Archive for the ‘economia’ Category

Saiba tudo sobre o furto de ferramentas espiões da NSA um mês antes do super ataque hacker em maio de 2017

17/05/2017

http://money.cnn.com/2017/04/14/technology/windows-exploits-shadow-brokers/

https://www.theregister.co.uk/2017/04/21/windows_hacked_nsa_shadow_brokers/

https://www.theverge.com/2017/4/15/15311846/microsoft-windows-shadow-brokers-nsa-hacks-patched

http://thehackernews.com/2017/04/windows-hacking-tools.html

http://www.bbc.com/news/technology-39620534

http://nymag.com/selectall/2017/04/shadow-brokers-nsa-windows-exploits-see-release.html

https://theintercept.com/2017/04/14/leaked-nsa-malware-threatens-windows-users-around-the-world/

Brasil poderá ser maior produtor de alimentos do mundo, aposta o Senador Acir Gurgacz (PDT-AC)

12/05/2017

Da Redação | 12/05/2017, 10h10 – ATUALIZADO EM 12/05/2017, 10h28

O senador Acir Gurgacz (PDT-AC) lamentou nesta sexta-feira (12), em Plenário, a situação da economia brasileira, a qual, segundo ele, não está pior por conta do bom desempenho da agricultura e da pecuária. Ele disse acreditar que, em breve, o país vai ser o maior produtor de alimentos do mundo, sendo responsável por 10% da produção total.

De acordo com o senador, Rondônia tem ajudado a expansão da agricultura familiar e do agronegócio brasileiros. Para a safra 2016/2017, informou, deve haver crescimento de 2% em relação à safra anterior. Além disso, conforme Gurgacz, o estado tem o sexto maior bovino do pais, com 14 milhões de cabeças, e é o maior produtor de peixe nativo da Região Amazônica.

— Isso mostra a solidez e a força do agronegócio, que, mesmo em tempos crise e com a operação Carne Fraca, vem contribuindo para resultado positivo da balança comercial e retomada do crescimento — comentou.

Acir Gurgacz aproveitou para defender a rápida aprovação da Medida Provisória 759/2016, que trata da regularização fundiária.  De acordo com ele, a medida será importante para o desenvolvimento da agricultura do Brasil, e principalmente de Rondônia, visto que proverá segurança jurídica a proprietários que ainda não tem o titulo definitivo de suas terras.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Temer vence a Inflação – A mais baixa do Real (1994-2017)

11/05/2017

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JURO DO CARTÃO DE CRÉDITO CAI PELA METADE

10/05/2017

ECONOMIA E EMPREGO

Com novas regras, juros do rotativo do cartão caem pela metade

Seu bolso

Taxas passaram de 456,6% ao ano, em março, para 233,9% ao ano, em abril
por Portal BrasilPublicado: 08/05/2017 18h27Última modificação: 10/05/2017 15h23
Arquivo Agência BrasilTaxas caíram de 456,6% ao ano para 233,9% apenas no primeiro mês de vigência das novas regras do rotativo

Taxas caíram de 456,6% ao ano para 233,9% apenas no primeiro mês de vigência das novas regras do rotativo

Um mês depois das mudanças nas regras do cartão de crédito, os juros do rotativo (também conhecido como pagamento mínimo), caíram pela metade. Os dados são da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) e foram divulgados nesta segunda-feira (08).

De acordo com a entidade, as taxas passaram de 456,6% ao ano, em março, para 233,9% ao ano, em abril. Esse recuo, explicou a Abecs, ocorreu depois que o Conselho Monetário Nacional (CMN) mudou as regras do cartão.

Antes, o consumidor podia ficar indefinidamente no rotativo do cartão de crédito. Para isso, era preciso pagar apenas o mínimo a cada fatura. Esse procedimento, no entanto, levava ao superendividamento e a níveis elevados de inadimplência nessa modalidade.

Em março, no entanto, o governo mudou essas regras. O consumidor, a partir dessa nova legislação, passou a ter um limite para ficar no rotativo do cartão de crédito: somente 30 dias. Depois desse prazo, o cliente tem duas opções: ou ele paga a conta à vista ou parcela a fatura em até 24 vezes.

Mudança na legislação

Essa mudança havia sido anunciada pelo presidente da República, Michel Temer, em dezembro do ano passado e se tornou definitiva depois de ser regulamentada pelo CMN – o órgão é responsável por garantir a organização do sistema financeiro.

Juros do rotativo do cartão caem pela metade

Fonte: Portal Brasil, com informações da Abecs e do Banco Central

China consegue voar com concorrente do 737 antes da Embraer

06/05/2017

Você voaria em um avião chinês concorrente do A-320 e do Boeing 737-800? Primeiro grande jato de passageiro chinês voa em 4 de maio de 2017

05/05/2017

http://www.lefigaro.fr/societes/2017/05/04/20005-20170504ARTFIG00306-aeronautique-pekin-veut-tous-les-attributs-d-une-superpuissance-mondiale.php 

http://www.cnbc.com/2017/05/04/chinas-first-giant-passenger-jet-is-slated-for-maiden-test-flight-friday.html

Veja slide descritivo:

http://show.chinadaily.com.cn/pub/view/eec110ea7e2740c58bc8be5f54559f4b/htm?t=15bd726e088

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R$ 54,99 é o preço da garrafa de vinho – R$ 45,30 de impostos – Onde? Brasil – 82,38% – Sobram R$ 9,69 para Supermercado, Atacadista, Produtor, e, para o agricultor

03/05/2017

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Balança comercial do Brasil bate recorde e soma US$ 6,9 bilhões em abril de 2017

02/05/2017

Em abril, diferença do número de exportações e importações foi positiva e a maior para o mês desde 1989

por Portal Brasil
Publicado: 02/05/2017 17h47Última modificação: 02/05/2017 17h47
Rogério Santana/Governo do Rio de JaneiroResultado foi influenciado por crescimento das médias diárias de exportações e importações

Resultado foi influenciado por crescimento das médias diárias de exportações e importações

Com o fortalecimento de produtos brasileiros no exterior, a balança comercial de abril foi recorde para o mês. As exportações superaram as importações em US$ 6,969 bilhões, resultando em um saldo comercial inédito de US$ 21,387 bilhões em termos anuais.

Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços e foram divulgados nesta terça-feira (02). Segundo a pasta, houve aumento nas médias diárias tanto de exportações quanto nas importações.

A média diária das exportações em março foi de 27,8% maior em relação ao mesmo período do ano passado, influenciada pelo aumento de 29,2% nas vendas de básicos, de 27,5% na venda de semimanufaturados e de 25,7% nos produtos manufaturados.

As exportações de produtos básicos foram influenciadas, principalmente, pela venda de minério de ferro (+87,6%), petróleo em bruto (+58,6%), carne suína (+34,4%) e soja em grão (24,2%)

Ao mesmo tempo, aumentos importantes foram registrados no grupo de semimanufaturados. A principal alta foi na venda de óleo de soja (+173,9%),  seguida dos avanços nos embarques de ferro e aço (+55,5%), ferro fundido (+46,1%) e açúcar em bruto (44,4%).

As importações, por sua vez, cresceram 13,3% em relação ao mesmo mês do ano passado, diante da alta na compra de combustíveis e lubrificantes (+28,5%), bens intermediários (+16,5%) e bens de consumo (+6,3%).

No ano

Em mais um resultado recorde, o saldo comercial brasileiro nos primeiros quatro meses do ano foi o maior da história, de US$ 21,387 bilhões. Tanto no mercado financeiro quanto no governo federal, a expectativa é que as transações comerciais com exterior superem US$ 50 bilhões em 2017.

Fonte: Portal Brasil, com informações do MDIC

Legislação do Trabalho adequada ao Século XXI

27/04/2017

GOVERNO

Câmara dos Deputados aprova projeto de modernização da legislação trabalhista

Geração de empregos

Proposta reforça, entre outros pontos, os acordos coletivos de trabalho e regulamenta jornadas intermitentes e empregos temporários
por Portal BrasilPublicado: 26/04/2017 23h10Última modificação: 26/04/2017 23h10
Rodrigues Pozzebom/Agência BrasilEm votação com quórum alto, os deputados federais aprovaram o texto-base do projeto que moderniza as relações de trabalho

Em votação com quórum alto, os deputados federais aprovaram o texto-base do projeto que moderniza as relações de trabalho

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (26), por 296 votos a 177, o texto base do projeto de lei que moderniza as relações trabalhistas no País. Com potencial de reanimar o mercado de trabalho e dar segurança jurídica às empresas, o acordo coletivo prevalecerá sobre a lei e o sindicato e não mais precisará auxiliar o trabalhador na rescisão trabalhista.

Com as mudanças, trabalhadores e empresas poderão se adaptar às mudanças da realidade atual do mercado de trabalho, mais dinâmico, e também reduzir a informalidade da mão-de-obra no País. Os destaques ainda estão sendo analisados pelos parlamentares.

Entre os principais aprimoramentos em relação à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), está a prevalência dos acordos entre patrões e empregados sobre a legislação, a regulamentação da jornada de trabalho intermitente e do temporário, o parcelamento de férias, que estão dentro dos 16 pontos em que os acordos irão se sobrepor à lei.

Para proteger o trabalhador, o texto aprovado prevê salvaguardas. Por exemplo, pontos como jornada de trabalho e banco de horas poderão se tornar mais flexíveis, mas outros direitos garantidos pela Constituição Federal, como o direito ao 13º salário, não poderão ser reduzidos ou alterados.

Além disso, o texto também proíbe a demissão de um funcionário e a recontratação imediata como terceirizado. Pela proposta, fica estabelecida uma quarentena de 18 meses para a recontratação por outro modelo.

Uma das principais medidas econômicas do governo federal, a modernização da CLT irá desafogar a Justiça do Trabalho e simplificar algumas categorias profissionais, que por vezes são regidas por sete legislações diferentes.

Fonte: Portal Brasil

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Confira os principais pontos da proposta de reforma trabalhista

27/04/2017
25/04/2017 – 23h30Atualizado em 27/04/2017 – 03h21
A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência Câmara Notícias

Plenário da Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta quinta-feira (27) o Projeto de Lei 6787/16 na versão apresentada pelo relator, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN). Texto seguirá para votação no Senado

Confira os principais pontos:

  • Negociação

Negociação entre empresas e trabalhadores vai prevalecer sobre a lei para pontos como: parcelamento das férias em até três vezes; jornada de trabalho, com limitação de 12 horas diárias e 220 horas mensais; participação nos lucros e resultados; jornada em deslocamento; intervalo entre jornadas (limite mínimo de 30 minutos); extensão de acordo coletivo após a expiração; entrada no Programa de Seguro-Emprego; plano de cargos e salários; banco de horas, garantido o acréscimo de 50% na hora extra; remuneração por produtividade; trabalho remoto; registro de ponto. No entanto, pontos como fundo de garanta, salário mínimo, 13º salário e férias proporcionais não podem ser objeto de negociação.

  • Fora da negociação

As negociações entre patrões e empregados não podem tratar de FGTS, 13º salário, seguro-desemprego e salário-família (benefícios previdenciários), remuneração da hora de 50% acima da hora normal, licença-maternidade de 120 dias, aviso prévio proporcional ao tempo de serviço e normas relativas à segurança e saúde do trabalhador.

  • Trabalho intermitente

Modalidade pela qual os trabalhadores são pagos por período trabalhado. É diferente do trabalho contínuo, que é pago levando em conta 30 dias trabalhados, em forma de salário. O projeto prevê que o trabalhador receba pela jornada ou diária, e, proporcionalmente, com férias, FGTS, previdência e 13º salário.

