Archive for the ‘foro de são paulo’ Category

Segundo turno nas eleições presidencias do Equador em 2 de abril 2017 Domingo

31/03/2017

“No nos podemos confiar porque hoy Ecuador vive la dictadura de un partido político… tiene control del Consejo Nacional Electoral, la Superintendencia de Comunicación, de la Justicia, de medios de comunicación, y con ese control pretende hacer un fraude”, dijo Lasso.

 

O comunista Correa não candidatou a reeleição mas deixou um preposto.

Há uma chance de domingo os equatorianos se livrarem do comunismo.

Governo totalitário comunista controla tudo e poderá haver fraudes.

El Nuevo Herado

MARZO 28, 2017 5:55 PM

Lasso pide apoyo a los jóvenes en comicios del domingo en Ecuador

 

PETIÇÃO DIRIGIDA A: SENHOR PROCURADOR-GERAL DE REPÚBLICA Cancelamento dos registros dos partidos políticos filiados ao Foro de São Paulo

07/09/2014
 

http://www.citizengo.org/pt-pt/11281-cancelamento-dos-registros-dos-partidos-politicos-filiados-ao-foro-sao-paulo?tc=fb&tcid=6554249 

O Foro de São Paulo foi criado por Lula e pelo cubano Fidel Castro em 1990, inclusive sendo idealizado por Lula, que é uma grande organização política, que participam todos os governantes de esquerda do continente, com a união de vários partidos legais e diversas organizações criminosas que estão relacionadas com ao narcotráfico e à indústria dos sequestros, como por exemplo, as FARC e o MIR chileno, com o objetivo de alcançar benefícios recíprocos, de acordo com o filósofo Olavo de Carvalho.
Nos dias atuais tal organização é composta por mais de 100 partidos, juntamente com grupos guerrilheiros, como as FARC com o abjetivo de formar uma organização que apoia ditaduras e sistemas políticos “ditatoriais e assassinos”, através da implementação do socialismo-comunismo na América Latina. Por isso, tal documento é muito criticado pelos estudiosos, dentre eles o filósofo Olavo de Carvalho e o jornalista Felipe Moura. segue a seguir a lista de participantes do Foro de São Paulo:

Argentina

1. Frente Grande – www.frentegrande.org.ar
2. Frente Transversal Nacional y Popular –www.frentetransversal.org.ar
3. Movimiento Evita – www.movimiento-evita.org.ar
4. Movimiento Libres del Sur – www.libresdelsur.org.ar
5. Partido Comunista
6. Partido Comunista – Congreso Extraordinario
7. Partido Humanista
8. Partido Intransigente
9. Partido Obrero Revolucionario-Posadista
10. Partido Socialista
11. Partido Solidario – www.partidosolidario.org.ar
12. Unión de Militantes por el Socialismo –www.uniondemilitantes.org.ar

Aruba
1. Partido Red Democrática

Bolivia
1. Movimiento al Socialismo
2. Movimiento Bolivia Libre
3. Partido Comunista de Bolivia

Brasil
1. Partido Democrático Trabalhista – www.pdt.org.br
2. Partido Comunista del Brasil – www.pcdob.org.br
3. Partido Comunista Brasileiro – www.pcb.org.br
4. Partido Patria Libre – www.partidopatrialivre.org.br
5. Partido Popular Socialista – www.pps.org.br
6. Partido Socialista Brasileiro – www.psb.org.br
7. Partido de los Trabajadores – www.pt.org.br

Chile
1. Izquierda Cristiana
2. Movimiento Amplio Social
3. Movimiento de Izquierda Revolucionaria
4. Partido Comunista – www.pcchile.cl
5. Partido Humanista – www.partidohumanista.cl
6. Partido Socialista

Colombia

1. Marcha Patriótica
2. Partido Comunista Colombiano – www.pacocol.org
3. Polo Democrático Alternativo – www.polodemocratico.org
4. Presentes por el Socialismo

Costa Rica
1. Partido Frente Amplio – www.frenteamplio.org
2. Partido Vanguardia Popular – Partido Comunista

Cuba
1. Partido Comunista de Cuba – www.pcc.cu

Curazao
1. Partido Pueblo Soberano

Ecuador
1. Movimiento de Unidad Plurinacional Pachakutik – Nuevo País
2. Movimiento Alianza PAIS – www.movimientoalianzapais.com.ec
3. Movimiento Popular Democrático
4. Partido Comunista del Ecuador
5. Partido Comunista Marxista-Leninista del Ecuador
6. Partido Socialista-Frente Amplio

El Salvador
1. Frente Farabundo Martí para la Liberación Nacional –www.fmln.org.sv

Guatemala
1. Alianza Nueva Nación
2. Movimiento Político Winaq
3. Unidad Revolucionaria Nacional Guatemalteca – www.urng-maiz.org.gt

Haití
1. Organización del Pueblo en Lucha

Honduras
1. Frente Nacional de Resistencia Popular –www.resistenciahonduras.net
2. Partido Libertad y Refundación – LIBRE

Martinica
1. Partido Comunista por la Independencia y el Socialismo
2. Consejo Nacional de Comités Populares – www.m-apal.com

México
1. Partido de los Comunistas Mexicanos
2. Partido Comunista de México
3. Partido de la Revolución Democrática
4. Partido del Trabajo – www.partidodeltrabajo.org.mx

Nicaragua
1. Frente Sandinista de Liberación Nacional

Panamá
1. Partido del Pueblo
2. Partido Revolucionario Democrático

Paraguay
1. Frente Guasú
2. Partido Popular Tekojoja
3. Partido Convergencia Popular Socialista –www.convergenciapopular.blogspot.com.br
4. Partido Comunista Paraguayo
5. Partido del Movimiento al Socialismo – www.pmas.org.py
6. Partido País Solidario

Perú
1. Partido Comunista del Perú-Patria Roja
2. Partido Comunista Peruano
3. Partido Nacionalista del Perú
4. Partido del Pueblo
5. Partido Socialista del Perú

Puerto Rico
1. Frente Socialista – www.frentesocialistapr.org
2. Movimiento Independentista Nacional Hostosiano – www .minhpuertorico.org
3. Partido Nacionalista de Puerto Rico –www.partidonacionalistapuertorico.blogspot.com.br

República Dominicana
1. Alianza por la Democracia
2. Fuerza de la Revolución
3. Movimiento Izquierda Unida
4. Partido Comunista del Trabajo
5. Partido de la Liberación Dominicana
6. Partido de los Trabajadores Dominicanos
7. Partido Revolucionario Dominicano

Trinidad y Tobago
1. Movimiento por la Justicia Social

Uruguay
1. Asamblea Uruguay
2. Compromiso Frenteamplista
3. Frente Amplio
4. Movimiento 26 de marzo
5. Movimiento de Liberación Nacional Tupamaros
6. Movimiento de Participación Popular
7. Movimiento Popular Frenteamplista
8. Partido Comunista del Uruguay: www.pcu.org.uy
9. Partido Obrero Revolucionario Troskista-Posadista
10. Partido por la Victoria del Pueblo
11. Partido Socialista de los Trabajadores
12. Partido Socialista del Uruguay
13. Vertiente Artiguista

Venezuela
1. Liga Socialista
2. Movimiento Electoral del Pueblo
3. Partido Comunista de Venezuela
4. Partido Socialista Unificado de Venezuela
5. Patria para Todos

Além disso, o jornal estado de São Paulo (disponível no site:

(http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,um-Foro-anacronico-imp-,106…),

em 13 de agosto de 2013 comprovou que os países que participam do Foro de São Paulo possuem o pior desempenho econômico do continente e que possuem um burocratíssismo aparelhamento estatal muito parecido com o que levou à falência da união Soviética e que nunca conseguiram alcançar a “verdadeira democracia social e de massas”.
É importante ressaltar que, a título de curiosidade, o documento do Foro de São Paulo foi foi aprovado no seu primeiro encontro na cidade de São Paulo, em 1990 e por isso possui esse nome.
No Blog do Felipe Moura Brasil você poderá encontrar vídeos que comprovam a existência do Foro de São Paulo, com por exemplo, mensagens de Lula apoiando Hugo Chávez, no qual afirma que a esquerda já governa um grande número de países, também com vídeos de Hugo Chávez confessando a união de Lula de da FARC no Foro em 1995, além da entrevista do comandante das forças armadas Raúl Reyes, à folha de São Paulo confirmando a parceria entre a FARC e o PT, disponível em: http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2014/03/24/conheca-o-f….
Também é importante destacar que o artigo 17 da Constituição Federal, nos seus incisos I e II estabelece que o partido político deverá ter o caráter nacional e que não pode receber recursos financeiros de entidade ou governo estrangeiro e nem pode ser subordinado a estes, senão vejamos:
“Art. 17. É livre a criação, fusão, incorporação e extinção de partidos políticos, resguardados a soberania nacional, o regime democrático, o pluripartidarismo, os direitos fundamentais da pessoa humana e observados os seguintes preceitos:
I – caráter nacional;
II – proibição de recebimento de recursos financeiros de entidade ou governo estrangeiros ou de subordinação a estes (…)”. (GRIFOU-SE).
Além disso, o artigo 28, incisos I e II da Lei 9096/95, conhecida como a lei dos partidos políticos, prevê o cancelamento de registro de partido político contra o qual fique provada a sua subordinação de partido político a entidade ou governos estrangeiros ou ter recebido ou estar recebendo recursos financeiros de procedência estrangeira e o parágrafo segundo do mesmo artigo ainda dispõe que o processo de cancelamento de registro civil de partido político poderá ser iniciado através de denúncia de qualquer eleitor, de representante de partido político, ou de representação do Procurador-Geral Eleitoral. Veja-se:

” Art. 28. O Tribunal Superior Eleitoral, após trânsito em julgado de decisão, determina o cancelamento do registro civil e do estatuto do partido contra o qual fique provado:
I – ter recebido ou estar recebendo recursos financeiros de procedência estrangeira;
II – estar subordinado a entidade ou governo estrangeiros;
III – não ter prestado, nos termos desta Lei, as devidas contas à Justiça Eleitoral;
IV – que mantém organização paramilitar.
§ 1º A decisão judicial a que se refere este artigo deve ser precedida de processo regular, que assegure ampla defesa.
§ 2º O processo de cancelamento é iniciado pelo Tribunal à vista de denúncia de qualquer eleitor, de representante de partido, ou de representação do Procurador-Geral Eleitoral”.( GRIFOU-SE).
Portanto, diante do exposto não restam dúvidas de que os partidos do PT, do PDT, do PCdoB, do PCB, do PSB, do PPS e do PPL participam do Foro de São Paulo e que afrontam totalmente a constituição Federal e a Lei dos Partidos Políticos na medida em que tais partidos se unem à outros integrantes de diversos países, não preservando, assim, o seu caráter nacional e sendo subordinado a governos ou entidades estrangeiras. Por isso, diante dos fatos narrados acima, segue o link com uma petição pública visando o cancelamento do registro de todos os partidos participantes do Foro de São Paulo e consequentemente a anulação das eleições de 2014, para que possamos ter uma eleição LIMPA, JUSTA e DE ACORDO COM A LEI.

This petition has been created by a citizen or association not affiliated with Citizen GO. Citizen GO is not responsible of its contents.

 

Petição dirigida a: Senhor Procurador-Geral de República

Cancelamento dos registros dos partidos políticos filiados ao Foro de São Paulo.

Atenciosamente,

Why we spy on Brazil – O que os EUA já sabem sobre o Foro de São Paulo – Brasil-Cuba-Venezuela – e José Dirceu espião cubano

03/04/2014
<br /><br /><br />
 Brazil's President Dilma Roussef waits to address the audience during the 68th session of the United Nations General Assembly at the United Nations.<br /><br /><br />
Brazil’s President Dilma Roussef waits to address the audience during the 68th session of the United Nations General Assembly at the United Nations.

TIMOTHY CLARY / AFP/GETTY IMAGES

President Dilma Rousseff of Brazil canceled her visit to President Obama. She was offended because the United States was peeking into her electronic mail. You don’t do that to a friendly country. The information, probably reliable, was provided by Edward Snowden from his refuge in Moscow.

Intrigued, I asked a former U.S. ambassador, “Why did they do it?” His explanation was starkly frank:

“From Washington’s perspective, the Brazilian government is not exactly friendly. By definition and history, Brazil is a friendly country that sided with us during World War II and Korea, but its present government is not.”

The ambassador and I are old friends. “May I identify you by name?” I asked. “No,” he answered. “It would create a huge problem for me. But you may transcribe our conversation.” I shall do so here.

“All you have to do is read the records of the São Paulo Forum and observe the conduct of the Brazilian government,” he said. “The friends of Luis Inácio Lula da Silva, of Dilma Rousseff and the Workers Party are the enemies of the United States: Chavist Venezuela, first with (Hugo) Chávez and now with (Nicolás) Maduro; Raúl Castro’s Cuba; Iran; Evo Morales’ Bolivia; Libya at the time of Gadhafi; Bashar Assad’s Syria.

“In almost all conflicts, the Brazilian government agrees with the political lines of Russia and China, as opposed to the perspective of the U.S. State Department and the White House. Its more akin ideological family is that of the BRICS, with whom it tries to conciliate its foreign policy. [The BRICS are Brazil, Russia, India, China and South Africa.]

“The huge South American nation neither has nor manifests the slightest desire to defend the democratic principles that are systematically violated in Cuba. On the contrary, former president Lula da Silva often takes investors to the island to fortify the Castros’ dictatorship. The money invested by the Brazilians in the development of the super-port of Mariel, near Havana, is estimated to be $1 billion.

“Cuban influence in Brazil is covert but very intense. José Dirceu, Lula da Silva’s former chief of staff and his most influential minister, had been an agent of the Cuban intelligence services. In exile in Cuba, he had his face surgically changed. He returned to Brazil with a new identity (Carlos Henrique Gouveia de Mello, a Jewish merchant) and functioned in that capacity until democracy was restored. Hand in hand with Lula, he placed Brazil among the major collaborators with the Cuban dictatorship. He fell into disgrace because he was corrupt but never retreated one inch from his ideological preferences and his complicity with Havana.

“Something similar is happening with Profesor Marco Aurelio Garcia, Dilma Rousseff’s current foreign policy adviser. He is a contumacious anti-Yankee, worse than Dirceu even, because he’s more intelligent and had better training. He will do everything he can to foil the United States.

“To Itamaraty — a foreign ministry renowned by the quality of its diplomats, generally multilingual and well educated — the Democratic Charter signed in Lima in 2001 is just a piece of paper without any importance. The government simply ignores the election swindles perpetrated in Venezuela or Nicaragua and is totally indifferent to any abuses against freedom of the press.

“But that’s not all. There are two other issues about which the United States wants to be informed about everything that happens in Brazil, because, in one way or another, they affect the security of the United States: corruption and drugs.

“Brazil is a notoriously corrupt country and those ugly practices affect the laws of the United States in two ways: when Brazilians utilize the American financial system and when they compete unfairly with U.S. companies by resorting to bribery or illegal commissions.

“The issue of drugs is different. The production of Bolivian coca has multiplied fivefold since Evo Morales became president, and the outlet for that substance is Brazil. Almost all of it ends up in Europe, and our allies have asked us for information. That information sometimes is in the hands of Brazilian politicians.”

My two final questions are inevitable. Will Washington support Brazil’s bid for permanent membership in the U.N. Security Council?

“If you ask me, no,” he says. “We already have two permanent adversaries: Russia and China. We don’t need a third one.”

Finally, will the United States continue to spy on Brazil?

“Of course,” he tells me. “It’s our responsibility to U.S. society.”

I think that Doña Dilma should change her e-mail addresses frequently.

 

© Firmas Press

A Igreja uruguaia declara excomunhão de políticos que votaram a favor da lei do aborto

26/12/2013

http://fratresinunum.com/2012/10/20/a-igreja-uruguaia-excomunga-politicos-que-votaram-a-favor-da-lei-do-aborto/

Bispos do Uruguai cumprem promessa e declaram excomunhão automática de políticos abortistas. “A vida não é algo que se possa decidir por maiorias e minorias. Se um católico vota (uma lei) com tal intenção manifesta, ele se afasta da comunhão da Igreja”.

Por Religión Digital | Tradução: Fratres in Unum.com –

 

Os políticos uruguaios que votaram a favor da despenalização do aborto estão excomungados de forma “automática”, anunciou ontem o secretário da Conferência Episcopal do Uruguai (CEU), Monsenhor Heriberto Bodeant, que indicou que isso ocorria porque eles promoveram práticas “contrárias à vida”.

Para a Igreja, com a aprovação da lei, o Uruguai retrocedeu em matéria de valores humanos. Além disso, Bodeant disse que “a vida não é algo passível de plebiscito, que se possa decidir por maiorias e minorias”.

Portanto, a Igreja não participará da convocação para uma consulta popular, como promovem alguns legisladores do Partido Nacional. No entanto, se o mecanismo for ativado, tomarão uma posição, que poderá ser recomendar ou não a votar.

A Igreja manifestou também em comunicado sua “profunda dor e rechaço” à lei que despenaliza o aborto.

“Orgulhamo-nos de ser um dos primeiros países que aboliu a pena de morte; hoje nos entristecemos por ser o segundo país de América Latina a legalizar o aborto”, disse.

“A excomunhão automática é para quem colabora na execução de um aborto de maneira direta, e fazer este ato concreto é uma maneira direta (…) Se um católico vota (uma lei) com tal intenção manifesta, ele se afasta da comunhão da Igreja”, explicou Bodeant.

Quanto ao comportamento que a Igreja terá logo que o presidente José Mujica promulgar a lei, ele indicou que será o de anunciar a “valorização da vida”. “É um trabalho que aponta para o fortalecimento da lei escrita no coração de cada pessoa”, manifestou.

Legisladores da oposição e organizações sócias lançaram, na quinta-feira, uma comissão para analisar a melhor forma de revogar a norma que torna um direito o assassinato de bebês por nascer até 12ª semana de gestação.

“Uma parte da sociedade não vai aceitar a lei e vamos trabalhar pelos mecanismos que contribuam para revogá-la”, disse o líder do opositor Partido Nacional, Carlos Iafigliola, um dos porta-vozes da Comissão Nacional Pró-Revogação da Lei do Aborto.

As possibilidades a serem analisadas pela comissão incluem a interposição de recursos de inconstitucionalidade da nova lei, apelar à Corte Interamericana de Justiça, alegando que a lei violenta o Pacto de San José de Costa Rica, e a coleta de assinaturas para convocar um referendum sobre a norma.

Lula discursa como líder de todos os comunistas da América Latina no Foro de São Paulo

01/09/2013

A imprensa sempre negou a existência do Foro de São Paulo que reune Pt farc narco terrorista e todo tipo de comunista no Foro de São Paulo criado em 1990 pelo sanguinário ditador Fidel Castro Rúz e por Lula para tornar toda a América Latina comunista.

Anunciam morte de Chávez nos 60 anos da Morte de Stalin. VEJA VIDEO DO EMBAIXADOR DO PANAMA GARATINDO SEMANA PASSADA QUE CHAVEZ ESTAVA MORTO

05/03/2013

No dia 28 de fevereiro, o Homem Culto tinha dado a notícia que Chávez já havia falecido e estavam escondendo o corpo.

Chávez encontra o Inferno em Festas pelos 60 anos de Stalin.

ex- Embajador de Panama en la OEa garantizó la muerte de Chávez.

Escojen el día de los 60 años de la muerte de Stalin para anunciar la muerte de Hugo Chávez Frías.

paraiso chaves chavez

Governador da colombia sequestrado e degolado pelas FARCs – Exemplo do que é esquerda, do que é comunismo que o PT apóia

02/03/2013

Uribe: “Lo degollaron miserablemente”

Hallado muerto el gobernador colombiano secuestrado por las FARC.- El cuerpo de Luis Francisco Cuéllar, de 69 años, presentaba heridas de bala y llevaba un cinturón de explosivos.

AGENCIAS – Bogotá – 23/12/2009

El gobernador del Departamento colombiano del Caquetá, Luis Francisco Cuéllar, secuestrado el lunes por presuntos guerrilleros de las FARC, ha aparecido muerto en la zona rural de Sebastopol, cerca de la capital de la región, situada en el sur del país. El cuerpo sin vida del político, que este martes cumplía 69 años, presentaba heridas de bala y llevaba un cinturón de explosivos, han informado las autoridades regionales colombianas.

Luis Francisco Cuéllar fue secuestrado por guerrilleros y fue degollado en las montañas cuando éstos se vieron acorralados. – AGENCIA ATLAS

  • El suceso ha conmocionado a la clase política colombiana. El presidente Uribe, que este martes había ordenado personalmente el rescate militar del gobernador, ha lamentado la muerte de Cuéllar en unas declaraciones concedidas a los medios colombianos. “Fue degollado, miserablemente lo degollaron”, ha dicho el mandatario.

“En Colombia, el secuestro no pagará. Seguiremos en la tarea de seguridad para derrotar el secuestro”, ratificó Uribe, que se lamentó de que las FARC hayan respondido de esta manera a las garantías que les ha dado el Gobierno para la anunciada puesta en libertad de dos rehenes.

Horas antes de conocerse el desenlace del secuestro, Uribe repudiaba el suceso y señalaba directamente a las FARC como autoras del suceso. “¿Quiénes lo secuestraron? Estos mismos bandidos que quieren hacer de la liberación de los otros secuestrados un show. Estos mismos bandidos que se burlan del país, que se consiguen unos apoyos internacionales para tratar de validar su terrorismo en Colombia”, declaró el presidente colombiano.

El secuestro de Cuellar se produjo en Florencia, la capital del departamento donde era gobernador, donde una veintena de hombres armados irrumpieron en su casa. “Fue sacado a la fuerza de su domicilio”, explicaba a la prensa el secretario de Gobierno del Caquetá, Edilberto Ramón Endo, y agregaba que la acción la realizaron unos hombres que “vestían prendas exclusivas del Ejército Nacional y que, al parecer, son de las FARC”.

Endo detalló que los secuestradores lanzaron una granada contra la puerta de la casa de Cuéllar, lo que desató un enfrentamiento en el que perdió la vida uno de los policías del servicio de escoltas del gobernador, mientras que otros dos agentes resultaron heridos. Los secuestradores subieron al gobernador a un vehículo todoterreno y huyeron hacia la zona montañosa cercana a la ciudad, donde a primera hora del martes fue encontrado el coche calcinado.

El gobernador ya había sido secuestrado en otras cuatro ocasiones por su actividad como ganadero, reveló el secretario de Gobierno del Caquetá, quien indicó además que venía siendo amenazado y había solicitado mayor protección. Cuéllar era, además, el político de mayor rango secuestrado por la guerrilla desde 2002, fecha en la que fueron capturados el gobernador de Antioquía y un ex ministro de Defensa. Ambos fueron asesinados por las FARC tras 13 meses de cautiverio.

Los servicios de inteligencia colombianos habían advertido de un repunte de los actos terroristas de las FARC ante las próximas citas electorales (legislativas en marzo y presidenciales en mayo), como exhibición de fuerza tras los golpes recibidos en los últimos años, con el acorralamiento por parte del Ejército, la muerte de sus máximos jefes y la constante sangría de las deserciones.

En este contexto se inserta el secuestro y asesinato de Cuéllar, que pone de relieve que, pese a los reveses militares, la guerrilla sigue siendo capaz de actuaciones de “alto perfil”. “Hay un esfuerzo por parte del narcoterrorismo para perturbar la democracia”, dijo el ministro de Defensa, Gabriel Silva, “pero el Estado colombiano está firme en enfrentarlos”.

Yoani Sánchez conta o horror que está passando no Brasil

19/02/2013

El viejo acto de repudio

Quizás ustedes no lo saben –porque no todo se cuenta en un blog- pero el primer acto de repudio que vi en mi vida fue cuando sólo tenía cinco años. El revuelo en el solar llamó la atención de las dos niñas que éramos mi hermana y yo. Nos asomamos a la reja del estrecho pasillo para mirar hacia el piso de abajo.

La gente gritaba y levantaba el puño alrededor de la puerta de una vecina. Con tan poca edad no tenía la menor idea de qué pasaba. Es más, ahora cuando rememoro lo ocurrido apenas tengo el recuerdo del frío de la baranda entre mis dedos y un destello muy breve de los que vociferaban.

Años después pude armar aquel calidoscopio de evocaciones infantiles y supe que había sido testigo de la violencia desatada contra quienes querían emigrar por el puerto del Mariel.

Pues bien, desde aquel entonces he vivido de cerca varios actos de repudio. Ya sea como víctima, observadora o periodista… nunca –vale la pena aclararlo- como victimaria.

