Archive for the ‘terrorismo no brasil’ Category

Membro da Família Real Brasileira foi vítima de terroristas palestinos na Avenida Paulista em São Paulo-SP

03/05/2017

OS BRASILEIROS NÃO PARAM A LEI DE MIGRAÇÃO, AGORA VEMOS AS CONSEQUENCIAS.

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“Eu sou testemunha.

Aqui na Delegacia já tinha todo um aparato midiático e de advogados esperando pelos Terroristas, inclusive com tradutores para os Sirios que não falam Português! P

arece que tudo foi premeditado para quando chegassem aqui, a verdade fôsse deturpada. Compartilhem p/ todos saberem como agem!” Luiz Philippe de Orleans e Bragança.

Quem é o terrorista?

29/04/2017

ELES?

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NÓS?

Um motorista furou o bloqueio montado por terroristas, na fracassada greve geral de 28/04/2107, e, atropelou manifestantes na Rodovia Presidente Dutra (BR-116), em São José dos Campos-SP, no Brasil.

 

 

Lei do Terrorismo na qual devem ser enquadrados os terroristas da fracassada greve geral no Brasil em 28 de abril de 2017

28/04/2017

IV – sabotar o funcionamento ou apoderar-se, com violência, grave ameaça a pessoa ou servindo-se de mecanismos cibernéticos, do controle total ou parcial, ainda que de modo temporário, de meio de comunicação ou de transporte, de portos, aeroportos, estações ferroviárias

partiram pro crime!! Acorda, Brasil!
“Grevistas” colocam manilhas de concreto na linha do trem. Isso aconteceu na grande Natal-RN.
Como apoiar uma coisa assim?

Isso é tentativa de assassinato! Quem apoia essa gente é Lula e Cia que querem voltar ao poder e acabar de vez com nossa Pátria.

Não podemos deixar a volta desses comunas.

ou rodoviárias, hospitais, casas de saúde, escolas, estádios esportivos, instalações públicas ou locais onde funcionem serviços públicos essenciais, instalações de geração ou transmissão de energia, instalações militares, instalações de exploração, refino e processamento de petróleo e gás e instituições bancárias e sua rede de atendimento;

Estudantes Brasileiros também são recrutados para o terrorismo petralha

27/04/2017

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Terrorism is child abuse!

#TerrorismIsChildAbuse

Não é possível aceitar que senadores agitem greve geral

27/04/2017

 

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Não é greve. É terrorismo.
Dia 28/04/2017 os petistas com seus vagabundos de plantão irão se manifestar para pedir novas eleições na tentativa desesperada de eleger o seu vagabundo mestre Lula ainda esse ano para o mesmo se livrar da cadeia.

Aviso urgente contra arruaceiros do 28 de abril

26/04/2017

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E os dias eram assim para quem não era terrorista

19/04/2017

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O que é o PSOL? Quem fundou o PSOL?

05/04/2017

Fala do Deputado Pastor Marco Feliciano na audiência pública da Comissão Especial do Escola sem Partido (04.04.2017)

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FELICIANO DETONA E CONTA HISTÓRIA QUE PSOL NÃO QUER LEMBRAR!

ASSISTA E COMPARTILHE!

Ciro Gomes: “Recebo ele (Sérgio Moro) e a turma dele na bala”

02/04/2017

Mais proibição – Eu sou do tempo do É PROIBIDO PROIBIR

27/03/2017
Notícias STFImprimir

Quarta-feira, 22 de março de 2017

Partido pede que escolas de todo o país sejam obrigadas a coibir bullying homofóbico

O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) ajuizou Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 5668), na qual pede que o Supremo Tribunal Federal (STF) dê interpretação conforme a Constituição Federal ao Plano Nacional de Educação (aprovado pela Lei 13.005/2014) para reconhecer o dever constitucional das escolas públicas e particulares de prevenir e coibir o bullying homofóbico, consistente em discriminações por gênero, identidade de gênero e orientação sexual, bem como de respeitar a identidade de crianças e adolescentes LGBT no ambiente escolar. A lei tem como objetivo dar cumprimento ao artigo 214 da Constituição Federal.

O inciso II do artigo 2º da lei prevê, entre as diretrizes do plano, a superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação, de maneira genérica. O plano prevê uma série de metas e estratégias, entre elas o acompanhamento do acesso, permanência e aproveitamento escolar dos beneficiários de programas de transferência de renda, bem como das situações de discriminação, preconceitos e violências na escola, visando ao estabelecimento de condições adequadas para o ensino, em colaboração com as famílias e com órgãos públicos de assistência social, saúde e proteção à infância, adolescência e juventude.

