aborto provocado pela gestante ou com seu consentimento, atualmente punido com detenção de um a três anos, passa a ter pena de prisão de seis meses a dois anos (art. 125). O terceiro que provoca aborto com o consentimento da gestante, atualmente punido com reclusão de um a quatro anos, passa a sofrer pena de prisão de seis meses a dois anos (art. 126). Se o aborto for provocado sem o consentimento da gestante, o terceiro é punido com prisão, de quatro a dez anos (art. 127). Curiosamente, ele recebe um aumento de pena de um a dois terços se, “em consequência do aborto ou da tentativa de aborto, resultar má formação do feto sobrevivente” (art. 127,§1º). Esse parágrafo parece ter sido incluído para estimular o aborteiro a fazer abortos “bem feitos”, evitando que, por “descuido”, ele deixe a criança com vida e má formada.

As maiores mudanças, porém, estão no artigo 128. Ele deixa de começar por “não se pune o aborto” e passa a começar por “não há crime de aborto”. O que hoje são hipóteses de não aplicação da pena (escusas absolutórias) passa a ser hipóteses de exclusão do crime. E a lista é tremendamente alargada. Basta que haja risco à “saúde” (e não apenas à “vida”) da gestante (inciso I), que haja “violação da dignidade sexual” (inciso II), que a criança sofra anomalia grave, incluindo a anencefalia (inciso III) ou simplesmente que haja vontade da gestante de abortar (inciso IV). Neste último inciso o aborto é livre até a décima segunda semana (três meses). Basta que um médico ou psicólogo ateste que a gestante não tem condições “psicológicas” (!) de arcar com a maternidade.


Eutanásia e suicídio assistido

“Matar por piedade ou compaixão” (eutanásia) passa a ser um crime punível com prisão, de dois a quatro anos (art. 122), muito abaixo da pena prevista para o homicídio: prisão, de seis a vinte anos (art. 121). Porém, o juiz pode reduzir a pena da eutanásia a zero, avaliando, por exemplo, “os estreitos laços de afeição do agente com a vítima” (art. 122, § 1º). Também o auxílio ao suicídio, em tese punível com prisão, de dois a seis anos (art. 123), pode ter sua pena reduzida a zero, nos mesmos casos descritos para a eutanásia (art. 123, §2º).


Renúncia ao excesso terapêutico

O artigo 122, § 2º parece inspirado na doutrina, aceita pela Igreja, de que o paciente pode renunciar a tratamentos desproporcionais aos resultados, que lhe dariam apenas um prolongamento penoso e precário da vida[3]. A redação, no entanto, é infeliz: fala em deixar de fazer uso de meios “artificiais” para manter a vida do paciente em caso de “doença grave e irreversível”. Ora, a medicina é uma arte e todos os seus meios são artificiais. Do modo como está escrito, o parágrafo pode encobrir verdadeiros casos de eutanásia por omissão de cuidados normais devidos ao doente.


Infanticídio indígena

Há tribos indígenas que costumam matar recém-nascidos quando estes, por algum motivo, são considerados uma maldição. De acordo com o projeto, tais crianças ficam sem proteção penal, desde que se comprove que o índio agiu “de acordo com os costumes, crenças e tradições de seu povo” (art. 36).


“Preconceito” de gênero

De todos os males contidos no projeto, o mais difícil de corrigir são as cláusulas onde foi inserida a ideologia de gênero, que considera o homossexualismo (e talvez também a pedofilia e a bestialidade) como uma legítima “opção” sexual ou “orientação” (ao invés de desorientação) sexual. O PLC 122/2006 (projeto anti-“homofobia”) da Senadora Marta Suplicy (PT/SP) foi todo inserido no PLS 236/2012. Está no alvo do projeto o bispo diocesano que não admite um homossexual no seminário ou que o afasta do seminário após descobrir sua conduta (art. 472, V), o dono de hotel que se recusa a hospedar um “casal” de homossexuais (art. 472, VI, a) e a mãe de família que demite a babá que cuida dos seus filhos após descobrir que ela é lésbica (art. 472, II). Poderá talvez ser acusado de “tortura” o pregador que, ao comentar um texto bíblico desfavorável ao homossexualismo, “constranger alguém” do auditório, causando-lhe sofrimento “mental” (art. 468, I, c). Segundo o projeto, tais condutas são motivadas por “preconceito” de “gênero”, “identidade ou orientação sexual”. São crimes imprescritíveis, inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia (art. 474 e 468, § 7º).