Recuerdo uno especialmente violento que experimenté junto a las Damas de Blanco, donde las hordas de la intolerancia nos escupieron, empujaron y hasta halaron los pelos.

Pero lo de anoche, fue inédito para mi. El piquete de extremistas que impidió la proyección del filme de Dado Galvao en Feria de Santana, era algo más que una suma de adeptos incondicionales al gobierno cubano.

Todos tenían, por ejemplo, el mismo documento -impreso en colores- con una sarta de mentiras sobre mi persona, tan maniqueas como fáciles de rebatir en una simple conversación. Repetían un guión idéntico y manido, sin tener la menor intención de escuchar la réplica que yo pudiera darles.

Gritaban, interrumpían, en un momento se pusieron violentos y de vez en cuando lanzaban un coro de consignas de esas que ya no se dicen ni en Cuba.

Sin embargo, con la ayuda del Senador Eduardo Suplicy y la calma ante las adversidades que me caracteriza, logramos comenzar a hablar. Resumen: sólo sabían chillar y repetir las mismas frases, como autómatas programados.

¡Así que la reunión fue de lo más interesante!

Ellos tenían las venas del cuello hinchadas, yo esbozaba una sonrisa. Ellos me hacían ataques personales, yo llevaba la discusión al plano de Cuba que siempre será más importante que esta humilde servidora. Ellos querían lincharme, yo conversar.

Ellos respondían a órdenes, yo soy un alma libre.

Al final de la noche me sentía como después de una batalla contra los demonios del mismo extremismo que atizó los actos de repudio de aquel año ochenta en Cuba.

La diferencia es que esta vez yo conocía el mecanismo que fomenta estas actitudes, yo podía ver el largo brazo que los mueve desde la Plaza de la Revolución en La Habana.

Chávez, Farcs e o tráfico internacional de drogas

14/02/2013

Estão claras as ligações do Regime Bolivariano com o tráfico de drogas internacional.

Não é novidade, haja vista que o cão Chávez é aliado das FARCS (guerrilha narco-marxista) em suas pretensões estratégicas e políticas.

O vídeo abaixo mostra as tramas do Governo de Chávez com o tráfico de drogas dentro da América Latina.

Relembrando o Eixo -Farc – Chávez – Tráfico de drogas – Manuel Zelaya

13/02/2013

Farc financian a las turbas Un artículo de The Wall Street Journal acusa a UD y Zelaya de recibir patrocinio 10.08.09 – Actualizado:

11.08.09 11:46am – The Wall Street Journal: redaccion@laprensa.hn CALIFICAR

Tegucigalpa. , Honduras El grupo guerrillero Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia, Farc, estaría financiando las manifestaciones a favor del ex presidente Manuel Zelaya, según un artículo de la columnista del periódico estadounidense The Wall Street Journal, Mary Anastasia O´Grady, quien asegura haber recibido pruebas que lo confirman.

En el artículo publicado ayer con el título “Los amigos hondureños de las Farc”, O’Grady hace referencia a la Cumbre de Presidentes de América del Norte, quienes discutieron temas como el narcotráfico y la crisis política en Honduras, lamenta que el “Ministerio de Defensa de Colombia… podría mostrarles (a los Presidentes) evidencia de la conexión entre los simpatizantes del depuesto presidente hondureño, Manuel Zelaya y las Farc”.

A continuación, el texto íntegro del artículo de O’Grady: El presidente de Estados Unidos, Barack Obama; el primer ministro de Canadá, Stephen Harper; y el mandatario mexicano, Felipe Calderón, se reúnen hoy en Guadalajara, México, en la Cumbre de Líderes de América del Norte. Entre los temas que abordarán estará la creciente violencia relacionada al narcotráfico en el continente; pero también se espera que conversen sobre la situación política en Honduras.

Es una lástima que el Ministerio de Defensa de Colombia no participe, ya que podría mostrarles evidencia de la conexión entre los simpatizantes del depuesto presidente hondureño, Manuel Zelaya, y el proveedor sudamericano más importante de drogas ilegales a América del Norte: las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia, Farc. Lo sé porque la semana pasada esa evidencia acabó sobre mi escritorio.

Las Farc es uno de los actores principales en el comercio de cocaína y documentos encontrados en las computadoras que encontró el Ejército colombiano durante una redada en un campo del grupo guerrillero en Ecuador el año pasado muestran que los rebeldes han estado activos en Honduras. Varios de esos documentos llegaron a mi poder la semana pasada. Uno es una carta de marzo de 2005 escrita por uno de los capos de las Farc dirigida al hoy fallecido líder rebelde Raúl Reyes. La carta ofrece una lista de relaciones políticas que apoyan (a las Farc) y con las cuales se coordina trabajo en la región y en España.

El Partido de Unificación Democrática, UD, de Honduras, es una de las organizaciones en dicha lista. UD tiene una representación limitada en el Congreso, pero es el único partido que apoya el regreso de Zelaya. Dondequiera que haya manifestaciones violentas y bloqueos de caminos en apoyo a Zelaya está UD. La carta de las Farc dice que existen 45 de esas organizaciones. A Calderón tal vez le interese saber que entre ellas figuran el Partido de los Trabajadores y la Juventud Comunista de México. Incluso, sin la conexión con las Farc, no hay que perder de vista que Zelaya violó la ley hondureña al tratar de cambiar la Constitución para que pudiera postularse a una reelección. Zelaya también exhortó a una turba que irrumpió en un almacén de la Fuerza Aérea adonde se guardaban las papeletas que se iban a usar en su referéndum ilegal.

El 28 de junio fue arrestado por una orden de la Corte Suprema, deportado por el Ejército y removido de su cargo por el Congreso. Incluso su propio partido, el Partido Liberal, apoyó su destitución y expulsión del país y la mayoría de la población respalda tales medidas. Obama y Calderón, sin embargo, no son partidarios de la destitución de Zelaya y ambos quieren su regreso. Hace dos semanas, el gobierno de Obama anuló las visas de algunos funcionarios del Gobierno hondureño. Para no ser menos, la semana pasada Calderón desplegó la alfombra roja en Ciudad de México para recibir a Zelaya en una publicitada demostración de apoyo a su regreso al poder. Hay que reconocer que el gobierno de Harper ha sido más mesurado en su respuesta a los acontecimientos de Tegucigalpa.

Se dice que un Presidente mexicano que se ubica a la derecha de la Casa Blanca enciende la mecha de la política local.

Eso podría explicar por qué el centroderechista Calderón fue el anfitrión de una visita de Estado de Zelaya. En este tema quiere mantenerse a la izquierda de un Presidente estadounidense izquierdista. Pero la situación no es tan simple. Calderón ha librado una “guerra” contra los carteles del narcotráfico en México que desde diciembre de 2006 ha cobrado la vida de 1,077 agentes del orden. Ahora, tanto él como Obama, tendrán que explicar su apoyo a una facción política en Honduras que está aliada al crimen organizado.

Según la evidencia recogida por la inteligencia colombiana, que me llegó en forma indirecta, eso es exactamente lo que están haciendo. Los hondureños no quieren a Zelaya en su país porque lidera una turba violenta y antidemocrática con la que intentó socavar las instituciones de la misma manera en que lo ha hecho Hugo Chávez en Venezuela. Chávez también ha entrenado a Daniel Ortega en Nicaragua, a Rafael Correa en Ecuador y a Evo Morales en Bolivia.

Las democracias de esos países se han visto gravemente debilitadas. Pero aunque a Obama y Calderón no les importara la libertad de los hondureños, no pueden pasar por alto la posibilidad de que el establecimiento de un gobierno chavista en Honduras eleve el costo, en sangre y en el erario, de su “guerra contra las drogas”.

La conexión de las Farc podría ayudar mucho a explicar por qué Chávez se esfuerza tanto en que Zelaya sea repuesto en el poder. Ya es sabido que el hombre fuerte de Venezuela apoya de manera activa a las Farc en Sudamérica.

Los rebeldes cuentan con un refugio seguro a lo largo de la frontera y tan sólo el mes pasado, una redada del Ejército colombiano a un campo de las Farc arrojó una serie de lanzacohetes antitanques de fabricación suiza que habían sido originalmente vendidos a Venezuela. A Chávez todavía le falta ofrecer una explicación creíble sobre cómo estas armas llegaron a manos de los terroristas colombianos.

Un informe de julio de la Oficina de Auditoría General de EE.UU, GAO, halló que Venezuela se ha convertido en una ruta de tránsito de cocaína colombiana, 60% de la cual es exportada por las Farc.

La GAO también encontró que altos miembros del gobierno de Chávez y del Ejército venezolano son cómplices. “Según los funcionarios de Estados Unidos, la corrupción dentro de la Guardia Nacional de Venezuela representa la amenaza más significativa porque la Guardia le reporta directamente al presidente Chávez y controla los aeropuertos, fronteras y puertos de Venezuela”, dice el documento de la GAO. Los líderes de la cumbre de hoy hablarán sobre su guerra contra las drogas. Quizá Calderón y Obama explicarán por qué apoyan a un político hondureño derrocado cuyos simpatizantes comparten una causa con los terroristas narcotraficantes. Todos los norteamericanos merecen una explicación. (Tomado de Wall Street Journal).

Comunista das antigas, Roberto Freire não aceita ingerência de gringos no Brasil

07/02/2013

venezuela embaixador

http://ucho.info/oposicao-repudia-participacao-de-embaixador-da-venezuela-em-ato-a-favor-de-jose-dirceu-e-contra-o-stf

Petismo é um Racismo contra branco e mestiço

06/01/2013

Fidel Castro Rúz – Rei do Tráfico de Drogas da América Latina

04/01/2013

EL EJE CASTRO-NORIEGA

Página 1 de 1. • Compartir • ¡Más!

Ver el tema anterior Ver el tema siguiente Ir abajo

EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:40 pm

Como dentro de poco, será liberado el narcotraficante Manuel Antonio Noriega; he decidido postear este artículo. Para que no quede en el olvido, la personalidad de este compinche de Castro; muy activo y unido, a aquellos que el sanguinario cubano; asesinó como resultado de la Causa 1 del 89.
                                                                                                                                                                                                                                     EL EJE CASTRO-NORIEGA Foto de una reunión celebrada en la Habana, con la
presencia de Castro, Noriega; y Barba Roja. Durante la misma se planearon, las operaciones de “La selva del Darien”

Durante el mismo período en que se crea el Cartel de Medellín, el general Manuel Antonio Noriega toma el poder en la República de Panamá.

Con el nacimiento del eje Cuba-Panamá-Nicaragua y de los carteles de la droga se conformó una situación muy particular que dio inicio a la más compleja y vasta organización jamás imagina:

la alianza de traficantes, presidentes, generales, guerrilleros; banqueros, contadores y teóricos‑políticos, que, juntos, unirían esfuerzos para obtener ganancias multimillonarias.

El general Omar Torrijos, como jefe de gobierno de Panamá, reinició las relaciones diplomáticas con el régimen cubano, comenzando así un proceso de acercamiento que culminó con la instalación de un entramado comercial de amplias proporciones.

En el período 1974‑1981 las relaciones entre Cuba y Panamá estuvieron regidas por la política exterior de apertura diseñada por el general Torrijos.

La inteligencia checoslovaca había abierto la brecha para el bloque soviético en Panamá, al participar muy al principio en las operaciones cubanas bajo el nombre código de “Pablo”.

En los albores de la década del setenta, las autoridades norteamericanas se hallaban nerviosas por dos elementos que surgían en la superficie del tablero panameño: la relación de Torrijos con Castro, que cada día se hacían más intensas, y la evidente participación del ejército panameño en el narcotráfico que facilitaba el intercambio de drogas por armas para las guerrillas.

El hombre clave en ambas operaciones sería José Martínez, un allegado de Torrijos. El general Torrijos no puso objeción a que compañías cubanas se establecieran en Panamá con el objetivo de operar desde la zona libre de Colón.

El gobierno cubano llegó a convertirse en importante cliente de la “zona libre” y de los comerciantes panameños.

El Departamento América estableció entonces relaciones estrechas con el jefe de las Fuerzas de Defensa de Panamá, Noriega.

En 1975, el capo de los servicios secretos cubanos para el continente, Piñeiro, viajó varias veces a Panamá con el objetivo de asesorar al presidente Torrijos en todo lo concerniente a las negociaciones de los tratados canaleros con los Estados Unidos.

Ese noviembre, Piñeiro encabezaría otra amplia delegación de los servicios secretos cubanos que sostendría negociaciones en Panamá con funcionarios de ese país. Entre ellos figuraba Noriega, Jefe de la Inteligencia panameña. Lenta pero sistemáticamente crecía la hidra.

Según un informe del buró político del partido Nueva Joya de Granada, los cubanos vincularon con la mafia a Unison Whiteman, hombre de confianza de Bishop, durante su estadía en Panamá con motivo de los funerales de Torrijos. Dicho enlace tenía como fin el asegurar algunos componentes vitales para el aeropuerto que construían los cubanos en Granada.

A la muerte de Torrijos asumió el mando de la Guardia Nacional de Panamá el general Rubén Darío Paredes, quien durante el breve lapso de su gestión distanció al gobierno panameño de la influencia de La Habana.

En varias ocasiones, tanto en reuniones públicas como privadas, Paredes expresaría a Castro su oposición a la política del cubano hacia Centroamérica y especialmente hacia Panamá.

La desaparición de Torrijos y los dos años en que Paredes desempeñó el cargo de Comandante en Jefe cambiaron radicalmente la situación panameña con relación al gobierno cubano, coincidiendo también en esta etapa dos elementos importantes en la historia de América Latina: el surgimiento del Cartel de Medellín y el incremento extraordinario del tráfico de armas en Centro y Suramérica.

En Panamá, con el concurso de ramificaciones de izquierda y miembros de los partidos comunistas locales, Cuba crearía las condiciones para inclinar a Noriega hacia una colaboración con La Habana, infiltrando las Fuerzas de Defensa.

En Panamá no existió la necesidad de derrocar al gobierno sobornable de Noriega. Cuba no tuvo que promover allí a ningún conjunto de presión o colectivo insurgente para utilizar el espacio panameño como pedestal seguro y santuario de las operaciones ilegales en el continente que acarreaba entre otros Tony de LaGuardia.

Con el consentimiento del gobierno panameño, los cubanos ensamblaron toda suerte de negocios para sostener las insurrecciones en la comarca, para realizar sus operaciones y burlar el embargo norteamericano, y para perpetrar la transferencia de alta tecnología desde los Estados Unidos al entonces bloque soviético.

En este gran diseño, dos tentáculos cubanos asumirían las riendas de las operaciones: el Departamento MC bajo el puño de Tony de LaGuardia y los espías de Piñeiro.

Por su parte, la insurgencia sandinista había planteado una cooperación más profunda entre los servicios secretos de Cuba y los de Panamá. Noriega facilitó su país para que La Habana estableciese la infraestructura necesaria con que remitir armamentos a los sandinistas.

Las operaciones estuvieron a cargo del agente cubano Luís Hernández Ojeda, el hilo directo con Piñeiro en La Habana. Ya para 1978, el agente de la DEA norteamericana, Avelino Fernández, hacia pública la conexión de Noriega con el tráfico de drogas, y de que Castro estaba específicamente identificado en el mismo desde 1964.

La impecable fachada e infraestructura formada en Panamá descansaba en una combinación de compañías del país conjuntamente con comerciantes cubanos exilados que se prestaron al enjuague con Castro. Esas sociedades estaban ubicadas en Ciudad Panamá y en la zona franca de Colón. Los gerentes de tales negocios disponían de documentación para entrar en los Estados Unidos.

Sería a partir de 1980 que las diligencias del Departamento América en Panamá cobraron un vehemente ímpetu. En 1982, el responsable de los operativos cubanos en Panamá, Luis Hernández, fue reemplazado por el experimentado veterano José Luis Ojalvo, quien había prestado servicios en Colombia hasta el rompimiento de relaciones de Bogotá con La Habana.

Ojalvo sostuvo en Panamá estrechas conexiones con figuras políticas como Marcel Salamín, José Blandón y los hermanos Souza, del Partido del Pueblo.

Así, Panamá se transformó en un sitio de reuniones clandestinas, y de hospitalización y residencia de los miembros del Farabundo Martí de El Salvador. Incluso, el conciliábulo oculto entre el líder Roberto D’Aubuisson, del conservador partido ARENA de El Salvador, con componentes cubanos del Departamento América para negociar el cese de las hostilidades, tuvo lugar en Panamá.

En septiembre de 1982, Piñeiro y Osmani Cienfuegos llegaron a Panamá. Piñeiro coordinaba el narcotráfico por la parte cubana; Cienfuegos se encargaba del aspecto financiero y comercial de las actividades ilícitas.

Estas operaciones se facilitaron ya que quien realmente mandaba en la Guardia Nacional de Panamá era el general Noriega, ya que Paredes estaba más preocupado con su aspiración a la presidencia durante las elecciones de 1984 que en atender su cargo de Comandante en Jefe.

=

=

Anonymou
Invitado

Volver arriba Ir abajo

Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:41 pm

El 12 de agosto de 1983, Noriega toma el mando de la Guardia Nacional en sustitución del general Paredes, realizando una extensa purga y colocando a hombres de su confianza en los puntos claves del ejército y del gobierno, de instituciones financieras y de aduanas, de aeropuertos, de embajadas y consulados. Una vez en control absoluto de esta maquinaria, Noriega establece una alianza con Castro sin precedentes en el continente, que incluiría el intercambio de información de inteligencia, operaciones comerciales, el apoyo a insurrecciones, y negocios ilícitos como el narcotráfico.Noriega aportaba a esa relación su larga trayectoria como jefe de la Inteligencia panameña. Ya desde los tiempos del general Torrijos, Noriega había establecido vínculos estrechos con el Ministerio del Interior de Cuba, y muy especialmente con el general Abrantes y la alta oficialidad de ese organismo. Lo mismo había hecho con el jefe del Departamento América, Piñeiro, y con sus cuadros para América Latina y Estados Unidos. Los cubanos también se acercaron a otros oficiales panameños -como el capitán Felipe Camargo, Luís del Cid, Cedeño, Mejías, Cortizo, Madriñán, Luís Córdoba- y al grupo de civiles más cercanos a Noriega.Noriega estableció estrech&shy;as relaciones personales con los sandinistas en medio de la lucha contra Somoza. Una vez en el poder, los hermanos Ortega utilizarán los mismos esquemas organizativos que los cubanos en las operaciones comerciales, políticas y militares. El contacto en Nicaragua sería Humberto Ortega, Ministro de Defensa, y todo el aparato de Seguridad del Estado en manos de Borge y Lenín Cerna.Conforme al testimonio de Blandón, hombre de confianza de Noriega, una parte del sobrante de las armas compradas para los sandinistas, que habían quedado al cuidado de “grupos chilenos” fue vendida por colaboradores de Noriega al M-19 de Colombia.Los agentes de Piñeiro adquirían en la zona franca de Colón equipos de comunicaciones para el uso de las guerrillas de El Salvador y Colombia. Allí tuvo lugar también una vasta convención entre los hombres de Piñeiro y subversivos colombianos como Navarro Wolf, Rosenberg Pabón, y Jaime Batemán; a quienes se les proporcionó documentación falsa y fueron enviados a Cuba4. Valiéndose de sus contactos con la Fuerza de Defensa panameña, los cubanos transfirieron armas a los alzados colombianos; y durante la era de Noriega, emplearon al oficial panameño, Camargo, como su mediador.
Anonymou
Invitado

Volver arriba Ir abajo

Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:41 pm

EN LA SELVA DEL DARIENEn reunión sostenida por Noriega en Panamá en 1984 con los jefes del narcotráfico en Colombia se ofreció el pago de la deuda externa panameña a cambio del uso de ese territorio como santuario. Los cabecillas del Cartel de Medellín trasmitieron una similar oferta a las autoridades colombianas a través del ex presidente de Colombia, Alfonso López Michelsen: el pago de la deuda externa si se les dejaba en paz. El Cartel de Medellín se hallaba en dificultades, sobre todo después que la policía colombiana detectara un embarque de éter para procesar cocaína, causando una extensa investigación que resultaría en la destrucción del centro de procesamiento de cocaína más grande del mundo.El Ministro de Justicia colombiano, Rodrigo Lara Bonilla, determinó deportar a los más notorios jefes del Cartel a los Estados Unidos. El Cartel le puso un “contrato” a Rodrigo Lara, provocando así que Pablo Escobar Gaviria (alias el Padrino) los jefes de la familia Ochoa de Colombia, y otros capo tuviesen que huir y buscar refugio. Algunos lo lograrían en Cuba; los más fueron recibidos por Noriega quien les extendió la alfombra de bienvenida.El conocido narcotraficante Carlos Lehder, que en 1991 pasaría a ser testigo principal en el caso contra Noriega en Estados Unidos, dará fe en sus testimonios de que Rodrigo Lara fue asesinado para impedir que revelara las conexiones de López Michelsen con el Cartel, como era su intención. La presencia ilegal del Cartel en Panamá, bajo protección de Noriega, resultó de beneficio para el dictador, quien logró mover hacia su dirección una tajada del negocio de narcóticos. Así fue como el Cartel trasladó parte de sus operaciones a Panamá, enviando un centenar de personas para realizar dichas operaciones, como contadores, abogados, al igual que familiares, que recibieron de Noriega protección y documentación.Irónicamente, los altos jefes del Cartel se mudaron a las casas anteriormente ocupadas por funcionarios estadounidenses del Fuerte Amador cuya propiedad había sido traspasada a Panamá bajo los tratados canaleros. El resto del personal fue hospedado en el Hotel Marriott. Los Estados Unidos, alertados por funcionarios panameños de la existencia de una planta procesadora de cocaína descubierta por indios de la zona del Darién, comenzaron a presionar al general Noriega.Ya las relaciones entre Washington y Noriega atravesaban una etapa difícil; Noriega también enfrentaba conflictos con la oposición interna luego del escándalo de fraude en las elecciones de mayo de 1984. En esta pinza entre el Cartel y Washington, Noriega tendría que enfrentar a uno de los dos. Pero para Noriega, la crisis con el Cartel había comenzado desde finales de 1983, cuando una avioneta en la que viajaba Batemán, jefe del M-19 desapareció en el trayecto entre Colombia y Panamá con $10 millones de dólares.
Anonymou
Invitado

Volver arriba Ir abajo

Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:41 pm

Batemán había sido entrenado en Moscú; era, además, amigo íntimo de Castro y de Piñeiro. Batemán deseaba negociar una tregua y quizás una unión entre su movimiento y un escuadrón derechista controlado por el Cartel de Medellín. Noriega negará la existencia del dinero en el lugar del accidente, causando la ira del Cartel de Medellín. Según la testificación de Lehder5, la disputa de Noriega con el Cartel surge porque el panameño exige una tajada mayor de las operaciones, demandando $1 millón por encima de los $5 millones originalmente negociados por ofrecer santuario en territorio panameño al que lo necesitase.Escobar, un hombre brutal que llegó a amasar una inmensa fortuna mala habida, estaba enfurecido por la petición de Noriega. El 20 de mayo de 1984, casi todos los jefes del Cartel (Gustavo Gaviria, Pablo Correa, Alfonso Cárdenas, Escobar y García Rodríguez Gacha) viajaban hacia Panamá para conferenciar con Noriega y llegar a un acuerdo sobre el uso del laboratorio en el Darién. Cuando el Cartel le niega a Noriega su exigencia de dinero, éste ordena a la Fuerza de Defensa Nacional a arrasar el centro de procesamiento de cocaína del Cartel en la jungla de Darién, que se lleva a cabo al día siguiente. Así es como Noriega viola el acuerdo multimill&shy;onario hecho con Escobar.El ataque contra Darién fue un dolor de cabeza; era la acción más imprudente realizada en el negocio de las drogas. Noriega nunca le diría a sus socios de Medellín que les traicionaría para complacer a los Estados Unidos. El 23 de junio, apenas un mes después del destrozo de Darién, Blandón, asesor de confianza de Noriega, volaba a Cuba con Camargo, eventual jefe del G‑2, para discutir el ataque a Darién.Blandón y Camargo se entrevistaron con Piñeiro, quien arregló la entrevista entre los panameños, el Cartel, y Castro. Los intereses del Cartel estuvieron representados por López Michelsen. Castro expresó, según el testimonio de Blandón, que el enfurecimiento de los colombianos por el ataque de Darién era peligroso para Panamá y para todo el mundo6. “El Cartel puede transformar a Panamá en un campo de batalla si Noriega le causa problemas. Sería una lucha entre las fuerzas de defensa y el Cartel”.Blandón dio a entender claramente su sorpresa ante el conocimiento detallado que del Cartel mostraba Castro. El mandatario cubano señaló que los líderes del Cartel estaban ansiosos por ver en libertad a sus miembros detenidos, ya que se corría peligro de que estos engrosaran la lista de testigos contra el Cartel en las cortes de los Estados Unidos. Castro también fue portavoz de las exigencias del Cartel en cuanto a dinero y aviones, así como de un nuevo acuerdo para conducir los negocios.Blandón recibió instrucciones de comunicarle a su jefe en Panamá que en La Habana le esperaba alguien conocido para dichas negociaciones: Michelsen. A su llegada a La Habana el 25 de junio procedente de Nueva York, Noriega, Michelsen y Castro se reunieron para discutir estos pormenores. Noriega partió de regreso a Panamá con una fuerte escolta personal suministrada por Castro. Sin duda, estaba jugando con fuego: negociaba con el Cartel a la vez que traicionaba a los colombianos, había sido sorprendido por los americanos en este juego, y ahora caía en manos de Castro. De acuerdo con la deposición de Lehder, el disgusto del Cartel era máximo, al punto de considerarse planes para eliminar a Noriega. Desde Nicaragua, Piñeiro les recomendará que “no debían actuar de forma violenta”; según Lehder, el problema quedaría resuelto con la devolución de dos millones de dólares por parte de Noriega.
Anonymou
Invitado

