Archive for the ‘terrorismo’ Category

França se livra de quem é contra terrorista – Toda a imprensa do mundo aplaudiu a eleição do candidato dos terroristas

09/05/2017

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Estudantes Brasileiros também são recrutados para o terrorismo petralha

27/04/2017

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Terrorism is child abuse!

#TerrorismIsChildAbuse

GUERRA CIVIL NA AMÉRICA CRIADA PELOS DEMOCRATAS

29/03/2017
TEXTO E TRADUÇÃO DO ALUYSIO AMORIN
Recomendo portanto que leiam o artigo que segue e compartilhem. A informação é a principal arma para evitar o pior. Fiz a tradução do inglês com o apoio de tradutor online e posterior copydesk. Mas meus conhecimentos do inglês não são suficientes para uma tradução de primeira linha. Continuo estudando, mas não é moleza. Leiam:
A GUERRA CIVIL ESTÁ AQUI
Uma guerra civil começou.
Esta guerra civil é muito diferente da última. Não há cargas de canhões ou cavalaria. A esquerda não quer se separar. Quer governar. Os conflitos políticos tornam-se guerras civis quando um lado se recusa a aceitar a autoridade existente. A esquerda rejeitou todas as formas de autoridade que não controla.
A esquerda rejeitou o resultado das duas últimas eleições presidenciais ganhas pelos republicanos. Rejeita a autoridade judiciária da Suprema Corte quando as decisões não estão de acordo com sua agenda. Rejeita a autoridade legislativa do Congresso quando não é dominada pela esquerda.
Rejeitou a Constituição há tanto tempo que dificilmente menciona.
Foi para a autoridade executiva unilateral total sob Obama. E agora cabe aos Estados decidirem unilateralmente quais leis seguirão. (Enquanto isso envolve desafiar as leis de imigração sob Trump, não seguindo-as sob Obama.) Foi para a autoridade sacrossanta do Senado quando ele manteve a maioria. Em seguida, criticou o Senado como uma instituição ultrapassada quando os republicanos assumiram.
Foi para Obama desafiar as ordens dos juízes federais, não importa o quão bem fundamentado na lei existente, e serve para os juízes federais anularem qualquer ordem por Trump em qualquer motivo que seja. Foi para Obama punir os denunciantes, mas agora, para minar o governo de dentro, tornou-se “patriótico”.
Não há nenhuma forma de autoridade legal que a esquerda aceite como uma instituição permanente. Só utiliza formas de autoridade seletivamente quando as controla. Mas quando os funcionários do governo recusam as ordens do governo devidamente eleito porque sua lealdade é para uma ideologia cuja agenda está em conflito com o presidente e o Congresso, isso não é ativismo, protesto, política ou desobediência civil; É traição.
Depois de perder o Congresso, a esquerda consolidou sua autoridade na Casa Branca. Depois de perder a Casa Branca, a esquerda mudou seu centro de autoridade para juízes federais e funcionários do governo não eleitos. Cada derrota levou os democratas radicalizados a mudarem de instituições mais democráticas para instituições menos democráticas.
Isso não é apenas hipocrisia. Esse é um pecado político comum. Hypocrites manobra dentro do sistema. A esquerda não tem lealdade ao sistema. Ela não aceita leis diferentes das ditadas por sua ideologia.

LOUCURA IDEOLÓGICA
Os democratas tornaram-se radicalizados pela esquerda. Isso não significa apenas que eles perseguem todos os tipos de políticas ruins. Isso significa que a sua primeira e mais importante fidelidade é uma ideologia, não a Constituição, nem o nosso país nem o nosso sistema de governo. Todos esses são apenas para ser usado como veículos para a sua ideologia.
É por isso que o compromisso tornou-se impossível.
Nosso sistema de governo foi projetado para permitir que diferentes grupos negociassem suas diferenças. Mas essas diferenças deveriam basear-se em encontrar interesses compartilhados. O mais profundo desses interesses compartilhados era o de um país comum baseado em certos valores civilizacionais. A esquerda substituiu essas idéias fundadoras por noções e princípios radicalmente diferentes. Rejeitou a importância primordial do país. Como resultado, ela compartilha pouco em termos de interesses ou valores.
Em vez disso, recuou para enclaves culturais urbanos e suburbanos, onde centralizou enormes quantidades de poder, desconsiderando os interesses e valores da maior parte do país. Se os considera, está convencido de que eles desaparecerão em breve para serem substituídos por imigrantes que se conformam e esquerdistas universitários que formam uma maioria demográfica permanente para sua agenda.
Mas não poderia esperar tanto tempo porque é animada pela convicção de que reforçar suas idéias é urgente e inevitável. E assim transformou o que tinha sido uma transição escondida em uma ruptura aberta.
Na transição oculta, suas figuras de autoridade haviam seqüestrado a lei e todos os cargos políticos que ocupavam para perseguir sua agenda ideológica. A esquerda tinha usado seu vasto poder cultural para fabricar um consenso que estava lentamente transitando o país dos valores americanos para seus valores e agendas. O direito tinha-se revelado largamente impotente diante de um programa que corrompia e subvertia de dentro.
A esquerda teve enorme êxito neste aspecto. Foi tão bem sucedida que perdeu todo o senso de proporção e decidiu abrir suas opiniões e lançar uma luta de poder político depois de perder uma eleição.
Os democratas não estavam mais sendo injetados lentamente com ideologia de esquerda. Em vez disso, a esquerda assumiu abertamente e exigiu lealdade às fronteiras abertas, à política de identidade e ao fanatismo ambiental. O êxodo dos eleitores acabou com os democratas em grande parte do que a esquerda considerou país de passagem aérea.
A esquerda respondeu às derrotas democráticas recuando mais profundamente em instituições não democráticas, seja a burocracia ou a mídia corporativa, ao mesmo tempo que dobra seu radicalismo político. Agora, está desafiando abertamente o resultado de uma eleição nacional usando uma coalizão de burocratas, corporações, funcionários não eleitos, celebridades e repórteres que se baseiam fora de seus enclaves culturais e políticos.
A esquerda respondeu a uma eleição perdida construindo “cidades e estados santuários” transformando assim uma secessão cultural e ideológica em uma secessão legal. Mas enquanto os secessionistas querem ser deixados sozinhos autoritários querem que todos sigam suas leis. A esquerda é um movimento autoritário que quer cumprimento total com seus ditames com punições severas para aqueles que desobedecem.
A esquerda descreve suas ações como princípios. Mas, mais precisamente, eles são ideológicos. Funcionários de vários níveis de governo rejeitaram a autoridade do Presidente dos Estados Unidos, do Congresso e da Constituição porque estes estão em desacordo com sua ideologia radical. Os juízes dissimularam essa rejeição na lei. Prefeitos e governadores nem sequer fingem que suas ações são legais.
As escolhas desta guerra civil são dolorosamente claras.
Podemos ter um sistema de governo baseado em torno da Constituição com representantes democraticamente eleitos. Ou podemos ter um baseado nos princípios ideológicos da esquerda em que todas as leis e processos, incluindo as eleições e a Constituição, são folhas de figo para reforçar a justiça social.
Mas não podemos ter ambos.

O QUE PODE ACONTECER?
Algumas guerras civis acontecem quando um conflito político não pode ser resolvido no nível político. Os realmente maus acontecem quando um conflito político irresolúvel se combina com um conflito cultural insolúvel.
Isso é o que temos agora.
A esquerda deixou claro que não aceitará a autoridade legítima do nosso sistema de governo. Não aceitará o resultado das eleições. Não aceita essas coisas porque estão em desacordo com sua ideologia e porque representam a vontade de grandes porções do país que desprezam.
A questão é o que vem a seguir.
A última vez em torno de tensões crescentes começou a explodir em confrontações violentas entre extremistas de ambos os lados. Esses extremistas foram elogiados por moderados que integram seus pontos de vista. O primeiro presidente republicano foi eleito e rejeitado. As tensões políticas levaram ao conflito e depois à guerra civil.
A esquerda não acredita na secessão. É um movimento político autoritário que perdeu a autoridade democrática. Há agora uma luta de poder político em andamento entre os funcionários democraticamente eleitos e o mecanismo antidemocrático de governo auxiliado por um punhado de juízes e eleitos locais.
O que isso realmente significa é que existem dois governos concorrentes; O governo legal e um anti-governo traidor da esquerda. Se este conflito político progride, as agências e indivíduos em todos os níveis de governo serão convidados a demonstrar sua fidelidade a estes dois governos concorrentes. E isso pode transformar-se rápida e explosivamente em uma verdadeira guerra civil.
Não há sinal de que a esquerda entenda ou esteja preocupada com as implicações do conflito que iniciou. E há poucos sinais de que os democratas entendam adequadamente a estrada perigosa que a esquerda radical está atraindo para eles. A esquerda pressupõe que os vencedores de uma eleição democrática recuarão, em vez de ficarem sob sua autoridade. Não está preparada para a possibilidade de que a democracia não morra na escuridão.
As guerras civis terminam quando um lado é forçado a aceitar a autoridade do outro. A esquerda espera que todos aceitem sua autoridade ideológica. Os conservadores esperam que a esquerda aceite a autoridade constitucional. O conflito ainda é político e cultural. Está sendo travado na mídia e no governo. Mas se nenhum dos lados retroceder, então ele vai além das palavras, pois ambos os lados dão ordens contraditórias.
A esquerda é um movimento traiçoeiro. Os democratas se tornaram uma organização traiçoeira quando caíram sob a influência de um movimento que rejeita nosso sistema de governo, suas leis e suas eleições. Agora sua traição está chegando à tona. Eles estão envolvidos em uma luta pelo poder contra o governo. Isso não é protesto. Não é ativismo. A velha traição dos anos sessenta chegou à idade. Uma guerra civil começou.
Este é um conflito primordial entre um sistema totalitário e um sistema democrático. Seu resultado determinará se seremos uma nação livre ou uma nação de escravos. Click here to read the original in English

Mais proibição – Eu sou do tempo do É PROIBIDO PROIBIR

27/03/2017
Notícias STFImprimir

Quarta-feira, 22 de março de 2017

Partido pede que escolas de todo o país sejam obrigadas a coibir bullying homofóbico

O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) ajuizou Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 5668), na qual pede que o Supremo Tribunal Federal (STF) dê interpretação conforme a Constituição Federal ao Plano Nacional de Educação (aprovado pela Lei 13.005/2014) para reconhecer o dever constitucional das escolas públicas e particulares de prevenir e coibir o bullying homofóbico, consistente em discriminações por gênero, identidade de gênero e orientação sexual, bem como de respeitar a identidade de crianças e adolescentes LGBT no ambiente escolar. A lei tem como objetivo dar cumprimento ao artigo 214 da Constituição Federal.

O inciso II do artigo 2º da lei prevê, entre as diretrizes do plano, a superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação, de maneira genérica. O plano prevê uma série de metas e estratégias, entre elas o acompanhamento do acesso, permanência e aproveitamento escolar dos beneficiários de programas de transferência de renda, bem como das situações de discriminação, preconceitos e violências na escola, visando ao estabelecimento de condições adequadas para o ensino, em colaboração com as famílias e com órgãos públicos de assistência social, saúde e proteção à infância, adolescência e juventude.

Para o partido, é preciso combater a noção de que a escola funciona como uma espécie de “curso técnico” voltado à aprovação de adolescentes no vestibular ou no Enem. Isso porque, sustenta o PSOL, a escola deve ensinar crianças e adolescentes a conviverem com a diversidade, em uma sociedade plural, e, com isso, a respeitarem pessoas com características distintas das suas. O partido afirma que parlamentares contrários aos direitos humanos da população LGBT conseguiram retirar dos Planos Nacional, Estaduais e Municipais de Educação menções ao enfrentamento das discriminações por gênero, identidade de gênero e orientação sexual também pelas escolas.

“ É preciso que a sociedade em geral e as escolas em particular respeitem essas crianças e adolescentes que não se enquadram na heterossexualidade cisgênera. Ou seja, as crianças e adolescentes que não sentem atração por pessoas do gênero oposto (‘não-heterossexuais’) e que se identificam com o gênero socialmente atribuído a si em razão de sua genitália (‘não-cisgeneridade’). Aqui entra o papel do professor”, afirma o PSOL na ADI, acrescentando que seu papel é, no mínimo, coibir a prática do bullying contra os alunos em geral, com especial atenção a alunos integrantes a minorias e grupos vulneráveis.

O PSOL pede liminar para que escolas públicas e particulares se abstenham de reprimir crianças e adolescentes que manifestem comportamentos entendidos como de pessoas homossexuais, bissexuais, assexuais, travestis, transexuais ou intersexos, respeitando a identidade de gênero de crianças e adolescentes que queiram ser identificadas e tratadas de acordo com o gênero com o qual se identificam.

A ADI foi distribuída ao ministro Edson Fachin.

VP/CR

Processos relacionados
ADI 5668

Muro que vai barrar criminosos porque os invasores se atrevem a pular a cerca já é SUCESSO COMERCIAL

19/03/2017

Esta imagem é apenas uma ilustração fictícia do muro que livrará o povo americano da invasão criminosa na fronteira com o México.

A construção é uma das promessas de campanha do Presidente Donald Trump. Tem o apoio caloroso do povo americano, excetuando a canalhada esquerdista.

