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O Legado de Sangue de Nelson Mandela – That’s Nelson Mandela’s legacy

08/12/2013

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Sunday, December 8, 2013

Nelson Mandela’s Legacy: 210 White Farmers Murdered by Blacks (Per Year) Since 1994 in South Africa
A verdadeira face de Nelson Mandela

por Paulo Kogos, segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Leia esta outra aberração de Nelson Mandel: Os velhos líderes mundiais unidos para destruírem o Cristianismo:https://homemculto.com/2013/12/12/mandela-a-reengenharia-anticrista-das-religioes-e-o-the-elders/


mandela-skull.jpgDedico este artigo ao povo sul-africano, especialmente às vítimas do apartheid, do terrorismo comunista, da barbárie de Mandela, do regime do CNA e dos genocídios. Descansem em paz.

 

PRÓLOGO

Para o historiador John Dalberg-Acton, o 1º barão Acton, o guia da História não é Clio, uma das musas gregas inspiradoras das ciências, literatura e arte. Este papel caberia a Radamanto, um dos juízes do mundo dos mortos, carrasco dos injustos e vingador dos inocentes.

Nunca este espírito foi tão necessário quanto hoje, em um mundo onde a mídia de massa distorce os fatos a serviço das mais infames agendas políticas.

Nelson Mandela, assim como muitos falecidos, goza de uma injusta reputação de herói e libertador perante a opinião pública. Seus métodos, motivação e legado, porém, são nefastos.

A finalidade deste artigo é expor a verdadeira face do mais querido assassino e terrorista da História.

INTRODUÇÃO À TRAGÉDIA SUL-AFRICANA

“O racismo é a forma mais baixa e mais cruelmente primitiva de coletivismo. É a noção de atribuir significado moral, social ou político à linhagem genética de um homem – é a noção de que os traços caracterizadores e intelectuais de um homem são produzidos e transmitidos por sua química corporal interna. O que quer dizer, na prática, que um homem deve ser julgado, não por sua índole ou ações, mas pelas índoles e ações de um coletivo de antepassados.” — Ayn Rand

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África do Sul, dias atuais

O inimigo do meu inimigo não é necessariamente meu amigo. Os infames bolcheviques de Lenin lutaram contra a cruel tirania czarista dos Romanov. Seus métodos eram horrendos, vitimando inclusive as crianças inocentes da família real. Ao assumir o poder Lenin e seus sucessores perpetraram horrores inauditos contra seu povo.Analogamente, Nelson Mandela lutou contra o Partido Nacionalista da África do Sul, que impunha o grotesco sistema de políticas racistas conhecido como Apartheid. Seus métodos foram diabólicos. Uma vez no poder, ele e seus sucessores espalharam o terror pelo país. E seu objetivo? O mesmo que o de Lenin.

Mandela foi um terrorista. Seu modus operandi incluía uso de minas e explosivos contra civis inocentes, assassinato de negros não alinhados à sua causa, incêndios contra negócios cujo proprietário era negro, greves e boicotes incitados através de coerção e tortura. Aterrorizava as mesmas pessoas que dizia estar libertando da tirania do Apartheid.

Uma luta armada contra os membros criminosos de um Estado, e que não ceife vidas inocentes, é legítima defesa. Santo Agostinho de Hipona dizia que uma guerra justa é aquela que castiga uma injustiça; mas a doutrina de “guerra justa”, derivada do pensamento de Hugo Grotius, estabelece importantes limites éticos a respeito do jus in bello (justiça na conduta da guerra). O princípio da distinção veda o emprego da violência contra não-combatentes.

Mandela não observou princípio ético algum. Como disse Aida Parker, compaixão e sentimento pela condição humana não tinham papel em suas ações.

Oficialmente membro do Congresso Nacional Africano (CNA), Mandela também fazia parte do Partido Comunista da África do Sul (PCAS), embora tenha mentido sobre o fato. Era inclusive um de seus líderes. O PCAS, cujas diretivas estratégicas vinham do Kremlin, controlava o CNA.

Explorava o triste quadro de segregação e opressão racial não para ajudar os negros, mas para levar adiante uma revolução comunista.

Até o fim da Guerra Fria, o continente africano foi palco de inúmeras “guerras por procuração” comandadas pela URSS. Nos países onde o socialismo marxista triunfou, tais como Angola, Congo, Etiópia, Moçambique, Zimbábue e Zâmbia, o resultado foi morticínio, miséria extrema e tragédias humanitárias.

Para usar um termo do cientista político R.J. Rummel, as guerras de libertação nacional promovidas pela URSS nos países subdesenvolvidos foram um “democídio” em massa. Este tenebroso quadro tem sido concretizado na África do Sul desde que Mandela assumiu o poder e vem piorando sob o governo de seus sucessores do CNA.

Mandela transformou a África do Sul em uma ditadura sem oposição comandada pela cleptocracia da aliança CNA/PCAS, que está levando o país à extrema pobreza, ao caos social e até mesmo ao genocídio.

Ironicamente, a ideologia defendida por Mandela é a grande responsável por aquilo que o mundo acredita que ele combateu. O apartheid é filho do casamento profano entre a mentalidade anti-capitalista e os interesses dos grandes players políticos e corporativos.

Ricas reservas de diamantes e metais preciosos foram descobertas na África do Sul entre as décadas de 1860 e 1880. O atual território do país era dividido em províncias britânicas, estados africâneres (etnia sul-africana descendente de colonos europeus, principalmente holandeses) e territórios nativos.

A disputa pelo controle das jazidas resultou em diversos conflitos, incluindo a Primeira Guerra dos Bôeres (1880 -1881), uma luta pela independência da República do Transvaal, estado bôer (subgrupo africâner que fala holandês) rico em ouro e que havia sido anexado pelo Império Britânico. A vitória dos bôeres não durou muito. A disputa pelo ouro de Witwatersrand levou à eclosão da Segunda Guerra dos Bôeres (1899 — 1902).

A decisiva vitória britânica resultou na hegemonia imperial sobre Transvaal e Orange. Em 1910 a unificação destas e de outras duas colônias britânicas formou a União da África do Sul (1910 — 1961). O território passou do status de colônia para domínio.

Leis de segregação racial tão antigas quanto 1893 foram outorgadas para garantir o domínio de sindicatos britânicos brancos sobre essas imensas reservas.

O apartheid foi institucionalizado em 1910 pelo governo do bôer Louis Botha. Conforme demonstra o economista Herry Valentine, essa política tinha como objetivo criar uma reserva de mercado para os brancos. O apartheid introduziu políticas de discriminação salarial que decretavam a obrigatoriedade de um salário maior para os brancos. Era acompanhada  de restrições ocupacionais aos negros.

O maior crime do Apartheid talvez tenha sido o Ato da Terra de 1913, que reservava 87% da terra do país para posse dos brancos e segregava etnias negras em territórios etnicamente homogêneos e administrativamente autônomos conhecidos como Bantustões. Havia 10 deles. O resultado foi um roubo massivo da terra legítima dos negros, que ficaram também impedidos de adquirir terras.

De acordo com o economista William Hutt em seu livro “The Economics of the Colour Bar”, um apartheid industrial foi imposto em 1922  por sindicatos brancos britânicos liderados por William H. Andrews, um dos chefes do PCAS (sim, o mesmo do Mandela). Seu slogan era “Brancos uni-vos e lutem por um mundo trabalhista“.

Muitos negros abandonaram o país, incluindo profissionais altamente qualificados. Quando o Partido Nacional assumiu o poder, em 1948, as políticas do Apartheid foram arrochadas, levando a uma emigração ainda maior da população negra. Foi somente por volta da década de 1970 que os mecanismos de mercado conseguiram ajustar parcialmente a situação.

O acúmulo de capital que ocorre naturalmente a despeito do estado aumentou a oferta de empregos. Os empreendedores passaram a burlar as regulações trabalhistas do apartheid para contratar mão-de-obra negra. Some-se a isso o fato de que muitos negros entravam no país para fugir da opressão de regimes comunistas em países vizinhos, que era pior que o apartheid.

No final da década de 1980 o governo havia afrouxado a fiscalização das políticas segregacionistas e uma classe média negra com alto nível de instrução havia se formado. Havia negros empreendedores e negros milionários. Entre 1971 e 1980 a renda real da população negra havia crescido 40%. Leis como o controle de fluxo interno e as restrições ocupacionais haviam sido abolidas.

A geração de riqueza e qualidade de vida eram prejudicadas principalmente pelas políticas intervencionistas, pelos ditames estatais no setor bancário e de mineração, e pelo excesso de gastos do governo.

Os fatos corroboram a frase do economista Murray Rothbard:

O capitalismo de livre-mercado é um maravilhoso antídoto para o racismo. Num livre mercado, empregadores que se recusarem a contratar trabalhadores negros produtivos estão ferindo os seus próprios lucros e posição competitiva da própria empresa. É apenas quando o estado se intromete que o governo consegue socializar os custos do racismo e estabelecer um sistema de apartheid

Mandela, ao se tornar estadista, insistiu nos mesmos erros do apartheid. É impressionante o paralelismo entre seu discurso em 1997 e o discurso de 1958 do racista pró-apartheid Hendrick Verwoed, então primeiro-ministro da África do Sul.

Verwoed disse:

Há pessoas (que argumentam) que tudo deve ser submetido às chamadas leis econômicas. Felizmente, sob um governo nacionalista, estes adoradores das leis econômicas nunca acharam seu caminho, mas um ideal mais alto e mais nobre se reforçou: a manutenção da civilização branca.

Mandela em 1997 disse:

A evolução do sistema capitalista no nosso país coloca no mais alto pedestal a promoção dos interesses materiais de uma minoria branca

Embora com cores invertidas, a injusta acusação contra o capitalismo se manteve e o racismo e a pobreza se perpetuam.

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Selo soviético em homenagem a Mandela

PRÊMIO NOBEL DO HORROR“O povo da África do Sul, liderado pelo PCAS, destruirá a sociedade capitalista e construirá no seu lugar o socialismo.” — Nelson Mandela

Mandela entrou para o CNA em 1943 (aos 25 anos), encorajado por Walter Sisulu, habilidoso articulador político e membro do PCAS. Em 1944 ambos se uniram ao ativista Oliver Tambo para formar a Liga da Juventude do CNA. Até então o partido se opunha à luta armada. Tendo atingido certa proeminência no partido, Mandela passou a pressionar o CNA para adotar métodos mais violentos.

Esta pressão encontrou eco após o massacre de Sharpeville, em março de 1960. O governo de Hendrik Verwoerd arrochou as leis de segregação racial, o que levou milhares de negros a protestar nos arredores de um posto policial.

A polícia abriu fogo contra a multidão, matando 69 pessoas, alimentando o radicalismo da oposição, e corroborando o fato de que a maior parte do terrorismo é incitada pela própria barbárie estatal.

Conforme explica o historiador Stephen Ellis, muitos grupos estavam dispostos a pegar em armas contra o regime após Sharpeville, mas era o PCAS que possuía maiores conexões internacionais.

O membro do PCAS Joe Slovo havia sido colega de Mandela na Universidade de Witwatersrand. Coronel da KGB, sua ligação com Moscou se dava através da Zâmbia.

