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Como os latino-americanos são vistos por brancas russas

07/06/2017

a madrinha da serra, joaquina custódia da conceição, fazenda da serra, irmãos ferreira, patrocínio paulista

15/03/2010

“”””””””AOS TRINTA DE SETEMBRO DE MIL SETESENTOS E OITENTA E DOIS NA CAPELA DA SENHORA DA CONCEIÇÃO DO VARADOR FILIAL DESTA MATRIZ DE AYRUOCA O PADRE JOAO GONÇALVES VIEIRA BATIZOU E POS OS SANTOS OLEOS A INOCENTE JOAQUINA FILHA LEGITIMA DE MANOEL RIBEIRO GUIMARÃES E HELENA MARIA MARTINS. FORAM PADRINHOS JOSE DA COSTA RIOS SOLTEIRO E MARIA TEREZA TAMBEM SOLTEIRA. E PARA CONSTAR MANDEI FAZER ESTE ASSENTO QUE ASSINEI ERA UT SUPRA O VIGARIO JOAO DE RESENDE COSTA”””””””””””‘

É com emoção que conto a vocês estas estórias e História que meus bisavôs e bisavós paternos contavam: A História da MADRINHA DA SERRA, que viveu 102 anos bem vividos.

A história da velhinha que virou um toquinho de gente, e, aos 102 anos, ainda dirigia a Fazenda da Serra em Patrocínio Paulista-SP, com seus escravos a carregando como uma santinha, literalmente em um andor, que eles fizeram para carregá-la pela Fazenda da Serra. 

E, no andor, carregada por escravos, percorria toda a Fazenda da Serra. Eles, os escravos a amavam. Ela tomou conta da Fazenda da Serra até morrer. 

Ela não deixou nunca que ninguém maltratasse os seus escravos. Certa vez puniu e despediu um feitor que maltratou um escravo. Ela também nunca quis se aposentar, nem deixar que os netos tomassem conta da Fazenda da Serra para ela. Sim – netos – porque os 5 filhos já haviam morrido. 

Uma santa. Viúva por 62 anos em Franca-SP e Patrocínio do Sapucaí-SP. Eu tenho a honra de ser bisneto de uma bisneta da Velha da Serra – A MADRINHA DA SERRA. 

Os antigos chamavam os avós de PADRINHO E DE MADRINHA. 

A Madrinha da Serra, Joaquina Custódia da Conceição, nasceu em 1784, na Paragem da Capela do Varadouro, às margens do Rio Aiuruoca, pertencente a uma pequena Freguesia chamada Aiuruoca na Capitania das Minas Gerais dos Cataguazes. Era uma Geralista, portanto, como se dizia na época. 

A Freguesia de Aiuruoca é vizinha do Curato do Turvo, hoje Andrelândia-MG, onde nasceu sua mãe – A nossa querida avó HELENA MARIA MARTINS. 

AIURUOCA É um lugar cheio de cachoeiras, mas de vida muito dura naquela época, quando se dizia, dos pioneiros, que MORRIAM DE FOME COM UMA ESPIGA NA MÃO. 

Naquele ano de 1784, o ouro já era pouco, e VOVÓ HELENA MARIA MARTINS E A MADRINHA DA SERRA viveram a chamada DECADENCIA DAS MINAS E A FUGA DA MINERAÇÃO. 

Leiam o livro: A DECADENCIA DAS MINAS E A FUGA DA MINEIRAÇÃO de Waldemar de Almeida Barbosa. 

Os geralistas buscaram no Oeste, Brasil Central, regiões menos povoadas e com terras com menos serras, mais próprias para agricultura. 

Sim, Somente Vovó Helena, a Madrinha e seus irmãos, porque o pai da MADRINHA DA SERRA, o português Manoel Ribeiro Guimarães já havia falecido. 

Que Coragem!!! Sertão do Rio Pardo – Sertão do Capim Mimoso – Sertão da Vila de Mogi Mirim – Sertão Puro – Vovó ganhou uma Sesmaria do Governo de São Paulo em 1.802- Na Fazenda da Prata – perto de onde é hoje Batatais-SP. 

A Imensa Villa de Mogi Mirim compreendia toda a Região da terra roxa até o Rio Grande, divisa com Minas Gerais. 

Sesmaria é um lote de terra que é só mato ainda; E neste lote, quem o ganha tem que construir tudo a partir do nada, sem ajuda nenhuma do Governo e sem Crédito Agrícola para formar sua Roça. 

Fazendo parte, portanto, elas, das primeiras levas de Geralistas pioneiros na Estrada do Anhangüera. Isso na virada de 1.800 anos do nascimento de N.S. Jesus Cristo. 