Volver arriba Ir abajo

Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:42 pm

UN CENTRO DE ESPIONAJEPanamá, con su privilegiada posición geográfica, su centro financiero, la facilidad para crear corporaciones, y la zona libre de Colón, tenía los elementos básicos que requerían los cubanos para una operación en gran escala. Castro hizo de Panamá un eslabón clave en su política de evadir el bloqueo norteamericano; allí establecería su base de operaciones para lograr ingresos en dólares, para la obtención de alta tecnología occidental y para la exportación de ciertos productos de Cuba.A Castro no le importó la carga política que representaba aliarse con Noriega, ya que por el contrario, esa relación representaba una magnífica fuente de divisas. Es por ello que, desde los inicios de las relaciones con Noriega, Cuba definió claramente una estrategia: renunciar a la hegemonía política en Panamá en favor de las prioridades económicas que le ofrecía dicha alianza.Los bancos de Panamá eran aprovechados como estaciones de lavado de dinero. Panamá utilizaba a Luis del Cid en el correo de fondos con El Cartel y de contacto ejecutivo con los cubanos. En esta red de Noriega para el narcotráfico figuraba destacadamente el empresario panameño Enrique Pretelt. Otros dos panameños -Ciro Moscoso y Jaime Tejada- poseían vínculos para la adquisición de medios militares para el ejército de Cuba. Según el mayor de la seguridad cubana, Florentino Azpillaga, Noriega se ocuparía personalmente de comprar armas para Cuba, que luego eran transferidas a los guerrilleros de El Salvador, Honduras y Colombia.Todas las operaciones comerciales de Cuba estarían a cargo del Ministerio del Interior, a través del grupo CIMEX (Actividades de Empresas en el Exterior) que encabezaban Emilio Aragonés y Osmani Cienfuegos. Tony de LaGuardia dirigía este grupo de compañías registradas en Panamá desde su Departamento MC; todas ellas realizaron sus operaciones bajo la protección de Noriega, utilizando únicamente abogados y empresarios no vinculados a grupo alguno del sector de la izquierda panameña.En la actualidad todavía existen corporaciones que operan en coordinación con entidades similares ‑también controladas por los cubanos‑ para evadir el bloqueo económico y para realizar actividades lícitas e ilícitas en otros países. Por ejemplo, cuando se establece la compañía de transporte Caribbean Happy Line Co., en Panamá, ésta será controlada por Carlos Duque, en representación de Noriega, y por Rubén Cuenca Montoto, en representación de los cubanos. Caribbean Happy Line tiene conexiones directas con sus homólogas la Anglo Caribbean Shipping en Londres, la Cariberia en España, la Taíno Shipping en Bélgica y la Reimor S.A., en Méjico; todas ellas controladas por Cuba.En un principio, Noriega les proporcionaba todo tipo de ventaja, desde bandera panameña para sus barcos, hasta pasaporte panameño para los marinos cubanos, servicio de consulado, documentación y asesoría legal. De acuerdo con el Departamento de Comercio de los Estados Unidos, de las 60 compañías pantallas que Cuba operaba en Panamá en 1986, alrededor de 20 participaban en el tráfico de armas hacia las guerrillas latinoamericanas.

Anonymou
Invitado

Volver arriba Ir abajo

Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:42 pm

La compañía CIMEX, realizaba el grueso de tales negocios para lo cual utilizaba el aparato del MC dirigido por el coronel Tony de LaGuardia. Las operaciones políticas estarían supervisadas por el Departamento de América; los contactos militares por el general Abelardo Colomé Ibarra y por Tony de LaGuardia. Para instrumentar esta estrategia, el MININT instaló a sus agentes en Panamá. El encargado de las actividades con la máxima jerarquía del gobierno cubano era Cienfuegos. Compartirá con él estas responsabilidades el jefe del Departamento de América, Piñeiro, y el entonces Ministro del Interior, general Abrantes. El MININT disponía de sus agentes operativos como fachada en la embajada cubana en Panamá; otros espías figurarán en la gerencia de las compañías creadas allí.En 1986 se llevaron a cabo unos insólitos contactos clandestinos entre el servicio secreto israelí -el Mossad- y la inteligencia cubana, por medio de la conexión panameña. En tres ocasiones, el panameño Camargo acompañó al espía israelí Mike Harari a La Habana. Allí el enviado del Mossad expresó a los cubanos que Tel Aviv estaba en disposición de establecer relaciones diplomáticas con Cuba si ésta les ayudaba a localizar criminales de guerra nazi en Paraguay usando los eficientes servicios secretos castristas8.Harari elogió el alto nivel de profesionalismo del espionaje cubano, e incluso sostuvo conversaciones directas con Castro. Harari mantuvo los lazos con los agentes cubanos en Panamá y continuó sus viajes a Cuba hasta 1988; los últimos, los haría escoltado por el capitán Félix Rodríguez.El panameño Camargo, a su vez, se desplazó con elementos del Departamento América a Cuba el 14 de febrero de 1988, donde desarrolló extensos coloquios con el vicepresidente Carlos Rafael, con Piñeiro y con los oficiales José Luis Arévalo, Fidel Martínez y José Félix Rodríguez. Asimismo, se relacionó con el entonces ministro del interior, general José Abrantes9. En agosto de ese mismo año miembros del Departamento América reunieron a 80 empresarios panameños para discutir los pormenores de futuras actividades con La Habana. Entre ellos figuraban el coronel Luis Córdoba y el mayor Gonzalo González quienes fueron escoltados a Cuba.A partir de 1988, personal del Departamento América comenzó a despachar de forma sistemática con la inteligencia de la Fuerza de Defensa panameña. Desde el edificio El Manguito, ubicado en el barrio de El Cangrejo, Camargo y Benjamín Ku por los servicios de Panamá, y Félix Luna por los de Cuba compilaban información de inteligencia y contra inteligencia que luego servía a los cubanos para formular planes10.Luna, probado agente del Departamento América, había relevado a Ojalvo en Panamá en 1984. No obstante, Ojalvo supervisaba desde La Habana las evoluciones del área con la asistencia de Roberto Márquez y Martín Calá. Los agentes del Departamento América se aprovecharon de la desesperación panameña; así comienza a beneficiarse económicamente el plan cubano. Para esos entonces, Noriega ya había designado a Luís Córdoba, Luís Quiel, Darisnel Espino, Ramiro Vásquez Chambonet, Nils Castro y Lucho Gómez para que se entendieran con los cubanos11.Fue así como el Departamento América logró ejercer el control del puerto panameño de Vacamonte, interceptando, desde una flota pesquera cubana anclada permanentemente en el lugar, las comunicaciones del comando sur de los Estados Unidos (SOUTHCOM)12. Para facilitar la coordinación con el general Noriega, Castro ubicó en su embajada a otro puñado de agentes compuesto por Alfredo Pila, Oscar Gutiérrez, Lázaro Mora y Miguel Pérez Cruz. Cuando hacen crisis las relaciones de Noriega con Estados Unidos, a principio de 1988, el Departamento América organizó la transferencia de armas a Panamá para que pudiera ser utilizada por los batallones de la dignidad, en una lucha guerrillera contra una posible ocupación militar norteamericana. Al estallar el escándalo de las armas, la maquinaria de desinformación cubana comenzó a propagar la idea de que Libia, con su ya mala fama internacional, era la proveedora. El mismo mecanismo dio resultado cuando se produjo la transferencia de dinero a Panamá vía Cuba. El dinero provenía de las operaciones de narcotráfico, pero Libia cargó nuevamente con la culpa debido a la malicia cubana.

Anonymou
Invitado

Volver arriba Ir abajo

Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:42 pm

Luna fue reemplazado por Martín Calá en 1989 como jefe de los servicios secretos del Departamento América en Panamá. Con la caída de Noriega, Calá fue expulsado del país y la inteligencia cubana trasladó sus cuarteles generales a Managua para desde allí seguir dirigiendo las operaciones en el Istmo. El personal del Departamento América reubicado en la embajada cubana de Nicaragua se convirtió así un grupo de consejeros políticos. Sin embargo, en 1991, Calá inspeccionó nuevamente a Panamá y es sabido que los miembros del Departamento América siguen explotando el suelo panameño como punto de escala en su labor de espionaje, y como plataforma para la importación de mercancías de los Estados Unidos.A partir de febrero de 1988, Noriega comienza a enfrentar fuertes presiones domésticas e internacionales ante las acusaciones que le hace un Gran Jurado en Miami por tráfico de drogas. De inmediato solicitará ayuda de La Habana; como resultado, un numeroso grupo de altos oficiales de la Seguridad del Estado de Cuba se trasladó a Panamá para asesorarle en esta crisis.Tras su defección en Estados Unidos, el mayor de la aviación panameña, Augusto Villalaz15 expresó públicamente que Castro había enviado 500 toneladas de armas a Noriega para la construcción de una infraestructura paramilitar de defensa que pudiera sostener una guerra de guerrillas en caso de una invasión norteamericana. Asimismo, la inteligencia cubana estableció una unidad política de asesoría a Noriega en Panamá, que fue integrada por Arbessú, Ravelo, Ramiro Abreu Quintana, José Luis Ojalvo y Luís Hernández Ojeda. Por parte de Nicaragua arribarían los altos jefes de la seguridad sandinista Ricardo Wheelock, Julio López y Lenín Cerna.En 1986, cuando The New York Times publicó detalles de las andanzas de espionaje y narcotráfico de Noriega, Castro quiso distanciarse, y denunció en una revista cubana la participación en el narcotráfico de algunos militares panameños encabezados por Noriega. A exigencias del dictador panameño, Castro le defendería de las acusaciones en entrevista televisada por cadena nacional en Panamá.
Anonymou
Invitado

Volver arriba Ir abajo

Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:44 pm

Fuente: http://www.gadcuba.com/ LasguerrassecretasdeCastro
Anonymou
Invitado

Volver arriba Ir abajo

Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 3:01 pm

La narcodictadura cubanaDado que el gentil público izquierdista suele defenderse (evadir es más preciso) de cualquier acusación apuntando a la paja en el ojo ajeno, cabe otra vez aclarar: Sí, hay gobiernos en todo el planeta y de todo tipo involucrados con el tráfico de estupefacientes y armas. Dicho eso, procedamos a desenmascarar al ídolo revolucionario del Caribe:”¿Habían sido descubiertos unos maleantes dentro de las estructuras de mando de la honorable revolución cubana y se les castigaba por su felonía? Nada de eso. El delito sí, había sido descubierto, pero no por los servicios de inteligencia cubana –que eran los delincuentes–, sino por el Drug Enforcement Administration, la DEA norteamericana que vigila y persigue el narcotráfico en el terreno internacional. Sencillamente, el Gobierno cubano había sido agarrado con las manos en la masa de la cocaína. La DEA tenía las pruebas de la complicidad con el
narcotráfico de la Marina, la Fuerza Aérea, el Ministerio del Interior y hasta del Ministerio de Relaciones Exteriores de Cuba. Los cuerpos policiacos estadounidenses habían infiltrado en la operación a un piloto taiwanés, Hu Chang, que el 8 de mayo de 1987 aterrizó en una de las más secretas instalaciones del Gobierno cubano, en un vuelo procedente de Colombia cargado de cocaína. Prueba contundente que reproducía la experiencia previa de dos narcotraficantes cubanoamericanos, Reynaldo Ruiz y su hijo Rubén, vinculados por lazos familiares a un alto oficial de los servicios de inteligencia cubanos, Miguel Ruiz Poo, situado en Panamá. Reynaldo y Rubén, obligados a colaborar con la DEA como modo de reducir las acusaciones que se les formularían por narcotráfico, le habían dado al Gobierno norteamericano todas las pruebas y pistas necesarias para que Castro pudiera ser llevado a los tribunales por sus vínculos con el
tráfico de narcóticos y «lavado» de dinero. No obstante, decidido a presentar el caso de manera totalmente irrefutable, el Gobierno norteamericano comete entonces una increíble estupidez: se propone tenderle una trampa al mismísimo ministro del Interior, el general José Abrantes, y para esos fines saca de la cárcel a un narcotraficante cubano llamado Gustavo Fernández, Papito, que en el pasado había colaborado con la CIA, y le propone una sustancial rebaja de su pena si se presta a montar la celada. El plan –en el que piensan hasta utilizar un submarino– incluye el apresamiento en aguas internacionales de Abrantes y su posterior presentación a los tribunales y a la prensa.
Anonymou
Invitado

Volver arriba Ir abajo

Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 3:02 pm

Gustavo Fernández, naturalmente, acepta, pero en un descuido de quienes lo vigilan escapa a La Habana y cuenta todo lo que sabe: va a estallar el escándalo y Castro dejará de ser la heroica figura de la Revolución para convertirse ante los ojos del mundo en un vulgar narcodictador de la categoría del panameño Manuel Antonio Noriega, figura absolutamente desacreditada por aquellas mismas fechas. Esto ocurre entre abril y mayo de 1989.”
Anonymou
Invitado

Volver arriba Ir abajo

Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 3:04 pm

Espero que los valiosos aportantes al foro, dedicados a la busqueda de fuentes. Tengan la prudencia de leer primero el artículo, y de esta manera; evitarse un ridículo.Toño
Anonymou
Invitado

Volver arriba Ir abajo

Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por fidelon el Vie Mayo 11, 2007 3:58 pm

TOÑO, muy bueno el informe pero aun te faltan agentes que estaban dentro de la embajada, cubana en panama desde el año 1983, hasta la invasion, conozco a dos marido y mujer. en estos momentos estan jubilados y viven como perros en cuba, se retiraron con los grados de coroneles y tte,coronel respectivamente.

Para meninas e meninos que usam camiseta do assassino genocida Che Guevara. Escutem Che falando em fuzilamento:

21/12/2012

541457_596872830339245_1501353560_n

PT vai ganhar o governo de São Paulo em 2014 alegando que PSDB protege bandido: Ou seja, acusando os outros do crime que o PT comete.

09/11/2012
 
 
Sempre lembrando que o PT é sócio das FARC no Foro de São Paulo, entidade que congrega todos os comunistas da América Latina.
E as Farc da Colômbia são os maiores fornecedores de cocaína do Mundo.
 
CONQUISTANDO O GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO, com 100 mil policiais, o PT implanta o comunismo chávista no Brasil.
 
A matança de policiais e de civis em São Paulo faz parte de esquema do PT + seu aliado PCC para desestabilizar o governador Alckmin e “fritá-lo” junto à população e eleitorado paulista, facilitando a caminhada para ganhar a eleição estadual de 2014. Depois da prefeitura, o alvo é conquistar o governo do Estado de SP, custe o que custar.  Para esta facção criminosa, vale tudo pelo poder!”  HELENA TERRA.
 
 
Foto

 
 
 
Publicado em 09/11/2012 por

É inverossímil que o governo estadual espere impedir a matança de policiais em São Paulo pela transferência de presos para presídios supostamente mais rigorosos. Salta aos olhos que o nome dos chefes aprisionados são usados como biombos para esconder os verdadeiros mandantes. Essas ações são irracionais do ponto de vista do “negócio” mafioso. Ela só faz sentido se vista no contexto da política e da sucessão estadual e federal que se aproxima.

Álvaro Uribe Vélez lança livro de memórias que conta de seu sucesso contra as Farc apoiadas pelo PT

13/10/2012

http://cnnespanol.cnn.com/2012/10/11/alvaro-uribe-el-modelo-chavez-es-contrario-a-las-libertades-y-al-estado-de-derecho/?iref=allsearch

Hugo Chávez Frias, amigo de Lula, também é amigo de traficantes (Farcs) e assassinos (Farcs e ETA)

05/10/2012

El líder del grupo paramilitar venezolano, partidario de Chávez, asegura que son «aliados políticos» de ETA y de las FARC

El venezolano Alberto «Chino» Carías, jefe del Movimiento Revolucionario Tupac Amaru (MRTA) -mejor conocidos como «Tupamaros», uno de los comandos armados chavistas-, recibe a ABC en su oficina de la Comisión Permanente de Ciencia y Tecnología e Innovación.
Desde el séptimo piso del edificio administrativo de la Asamblea Nacional da instrucciones sobre las armas y municiones que llevarán el próximo domingo, jornada electoral en Venezuela.

Al líder del comando de la barriada caraqueña «23 de Enero», de 56 años, le gusta llevar el pelo engominado, pendiente en la oreja izquierda y el «666» tatuado en el cuello. Se presenta como un «código naranja» de la policía internacional porque lo detienen en los aeropuertos europeos desde que salió en el documental y el libro «El Palestino», del español Antonio Salas. En ellos hablaba de los entrenamientos de etarras con los guerrilleros de las FARC y sus presuntos vínculos con organizaciones terroristas.

-¿Cómo ve las presidenciales?

-Históricas porque después de cincuenta años de lucha se enfrentan dos tendencias: la de la oscuridad representada por la burguesía venezolana, que simboliza la familia israelí de Henrique Capriles Radonski, y la de claridad, transparencia, cristiana y socialista que representa Hugo Chávez.

-¿Qué planes tiene para ese día?

-Vamos a dar la pelea apostando por la paz y la democracia para que no se rompa el hilo constitucional. Tenemos todos los elementos políticos y la logística a nuestro favor.

-¿El presidente Hugo Chávez ha dicho que reconocerá los resultados?

-Exactamente, porque Chávez ganará; pero si la oposición lo desconoce y llama a las guarimbas (focos de violencia) a partir de las 16:00 horas, nos vamos a enfrentar a ellas.

-¿Cómo lo harán?

-Con plomo. Será un hervidero. Estamos preparados y bien armados. Vamos en moto, coche o a pie. Y si vemos agitación en la calle, nos ponemos la capucha y sacamos las armas.

-¿Cómo hicieron la semana pasada en Barinitas, donde mataron a tres activistas de Henrique Capriles?

-En toda guerra hay muertos.

-¿Cuántos lleva usted encima?

-No llevo la cuenta. Dicen que después de diez muertos ya no se siente ningún remordimiento.

-¿Y si gana la oposición?

-Nunca. La oposición no va a ganar. Eso es muy remoto, un sueño irreal.

-¿Qué van a hacer si la autoridad electoral declara ganador a Capriles?

-Nos pasamos a la resistencia activa. Hemos activado todas las células para denunciar a la extrema derecha. Un gobierno de Capriles tendría al pueblo agitado y movilizado. Eso nos lo enseñó Chávez.

-¿Cuál es su vínculo con el terrorista venezolano «Carlos» Ilich Ramírez, preso en Francia?

-Tenemos contacto t elefónico.

-¿Y sus vínculos con ETA?

-Somos aliados políticos de ETA y las FARC, no voy a dar más detalles por el mal antecedente que tuvimos con el español «El Palestino», que se infiltró en nuestra organización y grabó nuestras actividades con cámara oculta sin decir que era un periodista.

-¿Quién les financia?

-Es un secreto militar.

-¿Cuántos miembros tienen los «Tupamaros»?

-Es un secreto militar. Tenemos células en toda Venezuela.

-¿Cómo se define?

-Como un guerrillero marxista leninista. Somos vigilantes revolucionarios armados. Si hay algún intento de golpe los sacaremos a fuego y plomo como lo hicimos en abril de 2002.

http://www.abc.es/20121004/internacional/abci-plomo-chavez-capriles-201210041155.html

Entrevista de Álvaro Uribe Vélez a Graça Salgueiro. Ex-presidente da Colômbia é sucesso no Twitter

05/10/2012

Tirania de Fidel Castro Rúz prende a Blogueira Yoani Sánchez – Petistas adoram Cuba – Vão prá lá então:

05/10/2012

Retenida Yoani Sánchez cuando iba a cubrir el juicio

El País Madrid 242

La colaboradora de EL PAÍS en La Habana se dirigía con su marido y otro periodista a la localidad de Bayamo en coche

Dilma e Lula falam de socialismo no Foro de São Paulo

29/11/2011

O que diz o lap top do finado AlfonsoCano sobre a ligação FARC-PT, aguardem

13/11/2011

http://www.noticias24.com/internacionales/noticia/8156/fiscalia-de-colombia-revelara-la-informacion-encontrada-en-los-computadores-de-alfonso-cano/

Chefão do narcoterrorismo da América do Sul morreu, o líder máximo das FARC morreuuuuuuu

05/11/2011

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/morre-chefe-maximo-das-farc-na-colombia/n1597354779254.html

Guillermo León Sáenz Vargas, também conhecido como Alfonso Cano, foi morto por tropas do Exército colombiano, informou o governo da Colômbia.

ONDE ESTÁ ALFONSO CANO AGORA:

Lula amigo de Evo financia trans cocalera na bolivia, Evo legaliza carros roubados que foram trocados por cocaina.

27/10/2011

Rinaldo cobra providência de Dilma no combate à troca de carro por droga na Bolívia

Para deputado, legalização de carro roubado no Brasil pelo governo boliviano criou moeda de troca no tráfico de cocaína

Wendell Reis

Deputado
Rinaldo Modesto (PSDB). (Foto: Wagener Guimarães/ALMS

O deputado estadual Rinaldo Modesto (PSDB) está preocupado com o aumento do tráfico de drogas, principalmente na fronteira do Brasil com a Bolívia. Ele ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa para falar sobre o caso e pediu a colaboração dos colegas para que a Casa envie um documento à presidenta Dilma Rousseff (PT) cobrando ação enérgica com o objetivo de que a diplomacia prevaleça, no caso da medida do governo boliviano de legalizar carros roubados no Brasil e levados ao paós vizinho.

“Reciprocidade. Me trate bem que eu te trato bem. Não estamos sendo tratados como devíamos”, analisou o deputado. Rinaldo explica que no dia 20 de outubro o Congresso Nacional realizou uma audiência para abordar a norma 133, do governo boliviano, que legaliza todos os carros no seu País, o que atingiu diretamente o Brasil.

No dia 8 de junho, o governo boliviano autorizou a regularização de carros ilegais no País, por meio de pagamento de tarifa. A taxa para a nova documentação de carro com passado desconhecido varia entre US$ 2 mil e US$ 3 mil. Para o deputado, a medida visa angariar recursos através da violência e da criminalidade praticada em países vizinhos.

De acordo com a Federação Nacional das Empresas de Segurança Privados (Fenaseg), dos 377.250 carros roubados na Brasil, 53% não foram recuperados. O principal destino dos automóveis furtados são os desmanches, ou países como o Paraguai e a Bolívia.

Para o deputado Geraldo Resende, além do óbvio aumento da violência, a instabilidade jurídica vai ser amplificada pela criação deste novo “automóvel híbrido”, regular na Bolívia, mas completamente ilegal no Brasil, Chile, Paraguai e Peru.

“O roubo de carros está intimamente ligado á outros crimes como o trafico de armas e drogas, as conseqüências desta irresponsabilidade podem significar uma onda de violência sem precedentes. O roubo de automóveis é comandado de dentro das cadeias, esses veículos servem, ora como moeda de troca por cocaína, ora como transporte para outras drogas”, alertou o deputado.

Segundo o deputado Rinaldo, os brasileiros são surpreendidos durante visita ao país vizinho. “A pessoa vai a Bolívia visitar alguém ou fazer compra é assaltado. Conheço casos de Campo Grande, de pessoas que perderam os seus automóveis sob a mira de pistola e a família hoje faz tratamento psicológico em detrimento disso”.

Rinaldo explica que a norma estabelecia a regularização de 10 mil veículos em 15 dias, mas foram legalizados 125 mil, segundo dados da audiência pública realizada no Congresso. Ele lembra que paralelo a tudo isso, criou-se uma nova moeda, que seria a troca de veículos por cocaína: “Uma Hilux que custa entre R$ 100 e R$ 120 mil é trocada lá por 5 quilos de cocaína. Um carro de menor valor, por um quilo, e isso traz um caos para o Pais, com entrada desenfreada da cocaína”, relatou.