  • Fora do trabalho intermitente

Marinho acatou emendas que proíbem a contratação por meio de contrato de trabalho intermitente de aeronautas, que continuarão regidos por lei específica.

  • Rescisão contratual

O projeto de lei retira a exigência de a homologação da rescisão contratual ser feita em sindicatos. Ela passa a ser feita na própria empresa, na presença dos advogados do empregador e do funcionário – que pode ter assistência do sindicato. Segundo o relator, a medida agiliza o acesso do empregado a benefícios como o saque do FGTS.

  • Trabalho em casa

Regulamentação de modalidades de trabalho por home office (trabalho em casa), que será acordado previamente com o patrão – inclusive o uso de equipamentos e gastos com energia e internet.

  • Representação

Representantes dos trabalhadores dentro das empresas não precisam mais ser sindicalizados. Sindicatos continuarão atuando nos acordos e nas convenções coletivas.

  • Jornada de 12 x 36 horas

O projeto estabelece a possibilidade de jornada de 12 de trabalho com 36 horas de descanso. Segundo o relator, a jornada 12×36 favorece o trabalhador, já que soma 176 horas de trabalho por mês, enquanto a jornada de 44 horas soma 196 horas.

  • Ações trabalhistas

O trabalhador será obrigado a comparecer às audiências na Justiça do Trabalho e arcar com as custas do processo, caso perca a ação. Hoje, o empregado pode faltar a até três audiências judiciais.

  • Terceirização

O projeto propõe salvaguardas para o trabalhador terceirizado, como uma quarentena de 18 meses para impedir que a empresa demita o trabalhador efetivo para recontratá-lo como terceirizado.

  • Contribuição sindical

A proposta torna a contribuição sindical optativa. Atualmente, o pagamento é obrigatório para empregados sindicalizados ou não. O pagamento é feito uma vez ao ano, por meio do desconto equivalente a um dia de salário do trabalhador.

  • Sucessão empresarial

O projeto prevê que, no caso em que uma empresa adquire outra, as obrigações trabalhistas passam a ser de responsabilidade da empresa sucessora.

  • Ambiente insalubre

Marinho acatou emenda sugerida pela deputada Laura Carneiro (PMDB-RJ) que determina o afastamento de mulheres grávidas de ambientes considerados insalubres em grau máximo. Nas atividades insalubres em graus médio e leve, o afastamento depende de atestado de médico de confiança da trabalhadora que recomende o afastamento durante a gestação.

  • Justiça do Trabalho

O projeto torna mais rigorosos os pressupostos para uma ação trabalhista, limita o poder de tribunais de interpretarem a lei e onera o empregado que ingressar com ação por má fé. Em caso de criação e alteração de súmulas nos tribunais, por exemplo, passa a ser exigida a aprovação de ao menos dois terços dos ministros do Tribunal Superior do Trabalho. Além disso, a matéria tem que ter sido decidida de forma idêntica por unanimidade em pelo menos dois terços das turmas, em pelo menos dez sessões diferentes.

  • Regime parcial

O parecer do relator estabelece que trabalho em regime de tempo parcial é de até 30 horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares por semana, ou de 26 horas por semana – neste caso com a possibilidade de 6 horas extras semanais. As horas extras serão pagas com o acréscimo de 50% sobre o salário-hora normal. Atualmente, trabalho em regime de tempo parcial é aquele que tem duração máxima de 25 horas semanais e a hora extra é vedada.

  • Multa

Na proposta original, apresentada pelo governo, a multa para empregador que mantém empregado não registrado era de R$ 6 mil por empregado, valor que caía para R$ 1 mil para microempresas ou empresa de pequeno porte. Em seu parecer, porém, Rogério Marinho reduziu o valor da multa, respectivamente, para R$ 3 mil e R$ 800. Atualmente, a empresa está sujeita a multa de um salário mínimo regional, por empregado não registrado, acrescido de igual valor em cada reincidência.

  • Recontratação

O texto modifica o substitutivo anterior para proibir uma empresa de recontratar, como terceirizado, o serviço de empregado demitido por essa mesma empresa. Modifica a Lei 6.019/74.

  • Tempo de deslocamento

O tempo despendido pelo empregado até o local de trabalho e para o seu retorno, por qualquer meio de transporte, não será computado na jornada de trabalho. A CLT, hoje, contabiliza como jornada de trabalho deslocamento fornecido pelo empregador para locais de difícil acesso ou não servido por transporte público. Segundo Rogério Marinho, o dispositivo atual desestimula o empregador a fornecer transporte para seus funcionários.

  • Acordos individuais

Os trabalhadores poderão fazer acordos individuais sobre parcelamento de férias, banco de horas, jornada de trabalho e jornada em escala (12×36).

  • Banco de horas

A lei atual permite o banco de horas: a compensação do excesso de horas em um dia de trabalho possa ser compensado em outro dia, desde que não exceda, no período máximo de um ano, à soma das jornadas semanais de trabalho previstas, nem seja ultrapassado o limite máximo de dez horas diárias. O substitutivo permite que o banco de horas seja pactuado por acordo individual escrito, desde que a compensação se realize no mesmo mês.

  • Trabalhador que ganha mais

Relações contratuais firmadas entre empregador e empregado portador de diploma de nível superior e que receba salário mensal igual ou superior a duas vezes o limite máximo dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social prevalecem sobre o que está escrito na CLT.

  • Demissão

O substitutivo considera justa causa para rescisão do contrato de trabalho pelo empregador a perda da habilitação ou dos requisitos estabelecidos em lei para o exercício da profissão pelo empregado. Rogério Marinho acatou emenda que condiciona essa demissão “caso haja dolo na conduta do empregado”.

  • Custas processuais

Nos dissídios individuais e nos dissídios coletivos do trabalho, nas ações e procedimentos de competência da Justiça do Trabalho, bem como nas demandas propostas perante a Justiça Estadual, no exercício da jurisdição trabalhista, as custas relativas ao processo terão valor máximo de quatro vezes o teto dos benefícios do Regime Geral da Previdência Social, que em valores atuais corresponde a R$ 22.125,24.

  • Justiça gratuita

O projeto permite aos juízes, órgãos julgadores e presidentes dos tribunais do trabalho de qualquer instância conceder o benefício da justiça gratuita a todos os trabalhadores que perceberem salário igual ou inferior a 40% do limite máximo dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social. A proposta anterior estabelecia limite de 30%.

  • Tempo de trabalho

O substitutivo altera o artigo 4º da CLT para desconsiderar como extra da jornada de trabalho atividades particulares que o trabalhador realiza no âmbito da empresa como: descanso, estudo, alimentação, atividade social de interação entre colegas, higiene pessoal e troca de uniforme.

  • Jornada excedente

Hoje, a CLT permite que a jornada de trabalho exceda o limite legal (8 horas diárias e 44 semanais) ou convencionado se ocorrer necessidade imperiosa. A duração excedente pode ser feita se o empregador comunicar a necessidade à autoridade competente dez dias antes. O projeto acaba com essa obrigação.

  • Penhora

Emenda aprovada da deputada Gorete Pereira (PR-CE) incluiu no texto a dispensa para as entidades filantrópicas do oferecimento de garantia ou de bens à penhora em causas trabalhistas. A dispensa se estende àqueles que compuseram a diretoria dessas instituições.

Custo Brasil – Soja nos Trilhos – Inimigo: Licença Ambiental

27/03/2017

http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2016/04/transporte-de-graos-por-ferrovia-cresce-25-nos-ultimos-anos.html 

Parlamentares e produtores de Mato Grosso se unem por extensão de ferrovia

http://oglobo.globo.com/economia/infraestrutura/industria-troca-estradas-por-ferrovias-de-olho-em-custo-mais-baixo-18630455

 http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Acao/noticia/2013/09/all-inaugura-projeto-de-r-880-mi-em-rondonopolis-no-mt.html 

Da Redação | 24/03/2017, 17h04 – ATUALIZADO EM 24/03/2017, 17h07

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Encontro organizado pelo Fórum Pró-Ferrovia, em Cuiabá, capital do Mato Grosso, debateu nesta sexta-feira (24) a proposta de construção de dois novos trechos da Ferrovia Senador Vicente Vuolo, localizados no estado. O evento, no auditório da Federação das Indústrias do Mato Grosso, contou com a participação do senador Wellington Fagundes (PR-MT), integrante da Comissão de Infraestrutura do Senado.

Os trilhos chegam hoje ao Mato Grosso até Rondonópolis, saindo do Porto de Santos. O trecho estadual foi inaugurado em 2013 e agora há ampla movimentação para assegurar duas novas etapas: entre Rondonópolis e Cuiabá, orçado em quase R$ 1,4 bilhão; e entre Cuiabá e Sorriso, mais R$ 3,6 bilhões. O objetivo é diminuir gargalo logístico, o que pode resultar na atração de novas indústrias e redução de custos ao setor produtivo estadual.

Representantes dos governos estadual e federal também participaram do debate, além de parlamentares da bancada legislativa estadual e federal, inclusive o senador José Medeiros (PSD). O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, e dirigentes dos setores produtivo e empresarial estavam ainda entre os presentes. O evento marcou também o lançamento da campanha publicitária “Ferrovia traz”, composta de vídeos e cartazes de motivação.

Gargalo logístico

Documento entregue pelo Fórum Pró-Ferrovia à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), em janeiro, pediu a inclusão do trecho Rondonópolis a Cuiabá nas obrigações da Concessionária Rumo ALL, além de uma utilização melhor da opção do traçado segundo estudo viabilidade que já havia sido contratado pelo órgão.

A intenção é assegurar os investimentos como parte das obrigações da concessionária dentro das contrapartidas que podem ser exigidas para a renovação da concessão, por 30 anos, da chamada Malha Paulista, em que se inserem os trilhos em Mato Grosso. Para Fagundes, as novas etapas são fundamentais para a estrutura logística do estado, significando garantia de escoamento da produção e desenvolvimento.

– Temos que aproveitar o momento para pressionar tanto a ANTT quanto o governo [federal], para mostrar o que Mato Grosso quer – disse Fagundes, ressaltando a força do estado no setor agroindustrial.

Assim como Fagundes, José Medeiros apelou por união de todas as forças políticas e empresariais para assegurar a expansão da malhas ferroviária no estado, que já conta com a sinalização do governo federal para mais um trecho da Ferrogrão, que deve ligar o município de Sinop ao Porto de Miritituba, no Pará. Medeiros observou que obstáculos de topo tipo podem ser levantados, inclusive na parte de licenciamento ambiental.

– Impossível o país ir para frente desse jeito. Por isso, nossa luta lá no Congresso será para vencer os obstáculos, tentar tirar os gargalos – disse.

Vagões cheios

O presidente do Fórum Pró-Ferrovia, Francisco Vuolo, observou que hoje grandes volumes da produção de grãos do estado chega a Santos pela ferrovia. Mas salientou que os vagões precisam também voltar cheios, para que potencial ganhe potencial, o que o que permitirá a queda do valor do frete. Por isso, reforçou, os trilhos precisam chegar até Cuiabá, centro da principal região de consumo do estado. Acredita que o resultado será também a atração de indústrias, com geração de empregos.

– A ferrovia não é só para transportar grãos e carne, mas para trazer o desenvolvimento e fazer chegar ao cidadão o que queremos – salientou, explicando o mote da campanha “Ferrovia traz”.

