Archive for the ‘mst’ Category

A BOA NOTICIA NÃO TEM HORA

28/01/2013

A BOA NOTICIA NÃO TEM HORA

O fracasso da reforma agrária

26/11/2011

http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/incra-excluiu-mais-de-100-mil-assentados-por-irregularidades/n1597384476210.html

Incra excluiu mais de 100 mil assentados por irregularidades

Nos últimos 10 anos, principal motivo foi o abandono de lotes: ‘Nenhuma família vai querer ficar num assentamento precário’

Agência Brasil | 25/11/2011 20:12

Em dez anos, 103 mil beneficiários da reforma agrária foram excluídos do programa por irregularidades. A maioria das exclusões, 44%, foi motivada por abandono da terra. Em seguida, estão os casos de venda irregular de lotes dos assentamentos, com 35% das exclusões.

Os números são do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que lançou nesta sexta-feira (25) uma campanha para coibir a compra e venda ilegal de lotes da reforma agrária. De janeiro de 2001 a julho de 2011, o Incra excluiu 36,5 mil famílias que comercializaram as terras irregularmente. Pela lei, os lotes da reforma agrária não podem ser vendidos, alugados nem arrendados.

“Muitas pessoas desconhecem as regras da reforma agrária. Até o titulado pagar pelo título, a terra é pública. E tanto a compra quanto a venda são ilegais”, disse o presidente do Incra, Celso Lacerda, que lembrou o episódio recente de venda de lotes da reforma agrária em um assentamento no litoral da Bahia para construção de mansões à beira-mar. “Queremos coibir casos como o de Cumuruxatiba”.

MST volta a invadir fazendas em São Paulo

No entanto, o principal motivo de exclusões do Programa Nacional de Reforma Agrária é o abandono dos lotes. Em 10 anos, 44 mil famílias deixaram para trás os assentamentos. Lacerda admite que muitas vezes a rotatividade está ligada à falta de infraestrutura dos assentamentos, que inviabiliza a permanência das famílias.

“Nenhuma família vai querer ficar num assentamento em que ela não consiga viver dignamente”, reconheceu. Segundo Fonseca, os problemas são mais comuns em assentamentos antigos, criados quando o processo de reforma agrária era “desqualificado”.

“Os primeiros assentamentos eram marginais, terras que ninguém queria. Nessas áreas até hoje a rotatividade é muito alta”.

O Incra não tem estatísticas anuais sobre a rotatividade nos assentamentos, mas, segundo Lacerda, a “sensação” é que a movimentação tem diminuído nos últimos anos, por causa da melhoria das condições de infraestrutura e produção nos assentamentos.

Além do abandono e da venda ilegal, também são suspensos do programa, as famílias que não cumprem cláusulas contratuais, as que não conseguem provar informações fornecidas no processo de seleção, as que não se adaptam às regras dos assentamentos e as que têm outras fontes de renda permanente sem ligação com a produção no lote. Uma vez excluído, o beneficiário não pode pleitear um novo lote da reforma agrária.

O número de beneficiários excluídos pelo Incra nos últimos dez anos corresponde a 13% do total de famílias assentadas pela autarquia, 790 mil em todo o país. O instituto reconhece que as irregularidades podem estar subnotificadas e que as exclusões “refletem as irregularidades que foram efetivamente identificadas e sanadas pelo Incra”.

A região que mais registra exclusões é o Centro-Oeste, onde 19,8% dos beneficiários assentados foram tirados do programa entre 2001 e 2011. Entre os estados, proporcionalmente, o maior número de exclusões foi feito em Roraima, que teve 34,9% dos assentados suspensos em dez anos.

Maior latifundiário do Brasil Stédile confessa que com Dilma presidenta, Mst vai grilar terras como nunca…

10/07/2010
O Brasil viverá um aumento das ocupações de terra se a petista Dilma Rousseff vencer as eleições e um crescimento da violência no campo caso o tucano José Serra seja o escolhido.

O diagnóstico é do economista marxista (comunista) João Pedro Stédile, fundador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), maior organização social do país.

Ele explica que a intensificação de atos num eventual governo do PT ocorre justamente pelas afinidades históricas entre os dois grupos.

“Um operário, diante de um patrão reacionário, não se mobiliza. Com Dilma, nossa base social perceberá que vale a pena se mobilizar, que poderemos avançar, fazendo mais ocupações e mais greves”, disse ele em entrevista à Reuters, a primeira desde o início do processo eleitoral.

