Archive for the ‘história do brasil’ Category

514 anos se passaram e os índios continuam matando os brancos no Brasil

02/05/2014

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Retrato do Brasil, Via Dutra faz aniversário

20/01/2013

Postado em : 19/01/2013 11h11 – Ocimar Barbosa | Foto : Domínio Público

http://www.agoravale.com.br/noticias/Acervo_Digital/Retrato_do_Brasil__Via_Dutra_faz_aniversario

 



Na inauguração da Via Dutra em 19 de janeiro de 1951, em destaque o Chevrolet 1940, logo mais atrás um Lincoln 1949 e um Mércury 1947 e, à direita um Cadillac 1947

Trafegar ou caminhar pela Rodovia Presidente Dutra é mergulhar nas páginas da história que liga as duas maiores cidades brasileiras. Nesse trajeto, um tour pela grande ?avenida? começa (se o viajante vai no sentido Rio) na Grande São Paulo, e segue pelo Vale do Paraíba em seus trechos paulista e fluminense, Baixada Fluminense, Serra das Araras e a região conhecida como Vale do Aço. A área toda corresponde à metade do PIB do Brasil.

Inaugurada em 1951, a nova estrada substituiu em importância a antiga ligação entre Rio e São Paulo, a Rodovia Washington Luis, existente desde 1928. O novo trajeto encurtava as distâncias em cerca de seis horas. À principio, era feita de uma única pista, com duplicação apenas no trecho entre São Paulo e Guarulhos e na Baixada Fluminense.
Somente em 1967 é que teve inaugurada, por completo, a segunda pista.

Seu nome presta uma homenagem ao Presidente da República na época, general Eurico Gaspar Dutra, que no dia 19 de janeiro de 1951 descerrou a placa de inauguração da nova Rodovia Rio-São Paulo, a BR-02. A solenidade de inauguração aconteceu na altura da cidade de Lavrinhas.

Responsável pelo desenvolvimento das cidades que corta, a Via Dutra levou 16 anos pra ficar totalmente pronta. Dos seus 405 quilômetros iniciais, 339 estavam concluídos no dia da inauguração, junto com todos os serviços de terraplenagem e 115 obras de arte especiais (trevos, viadutos, pontes e passagens inferiores). Ainda faltava a pavimentação de 60 quilômetros entre Guaratinguetá e Caçapava e outra trecho de 6 quilômetros nas proximidades de Guarulhos.

Era uma pista apenas, mas já oferecia mais rapidez e economia. Com auxílio de equipamentos importados, a estrada foi construída com as mais modernas técnicas de engenharia da época, o que permitiu construção de aclives e declives menos acentuados e curvas suaves. A BR-02 era bem mais confiável, e alem disso, a Rio-São Paulo de 1951 permitiu reduzir a distância rodoviária entre as duas capitais em 111 quilômetros, em comparação com o traçado da velha rodovia de 1928.

A redução do trajeto foi conseguida com obras de superação de obstáculos naturais, basicamente na área rochosa da garganta Viúva Graça, região da Serra das Araras e Baixada Fluminense. Ali, o paredão de granito teve que ser rebaixado em 14 metros.

O valor da obra? 1,3 bilhão de Cruzeiro, investimento alto para aqueles tempos e muito criticado principalmente na imprensa.

Um dos maiores desafios foi o trecho do ?retão? de Jacareí e quem trafega pelo local, a cerca de três metros do terreno em volta, não pode imaginar o desafio que a engenharia da época enfrentou. São cerca de seis quilômetros de várzea e terra turfa, ou seja, solo instável e que demandou 12 milhões de m² de terras, o equivalente a 1,6 milhão de caminhões cheios, em um aterro submerso de 15 metros de profundidade.

24 de outubro de 1930

24/10/2012

Nesse dia glorioso, triunfava a Revolução de 1930.

Brasileiros de norte a sul lutaram por um Brasil melhor.