Cresce produção de Coca ilegal em Bolivia. Cresce o narcotráfico. Lula financiou a trans-cocaleira na Bolivia

13/09/2011

ONU: en Bolivia hay 19 mil hectáreas de coca ilegal y crece el narcotráfico

12/09/2011 – 22:55:48

hoy con una nueva generación de precursores químicos, mayor rendimiento de la coca y laboratorios más eficientes se produce más cocaína con menos coca.

La Paz.- Para la gestión 2010, la Oficina de las Naciones Unidas contra la Droga y el Delito (UNODC) detectó 31,000 hectáreas de hoja de coca en Bolivia, 19 mil más de las 12 mil permitidas por ley.

Ese es el último informe anual de Monitoreo de cultivos de hoja de coca, presentado este lunes por la Unodc en La Paz, dijo en la presentación el representante de la oficina en Bolivia, César Guedes.

CONTINUA AQUI:

http://www.hoybolivia.com/Noticia.php?IdNoticia=52850&tit=onu_en_bolivia_hay_19_mil_hectareas_de_coca_ilegal_y_crece_el_narcotrafico#.Tm9Pw6jXziE.facebook

Estados Unidos mais um vez denunciam apoio da Venezuela à guerrilha das FARC

09/09/2011

Do EL PAIS http://www.elpais.com/articulo/internacional/EE/UU/acusa/militares/politicos/venezolanos/colaborar/FARC/elpepuint/20110909elpepuint_5/Tes

La Oficina de Control de Activos Extranjeros del Departamento del Tesoro estadounidense (OFAC) ha incluido en su lista negra a dos militares y dos políticos venezolanos por “actuar por o en nombre de la organización narcoterrorista de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC)”.

El Tesoro estadounidense asegura que los cuatro funcionarios han dado “apoyo” a las FARC en actividades de narcotráfico y comercio de armas. La inclusión en la lista de la OFAC prohíbe a los ciudadanos estadounidenses establecer relaciones comerciales con ellos y prevé la congelación de los activos en suelo norteamericano en caso de que existiesen. Caracas ha tildado de “difamación” la aparición de estos cuatro nombres en la lista de Washington sobre extranjeros relacionados con el narcotráfico.

Treasury Designates Four Venezuelan Officials for Providing Arms and Security to the FARC

9/8/2011

WASHINGTON The U.S. Department of the Treasury’s Office of Foreign Assets Control (OFAC) today announced the designation of four Venezuelan government officials pursuant to the Foreign Narcotics Kingpin Designation Act (Kingpin Act) for acting for or on behalf of the narco-terrorist organization the Revolutionary Armed Forces of Colombia (FARC), often in direct support of its narcotics and arms trafficking activities. 
 
“Today’s action exposes four Venezuelan government officials as key facilitators of arms, security, training and other assistance in support of the FARC’s operations in Venezuela,” said OFAC Director Adam Szubin. “OFAC will continue to aggressively target the FARC’s support structures in Venezuela and throughout the region.”
 
As a result of today’s action, U.S. persons are generally prohibited from engaging in transactions with today’s designees and any assets that they may have under U.S. jurisdiction are frozen. OFAC designated the following individuals for sanctions today:
  • Amilcar Jesus Figueroa Salazar (“Tino”): a member of Venezuela’s delegation to the Latin American Parliament (Parlamento Latinamericano) who has served as a primary arms dealer for the FARC, and is a main conduit for FARC leaders based in Venezuela. He has also provided training for the FARC.  
  • Cliver Antonio Alcala Cordones: a Major General of the Fourth Armored Division of the Venezuelan Army who has used his position to establish an arms-for-drugs route with the FARC.
  • Freddy Alirio Bernal Rosales: a Congressman for the United Socialist Party of Venezuela and former Mayor of the Libertador Municipality of Caracas who has facilitated arms sales between the Venezuelan government and the FARC.  
  • Ramon Isidro Madriz Moreno (“Amin”): a key officer of Venezuela’s intelligence service (SEBIN) who has coordinated security for the FARC.
The U.S. Department of State designated the FARC as a Foreign Terrorist Organization in 1997 and as a Specially Designated Global Terrorist pursuant to Executive Order 13224 in 2001. The FARC was identified by the President as a significant foreign narcotics trafficker pursuant to the Kingpin Act in 2003.
 
Today’s action continues Treasury’s ongoing efforts under the Kingpin Act to apply financial measures against significant foreign narcotics traffickers and their networks across the globe. Treasury has designated more than one thousand individuals and entities worldwide pursuant to the Kingpin Act since June 2000. 
 
Penalties for violations of the Kingpin Act range from civil penalties of up to $1.075 million per violation to more severe criminal penalties. Criminal penalties for corporate officers may include up to 30 years in prison and fines of up to $5 million. Criminal fines for corporations may reach $10 million. Other individuals face up to 10 years in prison and fines pursuant to Title 18 of the United States Code for criminal violations of the Kingpin Act.
 
To view a press chart of these individuals, visit link.

Novo presidente da Colômbia mostra a que veio: mais um narcoterrorista das farcs no colo do capeta

25/09/2010

Tropas del Ejército colombiano abatieron a un cabecilla del frente 45 de las FARC, en combates registrados en el departamento de Arauca, fronterizo con Venezuela, informó hoy una fuente oficial.

El comandante de la XVIII Brigada del Ejército, general Rafael Alberto Neira Wiesner, señaló a periodistas que la muerte de alias “Hugo Hernández” “es un alivio para los habitantes del sector de Tame, quienes venían siendo azotados por este sujeto con el cobro de vacunas (extorsiones)”.

El guerrillero de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) fue sorprendido, en compañía de otros rebeldes, cuando recibía el pago de una extorsión.

Al verse descubierto hubo un combate en el que resultó muerto el guerrillero quien coordinaba las extorsiones para las cuadrillas 38, 45 y 56 de las FARC.

Alias “Hugo Hernández”, de 35 años de edad y 17 al interior de las FARC, estaba sindicado de atacar varias poblaciones del departamento de Cundinamarca, del que es capital Bogotá.

También de asaltos a Tame y Saravena, dos de las principales ciudades del departamento de Arauca.

Vía EFE

video do exército colombiano matando o vagabundo mono jojoy

24/09/2010

http://www.youtube.com/watch?v=XGJScXo9AWQ&feature=player_embedded#at=12

=

comunista, traficante, assassino, amigo de lula e do pt e maior fornecedor de cocaína para o Brasil Mono Jojoy das Farcs caiu no colo do capeta.

24/09/2010

=

Foto: REUTERS/Eliana Aponte

Unas botas a las que se le instaló un sistema de posicionamiento global o GPS permitió ubicar al abatido jefe militar de las FARC, alias “Mono Jojoy”, y un reloj rolex y medicinas para la diabetes en su uniforme de camuflaje permitieron identificarlo.

El ministro colombiano de Defensa, Rodrigo Rivera, señaló hoy a periodistas en la base aérea de Catam, en el oeste de Bogotá, desde donde viajó a la zona selvática de La Macarena donde el miércoles murió en un bombardeo ese líder de la guerrilla, que ya se logró la identificación por huellas dactilares del guerrillero.

“No solamente tenemos confirmación morfológica de la identidad de este delincuente, confirmación por las fotos e inteligencia y elementos que encontramos allí que solo podrían ser de él, sino que ya tenemos la confirmación decadactilar, las huellas del ‘Mono Jojoy’ confirman que este es el personaje que estábamos buscando”, dijo.

Rivera agregó que al llegar a la zona lograron identificar el cadáver de Víctor Julio Suárez Rojas, “Mono Jojoy”, porque tenía medicinas para la diabetes en su uniforme camuflado y tenía en su muñeca un lujoso reloj.

Además, quedaron sorprendidos porque tenía un uniforme “camuflado pixelado”, uno de los últimos modelos que usan en las Fuerzas Militares de Colombia, y que fueron encontrados 20 computadores portátiles y 69 memorias USB a su lado.

Confirmó a la emisora La W que son 13 los militares que han resultado heridos en los combates con los encargados de la seguridad del abatido jefe militar de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) y “se siguen librando operaciones en la zona”.

RCN radio señaló, por su parte, que las tareas de inteligencia para ubicar al “Mono Jojoy” se hicieron usando como arma principal la diabetes que tenía y que le generaba excoriaciones y llagas en sus pies, por lo que no podía usar las botas que normalmente todos los guerrilleros tienen.

Se logró interceptar una comunicación de la guerrilla en la que se pedía un calzado especial para el “Mono Jojoy” y la inteligencia de la fuerza pública logró interceptar ese suministro.

“Cuando recibió los zapatos, no sabía que tenían un GPS (sistema de posicionamiento global) que empezó a trasmitir la señal por varios días y sólo lograron detectar movimiento el pasado lunes, día en que se dio el primer bombardeo que no fue exitoso”, señaló la emisora.

El jefe rebelde se movió a otro campamento, el cual fue bombardeado en la madrugada del miércoles y allí murió.

“Esta fue una operación quirúrgica porque no iba dirigida a desmantelar el campamento sino contra el objetivo. Sabíamos que tenía la costumbre de entre la 1 y 4 de la mañana de levantarse y consultar documentos (…) por eso se decidió que fueran a las 2 de la mañana”, sostuvo Rivera a La W.

Los organismos de medicina forense realizarán hoy la necropsia al cadáver del “Mono Jojoy”, trasladado la noche del jueves a Bogotá, para determinar las causas exactas de su muerte e identificar los otros seis cuerpos hallados en esa zona del sur de Colombia donde cayó el segundo al mando de las FARC.

La muerte del “Mono Jojoy” es considerada el golpe más fuerte contra este grupo armado ilegal en sus más de 45 años de existencia, incluso superior a la de Luis Édgar Devia, alias “Raúl Reyes”, segundo al mando de esa guerrilla, ocurrida tras un bombardeo colombiano a un campamento en Ecuador el 1 de marzo de 2008.

Vía EFE

ERMINSO CUEVAS CABRERA, “Mincho” das FARCs condenado a 29 anos por fornecer cocaína aos EUA

18/08/2010

http://newyork.fbi.gov/dojpressrel/pressrel10/nyfo081710.htm

For Immediate Release
August 17, 2010
United States Attorney’s Office
Southern District of New York
Contact: (212) 637-2600
Top FARC Associate Sentenced to 29 Years in Prison for Conspiring to Import Tons of Cocaine Into the United States

PREET BHARARA, the United States Attorney for the Southern District of New York, and JOHN P. GILBRIDE, the Special Agent-in-Charge of the Drug Enforcement Administration’s New York Field Division (“DEA”), announced that ERMINSO CUEVAS CABRERA, a/k/a “Mincho,” a top associate of the narco-terrorist organization Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (Revolutionary Armed Forces of Colombia, or “FARC”) was sentenced today by United States District Judge THOMAS F. HOGAN in the District of Columbia federal court to 29 years in prison for conspiring to import ton-quantities of cocaine into the United States.

According to the Indictment and evidence presented at trial:

The FARC is a Colombian narco-terrorist group and a U.S. State Department-designated Foreign Terrorist Organization. The FARC, which occupies large swaths of territory in Colombia, is a hierarchical organization which, at its height during the time of the conspiracy, was comprised of 12,000 to 18,000 members. At the lowest level, the FARC is made up of 77 distinct military units, called Fronts, organized by geographical location. These in turn are grouped into seven “blocs.” The FARC is led by a seven-member Secretariat and a 27-member Central General Staff, or Estado Mayor, responsible for setting the cocaine policies of the FARC. The FARC is responsible for the production of more than half the world’s supply of cocaine and nearly two-thirds of the cocaine imported into the United States, and is the world’s leading cocaine manufacturer. The FARC initially involved itself in the cocaine and cocaine paste trade by imposing a “tax” on individuals involved in every stage of cocaine production. Later, in the 1990s, recognizing the profit potential, FARC leadership ordered that the FARC become the exclusive buyer of the raw cocaine paste used to make cocaine in all areas under FARC occupation.

In the late 1990s, the FARC leadership met and voted unanimously in favor of a number of resolutions, including resolutions to: expand coca production in areas of Colombia under FARC control; expand the FARC’s international distribution routes; increase the number of crystallization labs in which cocaine paste would be converted into cocaine; appoint members within each Front to be in charge of coca production; raise prices that the FARC would pay to campesinos (peasant farmers) from whom they purchased cocaine paste; and mandate that better chemicals be used to increase the quality of cocaine paste.

In late 2001 or early 2002, the FARC leadership met and further resolved, among other things, to: increase cocaine trafficking routes overseas, including to the United States; establish better ways to exchange cocaine and cocaine paste for weapons; and to pay more to campesinos for cocaine paste.

CUEVAS CABRERA, 49, worked as the chief of cocaine manufacturing for the FARC’s 14th Front. CUEVAS CABRERA’s brother, FABIAN RAMIREZ, served as Commander of the Southern Bloc of the FARC and was the head of the 14th Front. CUEVAS CABRERA was extradited to the United States on September 19, 2007. On April 13, 2010, after a two-month trial, a jury found CUEVAS CABRERA and his co-defendant, JUAN JOSE MARTINEZ VEGA, a/k/a “Chiguiro,” guilty of one count of conspiring to import cocaine into the United States and one count of conspiring to distribute cocaine with the knowledge and intent that it would be imported into the United States.

The evidence at trial established that, in his capacity as the 14th Front’s chief of cocaine manufacturing, CUEVAS CABRERA directed the weekly production of thousands of kilograms of cocaine at hidden jungle laboratories controlled by the FARC and coordinated the sale and transportation of this cocaine. In total, from approximately 1998 through 2004, CUEVAS CABRERA conspired with others to manufacture and distribute literally tons of cocaine in Colombia, which he knew and intended would be imported into the United States.

The investigation resulting in these charges was led by the United States Attorney’s Office for the Southern District of New York, working with the New York Organized Crime Drug Enforcement Strike Force (which consists of agents and officers of the DEA, the New York City Police Department, the United States Internal Revenue Service Criminal Investigation Division, the U.S. Immigration and Customs Enforce Office of Homeland Security Investigations, the Federal Bureau of Investigation, and the New York State Police), the DEA’s Bogotá, Colombia, Country Office, and the Narcotics and Dangerous Drugs Section of the Department of Justice’s Criminal Division. The investigation, conducted under the auspices of the Department of Justice’s Organized Crime Drug Enforcement Task Force Program, involved unprecedented cooperation from the Colombian government.

Mr. BHARARA praised all the law enforcement partners involved in the investigation, and thanked the Criminal Division’s Office of International Affairs, as well as the Criminal Division’s Judicial attachés in Bogotá for their involvement in the extradition process.

This case is being prosecuted in the District of Columbia by the U.S. Attorney’s Office for the Southern District of New York. Assistant U.S. Attorneys PABLO QUIÑONES and RANDALL JACKSON of the Office’s Terrorism and International Narcotics Unit are in charge of the prosecution.

Terrorista das FARCs condenado nos Estados Unidos por ajudar terroristas internacionais

12/08/2010
Department of Justice Press Release

white spacer
For Immediate Release
August 10, 2010
United States Attorney’s Office
Southern District of New York
Contact: (212) 637-2600
FARC Associate Pleads Guilty in Manhattan Federal Court to Providing Material Support to a Foreign Terrorist Organization

PREET BHARARA, the United States Attorney for the Southern District of New York, announced today the guilty plea of JUANITO CORDOBA-BERMUDEZ, an associate of the 57th Front of the Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (“FARC”), a Colombian terrorist group, to a Indictment charging him with participating in a conspiracy to provide material support to a foreign terrorist organization. CORDOBA-BERMUDEZ was arrested in Panama in 2008 and was transferred to United States custody in May of 2009.

According to the Indictment previously unsealed in the case:

The FARC was formed in 1964 and is structured as a military organization, with approximately 10,000 armed guerillas organized into seven “blocs,” 68 numbered “Fronts” (including the 57th Front), nine named “Fronts,” and four urban “militias.” The FARC is dedicated to the violent overthrow of Colombia’s democratically elected government and has been designated as a foreign terrorist organization by the United States Department of State. The 57th Front operates in the territory within Colombia’s Choco Department, which borders Panama. The 57th Front supports the FARC’s terrorist activities through narcotics trafficking and kidnapping for ransom, including the kidnapping of Americans and other foreign nationals.

The Indictment recounts multiple discussions among various co-defendants, including CORDOBA-BERMUDEZ, regarding FARC logistics, supplies and weapons, as well as the seizures by authorities of a variety of weapons and materiel in 2008. These discussions occurred in the aftermath of a February 22, 2008, attack by five FARC guerillas on a Panamanian police patrol boat, and their subsequent capture in possession of substantial FARC weaponry and material.

Earlier this afternoon, CORDOBA-BERMUDEZ appeared before United States Circuit Court Judge DENNY CHIN, to whom the case was previously assigned and who has continued to preside over the case since his elevation to the Second Circuit, and pleaded guilty to Count One of the Indictment, which charges CORDOBA-BERMUDEZ with conspiring to provide material support and resources to the FARC. This offense carries a maximum sentence of 15 years in prison. CORDOBA-BERMUDEZ is scheduled to be sentenced on February 9, 2011.

U.S. Attorney PREET BHARARA stated: “The 57 Front is one of the most violent elements of the FARC, comprised of a group of guerrillas and associates who kidnapped a U.S. citizen, procured weapons and explosives, and trafficked cocaine to fuel the FARC’s terrorist activities. Today’s guilty plea demonstrates our resolve to bring to justice not only the FARC’s guerilla members, but also those people who enable the FARC’s terrorist activities by providing logistical support.”

Mr. BHARARA praised the investigative work of the Drug Enforcement Administration’s (DEA) New York Organized Crime Drug Enforcement Strike Force, the Narco-Terrorism Group of the DEA’s Bogota Country Office, the DEA’s Panama City Country Office, the FBI’s Extraterritorial Hostage Taking Squad in Miami, and the Department of Justice’s Office of International Affairs. Mr. BHARARA also thanked the Colombian Navy, the Colombian National Police, the Colombia Attorney General’s Office, and the Panamanian National Police for their assistance in the investigation.

The prosecution is being handled by the Office’s Terrorism and International Narcotics Unit. Assistant United States Attorneys JEFFREY A. BROWN and REBECCA M. RICIGLIANO are in charge of the prosecution.

http://newyork.fbi.gov:80/dojpressrel/pressrel10/nyfo081010.htm

Foro de São Paulo XVI Encontro Buenos Aires agosto/2010, Leia e divulgue

31/07/2010

El capitalismo está en crisis, pero está muy distante de estar muerto. Además, la crisis de su forma neoliberal o la decadencia de su eje anglosajónico no significa que las relaciones capitalistas de producción estén en colapso final. El capitalismo solo desaparecerá de “morte matada”, no de “morte morrida”. Y para que esto ocurra, es necesario que exista una fuerza alternativa capaz de superarlo, en escala nacional y mundial. Lo que aún no existe y tampoco parece cercano. 

– hasta 8 de agosto, el GT debe analisar y aprobar, a través de consulta eletrônica, la versión final del documento base. Después desta fecha, la Secretaria Ejecutiva hará publicar, por Internet y también en versión impresa, la versión final del documento base. 

Documento Base XVI ENCUENTRO DEL FSP

Buenos Aires, 17 a 20 de agosto de 2010 

Ampliar la unidad de los partidos progresistas, populares y de izquierda, profundizar los cambios, derrotar la contraofensiva de la derecha y consolidar la integración regional 

Los días 2, 3 y 4 de julio de 1990, en la ciudad de São Paulo, se reunía el Encuentro de Partidos y Organizaciones Políticas de Izquierda de América Latina y el Caribe. 

En medio del derrumbe del bloque socialista europeo y a escasos meses de la ya entonces previsible desaparición de la URSS, la Declaración de San Pablo, aprobada por el Encuentro de los Partidos y Organizaciones Políticas de Izquierda de América Latina y el Caribe el 4 de julio de 1990, afirmaba: “Rechazamos (…) toda pretensión de aprovechar la crisis de Europa Oriental para alentar la restauración capitalista, anular los logros y derechos socialistas o alentar ilusiones en las inexistentes bondades del liberalismo y el capitalismo(…)”. 

En ese momento, también se definieron “las bases de un nuevo concepto de unidad e integración continental… lo que incluía la reafirmación de la soberanía y autodeterminación de América Latina y de nuestras naciones,  la plena recuperación de nuestra identidad cultural e histórica y el impulso a la solidaridad internacionalista de nuestros pueblos” 

Lo que surgió a partir desta reunión, y que posteriormente asumió el nombre de Foro de São Paulo (FSP), no sólo se mantuvo a lo largo de los veinte años siguientes, contribuyendo a la resistencia al neoliberalismo; también aportó mucho a las victorias de la izquierda, como se puede confirmar analizando la ola de gobiernos de izquierda, populares y progresistas desde 1998. 

Las declaraciones finales aprobadas por sus 15 encuentros celebrados hasta el presente, así como los documentos base y las resoluciones elaboradas por distintos espacios del FSP, se han dedicado a  la caracterización del capitalismo neoliberal y del imperialismo contemporaneo y a sistematizar las ideas generales de las alternativas democráticas y populares. 

Si el FSP nació en un momento en que el neoliberalismo parecía imponerse sin resistencias, hoy, cuando se hace la conmemoración del Bicentenario de los numerosos procesos independentistas latinoamericanos y caribeños, podemos afirmar que el FSP es una iniciativa victoriosa, pero que aun tiene por adelante inmensos desafíos, entre los cuales están: ampliar la unidad de los partidos progresistas, populares y de izquierda;  profundizar los cambios; derrotar la contraofensiva de la derecha y consolidar la integración regional

Estos son los principales desafíos puestos para el XVI encuentro del Foro de São Paulo, que se realizará en los días 17 a 20 de agosto de 2010, en la ciudad de Buenos Aires. 

Como contribución a los debates del XVI encuentro, el Grupo de Trabajo del FSP presenta este documento base, compuesto por una Introdución y dos capítulos: un donde se analiza la crisis internacional; y otro capítulo donde se presentan las tareas del Foro de São Paulo. 

INTRODUCIÓN 

La formación de América Latina estuvo profundamente signada por el proceso de colonización y luego por  el neocolonialismo, creando una forma de Estado que sistemáticamente aniquila y extermina a los pueblos nativos primero y después reprime violentamente las capas populares, esclavos, campesinos, obreros y capas medias progresistas. Esto sin que se haya logrado una soberanía real, salvo en cortas etapas y con honrosas excepciones. 

En este proceso denso y complejo, surgen los grandes actores del escenario latinoamericano, entre los cuales destacamos el rol de los movimientos y partidos populares, con sus diversas manifestaciones de resistencia social, política y cultural, de protesta, rebeldías e insurrecciones. 

La realidad que vivimos hoy en nuestra región es el producto de un movimiento múltiple y de las luchas que se llevaron a cabo en estas últimas décadas. Fue la insurrección boliviana, caracterizada como “una combinación inédita de rasgos antiguos y modernos”, la que abrió el camino de Evo Morales a la presidencia. Mucho más que la llegada de un indígena al poder,  Evo representa el arco iris de las etnias indígenas que afirma la potencia de su multiplicidad. 

De la misma manera, fue la congregación en el Palacio de Miraflores la que le permitió la radicalización del giro “bolivariano” de Chávez. Kirchner es el producto de las jornadas del 19 y 20 de diciembre del 2001 en Buenos Aires así como Correa lo es de las grandes movilizaciones del pueblo ecuatoriano. Lo mismo Lula, cuya victoria electoral no puede comprenderse sin las luchas de los trabajores rurales y urbanos brasileños. 

Sin estos movimientos, seria incomprensible el éxito de la estrategia adoptada por la izquierda latinoamericana, que tiene una de sus expresiones en los gobiernos populares, de izquierda y progresistas, con una gran variedad de modalidades y cada una con particularidades propias. 

A lo largo de este período se han generado una creciente fraternidad y un acercamiento entre los gobiernos progresistas, los partidos, los movimientos sociales y los pueblos de nuestros países, y una tendencia general a la unión de América Latina como un todo único, en una integración continental y también en formas diversas de unión regional. 

Entre las distintas expresiones de integración latinoamericana y caribeña, juega un papel muy importante la Alternativa Bolivariana para los Pueblos de América Latina y el Caribe (ALBA). Las relaciones de solidaridad y la cooperación mutua que de ella se derivan, constituyen una importante expresión de las posibilidades abiertas por la existencia de gobiernos de izquierda en el continente. 