Seguindo diretivas do Kremlin, Mandela e Slovo fundaram, em 1961, o Umkhonto we Sizwe (MK), traduzido como “Lança da Nação”, o braço armado do CNA, cujo objetivo era uma revolução comunista, como preconizava a agenda soviética para o continente.

Foi o ano em que a África do Sul separou-se da Commonwealth para se tornar uma república, como resultado de um referendo no qual apenas brancos votaram. Ao mesmo tempo tensões étnicas se acirravam em torno das questões relativas à representatividade política no novo regime.  A MK planejava se aproveitar daquela situação delicada para lançar uma campanha de terror e tingir o país de vermelho com sangue inocente. Conforme Mandela mesmo disse:

O movimento comunista ainda enfrenta inimigos poderosos que devem ser completamente esmagados e varridos da face da Terra antes que o mundo comunista possa se concretizar.

Slovo escreveu em 1986, no seu artigo “A Campanha de Sabotagem”, que ele havia sido apontado para constituir o alto comando do MK pelo PCAS, enquanto o CNA havia indicado Mandela.

Mas sendo este último também um alto membro do Comitê Central do Partido Comunista e sendo a própria fundação do braço armado uma instrução de Moscou, fica fácil concluir que o PCAS controlava, de fato, o MK; e que Mandela era uma peça-chave da estratégia de terror soviética na África.

Segundo Igor Glagolev, que intermediava o suporte soviético ao MK, o comitê executivo do Partido Comunista da União Soviética havia decidido tomar a África do Sul no fim da década de 1950. O país, contudo, já estava nos planos comunistas desde 1928, quando a Internacional Comunista havia instruído o PCAS para converter o CNA em instrumento revolucionário.

Em 1962 Mandela recebeu treinamento militar na Argélia, um dos países onde os membros do CNA recebiam instrução em táticas de guerrilha, terrorismo e tortura. Outras localidades incluíam Cuba, Egito, Etiópia, Coréia do Norte, Rússia, China, Alemanha Oriental e Tchecoslováquia.

Mandela teve experts como tutores. Com o FLN, partido socialista e terrorista argelino, aprendeu a decepar o nariz de seus desafetos. O manejo de explosivos lhe foi ministrado pelo IRA, cuja ligação com o CNA se dava através de Gerry Adams, político socialista irlandês.

As técnicas de espionagem e interrogatório lhe foram ensinadas pela STASI, a polícia política da Alemanha Oriental. De acordo com as instruções, os interrogatórios deveriam ser brutais, contra qualquer um que fosse minimamente suspeito de trair os dogmas do partido.

Mandela foi um bom aluno e aprendeu bem as lições. A maior parte das técnicas brutais foi aplicada contra negros suspeitos de traição. O CNA mantinha um centro de detenção conhecido como QUATRO na Angola, onde milhares de negros, muitos deles adolescentes, foram torturados e mortos.

Ainda em 1962, Mandela foi capturado em uma fazenda nos arredores de Johanesburgo, de posse de granadas-de-mão, minas terrestres antipessoais e detonadores. Muitos dos explosivos estavam disfarçados de objetos corriqueiros como caixas de fruta e potes de alimentos.

Os planos terroristas de Mandela, expostos mais tarde, incluíam a colocação destes artefatos em locais movimentados de forma a maximizar os danos.

Em julho do ano seguinte a polícia efetuou novas buscas e detenções, e teve início o famoso Julgamento de Rivonia, onde dez líderes do CNA foram julgados por 221 atos de sabotagem. Embora a ONU diga que Mandela era um prisioneiro político, a Anistia Internacional afirmou claramente que ele foi condenado por seus atos de violência, tais como terrorismo, e até por contrabando de minas terrestres.

Durante as investigações, foi apreendido um documento conhecido como Operação Mayibuye, cujo comando supremo seria composto por Mandela, Slovo e Joe Modise.

O documento continha um plano detalhado de guerra revolucionária que teria sido traçado, provavelmente, com consultoria soviética ou maoísta.

Consistia em dividir o país em 4 regiões que seriam invadidas por pequenos grupos guerrilheiros de 10 homens cada, cuja missão era causar levantes nas comunidades e tribos através de dissimulação e intimidação, conseguindo adeptos.

Enquanto estes commandos “trabalhariam” os vilarejos, uma força convencional de 7000 homens invadiria o país com o apoio dos sindicatos. Em outro documento que veio à tona em Rivonia, Mandela declarou que “traidores e informantes devem ser brutalmente eliminados.”

Ao ser condenado, Mandela proferiu o discurso “Estou Preparado para Morrer“, no qual negava a influência socialista sobre suas ações e dizia lutar pelos direitos dos negros.

O discurso foi escrito a várias mãos e editado por um jornalista profissional. Tratava-se de propaganda enganosa conduzida por diversos canais de esquerda para angariar simpatia.

Apesar de tais afirmações soarem como teoria conspiratória de extremistas da direita, elas foram confirmadas por diversos membros não marxistas do CNA, que acusaram Mandela de ter sequestrado a causa antiapartheid, submetendo-a a agenda de Moscou. Cabe ressaltar que todos os integrantes do PCAS também faziam parte do CNA.

De acordo com Rowley Arenstein, proeminente membro do PCAS, Mandela era o principal instrumento dos comunistas para “sequestrar” o CNA e marginalizar seu antigo líder, Albert Luthuli, um ativista legitimamente antiapartheid, e que se opunha à luta armada e aos planos marxistas.

Sabotar e marginalizar os membros moderados e pacíficos do CNA era um de seus papéis. Mandela enganava seus colegas de CNA conforme novas diretivas do PCAS eram emitidas. Explorava os anseios legítimos dos verdadeiros ativistas antiapartheid, de derrotar o racismo institucionalizado, para implantar um regime totalitário de extrema-esquerda. No documento “Como Ser um Bom Comunista”, Mandela escreveu que o estudo do marxismo é necessário para controlar melhor as massas. E ele controlou.

Em 1965, o MK se aliou ao ZIPRA, o braço armado de um partido marxista-leninista do Zimbábue (Rodésia na época), e que tem no seu currículo o emprego de mísseis antiaéreos contra aviões comerciais.

Após uma desastrada invasão conjunta ao país, na qual as forças revolucionárias foram derrotadas pelo Exército da Rodésia, a MK entrou em uma crise militar. Durante a década de 1970 o movimento foi duramente combatido pelo governo sul-africano.

Em junho de 1976, um protesto de estudantes negros acabou em uma infame tragédia conhecida como Levante de Soweto. A polícia sul-africana abriu fogo contra adolescentes que jogavam pedras. Houve uma escalada de violência que resultou em centenas de mortes, incluindo crianças. Mais uma vez o MK aproveitou o momento para reconstruir seu exército e conquistar apoio.

Enquanto Mandela estava preso na Ilha de Robben, sua mulher Winnie Mandela estava em pleno processo de glorificação como parte de uma campanha de culto à personalidade, a nova estratégia da MK.

A mídia local e internacional, distorcendo os fatos a serviço das esquerdas mundiais, a elevavam à condição de “mama wetu” (mãe da nação), “rainha guerreira” e “Evita negra” (sendo a própria Evita Perón uma falsa heroína). Não demorou a que as atenções do PCAS se voltassem para a recuperação da imagem do marido dela e a pressão internacional se fizesse sentir.

Em 1982, Mandela foi transferido para a prisão de Pollsmor, na Cidade do Cabo. Não só passou a ter diversas regalias como também obteve acesso a várias amenidades de comunicação com o exterior. Chris Hani, um líder da MK famoso por sua brutal repressão contra membros não marxistas do CNA, alegou que possuía total acesso à Mandela e que bastava um telefonema para marcar uma reunião com ele.

Nesta época, a MK passou a adotar a estratégia de propaganda pelo ato, ou seja, ações de grande visibilidade embora de pouco valor tático.  Mandela passou a comandar este tipo de atividade de dentro da prisão (tal qual os criminosos organizados brasileiros), e esta foi justamente a fase mais sangrenta e desumana do MK.

Entre 1980 e 1994, dezenas de milhares de civis inocentes foram mortos em ataques do CNA, sendo que boa parte destes crimes foi ordenada ou autorizada por Nelson Mandela. Em cerca de 80% das vezes o alvo dos ataques era a população civil.

Um dos mais conhecidos e infames atos terroristas deste período foi o Atentando de Church Street, em 1983. Mandela o ordenou em conjunto com Tambo.

Embora o alvo fosse uma instalação da Força Aérea Sul-Africana, os explosivos foram programados para detonar na hora do rush, com o objetivo de causar o máximo de baixas entre os civis. Foram 19 mortos e 217 feridos, incluindo mulheres e crianças de várias etnias. Havia pedaços de corpos humanos espalhados por uma enorme área.

No seu livro “Um Longo Caminho para a Liberdade”, Mandela confessa que autorizou pessoalmente diversos atentados. O ataque ao Shopping Amanzimtoti, por exemplo, matou 2 mulheres e 3 crianças.

Além de atentados à bomba, houve também uma campanha de minagem, pilhagem e vandalismo.

Somente entre 1985 e 1987, as minas terrestres colocadas nas estradas rurais pelo CNA custaram 125 vidas inocentes. Entre 1984 e 1989 cerca de 7200 casas de negros não-membros do CNA foram destruídas, além de 1770 escolas, 10318 ônibus, cerca de 50 templos e milhares de carros e estabelecimentos comerciais.

Destaque-se que o CNA foi classificado como grupo terrorista pelo Departamento de Estado dos EUA e por muitas outras agências de inteligência.

Testemunhas das atrocidades que tentaram alertar o mundo foram assassinadas.

Bartholomew Hlapane, dissidente do PCAS, depôs diante do Comitê do Senado Americano para Segurança e Terrorismo, em 1982. Hlapane revelou a verdade sobre a Carta da Liberdade, documento oficial contendo os princípios básicos do CNA, escrito com a participação de Mandela, e que se tornou símbolo da causa antiapartheid.

O documento havia sido esboçado por Joe Slovo a pedido do Comitê Central do Partido Comunista da URSS. O dissidente revelou também as ligações entre o CNA e o PCAS. Pouco tempo após seu testemunho, foi executado a tiros de fuzil AK-47 por um membro do CNA.

Por mais monstruosos que sejam os relatos lidos até aqui, nada disso se compara à natureza diabólica do que relatarei agora.

Necklacing (colar bárbaro). Este termo foi cunhado por Winnie Mandela. Trata-se de um método de execução que consiste em colocar pneus de borracha embebidos em gasolina em torno do corpo da vítima, que por sua vez era forçada a beber o combustível. Ateia-se fogo aos pneus. A borracha derretida carcome a pele enquanto as chamas consomem a pessoa. A morte só chega após cerca de 20 minutos de sofrimento agonizante.

Estima-se que 3.000 pessoas tenham sido mortas assim pelo CNA. O método era aprovado e incentivado por Winnie, que disse em um discurso: Com nossas caixas de fósforos e nossos necklaces, libertaremos esse país.

As vítimas eram praticamente todas negras, acusadas de traição e colaboração com o regime. Incluíam funcionários públicos negros, adolescentes sem engajamento político e trabalhadores que não participavam de greves. Mineiros estrangeiros e lojistas também foram vitimados.

Os “julgamentos” aconteciam na rua, aos gritos da turba. Winnie usou o necklace como arma de guerra psicológica.