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, reforçou a importância da extensão da linha férrea até a capital, dizendo que os efeitos econômicos se estenderam a toda Baixada do Cuiabá, formada por mais de 15 municípios. O presidente da Federação das Indústrias, Jandir José Milan, lamentou que o país tivesse regredido em infraestrutura ferroviária, tendo hoje uma malha muito menor do que a existente na década de 1950, apesar de o frete nesse modal ser 50% mais barato do que no rodoviário.

Fatores favoráveis

Dois fatores favorecem o pleito para a incorporação dos dois trechos à malha ferroviária existente, segundo Anderson Moreno Luz, representante do Ministério dos Transportes. Sem ser taxativo quanto ao pleito, ele observou que um fato positivo é que os trechos estão previstos no Plano Nacional de Viação, definido em lei.

Depois, mencionou possibilidade de estudo da renovação da concessão da linha, nos termos da Medida Provisória 752/2016, em exame no Congresso, que autoriza a prorrogação e a relicitação de contratos de parceria nos setores rodoviário, ferroviário e aeroportuário. Luz adiantou a disposição da pasta em receber o Fórum Pró-Ferrovia, em Brasília, para discussões técnicas sobre o tema.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)


FERROVIA Terminal da Rumo ALL em Rondonópolis é destaque na Isto

1 nov 2015

O terminal ferroviário da Rumo ALL em Rondonópolis (MT) foi destaque na publicação da revista Isto É da primeira semana de outubro, na série especial intitulada “O Brasil que constrói”.

A inauguração do Complexo na região, que completou dois anos em setembro, marcou o início de uma nova fase para a logística agrícola de Mato Grosso, maior produtor de soja do país.

A matéria, de Lucas Bessel, destaca a importância do terminal ferroviário no processo de escoamento de grãos do estado, que expede diariamente mais de 50 mil toneladas de soja, milho e farelo de soja via ferrovia em uma viagem de 1,4 mil quilômetros até o porto de Santos (SP) – aproximadamente cinco dias – onde seguem para exportação.

Com uma estrutura de sete tombadores operando simultaneamente e capacidade estática de armazenagem de 60 mil toneladas de grãos, a unidade recebe cerca de mil caminhões por dia vindos principalmente da região norte do estado.

A reportagem destaca ainda o impulso socioeconômico que o empreendimento refletiu na região, com geração de emprego, renda e qualificação de mão-de-obra.

Somente no ano passado, foram geradas 500 vagas diretas de emprego pela Rumo ALL.

A expectativa é de que, nos próximos anos, com a instalação de outras empresas no complexo, o número chegue a 3 mil (o condomínio tem capacidade para receber até 30 empresas).

Elevação que deve dobrar o PIB de R$ 5,9 bilhões do município e impactar uma cadeia que começa nas fazendas do norte do Estado e chega até os pequenos comerciantes da área.

Sobre a Rumo ALL

Resultante da fusão entre Rumo Logística e América Latina Logística, a Rumo ALL nasce com 12,9 mil quilômetros de malha ferroviária, 19 milhões de toneladas de capacidade de elevação no porto de Santos, 966 locomotivas, 28 mil vagões e 11,7 mil funcionários diretos e indiretos.

Nesse período inicial de integração, a empresa irá operar com foco na expansão da capacidade de operação, redução de custos e aumento da eficiência operacional.

Informações à imprensa:

Cayron Henrique Fraga – (66) 9633-0077 (Rondonópolis)

Luciane Mildenberger – (65) 9971-1825 (Cuiabá)

Se não fosse trágico, seria engraçado

20/03/2017

CORTADOS A COXINHA E A MORTADELA DAS CRIANÇAS PAULISTAS

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Isto é o Progresso

14/03/2017

BNDES aprova financiamento para linha de transmissão de Belo Monte

  • 20/02/2017 17h13
  • Rio de Janeiro
Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil

 

Usina Hidrelétrica Belo Monte
Usina Hidrelétrica Belo Monte, no Rio Xingu,

no  Pará    Osvaldo  de  Lima/Norte Energia

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou hoje (20) a aprovação de financiamento de longo prazo de R$ 2,56 bilhões para construção do primeiro dos dois sistemas de transmissão que levarão energia elétrica da Usina Hidrelétrica Belo Monte, no Pará, para a Região Sudeste.

A participação do BNDES corresponde a 40% do investimento total, que atinge R$ 5,6 bilhões. De acordo com o banco, também há possibilidade de emissão no mercado de debêntures de infraestrutura no valor de R$ 520 milhões.

O projeto já tem empréstimo ponte de R$ 718 milhões contratado em 2015. A quitação será feita com parte dos recursos do financiamento aprovado agora.

A beneficiária do financiamento é a sociedade de propósito específico Belo Monte Transmissora de Energia SPE, controlada pelo grupo chinês State Grid. O grupo Eletrobras é o parceiro nacional no consórcio, por meio das subsidiárias Furnas Centrais Elétricas e Eletronorte.

Segundo o BNDES, o projeto prevê a construção de linha de transmissão de 2.092 quilômetros de extensão, que percorrerá 65 municípios do Pará, Tocantins, de Goiás e Minas Gerais e de duas subestações conversoras: Xingu, no Pará, e Estreito, em Minas Gerais. As obras já foram iniciadas e têm previsão de conclusão em fevereiro de 2018.

O segundo sistema de transmissão para escoamento da energia para a Região Sudeste terá linha de 2.550 km de extensão, que interligará as subestações Xingu (PA) e Nova Iguaçu (RJ).

Ainda de acordo com o banco, a construção do sistema de transmissão deverá gerar cerca de 7 mil empregos diretos e 21 mil indiretos.

Edição: Luana Lourenço

O Pré-sal do PT deu certo – Bate recorde de produção de óleo e gás todo mês

06/03/2017

ECONOMIA E EMPREGO

Exploração na camada pré-sal bate recorde de produção em janeiro

Petróleo e gás

Foram 1,588 milhão de barris de óleo equivalente por dia. Com esse desempenho, 47% da produção do País veio da região
por Portal BrasilPublicado: 02/03/2017 16h55Última modificação: 02/03/2017 17h21

A produção na camada do pré-sal bateu recorde em janeiro. Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), foram 1,588 milhão de barris de óleo equivalente por dia, número que supera o resultado de dezembro de 2016.

Segundo a agência, a produção de 73 poços foi de aproximadamente 1,276 milhão de barris de petróleo por dia e 49,5 milhões de metros cúbicos de gás natural diariamente, um aumento de 1,1% frente ao mês anterior.

Com esse desempenho, a produção do pré-sal alcançou o equivalente a 47% do total produzido no Brasil. A agência ainda informou que, em janeiro, a produção de petróleo no País totalizou 2,687 milhões de barris por dia (bbl/d). O volume representa um crescimento de 14,2% em relação a igual mês do ano passado e uma queda de 1,6% frente a dezembro.

Produção no mar e na terra

Os campos marítimos produziram 94,9% do petróleo e 80,4% do gás natural. A produção ocorreu em 8.521 poços, sendo 746 marítimos e 7.775 terrestres. Os campos operados pela Petrobras produziram 94,2% do petróleo e gás natural.

Fonte: Portal Brasil, com informações da ANP

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Governar é Abrir Estradas – E o PT vem com o papo furado de Saúde e Educação – Sem estrada não tem comida não tem saúde não tem nada

05/03/2017

Temer cria força-tarefa para liberar trânsito em rodovia federal no Pará

Transporte

Chuvas do sudoeste paraense transformaram a BR-163 em um grande atoleiro. Nesta sexta (3), rodovia foi liberada totalmente ao tráfego no sentido norte, por volta das 20 horas

por Portal PlanaltoPublicado: 03/03/2017 16h24Última modificação: 03/03/2017 21h07

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Secom/Governo do ParáChuvas na região Sudoeste do Pará interditaram a rodovia BR-163

Chuvas na região Sudoeste do Pará interditaram a rodovia BR-163

 

O presidente da República, Michel Temer, determinou a criação de uma força-tarefa para recuperar e acelerar a liberação do trânsito na BR-163, que liga as cidades de Cuiabá (MT) e Santarém (PA). Por conta de fortes chuvas no sudoeste do Pará, a estrada se transformou em um grande atoleiro, interrompendo o tráfego de veículos.

Em nota, a Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência informou a formação de um grupo interministerial para providenciar a liberação imediata da rodovia. A força-tarefa é formada pelos ministérios da Casa Civil; Agricultura; Justiça; Defesa; Transportes, Portos e Aviação Civil; e Integração Nacional.

O tempo firme registrado nesta sexta (3) permitiu que as carretas de grande porte fossem liberadas na BR-163, por volta das 20 horas. Paralisadas há duas semanas, elas começaram a se movimentar no sentido do município de Miritituba, onde vão descarregar a soja trazida de Mato Grosso. Na quinta (2), começaram a ser liberados no mesmo sentido os caminhões transportando perecíveis e automóveis. O sentido Sul, em direção a Mato Grosso, está sendo liberado de forma alternada com o sentido Norte. A BR-163 é um dos principais caminhos para o escoamento da safra de soja via Arco Norte.

A paralisação do trânsito ocorre entre as cidades paraenses de Trairão e Novo Progresso. Filas de 50 quilômetros foram registradas na região. Por conta da dificuldade de acesso, militares do Exército e da Força Aérea Brasileira fazem o transporte e distribuição de 3 mil cestas básicas e 46 toneladas de água potável para caminhoneiros, motoristas e familiares que estão sitiados na área.

Confira a nota na íntegra

Aqui no Brasil, só boas notícias

02/03/2017

OTÍCIA

Temer: “Agora vamos para o desenvolvimento do nosso País”

Retomada do Crescimento

Com a queda dos juros e a diminuição da inflação, presidente acredita em aumento da confiança e dos investimentos no País

por Portal PlanaltoPublicado: 24/02/2017 09h53Última modificação: 24/02/2017 19h12

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Reprodução/Portal PlanaltoPresidente Michel Temer gravou pronunciamento sobre economia

Presidente Michel Temer gravou pronunciamento sobre economia

 

O presidente da República, Michel Temer, afirmou nesta sexta-feira (24) que o Brasil está deixando para trás a recessão econômica. Em pronunciamento divulgado nas redes sociais, Temer revelou que a queda da inflação e a diminuição dos juros sinalizam a retomada do crescimento do País.

Em janeiro de 2016, a inflação acumulada em 12 meses chegou aos 10%. Com as medidas tomadas pelo governo federal desde então, como o teto de gastos públicos e o incentivo ao empreendedorismo, o índice encerrou 2016 em 6,29%, abaixo do teto da meta de 6,5%.

“Quando você combate a recessão, você parte para o crescimento, e do crescimento para o combate ao desemprego”, concluiu. Na visão do presidente, a melhora da economia propicia a restauração da confiança e da credibilidade do País. “Não é sem razão que os investimentos começam a aumentar, os investimentos estrangeiros estão vindo aí e os nacionais estão se processando”, afirmou.

Liberação

Temer comentou também a medida do governo que libera o saque de contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O Ministério do Planejamento acredita que a iniciativa vai injetar cerca de R$ 30 bilhões na economia brasileira neste ano.

“Cada um que tiver as suas contas poderá ir lá saca-las para, se for o caso, pagar dívidas, se for o caso, pagar o colégio, se for o caso, viajar. Enfim, desfrutar daquilo que estava paralisado nas contas inativas do Fundo de Garantia”, disse o presidente.