A perseguição religiosa está preparada e tende a ser violenta. No entanto, o motivo mais grave que nos deve levar a rejeitar tais cláusulas não está nas suas consequências práticas, mas nos princípios em que se baseiam. Toda pessoa, ainda que pratique condutas sexuais reprováveis, como a pedofilia, o estupro, o incesto, a bestialidade ou o homossexualismo, continua sendo pessoa. E é somente na qualidade de pessoa que ela tem direitos. A deformidade moral que a atinge não pode acrescentar-lhe direitos. Quem aceitaria que alguém, ao assassinar um pedófilo, recebesse, além da pena devida ao homicídio, uma pena extra por demonstrar “intolerância” ou “preconceito” contra a pedofilia? É justamente isso que pretende o projeto. Agravar a pena de todos os crimes, se eles forem praticados por “preconceito” de “orientação sexual e identidade de gênero” (art. 77, III, n). Essa inadmissível agravante genérica aparece também em crimes específicos, como o homicídio (art. 121, §1º, I), a lesão corporal (art. 129, § 7º, II), a injúria (art. 138, § 1º), o terrorismo (art. 239, III), o genocídio (art. 459), a tortura (art. 468, I, c) e o racismo (art. 472).

Deus se compadeça de nós.

Anápolis, 11 de setembro de 2012.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Presidente do Pró-Vida de Anápolis


[1] Assim aconteceu com o anteprojeto de Código Penal de 1998, que depois de publicado pelo Ministério da Justiça, ficou por um bom tempo sujeito às críticas da sociedade, inclusive dos Bispos. Porém, nunca chegou a tornar-se projeto de lei.

[2] Em 16/06/2011 o Senador Pedro Taques (PDT/MT) apresentou o Requerimento 756/2011 solicitando a criação de uma Comissão de Juristas para reformar o Código Penal no prazo de 180 dias. O requerimento foi aprovado pelo plenário em 10/08/2011. A Comissão começou a trabalhar em 18/10/2011.

[3] Cf. JOÃO PAULO II, Evangelium Vitae, n. 65.

Bispo de Lorena (SP) denuncia: poder executivo (Dilma) vem sendo o atalho para a promoção do aborto no Brasil

11/09/2012

http://www.acidigital.com/noticia.php?id=24128#.UE-P2FofwAA.twitter

SÃO PAULO, 11 Set. 12 / 03:58 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em um recente artigo denunciando “a pressão para que o aborto seja legalizado no Brasil”, Dom Benedito Beni dos Santos, bispo diocesano de Lorena (SP) argumenta que nas últimas manobras para aprovar esta prática anti-vida no país o governo brasileiro vem usando o “atalho” do Poder Executivo, como ocorreu no caso da ADPF 54 no qual o STF despenalizou o aborto de fetos com anencefalia e como está fazendo neste momento através do ministério da saúde, que prepara uma norma técnica que instruiria e forneceria serviços abortivos às mulheres que o solicitem.

O prelado inicia seu artigo recordando: “nosso povo brasileiro é defensor da vida”.
“Entretanto – afirma – podemos “constatar” a “pressão para que o aborto seja legalizado no Brasil”.
Dom Beni recorda que o projeto abortista no Brasil vem de longa data, desde o início dos anos 90, porém constantemente os abortistas se viram derrotados nas votações realizadas pelos legítimos representantes do povo brasileiro, e agora estão criando “atalhos” para lograr o êxito da sua agenda.

“Recordamos que, em Abril deste ano, o Supremo Tribunal Federal julgou constitucional o aborto de crianças portadores de meroanencefalia. Esse, infelizmente, foi o marco no Brasil para o aborto eugênico. Uma vez que, no Poder Judiciário, não existe participação direta do povo, todos pudemos acompanhar, atônitos, os mais inacreditáveis pareceres dos Ministros do STF favoráveis ao aborto”, afirmou Dom Beni.

O bispo de Lorena denuncia a estratégia da “promoção da prática do aborto através do Poder Executivo” e critica o Secretário de Atenção à Saúde, Helvécio Magalhães que em entrevista aos meios de comunicação afirmou que este órgão do governo se prepara para lançar uma Norma Técnica para o oferecer “Aborto Seguro”, sob o eufemismo de política de “redução de danos”.

Dom Benedito recorda os três “pilares” desta estratégia:
– a criação de centros de aconselhamento à gestante sobre como interromper a gravidez indesejada.
– a venda de abortivos nas farmácias conveniadas ao SUS
– a produção de uma cartilha sobre como se utiliza estas drogas e se termina o processo de aborto iniciado pelo seu uso.

O bispo critica ainda a atitude da Ministra Eleonora Menicucci que afirmou em entrevista que “não seria crime explicar a uma mulher como fazer o aborto em si mesmo: crime seria fazer o aborto nela”.

Diante destes fatos urgentes e gravíssimos, Dom Beni pede aos homens e mulheres de sua diocese que “se façam ouvir”.

“Em uma democracia, o poder é exercido pelo povo e em nome do povo. Manifestem-se junto ao Ministério de Saúde dizendo que esta medida fere a consciência e os reais anseios da população brasileira”.

“Dirijam-se também à Presidência da República através de telefones e endereços eletrônicos disponíveis no site do Governo Federal. Digam que a Presidente precisa honrar sua promessa eleitoral de não avançar na promoção do aborto durante seu governo”, exortou.

O apelo de Dom Benedito Beni vem unir-se ao pedido e críticas de outros nove prelados brasileiros que recentemente se pronunciaram contra a promoção da agenda anti-vida e anti-família que vem sendo imposta no Brasil sem a participação dos representantes do povo.