Hordas do CNA em conjunto com a UDF (Frente Democrática Unida, um dos grupos guerrilheiros antiapartheid) promoveram uma verdadeira guerra civil negra, invadindo comunidades pacíficas e queimando casas. Cerca de 200 mil negros ficaram desabrigados. Algumas comunidades negras chegaram a montar milícias para se defender dos guerrilheiros de Mandela.

Em 1989 formou-se uma aliança entre o COSATU (Congresso Sul-Africano de Sindicatos), PCAS e UDF. Este bloco pouco coeso na época ficou conhecido como Movimento Democrático de Massa, e viria a formar a base do novo apartheid corporativista que vigora hoje no país.

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Winnie, Nelson Mandela e Joe Slovo

UM CURTO CAMINHO PARA A TIRANIA“Sob regime comunista a África do Sul será uma terra de leite e mel” — Nelson Mandela

Em 1985, P.W. Botha, então presidente da África do Sul, ofereceu a liberdade a Nelson Mandela desde que ele renunciasse à violência. A proposta não foi aceita, e ele só saiu da prisão mediante ordem incondicional de soltura emitida pelo presidente De Klerk em 1990.

A pressão internacional pela sua libertação contou com grande participação do Conselho Mundial da Paz, uma organização fundada no âmago do politburo soviético e dirigida pela KGB. Até 1991, quando a URSS foi dissolvida, militantes do CNA ainda recebiam treinamento militar em quartéis russos. O socialismo ocidental também teve grande influência na campanha “Free Mandela”.

Cinco anos antes da soltura, o vice-diretor do Comitê de Direitos Humanos do Parlamento Europeu Nicholas Bethell disse que defendia a luta armada, afinal ele também era socialista. Lideranças da esquerda britânica, americana e escandinava ajudaram a trabalhar a imagem de Mandela e financiaram o terrorismo da MK.

De Klerk, cuja agenda estava subordinada a interesses globalistas, tratou de esconder do país os planos e atividades do CNA. Os serviços de inteligência sul-africanos foram instruídos a não investigar o partido para não comprometer a imagem moderada que a mídia passava ao mundo.

Jornalistas que dissessem a verdade, tais como Aida Parker, eram censurados. A Aida Parker’s Newsletter divulgou detalhes dos horrores dos campos de detenção do CNA e de como a mídia colaborou para a falsificação da imagem de Mandela.

Se Mandela era um perigo para as pessoas dentro da prisão, ao sair ele se tornou o flagelo do país. Tão logo se viu livre, o futuro ganhador do Nobel da Paz clamou por uma intensificação da luta armada.

Uma onda de terror varreu a África do Sul logo após sua liberação. Nos primeiros 20 dias 84 pessoas foram assassinadas pelo CNA, 19 delas através do necklace. Houve inclusive execução de mulheres acusadas de bruxaria.

As sombrias previsões do jornal de inteligência britânico Special Office Brief foram confirmadas: A África do Sul está à beira de um banho de sangue de negros contra negros. O terrorista Mandela não é um líder majoritário e não será aceito pelos zulus.”

De fato, os zulus eram majoritariamente anticomunistas e ferrenhos opositores do CNA. Iniciou-se uma guerra entre este e o Partido da Liberdade Inkatha, organização conservadora nacionalista zulu, com o CNA iniciando as agressões e culpando o Inkatha.

A violência incitada por Mandela atingiu pesadamente a população branca. O canto de “Matem o bôer! Matem o Fazendeiro” ecoava nas fileiras do CNA.

Em 1992 ouve 369 ataques contra fazendas. No auge dos massacres, em 1993, 55 pessoas eram assassinadas por dia, a maioria africâneres vítimas da campanha de vingança racial de Mandela.

Neste vídeo ele canta uma música sobre matar brancos:

A brutalidade do processo político que levou o CNA ao poder faria inveja a Oliver Cromwell.

O partido organizou uma unidade de 3150 homens chamada National Peacekeeping Force (NPKF), traduzido como Força Nacional de Paz. Sua função era assegurar o poder do CNA e de Mandela.

A oposição foi esmagada através de golpes políticos contra os bantustões. Estes territórios já gozavam de certa autonomia e muitos de seus líderes recusavam a incorporação à África do Sul.

Mas para uma democracia, o número de pessoas espoliadas importa e separatismo é um mau negócio. Em um documento chamado “Prepare a Foice para o Martelo Vindouro”, preparado pelo PCAS, lê-se:

Esforços devem ser feitos para persuadir os servidores públicos de que sua estabilidade trabalhista e suas pensões só podem ser garantidas por um governo popular e não por líderes tribais.

De fato, apenas governos voltados para as massas podem garantir tamanho nível de espoliação e parasitismo.

O pior conflito aconteceu no Bantustão de Bophuthatswana, o mais rico deles. Seu líder, Lucas Mangope, queria a autonomia do território e se opunha ao CNA, que por sua vez iniciou uma invasão de 1 semana contra Bophuthatswana.

Houve pilhagens, incêndios, saques e estupros. A NPKF depôs Mangope. O mesmo aconteceu no Bantustão de Ciskei, com a deposição de Oupa Gqoso.  Após Ciskei, Joe Slovo disse: “dois já foram, falta um“, referindo-se ao KwaZulu, território outrora autônomo da etnia zulu.

Março de 1994. Cerca de 20 mil membros do Partido da Liberdade Intakha, que defendia a autonomia do KwaZulu, protestaram pacificamente contra as eleições até Shell House, o quartel general do CNA.

Sob ordens de Mandela, homens armados do CNA abriram fogo contra a multidão matando 53 zulus. O incidente ficou conhecido como Massacre de Shell House. Dissidentes políticos capturados foram torturados, inclusive uma criança.

A imprensa internacional reagiu com doentia condescendência. Um artigo no Los Angeles Times dizia:

Os sul-africanos e a comunidade internacional devem encarar o fato de que muitos chefes do Intakha não irão cooperar. Forçá-los a aceitar a realidade de uma África do Sul democrática será um longo e talvez violento processo.

Qualquer semelhança com os ataques dos revolucionários franceses aos alsacianos com a desculpa de que eles não falavam a “linguagem da república” não é mera coincidência. Mas os livros franceses que glorificam as barbáries da Revolução Francesa afirmam: “O Terror é terrível, mas grandioso”.

No período entre sua soltura e a subida ao poder, Mandela fez um giro pelo mundo, como parte da campanha para promover sua imagem.

Ao longo da turnê manifestou seu apoio aos mais sanguinários ditadores do mundo, como Fidel Castro, Saddam Hussein, Ali Khamenei e Hafez al-Assad.

Muito amigo do genocida líbio Muammar al-Gaddafi, disse que ele possuía compromisso com a paz e com os direitos humanos.

Mandela era simpatizante de Idi Amin Dada, o brutal ditador de Uganda que foi cúmplice do sequestro de um avião comercial por terroristas palestinos. Na ocasião, em 1976, commandos israelenses resgataram os reféns no Aeroporto de Entebbe.

Mandela era antissemita. Em um encontro com o também terrorista Yasser Arafat, classificou o resgate de Entebbe como “ato de barbárie.” Em uma cerimônia em Teerã, Mandela disse:

O povo da África fará da revolução islâmica do Irã um modelo para seus movimentos revolucionários.

Em meio à festa da mídia mundial em torno de Mandela, um homem, em um ato de bravura, expôs a verdade sobre o terrorista no American Opinion Speakers Bureau da Sociedade John Birch.

Trata-se de Tomsanqa Linda, ex-prefeito de Ibhayi, uma cidade com 400 mil habitantes negros. Linda quase foi assassinado pelo CNA em 1985. Sua casa e seus negócios foram incendiados, bem como a casa de seus parentes e amigos.

A despeito das ameaças de morte, Linda contou ao mundo os crimes de Mandela. Mais importante que isso, revelou o fato de que a população negra sempre havia desprezado o CNA e a UDF.

Enquanto Mandela pressionava os governos do mundo para aumentar as sanções e boicotes contra a África do Sul, Linda alertou para o fato de que as sanções afetariam principalmente as famílias negras mais pobres. Estas, ao contrário de Mandela, pediam o fim das sanções. Como disse Don Fotheringham, a maior ameaça à população negra era Mandela e seu partido comunista.

A eleição que colocou Mandela no poder foi fraudulenta. Enquanto a mídia internacional preparava a opinião pública ocidental para uma possível intervenção militar da ONU, a NPKF intimidava o eleitorado de oposição. Homens do CNA pululavam nos locais de votação.

Crianças receberam documentos falsos para votar em Mandela. A chamada Comissão Eleitoral Independente era liderada pelo esquerdista Johann Kriegler, simpatizante do CNA.

E assim o terrorista agraciado com o Nobel da Paz assumiu a presidência da África do Sul em maio de 1994. Estima-se que a guerra civil promovida pelo MK de Mandela tenha tido o sanguinolento saldo de 300 mil mortos.

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Mandela e Fidel Castro

COMO SER UM BOM GENOCIDA“Para a maioria dos negros, as promessas utópicas de Mandela se transformaram em um Pesadelo Orwelliano.” — Aida Parker

Pior que Mandela revolucionário foi Mandela no poder.

Em 1995 foi formada a Comissão da Verdade e Reconciliação (CVR), uma corte constituída após o fim do Apartheid e controlada por membros do CNA e do PCAS. Dedicava-se ao revisionismo histórico e à absolvição de criminosos, bem como à promoção cultural do revanchismo étnico.

No mesmo ano, o tenente-coronel Willem Ratte, veterano das guerras de fronteira na Angola, acusou Mandela de homicídio devido ao Massacre de Shell House. A CVR o absolveu.

No mesmo ano a Rádio Donkerhoek, de Hatte, foi fechada por Mandela que, já no poder, cerceou a liberdade de imprensa buscando esconder a verdade.

Winnie Mandela foi condenada pela CVR pela tortura e necklacing de Stompie Moeketsi, uma menina de 14 anos que havia sido acusada de colaborar com a polícia em 1988.

Sua sentença de 6 anos de prisão foi reduzida pela comissão para uma simples multa e ela continuou sendo membro do CNA.

Mandela foi o mentor de um novo apartheid, piorado, desta vez contra brancos e zulus.

O objetivo é o mesmo do apartheid original: garantir o domínio da aliança entre governo e grandes corporações sobre as reservas minerais através do controle do mercado, da cizânia entre as etnias, da expulsão da população africâner e da segregação do povo zulu.

Os bôeres passaram a ser assassinados em suas fazendas, em seus negócios e em suas casas. Charles Nqakula, membro do PCAS e Ministro da Segurança, disse que se os brancos não gostam dos ataques, que se retirem da África do Sul.

Houve total repressão ao direito de autodeterminação de etnias negras minoritárias.

A primeira parte do plano de Mandela foi a disseminação do caos e a formação de uma base política que o apoiasse.

Assassinos e estupradores foram soltos dos presídios.

O então presidente sul-africano ordenou também que escolas dos brancos fossem queimadas e proibiu a fala do idioma africâner, embora ele próprio fosse fluente no idioma.

Lembremos que Pol Pot falava francês fluentemente mas executava quem falasse o idioma no Cambodja. Seu gabinete era quase inteiramente composto por comunistas, alçados a posições proeminentes de acordo com seu ódio contra brancos.