Fonte: Portal Planalto

Como é a construção de rodovia sem superfaturamento

02/03/2017

NUM PAÍS ONDE O POVO TEM VERGONHA NA CARA!!!!

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PT saiu, dólares voltaram, acabou a crise

19/02/2017

ECONOMIA E EMPREGO

Investimento estrangeiro soma US$ 11,5 bi e é recorde

Setor Externo

Ingresso de capital estrangeiro no setor produtivo foi recorde para meses de janeiro. Melhora do nível de confiança influencia dado
por Portal Brasil Última modificação: 17/02/2017 19h30
Agência Brasil/Arquivo
O setor de serviços foi o que mais recebeu recursos em janeiro, US$ 5,9 bilhões em investimentos

O setor de serviços foi o que mais recebeu recursos em janeiro, US$ 5,9 bilhões em investimentos

 

Com as reformas encaminhadas pelo governo para reorganizar as contas públicas e a economia, o Brasil voltou ao foco de interesse dos investidores estrangeiros. Em janeiro, US$ 11,5 bilhões ingressaram no País direcionados para o setor produtivo, um recorde para o mês.

Esse dinheiro será usado para ampliar negócios, desenvolver novos projetos e para criar mais riqueza, emprego e crescimento no Brasil. Comparado com janeiro do ano passado, o volume de investimentos estrangeiros mais que dobrou, cresceu 111,3%.

O dinheiro tem chegado para praticamente todos os ramos da economia. A maior parte dos recursos do mês foi para a área de serviços, que somou US$ 5,9 bilhões. Na subdivisão desse grupo, os três maiores ingressos de dólares foram para eletricidade e gás (US$ 5 bilhões), comércio (US$ 509 milhões) e arquitetura e engenharia (US$ 174 milhões).

Indústria e extração mineral

A indústria, que ficou em segundo lugar com a maioria dos ingressos, somou US$ 4,2 bilhões. Coque e derivados de petróleo ficou com US$ 1,9 bilhões; produtos químicos com US$ 1,3 bilhões e metalurgia com US$ 594 milhões.

No ramo de agronegócio e extração mineral, que ficou com US$ 813 milhões, o dinheiro foi dividido por extração de minerais metálicos (US$ 465 milhões), extração de petróleo e gás natural (US$ 255 milhões) e agropecuária (US$ 11 milhões).

Confira dados sobre o aumento de interesse extrangeiro no Brasil

Fonte: Portal Brasil, com informações do Banco Central

Que povo é este? Que país é este?

12/02/2017

POVO SAQUEADOR TEM O GOVERNO QUE MERECE!

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Pai do Plano Cruzado, André Lara Resende, em excelente entrevista sobre inflação e juros

12/02/2017

http://epoca.globo.com/economia/noticia/2017/02/andre-lara-resende-sem-credibilidade-fiscal-outras-politicas-sao-impotentes.html

Entenda de vez os defensores do Bolsa Família – Dar dinheiro é dar papel, não é dar Produção – É dar inflação

11/05/2014

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Os 10 carros mais caros e luxuosos de 2013

24/12/2013

http://www.lafm.com.co/imagenes/los-10-autos-mas-lujosos-y-152027#ixzz2oKDN2vkP

A Economia mais aberta do mundo (mais Adam Smith) e a Economia mais fechada (mais petista do mundo)

13/11/2013

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Dinheiro do Povo para a farsa do pré-sal – Empresários do Socialismo do PT

08/11/2013

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Jornalistas petralhas abominam o agro negócio

31/10/2013

Mesmo com a consolidação do Brasil como um dos líderes mundiais do setor, a mídia não especializada pouco aborda o tema.

Redação *

O 1° Fórum ESPM/MSD de Comunicação, realizado no último dia 22, em São Paulo (SP), reuniu renomados profissionais da comunicação e apresentou os resultados de uma pesquisa que analisou como jornalistas de grandes veículos nacionais têm pautado a pecuária brasileira. Segundo o estudo, mesmo com a consolidação do Brasil como um dos líderes mundiais do segmento, a mídia urbana não especializada pouco aborda o tema.

Em seis meses de monitoramento (de julho a dezembro de 2012), foi considerada uma amostra composta de 31 palavras-chave ou expressões (todas ligadas à pecuária) em 10 veículos de comunicação (Jornal da Band, Jornal Nacional, Jornal da Record, Revista Época, Revista IstoÉ, Revista Veja, Jornal O Estado de São Paulo, Jornal Folha de São Paulo, Jornal O Globo e Jornal Valor Econômico), resultando no total de 497 matérias divulgadas.

Desse total, 472 matérias foram publicadas em jornais, 14 em revistas e apenas 11 nos telejornais. “A imprensa brasileira não noticia nossa agropecuária”, salientou o coordenador do Núcleo de Estudos em Agronegócio da pós-graduação da ESPM-SP, José Luiz Tejon, acrescentando que, se todo o setor tivesse sido monitorado, talvez o resultado tivesse sido outro.

Tejon disse acreditar que os resultados servirão para nortear ações no sentido de ter uma comunicação que seja menos subjetiva e que ajude a sociedade a entender que a relação entre a balança comercial e o crescimento do PIB está diretamente ligada a produção de proteínas de forma mais consciente. “A intenção é trazer para a sociedade a realidade do campo de forma sustentável e verdadeira”.

O especialista recordou que uma pesquisa encomendada pela Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) constatou que 81,3% da população das grandes capitais brasileiras consideram o agronegócio como sendo uma atividade muito importante para a economia nacional.

Para o gerente de capacitação técnica da MSD Saúde Animal, Sebastião Pereira de Faria Jr, que falou sobre mitos e verdades sobre a produção de proteína animal, é preciso iniciar um diálogo a partir dos profissionais de comunicação. “Estabelecer interlocutores válidos na cidade e no campo para que a população urbana tenha uma percepção clara de que há uma revolução tecnológica no campo, o que permite uma produção eficiente de carnes e laticínios, com respeito aos animais, ao meio ambiente e à saúde dos consumidores”, destacou.

O debate contou com os jornalistas: Bruno Blecher – Revista Globo Rural/CBN, Heródoto Barbeiro – Record News, Humberto Pereira – Programa Globo Rural, Vera Ondei – Revista Dinheiro Rural, José Luiz Tejon – ESPM, Sebastião Faria Jr – MSD Saúde Animal e como mediadora Kellen Severo – Canal Rural.

Glossário de Pecuária para Jornalistas

A Universidade MSD Saúde Animal lançou no evento o Glossário de Pecuária para Jornalistas que tem o objetivo de aproximar a imprensa do tema, trazendo o significado dos termos mais comuns usados nas cadeias produtivas do leite e da carne. Apresenta também o panorama atual da pecuária brasileira e importantes programas voltados ao aumento da produtividade nas fazendas. “A companhia oferece um leque de serviços através da Universidade MSD, que tem como meta difundir conhecimento técnico, com foco em produtividade animal na pecuária de leite e de corte, técnicas de gestão, marketing e vendas”, destaca Faria.
* Divulgação

A Fome como produto do comunismo, da ecologia, da reforma agrária

21/09/2013

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Distribuição de renda: para um esquerdista é tirar de quem possui algo que conseguiu com muito trabalho e dar para quem não trabalha.

Para os esquerdistas os conservadores possuem uma visão simplista das coisas, porém ao contrario do que eles alegam, os conservadores não possuem uma visão simplista das coisas, mas sim racional, pois eles observam fenômenos como a fome, o preconceito e a violência pelo prisma da razão e não pelo prisma do sentimentalismo como fazem os esquerdistas.

Excelente análise da Análise Econômica

19/08/2013

http://www.nationspresse.info/le-p-i-b-pour-les-nuls-ne-dites-pas-a-ma-mere-que-je-suis-economiste-elle-me-croit-serieux/

Você cuida bem do seu dinheiro? – Eles não:

10/08/2013

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Incompetência, falência, desperdício, custo brasil

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Alan Greenspan, em suas memórias, coloca a indexação dos salários à inflação como causa primeira da aceleração da inflação no Brasil – Leia este livro: A Era da Turbulência

11/04/2013

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Íntegra da Emenda Constitucional número nº 72 das Domésticas – PEC 66-2012

02/04/2013

Redação, para o segundo turno, da Proposta de Emenda à Constituição nº 66, de 2012 (nº 478, de 2010, na Câmara dos Deputados).

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Emendas/Emc/emc72.htm

 

O QUE TODOS ESPERAVAM DA DEMAGOGIA :

 

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EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 72,  de 02 de abril de 2013

Altera a redação do parágrafo único do art. 7º da Constituição Federal para estabelecer a igualdade de direitos trabalhistas entre os trabalhadores domésticos e os demais trabalhadores urbanos e rurais.


As Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, nos termos do § 3º do art. 60 da Constituição Federal, promulgam a seguinte Emenda ao texto constitucional:

Artigo único. O parágrafo único do art. 7º da Constituição Federal passa a vigorar com a
seguinte redação:


“Art. 7º …………………………………………………
…………………………………………………………….
Parágrafo único. São assegurados à categoria dos trabalhadores
domésticos os direitos previstos nos incisos IV, VI, VII, VIII, X, XIII,
XV, XVI, XVII, XVIII, XIX, XXI, XXII, XXIV, XXVI, XXX, XXXI
e XXXIII e, atendidas as condições estabelecidas em lei e observada a
simplificação do cumprimento das obrigações tributárias, principais e
acessórias, decorrentes da relação de trabalho e suas peculiaridades, os
previstos nos incisos I, II, III, IX, XII, XXV e XXVIII, bem como a
sua integração à previdência social.”

http://www.senado.gov.br/atividade/materia/getPDF.asp?t=124297&tp=1

Quando a economia vai mal, estude a causa: sempre foi erro do governo.

02/04/2013

If you put the federal government in charge of the Sahara Desert, in 5 years there’d be a shortage of sand.”

Milton Friedman.

 

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O Sucesso do Rodoanel do PSDB – Governar é Abrir Estradas

02/03/2013

Rodoanel Sul supera outras rodovias.

Maior obra viária do País também possibilitou a redução de poluição do ar e ainda aumentou a fluidez em algumas vias da capital

Trecho Sul do Rodoanel Mário Covas já é maior que nas Rodovias Anchieta e Anhanguera. Desde a abertura ao tráfego, em 1º de abril passado, circularam pelos 61,4 quilômetros do intervalo quase 3 milhões de veículos, sendo, em média, 65% leves e 35% pesados.

Se for considerado apenas dia útil, o movimento de pesado chega a 40%, número de caminhão que ultrapassa o de importantes rodovias, como o trecho entre São Paulo e Cordeirópolis (163 quilômetros) da Anhanguera, onde 31% do tráfego são de caminhões e ônibus, e toda a extensão da Anchieta, em que 25,7% do tráfego são desses veículos.

Está à frente também da Rodovia Raposo Tavares, de Araçoiaba da Serra a Itapetininga (51 quilômetros), onde 34,3% do tráfego são de veículos pesados, ou da Castello Branco, no recho de Itu a Tatuí (65 quilômetros), com 30,7%.

A utilização do Rodoanel por caminhão confirma que um dos principais objetivos da obra é proporcionar fluidez e segurança no escoamento da produção entre interior e litoral. A grande procura do motorista pela nova via garante o sucesso comprovado com o impacto positivo no trânsito urbano de grandes corredores da capital paulista, outra finalidade do Rodoanel.De acordo com levantamento da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), em abril houve aumento da fluidez do trânsito de 42% na Avenida dos Bandeirantes em relação a março, e de 34% na Marginal do Rio Pinheiros.

