Archive for the ‘terrorismo no brasil’ Category

Membro da Família Real Brasileira foi vítima de terroristas palestinos na Avenida Paulista em São Paulo-SP

03/05/2017

OS BRASILEIROS NÃO PARAM A LEI DE MIGRAÇÃO, AGORA VEMOS AS CONSEQUENCIAS.

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“Eu sou testemunha.

Aqui na Delegacia já tinha todo um aparato midiático e de advogados esperando pelos Terroristas, inclusive com tradutores para os Sirios que não falam Português! P

arece que tudo foi premeditado para quando chegassem aqui, a verdade fôsse deturpada. Compartilhem p/ todos saberem como agem!” Luiz Philippe de Orleans e Bragança.

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Quem é o terrorista?

29/04/2017

ELES?

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NÓS?

Um motorista furou o bloqueio montado por terroristas, na fracassada greve geral de 28/04/2107, e, atropelou manifestantes na Rodovia Presidente Dutra (BR-116), em São José dos Campos-SP, no Brasil.

 

 

Lei do Terrorismo na qual devem ser enquadrados os terroristas da fracassada greve geral no Brasil em 28 de abril de 2017

28/04/2017

IV – sabotar o funcionamento ou apoderar-se, com violência, grave ameaça a pessoa ou servindo-se de mecanismos cibernéticos, do controle total ou parcial, ainda que de modo temporário, de meio de comunicação ou de transporte, de portos, aeroportos, estações ferroviárias

partiram pro crime!! Acorda, Brasil!
“Grevistas” colocam manilhas de concreto na linha do trem. Isso aconteceu na grande Natal-RN.
Como apoiar uma coisa assim?

Isso é tentativa de assassinato! Quem apoia essa gente é Lula e Cia que querem voltar ao poder e acabar de vez com nossa Pátria.

Não podemos deixar a volta desses comunas.

ou rodoviárias, hospitais, casas de saúde, escolas, estádios esportivos, instalações públicas ou locais onde funcionem serviços públicos essenciais, instalações de geração ou transmissão de energia, instalações militares, instalações de exploração, refino e processamento de petróleo e gás e instituições bancárias e sua rede de atendimento;

Estudantes Brasileiros também são recrutados para o terrorismo petralha

27/04/2017

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Terrorism is child abuse!

#TerrorismIsChildAbuse

Não é possível aceitar que senadores agitem greve geral

27/04/2017

 

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Não é greve. É terrorismo.
Dia 28/04/2017 os petistas com seus vagabundos de plantão irão se manifestar para pedir novas eleições na tentativa desesperada de eleger o seu vagabundo mestre Lula ainda esse ano para o mesmo se livrar da cadeia.

Aviso urgente contra arruaceiros do 28 de abril

26/04/2017

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E os dias eram assim para quem não era terrorista

19/04/2017

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O que é o PSOL? Quem fundou o PSOL?

05/04/2017

Fala do Deputado Pastor Marco Feliciano na audiência pública da Comissão Especial do Escola sem Partido (04.04.2017)

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FELICIANO DETONA E CONTA HISTÓRIA QUE PSOL NÃO QUER LEMBRAR!

ASSISTA E COMPARTILHE!

Ciro Gomes: “Recebo ele (Sérgio Moro) e a turma dele na bala”

02/04/2017

Mais proibição – Eu sou do tempo do É PROIBIDO PROIBIR

27/03/2017
Notícias STFImprimir

Quarta-feira, 22 de março de 2017

Partido pede que escolas de todo o país sejam obrigadas a coibir bullying homofóbico

O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) ajuizou Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 5668), na qual pede que o Supremo Tribunal Federal (STF) dê interpretação conforme a Constituição Federal ao Plano Nacional de Educação (aprovado pela Lei 13.005/2014) para reconhecer o dever constitucional das escolas públicas e particulares de prevenir e coibir o bullying homofóbico, consistente em discriminações por gênero, identidade de gênero e orientação sexual, bem como de respeitar a identidade de crianças e adolescentes LGBT no ambiente escolar. A lei tem como objetivo dar cumprimento ao artigo 214 da Constituição Federal.

O inciso II do artigo 2º da lei prevê, entre as diretrizes do plano, a superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação, de maneira genérica. O plano prevê uma série de metas e estratégias, entre elas o acompanhamento do acesso, permanência e aproveitamento escolar dos beneficiários de programas de transferência de renda, bem como das situações de discriminação, preconceitos e violências na escola, visando ao estabelecimento de condições adequadas para o ensino, em colaboração com as famílias e com órgãos públicos de assistência social, saúde e proteção à infância, adolescência e juventude.

Para o partido, é preciso combater a noção de que a escola funciona como uma espécie de “curso técnico” voltado à aprovação de adolescentes no vestibular ou no Enem. Isso porque, sustenta o PSOL, a escola deve ensinar crianças e adolescentes a conviverem com a diversidade, em uma sociedade plural, e, com isso, a respeitarem pessoas com características distintas das suas. O partido afirma que parlamentares contrários aos direitos humanos da população LGBT conseguiram retirar dos Planos Nacional, Estaduais e Municipais de Educação menções ao enfrentamento das discriminações por gênero, identidade de gênero e orientação sexual também pelas escolas.

“ É preciso que a sociedade em geral e as escolas em particular respeitem essas crianças e adolescentes que não se enquadram na heterossexualidade cisgênera. Ou seja, as crianças e adolescentes que não sentem atração por pessoas do gênero oposto (‘não-heterossexuais’) e que se identificam com o gênero socialmente atribuído a si em razão de sua genitália (‘não-cisgeneridade’). Aqui entra o papel do professor”, afirma o PSOL na ADI, acrescentando que seu papel é, no mínimo, coibir a prática do bullying contra os alunos em geral, com especial atenção a alunos integrantes a minorias e grupos vulneráveis.

O PSOL pede liminar para que escolas públicas e particulares se abstenham de reprimir crianças e adolescentes que manifestem comportamentos entendidos como de pessoas homossexuais, bissexuais, assexuais, travestis, transexuais ou intersexos, respeitando a identidade de gênero de crianças e adolescentes que queiram ser identificadas e tratadas de acordo com o gênero com o qual se identificam.

A ADI foi distribuída ao ministro Edson Fachin.

VP/CR

Processos relacionados
ADI 5668

A escolha é sua

27/03/2017

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A Fraude do Aquecimento Global

24/03/2017

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Aluizio Amorim mais uma vez derruba as mentiras globais

21/03/2017

terça-feira, março 21, 2017

OS VELHACOS HISTÉRICOS E MENTIROSOS DA GRANDE MÍDIA: UM VÍDEO COMPROVA TUDO.

Em postagem aqui no blog no último último domingo, dia 19, informei que 700 empresas estão interessadas em apresentar propostas para construir o muro que o Presidente Donald Trump construirá na fronteira com o México. Tal providência procurar barrar a entrada de imigrantes ilegais, além do tráfico de drogas e armamentos para gangues e terroristas. O governo Trump já iniciou o exame de propostas em que pese o histerismo do Partido Democrata e seus braços armados como ONGs e organizações de bate-paus, black-blocs e correlatos que tem infernizado a vida do americanos, principalmente dos trabalhadores. Notem que o esquerdismo age de forma uniforme em qualquer lugar do mundo. A eleição de Donald Trump serviu para mostrar quão deletérias são essas ações terroristas que bem conhecemos também aqui no Brasil por meio da ação nefasta e criminosa de Lula e seus sequazes travestidos de “manifestantes”.

Para variar, a grande mídia norte-americana e em todo o resto mundo atua de forma uniforme já que se tornou há muitos anos o departamento de propaganda do dito neocomunismo globalista do século XXI. Esse neocomunismo não promove mais guerra de guerrilhas. Atua de forma solerte por meio do aparelhamento de todas as instância estatais. Sob os 8 últimos anos de reinado de Hussein Obama e seus sequazes do Partido Democrata, as lições do psicopata italiano Antonio Gramsci foram levadas ao pé da letra. Tanto é que já se fala nos Estados Unidos da existência do que denominam “deep State”, ou seja “Estado profundo”, uma teia de funcionários que compõem o serviço público norte-americano direto e, mais ainda, operando na miríade de agências e demais órgãos governamentais, incluindo aí até mesmo o Departamento de Segurança Interna, o FBI, a CIA entre outros.

Esse tal “deep State” está diretamente conectado com os jornalistas da grande mídia num conluio infernal destinado a solapar a qualquer preço o governo de Donald Trump. Não se sabe até agora quem ou quais empresas “molham” as mãos dos “penas alugadas”, gíria do passado que identificava o jornalismo a soldo dos mais diferentes interesses. É possível, dada a gravidade da situação midiática da atualidade e a pressão das redes sociais, blogs e sites independentes, que mais adiante venha à tona a resposta à pergunta que não quer calar: Quem compra e paga a opinião dos jornalistas da grande mídia? Quem financia o suborno? Quem se vende?

E uma prova do que estou afirmando aqui e agora pode ser conferida no vídeo acima. Trata-se de parte do discurso de Bill Clinton ao Congresso norte-americano em 1995. Alto e bom som ele promete brecar a imigração ilegal. Promete segurança para os cidadãos americanos. Seu discurso é praticamente igual ao de Donald Trump neste ano de 2017. Diferente é a reação da mainstream media.

Agora ficaremos sabendo dos crimes contra a humanidade praticados por terroristas comunistas no Brasil

17/03/2017
Notícias STFImprimir

Quinta-feira, 16 de março de 2017

Plenário garante acesso a áudios de sessões secretas do STM nos anos 1970

O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) julgou procedente a Reclamação (RCL) 11949, ajuizada por um advogado contra decisão do presidente do Superior Tribunal Militar (STM) que autorizou o acesso apenas aos áudios das sessões públicas realizadas por aquela corte nos anos 1970. Os ministros entenderam que o ato desrespeitou a decisão da Segunda Turma do Supremo no julgamento do Recurso Ordinário em Mandado de Segurança (RMS) 23036, quando foi garantido amplo acesso aos áudios das sessões públicas e também das sessões secretas. A decisão foi tomada por unanimidade nesta quinta-feira (16)

O advogado autor da reclamação requereu ao próprio STM, em 1997, acesso aos áudios das sessões realizadas por aquele Tribunal. O material seria usado como fonte na elaboração de uma obra literária sobre o Poder Judiciário. Ele explicou que as sessões daquela época eram divididas em sessões públicas – leitura do relatório e sustentações orais – e sessões secretas – quando eram colhidos os votos dos magistrados. O pleito, contudo, foi negado. O STM argumentou que as gravações dos debates dos ministros e das sustentações orais não integram os processos e são de uso interno do Tribunal e de acesso privativo. O advogado então recorreu ao Supremo por meio do RMS 23036.