“Se o Serra ganhar, será a hegemonia total do agronegócio. Será o pior dos mundos. Haverá mais repressão e, por isso, tensão maior no campo…A vitória dele é a derrota dos movimentos sociais”, acrescentou.

Por essa razão, a opção “majoritária” do movimento é apoiar a ex-ministra-mesmo que, nos últimos anos, justamente num governo considerado amigo, o MST tenha se enfraquecido e chegado à conclusão de que “o agronegócio venceu”.

“Lula não fez reforma agrária, mas uma política de assentamento…Metade dos números do governo é propaganda”, afirma Stédile.

INCRA condenado por desapropriar terra produtiva e expulsa 80 famílias em SC para por quilombolas

30/06/2010

A prepotência do INCRA é um espanto! Órgão aparelhado, age segundo os interesses dos movimentos ditos sem-terra, promove uma truculenta Reforma Agrária, Não se importa com as leis, valendo-se de atos administrativos para ir implantando assentamentos e protegendo os acampamentos do MST e congêneres. E vai assim, aos trambolhões, usando a Reforma Agrária e a Revolução Quilombola para coletivizar o campo brasileiro. Vejam estes dois exemplos.

INCRA condenado por desapropriar terra produtiva

O Tribunal Regional Federal da 3ª Região anulou o decreto de desapropriação da Fazenda Teijin, de 27 mil hectares, transformada em assentamento para 1.067 famílias do MST, em Nova Andradina (MS).

O TRF também condenou o órgão a indenizar em R$ 45,3 milhões os donos da fazenda. Corrigido, o valor chega a R$ 80 milhões.

O tribunal acolheu a alegação dos donos de que, na época em que foi vistoriada (2002), a fazenda era produtiva. O INCRA se limitou a informar que a decisão judicial não é definitiva e vai recorrer.

E o Brasil vai retornando à era tribal

No plenário da Câmara Federal, o deputado federal Valdir Colatto lamentou a publicação do decreto presidencial que criou a reserva quilombola Invernada dos Negros abrangendo os município de Campos Novos e Abdon Batista, no meio oeste catarinense.

Diante disso e de outras inúmeras ações em Brasília para reverter esta situação, Colatto vai ingressar com decreto legislativo com objetivo de anular o ato presidencial que beneficia 34 famílias intituladas quilombolas e desaloja 80 famílias proprietárias das terras e mais uma empresa de celulose com 1,2 mil empregados.

A decisão presidencial foi publicada no Diário Oficial da União no dia 18 de junho. A área decretada quilombola compreende oito mil hectares. Segundo o deputado, o decreto afirma expropriação, o que significa que serão pagas aos proprietários legítimos somente as benfeitorias e não as terras.

“Esta área não será dos 34 ditos quilombolas e sim da União (Seria aTerrabras?) que quer instalar um sistema ‘tribal’, de terras coletivas, o que não existe na legislação brasileira”, reclama.

O deputado considera lamentável a decisão do presidente da república que resultará em conflito social e econômico e critica o erro cometido pelo INCRA que levou a instalar área específica onde não existe quilombola.

Se nosso leitor desejar conhecer tudo o que vai por trás das ações do INCRA na questão quilombola, visite nosso site:

www.paznocampo.org.br

Ou encomende o livro de Nelson Ramos Barretto ,, ‘A Revolução Quilombola – guerra racial, conflito agrário e urbano, coletivismo’ (pode ser adquirido a partir da home page do site).

Fonte: GPS do Agronegócio

1000 posts – Homem culto chega ao milésimo post – Quanto custa o MST, qual o prejuízo que o mst causa ao Brasil vandalismo do mst

08/10/2009

Não é apenas os milhões dados às ongs fachadas do mst. Esses milhões são só uma fração:
– É preciso avaliar quanto se gastou em desapropriações de terras e bens imóveis.
-Quanto foi fornecido de créditos aos assentados.
-Qual o prejuízo total deixados pelas invasões (perda de produção e destruições.
-Qual o prejuizo tido pelo Brasil com os latifúndios improdutivos do MST, o que deixa de ser produzido quando uma terra é entregue ao MST.
-Quanto caiu os investimentos agrícolas por medo de ser perder tudo para mst.
-Qual o prejuízo total causado pela desvalorização do alqueire de terra por medo do mst.
É preciso criar o seguro invasão para indenizar perda dos produtores agrícolas com as invasões.