Um deles era Peter Mokaba, um dos responsáveis por popularizar o lema “Matem o fazendeiro, matem o bôer“.

Com Mandela no poder a taxa de criminalidade disparou, o padrão de vida caiu e houve degradação ambiental.

Sua política econômica foi caracterizada por leis trabalhistas altamente restritivas, impostos escorchantes, ações afirmativas altamente discriminatórias e inflacionismo.

Um grande número de brancos deixou a África do Sul num primeiro momento e hoje um número ainda maior de pessoas de todas as etnias está abandonando o país. A maior parte dos emigrantes são pessoas com alto grau de instrução.

Os sucessores de Mandela perpetuaram suas ingerências e o CNA está até hoje no poder. O país é governado por uma elite política. Os tiranos brancos foram substituídos por tiranos negros. Enquanto o CNA se autoglorifica com monumentos e mansões para seus membros, o povo sofre com doenças, miséria e violência, como de costume em regimes socialistas.

Em 2002 a taxa de desemprego chegou a alarmantes 48%. Os negros são os principais afetados, uma vez que na década de 1980 o CNA proibiu negros de estudar como parte da campanha “revolução antes da educação”.

Os efeitos disso no mercado de trabalho são sentidos com força atualmente. Entre 1994 e 2011 houve uma desvalorização de 70% do rand, a moeda do país, o que agravou os efeitos da pobreza.

O estado de bem-estar social promovido por Mandela conseguiu aquilo que o apartheid nunca alcançou: a destruição dos negros.

Em apenas uma década de regime democrático do CNA o número de pessoas vivendo com menos de 1 dólar por dia passou de 2 milhões para 4 milhões, e o número de favelados aumentou 50%.

Apenas 5000 dos 35 milhões de negros sul-africanos ganhavam mais de 60 mil dólares por ano em 2004. Naquele ano os registros apontaram para 60% dos habitantes vivendo sem saneamento adequado e 40% vivendo sem telefone, enquanto o índice de infecção por HIV chegava a intoleráveis 20%.

Entre 1994 e 2010 quase meio milhão de pessoas morreram de AIDS. A expectativa de vida havia caiu 13 anos em apenas 10 anos de governo do CNA.

Nunca houve tanta violência na África do Sul quanto agora. Desde que o CNA de Mandela assumiu o país, quase 1 milhão mulheres foram estupradas e quase 300 mil sul-africanos foram assassinados.

O Ato de Controle de Armas de Fogo de 2000 fez com que a criminalidade e o número de gangs disparassem e abriu caminho para uma escalada sem precedentes do genocídio branco.

A África do Sul se transformou na capital mundial do crime organizado. Há 600 sindicatos do crime operando no país, incluindo mafiosos russos e sicilianos e traficantes nigerianos. As palavras do historiador Paul Johnson, proferidas em 1995, nunca foram tão verdadeiras:

A África do Sul é um país afetado pelo crime e pela corrupção, com padrões declinantes e uma população acometida pela pobreza e pela existência carnal.

O legado mais nefasto de Mandela é o genocídio perpetrado pela CNA e seus aliados contra a população branca.

Esta abjeta campanha de terror ocorre com a anuência do atual presidente sul-africano, Jacob Zuma, que tem em seu currículo uma acusação de estupro. Zuma forjou uma aliança entre CNA, PCAS e COSATU, formando uma frente comunista responsável pela desapropriação violenta das terras bôeres.

Embora o número de fazendeiros mortos na última década ultrapasse 4000, e o número de africâneres brancos assassinados em crimes de ódio no mesmo período chegue próximo de 70 mil, e apesar do fato de que 50 africâneres são assassinados por dia, o genocídio ainda não atingiu seu auge.

Gregory Stanton, presidente da Genocide Watch, é um dos maiores especialistas em estudos sobre genocídio do mundo.

O autor identificou oito estágios que caracterizam o processo de genocídio, sendo o último deles a negação de que tenha acontecido. O extermínio é o penúltimo. O quinto estágio é a polarização, que no caso da África do Sul é uma polarização racial. Há uma campanha cultural para incutir na população a ideia de que os brancos não são sul-africanos.

De acordo com Stanton o país encontra-se no sexto estágio, chamado preparação. Nesta fase as vítimas são identificadas e separadas segundo critérios étnicos ou religiosos e sua propriedade é expropriada.

O ataque à propriedade privada é, segundo Stanton, uma maneira de consolidar o poder do estado: “propriedade privada te dá o poder econômico de se opor ao governo, sem propriedade privada não há base de poder econômico para tal oposição.” A ideia é minar a capacidade de resistência da população oprimida.

De fato, entre 1994 e 2013 o número de fazendas comerciais caiu de 120 mil para 37 mil. Somente no setor agrícola 400 mil empregos foram perdidos.

Outra estratégia é minar sua capacidade de defesa. O regime do CNA baniu as milícias rurais bôeres que protegiam as fazendas e confiscou suas armas.

A verdadeira razão por trás da matança transparece nas palavras do supremacista negro Julius Malema, ex-presidente da Liga Jovem do CNA e atual comandante do Lutadores da Liberdade Econômica, um partido marxista-leninista, ao requerer a nacionalização das minas: “Eles (brancos) exploraram nossos minerais por muito tempo. Queremos as minas, é a nossa vez.”

O verdadeiro motivo é o roubo, tal qual aquele perpetrado pelo III Reich contra os judeus. O que Malema quer fazer com as minas já está sendo feito com a terra. O CNA as distribuiu para membros do partido através de reforma agrária política e racialmente motivada. 90% dessa terra é improdutiva.

Julius Malema segue conclamando uma guerra contra a população branca, que ele acusa de ser inteiramente criminosa. Promete roubar a terra dos africâner através de uma brutal violência que já está acontecendo.

Mulheres e crianças brancas estão sendo executadas em suas próprias casas. Algumas vítimas são mortas enquanto dormem. Aqueles que tiverem o coração forte podem ver os assustadores e tocantes relatos destas barbáries aqui. Algumas imagens podem ser chocantes demais.

Peter Mokaba, falecido comparsa de Mandela ameaçava os brancos: “When Mandela dies we will kill you like flies.” (Quando Mandela morrer mataremos vocês como moscas). Algumas pessoas nascem e morrem apenas para causar tristeza e sofrimento. A situação tende a piorar.

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Mandela com o banqueiro David Rockefeller

A QUEM INTERESSA A FARSA MANDELA?O primeiro campo de batalha é a reescrita da História” — Karl Marx

A pergunta “a quem interessa?” deveria ser feita mais vezes. Por que terroristas como Mandela recebem o Nobel da Paz, a Medalha Presidencial da Liberdade e o Prêmio da Paz de Lenin? (embora este último, como disse meu amigo David Lage, soe algo como “Prêmio Mengele de Boas Práticas Médicas”).

A quem interessa glorificar Nelson Mandela? Por que as pessoas se comovem com um falso preso político, mas sequer ouvem falar em presos políticos reais como Ignatius Kung Pin-Mei, Óscar Biscet e Saeed Abedini?

Por que tão poucos lembram aqueles que realmente lutaram contra os horrores do Apartheid, movidos por um genuíno senso antirracista e pró-liberdade?

Refiro-me a pessoas como Mangosuthu Bethelezi, líder do Inthaka Freedom Party; e o bispo Isaac Mokoena, líder da Associação da Igreja Reformada Independente, que lutou contra a lei que impedia casamentos entre etnias e contra as sanções econômicas ocidentais.

Ressalte-se que a Igreja Católica e muitas outras denominações cristãs tiverem um importante papel na luta antiapartheid, mas hoje sofrem não só com a ingratidão, mas também com injustiças.

Jacob Zuma acusa o Cristianismo de ser o culpado pelos problemas do país.

Por que não se ouve falar dos outros casos de apartheid no continente africano, como a expulsão de milhares de negros mauritanos de suas terras (e tortura e morte de muitos outros), promovida por Ould Taya?

Por que as escolas ensinam que Mandela foi um herói? Por que o mundo inteiro se comove com a África do Sul, mas não com Serra Leoa, Sudão, Uganda, ou com os curdos?

É ingenuidade pensar que as lideranças políticas e geopolíticas — os mesmos indivíduos que mentem, falsificam, roubam, matam, e declaram guerras injustificáveis — seriam tomados por um espírito de luz que os encheria de terna compaixão pelos povos oprimidos.

O real motivo da cruzada mundial contra o Apartheid e pró-Mandela se resume a uma palavra: minérios.

A África do Sul é rica em ouro e diamantes, além de abrigar um dos 19 pontos de estrangulamento do comércio marítimo internacional. A área de influência de sua Marinha de Guerra abrange outros 7 pontos de estrangulamento no Oceano Índico.

O país possui também uma das maiores reservas de minérios estratégicos do mundo. Utilizados em ligas de alta resistência e alta tecnologia eletrônica, estes recursos são de grande interesse militar.

Até 1989, 40% de todo o ouro minerado na História era proveniente da África do Sul. Ainda hoje, o país é o maior produtor de cromo e possui 95% das reservas mundiais de metais do grupo da platina (platina, paládio, ródio, rutênio, irídio e ósmio).

Durante a guerra fria, a importância de se controlar essas jazidas atingiu novos patamares.

Após a independência em 1961, o status da África do Sul como potência regional e o crescente poderio do Partido Nacional passaram a representar uma grande ameaça aos interesses soviéticos, o suficiente para que estes tomassem providências imperialistas.

Relatórios dos serviços de inteligência sul-africanos revelaram que o objetivo do apoio soviético ao PCAS e ao CNA era de fato o controle das reservas minerais. Em 1973 o então presidente da URSS Leonid Brejnev afirmou:

Nossa meta é ganhar o controle dos dois grandes tesouros dos quais o Ocidente depende — o tesouro energético do Golfo Pérsico e o tesouro mineral da África do Sul.

A estratégia adotada era a desestabilização do regime africâner através do suporte e financiamento de movimentos comunistas revolucionários internos e externos.

Tanto o crescimento do poderio africâner quanto da influência soviética na África do Sul eram intoleráveis para os líderes corporativistas anglo-americanos que controlavam as minas desde os tempos coloniais.

A resposta dos banqueiros ocidentais foi garantir sua posição valendo-se do método soviético, já testado em campo.

Relatórios policiais indicam que em 1984, Gavin Reddy, CEO da Anglo-American Mining Corporation, já estava em plena negociação com líderes do CNA exilados na Zâmbia.

A empresa foi fundada na África do Sul pelo banco J.P. Morgan e por Ernst Oppenheimer, empresário do ramo de ouro e diamantes que também controlava o cartel de mineradoras De Beers.

O lobby dos governos ocidentais, grandes corporações, grandes bancos e instituições midiáticas havia se organizado para assumir o patrocínio da CNA, organização oficialmente amparada pela diplomacia americana na época.

Um artigo de 1983 publicado por Thomas G. Karis, colaborador da ONU, declara que seria vantajoso para os EUA ver pessoas como Mandela no poder.

A partir de 1986 o presidente americano Ronald Reagan impôs sanções ao governo sul-africano, pressão para boicote internacional, retirada da CNA da lista de organizações terroristas e a ordem de soltura de prisioneiros, incluindo Mandela.