O muro proposto pela administração Trump deverá ter pelo menos uns 10 metros de alturas para dissuadir potenciais imigrantes ilegais, informaram funcionários da Segurança Interna.
O Departamento de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos (CBP) iniciou o processo de solicitação de projetos de várias empresas que inclui propostas de design e protótipos do muro proposto pelo Presidente Donald Trump ao longo da fronteira EUA-México, segundo o jornal o Washington Times.
“O projeto do muro deve ser fisicamente imponente em altura”, explicam os funcionários do CBP. A agência disse que o objetivo é ter um muro de 30 pés, mas aceitará propostas de até 18 pés (30 pés equivale a cerca de 10 metros).
Eles também disseram que o muro deve ter pelo menos seis pés de profundidade de forma a impedir eventual passagem subterrânea e alto o suficiente para que ninguém possa escalar a parede sem uma escada.
Deve levar pelo menos uma hora e, idealmente, mais de quatro horas, para fazer um buraco no muro, de forma que os agentes possam impedir qualquer pessoa de terrar arrombá-lo.
O governo descreve que a muro deve ser capaz de resistir a uma marreta, carro jack, picareta, cinzel, ferramentas de impacto operadas a bateria, ferramentas de corte operadas também por também por bateria, tocha Oxy/acetileno ou outros equipamentos manuais semelhantes.
Nos documentos, o CBP diz que do lado dos EUA deve ser “esteticamente agradável” em “cor, textura anti-subida etc., para integrar-se com o ambiente geral”. Não há menção em relação ao lado mexicano no que diz respeito à aparência da muralha.
Cerca de 700 empresas se registraram como potenciais fornecedores para o projeto desde que o CBP começou a analisar propostas de empresas interessadas. Os contratantes têm até 29 de março para apresentar suas propostas para a primeira fase do projeto. (Com informações do site Breitbart – To read in English click here)

O comunismo não é uma doutrina, é um genocídio

18/03/2017

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Tudo que você pensa saiu do tubo – Pensa no que você seria sem o Tubo

13/03/2017

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Esta é feminista

11/03/2017

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Cai 40% o crime de imigração ilegal na fronteira com o México – We have essentially been paying them to invade our nation

09/03/2017

Trump Is Winning Again! Illegal Border Crossings Dropped As A Result Of Trump’s New Executive Order

On Wednesday, Homeland Security Secretary John Kelly said that the number of people illegally crossing the U.S. southern border has dropped 40 percent in President Trump’s first full month in office.

“The drop in apprehensions shows a marked change in trends,” Kelly said. “Since the administration’s implementation of executive orders to enforce immigration laws, apprehensions and inadmissible activity is trending toward the lowest monthly total in at least the last five years.”

“This change in the trend line is especially significant because CBP historically sees a 10-20 percent increase in apprehensions of illegal immigrants from January to February,” the agency said in a statement. “Instead, this year we saw a drop from 31,578 to 18,762 persons — a 40 percent decline.”

 

This is a wonderful start!! And another great day in the USA!!

“This trend is encouraging because it means many fewer people are putting themselves and their families at risk of exploitation, assault, and injury by human traffickers and the physical dangers of the treacherous journey north,” the statement continued.

President Trump’s tough stance on illegal immigration showed to be very effective. Trump hit the ground running on illegal immigration when he first took office, signing an executive order that authorized the construction of a border wall and increased border security.

“We will remain vigilant to respond to any changes in these trends, as numbers of illegal crossings typically increase between March and May,” Kelly said. “However, the early results show that enforcement matters, deterrence matters, and that comprehensive immigration enforcement can make an impact.”

One of the most effective things our government can do- and should have done long ago, but we only now have the leadership to make it happen– is eliminate all entitlements illegal aliens are receiving. That includes healthcare, housing, and schooling.

We have essentially been paying them to invade our nation.

Combatem o inimigo externo e poupam o inimigo interno

09/03/2017

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Farsa montada por palestinos para caluniar o povo eleito

08/03/2017

Mais uma farsa exposta.
Muçulmanos explodem um carro em um beco onde não havia ninguém, e logo após a explosão aparecem vários atores maquiados com sangue falso e roupas sujas.
Tudo para que as mídias FAKE NEWS pudessem filmar e vender a notícia falsa ao resto do mundo para nos sensibilizar a abrir as portas do nosso país para eles.

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Mais uma farsa exposta.
Muçulmanos explodem um carro em um beco onde não havia ninguém, e logo após a explosão aparecem vários atores maquiados com sangue falso e roupas sujas.
Tudo para que as mídias FAKE NEWS pudessem filmar e vender a notícia falsa ao resto do mundo para nos sensibilizar a abrir as portas do nosso país para eles.

Ex presidente pró islã solta prisioneiros que voltaram a combater o Mundo Livre

07/03/2017

122 vicious prisoners, released by the Obama Administration from Gitmo, have returned to the battlefield. Just another terrible decision!

LEIA A ÍNTEGRA DO DECRETO ANTI TERRORISMO – Nosso líder máximo combate abertamente o terror islâmico – Executive Order Protecting The Nation From Foreign Terrorist Entry Into The United States

06/03/2017

The White House

Office of the Press Secretary

For Immediate Release

March 06, 2017

Executive Order Protecting The Nation From Foreign Terrorist Entry Into The United States

EXECUTIVE ORDER

– – – – – – –

PROTECTING THE NATION FROM FOREIGN TERRORIST ENTRY INTO THE UNITED STATES

 

By the authority vested in me as President by the Constitution and the laws of the United States of America, including the Immigration and Nationality Act (INA), 8 U.S.C. 1101 et seq., and section 301 of title 3, United States Code, and to protect the Nation from terrorist activities by foreign nationals admitted to the United States, it is hereby ordered as follows:

 

Section 1.  Policy and Purpose.  (a)  It is the policy of the United States to protect its citizens from terrorist attacks, including those committed by foreign nationals.  The screening and vetting protocols and procedures associated with the visa-issuance process and the United States Refugee Admissions Program (USRAP) play a crucial role in detecting foreign nationals who may commit, aid, or support acts of terrorism and in preventing those individuals from entering the United States.  It is therefore the policy of the United States to improve the screening and vetting protocols and procedures associated with the visa-issuance process and the USRAP.

 

(b)  On January 27, 2017, to implement this policy, I issued Executive Order 13769 (Protecting the Nation from Foreign Terrorist Entry into the United States).

 

(i)    Among other actions, Executive Order 13769 suspended for 90 days the entry of certain aliens from seven countries:  Iran, Iraq, Libya, Somalia, Sudan, Syria, and Yemen.  These are countries that had already been identified as presenting heightened concerns about terrorism and travel to the United States.  Specifically, the suspension applied to countries referred to in, or designated under, section 217(a)(12) of the INA, 8 U.S.C. 1187(a)(12), in which Congress restricted use of the Visa Waiver Program for nationals of, and aliens recently present in, (A) Iraq or Syria, (B) any country designated by the Secretary of State as a state sponsor of terrorism (currently Iran, Syria, and Sudan), and (C) any other country designated as a country of concern by the Secretary of Homeland Security, in consultation with the Secretary of State and the Director of National Intelligence.  In 2016, the Secretary of Homeland Security designated Libya, Somalia, and Yemen as additional countries of concern for travel purposes, based on consideration of three statutory factors related to terrorism and national security:  “(I) whether the presence of an alien in the country or area increases the likelihood that the alien is a credible threat to the national security of the United States; (II) whether a foreign terrorist organization has a significant presence in the country or area; and (III) whether the country or area is a safe haven for terrorists.”  8 U.S.C. 1187(a)(12)(D)(ii).  Additionally, Members of Congress have expressed concerns about screening and vetting procedures following recent terrorist attacks in this country and in Europe.

 

(ii)   In ordering the temporary suspension of entry described in subsection (b)(i) of this section, I exercised my authority under Article II of the Constitution and under section 212(f) of the INA, which provides in relevant part:  “Whenever the President finds that the entry of any aliens or of any class of aliens into the United States would be detrimental to the interests of the United States, he may by proclamation, and for such period as he shall deem necessary, suspend the entry of all aliens or any class of aliens as immigrants or nonimmigrants, or impose on the entry of aliens any restrictions he may deem to be appropriate.”  8 U.S.C. 1182(f).  Under these authorities, I determined that, for a brief period of 90 days, while existing screening and vetting procedures were under review, the entry into the United States of certain aliens from the seven identified countries — each afflicted by terrorism in a manner that compromised the ability of the United States to rely on normal decision-making procedures about travel to the United States — would be detrimental to the interests of the United States.  Nonetheless, I permitted the Secretary of State and the Secretary of Homeland Security to grant case-by-case waivers when they determined that it was in the national interest to do so.

 

(iii)  Executive Order 13769 also suspended the USRAP for 120 days.  Terrorist groups have sought to infiltrate several nations through refugee programs.  Accordingly, I temporarily suspended the USRAP pending a review of our procedures for screening and vetting refugees.  Nonetheless, I permitted the Secretary of State and the Secretary of Homeland Security to jointly grant case-by-case waivers when they determined that it was in the national interest to do so.

 

(iv)   Executive Order 13769 did not provide a basis for discriminating for or against members of any particular religion.  While that order allowed for prioritization of refugee claims from members of persecuted religious minority groups, that priority applied to refugees from every nation, including those in which Islam is a minority religion, and it applied to minority sects within a religion.  That order was not motivated by animus toward any religion, but was instead intended to protect the ability of religious minorities — whoever they are and wherever they reside — to avail themselves of the USRAP in light of their particular challenges and circumstances.

 

(c)  The implementation of Executive Order 13769 has been delayed by litigation.  Most significantly, enforcement of critical provisions of that order has been temporarily halted by court orders that apply nationwide and extend even to foreign nationals with no prior or substantial connection to the United States.  On February 9, 2017, the United States Court of Appeals for the Ninth Circuit declined to stay or narrow one such order pending the outcome of further judicial proceedings, while noting that the “political branches are far better equipped to make appropriate distinctions” about who should be covered by a suspension of entry or of refugee admissions.

 

(d)  Nationals from the countries previously identified under section 217(a)(12) of the INA warrant additional scrutiny in connection with our immigration policies because the conditions in these countries present heightened threats.  Each of these countries is a state sponsor of terrorism, has been significantly compromised by terrorist organizations, or contains active conflict zones.  Any of these circumstances diminishes the foreign government’s willingness or ability to share or validate important information about individuals seeking to travel to the United States.  Moreover, the significant presence in each of these countries of terrorist organizations, their members, and others exposed to those organizations increases the chance that conditions will be exploited to enable terrorist operatives or sympathizers to travel to the United States.  Finally, once foreign nationals from these countries are admitted to the United States, it is often difficult to remove them, because many of these countries typically delay issuing, or refuse to issue, travel documents.

 

(e)  The following are brief descriptions, taken in part from the Department of State’s Country Reports on Terrorism 2015 (June 2016), of some of the conditions in six of the previously designated countries that demonstrate why their nationals continue to present heightened risks to the security of the United States:

 

(i)    Iran.  Iran has been designated as a state sponsor of terrorism since 1984 and continues to support various terrorist groups, including Hizballah, Hamas, and terrorist groups in Iraq.  Iran has also been linked to support for al-Qa’ida and has permitted al-Qa’ida to transport funds and fighters through Iran to Syria and South Asia.  Iran does not cooperate with the United States in counterterrorism efforts.

 

(ii)   Libya.  Libya is an active combat zone, with hostilities between the internationally recognized government and its rivals.  In many parts of the country, security and law enforcement functions are provided by armed militias rather than state institutions.  Violent extremist groups, including the Islamic State of Iraq and Syria (ISIS), have exploited these conditions to expand their presence in the country.  The Libyan government provides some cooperation with the United States’ counterterrorism efforts, but it is unable to secure thousands of miles of its land and maritime borders, enabling the illicit flow of weapons, migrants, and foreign terrorist fighters.  The United States Embassy in Libya suspended its operations in 2014.

 

(iii)  Somalia.  Portions of Somalia have been terrorist safe havens.  Al-Shabaab, an al-Qa’ida-affiliated terrorist group, has operated in the country for years and continues to plan and mount operations within Somalia and in neighboring countries.  Somalia has porous borders, and most countries do not recognize Somali identity documents.  The Somali government cooperates with the United States in some counterterrorism operations but does not have the capacity to sustain military pressure on or to investigate suspected terrorists.

 

(iv)   Sudan.  Sudan has been designated as a state sponsor of terrorism since 1993 because of its support for international terrorist groups, including Hizballah and Hamas.  Historically, Sudan provided safe havens for al-Qa’ida and other terrorist groups to meet and train.  Although Sudan’s support to al-Qa’ida has ceased and it provides some cooperation with the United States’ counterterrorism efforts, elements of core al-Qa’ida and ISIS-linked terrorist groups remain active in the country.

 

(v)    Syria.  Syria has been designated as a state sponsor of terrorism since 1979.  The Syrian government is engaged in an ongoing military conflict against ISIS and others for control of portions of the country.  At the same time, Syria continues to support other terrorist groups.  It has allowed or encouraged extremists to pass through its territory to enter Iraq.  ISIS continues to attract foreign fighters to Syria and to use its base in Syria to plot or encourage attacks around the globe, including in the United States.  The United States Embassy in Syria suspended its operations in 2012.  Syria does not cooperate with the United States’ counterterrorism efforts.