Marina silva marcha de sem terra MST sem terra marcham para Brasilia fingindo serem inimigos de Lula – protesto de sem terra imprensa européia trata sem terra como santinhos bonzinhos e não como destruidores de fazendas

07/08/2009

Brésil: 3.000 Sans Terre protestent

AFP

07/08/2009 | Mise à jour : 18:01

Trois mille paysans sans terre venus de tout le Brésil camperont à partir de lundi à Brasilia pour faire pression sur le gouvernement afin qu’il accélère la réforme agraire, a indiqué aujourd’hui une responsable du Mouvement des travailleurs ruraux sans terre (MST). 

“Du 10 au 20 août, nous ferons des actions pacifiques, comme des grandes marches, pour que le gouvernement accélère la réforme agraire alors que 150.000 familles vivent encore dans des campements précaires”, a déclaré la coordinatrice nationale du MST, Marina dos Santos, lors d’une conférence de presse à Rio. 

A l’approche de l’élection présidentielle de 2010, le MST dénonce le modèle agricole en vigueur dans le pays. Selon Marina dos Santos, ce modèle “favorise l’agrobusiness”, qui engendre de colossales exportations agricoles, “au détriment de l’agriculture familiale de production d’aliments sans pesticides”. 

Depuis sa création en 1984, MST a obtenu un lopin pour 370.000 familles dans ce pays champion des inégalités sociales.

o crime premeditado dos sem terra em pernambuco – grupo de extermínio apoiado pela Comissão Pastoral da Terra

02/05/2009

Polícia: MST agiu como grupo de extermínio.

Polícia: MST agiu como grupo de extermínio..
Inquérito sobre chacina em PE indicia seis militantes sem-terra

RECIFE – A Policia Civil de Pernambuco enviou nesta terça-feira o inquérito sobre o assassinato de quatro seguranças de uma fazenda no interior do estado, com o indiciamento de sete pessoas por participação na chacina, seis delas sem-terra. Os integrantes do MST foram indicados por formação de quadrilha, homicídio qualificado e porte ilegal de arma, entre outras acusações.

Segundo o delegado delegado de São Joaquim do Monte, Luciano Francisco Soares, que comandou a investigação, os sem-terra agiram de forma premeditada e com características de grupos de extermínio. Um dos vigilantes da fazenda Jabuticaba, vizinha à Consulta, onde ocorreu o crime, foi enquadrado por porte ilegal de arma.

A chacina foi no sábado de carnaval, durante discussão com seguranças da fazenda Consulta – a 137 quilômetros de Recife – e chefes de um acampamento do MST. Na época, o coordenador regional do MST, Jaime Amorim, afirmou que os sem terra “mataram para não morrer” e que agiram em legítima defesa. Mas, segundo o delegado, o crime foi premeditado e as vítimas foram baleadas na cabeça e no tórax.

Os tiros foram desferidos em áreas letais, com características mesmo de execução, uma atividade típica de grupo de extermínio. Não houve legítima defesa – disse o delegado.

 

Dois líderes do MST foram presos em flagrante: Paulo Alves e Aluciano Ferreira dos Santos, que estão na Penitenciária Plácido, em Caruaru. Nesta terça, mais um acusado foi preso: Severino Alves da Silva. Três sem-terra estão foragidos: Antônio Honorato da Silva, Homero Severino da Silva e Luiz Wagner Siqueira.

O delegado que fez o inquérito concluiu que o crime foi premeditado com características semelhantes às utilizadas por um grupo de extermínio pelo lugar onde os seguranças foram baleados (no tronco e na cabeça).

http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/04/28/policia-mst-agiu-como-grupo-de-exterminio-inquerito-sobre-chacina-em-pe-indicia-seis-militantes-sem-terra-755481325.asp
=-=

 .

Eles agem como grupo de exterminio mesmo, são vagabundos !