Para o partido, é preciso combater a noção de que a escola funciona como uma espécie de “curso técnico” voltado à aprovação de adolescentes no vestibular ou no Enem. Isso porque, sustenta o PSOL, a escola deve ensinar crianças e adolescentes a conviverem com a diversidade, em uma sociedade plural, e, com isso, a respeitarem pessoas com características distintas das suas. O partido afirma que parlamentares contrários aos direitos humanos da população LGBT conseguiram retirar dos Planos Nacional, Estaduais e Municipais de Educação menções ao enfrentamento das discriminações por gênero, identidade de gênero e orientação sexual também pelas escolas.

“ É preciso que a sociedade em geral e as escolas em particular respeitem essas crianças e adolescentes que não se enquadram na heterossexualidade cisgênera. Ou seja, as crianças e adolescentes que não sentem atração por pessoas do gênero oposto (‘não-heterossexuais’) e que se identificam com o gênero socialmente atribuído a si em razão de sua genitália (‘não-cisgeneridade’). Aqui entra o papel do professor”, afirma o PSOL na ADI, acrescentando que seu papel é, no mínimo, coibir a prática do bullying contra os alunos em geral, com especial atenção a alunos integrantes a minorias e grupos vulneráveis.

O PSOL pede liminar para que escolas públicas e particulares se abstenham de reprimir crianças e adolescentes que manifestem comportamentos entendidos como de pessoas homossexuais, bissexuais, assexuais, travestis, transexuais ou intersexos, respeitando a identidade de gênero de crianças e adolescentes que queiram ser identificadas e tratadas de acordo com o gênero com o qual se identificam.

A ADI foi distribuída ao ministro Edson Fachin.

VP/CR

Processos relacionados
ADI 5668

A escolha é sua

27/03/2017

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A Fraude do Aquecimento Global

24/03/2017

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Aluizio Amorim mais uma vez derruba as mentiras globais

21/03/2017

terça-feira, março 21, 2017

OS VELHACOS HISTÉRICOS E MENTIROSOS DA GRANDE MÍDIA: UM VÍDEO COMPROVA TUDO.

Em postagem aqui no blog no último último domingo, dia 19, informei que 700 empresas estão interessadas em apresentar propostas para construir o muro que o Presidente Donald Trump construirá na fronteira com o México. Tal providência procurar barrar a entrada de imigrantes ilegais, além do tráfico de drogas e armamentos para gangues e terroristas. O governo Trump já iniciou o exame de propostas em que pese o histerismo do Partido Democrata e seus braços armados como ONGs e organizações de bate-paus, black-blocs e correlatos que tem infernizado a vida do americanos, principalmente dos trabalhadores. Notem que o esquerdismo age de forma uniforme em qualquer lugar do mundo. A eleição de Donald Trump serviu para mostrar quão deletérias são essas ações terroristas que bem conhecemos também aqui no Brasil por meio da ação nefasta e criminosa de Lula e seus sequazes travestidos de “manifestantes”.

Para variar, a grande mídia norte-americana e em todo o resto mundo atua de forma uniforme já que se tornou há muitos anos o departamento de propaganda do dito neocomunismo globalista do século XXI. Esse neocomunismo não promove mais guerra de guerrilhas. Atua de forma solerte por meio do aparelhamento de todas as instância estatais. Sob os 8 últimos anos de reinado de Hussein Obama e seus sequazes do Partido Democrata, as lições do psicopata italiano Antonio Gramsci foram levadas ao pé da letra. Tanto é que já se fala nos Estados Unidos da existência do que denominam “deep State”, ou seja “Estado profundo”, uma teia de funcionários que compõem o serviço público norte-americano direto e, mais ainda, operando na miríade de agências e demais órgãos governamentais, incluindo aí até mesmo o Departamento de Segurança Interna, o FBI, a CIA entre outros.

Esse tal “deep State” está diretamente conectado com os jornalistas da grande mídia num conluio infernal destinado a solapar a qualquer preço o governo de Donald Trump. Não se sabe até agora quem ou quais empresas “molham” as mãos dos “penas alugadas”, gíria do passado que identificava o jornalismo a soldo dos mais diferentes interesses. É possível, dada a gravidade da situação midiática da atualidade e a pressão das redes sociais, blogs e sites independentes, que mais adiante venha à tona a resposta à pergunta que não quer calar: Quem compra e paga a opinião dos jornalistas da grande mídia? Quem financia o suborno? Quem se vende?

E uma prova do que estou afirmando aqui e agora pode ser conferida no vídeo acima. Trata-se de parte do discurso de Bill Clinton ao Congresso norte-americano em 1995. Alto e bom som ele promete brecar a imigração ilegal. Promete segurança para os cidadãos americanos. Seu discurso é praticamente igual ao de Donald Trump neste ano de 2017. Diferente é a reação da mainstream media.