 

(vi)   Yemen.  Yemen is the site of an ongoing conflict between the incumbent government and the Houthi-led opposition.  Both ISIS and a second group, al-Qa’ida in the Arabian Peninsula (AQAP), have exploited this conflict to expand their presence in Yemen and to carry out hundreds of attacks.  Weapons and other materials smuggled across Yemen’s porous borders are used to finance AQAP and other terrorist activities.  In 2015, the United States Embassy in Yemen suspended its operations, and embassy staff were relocated out of the country.  Yemen has been supportive of, but has not been able to cooperate fully with, the United States in counterterrorism efforts.

 

(f)  In light of the conditions in these six countries, until the assessment of current screening and vetting procedures required by section 2 of this order is completed, the risk of erroneously permitting entry of a national of one of these countries who intends to commit terrorist acts or otherwise harm the national security of the United States is unacceptably high.  Accordingly, while that assessment is ongoing, I am imposing a temporary pause on the entry of nationals from Iran, Libya, Somalia, Sudan, Syria, and Yemen, subject to categorical exceptions and case-by-case waivers, as described in section 3 of this order.

 

(g)  Iraq presents a special case.  Portions of Iraq remain active combat zones.  Since 2014, ISIS has had dominant influence over significant territory in northern and central Iraq.  Although that influence has been significantly reduced due to the efforts and sacrifices of the Iraqi government and armed forces, working along with a United States-led coalition, the ongoing conflict has impacted the Iraqi government’s capacity to secure its borders and to identify fraudulent travel documents.  Nevertheless, the close cooperative relationship between the United States and the democratically elected Iraqi government, the strong United States diplomatic presence in Iraq, the significant presence of United States forces in Iraq, and Iraq’s commitment to combat ISIS justify different treatment for Iraq.  In particular, those Iraqi government forces that have fought to regain more than half of the territory previously dominated by ISIS have shown steadfast determination and earned enduring respect as they battle an armed group that is the common enemy of Iraq and the United States.  In addition, since Executive Order 13769 was issued, the Iraqi government has expressly undertaken steps to enhance travel documentation, information sharing, and the return of Iraqi nationals subject to final orders of removal.  Decisions about issuance of visas or granting admission to Iraqi nationals should be subjected to additional scrutiny to determine if applicants have connections with ISIS or other terrorist organizations, or otherwise pose a risk to either national security or public safety.

 

(h)  Recent history shows that some of those who have entered the United States through our immigration system have proved to be threats to our national security.  Since 2001, hundreds of persons born abroad have been convicted of terrorism-related crimes in the United States.  They have included not just persons who came here legally on visas but also individuals who first entered the country as refugees.  For example, in January 2013, two Iraqi nationals admitted to the United States as refugees in 2009 were sentenced to 40 years and to life in prison, respectively, for multiple terrorism-related offenses.  And in October 2014, a native of Somalia who had been brought to the United States as a child refugee and later became a naturalized United States citizen was sentenced to 30 years in prison for attempting to use a weapon of mass destruction as part of a plot to detonate a bomb at a crowded Christmas-tree-lighting ceremony in Portland, Oregon.  The Attorney General has reported to me that more than 300 persons who entered the United States as refugees are currently the subjects of counterterrorism investigations by the Federal Bureau of Investigation.

 

(i)  Given the foregoing, the entry into the United States of foreign nationals who may commit, aid, or support acts of terrorism remains a matter of grave concern.  In light of the Ninth Circuit’s observation that the political branches are better suited to determine the appropriate scope of any suspensions than are the courts, and in order to avoid spending additional time pursuing litigation, I am revoking Executive Order 13769 and replacing it with this order, which expressly excludes from the suspensions categories of aliens that have prompted judicial concerns and which clarifies or refines the approach to certain other issues or categories of affected aliens.

 

Sec. 2.  Temporary Suspension of Entry for Nationals of Countries of Particular Concern During Review Period.  (a)  The Secretary of Homeland Security, in consultation with the Secretary of State and the Director of National Intelligence, shall conduct a worldwide review to identify whether, and if so what, additional information will be needed from each foreign country to adjudicate an application by a national of that country for a visa, admission, or other benefit under the INA (adjudications) in order to determine that the individual is not a security or public-safety threat.  The Secretary of Homeland Security may conclude that certain information is needed from particular countries even if it is not needed from every country.

 

(b)  The Secretary of Homeland Security, in consultation with the Secretary of State and the Director of National Intelligence, shall submit to the President a report on the results of the worldwide review described in subsection (a) of this section, including the Secretary of Homeland Security’s determination of the information needed from each country for adjudications and a list of countries that do not provide adequate information, within 20 days of the effective date of this order.  The Secretary of Homeland Security shall provide a copy of the report to the Secretary of State, the Attorney General, and the Director of National Intelligence.

 

(c)  To temporarily reduce investigative burdens on relevant agencies during the review period described in subsection (a) of this section, to ensure the proper review and maximum utilization of available resources for the screening and vetting of foreign nationals, to ensure that adequate standards are established to prevent infiltration by foreign terrorists, and in light of the national security concerns referenced in section 1 of this order, I hereby proclaim, pursuant to sections 212(f) and 215(a) of the INA, 8 U.S.C. 1182(f) and 1185(a), that the unrestricted entry into the United States of nationals of Iran, Libya, Somalia, Sudan, Syria, and Yemen would be detrimental to the interests of the United States.  I therefore direct that the entry into the United States of nationals of those six countries be suspended for 90 days from the effective date of this order, subject to the limitations, waivers, and exceptions set forth in sections 3 and 12 of this order.

 

(d)  Upon submission of the report described in subsection (b) of this section regarding the information needed from each country for adjudications, the Secretary of State shall request that all foreign governments that do not supply such information regarding their nationals begin providing it within 50 days of notification.

 

(e)  After the period described in subsection (d) of this section expires, the Secretary of Homeland Security, in consultation with the Secretary of State and the Attorney General, shall submit to the President a list of countries recommended for inclusion in a Presidential proclamation that would prohibit the entry of appropriate categories of foreign nationals of countries that have not provided the information requested until they do so or until the Secretary of Homeland Security certifies that the country has an adequate plan to do so, or has adequately shared information through other means.  The Secretary of State, the Attorney General, or the Secretary of Homeland Security may also submit to the President the names of additional countries for which any of them recommends other lawful restrictions or limitations deemed necessary for the security or welfare of the United States.

 

(f)  At any point after the submission of the list described in subsection (e) of this section, the Secretary of Homeland Security, in consultation with the Secretary of State and the Attorney General, may submit to the President the names of any additional countries recommended for similar treatment, as well as the names of any countries that they recommend should be removed from the scope of a proclamation described in subsection (e) of this section.

 

(g)  The Secretary of State and the Secretary of Homeland Security shall submit to the President a joint report on the progress in implementing this order within 60 days of the effective date of this order, a second report within 90 days of the effective date of this order, a third report within 120 days of the effective date of this order, and a fourth report within 150 days of the effective date of this order.

 

Sec. 3.  Scope and Implementation of Suspension.

 

(a)  Scope.  Subject to the exceptions set forth in subsection (b) of this section and any waiver under subsection (c) of this section, the suspension of entry pursuant to section 2 of this order shall apply only to foreign nationals of the designated countries who:

 

(i)    are outside the United States on the effective date of this order;

 

(ii)   did not have a valid visa at 5:00 p.m., eastern standard time on January 27, 2017; and

 

(iii)  do not have a valid visa on the effective date of this order.

 

(b)  Exceptions.  The suspension of entry pursuant to section 2 of this order shall not apply to:

 

(i)    any lawful permanent resident of the United States;

 

(ii)   any foreign national who is admitted to or paroled into the United States on or after the effective date of this order;

 

(iii)  any foreign national who has a document other than a visa, valid on the effective date of this order or issued on any date thereafter, that permits him or her to travel to the United States and seek entry or admission, such as an advance parole document;

 

(iv)   any dual national of a country designated under section 2 of this order when the individual is traveling on a passport issued by a non-designated country;

 

(v)    any foreign national traveling on a diplomatic or diplomatic-type visa, North Atlantic Treaty Organization visa, C-2 visa for travel to the United Nations, or G-1, G-2, G-3, or G-4 visa; or

 

(vi)   any foreign national who has been granted asylum; any refugee who has already been admitted to the United States; or any individual who has been granted withholding of removal, advance parole, or protection under the Convention Against Torture.

 

(c)  Waivers.  Notwithstanding the suspension of entry pursuant to section 2 of this order, a consular officer, or, as appropriate, the Commissioner, U.S. Customs and Border Protection (CBP), or the Commissioner’s delegee, may, in the consular officer’s or the CBP official’s discretion, decide on a case-by-case basis to authorize the issuance of a visa to, or to permit the entry of, a foreign national for whom entry is otherwise suspended if the foreign national has demonstrated to the officer’s satisfaction that denying entry during the suspension period would cause undue hardship, and that his or her entry would not pose a threat to national security and would be in the national interest.  Unless otherwise specified by the Secretary of Homeland Security, any waiver issued by a consular officer as part of the visa issuance process will be effective both for the issuance of a visa and any subsequent entry on that visa, but will leave all other requirements for admission or entry unchanged.  Case-by-case waivers could be appropriate in circumstances such as the following:

 

(i)     the foreign national has previously been admitted to the United States for a continuous period of work, study, or other long-term activity, is outside the United States on the effective date of this order, seeks to reenter the United States to resume that activity, and the denial of reentry during the suspension period would impair that activity;

 

(ii)    the foreign national has previously established significant contacts with the United States but is outside the United States on the effective date of this order for work, study, or other lawful activity;

 

(iii)   the foreign national seeks to enter the United States for significant business or professional obligations and the denial of entry during the suspension period would impair those obligations;

 

(iv)    the foreign national seeks to enter the United States to visit or reside with a close family member (e.g., a spouse, child, or parent) who is a United States citizen, lawful permanent resident, or alien lawfully admitted on a valid nonimmigrant visa, and the denial of entry during the suspension period would cause undue hardship;

 

(v)     the foreign national is an infant, a young child or adoptee, an individual needing urgent medical care, or someone whose entry is otherwise justified by the special circumstances of the case;

 

(vi)    the foreign national has been employed by, or on behalf of, the United States Government (or is an eligible dependent of such an employee) and the employee can document that he or she has provided faithful and valuable service to the United States Government;

 

(vii)   the foreign national is traveling for purposes related to an international organization designated under the International Organizations Immunities Act (IOIA), 22 U.S.C. 288 et seq., traveling for purposes of conducting meetings or business with the United States Government, or traveling to conduct business on behalf of an international organization not designated under the IOIA;

 

(viii)  the foreign national is a landed Canadian immigrant who applies for a visa at a location within Canada; or

 

(ix)    the foreign national is traveling as a United States Government-sponsored exchange visitor.

 

Sec. 4.  Additional Inquiries Related to Nationals of Iraq.  An application by any Iraqi national for a visa, admission, or other immigration benefit should be subjected to thorough review, including, as appropriate, consultation with a designee of the Secretary of Defense and use of the additional information that has been obtained in the context of the close U.S.-Iraqi security partnership, since Executive Order 13769 was issued, concerning individuals suspected of ties to ISIS or other terrorist organizations and individuals coming from territories controlled or formerly controlled by ISIS.  Such review shall include consideration of whether the applicant has connections with ISIS or other terrorist organizations or with territory that is or has been under the dominant influence of ISIS, as well as any other information bearing on whether the applicant may be a threat to commit acts of terrorism or otherwise threaten the national security or public safety of the United States.

 

Sec. 5.  Implementing Uniform Screening and Vetting Standards for All Immigration Programs.  (a)  The Secretary of State, the Attorney General, the Secretary of Homeland Security, and the Director of National Intelligence shall implement a program, as part of the process for adjudications, to identify individuals who seek to enter the United States on a fraudulent basis, who support terrorism, violent extremism, acts of violence toward any group or class of people within the United States, or who present a risk of causing harm subsequent to their entry.  This program shall include the development of a uniform baseline for screening and vetting standards and procedures, such as in-person interviews; a database of identity documents proffered by applicants to ensure that duplicate documents are not used by multiple applicants; amended application forms that include questions aimed at identifying fraudulent answers and malicious intent; a mechanism to ensure that applicants are who they claim to be; a mechanism to assess whether applicants may commit, aid, or support any kind of violent, criminal, or terrorist acts after entering the United States; and any other appropriate means for ensuring the proper collection of all information necessary for a rigorous evaluation of all grounds of inadmissibility or grounds for the denial of other immigration benefits.

 

(b)  The Secretary of Homeland Security, in conjunction with the Secretary of State, the Attorney General, and the Director of National Intelligence, shall submit to the President an initial report on the progress of the program described in subsection (a) of this section within 60 days of the effective date of this order, a second report within 100 days of the effective date of this order, and a third report within 200 days of the effective date of this order.