También se destaca, en el terreno de la integración continental, la creación de UNASUR (Unión de Naciones Sudamericanas) el 23 de mayo 2008. Pero se dio un paso mucho más grande en la Cumbre de la Unidad Latinoamericana y Caribeña celebrada en la Riviera Maya, próxima a Cancún, México, el 23 de febrero de 2010, con la constitución de un organismo regional, la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños (CELAC). Es la primera vez en la historia del continente que se crea un organismo de estas características. Se ha considerado un escalón superior en la dinámica de la integración, que de alguna manera recoge los postulados originarios de Bolívar y Martí. 

La propia OEA también ha sido escenario de cambios sustanciales en las relaciones entre el imperio del norte y las naciones al sur del Río Bravo. En el período reciente, para asumir la secretaría general fueron rechazados tres candidatos propuestos sucesivamente  por EE.UU., que antes manejaba esos cargos a su entera voluntad. El Consejo Permanente de la OEA reunido el 4 de marzo 2008 expresó su casi unánime rechazo a la violación de la soberanía y de la integridad territorial de Ecuador por parte de tropas colombianas, con asesoramiento de EE.UU., en Sucumbíos, el 1º de marzo 2008. 

La 39ª Asamblea General de la OEA que se efectuó en San Pedro Sula, Honduras, el 3 de junio 2009, resolvió por unanimidad dejar sin efecto la resolución adoptada el 31 de enero 1962 por la Conferencia de Cancilleres de la OEA, que dispuso la exclusión de Cuba del sistema interamericano. 

También en este período ha cobrado vigor la presencia internacional de América Latina. Ello se ha expresado en la actuación de varios países en el G-20, en la creación del BRIC  y de iniciativas tales como el acuerdo tripartito Brasil-Irán-Turquía, que propuso una base de negociación pacífica sobre el problema nuclear iraní ante el peligro de agresión inminente. En resumen, se está configurando una nueva geografía mundial, en la que participa América Latina. 

La nueva realidad de América Latina se advierte con mayor claridad si se compara  el panorama prevaleciente en las décadas anteriores, signadas por una sucesión de dictaduras militares promovidas desde el imperio del norte, y luego en el período siguiente, por el dominio incompartido de las doctrinas y de las prácticas del neoliberalismo y del “pensamiento único”. 

Cambió también la caracterización social de los gobiernos, con casos paradigmáticos como el de  un obrero metalúrgico o un líder indígena llevados a la presidencia de sus países por millones de votos de sus compatriotas. Cambió también la estructura de los partidos políticos que acceden al gobierno. Viejos partidos que tradicionalmente se repartían el poder quedaron a la vera del camino. Otros ocupan su lugar y se fortalecen en contacto con el pueblo. 

La política de la izquierda desde el gobierno ha generado beneficios concretos para la población, particularmente para los sectores más excluídos. Ha extendido y profundizado la democracia, abriendo paso a nuevas formas participativas y directas. Ha defendido los derechos humanos en toda su extensión. Al mismo tiempo se yergue en defensa de la soberanía nacional de sus países. Ejemplos concretos son la expulsión de las tropas norteamericanas de la base de Manta en Ecuador (como antes de la base de Vieques en Puerto Rico), la campaña contra las bases militares en Colombia y contra la reactivación de la IV Flota de la marina de guerra de Estados Unidos, anexa al Comando Sur. 

Existe un vívido contraste entre la nueva realidad política de América Latina y la de Europa. La gran mayoría de los países integrantes de la Unión Europea tienen gobiernos de derecha y de ultraderecha, con un fuerte componente xenófobo y racista, como se advierte en las nuevas leyes de inmigración. Estos gobiernos pretenden hacer recaer el peso de la tremenda crisis desatada desde 2008 sobre las espaldas de sus pueblos y los países emergentes, lo que ha generado movimientos de protesta de los trabajadores y sectores populares. En cambio, los países de América Latina donde hay gobiernos progresistas son los que mejor han resistido las consecuencias de una crisis que ellos no promovieron. 

Ante este panorama que se ha venido consolidando en la última década, se despliega un intento de contraofensiva por parte de los antiguos sectores dominantes, que se proponen reconquistar el gobierno de sus países. Su objetivo es impedir que este nuevo curso se consolide y se torne irreversible. 

Esta contraofensiva se expresa en el intento de trasplantar a nuestro continente una política de militarización y guerra preventiva que se basa esencialmente en el Plan Colombia, en la creación de bases militares de EE.UU. en ese país, donde las tropas yankis gozarán de total impunidad y desde las cuales se amenaza a todos los países de la región. Esto se suma a la resurrección de la IV Flota como instrumento de potencial intervención. La cruenta agresión armada de tropas colombianas, respaldadas por la tecnología y los servicios de inteligencia de EE.UU., en territorio ecuatoriano en Sucumbíos el 1º de marzo de 2008. Ello prueba los peligrosos alcances de esa política, que determinó la ruptura de relaciones por parte de Ecuador. La elección de Juan Manuel Santos –que era ministro de Defensa de Uribe cuando la invasión a Ecuador– como presidente el 20 de junio de 2010 entraña el riesgo de agravamiento de esta política, con el agregado de su rechazo expreso al intercambio humanitario que es un reclamo sustentado por vastos sectores de la sociedad colombiana. 

Las fuerzas de derecha, además de Colombia, lograron imponer su candidato en la elección de Ricardo Martinelli el 3 de mayo de 2009 en Panamá, sustituyendo al gobierno de Martín Torrijos, presidente de la Internacional Socialista en América Latina; dieron el golpe de estado que derribó el gobierno democrático de Manuel Zelaya en Honduras el 28 de junio de 2009, seguido por la elección del magnate Sebastián Piñera en Chile el 17 de enero de 2010, respaldado por un grupo de origen pinochetista, que sucedió a cuatro gobiernos de la Concertación. 

En este mismo período, la izquierda obtuvo también victorias importantes, por ejemplo en Uruguay, Bolivia y Ecuador, impidiendo que la contraofensiva de la derecha se transformase en una reversión del proceso de cambios en América Latina. Sigue, por lo tanto, el conflicto entre los proyectos nacionales y populares, opuestos a los proyectos oligárquicos que siempre actuaron en connivencia con las potencias imperialistas. Hoy, bajo  en estas nuevas condiciones mundiales, los proyectos populares de América Latina tienen mejores condiciones que hace sólo una década,  para marchar en dirección a una nueva sociedad con justicia, equidad y soberanía, una sociedad socialista. 

LA CRISIS INTERNACIONAL 

El cataclismo financiero que arrancó en Estados Unidos y se propagó rápidamente al resto del mundo, no es una mera crisis financiera sino una crisis del sistema capitalista. Es una crisis que se pronostica de larga duración, que se articula con el surgimiento de un mundo multipolar. 

La recuperación es muy incierta y hay muchos riesgos de que el mundo caiga de nuevo en una recesión global. La crisis griega ya se ha convertido en una crisis regional de la zona Euro y en un factor de inestabilidad mundial. 

El costo de la crisis ha sido alto en materia de pobreza y desempleo. La falta de oportunidades de trabajo seguirá siendo elevada en el mundo por varios años. El desempleo en las economías avanzadas rondó el 9% y a nivel mundial en cerca del 8% en 2009, pero para 2010 las previsiones son más pesimistas pues aumentará un poco más, al 8.4%. El desempleo en EU se quedará en casi 10% y  aumentará en la zona Euro de 9.4 a 10.5% (en España llegará casi 20%). A estas cifras hay que sumar una cantidad importante de trabajadores que laboran a tiempo parcial. Los altos niveles de desempleo (y empleo precario) en las economías desarrolladas son un  indicador notable para apreciar no sólo el costo de la crisis sino también la fragilidad de la recuperación. 

A fines de 2008 la economía norteamericana estuvo al borde de un colapso. Si ello no sucedió, fue por la intervención del gobierno. El promedio del déficit público en las economías avanzadas fue, el año pasado, de 9% cuando antes se insistía en el equilibrio (con un margen de hasta 3%). El déficit sin embargo, llevó a un endeudamiento masivo de los gobiernos que seguirá creciendo quizás hasta llegar a un 100% del PIB en las economías avanzadas, 35 puntos más que antes de la crisis. 

Otro signo distintivo de la gran recesión ha sido la diferencia de su impacto por regiones y países. Las economías más avanzadas resultaron más afectadas que las emergentes. De hecho EU fue el epicentro del terremoto y exportó la crisis a otras regiones. 

La caída del producto mundial en 2009 fue de -0.9% pero las economías avanzadas cayeron -3.2% mientras las economías emergentes crecieron 2.4%. El comercio mundial se desplomó en casi un -11% debido a la caída de las importaciones de las economías avanzadas (-12%). Ello provocó una caída en los precios de las materias primas, sobre todo petróleo (-36.3%). Las caídas más fuertes del producto, por países, fueron: Alemania, Japón, Reino Unido y Rusia. Las economías que crecieron fueron China e India. 

En 2010 se prevé que las economías avanzadas crezcan 2.3% y las economías emergentes y en desarrollo 6.3% por lo que éstas serán otra vez el motor del crecimiento mundial. 

La zona Euro se ha convertido en una zona de inestabilidad debido a Grecia pero también a otros eslabones débiles: España, Portugal, Italia e Irlanda. 

La crisis de la deuda griega requirió un megapréstamo de la Unión y el FMI que se pactó a principios de mayo (720 mil millones de euros: 500 de la EU y 220 del FMI). Pero hay que ver si el ajuste brutal a las finanzas griegas se puede implementar en el mediano plazo. Habrá que observar también cómo evolucionan los otros casos, sobre todo España, donde se aplica un duro plan de ajuste. Sin duda, estas políticas provocarán mayor desempleo y un crecimiento del producto más lento. Por otra parte, ni los megarescates ni las políticas de ajuste son una garantía de que la estabilidad volverá pronto a la eurozona. Por el contrario, en el corto plazo, al menos, el mundo seguirá sujeto a corridas bursátiles y devaluaciones y revaluaciones de las monedas. En este marco de inestabilidad no puede descartarse una nueva recesión general. 

Por otro lado, hay que subrayar que el sistema bancario sigue atorado. Los créditos todavía no se restablecen. Los bancos siguen en problemas a pesar de los cuantiosos rescates. Obtienen altas ganancias pero otorgan poco crédito. Además, los gobiernos ya agotaron su margen de maniobra. Ya no pueden bajar todavía más la tasa de interés ni endeudarse más para inyectarle dinero a la economía o a los bancos. 

La recuperación es frágil, en el fondo, porque en las economías desarrolladas hay ahora un bajo consumo privado, baja inversión, poco crédito y desempleo alto. La recuperación económica no parece dibujarse con una V sino como una L. Es decir no hay una recuperación de la misma magnitud  que la caída sino que ésta se mantiene en un nivel bajo. 

En cambio, en las economías emergentes, el panorama es un poco mejor porque están creciendo tanto  la demanda como  las inversiones. Además aquí no hubo shocks financieros. Sin embargo, una nueva caída de las economías desarrolladas o un pánico financiero pondrían en peligro a las economías en desarrollo pues caerían las exportaciones y con ellos su ritmo de crecimiento. 

Persiste además un serio desequilibrio entre las economías del mundo. Los Estados Unidos son una economía que consume mucho y se ha endeudado también mucho, mientras que China, por ejemplo, consume poco y se ha convertido en un importante acreedor mundial, particularmente del gobierno de los Estados Unidos. Estos desequilibrios se muestran también en el comercio mundial. Hay economías exportadoras (es decir que exportan una proporción muy elevada del total de su producción nacional) y otros países que importan en grandes cantidades (en relación a su producción total y al comercio internacional del mundo). No se trata de economías complementarias sino de una globalización deforme que la vuelve poco sustentable, es decir, de bajo crecimiento, sujeto a crisis recurrentes y con profundas desigualdades en las naciones, en las regiones y a nivel mundial. 

Hasta ahora, la crisis no ha producido un nuevo orden económico mundial. Se han roto las recetas de las políticas neoliberales pero en el caso de Grecia y España, se están aplicando,  de nueva cuenta,  las mismas políticas de ajuste que se impusieron en ALC hace 20 años. En materia de gobernabilidad mundial y creación de nuevas instituciones multilaterales, la situación prácticamente no ha cambiado a pesar de que hay un nuevo grupo de países, el G20, que se reúne a tomar decisiones. Así, por ejemplo, la propuesta de China y otras naciones de crear una nueva moneda de reserva mundial, en vez del dólar, sigue sin resolverse. 

Tampoco avanza una gran reforma financiera que elimine los paraísos fiscales y suprima instrumentos altamente especulativos (como los CDS, credit default swaps, y otros de los llamados derivados como los hedge funds). Hasta el FMI ha propuesto un impuesto especial a los bancos para crear un fondo de reserva que sirva para futuros rescates de las entidades financieras. Sin embargo, esta reforma está detenida. No se ven signos de avance. En Estados Unidos se acaba de aprobar en el Congreso una muy tibia propuesta de regulación. Habría que recordar que el capital financiero fue durante las últimas décadas el mayor beneficiario de la globalización neoliberal. Su poder ha llegado a ser inmenso. La crisis golpeó al sistema pero los planes de rescate sobre todo en EU, se dirigieron a reforzar esa estructura de poder. El mundo sigue presa de los especuladores. 

Latinoamérica, menos golpeada 

El caso de América Latina y el Caribe fue diferente al de las economías desarrolladas. 

La crisis no fue tan aguda en América Latina, al menos en parte, porque se aplicaron en varios países de la región, políticas que compensaron en grande parte el impacto recesivo. Estas políticas fueron posibles porque estos países acumularon importantes reservas monetarias que pudieron ser usadas frente a la caída de las exportaciones y la salida de capitales. Dichas reservas fueron acumuladas en el auge económico previo a la crisis en buena parte de la periferia, gracias a los precios altos de materias primas y las entradas de capitales. También deben destacarse las políticas redistributivas que pusieron en práctica sobre todo los gobiernos progresistas antes y durante la crisis. 

En ALC, durante 2010 se recuperará lo perdido en 2009: la caída en este último año fue de casi -2% pero en 2010 el crecimiento será de 4%. Casi todos los países crecerán a un nivel superior al retroceso del año pasado. Pero dentro de este panorama moderadamente optimista hay una excepción notable: el caso de México. En 2009 su economía cayó casi -7% y en 2010 apenas crecerá un 4%, en el mejor de los casos. 

Aunque en América Latina, con la excepción de México, el PIB de la región se contrajo moderadamente en 2009, la brecha de crecimiento (es decir, la diferencia entre la tasa de crecimiento entre 2009 y 2007) fue de 6.3 puntos porcentuales la cual no deja de ser significativa. Quiere decir que si no hubiera habido crisis, ALC estaría, por lo menos, 6.3% mejor que en estos momentos en términos de crecimiento del producto, sería 6.3% más rica. 

A pesar del impacto moderado de la crisis (con excepción de México) la pobreza aumentó en la región. Se calcula que el número de pobres en ALC se incrementó en 10 millones de personas en 2009 según el Banco Mundial, lo que significó un retroceso pues en los cinco años anteriores se habían logrado avances significativos. Sin embrago debe aclararse que de estos diez millones, cinco son mexicanos. 

Según el Banco Mundial, “Mientras que se estima que 60 millones de latinoamericanos dejaron la pobreza entre 2002 y 2008, entre 9 y 10 millones de personas se volvieron pobres en 2009, y el número de pobres hubiera sido mayor si no hubiera sido por el hecho de que los gobiernos de América Latina, rompiendo con la tradición del pasado, pudieron mantener y en algunos casos fortalecer programas de asistencia social. Se espera que el número de nuevos pobres se reducirá significativamente hacia el final de 2010.” 

Asimismo, en materia de empleo, según la OIT “se estima que 3.5 millones de trabajadores perdieron su empleo en ALC, cifra relativamente baja en comparación a la fuerza laboral total de 270 millones de trabajadores”. El desempleo en ALC aumentó 1.2 puntos, de 7 a 8.2% de acuerdo a las últimas estimaciones por lo que el total de desempleados en la región subió a 22.5 millones al final de 2009. También llama la atención que los salarios reales no cayeron durante 2009. La crisis del empleo en AL contrasta con otros episodios del pasado en el que se presentaron aumentos significativos del desempleo,  un crecimiento de la informalidad y una caída severa del salario real. 

En síntesis el costo de la crisis para América Latina fue relativamente bajo pero al fin y al cabo hubo un retroceso. 

Como ya se mencionó, el impacto de la crisis fue muy superior en México en comparación al resto de los países de ALC. No sólo por que la recesión fue mayor sino también por el número de pobres y desempleados. Para 2010, en estos últimos aspectos, México no tendrá una recuperación. 

El caso de México es una muestra palpable de cómo la continuidad de las políticas neoliberales ha sido muy costosa, a diferencia de las rupturas que se presentaron en los últimos años en la mayoría de la región por el arribo de gobiernos de izquierda. La razón de fondo de la excepción mexicana se debe a su vinculación a Estados Unidos mediante el Tratado de Libre Comercio de América del Norte (TLCAN), su poca diversificación hacia otros mercados mundiales, el abandono de la agricultura mexicana y la dependencia alimentaria que esto último ha implicado; la dependencia de México hacia el petróleo también se ha acentuado. 

La decisión de mantener la integración a Estado Unidos mediante el TLCAN ha requerido la continuidad de las políticas neoliberales. Así pues la experiencia mexicana demostraría el fracaso de la derecha latinoamericana sobre todo frente al éxito de otras políticas puestas en práctica por gobiernos de izquierda como el caso de los países del Cono Sur. 

Si en varios países se puso en marcha un programa de cambios que permitieron aumentar la demanda interna mediante la recuperación del salario y la ocupación, y la implementación de amplios programas sociales contra la pobreza, y al mismo tiempo se avanzó en mecanismos de integración comercial y diversificación de los mercados internacionales, en México no se hizo nada de esto. El costo ha sido inmenso y explica el fuerte impacto de la crisis mundial en este país. 

Aun haciendo a un lado el caso de México, hay que reconocer que la situación en América Latina fue negativa en 2009 aunque el impacto haya sido menor que en otras regiones. Por ello, a pesar de que en 2010 se puede recuperar lo perdido, el saldo adverso el año pasado debe verse con cuidado y no menospreciar sus impactos. 

Los efectos de la crisis crean una situación más difícil para los gobiernos de izquierda y ello  podría ser favorable para las oposiciones de derecha. Hay que recordar que cuando aumenta la pobreza y el desempleo, los ciudadanaos tienden a cobrarle la cuenta a los gobiernos en turno, no tanto a la oposición, aunque ésta proponga la vuelta al modelo neoliberal. Además, se agrava el descontento social   pues hay más demandas insatisfechas, lo que también puede generar situaciones más difíciles para los gobiernos progresistas. 

Por otra parte, también es cierto que  la crisis es producto  del sistema que la izquierda pretende cambiar y por tanto,  se presenta como una oportunidad para propiciar ese cambio desde  los gobiernos. 

Un balance político 

La derecha latinoamericana y caribeña, con sus aliados europeos y estadounidenses, están implementando una contraofensiva, que busca recuperar los espacios que perdieron desde 1998 en América Latina. 

Esta contraofensiva incluye la ampliacion de la presencia militar en la región, el golpe en Honduras, las campañas político-mediáticas contra Cuba y Venezuela, así  como la victoria de la derecha en Panamá, Chile y Colombia. 

La contraofensiva se realiza precisamente porque desde el 1998, hay señales de una ofensiva de las fuerzas populares – aunque condicionada por la correlación de fuerzas en nivel mundial. Por eso mismo, el curso de la lucha política entre los sectores populares y la derecha es la marca de los últimos años, una confrontación entre dos bloques,  una disputa reñida por los rumbos de nuestro continente. Junto con los señales de la contraofensiva, arriba señalado, existen también variados ejemplos de que sigue el curso de las fuerzas populares. Para hablar solamente de logros en lo electoral, en 2009 se observó las reelecciones de Evo Morales em Bolivia y de Rafael Correa em Ecuador. El presidente Hugo Chávez logró la aprovación de referendum que permite la reelección. En Uruguay el Frente Amplio eligió al compañero Mujica. Antes, en El Salvador ocurrió la victoria de Mauricio Funes. Para 2010, la señal más importante de que se mantiene  la iniciativa política de las fuerzas de izquierda se expresa es la delantera electoral en las encuestas y el esperado triunfo de  la compañera Dilma Rousseff, candidata presidencial de las fuerzas progresistas en Brasil. 

A pesar de que la conexión entre la crisis mundial y los procesos electorales en ALC no ha sido hasta ahora muy directa, los partidos del FSP estamos obligados a discutir  sus repercusiones a nivel regional y nacional para evitar que  la derecha saque ventaja de esta problemática. 

El Foro de São Paulo debe realizar un balance de los procesos hondureño, panameño, chileno y colombiano. Debemos, también, debatir maneras concretas de apoyar la unidad de la izquierda, tanto en los países citados, cuanto en aquellos que tendrán elecciones en el próximo periodo. 

El golpe de estado en Honduras dio paso a la elección de Porfirio Lobo en un proceso cuestionado por todas las fuerzas de izquierda. El resultado no fue reconocido por diversos gobiernos y partidos progresistas y democráticos de la región, pero al paso de los días Lobo ha logrado cierto grado de normalización de las relaciones de su gobierno con sus vecinos. 

El golpe fue también una prueba a los organismos de integración de ALC. Y aunque estos reaccionaron acertadamente, sobre todo al principio, luego fueron incapaces de desplegar los mecanismos necesarios para evitar la consolidación del golpismo. 

El rechazo de la visita de Lobo a la cumbre UE-LAC en España, y su cancelación, aunque es una buena noticia, no cambia mucho las cosas. A final de cuentas, el golpe de estado fue un éxito de la derecha. 

La destitución y luego el exilio del Presidente Zelaya, la constante represión contra el Frente Nacional de Resistencia, la misma Presidencia del derechista Lobo, y la casi nula presión internacional en su contra, parecen confirmar que el golpe de estado logró su propósito central: eliminar a un gobierno progresista, imponer a un representante de los intereses de la oligarquía, y golpear a las fuerzas populares que sostienen una alternativa anti neoliberal. 

Esta situación debe ser un motivo de reflexión pues sin duda ha fortalecido a la derecha en Centro América y, aunque en menor medida, en el conjunto de América Latina. Aunque se reconoce que el golpe encontró a un gobierno que no había construido ni un partido propio ni una base social organizada capaz de enfrentar a una derecha resuelta a todo, las debilidades de Zelaya y de la izquierda hondureña no deben ocultarnos que la capacidad de reacción frente a este golpe por parte de la izquierda latinoamericana fue muy deficiente. 

Los territorios coloniales no escapan a la derechización. En Puerto Rico, el Partido Nuevo Progresista dirigido por la derecha republicana y sectores de la empresa privada ha derogado en la práctica las garantías constitucionales, mientras entrega el patrimonio nacional, los empleos públicos y los derechos laborales al sector privado. En esa línea también ha promulgado el desmantelamiento de instituciones de la sociedad civil mediante legislación unilateral; y de igual manera, ha incrementado la brutalidad policíaca y la represión hacia sectores populares, como hemos visto a partir de la pasada huelga universitaria. 

La pregunta es entonces: ¿cómo prevenir una acción similar en otros países? ¿Cómo evitar que el gobierno norteamericano y la derecha oligárquica en CA y ALC sigan fortaleciéndose? En síntesis, ¿cómo debe actuar la izquierda latinoamericana en el futuro inmediato para responder a esta nueva ofensiva de la derecha? 

LAS TAREAS 

El XV Encuentro del Foro de São Paulo apuntó tres tareas fundamentales: no ceder ningún espacio para la derecha, profundizar los cambios y acelerar el proceso de integración.       

Luego del XVI Encuentro del Foro, tendremos las elecciones legislativas en Venezuela (septiembre) y las presidenciales en Brasil (octubre). El resultado de estas elecciones impactará con fuerza la situación regional, en particular las elecciones presidenciales que van ocurrir en 2011 en Argentina, Guatemala y Nicaragua; así como en Perú. 

Como apuntó el XV Encuentro, aún no disponemos de un seguimiento científico que nos permita hacer un análisis comparado de los sucesos de los distintos gobiernos latinoamericanos de izquierda y progresista. Motivo por lo cual está en curso la construcción del Observatorio de gobiernos progresistas y de izquierda latinoamericanos y caribeños. 