ACM vivo em nossos corações – O homem que desenvolveu a Bahia faria hoje 85 anos, Antônio Carlos Magalhães

04/09/2012

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E hoje,  a Bahia de Antônio Carlos Magalhães, ACM, está uma:

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130 anos de Getúlio Vargas – 19 de abril de 1882- 2012

19/04/2012

Vida e obra do estadista Getúlio Vargas, suicício de Getúlio Vargas em 24 de agosto de 1954 na noite de São Bartolomeu

14/08/2011

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getúlio vargas

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Há 80 anos começava os 15 anos de getúlio vargas

03/11/2010

3 de novembro de 1930

Em 1964 tinhamos gente patriota que combatia o comunismo

24/10/2010

Isso aconteceu logo antes de 1964

Propaganda por Panfleto

Os líderes da classe média brasileira, armados com as montanhas de provas reunidas por seus investigadores, puseram-se então a agir. Sua missão: despertar seus tolerantes e cordiais patrícios, cujas condescendentes atitudes políticas eram resumidas muito freqüentemente na frase: “Está certo, ele é comunista, mas é uma boa praça!”

Os anticomunistas organizavam dossiês sobre os chefes comunistas e seus colaboradores, dentro e fora do Governo, e distribuíram-nos largamente entre os líderes da resistência e os jornais. Eles visavam principalmente à crescentes classe assalariada do País, a grande sofredora com a galopante inflação.

Diretores de organizações comerciais e de fábricas convocavam reuniões regulares dos empregados, discutiam o significado oculto dos acontecimentos correntes, davam-lhes panfletos. Um livrinho barato, escrito por André Gama, dono de uma pequena fábrica de Petrópolis, e intitulado “Nossos Males e Seus Remédios”, teve uma circulação superior a um milhão de exemplares. Outro documento, escrito em linguagem simples, explicava como o sistema democrático funciona melhor do que outro qualquer, detalhava as tragédias da Hungria e de Cuba, e avisava: “Está acontecendo aqui.”

A distribuição desse e de outros materiais anti –comunistas a princípio foi clandestina, depois tornou-se ostensiva. Os lojistas punham os folhetos denunciadores dentro de embrulhos e sacos de compras. Os ascensoristas davam-nos a passageiros que se queixavam da situação. Os barbeiros punham-nos dentro de revistas que eram lidas pelos fregueses que esperavam a vez. Um tipógrafo do Rio imprimiu secretamente 50 000 cartazes com caricaturas de Fidel Castro fustigando seu povo e a legenda: “Você quer viver sob a chibata dos comunistas?” À noite mandou vários ajudantes colocá-los em lugares públicos.

Este foi um grande presidente da república

06/08/2010

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Uma das contribuições do Homemculto para a wikipedia: Um político folclórico das antigas: Governador Benedito Valadares Ribeiro

28/05/2010

Benedito Valadares Ribeiro (Pará de Minas, 4 de dezembro de 1892 — Rio de Janeiro, 2 de março de 1973) foi um jornalista e político brasileiro. 

Influente homem público no tempo do Doutor Getúlio Vargas, Benedito foi vereador e prefeito de sua cidade natal, Pará de Minas, e mais tarde, governador de Minas Gerais, de 15 de dezembro de 1933 até 4 de novembro de 1945.

Benedito era filho de Domingos Justino Ribeiro e Antônia de Campos Valadares, neto paterno do Capitão Antônio Justino Ribeiro e de Maria Cândida de Jesus e materno do Dr. Francisco Cordeiro de Campos Valadares e Domitila Cândida de Oliveira e Silva (irmã do presidente do Conselho de Ministros de D. Pedro II, Martinho Álvares da Silva Campos). 

Durante a Revolução de 1930, Benedito Valadares, que era editor de um jornal de sua cidade, Pará de Minas, ocupou a prefeitura e se tornou o prefeito. 