 

Sec. 6.  Realignment of the U.S. Refugee Admissions Program for Fiscal Year 2017.  (a)  The Secretary of State shall suspend travel of refugees into the United States under the USRAP, and the Secretary of Homeland Security shall suspend decisions on applications for refugee status, for 120 days after the effective date of this order, subject to waivers pursuant to subsection (c) of this section.  During the 120-day period, the Secretary of State, in conjunction with the Secretary of Homeland Security and in consultation with the Director of National Intelligence, shall review the USRAP application and adjudication processes to determine what additional procedures should be used to ensure that individuals seeking admission as refugees do not pose a threat to the security and welfare of the United States, and shall implement such additional procedures.  The suspension described in this subsection shall not apply to refugee applicants who, before the effective date of this order, have been formally scheduled for transit by the Department of State.  The Secretary of State shall resume travel of refugees into the United States under the USRAP 120 days after the effective date of this order, and the Secretary of Homeland Security shall resume making decisions on applications for refugee status only for stateless persons and nationals of countries for which the Secretary of State, the Secretary of Homeland Security, and the Director of National Intelligence have jointly determined that the additional procedures implemented pursuant to this subsection are adequate to ensure the security and welfare of the United States.

 

(b)  Pursuant to section 212(f) of the INA, I hereby proclaim that the entry of more than 50,000 refugees in fiscal year 2017 would be detrimental to the interests of the United States, and thus suspend any entries in excess of that number until such time as I determine that additional entries would be in the national interest.

 

(c)  Notwithstanding the temporary suspension imposed pursuant to subsection (a) of this section, the Secretary of State and the Secretary of Homeland Security may jointly determine to admit individuals to the United States as refugees on a case-by-case basis, in their discretion, but only so long as they determine that the entry of such individuals as refugees is in the national interest and does not pose a threat to the security or welfare of the United States, including in circumstances such as the following:  the individual’s entry would enable the United States to conform its conduct to a preexisting international agreement or arrangement, or the denial of entry would cause undue hardship.

 

(d)  It is the policy of the executive branch that, to the extent permitted by law and as practicable, State and local jurisdictions be granted a role in the process of determining the placement or settlement in their jurisdictions of aliens eligible to be admitted to the United States as refugees.  To that end, the Secretary of State shall examine existing law to determine the extent to which, consistent with applicable law, State and local jurisdictions may have greater involvement in the process of determining the placement or resettlement of refugees in their jurisdictions, and shall devise a proposal to lawfully promote such involvement.

 

Sec. 7.  Rescission of Exercise of Authority Relating to the Terrorism Grounds of Inadmissibility.  The Secretary of State and the Secretary of Homeland Security shall, in consultation with the Attorney General, consider rescinding the exercises of authority permitted by section 212(d)(3)(B) of the INA, 8 U.S.C. 1182(d)(3)(B), relating to the terrorism grounds of inadmissibility, as well as any related implementing directives or guidance.

 

Sec. 8.  Expedited Completion of the Biometric Entry-Exit Tracking System.  (a)  The Secretary of Homeland Security shall expedite the completion and implementation of a biometric entry‑exit tracking system for in-scope travelers to the United States, as recommended by the National Commission on Terrorist Attacks Upon the United States.

 

(b)  The Secretary of Homeland Security shall submit to the President periodic reports on the progress of the directive set forth in subsection (a) of this section.  The initial report shall be submitted within 100 days of the effective date of this order, a second report shall be submitted within 200 days of the effective date of this order, and a third report shall be submitted within 365 days of the effective date of this order.  The Secretary of Homeland Security shall submit further reports every 180 days thereafter until the system is fully deployed and operational.

 

Sec. 9.  Visa Interview Security.  (a)  The Secretary of State shall immediately suspend the Visa Interview Waiver Program and ensure compliance with section 222 of the INA, 8 U.S.C. 1202, which requires that all individuals seeking a nonimmigrant visa undergo an in-person interview, subject to specific statutory exceptions.  This suspension shall not apply to any foreign national traveling on a diplomatic or diplomatic-type visa, North Atlantic Treaty Organization visa, C-2 visa for travel to the United Nations, or G-1, G-2, G-3, or G-4 visa; traveling for purposes related to an international organization designated under the IOIA; or traveling for purposes of conducting meetings or business with the United States Government.

 

(b)  To the extent permitted by law and subject to the availability of appropriations, the Secretary of State shall immediately expand the Consular Fellows Program, including by substantially increasing the number of Fellows, lengthening or making permanent the period of service, and making language training at the Foreign Service Institute available to Fellows for assignment to posts outside of their area of core linguistic ability, to ensure that nonimmigrant visa-interview wait times are not unduly affected.

 

Sec. 10.  Visa Validity Reciprocity.  The Secretary of State shall review all nonimmigrant visa reciprocity agreements and arrangements to ensure that they are, with respect to each visa classification, truly reciprocal insofar as practicable with respect to validity period and fees, as required by sections 221(c) and 281 of the INA, 8 U.S.C. 1201(c) and 1351, and other treatment.  If another country does not treat United States nationals seeking nonimmigrant visas in a truly reciprocal manner, the Secretary of State shall adjust the visa validity period, fee schedule, or other treatment to match the treatment of United States nationals by that foreign country, to the extent practicable.

 

Sec. 11.  Transparency and Data Collection.  (a)  To be more transparent with the American people and to implement more effectively policies and practices that serve the national interest, the Secretary of Homeland Security, in consultation with the Attorney General, shall, consistent with applicable law and national security, collect and make publicly available the following information:

 

(i)    information regarding the number of foreign nationals in the United States who have been charged with terrorism-related offenses while in the United States; convicted of terrorism-related offenses while in the United States; or removed from the United States based on terrorism-related activity, affiliation with or provision of material support to a terrorism-related organization, or any other national-security-related reasons;

 

(ii)   information regarding the number of foreign nationals in the United States who have been radicalized after entry into the United States and who have engaged in terrorism-related acts, or who have provided material support to terrorism-related organizations in countries that pose a threat to the United States;

 

(iii)  information regarding the number and types of acts of gender-based violence against women, including so-called “honor killings,” in the United States by foreign nationals; and

 

(iv)   any other information relevant to public safety and security as determined by the Secretary of Homeland Security or the Attorney General, including information on the immigration status of foreign nationals charged with major offenses.

 

(b)  The Secretary of Homeland Security shall release the initial report under subsection (a) of this section within 180 days of the effective date of this order and shall include information for the period from September 11, 2001, until the date of the initial report.  Subsequent reports shall be issued every 180 days thereafter and reflect the period since the previous report.

 

Sec. 12.  Enforcement.  (a)  The Secretary of State and the Secretary of Homeland Security shall consult with appropriate domestic and international partners, including countries and organizations, to ensure efficient, effective, and appropriate implementation of the actions directed in this order.

 

(b)  In implementing this order, the Secretary of State and the Secretary of Homeland Security shall comply with all applicable laws and regulations, including, as appropriate, those providing an opportunity for individuals to claim a fear of persecution or torture, such as the credible fear determination for aliens covered by section 235(b)(1)(A) of the INA, 8 U.S.C. 1225(b)(1)(A).

 

(c)  No immigrant or nonimmigrant visa issued before the effective date of this order shall be revoked pursuant to this order.

 

(d)  Any individual whose visa was marked revoked or marked canceled as a result of Executive Order 13769 shall be entitled to a travel document confirming that the individual is permitted to travel to the United States and seek entry.  Any prior cancellation or revocation of a visa that was solely pursuant to Executive Order 13769 shall not be the basis of inadmissibility for any future determination about entry or admissibility.

 

(e)  This order shall not apply to an individual who has been granted asylum, to a refugee who has already been admitted to the United States, or to an individual granted withholding of removal or protection under the Convention Against Torture.  Nothing in this order shall be construed to limit the ability of an individual to seek asylum, withholding of removal, or protection under the Convention Against Torture, consistent with the laws of the United States.

 

Sec. 13.  Revocation.  Executive Order 13769 of January 27, 2017, is revoked as of the effective date of this order.

 

Sec. 14.  Effective Date.  This order is effective at 12:01 a.m., eastern daylight time on March 16, 2017.

 

Sec. 15.  Severability.  (a)  If any provision of this order, or the application of any provision to any person or circumstance, is held to be invalid, the remainder of this order and the application of its other provisions to any other persons or circumstances shall not be affected thereby.

 

(b)  If any provision of this order, or the application of any provision to any person or circumstance, is held to be invalid because of the lack of certain procedural requirements, the relevant executive branch officials shall implement those procedural requirements.

 

Sec. 16.  General Provisions.  (a)  Nothing in this order shall be construed to impair or otherwise affect:

 

(i)   the authority granted by law to an executive department or agency, or the head thereof; or

 

(ii)  the functions of the Director of the Office of Management and Budget relating to budgetary, administrative, or legislative proposals.

 

(b)  This order shall be implemented consistent with applicable law and subject to the availability of appropriations.

 

(c)  This order is not intended to, and does not, create any right or benefit, substantive or procedural, enforceable at law or in equity by any party against the United States, its departments, agencies, or entities, its officers, employees, or agents, or any other person.

 

DONALD J. TRUMP

 

THE WHITE HOUSE,

March 6, 2017.

Brasil abrirá as portas para o Terrorismo?

05/03/2017

SERÁ QUE O BRASIL ESTA PREPARADO PARA RECEBER
GRUPO DE FANÁTICOS DETONANDO O PATRIMÔNIO PÚBLICO.

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Aos gritos de “Allahu Akbar” (Deus é grande) os muçulmanos dão sua contribuição, e ajudam a destruir a cidade de Paris, na Europa. Será que estamos preparados para lidarmos com estes terroristas

País Rico acolher falsos refugiados é uma coisa – País Pobre já tem seus próprios problemas

05/03/2017

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O antipapa disse mesmo que NÃO há terrorismo árabe?

28/02/2017

Do Júlio Severo

Se o Papa Francisco tivesse mandado um cardeal premiar a Arábia Saudita por combater o terrorismo, eu entenderia. Esse papa é às vezes muito maluquinho.

Afinal, não é ele que diz que não existe terrorismo islâmico e que o islamismo é paz?

Mas o Trump enviar o diretor da CIA para premiar a Arábia Saudita por combater o terrorismo não faz sentido algum.

Teria feito sentido se ele tivesse enviado o diretor da CIA para premiar a Rússia, que de fato está combatendo o terrorismo.

Querendo ou não, Trump acabou agindo igual ao papa maluquinho…

Como tratar jornalista que defende bandido?

25/02/2017

Como tratar a bandidagem

Lembro-me de alguns políticos que se valiam do clamor popular de que “bandido bom é bandido morto” para suas plataformas políticas. Infelizmente, estes políticos nunca conseguiram, apesar de muitos coletarem milhares de assinaturas, aprovar a pena de morte ou a prisão perpétua no Brasil.

Para piorar, sempre que um bandido reage ao ser preso e a polícia precisa utilizar força para detê-lo ou sofre agressões de populares, pessoas ligadas aos Direitos Humanos aparecem para defender o desgraçado. Nunca soube ou vi alguém defender os direitos das vítimas, o que para mim soa como conivência com o crime.

Um bandido que comete assassinato, latrocínio, estupro e sequestro deve mofar na cadeia pelo resto da vida sim e ainda trabalhar para sustentar sua “hospedagem”. Logicamente que há casos e casos para o homicídio e para isto existe o devido julgamento dessas causas. Mas, tratar bandido como cidadão é o que não pode acontecer.

Muitos defendem que ninguém é bandido por querer, mas eu afirmo o contrário. Conheço muita gente honesta, que labuta arduamente, mesmo ganhando pouco para isto, e que nunca cometeu um único crime ou ato de bandidagem. Morar em favelas e ter pouco estudo não é sinônimo de ser bandido, e nem dá salvo-conduto para ser criminoso. Até porque muitos bandidos vivem no “asfalto”, como se diz nos morros cariocas, até em condomínios de luxo, tiveram estudo e mesmo assim optaram pelo crime.

FIM DOS TEMPOS – Abortista dando aula em universidade cristã

25/02/2017

O Mackenzie e sua professora abortista

Julio Severo

A liberalização do aborto no Brasil foi discutida numa audiência no Senado Federal em 6 de agosto de 2015. Entre os debatedores estavam feministas pró-aborto.

A grande surpresa foi que o Senado fez a apresentação de uma delas como “Márcia Tiburi, professora de pós-graduação da Universidade Presbiteriana Mackenzie.” O Mackenzie é a instituição educacional calvinista mais elevada do Brasil.

A fala pró-aborto de Márcia, gravada pela TV Senado, começou dizendo que por onde viaja pelo Brasil todo em seu ativismo pró-aborto ela leva o nome Mackenzie com ela, frisando que ela não é a única no Mackenzie que é a favor do aborto. Para assistir à gravação da TV Senado, confira este link: https://youtu.be/DLxm7U0OEes

Na audiência, a professora do Mackenzie disse: “Vociferar contra o aborto é apenas um modo biopolítico de controlar a vida das mulheres… e sobretudo de angariar adeptos para causas autoritárias… O que se ganha e quem ganha com isso? Sacerdotes da fala antiabortista promovem o discurso com que se convencem as massas ignaras. Em um país de pessoas analfabetas, inclusive as mulheres, e de corrupção desmedida em termos morais, estão garantidos os votos, o dízimo e o consumo em geral. A legalização do aborto é portanto parte fundamental de um processo democrático socialmente responsável.”

Segundo o currículo dela, ela está ligada oficialmente ao Mackenzie desde 2008. Sua especialidade é dar aulas de filosofia e ética. Mas as palavras que ela vociferou contra a vida dos bebês em gestação no Senado demonstram exatamente o contrário: uma total falta de ética. Qualquer filosofia que despreza a vida mais inocente é um desprezo à própria ética.