Ao julgar o recurso em março de 2006, a Segunda Turma do STF acolheu o pleito ao argumento de que a Constituição Federal só permite a restrição da publicidade dos atos processuais quando houver a necessidade de defesa da intimidade e da pessoa ou no interesse da sociedade e do Estado, o que não seria o caso dos autos.

O STM, então, deferiu o acesso apenas às sessões públicas do período requisitado. Contra esse ato, o advogado ajuizou a reclamação no STF, alegando descumprimento da decisão do Supremo no RMS 23036.

Na condição de amicus curiae (amigo da Corte), o representante da Ordem dos Advogados do Brasil disse em sustentação oral que o caso em debate materializa e concretiza a necessidade de tornar públicos arquivos sobre esse capítulo da história brasileira. É preciso ter acesso ao acervo que o STM possui, até para dar ao povo o conhecimento de como se processaram os julgamentos de presos políticos naquela corte, salientou. Para ele, é preciso conhecer a história para não repeti-la.

Em seu voto, a relatora da reclamação, ministra Cármen Lúcia, frisou que nem mesmo uma leitura apressada e superficial da decisão no RMS 23036 permitiria inferir que o Supremo teria se limitado a franquear o acesso apenas a documentos relacionados à parte pública das sessões, ressalvando os documentos produzidos a partir de debates e votos proferidos na parte secreta das sessões de julgamento. Segundo a ministra, a decisão paradigma é explícita ao dispor sobre a ilegitimidade da exceção imposta quanto à matéria discutida e votada na parte secreta da sessão pelo Plenário do STM.

A ministra reafirmou o entendimento do STF no sentido de que o ato do presidente do STM está em descompasso com a ordem constitucional vigente, que garante o acesso à informação. Para ela, ao autorizar o acesso apenas à parte pública das sessões, o STM violou a decisão do Supremo, que deu acesso amplo aos áudios das sessões requeridas, além de se mostrar em descompasso com a ordem constitucional vigente, que garante o acesso à informação como direito fundamental.

“Tem-se como injustificável juridicamente a resistência que o STM tentou opor ao cumprimento da decisão emanada deste Supremo Tribunal, que taxativamente afastou os obstáculos erigidos para impedir que fossem trazidos a lume a integralidade dos atos processuais ali praticados, seja na dimensão oral ou escrita, cujo conhecimento cidadãos brasileiros requereram para fins de pesquisa histórica e resguardo da memória nacional”, apontou.

Ao concluir seu voto, a ministra disse que o STM deve permitir o acesso do reclamante aos documentos requeridos, ressalvados apenas aqueles indispensáveis ao resguardo do interesse à defesa da intimidade e aqueles cujo sigilo se imponha para proteção da sociedade e do Estado, desde que motivado de forma explicita e pormenorizada, o que não se deu no caso, segundo a ministra, a fim de sujeitar também esses atos ao exame administrativo e ao controle jurisdicional.

MB/CR

Leia mais:
28/03/2006 – Julgamentos dos Tribunais são públicos, decide 2ª Turma

Processos relacionados
Rcl 11949
RMS 23036

Como detectar caráter mal formado e caráter deformado só com 3 perguntas

15/03/2017

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Grevista! Não está contente com o Brasil – Vá viver na Síria

15/03/2017

É tocar a vida em frente, curtir música…

Nestas horas se vê o quanto é útil uma vitrola tocada à corda

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Los ‘espías’ de EEUU degollados como corderos en ganchos del matadero por el ISIS

03/03/2017
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Es quizás el vídeo más brutal publicado por las bestias del ISIS. La ejecución tiene por protagonistas a un grupo de desventurados que han sido acusados de espiar para Estados Unidos, y que son degollados cabeza abajo colgados en ganchos de carne para celebrar el tiempo sagrado musulmán de Eid al-Adha, cuando Dios detuvo a Abraham de sacrificar a su hijo y le dio un cordero en su lugar.

Pelo fim da PM e pelo direito de andar armado e de atirar quando assaltado

12/02/2017

A situação caótica do ESPÍRITO SANTO está ensinando a importância da SEGURANÇA em nossas vidas.

Entregamos o monopólio da segurança para o estado e nos tornamos reféns deste.

Está na hora de ABOLIR o Estatuto do Desarmamento e legalizar o direito do cidadão se DEFENDER.

A Bomba que foi a morte de Eduardo Campos

08/09/2014

Aos poucos as peças do xadrez estão se encaixando…

O ACIDENTE DE MORTE DE EDUARDO CAMPOS
Por: José Ori Dolvin Dantas – Coronel do Exército (Cel.Dolvim – especialista em terrorismo e atentados terrorista)

Usei os seguintes argumentos para justificar que o acidente foi um atentado.
1. Um jato executivo bimotor de porte médio fabricado em 2010 com 300 horas de voo é um avião novo!
2. A aeronave estava com as inspeções gerais e periódicas previstas no programa de manutenção em dia.
3. Equipado com sofisticados instrumentos de navegação que permitem pousos e decolagens em qualquer condição de tempo.

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4. Gravador de voz em pane? Difícil de engolir. Ou o CENIPA recebeu ordem para não divulgar o conteúdo do áudio ou o gravador foi danificado durante o pernoite no pátio do aeroporto Santos Dumont.
5. A voz do piloto no diálogo com a torre de controle e divulgada por uma emissora de TV logo após o acidente mostrava muita tranquilidade da tripulação, apesar da chuva e da pouca visibilidade durante os procedimentos de aproximação.
6. Há fortes indícios de duas explosões: uma na cabine ou nas turbinas, o que fez o avião despencar; a outra, onde estavam os passageiros (motivo de os corpos terem sido totalmente esmigalhados). É tão evidente que houve esta explosão que não se achou, sequer, um pedaço de crânio, para se comparar fichas odontológicas a qualquer arcada dentária. Somente com o exame de DNA foi possível identificar o que sobrou de cada corpo.
7. Algumas considerações:
· Se os pedaços da aeronave e partes significativas de corpos são encontrados em uma área extensa, pode-se afirmar que a explosão aconteceu ainda em voo. Foi o caso do atentado em 1988 ao Boeing 747 da PAN AM sobre a cidade escocesa de Lockerbie.
· Se os pedaços da aeronave e partes significativas de corpos são encontrados concentrados em uma área, significa que a explosão aconteceu após a queda e foi ocasionada basicamente pelo combustível no momento do impacto com o chão.
8. Neste acidente com o Cessna 560 XL, o que chama a atenção é a evidente desintegração de toda a fuselagem e o despedaçamento completo de todos os corpos. A única forma de justificar um cenário como esse é um impacto frontal da aeronave com uma parede em pleno voo (o que não aconteceu) ou uma explosão ocasionada por um artefato explosivo durante o impacto com o chão. Vejam que o noticiário mostrou que, antes da aeronave bater no solo, ela tocou na quina da cobertura de um prédio.
9. Possivelmente foi nesse momento que a turbina foi arrancada e arremessada como um míssil para dentro de um apartamento próximo. Com certeza essa colisão diminuiu ainda mais sua velocidade. Então, de forma nenhuma podemos justificar o fator velocidade como causa do esmigalhamento dos corpos e estilhaçamento de toda a fuselagem. No acidente da TAM em Congonhas foram encontrados centenas de corpos queimados ou carbonizados mas praticamente inteiros.
10. Há indícios fortes de que as explosões aconteceram de dentro para fora da aeronave. Uma evidência comprovada é a porta desse ter sido encontrada longe do centro de gravidade do acidente.
11. Dizer que acima de 8 “G” os corpos se desintegram é verdade, mas o avião estava subindo e manobrando. Caiu com velocidade muito aquém da velocidade cruzeiro.
12. Neste voo estaria também a candidata Marina Silva. Acabaria qualquer possibilidade de haver o 2º turno e de o PT não vencer as próximas eleições. O tiro saiu pela culatra!
13. Esta aeronave não foi guarnecida durante o seu pernoite nas instalações do Aeroporto Santos Dumont no Rio de Janeiro. O sabotador teve tempo mais que necessário para o seu intento.
Aécio e Marina Silva que se cuidem! Celso Daniel e Toninho do PT que o digam…

Atenciosamente,
José Ori Dolvin Dantas – Coronel do Exército (Cel.Dolvim – especialista em terrorismo e atentados terrorista)
Curriculum Vitae
Nome: Jose Ori Dolvim Dantas – Coronel do Exército especialista em terrorismo e atentados terrorista.
Fone: (61) 8111-9064
Resumo dos principais cursos realizados:
· Police Special Operations – SWAT- EUA;
· Dignitary Protection – SWAT – EUA;
· Chemical Agents Impact Munitions and Distraction Devices – SWAT – EUA;
· Technical Intelligence – National Intelligence Academy – EUA;
· Tolerância Zero – Universidade Metropolitana da Flórida – EUA;
· Defense Planning and Resourse Management – National Defense University – EUA;
· Avançado de Terrorismo e Contrainsurgência – National Defense University – EUA;
· Understanding Terrorism and Terrorism Threat – University of Maryland – EUA;
· International Human Rights Law: Prospects and Challenges – University of Duke – EUA;
· Introduction to Human Behavioral Genetics – University of Minnesota – EUA:
· Special Operations & Anti-terror Tactics – Israel;
· Operaciones Tacticas Avanzadas (contraterrorismo) – Espanha;
· Cours International de Criminologie – França;
· Criminologia sob a ótica psicanalítica – Brasil;
· Psicopedagogia (Especialização) – Como motivar a aprendizagem em instituições repressivas – Brasil;
· Psicologia Comportamental (Mestrado) – Interpretação do suspeito pela linguagem do corpo – Brasil;
· Logística de Transporte (Especialização) – Armazenamento, manuseio, transporte e distribuição de produtos perigosos – Brasil.
· Principais experiências profissionais:
§ Planejamento, Coordenação e Segurança de Grandes Eventos.
§ Palestrante em seminários (nível nacional e internacional).
§ Assessor especial do Governador do Estado de Minas Gerais.
§ Consultor de Segurança aos Estados de Alagoas, Paraíba, Bahia e Minas Gerais.
§ Professor de graduação e pós-graduação da Unicesp/Promove.