 O anel viário permite ordenar o tráfego de carga proveniente do Sul do País com destino a Mato Grosso do Sul e a do Centro-

-Oeste para o Porto de Santos, facilitando o fluxo de deslocamento das zonas norte e sul da capital. Com a conclusão dos trechos

Leste, próximo da fase de licitação para construção, e Norte, em elaboração de projeto para licenciamento ambiental, serão 177 quilômetros interligando as vias Dutra e Fernão Dias às demais com padrão internacional integrando o transporte de todo o País.

Imprensa da Secretaria de Estado dos Transportes

Esse é o destino do mundo industrializado? Pagar seguro desemprego para 26 por cento dos trabalhadores? O que saiu errado? População estagnada? Euro? A Inglaterra está certa em sair da União Européia?

24/01/2013

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I GO TO KOREA Fugindo dos baixos salários da Terrinha

04/01/2013

Há uns dois anos, algum burocrata encartado olhou para a economia portuguesa e decidiu que a melhor forma de a fazer prosperar seria reduzindo os seus salários.

Já que não há moeda para desvalorizar, cortem-se os ordenados.

Claro que descer os vencimentos na folha salarial não é fácil, nem legal nem psicologicamente. Vai daí, optou-se por subir o IRS e eliminar os subsídios de férias.

A coisa fez-se, os visados protestaram um bocadinho, mas não o suficiente para reverter a decisão e os salários reais dos portugueses desceram um pedação no último ano (e continuarão a emagrecer em 2013).

A ideia é que, com salários mais baixos, os custos de produção serão menores e que isso tornará a economia portuguesa mais competitiva face às suas concorrentes europeias.

Mas num espaço europeu em que há liberdade de circulação de pessoas e em que um voo de avião de Lisboa para Amesterdão custa 79 euros, o resultado deste “choque” é a imigração dos portugueses mais dinâmicos e ambiciosos para melhores paragens.

Há uma geração de gente qualificada, que não ficará sentada no sofá à espera de empobrecer.

Por aqui, só ficarão os mais acomodados e os que têm filhos pequenos ou gente dependente.

Portugal terá salários mais baixos, mas também uma mão-de-obra menos qualificada.

Ficaremos mais pobres, não só nos salários, mas também na qualidade dos recursos humanos.

Com resultados finais (demografia incluída) ainda por apurar e que tenderão para a catástrofe.

E sendo assim, o último a sair, que apague a luz.

Roberto de Oliveira Campos – O homem que faz falta ao Brasil:

26/11/2012

Leia artigos de Roberto Campos aqui:

http://pensadoresbrasileiros.home.comcast.net/~pensadoresbrasileiros/RobertoCampos/

Roberto de Oliveira Campos trabalhou no segundo governo de Getúlio Vargas quando foi um dos criadores do atual Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), do qual foi posteriormente presidente, de agosto de 1958 a julho de 1959 e participou da Comissão Mista Brasil-Estados Unidos, que estudou os problemas econômicos brasileiros.

Rompeu com Getúlio Vargas e foi designado para trabalhar no consulado brasileiro em Los Angeles, onde aproveitou para conhecer profundamente o cinema de Hollywood.

No governo de Juscelino Kubitschek, teve participação importante no Plano de Metas, sendo um dos coordenadores dos grupos de trabalhos desse plano. Roberto Campos havia sugerido que se chamasse “Programa de Metas”, sugestão que Juscelino não acatou.

Roberto Campos sugeriu também que se fizesse um plano econômico mais amplo visando combater o déficit público e equilibrar as contas externas através de uma reforma cambial, o que JK também não acatou.

Exerceu os cargos de Embaixador do Brasil em Washington no governo João Goulart e Londres no governo Geisel. Quando embaixador em Londres, Roberto Campos participou da banca dedoutoramento em York do futuro presidente de Portugal, o professor Aníbal Cavaco Silva.

Apoiou, em 1964, a contra revolução democrática que impediu que o comunismo tomasse conta do Brasil, e tornou-se ministro do Planejamento no governo Castelo Branco. Como ministro, juntamente com o colega Octávio Bulhões do Ministério da Fazenda, modernizou a economia e o estado brasileiro através de diversas reformas e controlou a inflação.

No Governo Castelo Branco, Roberto Campos participou do grupo que criou: o Banco Nacional da Habitação (BNH), o salário-educação, o cruzeiro novo, a indexação de preços na economia brasileira através correção monetária pelas ORTNs, Obrigações reajustáveis do tesouro nacional. Elaborou e executou uma reforma fiscal através do novo Código tributário nacional, em 1966. Liberalizou a lei de remessas de lucros, lei nº 4.390, de 29 de agosto de 1964.

Criou, em conjunto com outros, o Banco Central do Brasil, o FGTS, o Estatuto da Terra. Foi o autor dos artigos econômicos da Constituição de 1967, a qual foi, nas palavras dele, “a constituição menos inflacionista do mundo“, a qual, entre outros dispositivos anti-inflacionários, não permitia que o Congresso Nacional fizesse emendas ao orçamento que aumentassem os gastos públicos da união.

Como ministro foi combatido por governadores, entre eles Ademar de Barros e Carlos Lacerda, que eram contra o corte de gastos públicos que Roberto Campos determinou para combater ainflação.

Roberto Campos teve grande influência na formulação da política externa do Brasil do governo Castelo Branco através da sua teoria dos círculos concêntricos.

Posteriormente, Campos tornou-se crítico dos rumos tomados por duas de suas criações: a correção monetária e o Banco Central do Brasil.

Roberto Campos e Otávio Bulhões, e mais Eugênio Gudin em 1954, foram os únicos economistas liberais a chegarem aos cargos de ministros da área econômica desde Joaquim Murtinho que foi ministro da fazenda de Campos Sales.

Foi senador, por Mato Grosso, pelo PDS, por oito anos (19831991), e deputado federal pelo Rio de Janeiro por duas legislaturas (19911999). Fez um discurso antológico na sua estreia no Senado Federal, que foi respondido pelo senador Severo Gomes, surgindo, então, uma rivalidade que marcaria época no Senado Federal.

Votou em Paulo Maluf na eleição indireta para presidente da república em 15 de janeiro de 1985, argumentando ser adepto da fidelidade partidária ao candidato do PDS e alegando que o referido candidato adotaria uma política econômica alinhada aos princípios liberais e privatizantes que defendia, linha programática que, em sua visão, não corresponderia à administração do candidato da oposição, Tancredo de Almeida Neves (PMDB), o vencedor do pleito.

No auge do Plano Cruzado durante o Governo José Sarney, Roberto Campos foi uma das poucas vozes a criticá-lo.

Sentia-se como sendo o único parlamentar na Assembleia Nacional Constituinte de 1988 a defender a economia de mercado. Não teve nenhuma de suas ideias aprovadas quando deputado e senador.

Apresentou 15 projetos de leis no Senado Federal, todos rejeitados, entre os quais, estão projetos visando o combate ao desemprego,  propondo:

  • Livre negociação salarial no setor privado e estabelece medidas de flexibilização do mercado de trabalho.
  • Extinguir, como empresas estatais, as que forem deficitárias, privatizando-as ou liquidando-as.
  • Estabelecer a livre negociação salarial.
  • Criar contratos de trabalho simplificados para facilitar novos empregos.

Terminou o mandato de senador constituinte reclamando da solidão do liberal no Brasil.

Ao lado de José Guilherme Merquior foi um dos ideólogos do Governo Collor, chegando a ser fortemente cogitado para ocupar o cargo de Ministro das Relações Exteriores no início de 1992, acerto que não se concretizou devido a desacertos políticos entre o PDS e o governo federal. Porém votou pela sua cassação, quando deixou o hospital onde estava internado com septicemia e compareceu de cadeira de rodas no Congresso Nacional, seu voto foi muito aplaudido.

Candidatou-se, à reeleição ao Senado Federal, pelo Rio de Janeiro, em 1998, perdendo por uma diferença de 5%, para Saturnino Braga.

Durante o início de sua carreira, Roberto Campos defendeu a intervenção estatal na economia desde que ligada ao desenvolvimento conjunto do setor privado capitalista e sem preconceito contra o capital estrangeiro, o que lhe rendeu a reputação de entreguista e a apelido (codinome) “Bobby Fields” dado por adversários de tendência anti-americana.

Fez este tipo de intervenção na economia, quando ministro do planejamento e no Plano de Metas de Juscelino Kubitschek, onde não se criaram muitas empresas estatais.

Roberto Campos cunhou as expressões monetarismo e estruturalismo na década de 1950 para identificar as duas principais visões que os economistas tinham sobre inflação.

 

Foi crítico daCepal e dos economistas da Unicamp. Era crítico também da Reforma Agrária.

Após o governo Castelo Branco, com o progresso do gigantismo estatal e da burocratização no Brasil durante os governos subsequentes da ditadura militar, muito especialmente nos governos de Emílio Garrastazu Médici e Ernesto Geisel, intensificou sua posição aberta de doutrinário liberal defendendo a tese de que um país só pode ter liberdade política com liberdade econômica. Criticou fortemente as estatizações de empresas e a criação de novas empresas estatais pelos seus sucessores no ministério do planejamento.

Convenceu-se de que o estatismo é trágico e empobrecedor quando foi embaixador em Londres, nas décadas de 1970 e 1980, quando acompanhou de perto o programa de privatização da economia inglesa feito pela primeira ministra da Grã-Bretanha Margaret Thatcher.

 

Nesse período participou da banca de doutoramento em economia na Universidade de York do atual presidente de Portugal Dr. Aníbal Cavaco Silva.

O triunfo do neoliberalismo, termo que ele dizia ser inexato, na década de 1990, deu-lhe a oportunidade de dizer, no seu livro de memórias:

Cquote1.svg Estive certo quando tive todos contra mim“.

Ao morrer, com 84 anos, deixou a fama, entre seus admiradores, de sempre ter razão de remar contra a maré e ser um liberal solitário no Brasil.

Combateu, sem o menor apoio e êxito, o monopólio da Petrobrás, que Roberto Campos chamava de Pretrossauro, repetindo a frase do Presidente Castelo Branco que dizia: “Se é eficiente não precisa do monopólio, se precisa, não o merece”. Sobre Petróleo, Roberto Campos dizia que “Petróleo é apenas um hidrocarboneto e não ideologia“.

Mostrou seus dons de profeta quando previu, em 1982, que a Lei de informática aprovada naquele ano pelo Congresso Nacional e que era de iniciativa do governo João Figueiredo, iria condenar o Brasil ao atraso na área de informática, atraso o qual persiste até hoje com o Brasil importando hardwares de pequenos países asiáticos.

Ex-keynesiano, mais tarde discípulo do economista austríaco Friedrich August von Hayek, e lamentava ter perdido tempo com outros autores. Roberto Campos postulava como Hayek que oEstado deveria ter o tamanho mínimo possível para o cidadão não se tornar servo dele. Schumpeter também foi um economista que Roberto Campos admirou já na juventude. Sua tese não concluída de doutorado (Phd) teria Schumpeter como “tutor”).

Em 1994, diria que sua defesa do dirigismo estatal havia sido um erro de juventude, “como a gonorreia” – um exemplo da ironia corrosiva pela qual se tornou conhecido. Sua inteligência nunca deixou de ser reconhecida até pelos inimigos políticos.