Abraços

“O delegado que fez o inquérito concluiu que o crime foi premeditado com características semelhantes às utilizadas por um grupo de extermínio pelo lugar onde os seguranças foram baleados (no tronco e na cabeça).
.
Esse é o problema com esses animais do mato do MST, ninguém tem coragem de acusá-los peremptoriamente, o que mostra mostra a força política de um grupo iMundo que nem registro tem para que possa responder na justiça por seus crimes.
.
O mesmo faz a mídia quando toca no nome desses iMundos.
Quando da “tomada” de trem da CVRD, os maquinistas foram mantidos em “CÁRCERE PRIVADO”, ou seja, SEQÜESTRO, mas a mídia usa exatamente essa expressão: “O MST mantém em ‘cárcere privado’…”
.
O dia em que eles foram, no mínimo, acusados de seqüestro, aí a coisa pode começar a mudar. Mesmo assim, quem acusá-los de algum crime pode acabar sendo denunciado na ONU, como aconteceu com promotor ou juiz do sul.

MST mata 4 em fazenda em Pernambuco – Discurso do deputado Campos Machado sobre MST – Conheça o Mst – Os assassinatos do MST – a guerrilha MST

18/03/2009

MST – Piratas somalis do Brasil?

Deputado Estadual de São Paulo , Campos Machado*

“”Assistimos novamente no Brasil o ressurgimento

das ações de criminosos, travestidos de “trabalhadores

sem-terra”, no assassinato de indivíduos contratados

para proteger terras absolutamente legitimadas para a

propriedade privada.

Esses bandos de delinquentes, cuja profissão de fé é

invadir, destruir e matar, atuam sob o manto do conhecido

pseudo-movimento chamado MST – Movimento dos

Trabalhadores Sem Terra –, que, pela total falta de

identidade, de RG, de CNPJ, ou de qualquer registro de

existência em qualquer dos órgãos públicos brasileiros,

age neste país como se não existissem leis, nem Estado

de Direito, nem autoridades, tampouco a Constituição de

uma nação.

Atuam os integrantes do MST tal quais os piratas da

Somália, país do continente africano, que prosperam

sem ter nenhuma preocupação com um eventual

sistema penal vigente. Os piratas da Somália se

constituem em ex-pescadores, ex-militares e técnicos

especializados em eletrônica e GPS, que, com suas

pequenas embarcações, de rápida locomoção,

interceptam e abordam, armados, os grandes navios

cargueiros, sob a provável condescendência do governo

da capital, Mogadíscio, roubando as mercadorias e

sequestrando tripulações.

Esses crimes, praticados no mar do Oceano Índico, a

céu aberto, provocaram a edição de uma resolução pela

ONU – Organização das Nações Unidas –, conclamando

os países que possuam vasos de guerra naquelas rotas

a combaterem a pirataria, usando de todos os meios

necessários para sua defesa.

Os “piratas somalis” do Brasil, sem

dúvida alguma, são aqueles que se

escondem debaixo do MST. Mas parecem

que esses clones são piores do que os

originais, pois aqui eles não simplesmente

invadem, roubam e sequestram. Eles matam

com uma brutalidade vil e covarde. É o que

vimos dias atrás na fazenda chamada

Jabuticaba, no agreste pernambucano,

onde quatro homens foram sumariamente

executados, com tiros na nuca e nas

costas.

Mais uma série de assassinatos

que tristemente colecionamos no Brasil, a crédito do

MST, cujos líderes, pasmem todos, declararam com

patente tranquilidade que seus integrantes agiram “em

legítima defesa”, pois os homens mortos “teriam sido

contratados para matar, eram pistoleiros violentos”.

Chega-se à conclusão de que, para o MST, o

Brasil é a Somália. Age-se sem qualquer temor de

responsabilidade criminal. Executa-se sem nenhuma

preocupação com as consequências. Se auto-intitulam

organismo, sem qualquer vestígio de existência legal.

É a oficialização da pirataria. Mas, na bem assertiva

concepção do presidente do Supremo Tribunal Federal,

Ministro Gilmar Mendes: quem invade

terras está afrontando a lei, e quem

afronta a lei não pode receber dinheiro

do governo. No Estado de Direito, diz o

ministro, lei vale para todos.

Se o MST quer preservar as origens

de seus financiamentos, com repasses

de verbas da União, cor remos o

risco de ver, aqui, o que se vê na

Somália. A prosperidade dos sem lei.

A predominância do vale-tudo.

No futuro, quem sabe a ONU não

legislará em terras brasileiras pela falta

de combate à invasão de propriedades?

O Brasil não é a Somália, e aqui não se tolerará

piratas.””