JUNTOS SOMOS MAIS FORTES !

Relação de marginais perigosos procurados pela Polícia – Não tente resistir, eles matam sem piedade como os terroristas bárbaros da década de 1970

22/07/2014

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Não temos universidades – Temos centros de formação de terroristas

11/11/2013

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Guerra contra a PM – Bandidos e Direitos Humanos vencem mais uma batalha contra os “opressores do povo”

03/11/2013

Sargento da PM morre metralhado por fuzil em Itupeva-SP

Por  em 3 de novembro de 2013

A viatura da PM onde estavam os militares.

O sargento da Polícia Militar, Jorge de Melo Fernandes, 42 anos, que atuava no 4ª Pelotão de Polícia Militar de Itupeva, foi morto com 3 tiros de fuzil, disparados por marginais, na madrugada deste domingo, dia 3 de novembro.

Por volta das 3 horas, o policial estava a bordo da viatura I-11211, que era conduzida pelo soldado Allan. Os militares seguiam para o bairro do Guacuri, para atender a uma denúncia de veículos com pessoas suspeitas. Mas ao passarem pelo Jardim Brasil, em Itupeva, suspeitaram da presença de dois veículos, nas proximidades do caixa eletrônico de um mercado.

Os policiais consultaram as placas de um Renault Clio, porém, o cadastro apontava como ‘placa fria’, já que a numeração indicava um Monza vermelho, fato que levantou a suspeita dos militares. Já as placas da Montana estavam dobradas para cima, o que impediu sua anotação.

Os veículos passaram a ser acompanhados pela rodovia Mário Tonoli. Logo atrás, também no acompanhamento, estava uma segunda viatura, ocupada pelos soldados Muniz e J. Carlos, que prestavam apoio na ocorrência. O carro foi acompanhado por cerca de 4 quilômetros, pela rodovia Mário Tonoli (principal acesso à Indaiatuba) e, nas proximidades do bairro Santa Eliza passaram a empreender alta velocidade. A Montana estava à frente, seguida pelo Renault.

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Segundo o motorista da viatura policial, em certo momento, os ocupantes da Montana deram um ‘cavalo de pau’ no veículo e, de posse de armas de grosso calibre dispararam vários tiros em direção da viatura.

“Foi tudo muito rápido. Eles deram um cavalo-de-pau e foram logo atirando contra a nossa viatura. Foram muitos tiros”, disse o policial militar que junto aos demais soldados chegaram a revidar aos disparos.

Três tiros atingiram o sargento, sendo dois no pescoço e um na cabeça. Por rádio, Allan pediu socorro ao colega, que havia sido baleado. Sem controle, a viatura subiu em um barranco e capotou na pista.

Policiais que ocupavam a viatura I-11207 também dispararam contra os criminosos. Um dos tiros perfurou o para-brisa. Os policiais acreditam que pelo menos um dos disparos tenham atingido um dos criminosos.

Hora da colheita: Professores ensinam que Polícia defende a Classe Dominante

27/10/2013

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História do Terrorismo no Brasil – baixar

06/04/2009

Tamanho: 3,3MbPáginas: 300

Formato: PDF

Servidor: Rapidshare

http://rapidshare.com/files/218079653/terrorismo.rar.html

historia da revolução de 1964 31 de março história do terrorismo no Brasil – o que os comunistas fizeram contra os brasileiros

01/02/2009

História do Terrorismo no Brasil – em PDF

Reunidos em 25 de julho de 1998, 32 anos passados das hediondas explosões do Recife, um punhado de democratas civis e militares, inconformados com a omissão das autoridades legais e indignados com a desfaçatez dos esquerdistas revanchistas, organizou o grupo “TERRORISMO NUNCA MAIS” (TERNUMA), a fim de resgatar a verdadeira história da Revolução de 1964 e, mais uma vez, opor-se a todos aqueles que ainda teimam em defender os referenciais comunistas, travestidos como se fossem democráticos.

Cesare Battisti , jornal italiano “La Repubblica” ri do Brasil, conta Diogo Mainardi

29/01/2009
Podcast do Diogo – O Marcola do país da macarronada

Eu estou de volta do médico, e Diogo está de voltao ao podcast. Vamos lá.
*

O Brasil negou o pedido de extradição de Cesare Battisti durante minhas férias. Férias na Itália. Acompanhei o episódio de longe, pela imprensa italiana. “La Repubblica” publicou o seguinte comentário:

“No país do samba, há uma espécie de cumplicidade ideal com todos os Battisti do mundo, com os terroristas, com os justiceiros. Lula deve ter pensado que a Itália é uma republiqueta como a sua. (Ele) acredita que o mundo inteiro é formado por paisecos no limite entre o populismo e a ditadura militar”.

Ponto.

Nos últimos anos, “La Repubblica” foi um dos jornais estrangeiros que mais tolamente se encantaram com o presidente brasileiro. Agora mudou. A abestalhada claque italiana de Lula passou a enxergá-lo como um retrato do caudilho bananeiro.

Um documento que recebi na semana passada pode ajudar a explicar essa baba raivosa na boca dos italianos. Trata-se da ficha do Ros – o Grupo de Operações Especiais da polícia militar italiana – sobre os terroristas do PAC – os Proletários Armados pelo Comunismo -, do qual fazia parte Cesare Battisti.

Primeiro trecho:

“Os Proletários Armados pelo Comunismo formaram-se nos últimos meses de 1977, no âmbito da luta contra a nova realidade do regime carcerário de segurança máxima, que acabara de ser instituído”.

E eu acrescento: os atentados terroristas do PCC, em maio 2006, ocorreram pelo mesmo motivo – a transferência de alguns membros do bando para o presídio de segurança máxima de Presidente Bernardes. O PAC é o PCC do país da Tarantella (sim, estou parodiando o editorialista do “La Repubblica”). Tarso Genro alegou que Cesare Battisti foi perseguido por suas ideias políticas. A única ideia que ele tinha era essa: aliviar o cárcere duro, exatamente como o Comando Vermelho em Bangu 3.

Para ler e ouvir íntegra, clique aqui

Por Reinaldo Azevedo | 22:21 | comentários (36)

A estratégia de guerrilha do MST

25/01/2009

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Qual a razão para tantos políticos do Pt serem executados – morre mais um petralha

25/01/2009

Vice-presidente do PT de Pernambuco é executado em Pitimbu

Domingo, 25 de Janeiro de 2009 11h33

 

 

No início da madrugada deste domingo, dia 25, doi homens encapuzados executaram o vice-presidente do PT de Pernambuco, Manuel Bezerra Neto, de 44 anos, com dois tiros, em Pitimbu.

Segundo as primeiras informações, Manuel Bezerra que uma das principais testemunhas da CPI do Grupo de Extermínio, estava em uma casa na praia de Acaú, no município de Pitimbu, quando os acusados chegaram ao local em uma moto ainda não identificada. Os bandidos disparam dois tiros à queima roupa contra a vítima; um dos tiros atingiu o peito e o outro a cabeça. Após a ação, os acusados fugiram. Nenhum objeto foi levado.

Manuel Bezerra, residia no município de Itambé, em Pernambuco, cidade em que supostamente atuava um um grupo de extermínio denunciado pela vítima na CPI presidida pelo deputado federal Luiz Couto (PT-PB).

O corpo do vice-presidente do PT está no Departamento de Medicina Legal e só deve ser liberado depois da perícia.

 

Fonte: Da Redação

http://www.db.com.br/noticias/?94722

Brasil é motivo de riso no mundo todo como abrigo de terroristas –

25/01/2009

Fugitives from justice in Brazil

The madness of asylum

Jan 22nd 2009 | SÃO PAULO

From The Economist print edition

Why this indulgence for a convicted killer?

 

AP Italians don’t see Battisti’s joke

WITH its extensive opportunities for committing fresh indiscretions and its giant statue of Christ extending limitless redemption, Rio de Janeiro is an attractive place in which to live as a fugitive from justice. Claude Rains elegantly hid out there in one of Alfred Hitchcock’s best films. Ronald Biggs, having robbed a mail train in 1963, swapped a British prison for Copacabana beach—and was more envied than vilified as a result. Now Cesare Battisti, an Italian thriller-writer who was once a member of a group called Armed Proletarians for Communism, has joined the list after Brazil granted him refugee status.

Before he came to Rio, Mr Battisti enjoyed a comfortable exile in France. Italy and France have long argued, in the way only neighbours can, about the number of once-violent Italian activists who have settled in Paris. Last year the French government refused to extradite Marina Petrella, a former Red Brigades terrorist (Carla Bruni, the president’s wife, went to Mrs Petrella’s hospital bed to give her the good news). Italy’s government had hoped Brazil would be more helpful. But its protests have been met with a snort from President Luiz Inácio Lula da Silva, of the sort reserved for occasions when he thinks a more developed country is telling Brazil what to do.

 

Mr Battisti was convicted in absentia of killing two policemen in Italy in the late 1970s. He was also found guilty of taking part in the murder of a butcher, and of helping to plan that of a jeweller (shot in front of his 14-year-old son). Mr Battisti denies these charges, but there is little doubt in Italy that his trial was fair.