Os outros bispos que alçaram suas vozes contra o abortismo do atual governo brasileiro foram:
Dom Benedito Simão, bispo de Assis (SP), Dom Henrique Soares da Costa, auxiliar de Aracaju (SE), Dom Antonio Keller, bispo de Federico Westphalen (RS), Dom Antonio Augusto Duarte, auxiliar do Rio de Janeiro (RJ), Dom Eduardo Benes, Arcebispo de Sorocaba (SP), Dom Aldo Pagotto, Arcebispo da Paraíba (PB), Dom Ottorino Assolari, Bispo de Serrinha (BA), Dom Caetano Ferrari, Bispo de Bauru (SP) e Dom Fernando Rifan, Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney, em Campos (RJ).

A Estratégia Mundial do Aborto Livre da Fundação Ford e Rockfeller explicada passo a passo pela CNBB – Sua aplicação no Brasil pelo PT de Dilma

07/09/2012

A NOVA ESTRATÉGIA MUNDIAL DA CULTURA DA MORTE

CLIC para abrir texto em PDF:

a-nova-estrategia-mundial-do-aborto

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Porque a Falha de S. Paulo não gosta do PARTIDO REPUBLICANO: A plataforma antiaborto, A plataforma próvida para 2012

24/08/2012

http://www.lifenews.com/2012/08/23/full-text-of-strongly-pro-life-gop-abortion-platform-released/

Full Text of Strongly Pro-Life GOP Abortion Platform Released , by Steven Ertelt | Washington, DC | LifeNews.com | 8/23/12 7:06 PM

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The full text of the draft of the Republican Party platform on abortion has been released and the plank shows the Republican Party has retained its strongly pro-woman, pro-life position.

 

THE SANCTITY AND DIGNITY OF HUMAN LIFE

Faithful to the “self-evident” truths enshrined in the Declaration of Independence, we assert the sanctity of human life and affirm that the unborn child has a fundamental individual right to life which cannot be infringed. We support a human life amendment to the Constitution and endorse legislation to make clear that the Fourteenth Amendment’s protections apply to unborn children. We oppose using public revenues to promote or perform abortion or fund organizations which perform or advocate it and will not fund or subsidize health care which includes abortion coverage. We support the appointment of judges who respect traditional family values and the sanctity of innocent human life. We oppose the non-consensual withholding or withdrawal of care or treatment, including food and water, from people with disabilities, including newborns, as well as the elderly and infirm, just as we oppose active and passive euthanasia and assisted suicide.

Republican leadership has led the effort to prohibit the barbaric practice of partial birth abortion, permitted States to extend health care coverage to children before birth. We urge Congress to strengthen the Born Alive Infant Protection Act by exacting appropriate civil and criminal penalties to health care providers who fail to provide treatment and care to an infant who survives and abortion, including early induction delivery where the death of the infant is intended. We call for legislation to ban sex-selective abortions – gender discrimination in its most lethal form – and to protect from abortion unborn children who are capable of feeling pain; and we applaud U.S. House Republicans for leading the effort to protect the lives of pain-capable unborn children in the District of Columbia. We call for a revision of federal law 42 U.S.C. 289.92 to bar the use of body parts from aborted fetuses for research. We support and applaud adult stem cell research to develop lifesaving therapies, and we oppose the killing of embryos for their stem cells. We oppose federal funding of embryonic stem cell research.

We also salute the many states that have passed laws for informed consent, mandatory waiting periods prior to an abortion, and health protective clinic regulation. We seek to protect young girls from exploitation through a parental consent requirement; and we affirm our moral obligation to assist, rather than penalize, women challenged by an unplanned pregnancy. We salute those who provide them with counseling and adoption alternatives and empower them to choose live, and we take comfort in the tremendous increase in adoptions that has followed Republican legislative initiatives.

Republicans adopted the platform this week in a platform committee and it must be accepted by delegates to the convention next week to be finalized. Not one member of the platform committee submitted any weakening amendments, according to Politico.

The Republican National Committee appears to be headed towards another pro-life platform, which has been pro-life since 1980, when the Republican Party adopted a position supporting the Human Life Amendment. The platform stood in stark contrast to the pro-abortion plank Democrats approved.

Disso o PT gosta: Aborto e Che Guevara

21/08/2012

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O Comunismo da China, O ataque à Família, Aborto Arma de destruição em Massa

09/07/2012

Todas as leis pró-aborto de Obama, o anticristo.

20/04/2012

http://www.lifenews.com/2010/11/07/obamaabortionrecord/

O que é aborto e infanticídio: Quando se pode matar uma criança e quando não pode:

18/04/2012

Foto de bebê abortado na China de 9 meses em aborto forçado circula na internet, desperta indignação, tem até feminista contra!

06/04/2012

http://www.paraclitus.com.br/2012/anoticias/foto-de-bebe-abortado-na-china-de-9-meses-em-aborto-forcado-circula-na-internet-desperta-indignacao/