O motivo não era as atrocidades racistas do regime, mas a aliança com o CNA, que uma vez no poder, favoreceria a agenda dos cartéis anglo-americanos.

O senador americano Jesse Helms, que se opôs às sanções, notou que esta medida não estava ligada aos problemas de segregação racial, mas sim à transferência de poder para as elites comunistas do movimento antiapartheid. As lideranças negras não comunistas foram completamente esquecidas.

Na mesma época a mídia iniciou um amplo trabalho de marketing pessoal para construir a imagem de Mandela como herói e libertador.

A manipulação da opinião pública no Ocidente legitimou politicamente não apenas as sanções como também os planos de transferência de poder.

Ao assumir o poder, o CNA cumpriu sua parte do acordo. O partido de Mandela não adotou medidas marxistas-leninistas, mas sim medidas corporativistas keynesianas, oferecendo concessões a grandes corporações ocidentais para exploração de minérios e outros ativos estratégicos.

Em 1994 o CNA submeteu seu plano econômico a Harry Oppenheimer, filho de Ernst, e que havia financiado movimentos revolucionários entre as décadas de 1970 e 1980.

Mandela era seu amigo pessoal e disse que “suas contribuições para construir uma parceria entre grandes corporações e o novo governo democrático neste primeiro período de regime democrático merecem todo o apreço”.

Mandela também afirmou, em 1996, que a privatização das “paraestatais” herdadas da era do apartheid é a política fundamental do CNA.

O que ele chama de “privatização” são na realidade concessões a grandes corporações em detrimento da livre competição de mercado.

Diversas agências do governo americano, incluindo o Departamento de Defesa supervisionam programas de cooperação comercial. Bilhões de dólares de ajuda externa arrancados dos americanos pobres são enviados aos sul-africanos ricos e politicamente bem relacionados.

Os negócios entre África do Sul e o eixo Washington-Londres decolam. Mas a vida do cidadão comum sul-africano está cada vez pior devido à ausência do autêntico capitalismo.

Talvez o fato mais triste de todo esse jogo de interesses sejam os diamantes de sangue, cuja mineração utiliza trabalho escravo e cujas receitas fomentem batalhas entre senhores da guerra africanos.

Trata-se de uma indústria monopolística chefiada pela DeBeers Consolidated Mines, esta controlada pelo Rothschild Bank de Londres.

A mineradora persuadiu governos do mundo todo, através de lobby, a negociar toda a produção de diamantes através da DeBeer’s Central Selling Organization (CSO).

O mercado de diamantes não é livre. As determinações regulatórias impostas pelas agências da ONU e pelos estados servem aos interesses do cartel, perseguindo produtores independentes.  Ao mesmo tempo a DeBeers consegue qualquer certificação que necessite, independentemente de seus métodos de exploração, trabalhando em conjunto com governos africanos e membros da comunidade internacional.

A África do Sul produz mais de 1 bilhão de dólares anuais em diamantes.

Em 2006 o cineasta Edward Zwick viajou à África para filmar “Diamantes de Sangue“, um filme a respeito da Guerra Civil de Serra Leoa (1991-2002).

O longa-metragem mostra a tragédia causada pelo monopólio da DeBeers, incluindo o sequestro de civis pela Frente Revolucionária Unida (um grupo guerrilheiro de Serra Leoa) para trabalhar nas minas. Na ocasião Mandela enviou a Zwick uma carta de advertência:

Seria profundamente lamentável se a produção do filme inadvertidamente obscurecesse a verdade, e como resultado, levasse o mundo a acreditar que a resposta apropriada seria parar de comprar diamantes produzidos na África.

A verdade é que Mandela, a serviço da URSS quando guerrilheiro, passou a servir aos banqueiros de Londres quando estadista.

Mentiroso contumaz, fingiu defender os direitos individuais enquanto endossava o genocídio. Fingiu defender a união entre os povos enquanto protegeu apenas a união de cartéis e de esquemas políticos. Fingiu defender a paz enquanto lucrava com a guerra.

Acenou para as nossas crianças com a mão encharcada de sangue inocente. Seu legado de horror ainda assombrará a África do Sul por muitos anos.

Agradecimentos

Tatiana Villas Boas Gabbi, por sua colaboração inestimável ao adequar minhas referências bibliográficas às normas vigentes; Ariel Barja e Fernando Fiori Chiocca pelas excelentes sugestões de sites e artigos

 

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What is Nelson Mandela’s legacy?  Genocide Watch tells us simply this:
Since 1994, more than 70000 (and counting)white South Africans have been murdered of which more than 4000 were commercial farmers. Exact figures are very hard to come by as the South African police fail to report most of the murders that take place.
These numbers are thus conservatively estimated.
As the white population of South Africa was 4 434 697 according to the official state census in 1996, and more than 400 000 white South Africans have left the country, it could be estimated that nearly 2% of white South Africans have been murdered in the 18 years of democracy. Compare that to the 7518 black people that were murdered by the Apartheid government, which comes to a percentage of 0.02% of the black population.
(And no, you can’t compare people killed by the security forces with people killed by civilians, but I’m sure that if you look up white on black civilian murders during Apartheid, it would still be very low indeed.)
There were roughly 128 000 commercial farmers in South Africa in 1980. Today there are 40000 commercial farmers left in South Africa.
Since 1994, more than 4000 farmers have been murdered and many more maimed, tortured, raped and assaulted. It was established that more white farmers die per year is South Africa than soldiers in Vietnam

Payback, right? These white people deserve their fate for having been born white in a world that hates the simple fact they dare to exist. [Two more S.African farmers killed: death toll ow at 3,037, Digital Journal, 2-17-2009]:

Two more South African farm dwellers were murdered – bringing the death rate for white commercial farm dwellers to 3,037 since apartheid rule ended in 1994. Killed at his smallholding were lawyer Doppie de Villiers; and livestock farmer David Greig.

Doppie de Villiers’ son, sheep farmer Johnnie, who lived on the same smallholding in the Bronkhorstspruit district north of Pretoria with his lawyer dad, who was 66, was deeply traumatised after finding his dad tortured and murdered. The father and son lived in homes on the same agricultural smallholding near Bronkhorstspruit. His father was a lawyer at the Cullinan law courts nearby.
These murder attacks don’t only occur on farms: many — mostly Afrikaner — families are also attacked in exactly the same way in the cities and suburbs, in an upsurge of armed violence targetting this ethnic-European-minority.
South Africa has about 3-million Afrikaners, descendants of Voortrekker Boers who first arrived there as indentured farmers to produce fresh crops for the Dutch East India Company ‘s ships to the Spice Islands — who stopped at the Cape of Good Hope to replenish their fresh food and water on these long voyages during the 17th century. The murdered Mr de Villiers’ rugged farmer-son Johnny – who often went horseback riding with his dad — burst into tears as he related to Afrikaans journalist Virginia Keppler of the Beeld daily how he had first ‘run up and down like a madman’ when he found his tied up dad lying just inside the front door in a blood-smeared hallway at 8am.

Remember the truth of lynching in the United States? [Lynchings in USA over an 86-year time-span vs. Homicides in Detroit over a 10-year time-span, SBPDL, 10-18-2013] Though Oprah Winfrey claimed “millions of black people were lynched,” it turns out only 3,446 blacks werelynched between 1882-1968:

From 1882-1968, 4,743 lynchings occurred in the United States.  Of these people that were lynched 3,446 were black.  The blacks lynchedaccounted for 72.7% of the people lynched. 
  Out of the 4,743 people lynched only 1,297 white people were lynched.  That is only 27.3%.  Many of the whites lynched were lynched for helping the black or being anti lynching and even for domestic crimes.
So, over a span 86 years, 3,446 black people were lynched (many were lynched for actual crimes, mind you); that’s roughly 40/lynchings per year.
If we are to take the numbers of Genocide Watch seriously, in 19 short years more than 4,000 white farmers in South Africa have been murdered by the new ruling elite there, those black residents who democratically elected Mandela. That’s 210 white farmers murdered/ per year by blacks in South Africa.  [Rural White South Africa: Afraid, and Armed, New York Times, 7-16-1998]:

Barely 15 minutes after Jeanne Pereira hit the panic button on her new radio system, she could see her neighbors’ banged-up trucks tearing down the roads to her avocado farm here. Before the dust had settled, two bedraggled black men had surrendered. Laborers on the farm had spotted them kneeling in the tall grass, surveying the main house from the orchard.

”The response was so quick, it was very nice,” said Mrs. Pereira, who is white. Within minutes of the capture, she had her maid handing out mugs of coffee to the farmers, who mingled casually in her yard, shotguns and automatic rifles on their shoulders. ”I was so nervous when my workers said they saw there were two boys out here with guns,” she said.

The white farmers here, like many elsewhere in the country, are numbering their farms on color-coded maps and setting up command posts in their basements where automatic weapons, helmets, gas masks and bulletproof vests are at the ready.

Attacks on the farmers have been mounting. In the last four years, nearly 500 have been killed. Since January there have been 371 attacks on farms resulting in 75 deaths. Some assaults have been particularly brutal. In May, for instance, a 60-year-old farmer recovering from a hip replacement operation was tortured and had his throat slit; he died as he sat in his wheelchair. The intruders then waited an hour for his 52-year-old wife to get home; they raped her and killed her, too.

The farmers may well be feeling the heat of a crime wave that has swept across this country. But many farmers believe that the attacks are more calculated — the work of black militants aiming at a group that remains among the most right-wing in the country. The gang that assaulted the 60-year-old farmer, Donald de la Field, took nothing but a revolver and left behind a note saying ”Kill the Boers,” a phrase that was popular during the struggle against apartheid.

In March, men who attacked a farm outside Pretoria told a mixed-race woman who tried to protect her white husband that they killed only whites, not Coloreds, the South African term for those of mixed race. In other incidents, the attackers reportedly claimed they were members of Umkhonto we Sizwe (Spear of the Nation), the armed wing of the African National Congress when it was fighting apartheid.

It’s not Genocide Watch’s reporting we should worry ourselves with; it’s that we are watching genocide take place in South Africa right now that we should worry ourselves with.

That’s Nelson Mandela’s legacy.

Worse: no one wants to know the reality of black on white crime in America, which would be blamed on the legacy of slavery and Jim Crow (as the murders of white South Africans is blamed on the legacy of Apartheid by media outlets like Reuters [Farm murders highlight apartheid’s toxic legacy in South Africa, Reuters.com, 11-28-2012])

http://stuffblackpeopledontlike.blogspot.com.br/2013/12/nelson-mandelas-legacy-210-white-famers.html

Posted by Stuff Black People Don’t Like at 10:20 AM

Genocídio e extermínio da população branca e a implantação do comunismo na África do Sul

07/12/2013

África do Sul à beira do genocídio e da ditadura comunista

Escrito por Alex Newman | 19 Setembro 2012 Notícias Faltantes – Comunismo

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Mais uma vez, os comunistas usam o racismo, o desarmamento, odiscurso de ódio e a perversão do direito para levar um país ao genocídio. A mídia ocidental, ao fingir que não vê, parece simplesmente estar apoiando a matança.