Brazil’s reasons for protecting Mr Battisti are unconvincing. The justice minister, Tarso Genro, referred to his country’s tradition of harbouring political exiles, ranging from Alfredo Stroessner, a particularly nasty ex-dictator (of Paraguay), to Olivério Medina, an ex-guerrilla (in Colombia). Now that democracy is the norm in the Americas, that tradition is anachronistic. Mr Genro also seems to think that Mr Battisti was convicted of political crimes, rather than plain murder.

Two sentiments underlie Mr Genro’s reticence. One is Brazil’s reluctance to examine its own past. Whenever the question of an inquiry into the military government of 1964-85 arises, it is quickly squashed (unlike similar demands in Argentina or Chile). The second sentiment, that of solidarity, is to be found among some members of Lula’s party who were far-left militants in the 1970s. In Italy, which lost a former prime minister to the Red Brigades and had a government adviser murdered as recently as 2002 by its imitators, attitudes are much less indulgent.

intentona comunista – lembrái-vos de 1935.

13/12/2008

Ordem do dia elaborada pelo Comandante do Comando Militar do Leste, General Luiz Cesário da Silveira Filho, juntamente com o General Ex Paulo Cesar de Castro, Chefe do Departamento de Ensino e Pesquisa, difundida aos quartéis e às escolas militares.

 

Meu caro soldado!

 

Nós, os comandantes do CML e do DEP, escrevemos para te contar a História. Escrevemos para cumprir nosso dever de fazer chegar a verdade ao nosso comandado. Escrevemos para lembrar ao mais moderno soldado e ao mais antigo general tristes fatos, vividos em 1935. Escrevemos não apenas para recordar, mas, sobretudo, para que tu possas refletir sobre o presente e o futuro, do teu País e do teu Exército.

 

Há setenta e três anos, a traição, o homicídio e a covardia foram o caminho escolhido por soldados que aparentavam ser como tu, mas que estavam apenas e na verdade fantasiados de soldados. Traidores do solene juramento de respeitar os superiores hierárquicos, de tratar com afeição os irmãos de armas e com bondade os subordinados. Homicidas, assassinaram camaradas dentro dos próprios quartéis, recintos sagrados que, até então, compartilhavam com aqueles a quem chamavam irmãos. Covardes, cometeram seus crimes na calada da noite e sob o manto da madrugada. 

 

Um imponente edifício fechava a Praia Vermelha. Surgira em conjunto com outros prédios, especialmente construídos para as comemorações, em 1908, do centenário da abertura dos portos às nações amigas. Aquele imponente edifício substituíra a velha caserna da Escola Militar do Brasil e abrigava, em 35, o 3° Regimento de Infantaria. Dele, hoje, permaneceram os restos mortais, velhas fotos e fortes lembranças. Os restos mortais dos que nele e em outros quartéis foram assassinados repousam, quase todos, no mausoléu construído na mesma praça, no Rio de Janeiro, e, apenas um, em Belo Horizonte. As fortes lembranças estão vivas na memória de seus descendentes e de seus irmãos de armas, no respeito por seu sacrifício, no exemplo que legaram e na certeza de que não morreram em vão. Os militares brasileiros mortos em 35 somaram-se aos milhões de vitimas da ideologia marxista totalitária e implacável, ela sim a verdadeira ditadura.

 

E tu sabes, soldado, o que motivou militares do Exército a se transformarem em carrascos de companheiros de farda?

 

Pois, soldado, foi a cegueira produzida por aquela ideologia marxista-leninista, também chamada de comunismo, cujo veneno penetrou no sangue, nas veias e nas artérias de tantos, inclusive daqueles a quem também cabia velar pela Pátria. Seguidores da doutrina da sanguinária e já sepultada União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, filiados ou simpatizantes de um também já sepultado partido comunista, preferiram substituir o sagrado verde e amarelo pelo vermelho internacionalista que propugnava pela luta de classes. Jogavam-se operários contra patrões, subordinados contra chefes, pobres contra ricos, filhos contra pais, negros contra brancos, nativos contra descobridores, irmãos contra irmãos, em nome da chamada sociedade sem classes, na qual todos seriam iguais. Pobres de espírito aqueles que acreditaram no canto da sereia! 

 

Meu estimado soldado! O Exército foi levado ao combate naquele trágico novembro de 1935. Lutou-se, principalmente, na Praia Vermelha e na Escola de Aviação do Exército, no Rio de Janeiro, então Capital Federal. O belo e imponente quartel, trincheira do inimigo interno, precisou ser bombardeado pelas forças legais. Suas ruínas foram demolidas e o 3° de Infantaria, extinto. Lutou-se, também, no Nordeste, especialmente em Natal. O Governo agiu e impôs a lei e a ordem. O inimigo vermelho rendeu-se. É deprimente ver suas fotos, mal uniformizados, túnicas abertas, rindo debochadamente após a capitulação.

 

Tu sabes que lhes foi dada anistia na década de quarenta? E tu sabes que um deles foi eleito deputado pelo mesmo dito partido comunista? E tu sabes, imagina só, que, em plena Câmara, o deputado, um ex-capitão, declarou que, se houvesse uma guerra entre o Brasil e a União Soviética, ele lutaria ao lado dos vermelhos? Pois é, mesmo assim, ainda há hoje quem procure distorcer essa e outras passagens da Historia.

 

Meu soldado, passados setenta e três anos, não penses que permaneceram apenas nas páginas e lágrimas da História todos os que têm o pensamento moldado por aquela torpe ideologia. Alguns sobreviventes, remanescentes e cegos pelo mesmo pensamento, aproveitando-se das liberdades democráticas, pensam descaracterizar a democracia e ousam reescrever a História sob a ótica da luta de classes. Continuam a envenenar almas e mentes e a atiçar o ódio e a vingança contra os que os derrotaram.. Hoje, seu ódio, acovardado, envenena a sociedade mascarando o viés ideológico. Procuram convencer a todos disfarçando a vingança sob o manto de pretensos direitos humanos. Tentam fabricar falsos heróis com as mãos sujas de sangue de brasileiros que lutaram e garantiram a liberdade para o País. Cuidado com eles!  10:05 (3½ horas atrás) Mário

CONTINUAÇÃO…

Contudo, tu integras, voluntariamente, uma das instituições de maior credibilidade junto ao povo brasileiro. Tu prestaste, por opção, juramento solene perante a Bandeira do Brasil que poucos, como tu, homenagearam no último dia dezenove. Pois, sabendo do que se passou naquele triste novembro de 1935, honra os que morreram por todos nós e continue a marchar de passo certo no caminho do dever. Obedeça às ordens de teus comandantes do Exército de sempre, da ativa e da reserva. Este é o Exército único, que, por vezes, querem separar, o Exército do Pacificador, o Duque que levou a paz ao Maranhão, a São Paulo, a Minas Gerais e ao Rio Grande do Sul, fazendo com que brasileiros se reconciliassem em nome da Pátria. Ensinou a perdoar e a olhar para o futuro. Honrou a anistia concedida.

 

Tu fazes parte daquela gente que preza atributos, valores abstratos de honra e de nacionalidade, que alguns setores tratam com determinado desprezo, como bem disse alta autoridade em recente ato na Capital Federal.

 

E, coesos, todos, tu e nós prestemos continência aos heróis e mártires de 35. E, atentos ao presente, mantenhamos a fé no País, nas Forças Armadas, no Exército, nos homens honestos e de bem, no povo verdadeiramente brasileiro. Continuemos a nos dedicar inteiramente ao serviço da Pátria. É para com ela, e só para com ela, nosso solene compromisso. E que nos sirva de alerta a conhecida frase “o preço da liberdade é a eterna vigilância!”

40 anos do ato institucional nº 5 , AI-5, 13 de dezembro de 1968

13/12/2008

ATO INSTITUCIONAL Nº 5, DE 13 DE DEZEMBRO DE 1968

 

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, ouvido o Conselho de Segurança Nacional, e

CONSIDERANDO que a Revolução Brasileira de 31 de março de 1964 teve, conforme decorre dos Atos com os quais se institucionalizou, fundamentos e propósitos que visavam a dar ao País um regime que, atendendo às exigências de um sistema jurídico e político, assegurasse autêntica ordem democrática, baseada na liberdade, no respeito à dignidade da pessoa humana, no combate à subversão e às ideologias contrárias às tradições de nosso povo, na luta contra a corrupção, buscando, deste modo, “os. meios indispensáveis à obra de reconstrução econômica, financeira, política e moral do Brasil, de maneira a poder enfrentar, de modo direito e imediato, os graves e urgentes problemas de que depende a restauração da ordem interna e do prestígio internacional da nossa pátria” (Preâmbulo do Ato Institucional nº 1, de 9 de abril de 1964);

CONSIDERANDO que o Governo da República, responsável pela execução daqueles objetivos e pela ordem e segurança internas, não só não pode permitir que pessoas ou grupos anti-revolucionários contra ela trabalhem, tramem ou ajam, sob pena de estar faltando a compromissos que assumiu com o povo brasileiro, bem como porque o Poder Revolucionário, ao editar o Ato Institucional nº 2, afirmou, categoricamente, que “não se disse que a Revolução foi, mas que é e continuará” e, portanto, o processo revolucionário em desenvolvimento não pode ser detido;

CONSIDERANDO que esse mesmo Poder Revolucionário, exercido pelo Presidente da República, ao convocar o Congresso Nacional para discutir, votar e promulgar a nova Constituição, estabeleceu que esta, além de representar “a institucionalização dos ideais e princípios da Revolução”, deveria “assegurar a continuidade da obra revolucionária” (Ato Institucional nº 4, de 7 de dezembro de 1966);

CONSIDERANDO, no entanto, que atos nitidamente subversivos, oriundos dos mais distintos setores políticos e culturais, comprovam que os instrumentos jurídicos, que a Revolução vitoriosa outorgou à Nação para sua defesa, desenvolvimento e bem-estar de seu povo, estão servindo de meios para combatê-la e destruí-la;

CONSIDERANDO que, assim, se torna imperiosa a adoção de medidas que impeçam sejam frustrados os ideais superiores da Revolução, preservando a ordem, a segurança, a tranqüilidade, o desenvolvimento econômico e cultural e a harmonia política e social do País comprometidos por processos subversivos e de guerra revolucionária;

CONSIDERANDO que todos esses fatos perturbadores da ordem são contrários aos ideais e à consolidação do Movimento de março de 1964, obrigando os que por ele se responsabilizaram e juraram defendê-lo, a adotarem as providências necessárias, que evitem sua destruição,

Resolve editar o seguinte

ATO INSTITUCIONAL

Art. 1º – São mantidas a Constituição de 24 de janeiro de 1967 e as Constituições estaduais, com as modificações constantes deste Ato Institucional.