A pesar de la dificuldad en hacer este balance, es posible afirmar algunas ideas: 

a) nuestras sociedades siguen siendo profundamente desiguales, y cambiar esto exigirá no solamente desarrollo, sino  un determinado tipo de desarrollo que incluya fortalecer el rol del Estado, ampliar las políticas públicas sociales, e introducir cambios en las estructuras de propiedad; 

b) la contraofensiva de la derecha exigirá de los gobiernos de izquierda y progresistas de la región una ampliación de su hegemonía política, que supone la adopción de medidas que profundicen la democracia, incluso en la comunicación social y los medios masivos de comunicación; 

c) la crisis internacional tuvo y seguirá teniendo impacto en la región, motivo por lo cual la profundización de los cambios dependerá cada vez más de lo que se haga en términos regionales.

En términos de acelerar el proceso de integración, podemos decir que los gobiernos progresistas y de izquierda de la región siguen comprometidos con este objetivo. 

La reunión de la regional latinoamericaña y caribeña, así como la posición de UNASUR repudiando la presencia de Porfírio Lobo en la cumbre EU-ALC, son señales positivas. Asi como la firma del Acuerdo de Teherán, en mayo último, por Brasil, Turquía e Irán, tiene enorme significado político y estratégico. Al abogar por la manutención del derecho, consagrado en las normas internacionales,  respecto del  dominio de la tecnología para producción de energía nuclear con fines pacíficos por parte de países en desarrollo, el Acuerdo se opuso al  camino de la guerra, defendiendo la paz como única salida para el conflicto de las potencias imperialistas contra Irán. Al mismo tiempo, el Acuerdo simboliza la tendencia hacia la multipolaridad y comproba las dificultades del imperialismo en imponer su dominio en el mundo. El Foro de São Paulo valora este movimiento como expresión de esta lucha contra hegemónica, de fundamento antiimperialista y a favor del derecho al desarrollo para el Sur del mundo. 

El XVI Encuentro considera que las tres tareas apuntadas por el encuentro anterior siguen vigentes. Pero es necesario añadir algunas perspectivas, orientaciones y precisiones, así como algunas tareas político-organizativas relacionadas al propio Foro. 

En primer lugar, creemos de extrema importancia y urgencia fortalecer el debate estratégico entre nosotros. Los debates de los años 1990, en los marcos del Foro de São Paulo, contribuyeron mucho para los éxitos que tuvimos en el enfrentamiento con el neoliberalismo, inclusive en la conquista de gobiernos y en sus acciones. 

Hoy vivimos una nueva situación, en la región y en el mundo. Enfrentar esta nueva situación supone mayor capacidad de análisis y de formulación estratégica. 

Otro mundo es posible, pero hay que decir cuál. Las izquierdas de ALC  tienen que definir una identidad propia que recogiendo su vasta experiencia, en lo gobiernos y en los movimientos sociales, les permita establecer una serie de propuestas programáticas e ideológicas. Su diversidad debe ser ahora fuente de su capacidad propositiva. 

El Foro de São Paulo tiene condiciones privilegiadas para ser el espacio de un debate con estos propósitos. No se trata de tener una política única, tampoco con  de centralizar nuestra actuación a partir del Foro de São Paulo –la experiencia reciente y no tan reciente demostró los límites de este tipo de pretensión. Se trata, esto sí, de aprovechar la unidad en la diversidad que hemos construido hasta ahora, como punto de partida y ambiente ideal para trabar un debate necesario para todos nosotros. 

En este sentido, la Red de Escuelas, Fundaciones y Centros de Estudios del Foro de São Paulo debe llamar a la tarea de organizar, a partir de septiembre de 2010, un ciclo de actividades con ese propósito. 

Las definiciones programáticas e ideológicas de la izquierda latinoamericana y caribeña son aún más necesarias frente a la quiebra de la socialdemocracia. Sólo en ALC hay un movimiento progresista que ha avanzado en los últimos años exitosamente, conquistando gobiernos nacionales, construyendo partidos políticos de masas, y desarrollando movimientos sociales alternativos. Este éxito debe reflejarse en la reconstrucción de una identidad de las izquierdas más profunda. Estos nuevos paradigmas surgirán sin duda, de la experiencia práctica, pero también del debate intenso, respetuoso e incluyente de los partidos progresistas y de los movimientos sociales, debate que debe fomentarse en la forma más amplia y diversa posible. El FSP es una instancia que puede conducir este debate de manera destacada por ser el espacio más unitario, amplio y democrático de los partidos de izquierda y progresistas de ALC y, en cierto sentido, ya un referente mundial. 

Queremos destacar también el movimiento de mujeres del Foro de São Paulo, que contribuye con su lucha por la igualdad social y política entre los géneros. Debemos hacer frente a los desafíos que nos coloca la llegada al poder, referente a la situación de discriminación contra las mujeres en nuestras sociedades, y a los ataques sufridos por parte de los movimientos de derecha y conservadores contra los derechos de las mujeres. 

Una mención especial merece también el esfuerzo de las juventudes del FSP; el Primer encuentro que tuvo lugar en México el año pasado debe continuar en Buenos Aires. La consolidación de este espacio es fundamental para fomentar la educación política entre los jóvenes, impulsar la renovación  de nustros partidos y el recambio generacional; y darle un mayor protagonismo político e ideológico a este sector de la población. 

En segundo lugar, consideramos necesario fortalecer el Foro de São Paulo como referente latinoamericano y mundial. Esto pasa por las seguintes acciones: fortalecimiento de las secretarías regionales; presencia en la comunidad latinoamericana y caribeña en los Estados Unidos y también en Europa; relaciones bilaterales entre el Foro y organizaciones semejantes en África y Asia, así como en Europa; seguimiento de los proyectos del Foro en el área de la cultura, el Observatorio de Gobiernos, y también la Red de Escuelas y Fundaciones. 

El Foro de São Paulo debe seguir siendo y consolidarse como un espacio de intercambio de información y debate, de formación de cuadros y producción intelectual (mediante las fundaciones), de definición de líneas estratégicas, de encuentro para impulsar la integración política, económica y cultural de AL. 

El Foro de São Paulo debe ser, también, un espacio de coordinación de acciones comunes entre los partidos que lo integran. En este sentido, no nos vemos como la única alternativa para las izquierdas latinoamericanas. Pero estamos convencidos de que la propuesta del Foro de São Paulo sigue siendo lo máximo denominador común de la izquierda latinoamericana y caribeña. 

En ese particular, cabe al Foro de São Paulo mantener y profundizar el intercambio, no solamente con los partidos de la región y del mundo, sino también con los movimientos sociales. 

Hay una gran vitalidad de los movimientos sociales latinoamericanos. La reunión sobre cambio climático en Cochabamba, Bolivia, el pasado mes de abril, fue una muestra de ello, así como las actividades del FSM y otros eventos nacionales e internacionales. Los movimientos sociales han sido los impulsores de los cambios políticos de ALC y sin ellos, los partidos y gobiernos progresistas no hubieran podido avanzar. 

Por ello el FSP debe provocar un nuevo acercamiento con los movimientos sociales basado en una estrategia común de lucha contra la crisis mundial y un acuerdo político para enfrentar a la derecha. 

De igual manera, el FSP debe asumir una responsabilidad más firme en el plano regional y ante los organismos internacionales correspondientes, encaminada a la descolonización y el derecho a la independencia de los territorios coloniales en la región caribeña, facilitando a estas naciones su vinculación con los procesos de integración latinoamericana. 

De la misma manera, cabe al Foro de São Paulo establecer un intercambio sistemático entre  los gobiernos progresistas y de izquierda en la región. Tanto en el sentido ya apuntado en el proyecto del Observatorio, cuanto en torno al tema de las relaciones partido-movimientos sociales-gobiernos. 

La verdad es que, en el ámbito de cada país, las relaciones entre gobiernos y partidos de gobierno son muy diversas, siendo muy común que –después de las victorias electorales– el centro del poder y de iniciativa estratégica se transfiera del partido hacia el gobierno, con consecuencias siempre dañinas. 

En tercer lugar, cabe al Foro de São Paulo colaborar para que se amplie la eficacia electoral de sus partidos miembros. En ese sentido, proponemos que la Red de Escuelas y Fundaciones, a par de las tareas estratégicas ya mencionadas, empieze de inmediato un ciclo de reflexiones sobre las experiencias electorales pasadas y futuras, que avance además para medidas concretas que se puedan hacer en términos de encuestas y comunicación, siempre respetando la legislación electoral vigente en cada país.

Además de las tareas centrales –no ceder ningún espacio para la derecha, profundizar los cambios y acelerar el proceso de integración– y de las tareas organizativas –consolidar el FSP como referente, profundizar la reflexión estratégica, incluso cuanto a los movimientos, a los gobiernos y a lo electoral– consideramos esencial concluir este documento base con una reflexión más estratégica, sobre las características históricas del periodo que vivimos. 

Hemos insistido en la idea de que vivimos un momento de crisis y transición. Crisis del neoliberalismo, crisis del capitalismo, crisis de la hegemonía estadounidense. Pero, como es usual, sabemos bien qué esta agonizando, pero no lo qué está naciendo. 

El neoliberalismo está en crisis, pero no está muerto, ni en los hechos, ni en el plan de las ideas. Además, la desmoralización del neoliberalismo no conduce automáticamente, ni únicamente, al fortalecimiento de las ideas socialistas. Lo que se está viendo incluye esto, pero incluye principalmente (hasta ahora) el fortalecimiento del pensamiento keynesiano, así como el resurgimiento de matrices extremadamente conservadoras y de derecha. 

El capitalismo está en crisis, pero está muy distante de estar muerto. Además, la crisis de su forma neoliberal o la decadencia de su eje anglosajónico no significa que las relaciones capitalistas de producción estén en colapso final. El capitalismo solo desaparecerá de “morte matada”, no de “morte morrida”. Y para que esto ocurra, es necesario que exista una fuerza alternativa capaz de superarlo, en escala nacional y mundial. Lo que aún no existe y tampoco parece cercano. 

La crisis de la hegemonía estadounidense permite un análisis similar. Por una parte, ellos no tienen más capacidad de hegemonizar el mundo como hacían antes. Por otra parte, está cada vez más clara la apuesta que un sector del establishment estadounidense hace para mantener y prolongar su hegemonía: la guerra, terreno donde su superioridad destructiva es aplastante. El chantaje bélico, sumada a su fuerza económica (cristalizada en la hegemonía del dolar), puede hacer  que ese declive de la hegemonía de EE.UU. se prolongue aún por mucho tiempo, además de asumir formas que pueden ser trágicas para la humanidad. 

Los Estados Unidos tienen 865 asentamientos militares fuera de su territorio de los cuales entre 45 y 49 estarían en América Latina y el Caribe o sus cercanías. 

Así, es fundamental que la izquierda latinoamericana defina con más claridad que tipo de estrategia de corto y mediano plazo creemos poder tener frente a los EE.UU. 

Si no está puesto, en el horizonte visible, un colapso, una revolución o por lo menos un cambio estructural fundamental en los EUA, ¿entonces cómo convivir con esa nación tan agresiva? ¿Y cómo esto se traduce en nuestras propuestas de seguridad nacional, frente al narcotráfico, en torno a la migración? 

O aún: ¿en que medida esta perspectiva estratégica frente a los EUA debe influenciar los proyectos como el que se acordó en Cancún (Unión de Naciones)? ¿Qué puede hacer la izquierda partidaria en  los mecanismos de integración de AL (UNASUR, ALBA, MERCOSUR, CAN)? 

Así pues, la izquierda latinoamericana tiene que responder  a una situación caracterizada por: a) una crisis de neoliberalismo, en un momento en que el pensamiento crítico se está recuperando de los efectos de más de dos décadas de defensiva política e ideológica; b) la crisis de la hegemonía estadounidense, sin que exista un sustituto hegemónico, creando una situación que fomenta el multilateralismo, la formación de bloques regionales y alianzas cruzadas; c) la crisis del modelo actual de acumulación de capital, sin que sea visible cuál es la alternativa sistémica; d) la crisis del desarrollismo conservador en América Latina, estando en curso una transición hacia un post-neoliberalismo, cuyas características se están definiendo a lo largo del camino. 

Como hemos visto también, la crisis  apunta para un período más o menos prolongado de inestabilidad internacional. En el corto y mediano plazo, la inestabilidad está relacionada con la crisis del capitalismo neoliberal y el declive de la hegemonía de EE.UU. Estas diversas dimensiones de la inestabilidad hacen más urgente y más difícil, al mismo tiempo, la construcción de alternativas. 

Por otra parte, tres décadas de hegemonía neoliberal han limitado el horizonte intelectual y la fuerza de la izquierda, especialmente fuera de América Latina y el Caribe. Estas contradicciones y limitaciones son evidentes cuando observamos la falta de correspondencia entre el tamaño de la crisis,  la timidez de las propuestas y las medidas adoptadas. Esto es especialmente claro en el caso de la socialdemocracia europea. 

Por otra parte, los socialistas del siglo XXI no pueden alegar ignorancia: La lucha por superar el capitalismo es larga y compleja. 

A principios de 1990, con la disolución de la URSS, podemos decir que el movimiento socialista todo entró en un período de “defensiva estratégica”. 

La situación comenzó a cambiar entre 1998 y 2008, primero con el ascenso de varios gobiernos de izquierda en América Latina, y luego con la crisis internacional. Pero estos acontecimientos no han cambiado aún la naturaleza del período, que sigue siendo de “defensiva estratégica”. 

Una muestra de ello es el contraste entre la profundidad de la crisis internacional y la capacidad de los estados capitalistas para evitar el desbordamiento de su organización política y social. 

Otra señal es la existencia de una contraofensiva por la derecha latinoamericana, que recibió el refuerzo paradójico de la crisis internacional pues crea  dificultades económicas y sociales que tienen que enfrentar  los gobiernos más progresistas. Ante esa situación, la izquierda latinoamericana lucha por mantener los espacios conquistados, acelerar el proceso de integración regional y profundizar los cambios. 

La cuestión práctica es cómo hacer esto evitando dos errores: uno es tentar ir más allá de nuestra capacidad para sostener el proceso político; otro es no hacer lo necesario para acumular fuerzas en dirección al socialismo.

El movimiento socialista del siglo XX fue derrotado. Pero el repertorio de experiencias es enorme. Por el contrario, los experimentos y los intentos de los socialistas de nuestro siglo XXI son todavía muy limitados. Durante ese período, no vivimos ninguna gran revolución. En América Latina, por ejemplo, aunque estemos muy orgullosos de los gobiernos que hemos logrado desde 1998, debemos reconocer que estamos lejos de la profundidad política y social alcanzada por la revolución cubana de 1959. La lucha por el socialismo en el siglo XXI aún no ha protagonizado ninguna revolución de este tipo. En términos de teoría, aún no conseguimos producir el necesario análisis del capitalismo contemporáneo, de los intentos de construir el socialismo en el siglo XX y de la estrategia para la lucha por el poder y la construcción socialista en las condiciones del siglo XXI. 

Quizás sea más exacto hablar de socialismos y estrategias. Nuestro movimiento siempre ha sido plural, geográfica, sociológica, teórica, organizativa y políticamente. Esto no significa equiparar las diferentes tradiciones, sino que implica recordar que somos herederos de un complejo y plural patrimonio colectivo. 

Una de las razones de esta pluralidad es el capitalismo. El modo capitalista de producción impulsa una tendencia hacia la uniformidad, pero las estructuras socioeconómicas capitalistas, en diferentes regiones del mundo y épocas históricas, tienen entre si diferencias importantes. Por ello, la superación del capitalismo requiere diferentes estrategias de resistencia, de conquista del poder y de construcción del socialismo. No significa que todas las estrategias son válidas, pero sí significa que el movimiento socialista debe rechazar la idea de que sólo hay una estrategia válida para todos los lugares y tiempos. 

Otra de las razones por las que debemos usar el plural, es porque las diferentes clases y sectores en la lucha contra el capitalismo, no tienen necesariamente los mismos objetivos a largo plazo. 

Vale la pena decir que esta pluralidad está más allá de la existencia de partidos, programas y estrategias diferentes. Desde los que tienen como su horizonte un estado de democracia y bienestar, en el marco del capitalismo. Hasta los que abogan por un tipo de socialismo que implica preservar la organización social comunitaria pre-capitalista. Así como aquellos para quien el socialismo se confunde con la lucha contra el imperialismo. O sea, la diversidad del movimiento socialista moderno es tan amplia que las categorías plurales son las más apropiadas. 

El debate sobre el socialismo en América Latina a principios de este siglo XXI debe ayudarnos a responder como pasar: a) de la condición del gobierno a la condición de poder, b) de la situación actual, donde estamos mejorando la vida de la gente en los marcos del capitalismo, hacia una nueva situación, donde podamos mejorar la vida de las personas en el marco de una transición socialista. 

Si tenemos éxito en la combinación de las diferentes estrategias nacionales y una estrategia de integración continental, vamos dar una importante contribución para que el movimiento socialista deje la situación actual de “defensiva estratégica” y entre en un estado de “equilibrio estratégico”, por lo menos en nuestro continente. 

Por todo ello, ha adquirido una importancia estratégica el proceso de integración en América Latina y el Caribe. El objetivo central en ese proceso es el siguiente: la consolidación de vínculos económicos, sociales, políticos, militares e ideológicos, para que los países miembros puedan convivir, sin subordinación o dependencia, con el espacio geopolítico aún hegemonizado por los Estados Unidos y la Unión Europea. 

La cuestión que se presenta entonces es si será posible construir un nuevo orden  a escala regional o mundial  basado en la expansión de los mercados internos y  un intercambio internacional más justo. 

Cualquiera que sea la respuesta a tales preguntas, queda claro que estamos frente a conflictos de larga duración, que se librarán en un ambiente de fuerte inestabilidad, en dos planos distintos pero articulados: en primer lugar, dentro de cada país; en segundo lugar, entre los diferentes estados y bloques regionales. 

Como resultado de estos conflictos, puede surgir un mundo más conservador o más progresista. E incluso un mundo socialista. Es por ello que trabajamos y es ésta, hoy más que nunca, una causa de la humanidad, pues  la crisis, la guerra y el alarmante deterioro del ecosistema amenazan la supervivencia de la especie humana. 

Hoy, cuando se hace la conmemoración del Bicentenario de los numerosos procesos independentistas latinoamericanos y caribeños, el FSP reafirma su decisón de ampliar la unidad de los partidos progresistas, populares y de izquierda;  profundizar los cambios; derrotar la contraofensiva de la derecha y consolidar la integración regional

Hoy, cuando los proyectos populares de América Latina tienen mejores condiciones que hace sólo una década,  para marchar en dirección a una nueva sociedad, con justicia, equidad y soberanía, el FSP reafirma su compromiso con el internacionalismo, con la democracia, con un desarrollo que sea respetuoso con el medio ambiente, con la planificación democrática, con la propiedad pública de los principales medios de producción, con el socialismo. 

Foro de São Paulo comemora 20 anos de existência e 20 anos da Folha de S. Paulo negando que ele exista, Buenos Aires, agosto 2010 veja agenda do Foro: morte matada para o capitalismo

29/07/2010

PT reencontra as FARC em agosto. Eles pregam que o capitalismo deve desaparecer de “morte matada”.

O PT vai a Buenos Aires rever “sus compañeros de las FARC” que, junto com eles, participa informalmente do Foro de São Paulo. Lá, petistas e apoiadores de guerrilheiros narcotraficantes apoiarão com discursos inflamados a eleição da camarada brasileira, Dilma Rousseff(PT) e pregarão o fim da liberdade de imprensa no continente, já exercitada com sucesso em Cuba e na Venezuela, com a tentativa de calar a boca do El Clarin em pleno andamento, na Argentina, pelos mafiosos Kirchner. Clique na imagem para ampliar e ler.

O documento preliminar do XIV Foro de São Paulo mostra muito bem qual o seu objetivo. Um parágrafo deve ser dedicado ao Eike Batista, ao Abílio Diniz e a todos os empresários que apóiam o PT e, por conseguinte, as forças que estão unidas e reunidas no Foro:

El capitalismo está en crisis, pero está muy distante de estar muerto. Además, la crisis de su forma neoliberal o la decadencia de su eje anglosajónico no significa que las relaciones capitalistas de producción estén en colapso final. El capitalismo solo desaparecerá de “morte matada”, no de “morte morrida”. 

Aviso aos capitalistas oportunistas que acham que serão poupados. O pelegão Lula está indo embora e será relegado a um segundo plano, se lograr eleger a sucessora. Vai para o seu exílio em São Bernardo do Campo. A incompetente Dilma estará, então, nas garras do que existe de mais arcaico no PT: Marco Aurélio Garcia, José Eduardo Cardozo, Ricardo Berzoini, José Dirceu e toda a tropa de ex-guerrilheiros que só tem um objetivo: o fim do capitalismo, de “morte matada”, como afirma o Foro de São Paulo.

Juiz Odilon de Oliveira fala de PCC, FARC, Foro de São Paulo

23/07/2010

Entrevista ao Jornal  CORREIO DO ESTADO do Mato Grosso do Sul, em 13.05.09 Aug 21st, 2009 11:33 pm

1) CORREIO: O PCC ainda está em atividade no Brasil?

ODILON: Fundado em 31.08.93, no interior de São Paulo, essa facção criminosa não se encontra presente apenas no Brasil. Está em franca e crescente atividade também em outros países da América do Sul, como Bolívia e, prin-cipalmente, Paraguai. O grupo mantém fortes contatos também com as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). Está cada vez mais bem es-truturado com pessoal, armamento, recursos financeiros e disciplina. Estima-se que de cada cinco dos 440 mil presos do Brasil um seja membro do PCC. A maior incidência está no Estado de São Paulo, assumindo Mato Grosso do Sul, por conta do Paraguai e da Bolívia, a segunda posição. A facção teria um exército de mais ou menos 84 mil integrantes. As FARC, grupo terrorista colombiano fundado em maio de 1964, possuem apenas 10 mil integrantes. Outro perfil do PCC, além de sua finalidade econômica, é de natureza terrorista.

2) CORREIO: O Senhor acredita que o PCC tenha participado do assalto à resi-dência do prefeito de Campo Grande?

ODILON: Tenho quase certeza. Campo Grande, Dourados e a fronteira com o Paraguai possuem grande concentração de integrantes dessa facção, presos e também em liberdade. Anderson, nominado pela imprensa, realmente consta da lista de integrantes do PCC, ocupando, nesta capital, função de destaque. O assalto certamente teve duas finalidades: uma de natureza financeira e outra de cunho auto-afirmativo. Essa organização, a exemplo de outras, como o Comando Vermelho, para manter-se e ampliar seus domínios, precisa de recursos e seus membros subalternos guardam a obrigação normativa e moral de provar suas audácias contra autoridades. Isto serve de recado para o Poder Público.

3) CORREIO: O PCC tem condições para repetir os ataques de 2006?

ODILON: Tem potencial e disposição. Naquele ano, foram 1.032 ataques vio-lentos, com um saldo de centenas de mortos, dos quais 119 policiais e agen-tes penitenciários. No mesmo ano, o terrorismo, no mundo todo, produziu 14 mil ataques e 20 mil mortes. Em 2008, havia um plano de ataques semelhan-tes, a ser executado nos dias anteriores às eleições, com conotações visivelmente políticas como fora em 2006. Não se concretizou porque, descoberto o plano, as autoridades adotaram providências preventivas, nulificando os atos preparatórios. O PCC vai continuar desafiando o Estado-repressor.

4) CORREIO: Isto significa que o PCC está competindo com o Estado?

ODILON: Significa que a facção, por conta da generosidade das leis e da permissividade dos encarregados de aplicá-las, está afrontando a todos. Até o Exército, com todo o seu poderio e o respeito que impõe, foi recentemente vítima da ousadia dessa organização (roubo de armas de um quartel de Caçapava/SP e assalto a uma agência bancária situada no Quartel General do Exército, em Brasília-DF). De 2001 para cá, os ataques a fóruns estaduais, no Estado de São Paulo, inclusive com explosivos, foram muitos. O PCC desenvolve dois tipos de criminalidade: a) institucional ou concentrada, onde se agrupam os delitos cujo controle está centralizado em sua cúpula, como os grandes assaltos, ataques a repartições, assassinatos de certas pessoas, rebeliões, certos seqüestros; b) esparsa ou incidental, onde se colo-cam todos os crimes para cuja execução não é necessário “salve” ou autori-zação da cúpula. O controle não é concentrado, dando-se por iniciativa e responsabilidade individuais ou de um grupo do partido. O produto se destina ao custeio de mensalidades devidas à facção e à subsistência dos próprios autores.

5) CORREIO: O que leva o PCC a se expandir pela América do Sul?

