Revolução de 31 de março 1964 e o combate ao comunismo: Ivan Frota

NOTA: Jamais leiam o site WIKIPEDIA em relação ao 1964, todos os artigos sobre 1964 da WIKIPEDIA estão controlados pelos infames comunistas.

MOVIMENTO DEMOCRÁTICO DE 1964 E A DEFESA DA PÁTRIA

Brigadeiro Ivan Frota

Apesar da retirada pelo Governo do 31 de Março do calendário comemorativo nacional, a lembrança do glorioso Movimento em defesa da Democracia, desencadeado pelo Povo Brasileiro em 1964, permanece mais viva do que nunca na sua memória.

31 de março de 1964 é a data histórica que marcou um “basta” contra os desmandos e a ausência de autoridade que o próprio Governo instalado patrocinava, com o propósito de levar o País ao caos e ao descontrole institucional.

Tal anarquia atendia à estratégia final que levaria à iminente instalação no País de um regime totalitário-sindicalista com inspiração bolchevista.

Instadas pela própria população, as Forças Armadas assumiram o comando das ações, atuando emergencialmente para restaurar a ordem, e, finalmente, dominar a subversão em todas as formas em que se manifestou.

Daí em diante, o controle do Estado foi definitivamente restabelecido e reorganizada a administração nacional, que alcançou um desenvolvimento sustentado com sucessivos recordes de crescimento econômico.

O tempo passou, muita coisa aconteceu nesses quarenta e sete anos, quase meio século, e o País recebeu, entre outros, um excepcional legado de infraestrutura básica, adquirindo, desse modo, energia para garantir a continuidade do progresso econômico.

Infelizmente, uma parcela de inconformados ainda trabalha negativamente, tentando alcançar os mesmos objetivos retrógrados do passado.

Assim, nuvens negras voltam a pairar, ameaçadoramente, nos nossos horizontes.

Eles, hoje, atuam de forma diferente. Não pela ameaça do terrorismo ou das guerrilhas e, sim, pela letra do manual “gramsciano” – passo a passo – com paciência e perseverança, procurando anestesiar a opinião pública por meio do favorecimento financeiro e da propaganda insidiosa.

Essa estratégia de “aparvalhamento” da Sociedade apresenta-se com as seguintes faces:

•Ocupação dos cargos públicos (e muitos privados), em todos os níveis, por militantes do partido do Governo;

•Suborno coletivo com dinheiro público, mormente, junto às populações menos favorecidas e sem acesso à informação de qualidade;

•Propaganda governista, por parcela da mídia mercenária, no rádio, nos jornais, na televisão e no cinema;

•Atuação no setor educacional pelo controle dos currículos e dos livros didáticos, incluindo, aqui, a sutil penetração nos estabelecimentos militares de ensino;

•Uma fraca oposição político-parlamentar, caracterizando a figura do “partido único”.

Todo esse aparato, dirigido pelo comando centralizado de uma minoria atuante, tem transformado o regime brasileiro em autêntica ditadura, travestida de democracia virtual.

Dentro desse quadro, as Forças Armadas, como Instituição não cooptável por tais manobras, passaram a ser alvos de irresponsáveis medidas que visam ao seu enfraquecimento ou eventual extinção/substituição. Não só pela prática de sistemática campanha que tenta aviltar a história militar brasileira, como pela gradativa e perigosa redução de sua capacidade operativa.

Com insuficientes orçamentos, protelação das decisões para renovação do material de defesa e constantes reduções do padrão salarial do pessoal militar, tentam atingir o moral e a vontade da Instituição.

É preciso que os neófitos entendam que só existe soberania se ela for respaldada por força de defesa competente, e que sem soberania não pode subsistir o Estado nacional.

No cenário internacional, temos tido freqüentes exemplos de imposição da vontade do mais forte sobre países de expressão militar limitada.

Urge, portanto, que a atual Presidente contenha os arroubos dessa minoria inconseqüente, procurando anular-lhes as intenções mesquinhas, que poderão fazer recrudescer animosidades do passado, dificultando as legítimas ações governamentais e, até mesmo, comprometendo o equilíbrio institucional do País.

Por que não trabalharmos todos no sentido único de fazer crescer e desenvolver o Brasil no rumo de seu inexorável destino de grande nação?

O que querem, afinal, esses inconsoláveis perdedores?

3 Respostas to “Revolução de 31 de março 1964 e o combate ao comunismo: Ivan Frota”

  1. Santos Says:

    Já está acontecendo e o povo parece tomado por uma apatia crônica, hábil, lenta e gradativamente orquestrada por elles, que estão no poder.

    -MELHOR MORTO DO QUE VERMELHO.

    -BRASIL ACIMA DE TUDO.

  2. João Carlos Pacheco Says:

    A implantação do Comunismo no Brasil. Tentado por Prestes e o governo Russo em 1924. Não deu certo… Quarenta anos depois o mesmo Prestes tenta novamente, e o comunismo é arrebatado em Março de 1964 pelo Povo e o Exercito <Gal. Castello Branco e Gal. Moura Filho. participação ativa de Dna. Amélia Molina Bastos.
    É um Pais imensamente rico… Eles estão tentando nesse momento.
    O perigo é real e eminente! Temos de acordar antes que seja muito tarde. Precisamos de outra AMÉLIA… ACORDA BRASIL!!!

  3. João Silva Says:

    Já é tempo de levar às grades todos aqueles que sorrateiramente tentam implantar o Comunismo de roupagem Cultural. O FORO DE SÃO PAULO + Grande Mídia Mercenária + blcheviques que ocupam cargos no aparelho Estatal promovendo a subversão das instituições e quebra de valores devemser expurgados desse país antes que os mesmo monopolizem o restante pois só ainda não conseguiram penetrar nas Forças Armadas e nas Forças Auxiliares (Polícias Estaduais). Fraudam eleições,. corrompem as Estatais, desvios dinheiros público para o exterior com fins de ser utilizado em momento adequado. O PT não é um partido que tenha compromisso com a Democracia, com a rotatividade do Poder mas sim, tem índole totalitária bolchevique.

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