Art. 2º – O Presidente da República poderá decretar o recesso do Congresso Nacional, das Assembléias Legislativas e das Câmaras de Vereadores, por Ato Complementar, em estado de sitio ou fora dele, só voltando os mesmos a funcionar quando convocados pelo Presidente da República.

§ 1º – Decretado o recesso parlamentar, o Poder Executivo correspondente fica autorizado a legislar em todas as matérias e exercer as atribuições previstas nas Constituições ou na Lei Orgânica dos Municípios.

§ 2º – Durante o período de recesso, os Senadores, os Deputados federais, estaduais e os Vereadores só perceberão a parte fixa de seus subsídios.

§ 3º – Em caso de recesso da Câmara Municipal, a fiscalização financeira e orçamentária dos Municípios que não possuam Tribunal de Contas, será exercida pelo do respectivo Estado, estendendo sua ação às funções de auditoria, julgamento das contas dos administradores e demais responsáveis por bens e valores públicos.

Art. 3º – O Presidente da República, no interesse nacional, poderá decretar a intervenção nos Estados e Municípios, sem as limitações previstas na Constituição.

Parágrafo único – Os interventores nos Estados e Municípios serão nomeados pelo Presidente da República e exercerão todas as funções e atribuições que caibam, respectivamente, aos Governadores ou Prefeitos, e gozarão das prerrogativas, vencimentos e vantagens fixados em lei.

Art. 4º – No interesse de preservar a Revolução, o Presidente da República, ouvido o Conselho de Segurança Nacional, e sem as limitações previstas na Constituição, poderá suspender os direitos políticos de quaisquer cidadãos pelo prazo de 10 anos e cassar mandatos eletivos federais, estaduais e municipais.

Parágrafo único – Aos membros dos Legislativos federal, estaduais e municipais, que tiverem seus mandatos cassados, não serão dados substitutos, determinando-se o quorum parlamentar em função dos lugares efetivamente preenchidos.

Art. 5º – A suspensão dos direitos políticos, com base neste Ato, importa, simultaneamente, em:

I – cessação de privilégio de foro por prerrogativa de função;

II – suspensão do direito de votar e de ser votado nas eleições sindicais;

III – proibição de atividades ou manifestação sobre assunto de natureza política;

IV – aplicação, quando necessária, das seguintes medidas de segurança:

a) liberdade vigiada;

b) proibição de freqüentar determinados lugares;

c) domicílio determinado,

§ 1º – O ato que decretar a suspensão dos direitos políticos poderá fixar restrições ou proibições relativamente ao exercício de quaisquer outros direitos públicos ou privados.

§ 2º – As medidas de segurança de que trata o item IV deste artigo serão aplicadas pelo Ministro de Estado da Justiça, defesa a apreciação de seu ato pelo Poder Judiciário.

Art. 6º – Ficam suspensas as garantias constitucionais ou legais de: vitaliciedade, mamovibilidade e estabilidade, bem como a de exercício em funções por prazo certo.

§ 1º – O Presidente da República poderá mediante decreto, demitir, remover, aposentar ou pôr em disponibilidade quaisquer titulares das garantias referidas neste artigo, assim como empregado de autarquias, empresas públicas ou sociedades de economia mista, e demitir, transferir para a reserva ou reformar militares ou membros das polícias militares, assegurados, quando for o caso, os vencimentos e vantagens proporcionais ao tempo de serviço.

§ 2º – O disposto neste artigo e seu § 1º aplica-se, também, nos Estados, Municípios, Distrito Federal e Territórios.

Art. 7º – O Presidente da República, em qualquer dos casos previstos na Constituição, poderá decretar o estado de sítio e prorrogá-lo, fixando o respectivo prazo.

Art. 8º – O Presidente da República poderá, após investigação, decretar o confisco de bens de todos quantos tenham enriquecido, ilicitamente, no exercício de cargo ou função pública, inclusive de autarquias, empresas públicas e sociedades de economia mista, sem prejuízo das sanções penais cabíveis.

Parágrafo único – Provada a legitimidade da aquisição dos bens, far-se-á sua restituição.

Art. 9º – O Presidente da República poderá baixar Atos Complementares para a execução deste Ato Institucional, bem como adotar, se necessário à defesa da Revolução, as medidas previstas nas alíneas d e e do § 2º do art. 152 da Constituição.

Art. 10 – Fica suspensa a garantia de habeas corpus, nos casos de crimes políticos, contra a segurança nacional, a ordem econômica e social e a economia popular.

Art. 11 – Excluem-se de qualquer apreciação judicial todos os atos praticados de acordo com este Ato institucional e seus Atos Complementares, bem como os respectivos efeitos.

Art. 12 – O presente Ato Institucional entra em vigor nesta data, revogadas as disposições em contrário.

Brasília, 13 de dezembro de 1968; 147º da Independência e 80º da República.

A. COSTA E SILVA

Luís Antônio da Gama e Silva

Augusto Hamann Rademaker Grünewald

Aurélio de Lyra Tavares

José de Magalhães Pinto

Antônio Delfim Netto

Mário David Andreazza

Ivo Arzua Pereira

Tarso Dutra

Jarbas G. Passarinho

Márcio de Souza e Mello

Leonel Miranda

José Costa Cavalcanti

Edmundo de Macedo Soares

Hélio Beltrão

Afonso A. Lima

Carlos F. de Simas

A verdade sobre João Goulart e a revolução de 1964 e a subversão nas Forças Armadas

07/12/2008

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ver: https://homemculto.wordpress.com/2008/03/25/revolucao-de-1964-revolucao-de-31-de-marco-todos-os-marcos-se-parecem/?preview=true&preview_id=457&preview_nonce=0111595316

Revolução de 31 de março de 1964,  cruzada brasileira anticomunista brasileira

Almirante Carlos Penna Botto

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Currículo da ministra e candidata Dilma Stela Roussef – Voto consciente

16/11/2008

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16/10/2008

1969 – COMO VAI O TERROR – conheçam os “artistas”

13 de agosto de 1969 REVISTA VEJA

As seis perguntas do terror
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Pyotr Tkatchev, que morreu num asilo de loucos, foi um dos mais obscuros e talvez o mais conseqüente dos terroristas. Por volta de 1870, propôs que fossem assassinados todos os russos e russas com mais de 25 anos de idade, “porque os adultos são incapazes de compreender os ideais da revolução”.

Pyotr concordava com seus companheiros anarquistas quanto à necessidade de assassinar o czar, mesmo que o czar tivesse menos de 25 anos. Porém, ia mais longe. Achava que cada czar assassinado seria sucedido no trono por um outro ainda mais brutal e autocrata. Também o novo czar teria de ser assassinado e assim por diante: gerações de terroristas deviam estar sempre prontas para ir matando todos os czares, isso durante todos os séculos, até a eternidade.

Para Pyotr, o terror não era um meio de obter um fim político. Era um fim em si.
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No Brasil, na semana passada, terroristas de diversos tipos estiveram nas manchetes de todos os jornais.

São os terroristas brasileiros discípulos de Pyotr?

Pela amostragem da última semana, o terror brasileiro tem diversas caras, mas nenhuma delas é parecida com a do exaltado anarquista permanente. Quase a totalidade dos nossos terroristas – menos os poucos que não são de esquerda – quer, de diversas formas diferentes, um único fim: a destruição do “sistema capitalista” e a instauração do socialismo no País.

A população, que já conhece a violência do terrorismo através de ações cada vez mais freqüentes nos últimos anos, começa agora a conhecer suas verdadeiras intenções.

Mas ainda restam perguntas fundamentais sobre o terror:

– como estão os terroristas atualmente, depois que alguns grupos foram desbaratados?

– Que tipo de gente são os terroristas?

– Quantos atuam?

– O que já conseguiram, o que querem conseguir?

– Como estão sendo combatidos?

Como vai o terror?

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Os terroristas estão muito ativos e sofrendo muitas baixas.

Na segunda-feira, no Rio, quatro jovens assaltaram a Kombi de um banco. Levaram cheques sem fundos, um rádio de pilha e uma marmita de macarrão com frango; buscavam dinheiro para a subversão, segundo policiais.

No mesmo dia foi preso um técnico eletrônico, membro do MR-8 (Movimento Revolucionário 8 ­ data da morte de Guevara, em outubro de 1967), que tinha uma estação transmissora em sua loja em Ipanema. Seu companheiro Ivens Marchetti, arquiteto, preso na ilha das Flores, confessou que os assaltos eram “feitos para sustentar a preparação de guerrilhas no centro­oeste do Paraná”.

Terça-feira foram jogadas no palácio do Cardeal Dom Agnello Rossi, em São Paulo, uma bomba e uma carta com a assinatura de Carlos Marighella, antigo dirigente do Partido Comunista (segundo a polícia a assinatura não foi forjada).

E a semana continuou:

– um assalto em Guaratinguetá, SP,

– um no Rio e um em São Paulo;

– três jovens presos no Rio, com planos de assaltos;

– mais três presos em São Paulo;

um coronel baleado por estudantes que distribuíam panfletos no Rio.

No assalto ao Banco Nacional de São Paulo, no Rio, dois dos assaltantes foram presos. Eram do MR-26 (Movimento Revolucionário 26 de Julho, data do início da Revolução Cubana). Um dos presos, José Duarte dos Santos, ex-marinheiro expulso em 1964, disse na polícia:

“Eu não sou marginal. Vocês recuperam um marginal. Para mim, só o fuzilamento”.