Ao mesmo tempo que a maior parte do mundo se recusa a aceitar o que está a acontecer na predominantemente comunista África do Sul, a organização sem fins lucrativos com o nome de Genocide Watch declarou no mês passado que os preparativos para as atrocidades genocidas contra os camponeses sul-africanos brancos estavam já bem encaminhados, e que as fases iniciais do genocídio provavelmente já tinham começado. De modo geral, o chefe da Genocide Watch, o Dr. Gregory Stanton, explicou que as poderosas forças comunistas tencionam também abolir a propriedade privada e esmagar todos os potenciais resistentes.

Segundo os peritos e os números ofciais, pelo menos 3 mil camponeses brancos, conhecidos por Boers, foram brutalmente massacrados durante a última década. Muitos mais, incluindo crianças – e até as crianças mais pequenas – foram também violadas ou torturadas de modo tão selvagem que meras palavras não podem expressar o horror. E o problema só está a piorar, afirmam os observadores das organizações dos direitos humanos presentes na África do Sul. O governo sul-africano, dominado pela Congresso Nacional Africano (ANC = African National Congress) que tem um forte apoio comunista, respondeu à crescente onda de assassinatos racistas negando o fenômeno, alegando de modo pouco plausível que muitos dos ataques simplesmente são crimes regulares. Apesar das críticas ferozes, as autoridades pararam de registar as estatísticas que poderiam disponibilizar uma imagem mais correta do que realmente está a acontecer na chamada “Nação Arco-Íris”. Em muitos casos, os assassinatos são simplesmente qualificados de “assaltos”, e ignorados. Devido a isto, é seguro afirmar que os números em volta dos assassinatos certamente são mais elevados do que aqueles que as entidades oficiais admitem. Entretanto, múltiplas fontes reportam que as forças policiais estão muitas vezes envolvidas nos assassinatos ou, pelo menos, nas manobras que visam esconder a realidade dos eventos (“cover-ups”) Um sul.africano exilado nos EUA declarou à “The New American” que, quando as vítimas são capazes de se defender, e os perpetradores capturados, muitos deles costumam estar afiliados ao ANC ou à sua facção jovem.

Os peritos não estão a acreditar na ocultação dos fatos feita pelo governo. “Estamos cada vez mais convencidos que os assassinatos de camponeses (brancos) não são acidentais,” declarou o Dr. Stanton da Genocide Watch durante a sua missão de averiguação dos fatos no mês passado. Ele acrescentou ainda que era bem óbvio que os massacres não eram crimes comuns principalmente devido à barbaridade usada contra as vítimas.

Não sabemos ainda quem está a planejá-los mas apelamos a uma investigação internacional que julgue e determine quem está por trás destes assassinatos.

De fato, os analistas mais honestos concedem que as milhares de matanças brutais, e as dezenas de milhares de ataques, fazem parte dum padrão mais abrangente. E segundo o Dr. Stanton, que esteve envolvido no movimento anti-Apartheid da África do Sul e tem décadas de experiência na análise de genocídios e usurpação comunista, a tendência aponta para um futuro conturbado para esta nação. “Este tipo de coisas é o que eu já observei em outros genocídios,” disse ele dos assassinatos dos camponeses brancos, listando vários exemplos tais como uma vítima que foi abandonada com uma Bíblia aberta sobre ela, ou outras vítimas que foram torturadas, desventradas, violadas ou pior.

Isto foi o que aconteceu no Burundi, e foi o que aconteceu no Rwanda. Já aconteceu em muitas outras partes do mundo.

Falando em Pretória num evento organizado pelo grupo anti-comunista Transvaal Agricultural Union, o Dr. Stanton atacou os esforços que são feitos no sentido de desumanizar os brancos sul-africanos caracterizando-os de “colonos.” Esta qualificação tem como propósito construir em torno dos afrikaner – descendentes de imigrantes da Europa do Norte que chegaram ao país há séculos atrás – uma imagem de pessoas que não pertencem ao país. Este foi o processo que foi levado a cabo contra os armênios cristãos que viviam na Turquia, explicou Stanton.

O fenômeno da desumanização ocorreu também contra o povo judeu na Alemanha que se encontrava debaixo do regime nacional-socialista, muito antes de Hitler implementar a “Solução Final.” Os peritos defendem que, infelizmente, a África do Sul pode ser a próxima na linha. Stanton declara:

Sempre que tens este tipo de desumanização, estás perante o princípio dum processo descendente até ao genocídio.

Stanton acrescentou que a situação na África do Sul já passou esta fase (desumanização). A próxima fase antes do extermínio, que começou há já alguns anos, é a logística para o levar a cabo.

Nós estávamos preocupados com a existência de grupos organizados que estão de fato a fazer o planejamento.Tornou-se claro para nós que a Youth League [da ANC] é este tipo de grupo e eles estiveram a planejar este tipo de massacre genocida ao mesmo tempo que forçavam a remoção dos brancos sul-africanos.

A Genocide Watch levantou o alerta para a África do Sul da fase 5 para a 6 – a 8ª fase é a negação depois do fato – quando o então líder da ANC Youth League, Julius Malema começou a cantar abertamente uma canção racista que incitava o assassínio de camponeses brancos sul-africanos:

Disparem sobre o Boer! Matem o Boer!

Descrito pelo grupo anti-genocídio como um “racista marxista-leninista”, Malema foi também citado afirmando que “todos os brancos são criminosos” e ameaçando tirar as terras dos camponeses brancos das suas mãos à força. Depois dos seus apelos ao genocídio terem chegado aos ouvidos da comunidade internacional, o Tribunal Supremo Sul Africano declarou que a canção que incitava a matança dos brancos, era discurso de ódio ilegal.

Surpreendentemente, o presidente sul-africano e membro do ANC, Jacob Zuma, começou este ano a entoar a mesma canção em público. Desde então, o número de camponeses brancos sul-africanos assassinados têm aumentado todos os meses. Outros oficiais governamentais sêniores têm apelado abertamente para a “guerra.” O Dr. Stanton declara que “este é o tipo de conversa que, obviamente, não só é pré-genocídio, como vem antes dos crimes contra a humanidade.” Stanton apelou a todos a não esquecer que somos todos membros da raça humana.

Aqueles que seriam os negacionistas, e que tentam rejeitar os sinais de aviso, na minha opinião estão a ignorar os fatos.

Stanton explicou ainda a lógica do progresso até ao genocídio, na qual também há a “polarização” na qual a população-alvo – camponeses brancos, neste caso – e até os moderados são caracterizados como “o inimigo.” E o fenômeno é cada vez mais aparente na África do Sul, levando a Genocide Watch a classificar a África do Sul como estando já na fase final do genocídio… A questão em torno da distribuição das terras, que se tornou um dos pontos-chave nesta progresso descendente, é também uma das maiores preocupações. A minoria branca ainda é dona da maioria das terras sul-africanas, apesar do ANC prometer redistribui-las aos negros.

Mas a redistribuição que já ocorreu – como por exemplo, no Zimbabwe – resultou num fracasso total. Apesar do registo das atrocidades até agora, alguns extremistas, incluindo elementos do governo dominado pelo ANC, tencionam agora ficar com as terras dos brancos o mais rapidamente possível, chegando ao ponto de algumas facções argumentar que isso deveria ser feito sem qualquer tipo de compensação. Para além disso, a agenda comunista, tal como em todo o lugar onde a redistribuição coerciva ocorreu, tem planos ainda mais vastos. O Dr Stanton, que alega já ter vivido em países comunistas, avisa:

Qualquer que seja o sistema de posse de terras que a África do Sul adote, os comunistas – a longo prazo – tencionam abolir toda a propriedade privada. Isso nunca deve ser esquecido. Em todos os lugares que os comunistas se apoderam, a possessão privada é abolida uma vez que esta dá às pessoas poder – poder econômico – de se oporem ao governo. Mal te é retirado tal poder. não há qualquer base sobre a qual tu podes ter o poder econômico para te opores ao governo.

Entretanto, o governo sul-africano está a desenvolver esforços paradesarmar os já-de-si-afligidos camponeses brancos, retirando-lhes assim a sua última linha de defesa. Naturalmente, e como tem sido consistente através de toda a História, o desarmamento é sempre um precursor necessário para o totalitarismo e até o eventual massacre do grupo-alvo. De fato, as armas nas mãos dos cidadãos são normalmente a última fronteira até à escravatura total e até mesmo o extermínio. No seu site, a Genocide Watch ressalvou o seguinte:

O governo separou as unidades commando dos camponeses brancos que outrora protegiam os campos, e aprovou leis que visam confiscar as armas dos camponeses. O desarmamento dum grupo-alvo é um dos sinais mais sérios dum possível futuro genocídio.

O exilado que falou com a TNA disse que muitas das armas confiscadas aos brancos foram mais tarde encontradas nos horriveis locais do crime. Até a mera possessão de uma arma “não registada” ou “não licenciada” – obter uma licença tornou-se bastante difícil, senão impossível – pode resultar em cadeia. Na África do Sul, especialmente para um camponês branco, ir para a cadeia, com as violações generalizadas e as infecções com HIV a serem a norma, é practicamente uma sentença de morte. O Dr. Stanton prometeu aos afrikaners que visitaria a embaixada dos EUA e colocaria o assunto em cima da mesa perante os líderes mundiais. No entanto, ele apelou para que eles não abdicassem das suas armas e que continuassem a resistir a “ideologia” comunista proposta por muitos líderes políticos e partidários que agora dominam o coercivo aparato do governo da nação. As Nações Unidas definem um genocídio como “a destruição deliberada e sistemática, no seu todo ou parcial, de um grupo étnico, racial, religioso ou nacional.” No entanto, o termo inclui ainda ações que estão para além da simples matança. Segundo a ONU, entre os crimes que podem ser classificados de genocídio incluem-se:

  • atos que: visem causar dolo a membros dum grupo minoritário específico,
  • infligir à minoria – e de modo deliberado – condições que resultam na sua destruição total ou parcial,
  • buscar ou prevenir nascimentos entre os grupos-alvo,
  • e transferir de modo coercivo as suas crianças menores para outros

Os ativistas e os exilados alegam que muitas destas condições foram já atingidas – e, tecnicamente, qualquer uma delas pode constituir um ato de genocídio se faz parte duma tentativa sistemática de destruir um grupo em particular. Entretanto, os peritos afirmam que o governo está a exacerbar o problema discriminando de modo ativo contra os brancos, e em muitos casos, facilitando as atrocidades que já ocorrem. Obviamente, esta não seria a primeira vez que uma tragédia similar ocorria na zona sul do continente africano. Quando o ditador marxista Robert Mugabe tomou o poder no Zimbabwe (conhecida previamente como “Rodésia”, e um dos países mais abastados do continente) ele deu início a uma guerra impiedosa contra a população branca e contra os seus oponentes políticos.

O país rapidamente mergulhou num caos e em fome generalizada quando o regime Mugabe “redistribuiu” as terras e a riqueza existente entre os seus amigos e parceiros políticos que, obviamente, nada sabiam de agricultura. O regime matou dezenas de milhares de vítimas, e alguns estimam que milhões tenham morrido como consequência direta das políticas marxistas de Mugabe. Os brancos que se recusaram a abandonar a propriedade durante a “redistribuição”, foram frequentemente torturados e mortos pelo regime ou pelos seus esquadrões da morte. Com Mugabe ainda no controle, o trágico sofrimento do Zimbabwe continua a piorar, mas o tirano assassino ainda é visto com bons olhos pelos oficiais seniores do ANC.