Valadares era ainda um pouco conhecido deputado federal quando Getúlio Vargas o nomeou governador de Minas Gerais, em substituição ao governador de Minas Gerais Olegário Maciel, (na época se dizia “presidente de Minas”), que havia falecido no dia 5 de setembro de 1933, faltando 2 dias para inteirar 3 anos de mandato.  O já idoso e venerando Presidente Olegário recebera o Palácio da Liberdade, das mãos do doutor Antônio Carlos Ribeiro de Andrada, em 7 de setembro de 1930.

Minas Gerais estava sem vice-presidente desde 1931, pois, o vice Pedro Marques de Almeida havia renunciado ao cargo para ser prefeito de Juiz de Fora. Assumiu, então, interinamente, o governo mineiro, substituindo o Presidente Olegário, o secretário do interior de Minas Gerais, Gustavo Capanema. 

Como havia muitos nomes na disputa pelo governo de Minas Gerais, Getúlio escolheu Benedito Valadares para não desagradar nenhum dos favoritos e seus apoiadores.

Foram 97 dias de crise política, (que ficou conhecida, pela imprensa, como “O caso mineiro“), até que Benedito Valadares ser anunciado, em 12 de dezembro de 1933, como interventor do “Governo Provisório” de Getúlio Vargas em Minas Gerais. 

A escolha do então pouco conhecido deputado federal Benedito Valadares para o governo de Minas Gerais surpreendeu a todos. Com a notícia, a população começou a se questionar, surgindo, então, a famosa frase: 

 ” – Será o Benedito?” 

Benedito Valadares, em 1935, foi eleito pela Assembléia Legislativa mineira, governador de Minas Gerais.

Com a chegada do Estado Novo, em 1937, foram nomeados interventores para os estados, Benedito Valadares, porém, continuou no cargo de governador, e continuou usando o título de governador, mantendo estreita fidelidade ao Presidente Getúlio Vargas. 

Em 1937, foi um dos políticos que indicaram, a Getúlio, o nome do doutor Adhemar Pereira de Barros para interventor federal  em São Paulo, dando impulso à carreira do importante político paulista. 

Valadares conheceu Juscelino Kubitschek quando ambos combatiam São Paulo e a Revolução de 1932 dos paulistas, e, a partir daí, se tornaram amigos.

Valadares chamou Juscelino para ser o chefe da Casa Civil do governo de Minas Gerais, e depois o nomeou, em 1940, para a prefeitura de Belo Horizonte. 

Valadares entrou para o folclore político de Minas Gerais e do Brasil, pelas suas frases e por seus feitos. Uma de suas frases mais engraçadas era:

– Estou rouco de tanto ouvir.

Valadares também era conhecido pela sua esperteza política. Uma raposa política, no dizer do mineiros. Valadares garantiu, em suas memórias, que só foi enganado politicamente, uma vez na vida, e por Getúlio. 

Depois do fim do Estado Novo, Valadares foi um dos fundadores do Partido Social Democrático (PSD), e foi seu primeiro presidente. Foi o próprio Benedito que sugeriu que se colocasse o “Social” no nome do partido, que segundo ele, estava em moda na Europa, e que, pelas primeiras sugestões dos fundadores do partido, (quase todos, como ele, ex-interventores federais nos estados), se chamaria somente “Partido Democrático”.

Valadares foi eleito deputado federal em 1946 e 1950 e senador em 1954 e 1962. 

Durante toda a existência do PSD, Valadares foi seu maior líder em Minas Gerais. Com a extinção dos partidos políticos em 1965, ingressou na Aliança Renovadora Nacional (ARENA). e. pela qual, foi senador até falecer em 1973. 

Benedito Valadares foi o político que governou Minas Gerais por mais tempo: 12 anos. 

É em sua homenagem que foi batizada a cidade de Governador Valadares, nome este que lembra a sua insistência no título de governador. 

Benedito deixou um livro com seus principais discursos e um livro de memórias onde explica como se faz política lá nas bandas de  Pará de Minas e pelas Minas Gerais afora.

Um de seus mais fiéis discípulos foi o jovem deputado de São João del Rey: Tancredo de Almeida Neves.