O General Syzeno Sarmento, comandante do I Exército, comentou esse assalto:

“Não podemos arriscar a vida de nossos soldados. (…) Minha ordem foi clara: quando os soldados sentirem que alguém os vai atacar, podem atirar para matar, para valer”.

.E os terroristas?

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O General Meira Matos, inspetor-geral das polícias militares, disse há quase um ano, em documento distribuído a deputados federais:

“Os estudantes constituem peça importante na engrenagem da guerra revolucionária, já deflagrada pelas esquerdas”.

A importância dos estudantes no terror está demonstrada pelas próprias informações dirigidas pelas autoridades. Dos terroristas, a polícia só conhece uma parte:

– os que já foram presos e os que estão sendo procurados.

De janeiro de 1968 até a semana passada, as polícias dos vários Estados anunciaram ter identificado mais de 370 pessoas envolvidas em atos de terrorismo e assaltos com objetivos políticos.

Dos detidos nesse período (perto de duzentos) foi divulgada a qualificação de 128, dos quais 112 esquerdistas e doze direitistas.

Entre os de esquerda, quase todos de vinte a 25 anos de idade (apenas cinco com mais de trinta), 43 eram estudantes (38,5%).

Por que os estudantes são a maioria?

Para o General Meira Matos, a guerrilha rural fracassou na América Latina – “a morte de Guevara foi seu último suspiro” – e por isso as esquerdas decidiram transferir seu movimento das montanhas para as grandes cidades, onde a massa estudantil, motivada por uma série de contradições, talvez seja a vanguarda da luta.

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Para o diretor da Faculdade de Filosofia da Universidade de São Paulo, Professor Eurípedes S. de Paula, os estudantes de sua escola não têm mais “saídas festivas”.

Explica: “Realmente houve uma mudança de atitude coletiva.

Acabou a fase festiva que só levava a mais repressão. Houve uma reflexão por parte dos estudantes. Uma parte radicalizou e partiu para o terrorismo.

Outra parte parou”.

Dos esquerdistas detidos e qualificados como não estudantes, 23 eram militares ou ex-militares (20%), os quais oito oficiais; dezenove eram profissionais liberais (17%); nove operários (8%).

Entre os restantes, que incluem cinco estrangeiros, há comerciários, bancários, funcionários públicos e um dono de hotel. Apenas oito dos esquerdistas (7%) são casados.

Se os detidos são uma boa amostra da composição do total, incluindo os procurados e os ainda não descobertos, as porcentagens indicariam a composição social dos grupos esquerdistas:

-maioria de estudantes,

– ex-militares e profissionais liberais;

-alguma penetração do terrorismo esquerdista junto aos operários.

Dos dezesseis direitistas, a maioria, oito, eram militares (nenhum oficial); havia um faxineiro, um pintor de automóveis, um escritor e marginais.

Além dos detidos e dos 166 identificados e procurados, quantos são os terroristas?

Ninguém sabe, mas investigadores do DOPS de São Paulo julgam que não conseguiram muita coisa contra o terrorismo: prenderam 36 terroristas, porém não puderam dissolver nenhuma das organizações a que pertenciam os detidos.

Técnicos do Departamento de Polícia Federal dizem que foram surpreendidos pela ação terrorista. Só há um ano as polícias estaduais e a federal passaram a ter especialistas para combater o terror.

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Com todas as baixas sofridas, porém, os terroristas continuam tão ativos quanto antes, o que pode dar mais uma indicação para os que quiserem especular sobre seu número.

Diz um técnico da Polícia Federal:

“Alguns têm sustentado a idéia de que os terroristas são, em última análise, psicopatas.

Tal teoria nos parece absolutamente falha: eles são, no fundo, técnicos, recrutados e treinados especialmente.

Evidentemente, não podem ser considerados psicopatas”.

 

Que fizeram?

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O terrorismo se concentra em São Paulo e no Rio, chegou a ser ativo em Belo Horizonte, atua menos intensamente no Recife, é insignificante em Curitiba, Salvador, Brasília, é praticamente desconhecido nas outras capitais.

Eis um balanço do terrorismo no País:
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SÃO PAULO Entre 1968/69 foram roubados 2.426.000 cruzeiros novos de 42 agências bancárias, seis carros pagadores, um trem pagador, uma agência de turismo, duas casas comerciais.

A maioria desses roubos (e dos que foram feitos em todo o País a partir de 1967) foi, seguramente, de autoria de grupos de esquerda.

Até o segundo semestre de 1967, os assaltos a bancos eram raros e feitos por marginais. Em São Paulo, até aquela época, a média ficava entre um e dois por ano, a maior do País.

Na segunda metade de 1967 começa a escalada dos assaltos, que coincide com o início da ação dos terroristas de esquerda contra quartéis e estabelecimentos públicos – principalmente ligados à polícia e Segurança Nacional.

 

QUARENTA ATENTADOS SÓ EM SÃO PAULO

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A segunda grande atividade terrorista são esses atentados que, em São Paulo, nos últimos dezoito meses, foram quarenta.

Metade deles foi dirigida contra quartéis e entidades como o jornal “O Estado de S. Paulo”, o Serviço de Informações dos EUA, a sede da Tradição, Família e Propriedade; todos esses são atribuídos à esquerda, embora a polícia ainda não tenha esclarecido a grande maioria das investigações.

As autoridades ainda não têm conclusões definitivas quanto a incêndios das TVs de São Paulo, de fábricas, explosões de bombas em ônibus, trilhos ferroviários e sedes de sindicatos. (No seu último manifesto, Marighella nega a autoria dos incêndios das TVs.)
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Em São Paulo o terror de esquerda se tem empenhado bastante no roubo de armas.

Nos dois últimos anos, pelo menos mais de duzentas armas foram levadas de casas comerciais, soldados, quartéis e de um hospital militar.

Nas listas divulgadas pela polícia aparecem 150 fuzis e 23 metralhadoras, além de uma quantidade ainda não calculada de dinamite e munições.

Houve ainda três ocupações de emissoras de rádio levadas a efeito por terroristas que fizeram divulgação de manifestos subversivos.

GUANABARA E ESTADO DO RIO

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Neste ano houve nos dois Estados 23 assaltos, sendo dezenove atribuídos a grupos subversivos pela Secretaria da Segurança.
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Total roubado: 1.222.000 cruzeiros novos; dinheiro recuperado: 68.000 cruzeiros novos.
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De março a dezembro de 1968, dezoito bombas terroristas explodiram nos dois Estados. Este ano, apenas três.

A DOPS carioca não conhece a autoria de nenhum desses atentados e está investigando seis incêndios ocorridos nos últimos dois anos, que alguns poucos policiais atribuem a grupos subversivos. Nada foi provado ainda.
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Foram apreendidos com esquerdistas presos 350 quilos de dinamite, 46 revólveres e metralhadoras e 200 quilos de munição.
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Em Porto Alegre (apenas 299.000 cruzeiros novos roubados em assaltos desde 1965, nenhum deles atribuído a grupos políticos) não há, no momento, nenhum terrorista ou subversivo de outro tipo preso, dizem as autoridades policiais.

A maior preocupação da polícia é a notícia de que o ex-líder sindical Edmur Camargo estaria implicado nos assaltos à Caixa Econômica Federal e ao Sulbanco, em junho passado.

Embora Edmur seja negro bem escuro de lábios grossos e as testemunhas tenham dito que o assaltante é mulato de lábios finos, o retrato falado foi tão mal feito que acabou coincidindo com as feições do ex-líder sindical. Mas o Secretário da Segurança, Coronel Jaime Mariath, julga que Edmur nada tem mesmo a ver com os assaltos.

Em Belo Horizonte, desde que a Organização Político-Militar foi desbaratada, no começo deste ano, não houve mais subversão.

 

Que provocaram?

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O terrorismo é, fundamentalmente, uma ação intimidativa, tendo como finalidade criar o pânico – a definição é de um técnico do Instituto Nacional de Criminalística.

Talvez então a palavra “terrorista” não fosse adequada para designar um subversivo que assalta bancos com o único objetivo de obter dinheiro para sustentar guerrilheiros ou uma rede clandestina de militantes.

No entanto, a sucessão de assaltos, acompanhada de algumas mortes, está criando um sentimento de medo em setores da população que trabalham em áreas visadas pelos subversivos assaltantes.

Um policial paulistano afirma: “Lutar com esses terroristas é o mesmo que tomar veneno. Esses caras não têm sentimento como a gente, não podem ver farda. A vida um negócio muito mais importante que o negócio dos bancos. Tem muita gente que faz tudo para não dar serviço em banco”.

Na agência da Rua Iguatemi, do Banco do Estado de São Paulo, todos os funcionários foram transferidos para outros bairros, depois que o estabelecimento foi assaltado duas vezes.

Explica o gerente:

“Eles sofreram um trauma muito forte e não poderiam continuar a trabalhar no mesmo lugar”.

A insegurança sentida pelos bancários e guardas de bancos não contamina o resto da população, preocupada com os incêndios e mortes.

Ainda assim não se pode dizer que exista um clima de terrorismo no País.

Não há nada de semelhante ao que ocorre em Israel, por exemplo, onde os terroristas do El Fatah soltam bombas em supermercados, feiras, residências, pontos de ônibus, exatamente com a intenção de criar o pânico na população civil.

No Brasil o terrorismo provocou a reação policial. Em São Paulo, nas proximidades de bancos, as tradicionais duplas de soldados da Força Pública foram substituídas por grupos de quatro, em muitos lugares. A polícia agora faz batidas mais rigorosas e mais sistemáticas.

Também em São Paulo foi anunciado o lançamento da Operação Bandeirante: de surpresa, trechos da cidade, principalmente à noite, serão bloqueados para a polícia revistar todos os automóveis e seus passageiros, à procura das armas e do material do terror.

Do ponto de vista econômico, a nação ainda não sofreu o golpe do terror. O dinheiro roubado dos bancos, quando não é enviado para fora do País, continua circulando, movimentando a economia, através de compras.