Márcia, que em seu ativismo feminista pró-aborto é louvada até mesmo pelo Partido Comunista do Brasil, expõe sua falta de ética desde antes de 2008. Antes de se tornar professora do Mackenzie, ela defendeu o aborto no site oficial do Partido Comunista do Brasil. Se o contratante (Mackenzie-IPB) tivesse tido o cuidado de fazer uma averiguação básica, teria facilmente constatado, até mesmo por uma simples busca no Google, que estava contratando não uma simples e inocente professora, mas uma ativista radical sedenta do derramamento legal de sangue inocente.

Como, nesses 7 anos em que Márcia está no Mackenzie, não houve nenhum problema e escândalo? A contratada está diretamente ligada ao movimento de militância pró-aborto. O contratante está diretamente ligado à Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB).

A mera presença de Márcia como professora numa universidade evangélica é vitória para os abortistas e derrota para os evangélicos, que deveriam evangelizar, não contratar, propagandistas de assassinatos de bebês.

Quando Márcia escolheu como designação no Senado “professora do Mackenzie,” fatalmente comprometeu a instituição, que, por ser abertamente confessional (Universidade PRESBITERIANA Mackenzie), escolheu contratar uma professora que é militante feminista pró-aborto. O caso não é que ela merece ser demitida do Mackenzie. Ela nunca mereceu ser contratada.

A culpa não é dos contratados. É dos contratantes que escolhem muito mal seus candidatos de emprego.

Se Silas Malafaia ou um televangelista neopentecostal tivesse cometido o erro de contratar uma ativista feminista pró-aborto para uma de suas instituições confessionais, é certeza que os auto-proclamados apologetas calvinistas (“defensores da fé” e da “Sola Theologia”) estariam matando a pauladas os condenados e mandando-os para os quintos dos infernos.

No caso do Mackenzie e sua professora abortista, todos os apologetas calvinistas estão envoltos num silêncio sepulcral, como se tivessem sob juramentos monásticos de nunca fazer cobranças da universidade presbiteriana. Nesse escândalo, nenhuma abortista, ou quem a contratou, vai ser “queimado” na fogueira da Santa Inquisição Calvinista. Se fosse Malafaia, ele já teria virado cinzas na estaca de condenação.

Apesar disso, o Mackenzie divulgou no mesmo dia uma nota oficial que declara:

Nota de esclarecimento

06/08/2015 Chancelaria Reitoria

Em 6 de agosto de 2015, o reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie emitiu uma nota lida na Comissão de Direitos Humanos do Senado pelo deputado Leonardo Quintão aos participantes do debate cujo tema versava sobre o aborto. Abaixo, a íntegra do texto:

Exmo. Deputado Leonardo Quintão,

A Universidade Presbiteriana Mackenzie, com base em seus princípios e valores, repudia qualquer ato de atentado à vida e afirma que as posições expostas por seus professores são fruto da liberdade de expressão inerente ao ser humano e à vida intelectual. Por isso, reafirma a posição de sua entidade mantenedora, a Igreja Presbiteriana do Brasil, que repudia tanto a legalização do aborto, com exceção do aborto terapêutico, quando não há outro meio de salvar a vida da gestante, quanto o uso de anticoncepcionais abortivos.

Benedito Guimarães Aguiar Neto
Reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie

É evidente que o Mackenzie não tem culpa pelas posturas desequilibradas de seus professores. Mas uma instituição que se confessa evangélica não pode fazer uma triagem e contratar apenas professores moralmente hábeis e de acordo com princípios cristãos e éticos básicos? Está havendo tanta escassez de candidatos calvinistas competentes para cargos na instituição calvinista que foi necessário contratar uma promotora de assassinatos de bebês? Por que o Mackenzie não escolheu um calvinista pró-família? Não há, em toda a IPB, nenhum calvinista que possa, no lugar da abortista, dar aula de filosofia e ética no Mackenzie?

E agora o Mackenzie quer se desvincular da ativista contratada apelando, num aceno cinicamente democrático, para a defesa de um suposto “fruto da liberdade de expressão”?

Nesse ponto, estou chocado! Defesa do aborto é “liberdade de expressão”? E a defesa do Holocausto? E a defesa do nazismo? E defesa da Inquisição Católica, que massacrou milhares de judeus e protestantes?

Falta de ética é “liberdade de expressão”?

E se no lugar da professora abortista, o Mackenzie tivesse um Julio Severo que, na sua vida fora do Mackenzie, expressasse opiniões contra a heresia cessacionista, a Teologia da Missão Integral e a maçonaria? O Mackenzie defenderia então que as posturas de Julio Severo são “fruto da liberdade de expressão,” sem maiores traumas?

A nota do reitor do Mackenzie deixou claro que a Igreja Presbiteriana do Brasil “repudia a legalização do aborto, com exceção do aborto terapêutico.” Ele teve de citar a Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), pois a Universidade Presbiteriana Mackenzie está subordinada à IPB — tornando, de certa forma, a abortista Márcia estranhamente ligada à IPB.

Mas por que a IPB também não repudia o chamado aborto terapêutico? O Dr. Brian Clowes, em sua obra volumosa “The Facts of Life” (Os Fatos da Vida), diz:

Aborto terapêutico: A atual literatura médica iguala “aborto legal” com “aborto terapêutico.” A definição da palavra “terapêutico,” porém, significa “tratamento de doença.” O uso de “terapêutico” é outra tentativa pró-aborto de sanear um ato repugnante, e também sugere que a gravidez é uma doença — uma declaração que muitos abortista fazem diretamente.

O Dr. Roy Heffernan da Escola de Medicina da Universidade Tufts disse que “Qualquer um que realize um aborto terapêutico ignora os métodos médicos modernos ou não quer gastar tempo e esforço para aplicá-los.”

Se o Mackenzie estiver de fato tão cheio de ativistas de mentalidade semelhante à mentalidade de Márcia Tiburi, conforme ela mesma alegou no Senado, vou receber uma enxurrada de vaias e resmungos deles. E talvez até processos. Mal posso esperar as manchetes: “Professores Pró-Aborto da Universidade Presbiteriana Mackenzie Processam Ativista Pró-Vida Julio Severo!”

Seja como for, nenhuma instituição que se confessa cristã é obrigada a contratar militantes feministas cuja falta de ética as leve a defender o massacre legal de bebês em gestação. Se o fizerem, têm de arcar com as consequências do mau testemunho cristão.

Versão em inglês deste artigo: Mackenzie Presbyterian University and Its Pro-Abortion Professor

Fonte: www.juliosevero.com

ENSINANDO ATEÍSMO EM UNIVERSIDADE CRISTÃ – O inverso não acontece em parte alguma

25/02/2017

Universidade Presbiteriana Mackenzie e seu professor marxista

Julio Severo

É fato inegável que as universidades seculares estão repletas de professores marxistas. O resultado evidente é que jornalistas e economistas saem dessas universidades regurgitando Karl Marx.

Osvaldo Coggiola

Como fazer curso de jornalismo e economia sem se contaminar com o marxismo das universidades seculares e estatais? A resposta aparentemente óbvia para os evangélicos brasileiros é: faça tais cursos na Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) em São Paulo. Supostamente, uma universidade evangélica nunca teria um professor marxista.

Só supostamente, porque na realidade a UPM tem o professor Osvaldo Coggiola, que dá aulas de jornalismo e economia ali. Ele é autor de um artigo intitulado “Em Defesa do Marxismo.” Esse é o menor de seus trabalhos.

Sua especialidade é a defesa do marxismo, e ele faz isso frequentemente nos seus muitos livros publicados, inclusive:

  • O trotskismo na América Latina
  • O Marxismo Hoje (com Michael Löwy, Jacob Gorender, Cláudio Katz e James Petras )
  • Marx e Engels na História
  • História e Revolução
  • Engels: o Segundo Violino
  • Ontem e Hoje: Manifesto Comunista
  • Revolução Cubana
  • Escritos Sobre a Comuna de Paris
  • América Latina: Encruzilhada da História Contemporânea
  • Governo Lula: da Esperança à Realidade
  • Neoliberalismo ou Crise do Capital? (com Claudio Katz)
  • Governos Militares na América Latina (com Jaime Pinsky)
  • 25 de Outubro de 1917: a Revolução Russa (com Arlene Clemesha)

Além do professor marxista, a UPM tem também uma professora famosa por defender o aborto.

Se a dona da UPM (a Igreja Presbiteriana do Brasil) é de fato evangélica, por que deixa isso acontecer? Falta de visão?

Falta de visão, para quem não acredita em visão, é normal. A UPM já foi comandada por muitos anos pelo Rev. Augustus Nicodmeus, que tinha autoridade na questão de contratação de professores contra o marxismo e o aborto, mas preferia ocupar-se com sua teologia cessacionista, que nega que o Espírito Santo dá hoje dons como visão e profecia. Nicodemus é o maior teólogo cessacionista do Brasil.

Enquanto ele estava ocupado atacando evangélicos que creem nos dons sobrenaturais de Deus hoje, o diabo — o pai do aborto, marxismo e cessacionismo — estava escolhendo professores para a UPM.

Talvez se Nicodemus e sua universidade presbiteriana tivessem esses dons, poderiam enxergar espiritualmente e evitar a tentação de contratar professores marxistas e pró-aborto.

Mas será que é preciso dons sobrenaturais para enxergar o fato óbvio de que uma universidade evangélica jamais deveria ter professores marxistas e pró-aborto?

Versão em inglês deste artigo: Brazil’s Mackenzie Presbyterian University and Its Marxist Professor

Fonte: www.juliosevero.com

Quem é o Anti Cristo? Obama e ninguém mais! e o Soros, simpatia??????????

24/02/2017

Imagem do artigo ESCRAVIDÃO na Wikipedia – Só que os comunistas lá não permitem dizer que é uma ESCRAVA BRANCA BRANCA BRANCA

24/02/2017

É politicamente incorreto um professor de história dizer que Kirk Douglas fez o papel de Spartacus – BEM O ESCRAVO ERA BRANCO E  KIRK DOUGLAS CENTENÁRIO ATOR AINDA VIVO SEMPRE FOI UM BRANCO.

QUE MONSTRUOSIDADE E PENSAR QUE IMBECIL DOUTRINADO POR PROFESSORES COMUNISTAS DISSE EM COMENTARIOS DO GI NO 20 DE NOVEMBRO QUE IMAGINA NUNCA BRANCO FOI ESCRAVO.

É MAIS É ELA É BRANCA BRANCA BRANCA

PINTURA FAMOSA DE BRANCA ESCRAVA EM LEILÃO.

CHORA COMUNISTAS

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Nosso líder máximo põe o comunista NYT para correr da Casa Branca- Parabéns Trump – Chega de fake news

24/02/2017

Direita iguala Multiculturalism a White Genocide – Seria exagero?

24/02/2017

MULTICULTURALISM, SOCIALISM BACKFIRE: Danish ISIS Members Were On Welfare. Just Like France, Germany, Brussels…

screenshot from Twitter
FEBRUARY 22, 2017

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While the left-wing media in the United States claims that Donald Trump is responsible for Muslim riots in Sweden – even though increases in crime in Sweden long predate Trump’s presidency – his general take on multiculturalism in Europe has been proved right once again. On Wednesday, The New York Times reported that Danish Muslims fighting on behalf of ISIS were still receiving Danish welfare payments. Here’s the Times:

About 145 Danes have traveled to Syria or Iraq to fight for militant groups since 2012, according to the Danish security and intelligence services….Last year, the news media reported that more than two dozen Danish citizens receiving unemployment benefits had traveled to Syria to fight for ISIS, even though the law requires recipients to live in Denmark….Officials said that since last year, municipal and state authorities had been trying to collect about $95,000 in welfare benefits that had been wrongly paid to 29 citizens who had gone to Syria to fight for ISIS.

VIDEOFrance, Germany concerned over Trump’s moves to limit refug…

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The law in Denmark prevents removal of welfare benefits without a full-scale trial, apparently.

This isn’t the first report of welfare benefits going to terrorists. In December, Der Speigelreported that Berlin ISIS Christmas market terrorist Anis Amri, who killed 12 and injured 48 in his truck attack, was on German welfare. Terrorists in Paris in 2015 and Brussels in 2016 were also receiving welfare. As The Daily Caller reported, “The five terrorists [in Paris] collected a total of $56,000 in welfare, far more than the estimated cost of $37,000 to carry out both attacks.”

This is the danger of combining a welfare system with multiculturalism, then adding free immigration. Welfare systems attract people who are more likely to depend on welfare; multiculturalism ensures that those people never integrate into the surrounding society, making it nearly impossible for them to get off of welfare or adopt Western values. This is a problem now recognized by nearly every major European leader. In September 2011, then-British Prime Minister David Cameron spoke at a security conference in Munich. There, he laid out a vitriolic critique of “state multiculturalism”: the philosophy that suggests that there need not be any assimilation to Western civilization by new immigrants, and that diversity of behavior enriches society. Cameron stated baldly, “Let’s properly judge these organizations: Do they believe in universal human rights – including for women and people of other faiths? Do they believe in equality of all before the law? Do they believe in democracy and the right of people to elect their own government? Do they encourage integration or separatism? These are the sorts of questions we need to ask.” Cameron continued that genuinely liberal countries “believe[] in certain values and actively promote[] them.”