Sim, eram, estes geralistas, que fizeram a FUGA DA MINEIRAÇÃO, conhecidos como os Entrantes no Sertão do Rio Pardo, na Estrada do Anhangüera. 

(Leiam os livros: “OS ENTRANTES DO SERTÃO DO RIO PARDO”; e “NA ESTRADA DO ANHANGUERA”). 

Na Fazenda da Prata, faziam queijo (tradição da família que chegou até a Vovó Chinica) e criavam gado. 

Ali a Madrinha da Serra ficou até 1809, quando a Madrinha da Serra se casou com ANTONIO ALVES FERREIRA, natural de Itaberaba -MG. 

Vovô Antônio era filho de outro sesmeiro em Franca-SP: ANTONIO ALVES DE GUIMARÃES , portanto, também natural de Guimarães, berço de Portugal. 

Sim, o pai da MADRINHA DA SERRA e seu sogro eram conterrâneos da primeiro capital de Portugal. 

Ficou viúva em 1824. 62 anos de viuvez até morrer em 1886, AOS 102 ANOS. 

Muito amada, dedicada à família, aos escravos, à Fazenda da Serra, no hoje Município de Patrocínio do Sapucaí-SP e dedicada também à inesquecível Capelinha de Santa Cruz que havia na Fazenda da Serra. 

Os filhos da Madrinha da Serra foram: 

1-José Alves Ferreira (12 filhos) 

2-LAURIANA ESMERIA FERREIRA (8 FILHOS)

 3-MARIA ALVES FERREIRA (15 FILHOS) 

4-JOAQUINA CUSTÓDIA DA CONCEIÇÃO (5 FILHOS) 

5-FRANCISCO ALVES DE ASSIS (6 FILHOS). 

Todos falecidos antes da MADRINHA DA SERRA.

POR UMA SOCIEDADE E ESTADO DE LEITORES!

19/10/2007

O GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO INCENTIVA A LEITURA NAS SUAS 8000 ESCOLAS DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO .

SÃO PREMIADOS OS ALUNOS QUE MAIS LEÊM.

UMA COMPETIÇÃO. QUEM LE MAIS LIVROS NA SALA DE AULA, NA ESCOLA E NO ESTADO (ESTADO É COMO OS DISTRITOS EM PORTUGAL).

E A QUALIDADE DOS LIVROS? PRÊMIO PARA A MAIOR QUANTIDADE DE LIVROS LIVROS e quem vai premiar a qualidade dos livros lidos?

MUITOS DESANIMAM DE LER PORQUE OS PRIMEIROS LIVROS QUE LERAM FORAM RUINS.

FIZ A MINHA PARTE ONTEM COM UMA PRÉ – ADOLESCENTE PASSANDO CULTURA SOBRE QUALIDADE DE LIVROS – PERGUNTEI QUE TIPO DE LIVRO GOSTA – MISTÉRIO – RESPONDEU A ESTUDANTE RECORDISTA EM LEITURA DE SUA SALA DE AULA.

ENTÃO LHE  INDIQUEI E EMPRESTEI LIVROS NÃO MUITO DIFÍCEIS DE LER MAS BEM ESCRITOS, E TAMBÉM NÃO MUITO LONGOS PARA NÃO DESANIMAR.

AOS POUCOS, CADA UM AJUDANDO AS MINORIAS QUE LEÊM O MUNDO VAI FICANDO UM POUCO MELHOR.

RECEBENDO CULTURA NA FONTE!

13/10/2007

Viajando, visitando a Fazenda que era do trisavô Antônio Vallim de Mello,  e de meu pentavô Capitão Domingos da Silva e Oliveira, tirando fotos, perguntando, encontrando fotos antigas, escutando os antigos, anotando histórias da família e a sabedoria dos antigos.

Sem medo de perguntar, sem medo de ter orgulho dos antepassados.

Isto é cultura.

Isto é ter raiz. Isto é encontrar as raízes.

Depois conto com mais detalhes.

Fim de semana prolongado e cultural. Cultura pura.