Roberto Campos escreveu, durante anos, artigos sobre economia, para jornais, destacando-se como grande polemista. Deixou vários livros publicados sobre política econômica.

Em 1999 foi eleito para a cadeira 21 da Academia Brasileira de Letras.

Deixou uma autobiografia intitulada “A Lanterna na Popa“, na qual retrata não apenas a história econômica recente brasileira e mundial, como também seus feitos e suas observações sobre personalidades que conheceu ao longo de sua vida.

Cquote1.svg “O mundo não será salvo pelos caridosos, mas, pelos eficientes”. Cquote2.svg

Roberto Campos também era muito crítico da sua profissão de economista:

Uma das suas frases mais famosas era:

Cquote1.svg Há três maneiras de o homem conhecer a ruína: a mais rápida é pelo jogo; a mais agradável é com as mulheres; a mais segura é seguindo os conselhos de um economista.

Em Portugal, juro do Cartão de Crédito é 10 vezes menor do que na Colônia

20/09/2012
 Lisboa, 20 set (Lusa) – O Banco de Portugal (BdP) divulgou hoje as taxas máximas que os bancos podem cobrar aos clientes ao abrigo dos vários tipos de contratos de crédito a celebrar no quatro trimestre.

Os valores, revelam os números da entidade, sobem quase na totalidade face aos praticados no terceiro trimestre.

As taxas máximas aplicáveis aos contratos de crédito ao consumo no quarto trimestre podem ir até aos 21,1 por cento no crédito pessoal e 37,3 por cento nos cartões de crédito, linhas de crédito e contas correntes bancárias, que comparam respetivamente com os 20,9 por cento e os 37,2 por cento em vigor no terceiro trimestre.

Os países com maiores dívida pública em relação ao PiB: Japão, Itália, Grécia, Portugal, Irlanda, EUA

09/11/2011

http://www.lefigaro.fr/conjoncture/2011/11/09/04016-20111109ARTFIG00613-la-carte-du-monde-des-dettes-d-etat.php

WSJ mostra o fracasso da social democracia na Europa

09/11/2011

http://online.wsj.com/article/SB10001424052970204190704577026194205495230.html

Marine Le Pen nos Eua, suas propostas para tirar a Europa da crise.

03/11/2011

http://www.frontnational.com/2011/11/conference-de-presse-de-marine-le-pen-au-national-press-club-de-washington/?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter

França não acredita que EURO tenha salvação

27/10/2011

Pensez-vous que l’accord conclu à Bruxelles suffira à régler la crise de l’euro ?

Publié le 27/10/2011 à 17:13 Réactions (87) | Votants 9521

Oui–21.09%
Non-78.91%

Investopedia: 6 regras de como investir, ganhar dinheiro, e principalmente não perder dinheiro

05/10/2011

www.investopedia.com/articles/financial-theory/11/6-lessons-top-6-investors.asp#axzz1Zwpq1ZZO

1- Seja paciente com seus negócios; ser extremamente impaciente com a perda nos negócios. Lembre-se que é perfeitamente possível fazer grandes somas de dinheiro, se estamos “certo” apenas 30% do tempo, desde que nossas perdas são pequenas e os nossos lucros são grandes.

2- É muito melhor comprar uma empresa maravilhosa a um preço justo do que comprar uma empresa qualquer a um preço maravilhoso.

3-

O verdadeiro dia do trabalho, a primeira segunda-feira de setembro

05/09/2011

http://latimesblogs.latimes.com/nationnow/2011/09/what-does-labor-day-stand-for.html

O que significa o Dia do Trabalho defende?

Para muitas pessoas, o Dia do Trabalho significa um fim de semana de três dias. Piqueniques, churrascos, um adeus para o verão – e um último torneio antes do novo ano escolar começa um curso a sério.

Mas o Dia do Trabalho, que ocorre sempre na primeira segunda-feira, em setembro, foi criado para homenagear as contribuições de homens de trabalho do país e as mulheres e suas conquistas.

Veja como os EUA do Departamento do Trabalho descreve o feriado: “Ela constitui um tributo anual nacional para as contribuições dos trabalhadores fizeram à força, prosperidade e bem-estar de nosso país”.

Talvez não surpreendentemente, o feriado é a criação do movimento operário, que queria um feriado para homenagear os trabalhadores – e destacar a necessidade de reformar as leis trabalhistas.

A Central Sindical realizada a celebração do Dia do Trabalho em 1882 primeiro no New York City. A AFL-CIO, que representa cerca de 12,2 milhões de membros, diz que primeiro feriado foi marcado por uma marcha para exigir uma jornada de oito horas e reformas outra lei de trabalho. Cerca de 20.000 trabalhadores fizeram o seu caminho até Broadway carregando cartazes onde se lia “o trabalho cria riqueza Tudo” e “Oito horas para o trabalho, oito horas de descanso, oito horas para a recreação.”

 

O site AFL-CIO oferece um olhar cronológica em tais eventos via uma linha de tempo.

 

Outros sindicatos seguiu o exemplo e em 1894, o feriado foi aprovado por 23 estados. Então veio greve daquele ano mortal na Pulman, em que forças do governo mataram a tiros vários trabalhadores ferroviários marcante em Illinois. Ela deu à luz o movimento operário moderno e acrescentou nova urgência para a formação de um feriado que homenageia-la.

“Em que a maioria dos historiadores chama uma tentativa para apaziguar ano eleitoral trabalhadores após a repressão federal sobre a greve Pullman, logo após a greve foi quebrado, o presidente Grover Cleveland assinou uma lei tornando a primeira segunda-feira em setembro o Dia do Trabalho e um feriado federal,” de acordo com a AFL-CIO, que também observa que a jogada não funcionou. Cleveland perdeu a eleição”.

Este ano, o feriado vem na esteira de um confronto em um sindicato em Wisconsin, no qual o governador Scott Walker e legisladores republicanos mudaram a data para conter direitos dos trabalhadores públicos “negociação coletiva e tê-los pagar mais para os benefícios”. Suas ramificações políticas foram sentidas muito além das fronteiras do estado, com alguns veem o resultado como um sinal de que os sindicatos públicos pode agora ser desafiados a sua essência.

As características de que o Dia do Trabalhador primeiro – um desfile empolgante e vibrante discursos políticos – continuar: O feriado é frequentemente utilizado como o início oficial da campanha de eleição geral, e hoje não é exceção. Presidente Obama e os republicanos que querem derrubá-lo tem planos para abordar os eleitores, neste Dia do Trabalho.

Leia a integra da conferência de imprensa de Marine Le Pen sobre a crise do Euro, da dívida pública européia e da falta de vergonha e de competência dos governos europeus

15/08/2011

http://www.frontnational.com/?p=7240#more-7240

Mesdames, Messieurs,

Je vous remercie de votre présence pour cette conférence de presse un peu particulière. L’accélération dramatique de la crise économique et financière a en effet justifié que j’interrompe mes congés et que je demande à mes équipes d’en faire autant, afin de permettre aux Français de connaître les très graves problèmes qui se posent et de proposer nos solutions.

L’heure n’est plus aux opérations de communication mises en scène pour faire croire qu’on est mobilisé, comme l’Elysée le fait depuis des mois, mais à l’action. Voilà pourquoi cette conférence sera assez brève, et qu’elle me permettra de faire des propositions extrêmement concrètes. Je demanderai à Nicolas Sarkozy de prendre tout de suite plusieurs mesures précises, et de rompre avec le brassage de vent électoraliste. Je l’inviterai aussi solennellement, dans l’intérêt des Français et au nom de la démocratie, à prendre quelques engagements essentiels.

Une crise inéluctable, anticipée par le Front National

En introduction, je voudrais préciser qu’au Front National nous ne sommes pas surpris par l’accélération de la crise. Vous pouvez reprendre toutes nos interventions publiques depuis 2008 : nos analyses nous ont toujours laisser penser que la crise n’était malheureusement pas terminée, et que les plus grosses difficultés étaient encore devant nous.

Contrairement au gouvernement, contrairement à Nicolas Sarkozy et à Christine Lagarde, nous n’avons jamais joué le mensonge, la manipulation par un optimisme irresponsable et faux. Nous avons estimé que notre devoir était d’être le plus proche possible de la réalité et de dire la vérité à nos compatriotes.

Aujourd’hui, à l’Elysée ou rue Solférino, on ne comprend pas ce qui se passe, on est perdu, on panique. On sent bien que l’heure est grave, mais on ne sait pas pourquoi. On convoque en toute hâte ses experts, pour essayer de saisir le sens de cette bourrasque financière qui est en train d’emporter le continent.

Mais si l’on est à ce point à côté de la plaque, c’est qu’on a, chez Nicolas Sarkozy comme au PS, toujours voulu éviter de voir la réalité en face et s’atteler aux problèmes de fond. C’est qu’on a toujours été dans le déni. Regardez le « projet », le soi-disant projet, du Parti Socialiste : pas un mot sur l’euro, sur la financiarisation de l’économie, sur les problèmes fondamentaux qui sont à la base de la crise actuelle.

Depuis 2 ans, nous étions habitués à la doxa gouvernementale sur la reprise « convalescente » de la croissance économique, mais en réalité il s’agit bien d’une « re-crise » du système d’une ampleur sans précédent dans l’histoire.

A ce titre, je vous rappelle que dès le 24 juin 2008, le Front National avait annoncé les lourdes conséquences actuelles :

1/ Une crise politique et institutionnelle du modèle fédéraliste de l’Union Européenne.
2/ Et une désintégration du système monétaire, financier, bancaire, financier et social

De même en février 2009, Jean-Marie Le Pen avait écrit à Monsieur Sarkozy pour lui demander de prendre des mesures conservatoires pour la France ainsi qu’aux présidents des institutions de la République pour réclamer une commission d’enquête parlementaire sur les origines de la crise. Bien entendu, il n’en fut rien !

Je rappelle que de notre côté, dès la création de l’euro, nous avons pointé le caractère non viable de cette monnaie unique, et lors du déclenchement de la crise de l’euro, nous avons précisé que tels des dominos les pays de la zone euro tomberaient les uns après les autres tant qu’on ne réglerait pas le problème à la racine. Après la Grèce et l’Irlande, j’ai plusieurs fois cité le Portugal, qui est tombé en 2010, et l’Espagne et l’Italie, qui sont aujourd’hui dans l’œil du cyclone.

Avec le dédain que permet l’onction du Système, on m’a souvent ri au nez.

Depuis 2008, à chaque accalmie boursière on nous a dit que la crise était finie, que l’euro était sauvé. Encore le 21 juillet, on nous a dit que le Sommet européen de Bruxelles, pour renflouer la Grèce, avait tout réglé. Il n’a pas fallu une semaine pour que tout s’effondre à nouveau !

En réalité, tout se déroule en parfaite conformité avec les anticipations du Front National et le Système, lui, s’est très lourdement trompé.

Ayant seuls compris le sens profond de la crise qui chamboule en ce moment le Vieux continent, nous sommes aujourd’hui les seuls en mesure d’y apporter de vraies réponses, saines et durables. Pendant ce temps-là, au PS comme à l’Elysée, on joue au concours dérisoire de la plus belle rustine ! C’est à qui construira la plus jolie petite digue de sable, devant cette déferlante qui emporte tout sur son passage !

Il est temps de passer aux choses sérieuses.