Invasores da Europa querem tirar a Cruz da Bandeira suiça – Vão conseguir – e a Meia Lua vai tremular no Vaticano ainda nesta década

18/02/2017

Muslim Immigrants Demand Cross Be Removed From Swiss Flag

Muslim Immigrants Demand Cross Be Removed From Swiss Flag

When is enough enough? The West has been brought up on Judeo-Christian values and ethics, which includes helping the helpless and succoring the homeless, but it is obvious that this ethic is being abused and taken advantage of. The invitation to Islamic “refugees” into the West to help them escape the murdering mayhem of their Islamic marauding brothers seemed to be the right thing to do, and one would expect gratitude and an attempt to fit into the new culture that saved their lives and offered them an opportunity to live without fear.

But that is not the reality.

In case after case, in country after country, what is playing out is the development of Islamic enclaves, antagonistic to the hosting countries values and culture, insistent that the host accept and even adopt cultural, religious and political more and standards of the immigrants. It becomes tiresome, to say the least, and many are wondering, “should they just be sent back?”

The latest example is the call by an Islamic group in Bern, Switzerland to replace the iconicwhite cross on the Swiss national flag because it is a Christian symbol and “no longer corresponds to today’s multicultural Switzerland.”  Multiculturalism is the great icon at which the Left worships, and it is a scam. It is designed not to include, but to destroy, and generally that means the destruction of Western culture and religion.

Demands by Muslims in Switzerland encountering resistance, page 2:

Porque islâmicos não se exilam em Dubai??? Não é um luxo lá?

12/02/2017

‘Death to America’:

Thousands rally in Iran celebrating Islamic Revolution (PHOTOS, VIDEO)

Saiba onde estão os 65 muros que separam países e povos – Os comunistas só implicam com um deles – Which countries have real walls in their borders?

12/02/2017

O Vaticano tem muro, yes.

http://www.dailymail.co.uk/news/article-3205724/How-65-countries-erected-security-walls-borders.html 

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GOVERNO DA SÍRIA CONTROLA SOMENTE 25% DO TERRITÓRIO DA SÍRIA – COMEÇOU OS ATAQUES AO ESTADO TERRORISTA ISLÂMICO

23/09/2014

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Barbariedade do ISIS tem apoio na Europa

06/09/2014

Para quem chegou de Marte agora, o ISIS é o exército terrorista islâmico que tomou conta de metade da Síria, de quase todo Iraque, e que tem bilhões em dinheiro e armas e promete “só parar em Nova Iorque”.

O grupo é uma dissidência da Al Qaeda, que foi considerada pelo ISIS moderada demais, e quer instituir o califado mundial. Todos os não-islâmicos encontrados no caminho são expulsos de suas casas com todos os bens saqueados e precisam se converter ao islã ou morrer, muitas vezes decapitados, atropelados por carros e tratores ao serem enfileirados no chão ou enterrados vivos na frente de familiares. Segundo relatos locais, eles são particularmente brutais com cristãos. Mulheres são normalmente capturadas para servirem de escravas sexuais.

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Pois bem, esse grupo, para o qual Barack Obama disse na última quinta não ter qualquer estratégia, ganhou um suporte curioso: numa pesquisa divulgada esta semana pelo ICM Research, 16% dos franceses (27% dos jovens) apoiam o ISIS.

Vou repetir: 1 em cada 4 jovens franceses apoia o ISIS. Um dia alguém ainda vai parar e mapear todo mal que a intelectualidade da França causou ao mundo desde o iluminismo. O verdadeiro inimigo do Ocidente está em casa, muitas vezes nas universidades, agindo como cupins. Enquanto estes cupins não forem tratados como cupins, as bases do Ocidente continuarão a ser corroídas por dentro.

“27% of French Youth Support ISIS” http://cnsnews.com/mrctv-blog/dan-joseph/27-french-youth-support-isis

Rei Saudita: ‘O Estado Islâmico atacará o Ocidente em um mês’

01/09/2014
Postado Por: Marcos Paulo Goes Data: 21:13 / comentario : 0

O rei Abdullah da Arábia Saudita advertiu aos países ocidentais que eles serão o próximo alvo dos jihadistas se não agirem com rapidez.

“O terrorismo não conhece fronteiras e o perigo pode afetar vários países fora do Oriente Médio”, afirmou o monarca, citado neste sábado pelo jornal saudita Asharq al-Awsat e pela rede de televisão Al-Arabiya.

Os jihadistas do Estado Islâmico (EI) conquistaram territórios na Síria e no Iraque nos quais cometem todo tipo de atrocidades e semeiam o terror.

O rei Abdullah, um aliado dos Estados Unidos, considera inadmissível que não ocorram ações contra este fenômeno.

“Estamos vendo como eles (os jihadistas) realizam decapitações e obrigam as crianças a exibir cabeças cortadas pelas ruas”, disse, denunciando a crueldade destas ações.

“Não é um segredo para vocês o que cometeram e o que ainda vão cometer. Se agirmos diante deles com negligência, tenho certeza de que chegarão à Europa em um mês e no mês seguinte aos Estados Unidos”, advertiu.

“Peço que transmitam esta mensagem aos seus líderes: é preciso combater o terrorismo pela força, com razão e rapidez”, afirmou na sexta-feira o monarca aos novos embaixadores ante a Arábia Saudita.

Segundo Asharq Al Awsat, o soberano saudita convocou os países a se unirem ao centro antiterrorista da ONU criado em 2011, ao qual Riad concedeu 100 milhões de dólares.

Via: Yahoo News

Estados terroristas islâmicos avançam na Síria e no Iraque – Fim dos Tempos

03/08/2014

Behind the lines: Under Gaza’s shadow, Islamic State advances

By JONATHAN SPYER
LAST UPDATED: 08/03/2014 13:23

The recent global media focus on the fighting in Gaza should not be allowed to obscure potentially far more significant developments in the broader region.

The Islamic State in Iraq and in Syria is on the march.

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Militants from “Caliphate” The Islamic State Photo: REUTERS

 

In recent weeks, far from the attention of the world’s media, the Islamic State in Iraq and Syria (IS, formerly ISIS) has been fighting its enemies and expanding its borders.

There is mounting evidence that IS has obtained a chemical weapons capacity of some kind, and has utilized it on at least one occasion during intense combat against the Kurdish YPG militia in northern Syria. The organization has achieved signal successes against regime forces in Raqqa and Hasakeh provinces that culminated in the capture of the Division 17 base, and the subsequent gruesome execution of over 200 members of the garrison.

There is also clear evidence of Palestinians, specifically Gazans, fighting in Syria in an organized unit under the IS banner, and of at least one clearly IS-linked group operating in northern Sinai and in Gaza itself.

The overall picture is one of a vigorous, capable and savagely brutal Islamist entity, but one which nevertheless has clear limitations on its capabilities.

Let’s take a look: Following its lighting capture of Mosul on June 10, many observers expected the jihadi group to continue to push on into Iraq, and perhaps make a bid for the capital city, Baghdad.

This has not happened. IS has set about implementing its brutal version of Shari’a in the city, but has made no serious effort to push further east.

Instead, the movement has integrated the weapons taken in Mosul into its structures in Syria, and is concentrating its attention on expanding in a westward and northern direction.

The first IS assault using the new weapons systems was launched against the Kurdish enclave of Kobani (Ayn al-Arab) adjoining the Syrian-Turkish border. This area of Kurdish autonomy juts into the IS area of control; it prevents the movement from using the direct road from Raqqa city, which it controls, to Jarabulus and Menbij, on the Syrian-Turkish border.

IS has long sought to destroy this enclave. On July 2, it launched renewed offensives against Kobani from the west and the east. The offensives included the use of US-made Humvees, captured in Mosul.

It also, according to Kobani Health Minister Nisan Ahmed, used a chemical agent which killed three Kurdish fighters while leaving their bodies unmarked. According to Ahmed, a medical team assembled by the Kurdish authorities found that “burns and white spots on the bodies of the dead indicated the use of chemicals, which led to death without any visible wounds or external bleeding.” Perwer Janfrosh, a local Kurdish activist, said the attack took place on July 12, in the village of Avdiko in eastern Kobani.

These claims have yet to be examined by international medical bodies. But an article on the Lebanese Almodonnews website (in Arabic) quotes a resident of Raqqa city who alleges that IS has transported chemical weapons materials from the Muthanna complex, northwest of Baghdad, which has fallen into its hands. The source notes that among the materials transported was cyanogen chloride, an agent whose use might be consistent with the claims made by the Kurdish officials (which require further investigation).

Despite the introduction of the captured weaponry, however, the IS offensive on Kobani ran aground following a Kurdish mobilization; the Kobani enclave remains intact.

IS then turned its attention to the forces of Syrian President Bashar Assad. On July 24, the movement launched attacks on regime positions in the Raqqa and Hasakeh provinces, adjoining the western borders of the “Islamic State,” and near Aleppo city.

According to the Syrian Observatory for Human Rights, the attacks gained ground and took a heavy toll on regime soldiers. The Division 17 base fell on July 25.

Most of the garrison managed to escape to the nearby Brigade 23 base, but around 200 remained behind. The Observatory reported that at least 50 of these men were subsequently decapitated by IS forces. Footage has become available on the Internet showing severed heads placed on a fence in Raqqa city; according to the voiceover, the heads belong to soldiers from the Division 17 garrison.

The IS gains against regime forces reflect the movement’s desire to clear Assad’s men out of the Euphrates Valley, and incrementally expand their area of control.

The IS presence is now nudging up against the main Kurdish enclave in Hasakeh province. But the failure of the regime to make a major effort to defend the areas in question also likely reflects its priorities.

Assad can afford to cede isolated positions in the remote north and east of Syria, without these constituting any threat to his survival. His stronghold in the south and west of Syria is not currently threatened by IS.

As far as IS links to Gaza: An identifiable Gaza contingent named the Sheikh Abu al-Nur al-Maqdisi Brigade is active with IS forces in northern Syria, and photographic evidence has emerged of this group’s activities. This group is named after a well-known Salafi sheikh from southern Gaza, killed in an abortive revolt against the Hamas authorities in 2009.

IS also has an identifiable franchise within Gaza and northern Sinai itself, according to a prominent researcher of the IS phenomenon, UK-based Aymenn Jawad al-Tamimi; the name of the group in question is Ansar al-Dawla al-Islamiya fi Bayt al-Maqdis.

At the moment, these are relatively minor phenomena. Yet Tamimi suggests that the presence of the Gazan contingent in northern Syria indicates that genuine contacts with IS exist, and these are not merely enthusiasts seeking to borrow the symbolism of jihadi success that IS represents.

So IS remains on the advance, and continues to shock with its astonishing brutality. At present, it has focused its energies back on Syria. Its forces have suffered setbacks against the determined and well-trained fighters of the YPG – defending an enclave that the Kurds consider vital for their “Rojava” project.

IS has enjoyed greater successes against regime forces – in the process raising a big question mark about recent claims by non-IS rebel spokesmen and supporters that the movement is a puppet of Assad or the Iranians.

IS may also have used chemical weapons. Lastly, the first signs of its appearance on the front against Israel may be discerned.

The recent global media focus on the fighting in Gaza should not be allowed to obscure potentially far more significant developments in the broader region. The Islamic State in Iraq and in Syria is on the march.

 

Crianças negras sacrificadas em rituais religiosos na África – Silêncio dos Tolerantes Politicamente Corretos

24/07/2014

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Ritual crimes claim 157 lives in 3 years in Gabon

2014-07-23 11:13 by Khephren Fanga

According to the Association against ritual crimes (IAR), 75 children, 39 women and 43 men have been victims of this barbaric practice between 2011 and 2014. Up to now, no one has been brought to justice.


At the opening of the 2nd edition of the National Symposium on welfare and means of prevention of ritual crimes in Gabon, on July 18 in Libreville, the Association against ritual crimes (Alci) drew a disturbing report of this phenomenon.

According to the president of the association, 157 cases of ritual murders were recorded between 2011 and 2014. Those are 75 children, 39 women and 43 men who were victims of these barbaric practices during the past 3 years. Figures, which do not cover all nine provinces. That is why, at the opening of the conference, Jean Elvis Ebang Ondo felt that this “meeting (should) allow participants to evaluate the actions and responsibilities of those involved in the protection of the moral and the greatest number” .

Ritual crimes are generally described as a practice that involves removing human organs, the objective being that the sponsor can then fulfill his dreams of fame, power and fortune. Severely affected by this phenomenon from another age, the Gabonese civil society has undertaken advocacy campaigns.

In the same vein the president was indignant against this practice which tarnishes the image of the country abroad, even promising to penalise sponsors and executors of the crime. While some ministers in office or retired, as well as parliamentarians, have been singled out, nobody has been convicted so far.

Crianças Assassinadas na Síria por mulçumanos: Motivo: Praticam o crime de serem cristãos

24/07/2014

These girls were all recently killed by ISIS militants in Nineveh just for being Christian. Where is the outrage?

Como sempre Silêncio a respeito na Folha de S. Paulo

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Relação de marginais perigosos procurados pela Polícia – Não tente resistir, eles matam sem piedade como os terroristas bárbaros da década de 1970

22/07/2014

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Míssel derrubou avião Boeing 777 da Malásia

09/03/2014

http://www.wnd.com/2014/03/missile-downed-malaysian-plane/

Maldito Multiculturalismo

05/12/2013

Mulher é espancada por gangue em ônibus de Londres; assista IMPOSSÍVEL ASSISTIR –

VIDEO CENSURADO.