CRIAÇÃO DO MUNICÍPIO DE UBERABA PELO CAPITÃO DOMINGOS:

Ata da instalação do município de Uberaba:

“Ano do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de mil oitocentos e trinta e sete, décimo sexto da Independência e do Império, aos sete dias do mês de janeiro do dito ano, neste Arraial de Santo Antônio e São Sebastião do Uberaba, Comarca do Rio Paracatu do Príncipe, Província de Minas Gerais, em nova Casa, construída pelos Cidadãos do novo Termo, para servir de Paço da Câmara que vai se instalar perante os novos vereadores que hão de formar, eleitos na forma da Lei. E, em presença dos cidadãos que concorrerão a este Ato, leu, o Capitão Domingos da Silva e Oliveira, o Ofício da Câmara Municipal da Vila do Araxá, pelo qual o convidava, como cidadão mais votado, a prestar juramento para Presidente da nova Câmara; E declarando que o tinha feito, leu a Certidão do mesmo juramento prestado a 20 de dezembro de mil oitocentos e trinta e seis. Leu a Portaria da Presidência da Província de Minas Gerais, de vinte de julho do dito ano, que ordena a execução da Lei Mineira número 28, que elevou este Arraial à Vila e que lhe marcou seus limites“.

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História Topographica da Freguesia do Uberaba vulgo Farinha Podre (*) escrita pelo Vigário Silva

 

Entre o Rio Grande e o Rio das Velhas na Provincia de Minas Geraes, Comarca de Paractú do Principe, julgado do Dezemboque Prelasia de Goyaz, está a Povoação de St°. Antônio e Sam Sebastião do Uberaba.

Os lugares que ela compreende, erão incultos e desertos até 1807, e apenas conhecida a estrada, que a atraves de S. Paulo para Goyas, onde residião alguns Indios, que tinhão sahido da Aldeia de Santa Anna, os quaes nunca tiverão animo de alongar-se para algum dos lados da mesma estrada, nem ao menos meia legoa, como depois se conheceo pelas culturas sempre visinhas as suas habitações: então Januario Luis da Silva, Pedro Gonsalves da Silva, José Gonsalves Eleno, Manoel Francisco, Manuel Bernardes Ferreira, e outros moradores na Freguezia de Dezemboque entrarão até a distancia de algumas lagoas de Sertão, e descobrindo lindas campinas, e optimos matos, appossiarão algumas Fazendas, e voltarão tanto por falta de mantimentos, como pelo terror, que lhes inspirava o Gentio Caiapó, cujo vestígio incontrarão em diversas partes.

Communicarão o resultado da sua entrada o S. Mr. Antonio Eustaquio da Silva, e a outros, e aquelle por gênio emprehendedor de novas descobertas projectou logo explorar todo o Sertão, que podesse, e convidou muitas pessos das Geraes para companheiros: entretanto passou para o Norte da Provincia de Goyaz o Coronel José Manoel da Silva e Oliveira, e sabendo e pertenção, que tinha e do Sargento Mor seu Irmão, a declarou o Eximo. Marquez de S. João de Palma, que então governava aquella Provincia que pertencia o Julgado do Desemboque, e este conhecendo quanto podia interessar esta nova descoberta, intervindo a direcção do referido S. Mr. de quem tinha muito boas noticias, o nomeou Commandante Regente dos Sertoes da Farinha Podre por Portaria de 27 de Outubro de 1809.

Nos primeiros dias do mez de Julho de 1810 o Sargento Mr. munido das necessárias provisões de mantimentos, associando-se os que primeiro havião entrado, e alguns outros Geralistas, formando todos huma bandeira de 30 homens ingredirão pelo Sertão dentro até o Rio da Prata na distância de 30 legoas, a contar-se o caminho em direitura, encontrando a cada passo o embaraço, já de Rios, já de pântanos, que dificultosamente transivão, sempre temerosos do Gentio, cuja existência se conhecia, os dos aqui, e ali.

He de notar se o perigo, que se achavão expostos estes emprehendedores, quanto aos animaes silvestres e ferozes, pelo o que aconteceu a Antonio Rodrigues da Costa, o qual acomettido cara a cara por uma onça pintada, que avançou furiosamente ao cavalo, em que hia montado, e o segurou com unhas e dentes, pode com destreza (depois de falhar-lhe o recurso da espingarda, cujo gatilho nunca mais o encontrou) defender-se com a espada, que trazia o lado, dando algumas estocadas, com a dor das quase largou a onça o cavalo, e fugio até morrer a chumbo, depois de perseguida pelos cães em um capão, que se achava vizinho, e que pelo acontecimento ficou denominado o capão de onça.

O referido Sargento M. e toda a sua comitiva depois de lançar algumas posses, ou sinaes pelo Sertão na decurrencia de dois meses, e feitas algumas pequenas rossas, voltou a cuidar de meios para transportar-se, assim como alguns de seus companheiros; pois havião todos conhecido a transcedencia, tanto dos campos, como dos matos.