 

 

La faillite d’une idéologie

Je n’ai pas de mérite particulier à avoir vu juste. J’ai simplement choisi de ne pas me laisser enfermer dans la pensée unique, j’ai consulté des économistes, pas forcément ceux du système, ceux qu’on voit tout le temps partout, ceux qui n’ont jamais rien vu venir et qui disent toujours la même chose. J’ai demandé à mes experts et conseillers de s’informer à toutes les sources. J’ai accepté de tout entendre, et de refuser d’avoir quelque œillère idéologique que ce soit, à l’inverse de Nicolas Sarkozy et du PS qui n’agissent pas par pragmatisme mais par dogmatisme.

L’UMP et le PS sont depuis le début de cette crise dans l’idéologie la plus totale. Ils ne cherchent pas à prendre les mesures qui seraient bonnes pour la France et l’Europe, mais ils cherchent à maintenir un système en place. Ils cherchent à adapter la réalité à leur idéologie. Résultat, ils vont d’échec en échec, de catastrophe en catastrophe. Ils appauvrissent les Français et le pays.

C’est ce qu’on appelle la faillite d’une idéologie.

Cette idéologie c’est celle de l’ultralibéralisme, du libre échange total, de la soumission de l’homme à l’économie, du court-termisme, de la recherche hystérique du profit maximum, de l’abandon du bon sens et de l’économie réelle au bénéfice exclusif d’une économie virtuelle aux mains d’une hyper-classe et au détriment des peuples.

Dogme central de cette idéologie, l’euro. Nicolas Sarkozy et le gouvernement s’acharnent à le « sauver à tout prix » comme le dit le président de la République lui-même… Depuis 2010, on ne cesse de multiplier les réunions de crise, les sommets officiels, les plans de renflouement pour sauver les victimes chaque trimestre plus nombreuses de la crise finale de la monnaie unique.

C’est parfaitement absurde. C’est faire de la politique en dehors de la réalité. L’euro est mort. Il n’a pas fait ses preuves. Il n’est pas viable. C’est tout.

Et ce n’est pas dramatique. Il faut juste l’accepter, et cesser d’être en permanence tourné vers le passé pour tenter de ranimer ce cadavre qui nous aura tant fait souffrir. Il faut aller de l’avant, regarder vers l’avenir, dans l’intérêt de nos pays, de nos peuples, des générations futures.

D’une manière plus générale, agir pour le bien commun, ce n’est pas servir une idéologie délétère. On ne doit pas prendre à la hâte, sans débat, des décisions qui engagent à ce point l’avenir de notre pays pour suivre une idéologie dictée par quelques banques, quelques grands patrons du CAC 40, quelques fonds de pension ou par madame Parisot !

Reprendre le gouvernail

Toutes mes propositions pour remettre la France d’aplomb et la sortir de cette horrible crise de la dette contrecarrent cette idéologie mortifère. Mes propositions n’ont qu’un seul but : désendetter la France, et préserver l’avenir de nos enfants et de nos petits-enfants, très sérieusement obéré par l’irresponsabilité de ceux qui nous dirigent.

D’abord, il faut que l’Etat et la politique reprennent le gouvernail du bateau France. Depuis le vote en 1973 d’une loi imposant à l’Etat de se financer sur les marchés financiers (je reviendrai sur ce point plus tard), nos politiques, qu’ils soient de gauche ou de droite, ont abdiqué. Depuis 30 ans, au gré des alternances aussi inutiles qu’illusoires, droite et gauche ont renoncé à travailler au service de l’intérêt général. Ils ont passé le gouvernail aux marchés et aux banques.

Je pense que si la crise actuelle n’a qu’un seul mérite, c’est de montrer très clairement cette réalité aux Français : les dirigeants politiques ne font plus la politique de la France, ce sont les marchés et les banques internationales qui font la politique de la France. Nos politiques sont totalement soumis à la finance internationale.

Ils ne peuvent donc pas sortir le pays de la crise. Ils ne peuvent pas remettre la France sur un sentier de croissance, de pouvoir d’achat et d’emploi. Ils sont pris à leur propre piège. Ils ne sont plus crédibles.

Il est urgent de le dire avec force aux français : le système ne peut pas réformer le système.

Ceux qui ont vendu aux marchés financier, à vil prix, notre souveraineté, c’est-à-dire notre liberté de peuple, ne nous la rendront pas.

Il est illusoire et même suicidaire de confier l’avenir des générations futures à ceux qui ont réinstauré une forme d’esclavage pour dettes supprimé il y a plus de 2500 ans par le grec SOLON.

Un ancien premier ministre de la France, Jean-Pierre Raffarin, l’a d’ailleurs dit publiquement en juillet dernier : en 2012, il faudra séduire les Français, mais aussi les fonds de pension a-t-il avoué. Autre exemple, la réforme des retraites, que j’ai jugée inutile et injuste, a presque ouvertement été dictée par les agences de notation.

Et aujourd’hui on constate que Nicolas Sarkozy et le gouvernement courent après des marchés devenus fous de cupidité, qu’ils adaptent leur calendrier aux exigences de spéculateurs qui n’ont aucune limite dans leurs exigences, qu’ils promettent des sommes faramineuses pour rassurer des banques toutes plus avides d’argent public les unes que les autres. Au passage, vous remarquerez à quel point la situation actuelle casse le mythe de ce « président protecteur ».

En rien Nicolas Sarkozy ne protège la France et les Français, bien au contraire ! Il ne fait que les précipiter sous le joug des marchés et il les emmène vers la ruine ! S’il protège quelqu’un, ce sont les marchés !

Cette politique de soumission aux marchés, qui pour moi n’a plus rien à voir avec la vraie politique, est vouée à l’échec et condamne les peuples à l’asphyxie.

Cesser toute participation aux plans de renflouement

Dans l’immédiat, je demande à Nicolas Sarkozy que la France revienne dès aujourd’hui sur le plan de renflouement de la Grèce décidé à Bruxelles le 21 juillet dernier.

Comme l’a avoué François Fillon, ce nouveau plan alourdira de 15 milliards d’euros supplémentaires notre dette publique, qui a déjà explosé sous Nicolas Sarkozy. Ce dernier est  le champion incontesté de la dette. En effet, sur 1 650 milliards de dettes, 500 milliards sont imputables exclusivement à Nicolas Sarkozy, es qualité de Président de la République. Vous me permettrez donc de considérer qu’avec un pareil résultat, Nicolas Sarkozy est aussi légitime pour imposer « la règle d’or » de maîtrise des déficits que Mesrine pour réformer le Code Pénal.

Ces 15 milliards s’ajoutent aux 17 milliards du premier plan grec décidé en 2010, et aux plans irlandais et portugais.

Déjà, on nous dit qu’il faudrait élargir les capacités du FESF, le fonds que les pays de la zone euro abondent pour renflouer les victimes de la monnaie unique. Il faudrait le porter à 2000 voire 3000 milliards d’euros, nous dit-on. La quote-part de la France étant de l’ordre de 20%, cela signifierait un engagement de la France à hauteur de 400 ou 600 milliards d’euros, beaucoup plus que le budget annuel de l’Etat ! C’est tout simplement fou.

A ce titre, la folie qui frappe nos institutions est telle qu’elles se mettent en toute impunité à violer les propres règles qu’elles ont édictées. Ainsi, souvenez-vous que la classe politique a imposé de force au peuple français le Traité de Lisbonne pourtant rejeté par référendum. Or, en rachetant les titres des Etats italien, espagnol, grec, la BCE viole les Traités de Maastricht et Lisbonne.

On peut donc se poser la question : sommes-nous encore dans un Etat de droit ? Sur quels fondements juridiques la BCE agit-elle ? Avec quel mandat ? Quelle légitimité ? Quel cadre légal ? Sommes-nous encore dans un processus démocratique ? Et comment le président de la République peut-il cautionner des violations aussi flagrantes des Traités internationaux qu’il a imposés aux Français contre leur volonté.

On peut même affirmer qu’une plainte contre la BCE devant la Cour de justice européenne aurait toutes les chances de prospérer.

Je le dis donc le plus clairement du monde : la France ne doit plus verser un seul centime aux pays de la zone euro victimes de la monnaie unique. Chaque milliard versé est un milliard brûlé dans l’incendie de la dette. Chaque milliard versé alourdit notre propre dette, ce qui est totalement déraisonnable dans le contexte actuel. Chaque milliard versé nous enfonce dans le surendettement.

D’autant que ces plans de renflouement, tous ces dizaines de milliards versés ne servent strictement à rien : le premier plan grec a lamentablement échoué. La dette a continué d’exploser, les taux d’intérêt aussi, et en contrepartie le peuple grec est saigné à blanc par un effondrement des pensions, des salaires, des traitements des fonctionnaires et une privatisation généralisée des services publics et du patrimoine national grec.

Aujourd’hui, c’est l’Italie qui se voit sommée dans une lettre secrète adressée par la BCE de mettre en place un grand plan de privatisation de ses services publics, patrimoine des Italiens.

Le seul moyen d’aider les peuples de la zone euro est de prendre acte de l’échec de la monnaie unique, et de préparer la sortie concertée de l’euro, d’anticiper la fin de l’euro plutôt que de la subir. Elle est maintenant inéluctable, il faut agir vite. Ne nous laissons pas déborder par les événements !

Avec la crise de la dette aux Etats-Unis, on voit d’ailleurs qu’un argument des tenants de l’Union européenne est tombé : on ne s’en sort pas mieux en étant « le plus gros possible ». 50 Etats fédérés aux Etats-Unis, la première puissance économique du monde, et pourtant l’échec total. Par contraste, des pays comme le Danemark, la Suède ou la Suisse, tous en dehors de l’euro voire de l’Union européenne pour la Suisse, s’en sortent bien mieux que nous, et depuis fort longtemps.

Contre la fédéralisation de la zone euro

La fédéralisation de la zone euro pour tenter de sauver l’euro à tout prix, cette « gouvernance économique européenne vers laquelle nous irions à marche forcée » pour reprendre les mots de l’inénarrable Alain Minc, je la combattrai ardemment et j’éviterai à la France de s’y soumettre.

Je la combattrai parce qu’elle est une utopie extrêmement dangereuse.

Que signifierait en effet ce fédéralisme ?

D’abord l’écrasement définitif de la démocratie, au profit d’une superstructure européenne encore plus puissante, encore plus lointaine, encore moins légitime qu’aujourd’hui.

Le fédéralisme, les Français doivent savoir ce que cela signifie : cela veut dire que des bureaux à Bruxelles décideraient de nos politiques publiques : la défense, la sécurité, l’école, la santé. Ils décident déjà aujourd’hui de bien trop de choses, dans la plus parfaite opacité. On le voit avec le rôle qu’essaie en ce moment de jouer la BCE, qui donne des directives d’une précision effroyable aux pays qu’elle vient renflouer, comme l’Italie, ce qui constitue un parfait déni de démocratie.

Fédéraliser la zone euro, cela signifierait aussi le transfert d’une part conséquente des budgets nationaux au budget européen et donc un partage de la dette de tous les pays membres qui a atteint dans certains Etats des proportions hallucinantes. Les pays les plus vertueux de la zone euro se retrouveraient dans une situation bien moins tenable, et souffriraient d’un véritable nivellement par le bas. Un budget européen, c’est aussi un transfert massif d’argent des pays les plus riches vers les pays de la zone euro les plus pauvres, au Sud et à l’Est.

Nous avons suffisamment de pauvreté, de misère, de chômage chez nous pour refuser de voir des dizaines de milliards d’euros français, gagnés grâce au travail des Français, versés à d’autres pays. Nous avons suffisamment de dette pour refuser de payer celle des autres. Les Allemands l’ont bien compris, eux qui refusent désormais tout effort supplémentaire pour renflouer les caisses des autres pays.