A polícia de Londres procura por cinco homens suspeitos de assaltar e espancar uma mulher em um ônibus na última quinta-feira (28).
 Imagens mosram guangue espancando garota em ônibus de Londres (Foto: Reprodução/ YouTube/  London SE1)Gangue espanca jovem em ônibus de Londres (Foto: Reprodução/ YouTube/ London SE1)

A mulher, de 22 anos, estava no ônibus 344 indo para Clapham Junction. Em uma parada da Rua Lambeth, cinco homens subiram e se dirigiram para o fundo do veículo.

De acordo com a polícia, a gangue trocou palavras com a jovem que estava também sentada ao fundo do ônibus – eles teriam “criticado” a roupa dela.

Depois disso, um dos homens derramou uma lata de bebida sobre sua cabeça e puxou o cabelo dela. Quando ela se levantou do assento, foi empurrada e levou um chute no estômago.

Com a força do ato, ela caiu no chão do ônibus e ficou inconsciente. Nas imagens gravadas do ônibus, é possivel ver os outros homens dando risada da ação.

 

Logo após o ato, a gangue desce do ônibus em outro ponto da Rua Lambeth.
A vítima foi levada ao hospital por uma ambulância com um ferimento na cabeça, liberada no mesmo dia e passa bem. Os homens suspeitos ainda não foram encontrados.

Criança Cristã com cabeça arrancada na Síria – Silêncio a CNBB

17/09/2013

GRAPHIC) MUSLIM TROPHY IN SYRIA: LIFELESS BODY OF DECAPITATED CHRISTIAN CHILD

September 15, 2013 · by  · in Muslims WorldWide

A young Christian girl has been beheaded in Syria. The beards of the “dedicated” rebels – a sign of extremist fanaticism where wearing a beard is a must – are present in each and everyone of these Muslims, loyal to jihad to Allah. This is Obama, Britain, France, Qatar, Saudi Arabia, Jordan and Turkey funded and supported handiwork.

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Video with false propaganda claiming they are Syrian forces. They’re actually the ‘rebels’.

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And a few days ago we posted a picture from a TIME article from Syria. These are all extremists, hired and funded to bring terror in the country by Qatar and Saudi Arabia, pouring into Syria via Turkey and Jordan.

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TIME Lightbox |  Thursday, September 12, 2013 | By Patrick Witty

Witness to a Syrian Execution: “I Saw a Scene of Utter Cruelty”

What follows is a harrowing series of photographs of Islamic militants publicly executing, by decapitation, a young Syrian in the town of Keferghan, near Aleppo, on August 31, 2013.

Because of the danger in reporting inside Syria, it was not possible to confirm the identity or political affiliation of the victim. Nor are we certain about the motivation of his killers. One eyewitness who lives in the area and was contacted by TIME a week after the beheadings said that the executioners were from ISIS, an Al-Qaeda franchise operating in Syria and Iraq.

TIME obtained the images exclusively from a photographer who was recently in Syria. This decapitation was the last of four executions he documented that day. TIME has agreed not to publish the photographer’s name,  to protect him from repercussions when he returns to Syria. What follows is an edited account of his experience:

The man was brought in to the square. His eyes were blindfolded. I began shooting pictures, one after the other. It was to be the fourth execution that day I would photograph. I was feeling awful; several times I had been on the verge of throwing up. But I kept it under control because as a journalist I knew I had to document this, as I had the three previous beheadings I had photographed that day, in three other locations outside Aleppo.

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The crowd began cheering. Everyone was happy. I knew that if I tried to intervene I would be taken away, and that the executions would go ahead. I knew that I wouldn’t be able to change what was happening and I might put myself in danger.

I saw a scene of utter cruelty: a human being treated in a way that no human being should ever be treated. But it seems to me that in two and a half years, the war has degraded people’s humanity. On this day the people at the execution had no control over their feelings, their desires, their anger. It was impossible to stop them.

I don’t know how old the victim was but he was young. He was forced to his knees. The rebels around him read out his crimes from a sheet of paper. They stood around him. The young man was on his knees on the ground, his hands tied. He seemed frozen.

Two rebels whispered something into his ear and the young man replied in an innocent and sad manner, but I couldn’t understand what he said because I don’t speak Arabic.

At the moment of execution the rebels grasped his throat. The young man put up a struggle. Three or four rebels pinned him down. The man tried to protect his throat with his hands, which were still tied together. He tried to resist but they were stronger than he was and they cut his throat. They raised his head into the air. People waved their guns and cheered. Everyone was happy that the execution had gone ahead.

That scene in Syria, that moment, was like a scene from the Middle Ages, the kind of thing you read about in history books. The war in Syria has reached the point where a person can be mercilessly killed in front of hundreds of people—who enjoy the spectacle.

As a human being I would never have wished to see what I saw. But as a journalist I have a camera and a responsibility. I have a responsibility to share what I saw that day. That’s why I am making this statement and that’s why I took the photographs. I will close this chapter soon and try never to remember it.

Watch a video report about these images via this link.

Então, já é September Eleven na Europa e Ásia e até agora nada aconteceu

10/09/2013

No aguardo no 12° aniversário do 11 de Setembro.

Genocídio de Boston – Homem Culto foi o primeiro a garantir que os assassinos eram terroristas Islâmicos

09/05/2013

Agora, um mês depois, The New York Times confirma.

http://www.nytimes.com/2013/05/09/world/europe/boston-bombing-inquiry-looks-closely-at-russia-trip.html?pagewanted=2&_r=0&hp&pagewanted=all

Video de kadaffi, o amigão de Lula, (Kaddafi kadafi), sendo preso capturado ainda vivo

20/10/2011

http://videos.leparisien.fr/video/iLyROoaf2_Jm.html  Clic neste site para ver o amigo de Lula sendo linchado.

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Lula começou seu discurso dizendo a Kadafi: “Meu amigo, meu irmão e líder”. Logo de início, o presidente elogiou “a persistência e a visão de ganhos cumulativos que norteia os líderes africanos” e ressaltou que “consolidar a democracia é um processo evolutivo”.

A partir de então, o presidente deu início a repetidas críticas aos países industrializados. Lula afirmou que “a crise financeira e econômica mundial revela a fragilidade e o caráter perverso da atual ordem internacional” e parafraseou o primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, ao sustentar que “o consenso de Washington fracassou”.

”As instituições e pessoas que sempre foram pródigos em nos dar conselhos hoje estão contabilizando a falência de suas políticas”, sentenciou Lula. “Durante muito tempo, os países ricos nos viram apenas como uma periferia distante e problemática. Hoje somos parte essencial da solução da maior crise econômica das últimas décadas. Uma crise que não criamos.”

Minutos depois, em entrevista a jornalistas brasileiros, Lula respondeu às críticas feitas sobre sua proximidade com ditadores africanos, como Muammar Kadafi. O presidente ironizou a imprensa pelo não comparecimento de Ahmadinejad, afirmando que as críticas que recebera eram “preconceito premeditado”.

Lula disse ainda que ausências como a do líder iraniano não tinham sido boas. “Eu não trabalho com preconceito, porque se trabalhasse não estaríamos nem na ONU, tamanha é sua diversidade”, afirmou o presidente. (grifos nossos)

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PROCISSÃO PARA VER O corpo estraçalhado do FILHO DE SATANÁS E DO QUAL LULA DISSE ” VOCE É BOM, VC AJUDA O POVO:

As armas secretas dos Estados Unidos pós 11 de setembro

02/09/2011

http://www.washingtonpost.com/world/national-security/top-secret-america-a-look-at-the-militarys-joint-special-operations-command/2011/08/30/gIQAvYuAxJ_story.html?hpid=z1

September eleven 11, 11 de setembro, 10 anos, aniversário do ataque ao World Trade Center, WTC, Fumaça de Satanás CNN nas Torres Gêmeas, coincidências com o número 11

27/08/2011

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https://homemculto.wordpress.com/2010/09/11/fumaca-de-satanas-e-o-capetinha-do-11-de-setembro-nas-torres-gemeas/

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O 11 passou a ser um número inquietante. Há coisas interessantes, senão, vejamos:

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1) New York City tem 11 letras.
2) Afghanistan tem 11 letras.
3) “The Pentagon” tem 11 letras.
4) George W. Bush tem 11 letras.
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Até aqui, meras coincidências ou casualidades forçadas (será???).
Agora começa o interessante:

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1) New York é o estado Nº 11 dos EUA.
2) O primeiro dos vôos que embateu contra as Torres Gêmeas era o Nº11.
3) O vôo Nº 11 levava a bordo 92 passageiros; somando os numerais dá: 9+2=11.
4) O outro vôo que bateu contra as Torres, levava a bordo 65 passageiros, que somando os numerais dá: 6+5=11.
5) A tragédia teve lugar a 11 de Setembro, ou seja, 11 do 9, que somando os numerais dá: 1+1+9=11.
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Agora, o inquietante :
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1) As vítimas totais que faleceram nos aviões são 254: 2+5+4=11.
2) O dia 11 de Setembro, é o dia número 254 do ano: 2+5+4=11.
3) A partir do 11 de setembro sobram 111 dias até ao fim de um ano.
4) Nostradamus (11 letras) profetiza a destruição de New Iork City na Centúria número 11 dos seus versos.
Mas o mais chocante de tudo é que, se pensarmos nas Torres Gêmeas, damo-nos conta que tinham a forma de um gigantesco número 11. E, como se não bastasse, o atentado de Madrid aconteceu no dia 11.03.2004 , que somando os numerais dá: 1+1+0+3+2+0+0+4=11.
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Intrigante, não acham ?

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E se esqueceram que o atentado de Madrid aconteceu 911 dias depois do de New York, que somando os numerais 9+1+1=11!!!!

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veja aqui o capetinha na fumaça do WTC:

https://homemculto.wordpress.com/2010/09/11/fumaca-de-satanas-e-o-capetinha-do-11-de-setembro-nas-torres-gemeas/

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Reportagem: Série de reportagens especiais do The Washington Post sobre o Pentágano, a inteligência, os serviços secretos americanos, a espionagem fora do controle pós 11 de setembro, a herança de Bush para Obama

19/07/2010

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leia o especial: http://projects.washingtonpost.com/top-secret-america/articles/a-hidden-world-growing-beyond-control/ 

A hidden world, growing beyond control

The top-secret world the government created in response to the terrorist attacks of Sept. 11, 2001, has become so large, so unwieldy and so secretive that no one knows how much money it costs, how many people it employs, how many programs exist within it or exactly how many agencies do the same work. 

These are some of the findings of a two-year investigation by The Washington Post that discovered what amounts to an alternative geography of the United States, a Top Secret America hidden from public view and lacking in thorough oversight. After nine years of unprecedented spending and growth, the result is that the system put in place to keep the United States safe is so massive that its effectiveness is impossible to determine. 

The investigation’s other findings include: * Some 1,271 government organizations and 1,931 private companies work on programs related to counterterrorism, homeland security and intelligence in about 10,000 locations across the United States. * An estimated 854,000 people, nearly 1.5 times as many people as live in Washington, D.C., hold top-secret security clearances. * In Washington and the surrounding area, 33 building complexes for top-secret intelligence work are under construction or have been built since September 2001. Together they occupy the equivalent of almost three Pentagons or 22 U.S. Capitol buildings – about 17 million square feet of space. 

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FBI identifica terroristas africanos que mataram 70 pessoas

19/07/2010
For Immediate Release
July 19, 2010
FBI New York
Contact: Richard Kolko, (212) 384-2715
Contact: Jim Margolin, (212) 384-2720
FBI and Uganda Police Seek Assistance Identifying 7/11 Bombers

On July 11, 2010, Uganda was the target of a series of terrorist attacks in its capital city, Kampala, in which over 70 individuals were killed. The Somali terrorist group Al-Shabaab took responsibility for these attacks. The first bomb exploded at approximately 10:30 p.m. at an Ethiopian restaurant in Kabalagala. The second bomb exploded at approximately 11:20 p.m. at a rugby club. A third bomb also exploded at almost the same time at the rugby club. The first two bombs were thought to have been triggered by suicide bombers. At both venues, victims were gathered to watch the final World Cup soccer match.

Following the terrorist attacks, Uganda authorities made a request through the U.S. Embassy in Kampala for a team from the FBI to assist with their investigation. The FBI New York Joint Terrorism Task Force (JTTF) deployed a team of agents, analysts, and forensic experts to assist the Ugandan authorities. Included were members of the FBI from other parts of the country with expertise in specific portions of the investigation such as evidence collection and explosive analysis.

The investigation being conducted by Uganda with support from the FBI is ongoing. As part of the investigation, the FBI and Uganda law enforcement officials are seeking information regarding the identity of the two suicide bombers. Photos have been reconstructed to demonstrate how the two suspected male bombers may have appeared. If anyone has information on the attacks or can identity the bombers, they are requested to contact the Uganda Police or the FBI.

Alleged Suspect Alleged Suspect
Individual #1
Alleged Suspect Alleged Suspect
Individual #2

 

Major General Kale Kayihura, Inspector General of Police said, “This was a horrific event for the people of Uganda and we are dedicated to tracking down those responsible for this heinous crime. Terrorist activity must be stopped and the police force will do everything possible to keep our citizens and visitors safe. We thank the U.S. Embassy for arranging for the FBI to travel to Uganda and assist us with our critical investigation. I thank the FBI, the British High Commission, New Scotland Yard, and Interpol among the many others nations and agencies that are assisting us at this time. Our teams are working exceptionally well together in all facets of the investigation.”