Mas, assim como os assaltantes criaram o terror, o clima de insegurança poderá levar a uma insegurança real em alguns setores da economia.

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Que vão fazer?

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O futuro do terror, se é que ele tem algum, é a guerrilha, como forma de, finalmente, derrotar o Exército e tomar o poder.

Pelo menos é o que dizem os subversivos presos em seus depoimentos e suas organizações, em manifestos clandestinos.

Os principais grupos de assaltantes e terroristas são :

– a Vanguarda Popular Revolucionária,

– o grupo de Carlos Marighella, o MR-8 e o MR-26 – esses dois, ao que parece, ligados entre si e a outros MRs, com números que lembram datas importantes no calendário da subversão.

Todos eles têm a guerrilha rural em seu programa – e o grupo de Marighella a anuncia ainda para este ano.

Existem ainda vários outros grupos:

– a Ala Vermelha do Partido Comunista do Brasil,

– o GENR (Grupo Especial Naecional Revolucionário),

– o Colina (Comando de Libertação Nacional),

– a Rede (Revolucionários Democráticos),

– o MIR, que o DOPS paulista conhece de nome – mas não sabe o significado da sigla, o que é, nem o que faz.

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GRUPO MARIGHELLA – a ação aqui faz lembrar o que ?

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Segundo as autoridades policiais, Marighella tem uma orientação esquerdista muito pessoal, não filiada a qualquer das correntes comunistas ortodoxas internacionais. Não segue Moscou, nem Pequim, nem Havana.

Seria uma espécie de livre-atirador, agindo de acordo com um programa que defendeu na Conferência Tricontinental de Havana, em 1967. Este programa é divulgado através de panfletos clandestinos, em nome da Ação Libertadora Nacional.

Entre outras coisas, num desses panfletos, datado do mês passado, Marighella afirma:

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“Todos os grupos revolucionários armados que estão lutando devem prosseguir com a guerrilha urbana, como temos feito sistematicamente até aqui, assaltando bancos, atacando quartéis, expropriando, intensificando o terrorismo de esquerda, justiçando, seqüestrando, praticando em larga escala a sabotagem, para tornar desastrosas as circunstâncias em que o governo tem de agir”

E continua:

“Este será o ano da guerrilha rural”.

E recomenda: “Expropriar os latifundiários, queimar suas plantações, matar seu gado para matar a fome dos famintos, invadir as terras, justiçar os grileiros e os norte-americanos envolvidos com eles em compras de terras…”

A dificuldade que a polícia tem em relação ao grupo de Marighella, até agora praticamente não atingido pela repressão, é que ele estimula a formação de “grupos armados diferentes, de pequenos efetivos compartimentados uns dos outros e mesmo sem elos de ligação”, segundo diz no seu panfleto.

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Diário de um jovem terrorista

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Aluísio Ferreira Palmas, estudante preso por acaso num acidente de trânsito, tinha um diário onde estão a ingenuidade, o romantismo e as dificuldades de sua coluna de quatro “guerrilheiros” do MR-8.

Eles andaram, à moda de Guevara, pelos matos das margens do rio Cascavel, Paraná.

Terça-feira, 17Estamos levando o abastecimento escondido no mato e fomos ao encontro de oberto e Santos. Relatei meu contato com Rui e discutimos a marcha da coluna. Apresentei uma série de críticas ao Santos e creio que fui muito violento. Ele continua mal, politicamente, mas melhorou muito, na prática. É preciso discutir abertamente muitas questões. Fomos dormir, com duas horas de vigia para cada um. Apresentei um plano de evacuação parcial da área. Tudo OK.
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Quarta-feira, 18 Saímos às 7 horas. Pelo caminho, Roberto deu instruções e Santos fez observações sobre as plantas. Ficamos conhecendo a urarana, que tem talo igual ao do palmito. Chegamos ao local de acampamento por volta de 13h30. Devido à chuva, ‘pifou’ nossa ida ao depósito.
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Domingo, 22Na noite anterior choveu sem cessar. Todos nós levamos as armas quando saímos para buscar água, defecar, etc. Isso se tornou lei entre nós.
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Segunda-feira, 23Santos fala muito em voltar à cidade. Fizemos uma limpeza geral das armas. Roberto contou passagens da vida dele. Impressionante como adquiriu consciência revolucionária. O rádio deixou de funcionar. Estamos sem notícias.
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Quarta-feira, 25 Eu e Roberto faremos a picada para o norte, enquanto Miguel e Santos caminharão para leste. Voltaremos a nos encontrar no sábado.
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Quinta-feira, 26 Faz hoje, se não me engano, cinco dias que estamos desligados do mundo. Discuti com Roberto a nossa concepção da Organização Político-Militar.
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Sábado, 28 Santos apresentou seu problema. Acredito que esse caso será muito sério. É preciso ter cuidado com o tipo.
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Domingo, 29 Toda a alimentação sofre com a umidade. À noite, bati um papo com o Santos. Fui às raízes dos problemas que ele está sentindo. O homem vacila em todos os níveis.

 

As teorias sobre explosões

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O que dizem os teóricos e dirigentes comunistas sobre o terrorismo?

Segundo um técnico do Departamento de Policia Federal, a ação terrorista, pura e simples, é, condenada por eles baseados nas seguintes razões:

1) pelo seu primitivismo, o terrorismo representa, no fundo, a incapacidade para o proselitismo, a arregimentação e o diálogo;

2) por traduzir, em geral, noção de golpe, de ação individual ou de um pequeno grupo, propenso à criação de heróis, em detrimento da ação coordenada das massas;

3) pelo seu aspecto absolutamente negativo, levando à repulsa da maioria da população e à reação violenta das autoridades, preocupadas com a manutenção do regime e da ordem.

Che Guevara, Lênin e Stálin pensavam realmente dessa forma?

Segundo Che, a sabotagem é válida, mas não o terrorismo:

“O terrorismo e o atentado individual são métodos absolutamente diferentes da sabotagem. Estamos sinceramente convencidos de que o terrorismo é uma arma negativa que nunca produz os efeitos desejados: é ele que pode afastar o povo de um movimento revolucionário e ao mesmo tempo provocar perdas humanas desproporcionais aos resultados obtidos.

Pode-se recorrer, no entanto, a atentados individuais, mas unicamente em casos bem particulares, para suprimir um dos chefes da repressão, por exemplo. Mas não se deve, de modo algum, utilizar material humano especializado para eliminar um pequeno assassino, cuja morte pode provocar a eliminação de todos os elementos revolucionários que participam do atentado, sem contar as vítimas de represálias”. (Che Guevara, “A Guerra de Guerrilhas”, 1960.)

KOBA IVANOVICTH = STALIN

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Lênin considerava a preparação de uma revolução como uma arte meticulosa onde o terrorismo poderia ter seu papel, mas apenas na fase já insurrecional “repousada sobre a classe trabalhadora preparada e sobre o impulso revolucionário do povo conduzido por sua elite”.

Em 1905 acreditava que essa fase insurrecional já existia em São Petersburgo e acusava o Partido Bolchevique de certa passividade: “Fala-se em bombas há mais de seis meses, sem se haver fabricado uma única. Organizai imediatamente grupos de combate, por toda a parte onde for possível. Armai-vos vós mesmos, sem delongas, com o que houver à disposição: revólveres, facas, trapos embebidos de petróleo, etc.

Esses grupos de combate devem agir imediatamente:

– uns, eliminando um policial agente secreto ou fazendo explodir um comissariado de polícia;

– outros, organizando um ataque contra um banco, a fim de confiscar dinheiro para a revolta”.

Nas ruas de Tiflis e Baku, no Cáucaso, um terrorista misterioso, conhecido pelo nome de Koba Ivanovitch, seguia à risca essas instruções e de tempos em tempos apareciam cadáveres de policiais mortos a tiros.

Esse terrorista ficaria famoso, quase vinte anos depois, sob outra alcunha: Stálin.

Foi ele o autor do maior assalto a banco realizado pelos bolcheviques quando ainda se preparavam para tomar o poder: 341.000 rublos.

Mas esse dinheiro nunca pôde ser usado: as notas eram todas de 500 rublos com números acima de 62.900 na série A. As únicas com essa numeração.

http://vejaonline.abril.com.br/notitia/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=1&pageCode=1267&textCode=93484

brasileiros vítimas terror anos 1970, direitos das vítimas, indenização, Das vítimas dos terroristas, ninguém fala, ninguém defende.

16/09/2008

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www.alingua.blogspot.com

15/11/2007

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VOCÊ ESTÁ CANSADO(A) DE VER SEU DINHEIRO IR PARA PATROCÍNIO DE MENTIRA KÚMMUNISTA EM FORMA DE FILME-LEKAS QUE LOUVAM KANALHAS, TERRORISTAS, TRAIDORES, ENTREGUISTAS, ESTUPRADORES, ASSASSINOS, ACIMA DO NOME DO PRÓPRIO “SENHOR JESUS CRISTO”.
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ENTÃO NÃO ABASTEÇA NOS POSTOS PT-ROBRAS.
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QUANTO MENOS DINHEIRO INDO PARA MANTER A FARRA DAQUELA GIGANTE MÁQUINA GOVERNAMENTAL, MAIS O KÚMMUNISMO ESTARÁ FORTE.
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E FORA CPMF.
CHEGA DE DINHEIRO NOSSO VIRAR FUZIL AK-47 EM TRINCHEIRA DO “M”ovimento “S”andinista “T”errorista.