Em 1812, quando a Povoação constava de uns poucos de moradores, alem dos Indios da estrada, fez segunda entrada, trazendo consigo muitas pessoas, que de novo convidará e alguns das quases o haviam acompanhado a primeira vez, entre as quases se contava o Reverendo Hermogenes Casimiro d’Araujo, que dormia junto a ele em certa noite, quando huma grande cobra Jararaca-assú passou por cima de ambos e sendo percebida, a expellirão com a colxa, e depois a matarão, antes de que mordeu a um cão, que imediatamente morreu, o que de certo aconteceria aos dois, se a fortuna os não bafejasse.

Depois desta segunda entrada, as noticias, que derão os que haviam acompanhado a S. Mr. os convites e as persuações deste atrahirão em breve muitas pessoas, que vinham das Geraes a procurar novos estabelicimentos, não obstante o medo de Gentio, que se antolhava.

Em 13 de Fevereiro de 1811 obtiverão o mesmo S. M.  Eustaquio e outros Provisão da Meza da Conciencia e Ordens para erigirem uma Capela com o Orago da Senhora do Monte de Carmo; mas até o presente não levarão a pratica sua pertenção, sem duvida, porque a povoação do lugar, onde querem e rigir a referida Capella, ainda hoje é muito pouco considerável.

Em 1812 se levantou no sitio chamado o Legeado uma pequena Caza de Oração, onde se colocarão Santo Antonio e Sam Sebastiam: celebrou ali por pouco tempo os Santos Mistérios com Autoridade de Reverendo Antonio Jose Tavares Vigario do Desemboque o P. José de Moraes; e depois se transferiu por comodidade para a margem do (Rio) Uberaba junto a estrada de Goyaz, onde está hoje formado o Arraial.

O referido P. Moraes demorou-se apenas até junho de 1813, e despediu-se, ficando os poucos moradores que estão existiam com os recursos espirituais muito distantes até Maio de 1814, quando entrou por Capellão o Padre Silverio da Costa Oliveira legitimamente autorizado, o qual esteve até 7 de Setembro, dia ‘em que se retirou’ para a Capela de N. Senhora S.S. Sacramento do Burá.

Em 17 deste mesmo mês de Setembro e ano de 1820 tomou posse de Vigario da Freguezia, erecta alguns meses antes a requerimento do S. Mr. Antonio José da Silva, que atualmente serve:

Tem a Freguezia de longitude mais de 40 legoas, e de latitude mais de 20, e de sua Filial a Capela de N. Senhora das Dores distante da Matriz 10 legoas, erecta em 1823.

Divide pelo Nascente com a Freguesia do Desemboque pelo Ocidente com o Sertão, pelo Norte com as Freguesias do Araxá, e Aldeia de Santa Anna, e pelo Sul com a Freguesia da Villa Franca do Imperador.

Dista o Arraial do Uberaba da Cabeça do Julgado 18 legoas, do Araxá 22, da Aldeia de S. Anna 15, da Villa Franca 15, e da Cabeça da Comarca(Paracatu) 60.

Contem a Freguezia dentro do Arraial 91 fogos habitados, e fora 300. A sua Povoação, que em 1820 constava de 1.300 almas monta hoje a 3.000 a fora os Indios Aldeianos a margem do Rio Grande na distancia de 40 lagoas do Arraial, cujo numero excede a 1.000 de ambos os sexos.

Este Indios (Caiapos) passeião de tempos em tempos por toda a Freguesia; mais não commettem a menor hostilidade, o que se deve sem duvida ao jeito, e ao amor, com quem tem sido sempre tratados pelo Sarg. Mor Antonio Eustáquio da Silva, que os visita todos os anos, prodigalizando-lhe roupas, e ferramentas, ora a sua custa, ora a custa da Fazenda Pública e também em cooperado muito para a sua pacificação João Baptista de Siqueira, que mora visinho aos mesmos indios, com que tem freq. Comunicações e os supre, muitas vezes, com mantimentos do seu Paiol.

He por lamentar-se a desgraças destes Entes embrutecidos; por isso que não se tem adoptado as necessárias e urgentes medidas para a sua cathequisação.

 

ISTO É PORTUGAL! ISTO É TER RAÍZ!

29/09/2007

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“UM SONHO- ATRAVESSAR O NOSSO MAR COMO NOSSOS PAIS PORTUGUESES O FIZERAM!

29/09/2007

DE CARAVELA!

“para que fosses nosso, ó mar!”

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PORQUE VOCÊ NÃO FEZ SUA ÁRVORE GENEALÓGICA AINDA?

22/09/2007

É fácil de fazer e pesquisar pela internet.

Descubra já suas origens:

Mude sua vida para melhor:

http://www.familysearch.org/ 

http://www.myheritage.com/index.php?lang=PB 

http://www.myheritage.com/FP/Company/family-tree-builder.php?lang=PB