ODILON: A facção objetiva subir os degraus da criminalidade, preferencial-mente adquirindo feições terroristas. Para isto, é necessário expandir seus domínios sobre uma base territorial cada vez maior. O grande atrativo do PCC no Paraguai, Bolívia e Colômbia são as drogas, notadamente a cocaína. Suas fontes de rendas são drogas, seqüestros, mensalidades, assaltos a bancos, a carros-fortes, cargas, investimentos etc. Com relação ao Paraguai, há outros atrativos: esconderijo, compra de armas, pistolagem e lavagem de dinheiro. Muitos cometem crimes no Brasil e fogem para aquele país, dificultando a ação da justiça brasileira. A aquisição de armamento para estruturação e para revenda é uma constante. Crimes de pistolagem rendem dinheiro para o pa-gamento de mensalidades ao grupo. Há inúmeras casas de câmbio, no Paraguai, sem controle rígido, para lavagem.

6) CORREIO: O PCC tem praticado seqüestros no Paraguai?

ODILON: Vários. Em 2001, o PCC e o Partido Pátria Livre, do Paraguai, sob a liderança das FARC, seqüestraram Maria Edith, esposa de um empresário da construção civil. O resgate foi de 1 milhão de dólares. O Brasil deu asilo a três dos seqüestradores: Juan Arron, Anuncio Martí e Victor Colmán. Uma vergo-nha! Em 2004, a vítima foi Cecília Cubas, filha do ex-presidente Raul Cubas. Foi pago resgate de 800 mil dólares, mas a vítima foi assassinada no cativeiro. Em maio de 2007, sob a liderança do brasileiro Valdecir Pinheiro, do PCC, a vítima foi o japonês Hirokazu Ota, chefe da Seita Moon, naquele país. Valdecir, morto pela polícia paraguaia em 2008, era acusado de mais nove seqüestros no Paraguai. Somente em 2007, o Paraguai registrou mais de sete seqüestros com suspeita de participação de brasileiros.

7) CORREIO: Que interesse tem as FARC em relação ao PCC?

ODILON: As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia possuem uma i-deologia marxista, à falsa pregação de buscar uma sociedade igualitária, sem classes, gerenciada por um poder proletariado. A materialização dessa ideo-logia depende de um programa e a implantação deste necessita de receitas. Quarenta e cinco por cento da receita das FARC provêm de cocaína, vendida para o mundo todo. O Brasil, nesse cenário, é um grande cliente da Colômbia. O PCC negocia cocaína diretamente com as FARC e até lhe fornece armas saídas do Paraguai. Aquele grupo terrorista, buscando sua expansão nos demais países da América do Sul, difunde sua ideologia e procura reconhe-cimento político. Os laços mantidos com outras organizações, como o PCC e o PPL (Partido Pátria Livre) do Paraguai, fazem parte das relações internacio-nais cultivadas pelas FARC. Um dos benefícios obtidos está no fato de o Brasil haver concedido mais de 400 asilos políticos, desde o primeiro Governo Lula, a guerrilheiros colombianos.

8) CORREIO: Por que o senhor classifica o PCC como grupo terrorista?

ODILON: Terrorismo não é somente aquele ato de fundo religioso. Divide-se em duas grandes vertentes: o terrorismo islâmico, existente apenas nos paí-ses seguidores do islã, embora ataque fora também, e o não islâmico. O primeiro é motivado por um conflito ideológico e normativo entre os costumes orientais e os ocidentais. Sua ala fundamentalista, de que faz parte a ALQAEDA, de Bin Laden, pretende criar uma república mundial islâmica ou, pelo menos, não permitir que os costumes ocidentais influenciem a ideologia islâmica. Uma utopia. O terrorismo não islâmico também se subdivide em nacionalista (separatista ou político), político administrativo, étnico e moral. Diferente do islâmico fun-damentalista, o nacionalista tem uma atuação territorial delimitada. O ramo separatista busca uma pátria, independência territorial, política e administrativa. O Hamas quer um Estado palestino em relação a Israel. O ETA, o IRA e os Tigres Tâmeis do Sri Lanka também são exemplos. Já o nacionalista político deseja apenas mudar a forma (república/monarquia) ou o sistema (presidencialismo/parlamentarismo) de governo, a forma de Es-tado (unitário/federativo) ou ainda o regime político (democrático/autoritário). As FARC não querem dividir o território colombiano nem o Sendero Luminoso deseja isto no Peru, mas apenas a implantação de um regime marxista-leninista (comunismo). O Brasil viveu vários exemplos desse tipo de terrorismo, em torno de oito organizações, como a VPR (Vanguarda Popular Revolucionária – capitão Lamarca, Dilma Roussef), ALN (Aliança Libertadora Nacional – Carlos Mariguella) e o MR-8 (Movimento Revolucionário 8 de Outubro – Fernando Gabeira, Franklin Martins). O político administrativo, normalmente com finalidade econômica, volta-se apenas contra o Estado-repressor, atacando o Judiciário, o Ministério Público, o sistema penitenciário, pessoas, repartições. Sempre o faz com o intuito de remover de seu caminho o que compreenda como obstáculos a seus objeti-vos. Quando mata uma autoridade ou ataca um fórum, o objetivo não se es-gota com esse resultado. Na verdade, esse é um meio para remover de sua frente o Estado-repressor. Qualquer pessoa (João, José ou Pedro) exercente daquele cargo morreria. O fim não é matar a pessoa física, mas atingir o Estado. É diferente de um assassinato comum, onde a vontade do criminoso se esgota com a morte do desafeto. O PCC se enquadra nesta modalidade.

9) CORREIO: O que se deve fazer para combater o PCC?

ODILON: Primeiro, não pensar que o PCC está morto ou brincando. Segundo, é preciso conhecer, a fundo, o DNA dessa organização, edificando-se um mosaico completo a seu respeito. Por fim, reprimí-lo sem piedade. O Estado não deve se ajoelhar diante de bandidos. A liberdade das ruas e praças deve ficar reservada às pessoas de bem. Lugar de vagabundos é na cadeia. Só isto.

Odilon de Oliveira – juiz federal, campo grande-ms

GERARDO AGUILAR RAMIREZ: Mais um comandante das FARCs condenado por tráfico internacional de drogas nos EUA: “César” pegou 27 anos de cadeia

23/07/2010

Mais um das farc condenado por tráfico:

http://www.justice.gov/dea/pubs/states/newsrel/2010/nyc072210.html

News Release

FOR IMMEDIATE RELEASE
July 22, 2010
Erin Mulvey
Public Information Officer
1-212 337-2906

Top FARC Commander Sentenced To 27 Years In Prison For Conspiring To Import Tons Of Cocaine Into The United States

JUL 22 — (Manhattan, NY) – JOHN P. GILBRIDE, the Special Agent-in-Charge of the Drug Enforcement Administration’s New York Field Division (“DEA”) and PREET BHARARA, the United States Attorney for the Southern District of New York, and, announced that:

GERARDO AGUILAR RAMIREZ, a/k/a “Cesar,” a former front commander in the Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (Revolutionary Armed Forces of Colombia, or “FARC”), was sentenced today to 27 years in prison for conspiring to import ton-quantities of cocaine into the United States.

The FARC — which has been designated by the U.S. State Department as a Foreign Terrorist Organization – is Colombia’s main leftist rebel group and is the world’s leading cocaine manufacturer, responsible for the production of nearly two-thirds of the cocaine imported into the United States.

AGUILAR RAMIREZ was sentenced by United States District Judge THOMAS F. HOGAN in District of Columbia federal court.

DEA Special Agent-in-Charge JOHN P. GILBRIDE stated: “Gerardo Aguilar Ramirez conspired to manufacture and distribute thousands of kilograms of cocaine in the United States to fuel the FARC’s narco-terrorist mission.

Ramirez violently commanded the 1st Front for over 10 years until his arrest and today he has been sentenced and will pay for his crimes against American and Colombian citizens who have seen the damages of cocaine trafficking and abuse throughout both our nations. I commend the diligent and brave work of the U.S. Attorney’s Office for the Southern District of New York, the Organized Crime Strike Force, DEA’s Bogota Country Office, and the Colombian government.”

According to the Superseding Indictment filed in District of Columbia federal court, other documents filed in this case, and statements made in court:

The FARC, which occupies large swaths of territory in Colombia, is a hierarchical organization which, at its height during the time of the conspiracy, was comprised of 12,000 to 18,000 members. At the lowest level, the FARC is made up of 77 distinct military units, called Fronts, organized by geographical location. These in turn are grouped into seven “blocs.”

AGUILAR RAMIREZ was the commander of the FARC’s 1 st Front and was ultimately responsible for all of that Front’s criminal activities. Among other things, AGUILAR RAMIREZ conspired with others to manufacture and distribute thousands of tons of cocaine in Colombia, with the knowledge and intent that such cocaine would be imported into the United States.

In late 2001 or early 2002, the FARC leadership, including AGUILAR RAMIREZ, participated in a meeting in which they further resolved, among other things, to: increase cocaine trafficking routes overseas, including to the United States; establish better ways to exchange cocaine and cocaine paste for weapons; and to pay more to campesinos for cocaine paste.

AGUILAR RAMIREZ was captured on July 2, 2008, while holding three American hostages – KEITH STANSELL, THOMAS HOWES, and MARC GONSALVES. These three men, and United States citizen TOM JANIS, were captured by the FARC in February 2003, after their plane crashed in FARC-occupied territory in the Colombian jungle. JANIS was executed, and the remaining three men were held hostage by the FARC for over five years until they, and several Colombian hostages, were freed in a Colombian military operation on the date of AGUILAR RAMIREZ’s capture. Subsequently, on July 16, 2009, AGUILAR RAMIREZ, 50, was extradited to the United States.

AGUILAR RAMIREZ was originally charged in a hostage-taking conspiracy as well as a narcotics importation conspiracy, but the Colombian Supreme Court approved AGUILAR RAMIREZ’s extradition on narcotics charges only.

On December 16, 2009, during his guilty plea proceeding, AGUILAR RAMIREZ acknowledged that from approximately 1998 through July 2, 2008, he was the commander of the 1 Front st of the FARC and that he led and directed other members of the 1 st Front in the manufacture and distribution of ton quantities of cocaine, knowing and intending that the cocaine would be imported into the United States.

Manhattan U.S. Attorney PREET BHARARA stated: “Today, Gerardo Aguilar Ramirez — a FARC commander and cocaine kingpin — was brought to justice for his role in leading the FARC’s worldwide cocaine empire. The incarceration of narco-terrorists like Aguilar Ramirez helps to choke the international drug trade. This Office will continue to work with our partners at the DEA to incapacitate dangerous narco-terrorists who seek to pour drugs into the United States.”

The investigation resulting in these charges was led by the United States Attorney’s Office for the Southern District of New York, working with the New York Organized Crime Drug Enforcement Strike Force (which consists of agents and officers from the DEA, the New York City Police Department, the United States Internal Revenue Service Criminal Investigation Division, the Department of Homeland Security’s Bureau of Immigration and Customs Enforcement, the Federal Bureau of Investigation, and the New York State Police) and the DEA’s Bogota, Colombia, Country Office.

The investigation, conducted under the auspices of the Department of Justice’s Organized Crime Drug Enforcement Task Force Program, involved unprecedented cooperation from the Colombian government. Mr. BHARARA praised all the law enforcement partners involved in the investigation, and thanked the Department of Justice Criminal Division’s Office of International Affairs, as well as Criminal Division’s Narcotic and Dangerous Drug Section attachés in Bogota for their involvement in the extradition process.

This case is being prosecuted in the District of Columbia by the United States Attorney’s Office for the Southern District of New York. Special Assistant United States Attorneys PABLO QUIÑONES and RANDALL JACKSON, of the Office’s Terrorism and International Narcotics Unit, are in charge of the prosecution.

traficantes das FARCS narcotráfico JUAN JOSE MARTINEZ-VEGA, o “Chiguiro,” e ERMINSO CUEVAS CABRERA, o “Mincho”

16/04/2010

The guilty verdicts against Martinez-Vega and Cuevas Cabrera strike significant blows against the FARC’s cocaine-trafficking operations and further disrupt the primary source of income of an incredibly dangerous foreign terrorist organization.

News Release
For Immediate Release:
April 14, 2010
Erin Mulvey
Public Information Officer
212 337-2906

http://www.justice.gov/dea/pubs/states/newsrel/2010/nyc041410.html

Two Top FARC Associates Found Guilty On Drug Charges

APR 14 — JOHN P. GILBRIDE, the Special Agent-in-Charge of the Drug Enforcement Administration’s New York Field Division (“DEA”) and PREET BHARARA, the United States Attorney for the Southern District of New York announced that JUAN JOSE MARTINEZ-VEGA, a/k/a “Chiguiro,” and ERMINSO CUEVAS CABRERA, a/k/a “Mincho” – two of the top associates of the Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (Revolutionary Armed Forces of Colombia, or “FARC”) were found guilty yesterday of conspiring to import ton quantities of cocaine into the United States. The FARC is Colombia’s main leftist rebel group and a United States Department of State-designated Foreign Terrorist Organization. The guilty verdict returned yesterday follows a seven-week trial before United States District Judge THOMAS F. HOGAN in District of Columbia federal court.

DEA Special Agent-in-Charge JOHN P. GILBRIDE stated: “This investigation yielded the successful conviction of two members of a violent narco-terrorist organization known as the FARC. These convictions represent that DEA, our law enforcement partners and our communities will not tolerate or condone the illegal acts of Juan Jose Martinez-Vega and Erminso Cuevas Cabrera and their criminal enterprise.”

According to the Indictment and evidence presented at trial: The FARC, which occupies large swaths of territory in Colombia, is a hierarchical organization which, at its height during the time of the conspiracy, was comprised of 12,000 to 18,000 members. At the lowest level, the FARC is made up of 77 distinct military units, called Fronts, organized by geographical location. These in turn are grouped into seven “blocs.” The FARC is led by a seven-member Secretariat and a 27-member Central General Statff, or Estado Mayor, responsible for setting the cocaine policies of the FARC. The FARC is responsible for the production of more than half the world’s supply of cocaine and nearly two-thirds of the cocaine imported into the United States, and is the world’s leading cocaine manufacturer. The FARC initially involved itself in the cocaine and cocaine paste trade by imposing a “tax” on individuals involved in every stage of cocaine production.

Later, in the 1990s, recognizing the profit potential, FARC leadership ordered that the FARC become the exclusive buyer of the raw cocaine paste used to make cocaine in all areas under FARC occupation. In the late 1990s, the FARC leadership met and voted unanimously in favor of a number of resolutions, including resolutions to: expand coca production in areas of Colombia under FARC control; expand the FARC’s international distribution routes; increase the number of crystallization labs in which cocaine paste would be converted into cocaine; appoint members within each Front to be in charge of coca production; raise prices that the FARC would pay to campesinos (peasant farmers) from whom they purchased cocaine paste; and mandate that better chemicals be used to increase the quality of cocaine paste.

MARTINEZ-VEGA worked as the FARC’s chief associate in its 16th Front, exchanging massive quantities of cocaine for tons of weapons, explosives, ammunition and other logistical supplies. In that capacity, MARTINEZ-VEGA coordinated a network of arms suppliers and cocaine traffickers throughout Colombia and neighboring countries.

CUEVAS CABRERA, the brother of FARC Southern Bloc commander FABIAN RAMIREZ, worked as the chief of cocaine manufacturing for the FARC’s 14th Front. In that capacity, CUEVAS CABRERA directed the weekly production of thousands of pounds of cocaine at hidden jungle laboratories controlled by the FARC and coordinated the sale and transportation of this cocaine.

The evidence at trial showed that MARTINEZ-VEGA participated in acts of violence, including the murder of a cocaine-laboratory operator, in furtherance of the cocaine-trafficking conspiracy. The evidence further proved that both MARTINEZ-VEGA and CUEVAS CABRERA conspired with others to manufacture and distribute thousands of tons of cocaine in Colombia, with the knowledge and intent that such cocaine would be imported into the United States.

CUEVAS CABRERA was extradited from Colombia to the United States in December 2007; MARTINEZ-VEGA was extradited from Colombia to the United States in April 2008. The jury found MARTINEZ-VEGA and CUEVAS CABRERA guilty of one count of conspiring to import cocaine into the United States and conspiring to distribute cocaine with the knowledge and intent that it would be imported into the United States.

The offense for which MARTINEZ-VEGA and CUEVAS CABRERA were found guilty carries a mandatory minimum sentence of 10 years and a maximum sentence of life in prison. As part of its extradition requests, however, the United States has previously provided assurances to the government of Colombia that it will not seek a life sentence for the defendants, but instead will ask for a prison term of years. MARTINEZ-VEGA, 49, and CUEVAS CABRERA, 51, are scheduled to be sentenced on July 21, 2010, in District of Columbia federal court.

U.S. Attorney PREET BHARARA stated: “Yesterday afternoon, a jury brought to justice Juan Jose Martinez-Vega and Erminso Cuevas Cabrera, two top associates of the FARC, whose criminal activities threatened the national security of both Colombia and the United States. The guilty verdicts against Martinez-Vega and Cuevas Cabrera strike significant blows against the FARC’s cocaine-trafficking operations and further disrupt the primary source of income of an incredibly dangerous foreign terrorist organization. We will continue to work with our friends at the DEA, along with our other local, federal, and international law enforcement partners, to combat narco-terrorism here and around the world.”

The investigation resulting in these charges was led by the United States Attorney’s Office for the Southern District of New York, working with the New York Organized Crime Drug Enforcement Strike Force (which is comprised of agents and officers of the DEA, the New York City Police Department, the United States Internal Revenue Service Criminal Investigation Division, the Department of Homeland Security’s U.S. Immigration and Customs Enforcement, the Federal Bureau of Investigation, and the New York State Police. The Strike Force is partially funded by the New York/New Jersey High Intensity Drug Trafficking Area (HIDTA), which is a federally funded crime fighting initiative.) and the DEA’s Bogota, Colombia, Country Office. The investigation, conducted under the auspices of the Department of Justice’s Organized Crime Drug Enforcement Task Force Program, involved unprecedented cooperation from the Colombian Military, the Colombian National Police, and the Colombian Fiscalia. Mr. BHARARA praised all the law enforcement partners involved in the investigation, and thanked the United States Department of Justice’s Office of International Affairs, as well as Department of Justice Attachés in Bogota, for their assistance in the extradition process.

This case is being prosecuted in the District of Columbia by the United States Attorney’s Office for the Southern District of New York. Special Assistant United States Attorneys ERIC SNYDER, PABLO QUIÑONES, and RANDALL JACKSON from the Office’s new Terrorism and International Narcotics Unit are in charge of the prosecution.

Festa no inferno – morto chefão das FARC -Colômbia de Uribe captura toda a cúpula da Frente 50 das Farc que apóiam PT

31/03/2010

Colombia captura a toda la cúpula del frente 50 de las FARC y mata a su Jefe

Foto: AP Photo/Fernando Vergara

Un importante jefe de la guerrilla colombiana de las FARC fue abatido junto a seis rebeldes más en una operación que incluyó un bombardeo de la Fuerza Aérea a un campamento y enfrentamientos en tierra con la Policía, informaron hoy las autoridades.

El jefe insurgente muerto fue identificado como Ciro Gómez Rayo, alias “Enrique Zúñiga”, comandante del frente 50 de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC).

La operación se registró en una zona rural montañosa de la cordillera Central en jurisdicción de Ibagué, capital del departamento de Tolima, precisaron fuentes de la Fuerza Aérea Colombiana (FAC).

En la misma acción murió una guerrillera conocida como “Marjury” y de quien las autoridades indicaron que era la “compañera sentimental” de “Enrique Zúñiga”, mientras que siete rebeldes más fueron detenidos.

Alias “Enrique Zúniga”, según las autoridades, era uno de los hombres más buscados en una vasta región de los departamentos de Tolima, Quindío y Risaralda, en el sur y centro-oeste colombianos, por las exigencias de elevadas sumas de dinero a ganaderos y hacendados.

En la zona continúan las operaciones de registro y control con el fin de determinar con exactitud el número de insurgentes abatidos, añadieron las fuentes.

Con esta operación el frente 50 quedaría prácticamente desarticulado

HILLARY CLINTON DENUNCIA NARCOTRAFICANTES LIGADOS A TERRORISMO NA AMERICA LATINA

31/03/2010

G8 preocupado por los peligros del narcotráfico para algunos países de Latinoamérica

EFE/Warren Toda

Los países del G8 expresaron hoy su preocupación por los peligros que el narcotráfico está planteando para algunos países de Latinoamérica y el Caribe y sus crecientes implicaciones “también para África y Europa”.

Tras la reunión que mantuvieron en las cercanías de Ottawa los ministros de Asuntos Exteriores del G8, el grupo afirmó “su compromiso para combatir la vulnerabilidad de seguridad a través de la cooperación bilateral y multilateral” como la Organización de Estados Americanos (OEA).

Durante la rueda de prensa final, la secretaria de Estado de EE.UU, Hillary Clinton afirmó que los ministros discutieron “largo y tendido” sobre el peligro del narcotráfico para países de América, Europa y África.

Clinton añadió que el narcotráfico está ligado con “el tráfico de personas, armas y terrorismo” y que la conexión con este último “está en aumento”.

El ministro italiano de Asuntos Exteriores, Franco Frattini, dijo que el G8 tiene “la obligación moral de ayudar” a los países de Latinoamérica y el Caribe en su lucha contra el narcotráfico.

“También porque es nuestro propio interés. Estamos interesados en bloquear estas drogas que pasan por África de camino hacia el norte, a Portugal, España y Europa”, afirmó Frattini.

El ministro italiano añadió que Afganistán es “otra región de preocupación”.

“Todos estamos interesados en intentar encontrar una forma viable de prevenir y luchar contra el narcotráfico procedente de Afganistán, y cómo reemplazar el cultivo de amapola para evitar que la gente pierda su trabajo como agricultores”, explicó Frattini.

En ese sentido, en la noche del lunes, el G8 anunció un programa de desarrollo económico para la zona fronteriza entre Afganistán y Pakistán aunque no comprometió cifras para su implementación.

El programa ha sido denominado Iniciativa de Prosperidad para la Región Fronteriza Afganistán-Pakistán y tiene como objetivo “apoyar el desarrollo del comercio y las infraestructuras fronterizas para fomentar el desarrollo económico y el empleo local en la región”.

Vía EFE

PRESIDENTE DA BOLIVIA cerimônia de posse toma de posesion EVO INDIO MORALES ASSUME SEGUNDO GOVERNO MANDATO COM PODERES ILIMITADOS PARA IMPLANTAR COMUNISMO SOCIALISMO INDIGENA

21/01/2010

Evo Morales asume su segundo

mandato con poderes casi

ilimitados

El presidente de Bolivia, Evo Morales, investido este viernes para un segundo mandato de cinco años con un poder casi ilimitado para crear un nuevo Estado socialista e indigenista en reemplazo de “un Estado colonial que se va”, según dijo este jueves.

Morales, de 50 años, asume el poder en una ceremonia en la nueva Asamblea Legislativa -que sustituye al antiguo Congreso nacional-, frente a una oposición debilitada que vio impotente los cambios que logró imponer en su primera gestión.

El mandatario -que en su primer periodo nacionalizó los hidrocarburos y las telecomunicaciones- anunció este jueves que avanzará hacia la “refundación de Bolivia”, despidiendo “un Estado colonial que se va”, según dijo en una ceremonia ritual en la que fue ungido guía espiritual de los pueblos indígenas.

“Pasamos de un Estado colonial a uno social y plurinacional”, explicó esta semana el vicepresidente Alvaro García.

Para impulsar los cambios, Morales -que ganó las elecciones en diciembre con un respaldo del 64%- dispone de una abrumadora mayoría de 2/3 en la nueva Asamblea Legislativa, lo que le permitirá no sólo imponer medidas de transformación sino elegir a discreción las autoridades en los poderes Ejecutivo, Legislativo, Judicial y Electoral.

“Pasamos de un Estado colonial a uno social y plurinacional”

La principal candidatura opositora acumuló apenas 26% de los votos.

Para dar una imagen de la magnitud del cambio, Morales entregará al Congreso la tradicional banda presidencial con los colores amarillo, rojo y verde de la bandera boliviana y recibirá otra en la cual se incluye la bandera multicolor indígena (whipala).

Además, el gobierno decretó que el 22 de enero sea “día de la Fundación del Estado Plurinacional” en paralelo con el 6 de agosto, en que se conmemora la fundación de Bolivia, en 1825, mientras en el Congreso los retratos de los libertadores de Bolivia, Simón Bolívar y Antonio José de Sucre, fueron relegados por los de los héroes indígenas Túpac Katari y Bartolina Sisa.

Al respecto, el ex presidente liberal Carlos Mesa escribió en el diario La Razón este jueves que los actuales gobernantes “no se dan cuenta que aunque saquen todas las estatuas, entierren todas las medallas, cambien el escudo y hagan desaparecer de sus pechos la bandera tricolor, cuando su tiempo termine la historia se impondrá sobre las imposturas”.