DILMA STELA ROUSSEF COLINA E O CASO DO COFRE DO ADHEMAR DE BARROS! Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) e o Comando de Libertação Nacional (COLINA)

03/11/2007

RECORDANDO A HISTÓRIA

ADHEMAR

“A AÇÃO GRANDE OU O ROUBO DO COFRE DO ADHEMAR”

1. A FORMAÇÃO DA VAR-P
Em meados de 1969, duas organizações de linha foquista, a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) e o Comando de Libertação Nacional (COLINA) debatiam-se sufocadas pelo cerco dos órgãos de segurança. Esprimidas entre os sucessos dos atos terroristas e dos assaltos a bancos e as amarguras da prisão de dezenas de seus militantes, ambas buscaram, na fusão, um modo de rearticularem-se, formando uma única organização, mais poderosa e de âmbito quase nacional.
Assim é que, em junho e em julho, em duas casas do litoral paulista, respectivamente, em Peruíbe e em Mongaguá, os dois comandos nacionais realizaram a denominada Conferência de Fusão, em cujo Informe, datado de 07 de julho, já aparecia o nome da nova organização, a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-P), que iria, também, ganhar a adesão de militantes da Dissidência do Partido Comunista Brasileiro de São Paulo (DI/SP).
Foi eleito o seguinte Comando Nacional (CN), três oriundos de cada organização: Carlos Lamarca, Antônio Roberto Espinosa e Cláudio de Souza Ribeiro, da VPR, e Juarez Guimarães de Brito, sua esposa Maria do Carmo Brito e Carlos Franklin Paixão Araújo, do COLINA.
Apesar da fusão ter sido concretizada, as discussões da conferência não foram tranqüilas, transcorrendo num clima tenso e, por vezes, tumultuado. Os “massistas” oriundos do COLINA, melhor preparados politicamente, criticavam os “militaristas” da VPR, pelo “imediatismo revolucionário” que defendiam. Ao mesmo tempo, entrando com 55 milhões de cruzeiros e um grande arsenal de armas, munições e explosivos, os oriundos da VPR sentiam-se moralmente fortalecidos, em face do nenhum dinheiro e das duas metralhadoras Thompson e quatro pistolas trazidas pelo COLINA.
Entretanto, tudo foi esquecido quando Juarez Guimarães de Brito apresentou o seu trunfo, o planejamento da ” ação grande”, que poderia dar, à nova VAR-P, sua independência financeira.
2. A “AÇÃO GRANDE”
Gustavo Buarque Schiller, o “Bicho”, era um secundarista da então Guanabara que havia participado das agitações estudantis de 1968 e, através de militantes do diminuto Núcleo Marxista Leninista (NML), havia-se ligado ao COLINA. De família rica, morava no bairro de Santa Tereza, próximo à casa de seu tio, o médico Aarão Burlamaqui, que a havia cedido para ser a residência de sua irmã – tia do “Bicho”, Anna Gimel Benchimol Capriglione, tida como sendo a “amante do Adhemar”, ex-Governador de São Paulo. Ao ouvir que no cofre do casarão de sua tia, que morava na Rua Bernardino dos Santos, havia milhões de dólares,levou esse dado à organização.
No início de maio de 1969, “Bicho” recebeu de Juarez Guimarães de Brito a incumbência de realizar levantamentos mais acurados, com croquis e tudo, para um futuro assalto. Descobriu, então, que não havia só um, mas dois cofres, o segundo num escritório em Copacabana. Descobriu, também, que neles deveria haver de 2 a 4 milhões de dólares, além de documentos que poderiam incriminar, por corrupção, o ex-Governador Adhemar de Barros.
Juarez vislumbrou a ” ação grande”: num assalto simultâneo, arrecadaria recursos financeiros nunca antes conseguidos por uma organização e, com os documentos, poderiadesmoralizar um dos articuladores da Revolução de 1964.
Necessitando de mais dinheiro para o roubo dos cofres, Juarez decidiu executar o que denominou de “ação retificadora”, chefiando, em 11 de julho, o assalto à agência Muda do Banco Aliança, com os seguintes sete militantes da VAR-P: Darcy Rodrigues, Chael Charles Schreier, Adilson Ferreira da Silva, Fernando Borges de Paula Ferreira, Flavio Roberto de Souza, Reinaldo José de Melo e Sonia Eliane Lafoz. O assalto não proporcionou o resultado esperado: além de só terem conseguido 17 milhões de cruzeiros, foram perseguidos pela polícia, quando Darcy Rodrigues assassinou o motorista de táxi Cidelino Palmeira do Nascimento, causando “reflexos políticos negativos” para a nascente organização.
Por outro lado, o assalto ao cofre de Copacabana necessitava um tempo maior de planejamento, o que a “revolução” não poderia conceder. Decidiu, então, roubar o de Santa Tereza.
Na tarde de 18 de julho de 1969, os seguintes treze militantes da VAR-P, comandados por Juarez Guimarães de Brito (“Juvenal”, “Júlio”), invadiram o casarão de Anna Capriglione, disfarçados de policiais à cata de “documentos subversivos”: Wellington Moreira Diniz (“Lira”, “Justino”, “Mario”, “Lampião”, “Virgulino”), José Araújo de Nóbrega (“Alberto”, “Monteiro”, “Zé”, “Pepino”), Jesus Paredes Sotto (“Mário”, “Reis”, “Lu”, “Roque”, “Tião”, “Elmo”), João Marques de Aguiar (“Braga”, “Jeremias”, “Topo Gigio”), João Domingos da Silva (“Elias”, “Ernesto”), Flávio Roberto de Souza (“Marques”, “Mário”, “Juarez”, “Ernesto”, “Gustavo”), Carlos Minc Baumfeld (“Orlando”, “José”, “Jair”), Darcy Rodrigues (“Sílvio”, “Léo”, “Batista”, “Souza”), Sônia Eliane Lafoz (“Bonnie”, “Mariana”, “Clarice”, “Paula”, “Rita”, “Olga”), Reinaldo José de Melo (“Rafael”, “Maurício”, “Otávio”, “Douglas”), Paulo Cesar de Azevedo Ribeiro (“Ronaldo”, “Hilton”, “Comprido”, “Glauco”, “Ivo”, “José”, “Luiz”, “Osvaldo”, “Pedro”, “Rui”) e Tânia Manganelli (“Simone”, “Glória”, “Marcia”, “Patrícia”, “Sandra”, “Vera”).
Após confinarem os presentes a uma dependência do térreo da casa, um grupo subiu ao 2º andar e levou, através de cordas lançadas pela janela, o cofre de 200 Kg, colocado numa Rural Willys. Em menos de 30 minutos, consumava-se o maior assalto da subversão no Brasil.
Levado para um “aparelho” localizado próximo ao Largo da Taquara, em Jacarepaguá, o cofre foi arrombado com maçarico e com o cuidado de, antes, ser enchido de água através da fechadura, para evitar que o dinheiro se queimasse. Aberto, “os militantes puderam ver, maravilhados, milhares de cédulas verdes boiando”. Penduraram as notas em fios de nylon estendidos por toda a casa e secaram-nas com ventiladores. Ao final, 2.800.064,00 dólares atestavam o sucesso da ” ação grande”.
Entretanto, entre os documentos encontrados só havia cartas e papéis pessoais, nada que pudesse incriminar Adhemar de Barros, além das inevitáveis especulações sobre as origens da fabulosa quantidade de dólares.
3. O DESTINO DO BUTIM
O destino dado ao dinheiro nunca foi devidamente esclarecido, perdido nos obscuros meandros da cobiça humana sobrepondo-se à ideologia.
Juarez e Wellington Moreira Diniz deixaram todo o dinheiro no “aparelho” da Rua Oricá, 768, em Braz de Pina, sob a guarda de Luiz Carlos Rezende Rodrigues (“Chico”, “Negão”) e Edson Lourival Reis Menezes (“Miranda”, “Sérgio”, “Wander”, “Emílio”, “Gilson”). Dias depois, Juarez foi buscar o dinheiro e determinou que essas duas “testemunhas” viajassem para a Argélia: Luiz Carlos embarcou em 12 de agosto, a fim de comprar armas, e Edson, via Argélia, foi fazer um curso de guerrilha em Cuba. Cinco meses depois, já no início de 1970, de volta ao Brasil, Luiz Carlos pediu para o militante Jorge Frederico Stein levar a quantia de 220 milhões de cruzeiros do Rio Grande do Sul para a Guanabara, em duas viagens.
Cerca de 300 mil dólares foram colocados em circulação e sabe-se que muitos militantes receberam, cada um, 800 dólares para emergências e que os dirigentes passaram a viver sem dificuldades financeiras. Inês Etienne Romeu (“Alda”, “Isabel”, “Leda”, “Nadia”, “Olga”, “Tania”) recebeu 300 mil. Cerca de 1,2 milhão foi distribuído pelas regionais, para a aquisição de armas, “aparelhos” e carros, além da implementação das possíveis áreas de treinamento de guerrilhas. No final de setembro, Maria do Carmo Brito (“Lia”, “Madalena”, “Madá”, “Sara”) entregou ao Embaixador da Argélia no Brasil, Hafif Keramane, a quantia de 1 milhão de dólares. Em contas secretas da Suíça – depois transferidas para a França, foram depositados 250 mil dólares, dos quais 120 mil foram divididos, em 1974, pelos grupos remanescentes da VAR-P e 130 mil foram abocanhados por Lalemant, um francês intelectual de esquerda, editor e dono da livraria Marterout, em Paris.
Quanto ao Gustavo Buarque Schiller, o “Bicho”, seu destino foi mais claro, se não trágico, do que o dos dólares que ajudou a roubar. Logo após o assalto, passou para a clandestinidade, escondendo-se com Herbert Eustáquio de Carvalho, o “Daniel”. Depois, fugiu para o Rio Grande do Sul, onde usou os codinomes de “Luiz” e “Flávio”. Preso no final de março de 1970, foi banido para o Chile em 13 de janeiro de 1971, em troca da vida do embaixador suíço. Depois de passar longos anos de dificuldades financeiras na França, retornou ao Brasil com a anistia, em novembro de 1979. Movido por “conflitos existenciais”, suicidou-se em 22 de setembro de 1985, atirando-se de um edifício em Copacabana.
Com dólares, armas e militantes preparados, a VAR-P nascia grande e prometia tornar-se a maior das organizações subversivas brasileiras. Os conflitos ideológicos entre seus integrantes, originados de uma fusão que nunca desceu da cúpula dirigente às bases, acabariam por dividi-la e enfraquecê-la, facilitando a sua posterior destruição.

F. Dumont

TERRORISMO NUNCA MAIS

http://www.ternuma.com.br/historia.htm