Nem todos os sul-africanos – especialmente os citadinos – estão convencidos que está a ocorrer um genocídio no seu país, ou que um se aproxima. De fato, a vasta maioria dos negros e dos brancos apenas quer viver em paz uns com os outros. Para além disso, há outros problemas mais sérios a serem resolvidos pelo governo sul-africano. No entanto, virtualmente todos concordam que, sem uma solução, a situação precária da “Nação Arco-Íris” vai continuar a decair – de má para pior. Muitos ativistas que buscam atrair a atenção das pessoas para este assunto apelam aos governos europeus e aos EUA que comecem imediatamente a aceitar os refugiados brancos mais vulneráveis provenientes da África do Sul.

Há menos de 5 milhões de brancos a viver no país, 10% da população, uma queda abismal se levarmos em conta que há algumas décadas atrás os brancos eram quase 1/4 da população total.

Os analistas afirmam que fornecer-lhes asilo vai ser politicamente duro, parcialmente porque isso levantaria o véu sobre os mitos da elite em torno de Nelson Mandela e do seu partido ANC, como sendo “heróicos” e “combatentes pela liberdade.” Sem surpresa alguma, os órgãos de comunicação da elite ocidental raramente reportam a calamidade que se aproxima. E quando resolverem contar a verdade aos seus leitores, pode já ser tarde demais.

Publicado no The New American.

Destruir o capitalismo fazendo o Custo Brasil explodir

02/12/2013

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João Goulart abriu o Brasil para a subversão comunista cubana

01/12/2013

João Goulart, acobertava a intervenção de Cuba no Brasil, desde 1961; estimulava a divisão das nossas Forças Armadas com o objetivo claro de provocar uma guerra civil; desrespeitava a Constituição e elevava os gastos públicos , provocando a inflação.

Portanto, sua derrubada, por si só, foi um ato legítimo! Até porque contou com apoio do Congresso e, principalmente, da opinião pública, expressa no maior movimento de massa, talvez, até hoje, com a A MARCHA DA FAMÍLIA PELA LIBERDADE. Ainda , na sequência do contragolpe, os comunistas provocaram cerca de uma centena de atentados terroristas.

A partir de Geisel, infelizmente, e os comunas nada falam nem dele , nem de Figueredo, pois lhes facilitaram a vida, o país mergulha num socialismo e envereda no terceiro-mundismo antiamericano e , de alguma forma, ajudou a Cuba a invadir Angola, onde mais de 100 mil foram mortos. Um verdadeiro genocídio, más nenhum comunista , nem seus facilitadores oportunistas, toca no assunto.

Em 1973, o ex-chefe da KGB, Ladislav Bittman, confessou ter sido o propagador da mentira que atribuia o “golpe militar de 1964” , ao conluio com os americanos, lenda que até hoje é repetida à exaustão pelos agentes de influência , especialistas em desinformação.

Gente fina é outra coisa – Mesmo no meio do mato – Vestiam-se com o maior refinamento para o Dia de Hoje – o Dia de Ação de Graças

28/11/2013

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Genocídio dos Brancos na Terra de Mandela

23/11/2013

Holland’s Largest Newspaper Caught out Lying over South African Farm Murders:

 

Holland’s largest daily newspaper—De Telegraaf—has been caught out lying over South African farm murders after it published a blatantly untrue story claiming that “right wing whites” were murdering farmers so that blacks could be blamed and racial tension incited—even though the claims had been publicly dismissed as completely untrue three weeks before the Dutch newspaper printed them.

 

The astonishing lies—fairly typical of the controlled media in general—have been exposed in a dramatic letter to the editor by author Arthur Kemp, as published on his personal blog.

 

The letter reads as follows:

 

Letters to the Editor

De Telegraaf

Amsterdam

Dear Sir/Madam

The article “Moeder van drie” by Catherine Keyl (De Telegraaf, wo 20 nov 2013) refers.

 

As the author of the world’s only history of the Afrikaner Weerstandsbeweging (AWB) of South Africa,* I must point out that the above article is completely untrue.

It is also one of the worst examples of poor research and rumour-based gutter journalism that I have ever seen.

The article claims that right wing whites are killing white farmers with the intention of blaming blacks and stirring up racial tension, and that a “mother of three,” one Cornelia de Wet, has “confessed” to taking part in these murders.

 

However, Ms Keyl has failed to do the most basic research—which would be expected of any professional journalist—before publishing this incredible claim.

I wish to point out just some of the basic facts which should have been checked before the article was published:

1. De Wet’s allegations were rejected in court by the South African police at an unrelated trial on 4 November 2013—TWO WEEKS BEFORE THE ARTICLE BY MS KEYL APPEARED in De Telegraaf.

A police officer rejected claims by a rightwing woman that she played a part in the Steenkamp murders on a farm near Griquatown last year, the Northern Cape High Court heard on Monday.

“There is no truth in these allegations,” investigating officer Dick de Waal testified.

—Griquatown murder claim untrue – cop, South African Press Association (SAPA), IOL News, November 4 2013.

2. The police investigating the farm murder upon which the claim centers, rejected  De Wet’s allegations as completely untrue and without basis on 31 October 2013—THREE WEEKS BEFORE THE ARTICLE BY MS KEYL APPEARED in De Telegraaf.— GW-stad: ‘Daar’s net 1’, Volksblad,  31 Oktober 2013

3. Tobie van den Bergh, editor of the Middelburg Observer in Mpumalanga, who has known Cornelia de Wet since she was 16, has said that she has previously made “amazing confessions” to the press about “right wing activities and farm murders” which have all proven to be completely false.

He gave two examples of such claims:

– Once, De Wet and her mother presented themselves “in bloodied clothes” at his newspaper offices, claiming that they had been tortured by blacks with razor blades. Van Den Bergh said it was obvious that they had cut themselves in an “attempt to draw attention to themselves.”

– Another time, De Wet claimed to him that she had been raped by “her bosses in the right wing.”

Needless to say, none of these wild allegations were taken seriously by anybody, the police included. Van den Bergh added that De Wet was “in urgent need of psychiatric treatment.”

 

ALL THIS WAS PUBLISHED IN THE PUBLIC DOMAIN THREE WEEKS BEFORE THE ARTICLE BY MS KEYL APPEARED in De Telegraaf.— GW-stad: ‘Daar’s net 1’, Volksblad, 31 Oktober 2013.

 

4. The man named by De Wet as being the head of the “security firm” which carried out the attacks, has been publicly identified as Jac Sherman.

He has denied even knowing De Wet, and has dismissed the allegations as “nothing but lies.”

THIS WAS PUBLISHED IN THE PUBLIC DOMAIN THREE WEEKS BEFORE THE ARTICLE BY MS KEYL APPEARED in De Telegraaf.

Jaco Scherman, accused of being the mastermind behind the alleged “hit squad” responsible for the murders of three members of the Steenkamp family in Griquatown, has denied ever meeting white female farmer and member of the Afrikaner Weerstandsbeweging (AWB), Cornelia de Wet.

“These allegations are nothing but lies. She has a personal vendetta against me after I refused that she use my company as a front to raise money. She is absolutely crazy. I have never met her and do not know where she lives. I have only spoken to her on the telephone twice,” Scherman said.—Security boss denies AWB hit squad claim, Diamond Fields Advertiser, Independent Online, November 1 2013.

As I am sure you will now see, the article by Ms Keyl is completely untrue.

Furthermore, all the facts had been published and were in the public domain THREE WEEKS BEFORE De Telegraaf printed her story.

The situation with farm murders in South Africa is bad enough as it is.

This completely false and gutter journalism of Ms Keyl’s only adds to the problem and spreads lies about an already tragic situation.

I do hope that in the interests of your newspaper’s credibility that you publish this letter—or at the very least, issue a complete retraction, apology and correction of  the article in question.

Yours sincerely

Arthur Kemp

http://newobserveronline.com/hollands-largest-newspaper-caught-out-lying-over-south-african-farm-murders/

Holland’s Largest Newspaper Caught out Lying over South African Farm Murders: Holland’s largest daily newspaper—De Telegraaf—has been caught out lying over South African farm murders after it published a blatantly untrue story claiming that “right wing whites” were murdering farmers so that blacks could be blamed and racial tension incited—even though the claims had been publicly dismissed as completely untrue three weeks before the Dutch newspaper printed them. The astonishing lies—fairly typical of the controlled media in general—have been exposed in a dramatic letter to the editor by author Arthur Kemp, as published on his personal blog. The letter reads as follows: Letters to the Editor De Telegraaf Amsterdam Dear Sir/Madam The article “Moeder van drie” by Catherine Keyl (De Telegraaf, wo 20 nov 2013) refers. As the author of the world’s only history of the Afrikaner Weerstandsbeweging (AWB) of South Africa,* I must point out that the above article is completely untrue. It is also one of the worst examples of poor research and rumour-based gutter journalism that I have ever seen. The article claims that right wing whites are killing white farmers with the intention of blaming blacks and stirring up racial tension, and that a “mother of three,” one Cornelia de Wet, has “confessed” to taking part in these murders. However, Ms Keyl has failed to do the most basic research—which would be expected of any professional journalist—before publishing this incredible claim. I wish to point out just some of the basic facts which should have been checked before the article was published: 1. De Wet’s allegations were rejected in court by the South African police at an unrelated trial on 4 November 2013—TWO WEEKS BEFORE THE ARTICLE BY MS KEYL APPEARED in De Telegraaf. A police officer rejected claims by a rightwing woman that she played a part in the Steenkamp murders on a farm near Griquatown last year, the Northern Cape High Court heard on Monday. “There is no truth in these allegations,” investigating officer Dick de Waal testified. —Griquatown murder claim untrue – cop, South African Press Association (SAPA), IOL News, November 4 2013. 2. The police investigating the farm murder upon which the claim centers, rejected De Wet’s allegations as completely untrue and without basis on 31 October 2013—THREE WEEKS BEFORE THE ARTICLE BY MS KEYL APPEARED in De Telegraaf.— GW-stad: ‘Daar’s net 1’, Volksblad, 31 Oktober 2013 3. Tobie van den Bergh, editor of the Middelburg Observer in Mpumalanga, who has known Cornelia de Wet since she was 16, has said that she has previously made “amazing confessions” to the press about “right wing activities and farm murders” which have all proven to be completely false. He gave two examples of such claims: – Once, De Wet and her mother presented themselves “in bloodied clothes” at his newspaper offices, claiming that they had been tortured by blacks with razor blades. Van Den Bergh said it was obvious that they had cut themselves in an “attempt to draw attention to themselves.” – Another time, De Wet claimed to him that she had been raped by “her bosses in the right wing.” Needless to say, none of these wild allegations were taken seriously by anybody, the police included. Van den Bergh added that De Wet was “in urgent need of psychiatric treatment.” ALL THIS WAS PUBLISHED IN THE PUBLIC DOMAIN THREE WEEKS BEFORE THE ARTICLE BY MS KEYL APPEARED in De Telegraaf.— GW-stad: ‘Daar’s net 1’, Volksblad, 31 Oktober 2013. 4. The man named by De Wet as being the head of the “security firm” which carried out the attacks, has been publicly identified as Jac Sherman. He has denied even knowing De Wet, and has dismissed the allegations as “nothing but lies.” THIS WAS PUBLISHED IN THE PUBLIC DOMAIN THREE WEEKS BEFORE THE ARTICLE BY MS KEYL APPEARED in De Telegraaf. Jaco Scherman, accused of being the mastermind behind the alleged “hit squad” responsible for the murders of three members of the Steenkamp family in Griquatown, has denied ever meeting white female farmer and member of the Afrikaner Weerstandsbeweging (AWB), Cornelia de Wet. “These allegations are nothing but lies. She has a personal vendetta against me after I refused that she use my company as a front to raise money. She is absolutely crazy. I have never met her and do not know where she lives. I have only spoken to her on the telephone twice,” Scherman said.—Security boss denies AWB hit squad claim, Diamond Fields Advertiser, Independent Online, November 1 2013. As I am sure you will now see, the article by Ms Keyl is completely untrue. Furthermore, all the facts had been published and were in the public domain THREE WEEKS BEFORE De Telegraaf printed her story. The situation with farm murders in South Africa is bad enough as it is. This completely false and gutter journalism of Ms Keyl’s only adds to the problem and spreads lies about an already tragic situation. I do hope that in the interests of your newspaper’s credibility that you publish this letter—or at the very least, issue a complete retraction, apology and correction of the article in question. Yours sincerely Arthur Kemp

http://newobserveronline.com/hollands-largest-newspaper-caught-out-lying-over-south-african-farm-murders/