Agora ficaremos sabendo dos crimes contra a humanidade praticados por terroristas comunistas no Brasil

17/03/2017
Notícias STFImprimir

Quinta-feira, 16 de março de 2017

Plenário garante acesso a áudios de sessões secretas do STM nos anos 1970

O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) julgou procedente a Reclamação (RCL) 11949, ajuizada por um advogado contra decisão do presidente do Superior Tribunal Militar (STM) que autorizou o acesso apenas aos áudios das sessões públicas realizadas por aquela corte nos anos 1970. Os ministros entenderam que o ato desrespeitou a decisão da Segunda Turma do Supremo no julgamento do Recurso Ordinário em Mandado de Segurança (RMS) 23036, quando foi garantido amplo acesso aos áudios das sessões públicas e também das sessões secretas. A decisão foi tomada por unanimidade nesta quinta-feira (16)

O advogado autor da reclamação requereu ao próprio STM, em 1997, acesso aos áudios das sessões realizadas por aquele Tribunal. O material seria usado como fonte na elaboração de uma obra literária sobre o Poder Judiciário. Ele explicou que as sessões daquela época eram divididas em sessões públicas – leitura do relatório e sustentações orais – e sessões secretas – quando eram colhidos os votos dos magistrados. O pleito, contudo, foi negado. O STM argumentou que as gravações dos debates dos ministros e das sustentações orais não integram os processos e são de uso interno do Tribunal e de acesso privativo. O advogado então recorreu ao Supremo por meio do RMS 23036.

Ao julgar o recurso em março de 2006, a Segunda Turma do STF acolheu o pleito ao argumento de que a Constituição Federal só permite a restrição da publicidade dos atos processuais quando houver a necessidade de defesa da intimidade e da pessoa ou no interesse da sociedade e do Estado, o que não seria o caso dos autos.

O STM, então, deferiu o acesso apenas às sessões públicas do período requisitado. Contra esse ato, o advogado ajuizou a reclamação no STF, alegando descumprimento da decisão do Supremo no RMS 23036.

Na condição de amicus curiae (amigo da Corte), o representante da Ordem dos Advogados do Brasil disse em sustentação oral que o caso em debate materializa e concretiza a necessidade de tornar públicos arquivos sobre esse capítulo da história brasileira. É preciso ter acesso ao acervo que o STM possui, até para dar ao povo o conhecimento de como se processaram os julgamentos de presos políticos naquela corte, salientou. Para ele, é preciso conhecer a história para não repeti-la.

Em seu voto, a relatora da reclamação, ministra Cármen Lúcia, frisou que nem mesmo uma leitura apressada e superficial da decisão no RMS 23036 permitiria inferir que o Supremo teria se limitado a franquear o acesso apenas a documentos relacionados à parte pública das sessões, ressalvando os documentos produzidos a partir de debates e votos proferidos na parte secreta das sessões de julgamento. Segundo a ministra, a decisão paradigma é explícita ao dispor sobre a ilegitimidade da exceção imposta quanto à matéria discutida e votada na parte secreta da sessão pelo Plenário do STM.

A ministra reafirmou o entendimento do STF no sentido de que o ato do presidente do STM está em descompasso com a ordem constitucional vigente, que garante o acesso à informação. Para ela, ao autorizar o acesso apenas à parte pública das sessões, o STM violou a decisão do Supremo, que deu acesso amplo aos áudios das sessões requeridas, além de se mostrar em descompasso com a ordem constitucional vigente, que garante o acesso à informação como direito fundamental.

“Tem-se como injustificável juridicamente a resistência que o STM tentou opor ao cumprimento da decisão emanada deste Supremo Tribunal, que taxativamente afastou os obstáculos erigidos para impedir que fossem trazidos a lume a integralidade dos atos processuais ali praticados, seja na dimensão oral ou escrita, cujo conhecimento cidadãos brasileiros requereram para fins de pesquisa histórica e resguardo da memória nacional”, apontou.

Ao concluir seu voto, a ministra disse que o STM deve permitir o acesso do reclamante aos documentos requeridos, ressalvados apenas aqueles indispensáveis ao resguardo do interesse à defesa da intimidade e aqueles cujo sigilo se imponha para proteção da sociedade e do Estado, desde que motivado de forma explicita e pormenorizada, o que não se deu no caso, segundo a ministra, a fim de sujeitar também esses atos ao exame administrativo e ao controle jurisdicional.

MB/CR

Leia mais:
28/03/2006 – Julgamentos dos Tribunais são públicos, decide 2ª Turma

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Rcl 11949
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Como detectar caráter mal formado e caráter deformado só com 3 perguntas

15/03/2017

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Grevista! Não está contente com o Brasil – Vá viver na Síria

15/03/2017

É tocar a vida em frente, curtir música…

Nestas horas se vê o quanto é útil uma vitrola tocada à corda

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