*O deputado Campos Machado é advogado, líder do PTB

na Assembleia Legislativa, presidente estadual e secretáriogeral

da Executiva Nacional do PTB.

MST -O terror que coloca crianças na linha de frente –

16/03/2009

“”O Movimento Social Terrorista no Brasil agora inova em suas táticas de crueldade. Além de invadir propriedades, destruir bens e se apossar das coisas que não lhes pertencem, radicais do MST agora pretendem usar crianças (filhos de seus membros manipulados ideologicamente) como “escudos humanos”, na hora em que suas invasões forem reprimidas legalmente. A nova manobra de guerrilha do MST tem dois objetivos. O primeiro é atrasar, inibir e constranger a ação das autoridades na desocupação das áreas invadidas. O segundo é jogar a culpa por eventuais mortes ou ferimentos de crianças nas forças repressivas (seguranças de fazendeiros, Polícias Militares ou até no Exército, se for o caso de seu emprego). Os “escudos” podem acabar feridos pelos próprios guerrilheiros rurais, apenas para jogar a culpa na “repressão ao movimento social”. Cadeia para os canalhas que usam crianças, com todo rigor na forma da lei. 16 de Março de 2009 12:07″” Jorge Se~rrão.

A Revolução Comunista em Alagoas

12/03/2009

Senhor Coronel. Escrevo de Alagoas, Maceió, onde os terroristas dos MSLT, MST, guerrilheiros da Liga dos Camponeses Pobre (LCP), Comissão Pastoral da Terra e CUT, estão fazendo ocupações selvagens de fazendas e usineiras produtivas. Entram e começam de imediato a desmatar. A Policia Militar e o exercito, acovardaram-se. Alagoas está a ferro e fogo, incluindo o centro da cidade de Maceió, onde esses terroristas fizeram uma passeata tumultuosa, agredindo transeuntes com bate boca insultuosos. Todo este ataque em Alagoas è comandado pelo coordenador guerrilheiro da Liga dos Camponeses pobres (LCP) para o Nordeste de nome Severino da Silva, pelo coordenador dos terroristas do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), Marco Antonio dos Santos, o “Marron”, e pelo coordenador da CPT, Carlos Lima, que lideram as invasões. Já avisaram que “a nossa ação è contra o latifúndio. Não importa se ele produz ou não”, justificando a falta de critérios para invasões. Uma das fazendas invadidas, fazenda Campo Verde, produz mais de 75 toneladas de cana-de-açúcar por tonelada, pertencente a um dos maiores complexos agroindustriais deste estado. Mas tem muito mais, senhor Coronel. “Marrom”, afirmou que “A luta dos movimentos è para que o governo aprove uma lei onde haja limites para o latifúndio. Para nós não interessa se a terra está produzindo. A nossa ação vai muito mais além. O ideal seria que cada proprietário tivesse direito apenas a 50 hectares.” Afirmações totalmente ao arrepio da nossa Constituição Federal. Para o INCRA daqui, a produtividade não è critério para realização de vistorias, afirmou o superintendente do órgão, Gilberto Coutinho, que ainda afirmou haver três critérios para uma vistoria: 1)quando técnicos do INCRA identificam uma propriedade improdutiva e indicam para avaliação; 2)quando o proprietário tem interesse em vender o imóvel; 3)quando os “movimentos sociais” indicam determinada propriedade. Gilberto Coutinho (INCRA) afirmou ainda que se uma terra è indicada como improdutiva não adianta o proprietário informar que ela produz. Esse Marco Antonio dos Santos, o “Marron”, invadiu ontem, acompanhado de 400 terroristas a sede administrativa do INCRA na rua do Livramento, no Centro, e mantiveram reféns (crime federal) mais de 60 servidores por quase três horas, sob constantes ameaças contra suas vidas e agressões. Nisso, o “Marrom” não quis comentar. Aqui, a Igreja Católica dá sustentação política e financeira à Comissão Pastoral da Terra (CPT), apoiando a violência e truculência de um monte de desocupados para badernar e ameaçar pessoas pacatas. Temos a irmã Cícera Menezes defendendo estas ocupações selvagens. Poderá ler neste site, estas noticias que relatei. Ontem e terça feira também teve o mesmo noticiário. WWW.ojornal-al.com.br 12 de Março de 2009 16:04