Mais surtout, fédéraliser la zone euro, ce serait aller à l’encontre de la réalité, comme on l’a fait avec la mise en place de la monnaie unique, et chacun sait qu’on n’obtient rien de bon quand on va à l’encontre de la réalité. La réalité en Europe ce sont les Etats, les nations, les peuples, divers et riches de leur diversité. La France n’est pas le Kansas. L’Allemagne n’est pas la Floride.

Je le dis très clairement : il n’existe pas de solidarité naturelle suffisamment forte et historiquement ancrée entre les peuples européens pour qu’ils acceptent de partager leurs dettes, pour qu’ils acceptent de payer les uns pour les autres, pour qu’ils acceptent de ne plus pouvoir décider de l’allocation de leurs propres ressources.

La fédéralisation de la zone euro nous mènerait à d’effroyables conflits entre les nations dont nous voyons poindre aujourd’hui les prémices. Je n’hésite pas à le dire, la fédéralisation de l’Union européenne, ce serait non seulement la ruine généralisée, mais à terme, la guerre.

Voilà donc la seconde chose que je demande solennellement à Nicolas Sarkozy : qu’il prenne l’engagement devant les Français, dès maintenant, de ne pas embarquer notre pays dans la voie de la fédéralisation européenne.

Tout semble nous indiquer aujourd’hui que c’est justement Nicolas Sarkozy, manifestement inconscient, qui nous entraîne dans cette direction. Mais cette folie est partagée, puisque sur ce sujet aussi, c’est le consensus absolu entre l’UMP et le PS.

Ces partis irresponsables, vendus aux marchés, poussent aux pires décisions. Mais, heureusement, très heureusement pour la France et les Français, l’Allemagne, elle, n’a pas oublié ses intérêts nationaux et tient bon en refusant cette funeste perspective. Nous devons compter sur le bon sens de l’Allemagne pour nous extraire de ce chemin très dangereux.

Je mènerai en France le front du refus de la fuite en avant vers la fédéralisation pour sauver l’euro à tout prix. Ce sera un enjeu essentiel pour la présidentielle de 2012.

Certains, comme Jean-Luc Mélenchon, Jean-Pierre Chevènement ou Nicolas Dupont-Aignan émettent sur les thématiques économiques et financières des idées qui peuvent pour certaines aller dans le bon sens, mais ils ne sont pas clairs sur cette question centrale du fédéralisme : je suis la seule qui porte un projet entièrement cohérent, et je suis aussi la seule qui ait la surface politique, le soutien populaire suffisants pour prendre la tête de ce front de résistance et de redressement.

Je crois moi à la démocratie, aux valeurs de notre République, et je n’abandonnerai pas le peuple français à la folie de dirigeants inconséquents.

Rompre avec le modèle économique ultra-libéral

 

La voie de la liberté du redressement et de la prospérité passe par une rupture franche avec le modèle actuel.

Il est ainsi incontournable de :

–  reprendre le contrôle du processus financier et revenir sur la privatisation scandaleuse de l’argent public issue de la loi Pompidou Giscard de 1973.

– Imposer que la création de monnaie revienne aux Etats représentant de l’intérêt général.

– Œuvrer à la réintroduction d’un étalon polymétallique (or, argent, platine…) au niveau du système monétaire international afin de mettre fin définitivement à la spéculation des prédateurs internationaux.

– Refuser de faire payer la crise aux Français en sacrifiant sur ordre de la troïka (UE, FMI, BCE)  notre système de protection sociale et nos services publics.

–  Réarmer notre pays contre la mondialisation par la restauration d’un Etat stratège, fer de lance de la réindustrialisation de la France.

–  S’opposer à la tyrannie d’un libre échange échevelé et d’une concurrence mondiale déloyale qui sacrifie nos entreprises et nos emplois.

–  Rétablir l’échelle mobile des salaires, supprimée par les socialistes afin de permettre aux salaires à proportion de l’augmentation constatée des prix

–  Retrouver la maîtrise de nos frontières en rétablissant un contrôle des flux de capitaux, de marchandises et de personnes

En bref, refermer la parenthèse du modèle mondialiste imposé dans les années 70 au bénéfice d’un modèle de patriotisme économique qui a lui largement fait ses preuves dans le passé en France et encore aujourd’hui dans le passé.

Des mesures pour le désendettement

L’arrêt de la participation de la France aux inutiles et coûteux plans de renflouement des pays victimes de l’euro, la restauration d’un cadre européen réaliste fondé sur la liberté des nations sont une première réponse immédiate à la crise.

Mon plan de désendettement de la France repose aussi sur d’autres mesures concrètes qui peuvent être mises en application très rapidement :

– D’abord, je l’ai dit ; l’Etat doit reprendre le contrôle de la politique économique de la France, après des décennies d’abdication face aux marchés financiers.

En particulier, l’Etat doit retrouver la possibilité d’emprunter directement à taux très bas ou à taux nul auprès d’une Banque de France restaurée dans ses prérogatives, alors que depuis une loi de 1973, confirmée par les Traités européens, les marchés et les banques ont le monopole du financement de l’Etat.

Notre dépendance de plus en plus forte vis-à-vis des marchés vient précisément de là : parce que c’est à eux exclusivement qu’on peut emprunter, parce qu’ils ont un monopole et qu’ils peuvent nous imposer leurs conditions, nous imposer des taux d’intérêt élevés. Parce qu’ils peuvent donc spéculer sur notre dette. Et parce que cette dépendance vis-à-vis des marchés donne évidemment une influence démesurée aux agences de notation, devenues plus puissantes que nos gouvernements fantoches.

L’Etat doit reprendre le contrôle de la politique monétaire, de la politique budgétaire et de son financement. L’Etat fort que je propose doit taper du poing sur la table face aux spéculateurs et les pénaliser en tapant là où ça fait mal : au portefeuille.

A ces conditions, le retour à un taux supportable de dette publique, de l’ordre de 30% du PIB, est possible en 2025, sans saccage social.

Ensuite, l’Etat doit faire le tri entre la bonne et la mauvaise dépense publique et imposer la baisse drastique de la mauvaise dépense publique. La bonne dépense publique, c’est la seule malheureusement que Nicolas Sarkozy attaque, alors qu’il faut au contraire la préserver : l’école, la sécurité (3000 postes de policiers et gendarmes en moins chaque année depuis 2005), les retraites, la santé ou la justice.

En revanche, on laisse prospérer la mauvaise dépense publique, on l’encourage. Je pense au coût de l’immigration régulière et irrégulière (évalué par l’universitaire Jean-Paul Gourévitch à une trentaine de milliards d’euros par an) : je propose qu’on passe dès 2012 de plus de 200 000 titres de séjour accordés comme en 2010 à moins de 20 000 par an.

Je vise aussi le coût des dérives de la décentralisation : à ce sujet, je demande une grande simplification administrative, par la suppression notamment de l’intercommunalité qui coûte 4 milliards par an d’après la Cour des comptes, et un transfert de ses compétences vers les communes et les départements.

Je pense aussi au coût de la fraude sociale, évalué par un récent rapport parlementaire à 20 milliards d’euros par an. Ce ne sont pas les annonces électoralistes de Monsieur Mariani qui y changeront quelque chose.

Il faut s’attaquer au cœur du problème : organisons une grande opération de contrôle des cartes vitale notamment, sur 3 mois, et désactivons les 10 millions de fausses cartes vitale.

Croisons les fichiers fiscaux et sociaux. Lançons une vaste opération de contrôle des trains de vie suspects, dans certaines cités notamment où on touche le RSA tout en garant une grosse berline devant chez soi. Je demande une réévaluation des moyens accordés aux services de contrôle de l’Etat, fiscaux et sociaux, laminés par la révision générale des politiques publiques conduite par le gouvernement Sarkozy : voilà un peu de bonne dépense publique pour mieux faire la chasse à une énorme mauvaise dépense publique.

La mauvaise dépense publique, c’est aussi le coût des guerres meurtrières et inutiles, menées par Nicolas Sarkozy pour plaire à Washington : guerre d’Afghanistan, guerre de Libye. Ces guerres tuent nos soldats, arrachent à la France ses enfants, et nous ont déjà coûté des milliards. Quittons le sol afghan et le ciel libyen dès le 1er septembre.

Je demande enfin qu’on cesse de verser chaque année 20 milliards d’euros au budget de l’Union européenne pour n’en récupérer que 13, aides agricoles comprises. Nous devons équilibrer ce que nous versons et ce que recevons, ce qui nous fera gagner 7 milliards par an. Cela suppose de mieux savoir négocier à Bruxelles, comme ont su le faire les Anglais.

– Enfin, il n’est plus tolérable que ceux qui ont d’énormes moyens ne participent pas à la solidarité nationale et au désendettement comme ils le devraient. La France ne doit plus être un paradis fiscal pour les très grands groupes et les très grandes fortunes. Il n’est pas normal que dans notre pays les grands groupes du CAC 40 ne paient en moyenne que 8% d’impôt sur les sociétés, contre 33% pour les PME. Il n’est pas normal que les très grandes fortunes paient parfois moins en proportion de leurs revenus que les classes moyennes.

Je détaillerai dans quelques mois mon projet fiscal, mais je propose dès aujourd’hui quelques mesures très concrètes : la révision du régime fiscal de groupe français, l’un des plus favorables du monde pour les grandes entreprises. L’instauration d’un impôt sur les sociétés progressif, pour que les PME soient moins accablées et paient moins d’impôt que les grands groupes.

Des mesures sont possibles tout de suite. Comme j’ai eu l’occasion de l’écrire à Christine Lagarde, directrice générale du FMI à qui j’ai adressé le 28 juillet dernier un courrier public en réponse à son rapport annuel sur la France, je suis persuadée que le redressement de la France et son désendettement sont possibles, à condition de sortir des sentiers battus.

Je refuse d’offrir comme seule perspective à mon peuple de la sueur et des larmes. Le désendettement est possible en suivant le plan que je viens de dessiner, il peut commencer dès aujourd’hui. Et il peut se faire sans tout sacrifier aux marchés, sans la terrible cure d’austérité qu’UMP ou PS réservent aux Français, et qu’ils essaient de cacher pour passer le cap de 2012. Il est aujourd’hui quasi inéluctable que, malgré l’épouvantable cure d’austérité qui se concocte à Bercy, les marchés financiers auront à très court terme la peau du triple A de la France.

Cela suppose un principe essentiel : reprenons le gouvernail du bateau France, et rompons avec les partis et les hommes qui se sont donnés pour maîtres la finance internationale et les banques.

Je vous remercie.

George Soros fala sabre o Euro, o déficit americano e a crise econômica: ‘You Need This Dirty Word, Euro Bonds’

14/08/2011

http://www.spiegel.de/international/europe/0,1518,780189,00.html

Marine Le Pen fala `a imprensa quinta-feira para comentar a crise econômica e da União Européia

10/08/2011

URGENT – Conférence de Presse de Marine Le Pen

Posté le 10 août 2011  |   Catégorie : Conférences de Presse  |

Vu la gravité de la situation économique, Marine Le Pen interrompt ses vacances pour tenir une conférence de Presse exceptionnelle sur la crise demain jeudi 11 août à 15h30. Cette conférence (réservée uniquement à la Presse) sera bien sûr mise en ligne sur le site du Front National dans la foulée.

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