FBI Special Agent in Charge, Nathan Gray who is serving as the commander of the FBI’s team in Uganda added, “Uganda suffered a horrible attack as people peacefully cheered during the World Cup. We are appreciative of the complete support from Inspector Kayihura and the police force as we work together to support their investigation. The United States has been victim to serious terrorist attacks and we have learned that partnerships, such as the one we have with Uganda are critical in investigating and preventing these attacks.”

FBI Assistant Special Agent in Charge Don Borelli of the New York office is serving as the deputy commander and overseeing the daily operations. Agent Borelli stated, “The New York office of the FBI brings a wealth of experience in investigating terrorism cases. Working closely with our Uganda law enforcement partners we will do everything possible to help find the perpetrators of this horrific event.”

A link to the seeking information poster can be found at http://www.fbi.gov/wanted/seekinfo/uganda.htm.

OBAMA: Maior ameaça à segurança dos EUA seriam os terroristas com armas nucleares!

11/04/2010

11 / Abr / 2010 5:13 pm

‘Mayor amenaza a seguridad de 

EE.UU serían terroristas con arma

 nuclear’

Foto: Archivo.

El presidente estadounidense Barack Obama advirtió este domingo que la mayor amenaza a la seguridad de Estados Unidos era la posibilidad de que una organización terrorista obtenga un arma nuclear.

La mayor amenaza a la seguridad de Estados Unidos, a corto, mediano y largo plazo, sería la posibilidad de que una organización terrorista obtenga un arma nuclear“, dijo Obama en vísperas de una cumbre sobre seguridad nuclear en Washington.

“Esto es algo que podría cambiar el panorama de la seguridad de este país y de todo el mundo durante los próximos años”, dijo Obama al reunirse con el presidente sudafricano Jacob Zuma.

“Si alguna vez hubiera una detonación en Nueva York, o Londres o Johanesburgo, las ramificaciones económicas, políticas y de seguridad serían devastadoras”, agregó.

“Y sabemos que organizaciones como Al Qaida están en proceso de tratar de hacerse de un arma nuclear, un arma de destrucción masiva que no tienen reparos de utilizar”, concluyó.

© 1994-2010 Agence France-Presse

31º aniversário da revolução iraniana irã aiatolás obama manda porta aviões para o golfo pérsico

01/02/2010

Irán inició el 31 aniversario de la

Revolución sumida en una

encrucijada

Clérigos policías iraníes asisten en el cementerio Behesht-e Zahra (Paraíso Zahra) en Teherán (Irán) hoy, lunes 1 de febrero de 2010 a una celebración para conmemorar el regreso hace 31 años del ayatolá Rujola Jomeini a Irán. Diez días después de su regreso, el fallecido ayatolá derrocó la monarquía e instauró el sistema republicano islámico. EFE/Abedin Taherkenareh

La República Islámica inició hoy los fastos del 31 aniversario del triunfo de la revolución sumida en una encrucijada que atisba un futuro incierto y envuelta en la peor crisis política y social de su historia.

Todo apunta a que la fiesta de los “diez días de la luz” podría quedar este año ensombrecida por nuevas manifestaciones y choques entre Fuerzas de Seguridad y grupos de opositores, que desde hace siete meses protestan por la polémica reelección del presidente Mahmud Ahmadineyad y por la represión del régimen.

Policías iraníes congregados delante de un enorme póster del líder supremo iraní, el ayatolá Ali Jamenei, en el cementerio Behesht-e Zahra (Paraíso Zahra) en Teherán (Irán) hoy, lunes 1 de febrero de 2010 durante una celebración para conmemorar el regreso hace 31 años del ayatolá Rujola Jomeini a Irán. Diez días después de su regreso, el fallecido ayatolá derrocó la monarquía e instauró el sistema republicano islámico. EFE/Abedin Taherkenareh

El pasado sábado, los dos principales líderes reformistas, Mir Husein Musaví y Mehdi Karrubí, instaron a sus seguidores a salir a las calles el próximo 11 de febrero, fecha en la que se recuerda el triunfo del alzamiento popular y la caída definitiva de la monarquía Pahlevi.

Para ese mismo día, el régimen ha convocado igualmente una gran movilización popular de apoyo, probablemente coronada por un discurso del controvertido mandatario.

La conmemoración arrancó este lunes con una visita del Gobierno a la tumba del ayatolá Rujola Jomeini, quien regresó del exilio el 1 de febrero de 1979 envuelto en clamor de multitudes para consolidar una revuelta que había guiado durante meses desde un barrio de París y fundar la República Islámica.

Hoy, y a la misma hora en que el imám descendió del avión, una lluvia de flores cayó sobre su mausoleo al tiempo que sonaban descargas de cañón y se activaban las alarmas de escuelas y centros oficiales.

A los pies de su tumba, el ultraconservador Ahmadineyad, anunció la “muerte definitiva del capitalismo y el liberalismo” y el inicio de una nueva era “que pondrá fin al domino de los arrogantes en el mundo”.

“La conmemoración de la fiesta de Fajr coincide este año con el fracaso definitivo de las ideas materialistas, el capitalismo y el liberalismo, y el comienzo de la globalización de la gran revolución del pueblo iraní”, dijo.

En un día gris y lluvioso, el mandatario aprovechó el lugar donde Jomeini prometió libertad y prosperidad a los iraníes para vaticinar que la movilización pro gubernamental del 11 de febrero “desanimará a los enemigos”.

“El 22 de Bahman enviará un nuevo mensaje a la humanidad y pondrá fin al dominio de los arrogantes en el mundo”, recalcó.

Policías iraníes congregadoss iraníes congregados en el cementerio Behesht-e Zahra (Paraíso Zahra) en Teherán (Irán) hoy, lunes 1 de febrero de 2010 durante una celebración para conmemorar el regreso hace 31 años del ayatolá Rujola Jomeini a Irán. Diez días después de su regreso, el fallecido ayatolá derrocó la monarquía e instauró el sistema republicano islámico. EFE/Abedin Taherkenareh

A este respecto, Ahmadineyad ya anunció semanas atrás que los “diez días de la luz” servirían para alumbrar nuevos proyectos en materia balística y aeroespacial, así como para mostrar al mundo “el desarrollo de la nación iraní”.

Además, adelantó que durante este tiempo el pueblo “escuchará buenas noticias” sobre el polémico programa nuclear iraní, objeto de un enconado pulso con la comunidad internacional.

Varias mujeres iraníes congregadas en el cementerio Behesht-e Zahra (Paraíso Zahra) en Teherán (Irán) hoy, lunes 1 de febrero de 2010 durante una celebración para conmemorar el regreso hace 31 años del ayatolá Rujola Jomeini a Irán. Diez días después de su regreso, el fallecido ayatolá derrocó la monarquía e instauró el sistema republicano islámico. EFE/Abedin Taherkenareh

Sin embargo, especialistas y diplomáticos en la zona apuntan a que las perspectivas de futuro no son halagüeñas para un país que, pese a todos los problemas, es aún pieza clave en el rompecabezas regional y mundial.

Irán sufre una profunda división política y social desde que el pasado mes de junio se certificara la discutida reelección de Ahmadineyad.

Jóvenes estuidantes iraníes de pie junto a un cartel del fallecido líder supremo iraní, ayatolá Rujola Jomeini, en el cementerio Behesht-e Zahra (Paraíso Zahra) en Teherán (Irán) hoy, lunes 1 de febrero de 2010 durante una celebración para conmemorar el regreso hace 31 años del ayatolá Rujola Jomeini a Irán. Diez días después de su regreso, el fallecido ayatolá derrocó la monarquía e instauró el sistema republicano islámico. EFE/Abedin Taherkenareh

Al grito de “¿donde está mi voto?”, cientos de miles de iraníes se echaron a las calles para respaldar la denuncia de la oposición de que la victoria fue fruto de “un fraude electoral masivo”.

La represión posterior, que según las autoridades segó la vida de una treintena de personas y de acuerdo con la oposición de 72, enardeció el malestar de un pueblo joven que desde hace años demanda un cambio y una mayor apertura.

Pero no solo los jóvenes, que suponen casi el 40 por ciento de la población, también personas en edad madura y ancianos han salido en los últimos siete meses para protestar por las calles de un país que sufre un alto índice de paro y una importante inflación.

Problemas que, según los expertos, podría ahondar la nueva “ley de reorientación de los subsidios”, proyecto económico estrella del nuevo gabinete iraní, que pretende así ahorrar unos 100.000 millones de dólares al año para dedicarlos a inversión.

La ley, aprobada semanas atrás tras meses de batalla entre el Gobierno y el Parlamento, sustituye los subsidios a la gasolina, la electricidad o los alimentos por ayudas directas y en efectivo a la población.

Irán se enfrenta, asimismo, a un posible aislamiento por parte de la comunidad internacional a causa de las sospechas que arroja su programa nuclear.

El Congreso norteamericano aprobó la semana pasada una ley que permitirá al presidente Barack Obama imponer nuevas sanciones al régimen iraní, y en particular a la exportación de productos como la gasolina.

Las medidas punitivas son apoyadas por países como el Reino Unido y Francia, a los que Irán ha acusado de fomentar las actuales protestas para forzar un cambio de régimen.

Su eficacia, no obstante, parece depender, en gran medida, de la opción que elijan otros dos actores: Rusia y China.

Por: Javier Martín
Vía EFE

IRÃ PAÍS EM QUE SER INIMIGO DE DEUS É CRIME QUE LEVA À PENA DE MORTE PAÍSES ONDE RELIGIÃO COMANDA A POLÍTICA REPÚBLICA ISLÂMICA CORÃO LEIS ISLÂMICAS PENA DE MORTE PARA TERRORISTAS NO IRÃ NO BRASIL ELES SÃO MINISTROS DE ESTADO

31/01/2010

Irán dice que será implacable y que

 seguirá ahorcando a “opositores

terroristas”

Imagen de archivo de ahorcamientos en Irán – Foto: AP Photo

El jefe del Poder Judicial iraní, ayatolá Sadeq Lariyani, confirmó hoy que los dos opositores ahorcados el pasado jueves fueron detenidos antes de las polémicas elecciones presidenciales del 12 de junio de 2009 y estaban acusados de terrorismo.

En declaraciones divulgadas este domingo por la prensa local, el clérigo subrayó, asimismo, que aquellos que sean acusados de “mohareb” (enemigos de Dios, un delito penado en Irán con la muerte) serán tratados como merecen.

Los dos convictos fueron ahorcados “en el momento preciso”, y sus derechos “fueron observados” durante el juicio, aseguró Lariyaní, cuyas palabras citó la televisión estatal por satélite en inglés PressTv.

El jefe del Poder Judicial aclaró que ambos pertenecían a un grupo “terrorista” y que cuando fueron capturados estaban en posesión de explosivos.

En esta línea, Lariyaní insistió en que la Justicia iraní será implacable y “no mostrará clemencia alguna con aquellos grupos de Mohareb que tratan de dañar la seguridad nacional y agitar la República Islámica”.

“Algunos se han hecho ilusiones acerca de que el Poder Judicial sirviera a otra cosa que no sea la justicia. Esas esperanzas políticas son ilegales y contrarias a la ética”, apostilló.

Irán está sumido en una grave crisis política y social desde que el pasado 12 de junio fuera reelegido el presidente Mahmud Ahmadineyad, cuyo triunfo electoral la oposición reformista considera fruto de un “fraude masivo”.

En la represión de las protestas perdieron la vida al menos una treintena de personas -según cifras oficiales- y 72 de acuerdo con el cómputo de la oposición, que también denunció torturas en las cárceles.

Además, alrededor de 4.000 personas fueron detenidas, entre ellas más de un centenar de responsables de la oposición que encabezan los candidatos derrotados, Mir Husein Musavi y Mehdi Karrubí.

Uno de los opositores ahorcado esta semana – Foto: AP Photo

La crisis se agravó el pasado 27 de diciembre, día sagrado de Ashura, una jornada violenta en la que al menos ocho personas murieron en enfrentamientos entre grupos de oposición y fuerzas de Seguridad.

El Poder Judicial iraní ha condenado a muerte a once personas por su supuesta participación en las protestas, de cuya organización acusa a Estados Unidos y el Reino Unido, junto a movimientos de oposición en el exilio como “Muyahidin Jalq” y “la Asociación Monárquica”, que considera terroristas.

El jueves fueron ahorcados dos hombres, Mohamad Reza Ali Zamani, de 37 años, y Arash Rahmanipour, de 20 años, acusados de pertenecer a este último grupo y de conspirar para derrocar el régimen.

Aunque ambos habían sido detenidos meses antes de que estallaran las protestas, fueron juzgados junto a los arrestados en los actuales disturbios.

Además, se anunció que nueve más están pendientes de apelación y que si su sentencia es ratificada, serán igualmente ahorcados.

A este respecto, el clérigo ultraconservador Ahmad Yanati agradeció un día después al Poder Judicial su acción y le instó a acelerar la aplicación de las sentencias impuestas a los detenidos durante las protestas.

“De la misma manera que se ha ejecutado rápidamente a esos dos mohareb (enemigos de Dios), se debe mantener la firmeza y actuar contra el resto de ellos”, señaló.