El presidente deberá convencer de que no está entrando en un Estado de autoritarismo en momentos en que se despliegan medidas judiciales contra varios de sus principales opositores.

“La bandera de este país es y será siempre una sola, la tricolor, aunque inunden el territorio de wiphalas, y Bolívar y Sucre seguirán siendo figuras singulares de la creación de la patria”, agregó.

En un país de 10 millones de habitantes y con altos índices de pobreza, Morales tendrá varios retos, empezando por el del gas, pues Bolivia posee la segunda reserva más grande de Sudamérica después de Venezuela pero tiene problemas para aumentar la producción.

Igualmente tendrá ante sí la tarea de convencer a la comunidad internacional de que puede luchar contra el narcotráfico sin ayuda de la estadounidense DEA, a la que expulsó el año pasado.

El mandatario, quien sigue siendo presidente de las confederaciones cocaleras de la región del Chapare (zona productora de esa hoja), ha realizado en foros internacionales una cerrada defensa de la coca, que tiene en su país uso medicinal y alimentario.

También el presidente deberá convencer de que no está entrando en un Estado de autoritarismo en momentos en que se despliegan medidas judiciales contra varios de sus principales opositores.

De hecho, el líder opositor Manfred Reyes Villa viajó clandestinamente a Estados Unidos a fines de diciembre, argumentando persecución política luego de que se multiplicaran contra él procesos judiciales por distintas causas.

En un momento en que la oposición política está debilitada, son las regiones las que han hecho contrapeso a Morales.

Por eso para Morales son decisivas las elecciones regionales de abril próximo, si es que quiere seguir extendiendo sus poderes.

Vía “AFP”   

Morales recibe la bendición de los

 líderes religiosos de Bolivia

El presidente boliviano será investido mañana para dar inicio a su segunda legislatura

EUROPA PRESS – La Paz – 21/01/2010

 La bendición de la Pacha Mama

El presidente boliviano, Evo Morales, al momento de recibir la bendición de los sacerdotes aymaras en las ruinas de Tiahuanaco- REUTERS

El presidente boliviano, Evo Morales, ha recibido hoy la bendición de los líderes religiosos del país en un acto previo a la ceremonia de investidura que se celebrará el próximo viernes y que dará comienzo a la segunda legislatura del mandatario.

Morales ha llegado en helicóptero a las ruinas del templo de Tiahuanaco, a 70 kilómetros de La Paz, acompañado por el vicepresidente boliviano, Alvaro García Linera, para recibir la bendición de la Madre Tierra a través de un ritual purificador con agua y fuego, oficiado por sacerdotes aymaras, que les permitirá ejercer con sabiduría sus funciones.

Desde primera hora de la mañana centenares de personas se acercaron a las ruinas indígenas para apoyar a Morales, a los que se sumaron represetantes de movimientos sociales procedentes de Ecuador, Europa, Estados Unidos y Perú, con la participación destacada de la premio Nobel de la Paz, Rigoberta Menchú.

farc terrorista terrorismo Luis Francisco Cuéllar assassinato governador degola lula pt e foro de sao paulo apoiam

23/12/2009

Uribe: “Lo degollaron miserablemente”

Hallado muerto el gobernador colombiano secuestrado por las FARC.- El cuerpo de Luis Francisco Cuéllar, de 69 años, presentaba heridas de bala y llevaba un cinturón de explosivos

AGENCIAS – Bogotá – 23/12/2009

El gobernador del Departamento colombiano del Caquetá, Luis Francisco Cuéllar, secuestrado el lunes por presuntos guerrilleros de las FARC, ha aparecido muerto en la zona rural de Sebastopol, cerca de la capital de la región, situada en el sur del país. El cuerpo sin vida del político, que este martes cumplía 69 años, presentaba heridas de bala y llevaba un cinturón de explosivos, han informado las autoridades regionales colombianas.

El presidente de Colombia ordena el rescate militar de un gobernador secuestrado por las FARC

Las FARC asesinan al gobernador de Caquetá

VIDEO – AGENCIA ATLAS – 23-12-2009

Luis Francisco Cuéllar fue secuestrado por guerrilleros y fue degollado en las montañas cuando éstos se vieron acorralados. – AGENCIA ATLAS

El suceso ha conmocionado a la clase política colombiana. El presidente Uribe, que este martes había ordenado personalmente el rescate militar del gobernador, ha lamentado la muerte de Cuéllar en unas declaraciones concedidas a los medios colombianos. “Fue degollado, miserablemente lo degollaron”, ha dicho el mandatario.

“En Colombia, el secuestro no pagará. Seguiremos en la tarea de seguridad para derrotar el secuestro”, ratificó Uribe, que se lamentó de que las FARC hayan respondido de esta manera a las garantías que les ha dado el Gobierno para la anunciada puesta en libertad de dos rehenes.

Horas antes de conocerse el desenlace del secuestro, Uribe repudiaba el suceso y señalaba directamente a las FARC como autoras del suceso. “¿Quiénes lo secuestraron? Estos mismos bandidos que quieren hacer de la liberación de los otros secuestrados un show. Estos mismos bandidos que se burlan del país, que se consiguen unos apoyos internacionales para tratar de validar su terrorismo en Colombia”, declaró el presidente colombiano.

El secuestro de Cuellar se produjo en Florencia, la capital del departamento donde era gobernador, donde una veintena de hombres armados irrumpieron en su casa. “Fue sacado a la fuerza de su domicilio”, explicaba a la prensa el secretario de Gobierno del Caquetá, Edilberto Ramón Endo, y agregaba que la acción la realizaron unos hombres que “vestían prendas exclusivas del Ejército Nacional y que, al parecer, son de las FARC”.

Endo detalló que los secuestradores lanzaron una granada contra la puerta de la casa de Cuéllar, lo que desató un enfrentamiento en el que perdió la vida uno de los policías del servicio de escoltas del gobernador, mientras que otros dos agentes resultaron heridos. Los secuestradores subieron al gobernador a un vehículo todoterreno y huyeron hacia la zona montañosa cercana a la ciudad, donde a primera hora del martes fue encontrado el coche calcinado.

El gobernador ya había sido secuestrado en otras cuatro ocasiones por su actividad como ganadero, reveló el secretario de Gobierno del Caquetá, quien indicó además que venía siendo amenazado y había solicitado mayor protección. Cuéllar era, además, el político de mayor rango secuestrado por la guerrilla desde 2002, fecha en la que fueron capturados el gobernador de Antioquía y un ex ministro de Defensa. Ambos fueron asesinados por las FARC tras 13 meses de cautiverio.

Los servicios de inteligencia colombianos habían advertido de un repunte de los actos terroristas de las FARC ante las próximas citas electorales (legislativas en marzo y presidenciales en mayo), como exhibición de fuerza tras los golpes recibidos en los últimos años, con el acorralamiento por parte del Ejército, la muerte de sus máximos jefes y la constante sangría de las deserciones.

En este contexto se inserta el secuestro y asesinato de Cuéllar, que pone de relieve que, pese a los reveses militares, la guerrilla sigue siendo capaz de actuaciones de “alto perfil”. “Hay un esfuerzo por parte del narcoterrorismo para perturbar la democracia”, dijo el ministro de Defensa, Gabriel Silva, “pero el Estado colombiano está firme en enfrentarlos”.

MALDITOS SEM TERRA SÃO TREINADOS PELAS FARC LULA E PT e MST APÓIAM FARC QUE DEGOLOU GOVERNADOR COLOMBIANO – FARC DEGOLA GOVERNADOR -maldita imprensa brasileira que apoia lula e farc

23/12/2009

Colombia Gobernador colombiano secuestrado murió degollado por FARC.. http://bit.ly/52CvzP #COLOMBIA #VENEZUELA #HONDURAS #FARC

22 / Dic / 2009 — 06:24 pm 1.564 comentarios  

Las FARC asesinan al Gobernador de Caquetá, secuestrado anoche


El gobernador del departamento (provincia) colombiano de Caquetá, Luis Francisco Cuéllar, secuestrado la noche del lunes, fue degollado por miembros de la guerrilla de las FARC, anunció este martes el presidente Alvaro Uribe en una alocución radiotelevisada.

“Todavía no tenemos la hora del asesinato, la confirmación que sí tenemos es que fue degollado. Miserablemente lo degollaron”, aseguró Uribe al lamentar la muerte de Cuéllar, secuestrado la noche del lunes en su residencia de Florencia, capital de Caquetá.

“Los altos mandos me han explicado que como había una persecución de la fuerza pública seguramente los terroristas para evitar hacer disparos procedieron a degollar al señor gobernador”, explicó Uribe.

“Las fuerzas armadas tienen que derrotar a los secuestradores. Ojalá puedan rescatar a los secuestrados que aún permanecen” en su poder, dijo el presidente, quien este martes había ordenado el rescate de Cuéllar y de 24 uniformados rehenes de la guerilla.

El mandatario prometió “avanzar hasta la derrota definitiva del terrorismo”.

“No entendemos que mientras ese grupo terrorista realiza este teatro” para la liberación de los dos militares cautivos, “que mientras el gobierno ha dado todas las garantías, ahora este grupo de las FARC la respuesta que da es no liberarlos y proceder a asesinar al gobernador”, refirió Uribe.

El presidente ofreció las condolencias a la familia de Cuéllar, de quien dijo “era un hombre bondadoso, entregado al trabajo honrado y al servicio de la comunidad”.

“En Colombia el secuestro no pagará”, subrayó.

HALLAZGO DEL CADAVER

El gobernador de Caquetá, Luis Francisco Cuéllar, secuestrado anoche en un hecho que el presidente Alvaro Uribe atribuyó a la guerrilla de las FARC, ha sido asesinado por sus secuestradores y su cadáver encontrado esta tarde. (more…)

AMIGOS DE LULA FORO DE SÃO PAULO FARC TERRORISMO INDICIADOS PELO FBI

28/09/2009
Department of Justice Press Release

white spacer
For Immediate Release
September 28, 2009
United States Attorney’s Office
Southern District of New York
Contact: (212) 637-2600
Manhattan U.S. Attorney Charges Members and Associates of Colombian Guerilla Front with Terrorism and Hostage-Taking of U.S. CitizenPreet Bharara, the U.S. Attorney for the Southern District of New York, Michele M. Leonhart, the Acting Administrator of the U.S. Drug Enforcement Administration (DEA), and Michael J. Folmar, the Acting Special Agent-in-Charge of the Miami Division of the FBI, announced today the unsealing of two indictments charging a total of 12 members and associates of the 57th Front of the Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC), a Colombian terrorist group, with conspiracy to provide material support to a foreign terrorist organization and taking a U.S. citizen hostage.

The first indictment unsealed today (the “material support indictment”) charges Luis Fernando Mora-Pestana, aka “Virgilio Antonio Vidal Mora,” aka “Silver” and Julio Enrique Lemos-Moreno, aka “Andres,” who are leaders of the FARC’s 57th Front, along with Front associates Harold Ruben Segura Alvarez, aka “John Jairo,” aka “Cientifico;” Juanito Cordoba-Bermudez, aka “Juanito,” aka “Chechere;” and Cecilio Costa, aka “Cesar Perea,” aka “Costa;” with conspiracy to provide material support to the FARC. Juanito Cordoba-Bermudez is in custody in the Southern District of New York. The material support indictment has been assigned to U.S. District Judge Denny Chin.

The second indictment (the “hostage-taking indictment”) charges Mora-Pestana, Lemos-Moreno; Carlitos Lnu; Alexis Lnu, aka “Alexi;” Fnu Lnu, aka “El Indio;” Roque Orobio Lobon, aka “Roque Orobio Tobon;” aka “Mello,” aka “Tachuela;” Edilberto Berrio Ortiz, aka “El Gavilan;” Alejandro Palacios Rengifo, aka “El Gato,” aka “Yimi;” and Anderson Chamapuro Dogirama, aka “El Tigre,” aka “Dairon;” for their roles in the kidnapping of an American citizen for ransom in April 2008. Roque Orobio Lobon is currently being held by Colombian authorities. The hostage-taking indictment has been assigned to U.S. District Judge Jed S. Rakoff. Mora-Pestana and Lemos-Moreno are the only defendants charged in both indictments.

The remaining defendants in the material support and hostage-taking indictments are at large.

As alleged in the indictments, which were unsealed today in Manhattan federal court:

The FARC was formed in 1964 and is structured as a military organization, with approximately 10,000 armed guerillas organized into seven “blocs;” 68 numbered “Fronts” (including the 57th Front); nine named “Fronts” and four urban “militias.” The FARC is dedicated to the violent overthrow of Colombia’s democratically elected government and has been designated as a foreign terrorist organization by the U.S. Department of State. The 57th Front operates in the territory within Colombia’s Choco Department, which borders Panama. The 57th Front supports the FARC’s terrorist activities through narcotics trafficking and kidnapping for ransom, including the kidnapping of Americans and other foreign nationals.

The hostage-taking indictment relates specifically to the 57th Front’s April 4, 2008, kidnapping of an American citizen. Mora-Pestana authorized financing for the kidnapping, and Orobio-Lobon and others carried out the kidnapping in the Costa del Este neighborhood of Panama City. The defendants held the victim for ransom, which they demanded from the victim’s relatives, informing the relatives that they would never see the victim alive again if the ransom was not paid. The victim was released in February 2009, after a member of the victim’s family paid the ransom.

The material support indictment recounts multiple discussions among the defendants regarding FARC logistics, supplies and weapons, as well as the seizures by authorities of a variety of weapons and material during February through September 2008. The material support indictment also covers the aftermath of a Feb. 22, 2008, attack by five FARC guerillas on a Panamanian police patrol boat and their subsequent capture in possession of substantial FARC weaponry and material. Mora-Pestana and Cordoba-Bermudez in particular discussed the FARC’s response to the event, and on Feb. 27, 2008, a communiqué, purporting to be issued by a FARC element warned the government of Panama of consequences from its capture of the five attackers and that the 57th Front had been ordered to kidnap Panamanian officials to force an exchange of captives with the prisoners, if the prisoners were not released. Other defendants discussed plans to engineer the five guerillas’ escape from a Panamanian prison. (Three of the guerrillas involved in the attack on the Panamanian police boat are now in custody in the Southern District of New York on charges relating to that event. Their case is pending before U.S. District Judge William H. Pauley, III). The material support indictment also recounts discussions concerning the April 4, 2008, kidnapping in Panama and efforts to impede that investigation.

Each of the defendants in the material support indictment is charged with conspiracy to provide material support to a foreign terrorist organization, which carries a maximum sentence of 15 years in prison. Each of the defendants in the hostage-taking indictment is charged with two counts of hostage taking, each of which carries a maximum sentence of life in prison.

“As alleged in the indictments, the 57th Front is one of the most violent elements of the FARC. This group of guerrillas kidnapped a United States citizen, procured weapons and explosives, and trafficked cocaine to fuel the FARC’s terrorist activities,” said U.S. Attorney Preet Bharara. “The charges unsealed today mark another important step in our efforts to combat international narco-terrorism.”

“The increased cooperation between the United States, Panama and Colombia that resulted in today’s indictments signal our shared, unrelenting commitment to combat drug traffickers and those who support them,” said DEA Acting Administrator Michele M. Leonhart. “No country can tolerate vicious terrorist organizations such as the FARC. We and our partners in Panama and Colombia will continue to pursue the remnants of FARC’s 57th Front until its members have surrendered or are captured.”

Acting Special Agent-in-Charge Michael J. Folmar stated: “The FARC is a terrorist organization that for decades has waged a brutal and inhuman campaign for its selfish aims. This case demonstrates the FBI’s firm commitment to bringing hostage takers to justice.”

Mr. Bharara praised the investigative work of the DEA’s New York Organized Crime Drug Enforcement Strike Force, the Narco-Terrorism Group of the DEA’s Bogota Country Office, the DEA’s Panama City Country Office, the FBI’s Extraterritorial Hostage Taking Squad in Miami, and the Department of Justice’s Office of International Affairs. Mr. Bharara also thanked the Colombian Navy, the Colombian National Police, the Colombia Attorney General’s Office and the Panamanian National Police for their assistance in the investigation.

The prosecution is being handled by the Office’s International Narcotics Trafficking Unit. Assistant United States Attorneys Rebecca M. Ricigliano and Jeffrey A. Brown are in charge of the prosecution.

The charges contained in the indictments are merely accusations and the defendants are presumed innocent unless and until proven guilty.

http://newyork.fbi.gov/dojpressrel/pressrel09/nyfo092809.htm

para militares do brasil lerem – plano de lula chavez foro de são paulo para destruir as forças armadas da america latina e implantar o socialismo na america latina

28/09/2009

http://www.unoamerica.org/unoTest/upload/apps/El%20Plan%20del%20Foro%20de%20Sao%20Paulo%20contra%20las%20FF.AA..pdf?utm_source=Fuerza%2BSolidaria&utm_campaign=36f7dc0b5a-El_plan_del_FSP_para_destruir_las_FFAA_2009_9_19&utm_medium=email

NARCO TRÁFICO DAS FARC FINANCIOU A CAMPANHA ELEITORAL DE CORREA NO EQUADOR

17/07/2009

“”””El año pasado, cinco documentos divulgados o filtrados por el gobierno a los medios mencionaban comunicaciones en las que jefes rebeldes discutían un aporte de 100.000 dólares hecho por las FARC a la campaña de Correa a fines del 2006.””” noticias24.com

Procurador da República luis luiz francisco tem ligações com as FARC

31/05/2009

Procurador  da República luis luiz francisco tem ligações com as FARC

http://www.conjur.com.br/2008-jul-31/revista_confirma_ligacao_luiz_francisco_farc

Há um ano ficamos livres do carnicero Tirofijo – FARC

26/03/2009

http://www.noticias24.com/actualidad/noticia/30924/de-campesino-panadero-lenador-y-carnicero-a-fundador-de-las-farc/

Criando o Exército do Foro de São Paulo

08/03/2009

Los ejércitos de América del Sur se unen para colaborar por primera vez

El primer organismo de Unasur, el Consejo de Defensa, se constituye mañana en Chile

http://www.elpais.com/articulo/internacional/ejercitos/America/Sur/unen/colaborar/primera/vez/elpepuint/20090308elpepuint_10/Tes

 

JAVIER LAFUENTE – Madrid – 08/03/2009

 

 

. El Ejército de Colombia asesta el golpe más duro hasta entonces a las Fuerzas Armadas Revolucionarias Colombianas (FARC) al matar a su número dos, Raúl Reyes. La operación, realizada en territorio ecuatoriano, desata una crisis diplomática a tres bandas -Colombia, Venezuela y Ecuador- por la forma de proceder del Ejército de Álvaro Uribe. A unos cuantos miles de kilómetros al sur, un gran estratega geopolítico, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente de Brasil, toma buena nota del asunto. Piensa que del conflicto puede surgir una iniciativa común de defensa. Sabe que es el único que puede lograrlo. Un año después, nace el Consejo de Defensa Suramericano.

 

 

El nuevo organismo militar, que se constituirá entre hoy y mañana en Santiago de Chile, se concibe como un mecanismo de integración, diálogo y cooperación en materia de defensa de los 12 países que componen la Unión de Naciones Suramericanas (Unasur). Será la primera vez que los responsables políticos de las Fuerzas Armadas del Cono Sur se sienten a hablar periódicamente. La presidencia del organismo será temporal, al igual que la de Unasur. Están previstas una reunión anual de los ministros de Defensa y dos de los viceministros. “Hasta ahora siempre se ha negociado bilateralmente; el Consejo abarcará asuntos de manera multilateral”, explica en conversación telefónica el ministro de Defensa de Chile, José Goñi.

 

Unasur no pretende crear una fuerza armada de corte clásico, al estilo de la OTAN. En una parte de la región donde los nacionalismos son tan fuertes y los roces fronterizos tan habituales, sería inviable. Haber superado esos inconvenientes, sin embargo, es uno de los motivos que más entusiasmo han generado, según analistas militares que han seguido de cerca el proceso de gestación del consejo.

 

Perfilar un “plan de acción”

 

Con esta iniciativa se pretende acabar con algo tan arriesgado y complejo como las tentativas de conflicto, minimizar cualquier fricción entre los países de América del Sur. Hay quien considera que a través de este organismo se puede llegar a perfilar una política de defensa y seguridad conjunta. Hasta lograrlo habrá que seguir una hoja de ruta, un “plan de acción”, según el ministro chileno, que se perfilará estos días en Santiago. Reforzar la cooperación militar, coordinar misiones humanitarias y operaciones de paz e incluso la futura creación de un instituto de defensa en Sudamérica son algunos de los objetivos. La lucha contra el narcotráfico no está ni estará en la agenda, a menos a corto plazo. “Buscamos la convergencia de intereses. Para algunos países es un tema policial, no militar; no queremos que haya injerencias en la manera de actuar”, justifica Goñi.

 

Aún así, será una tarea harto complicada. Analistas militares que han asesorado a algunos de los países del nuevo organismo dan fe de que ha sido un año de intensas negociaciones, donde las cancillerías han jugado también un papel clave. No todo el mundo tenía la misma visión de seguridad y estrategia: Venezuela, por ejemplo, cuenta con un perfil militar mucho más acentuado que el de Brasil, a pesar de que cuente con uno de los ejércitos más poderosos de América Latina.

 

Uno de los asuntos que más controversia generó fue la vuelta a las aguas latinoamericanas, en julio del año pasado, de la IV Flota de Estados Unidos después de 58 años de inactividad. Venezuela lo considera una amenaza. Más allá de reconocer cierta preocupación -ningún país avaló los argumentos de EE UU- nadie quiso confrontarse con el gran gigante norteamericano.

 

“Nos cuesta mucho operar”

 

Aunque es pronto aún para ver si esta iniciativa se estanca y queda en el olvido, como tantas otras que han surgido en América Latina, lo cierto es que el Consejo se ha ganado el voto de confianza de muchos expertos. La principal duda que genera es comprobar si es gobernable un organismo en el que estén implicados 12 ejércitos. La percepción de los analistas es que si no se generan rápido proyectos concretos puede quedarse en nada. “Nos cuesta mucho operar, no hay mucha coordinación entre los países. Además, si uno no tiene instituciones fuertes en su país es más complicado tenerlas en la región”, asegura Fabián Calle, investigador del Consejo Argentino para las Relaciones Internacionales (CARI).

 

Con el tiempo también se despejará la duda de por qué Brasil decidió impulsar un organismo que le ha obligado a encabezar una gran campaña diplomática para lograr en un año el sí de países tan antagónicos como la Colombia de Álvaro Uribe o la Bolivia de Evo Morales. En el meollo del asunto está, según algunos analistas, conseguir su tan añorado asiento permanente en el Consejo de Seguridad de la ONU. Más allá de las hipótesis, lo que está claro es que el Consejo de Defensa Suramericano es otro golpe de mano del presidente que un día dijo: “Suramérica tiene capacidad para mover el tablero político de todo el mundo en beneficio de nuestras naciones”.

 

 

Un 91% más de gasto militar

Entre los objetivos, y a la sazón quebradero de cabeza, que se han marcado los 12 Gobiernos del Consejo de Defensa Suramericano, está la creación de un método de medición del gasto militar común. En el periodo 2003-2008, el desembolso en defensa en América Latina y el Caribe aumentó un 91%, según los últimos datos del Instituto Internacional de Estudios Estratégicos (IISS). En 2008, se gastaron 47.200 millones de dólares (38.659 millones de euros) frente a 24.700 millones de dólares (19.500 millones de euros) en 2003.

 

Los países suramericanos, los que más han reforzado su arsenal, rechazan que se trate de un rearme y lo justifican como una modernización de su material. Aunque esto es en parte cierto, no excluye que el aumento del gasto se realice por la percepción de que existen riesgos en la región, bien por los conflictos existentes o por las compras de armamento de los países vecinos.

 

Evaluar la capacidad de cada país es complicada, puesto que cada uno tiene su metodología, e incluso hay gastos que no están presupuestados. Aun así, hay dos ejemplos ilustrativos: en 2008 el Ejército colombiano se gastó 5.500 millones de dólares (unos 4.340 millones de euros), un 13,5% más que en 2007. Las compras de material armamentístico del Gobierno venezolano a Rusia, Bielorrusia, China y España han sobrepasado ya los 6.700 millones de dólares (unos 5.286 euros).

 

Argentina y Chile aplican desde 2002 un método de medición estandarizado. Sin embargo, mientras que en el primero la situación militar es precaria, en Chile ha triunfado el doble discurso de las Fuerzas Armadas: por un lado, aseguran que las tensiones vecinales son peligrosas, por tanto, hay que comprar armamento; por otro, recalcan que no hay una carrera armamentista, así no se bloquean las compras.