50 anos do assassinato do 35° Presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy

22/11/2013

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19 de novembro de 2013 – 150 anos do Discurso de Lincoln em Gettysburg-Pennsylvania

16/11/2013
PASSARAM-SE 150 ANOS E A AMERICA AINDA ESTÁ DE PÉ?
E em 2063?
Gettysburg-Pennsylvania-USA –  President Lincoln´s Address – 19 novembro de 1863
Gettysburg Address Abraham Lincoln was the second speaker on November 19, 1863, at the dedication of the Soldiers’ National Cemetery at Gettysburg-Pennsylvania
Bliss-copy

“Fourscore and seven years ago our fathers brought forth on (upon) this continent a new nation, conceived in liberty and dedicated to the proposition that all men are created equal.

Now we are engaged in a great civil war, testing whether that nation or any nation so conceived and so dedicated can long endure.

We are met on a great battlefield of that war.

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foto aérea de Gettysburg-Pennsylvania-Google Maps

We have come to dedicate a portion of that field as a final resting-place for those who here gave their lives that that nation might live.

It is altogether fitting and proper that we should do this.

But in a larger sense, we cannot dedicate, we cannot consecrate, we cannot hallow this ground.

The brave men, living and dead who struggled here have consecrated it far above our poor power to add or detract.

gettyspin

foto aérea do Estado da Pennsylvania

The world will little note nor long remember what we say here, but it can never forget what they did here.

It is for us the living rather to be dedicated here to the unfinished work which they who fought here have thus far so nobly advanced.

It is rather for us to be here dedicated to the great task remaining before us–that from these honored dead we take increased devotion to that cause for which they gave the last full measure of devotion–that we here highly resolve that these dead shall not have died in vain, that this nation under God shall have a new birth of freedom, and that government of the people, by the people, for the people shall not perish from the earth.”

GettysburgAddress

jornal da época dando a íntegra do discurso do Presidente Lincoln em  Gettysburg-Pennsylvania

Gettysburg Battlefield Visitor

Gettysburg Battlefield Tours & Visitor Information

Classic Yellowstone Bus

Premier Battlefield Tours

Battlefield Tours for Kids

An Evening Tour: Greatest Stories

Sidetrip Tours to Harpers Ferry & Antietam

The Winery Bus (Tastings at two wineries)

Ghosts

Premier Gettysburg Battlefield Tours

Happy Tour TakersThe Gettysburg Batttlefield is much larger than most people expect — more than 10,000 acres — and it is criss-crossed by more than 40 miles of battlefield avenues. There are more than 1,450 monuments, markers and plaques on the field.

Take a look at our Gettysburg Battlefield Places and Stories page for a sample of what Gettysburg is all about.Our Gettysburg tours will give you a clear understanding of what happened here, why it happened here and why Gettysburg is so important in American history.

You’ll see all the important places and you’ll see them in a sequence that makes it much easier to understand everything. These Gettysburg tours are the highlight of any visit to this hallowed battlefield.

Our Premier Gettysburg Tour is a comprehensive battlefield tour lasting about 2 & 1/2 hours. We take you to all the famous places and provide you with a clear explanation of the events that took place here.

This tour makes two stops: The first is at the location where Abraham Lincoln delivered the Gettysburg Address and the second is at Little Round Top, site of one of the Battle’s most famous chapters and a stunningly beautiful prominence providing a panoramic view of almost the entire battlefield.

Ever wonder why a battle was fought at Gettysburg? Take a look at this great little summary ……Gettysburg Battlefield Tour PrimerDeparture times and costs for our Premier Gettysburg Tours are as follows:

Premier Gettysburg Tours: 2 hours & 30 minutes

The Gettysburg Battlefield
DEPARTURES DAILY AT: 10AM ~ 12 Noon ~ 2PM ~ 4PM

Adults (12 & over) – $24.95
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Under six – Free

FAMILY DISCOUNTS (10%) FOR FAMILIES OF FIVE OR MORE

FOR RESERVATIONS: CALL 717-334-8000

All of our tours depart from our ticket center located at the American Civil War Wax Museum Complex located at 297 Steinwehr Avenue in Gettysburg. There is a large parking area at this location and our ticket center is located just inside the Museum’s lobby entrance. We would ask that you arrive and check in with us at this location at least fifteen minutes prior to the scheduled departure time of your tour.

Our Classic Buses

Battlefield Tour BusFor our Premier Battlefield Tour, you’ll ride in one of our classic 15-passenger Park Buses and enjoy the special attention that is only available when you are part of such a small group.

Believe me, the small group size makes a huge difference and you’ll love it.

We also have a fleet of modern mid-sized buses and we use these sometimes if the weather is especially troublesome. They are also available for larger charter groups.

Battlefield Tours for Kids

Battlefield Tour For KidsWe offer a special tour designed for kids that is both fun and educational.

It’s a complete tour of the battlefield that is filled with exciting true stories about the battle and many of the men who lived through it (and some who didn’t). We also include an extra stop with some special activities that help kids understand the “The Life of the Civil War Soldier”.

This is a great American history tour for kids and adults alike.

If you are coming to Gettysburg with your children or grandchildren or your nieces or nephews, this tour is positively the one you want them to take.

For more information, including departure times and ticket prices , please see our Kids Tour Page

Always Free Pick-Up at Park Service Visitor Center and Area Hotels

An Evening Tour: Gettysburg’s Greatest Stories

Old Town TourIf we weren’t so politically correct, we’d say that women absolutely love this tour (it focuses on human interest stories rather than military tactics). But we are just so PC that we won’t say that. We’ll just say that everybody absolutely loves this tour.

Come along on one of our classic Yellowstone Park buses for an hour-long ride through the streets of Old Town Gettysburg. You’ll hear fascinating true stories about some of the extraordinary people who lived here during the great battle (and at other times).

The Town of Gettysburg (population 7,500) sits right smack in the middle of the Battlefield and there was tremendous fighting right through the streets of the town on the first day of the battle. The Confederates had the upper hand that day and the town fell under Rebel occupation.

History buffs will note that this was the last time an American city or town has been occupied by an invading army.

This tour is an absolute “must” for those of you (women and men) who have been to Gettysburg several times and are convinced that you know “everything there is” about the Battle of Gettysburg (it’s usually men who think that).

If that sounds like a challenge to all you Civil War Nuts, you’re right.

For more on this wonderful little tour…..Gettysburg’s Greatest Stories Tour

Gettysburg’s Greatest Stories Tours : About an hour and a quarter

WEDNESDAY-SATURDAY EVENINGS 5 PM

Adults – $22
Kids – $17
Under six – Free

CALL 717-334-8000 FOR RESERVATIONS

The Winery Bus

HistoricCome along for a splendid afternoon of fine wine and glorious scenery on our ride to two wineries nestled in the foothills of the South Mountains near Gettysburg.

Located just a few minutes west of town, these fabulous wineries offer unique tastes and superb hospitality.

  • Adams County Winery, the Grand Dad of local wineries, is an award-winning icon in these parts where the legendary vintners produce some of the area’s most acclaimed wines.
  • Hauser Estate Winery has established itself as a must-see landmark in our region and offers noble wines and stunning views of the Gettysburg Plains from the ridgetop of South Mountain.


For this tour, you’ll ride in one of our modern motor coaches.

The Winery BusDepart at 1 pm ~~~ Return at 4:30 pm
Every Monday, Wednesday & Saturday
$25 Per Person
FOR RESERVATIONS: CALL 717-334-8000

Sidetrip Tours to Harpers Ferry & Antietam

Harpers FerryOnly 50 miles southwest of Gettysburg at the confluence of the Shenandoah and Potomac Rivers, Harpers Ferry is the site of the famous raid by John Brown in 1859 that lit the fuse leading to the American Civil War. Surrounded by the stunning elevations of Bolivar Heights, Maryland Heights and Loudoun Heights, the strategic little town changed hands eight times during the war.

We’ll take you from Gettysburg to the Visitor Center at Harpers Ferry in just over an hour to begin your tour, including the building where John Brown was captured.

After touring the town, you’ll be free to have lunch on your own at any of the local eateries and we’ll then reboard our bus at 1:00 pm and head north for the fourteen-mile trip to Sharpsburg, Maryland and the famous Antietam Battlefield, scene of the bloodiest one-day battle in the entire Civil War (23,000 casualties).

We’ll stop at the Antietam Visitor Center and then proceed on our tour through the Battlefield itself with stops at all the famous landmarks: Burnside Bridge, Bloody Lane, Dunker Church, The Cornfield……and more.

We’ll then head for home and arrive back in Gettysburg at about 5:00 pm.

This tour will be in one of our modern 27-passenger air-conditioned motor coaches.

Tours are offered every Tuesday, Thursday and Sunday through the summer. Call for special group tours on any other day.

Advance reservations are required.

Sidetrip Tour to Harpers Ferry & AntietamDepart Gettysburg at 9:15 am ~~~ Return at 5:00 pm
Offered Every Tuesday, Thursday & Sunday
$54 Per Person
FOR RESERVATIONS: CALL 717-334-8000

For Reservations

Call 717-334-8000

We will ask for a Visa or Mastercard number in order to secure a reservation.

Reservations may be cancelled without penalty anytime up to within 48 hours of the reserved tour date and time. After that time, you will be responsible for the full fare value of the original reservation.

Map Of The Gettysburg Battlefield


Here’s a Great Gettysburg Battlefield Map that downloads quickly and prints to a regular 8.5 x 11 inch page.

Gettysburg Battlefield Map

Come On Along……

Gettysburg Battlefield

THE HISTORIC TOUR COMPANY

FOR ALL YOUR GETTYSBURG TOURS
297 Steinwehr Avenue
Gettysburg, Pennsylvania 17325

717-334-8000

Many thanks.

Looking forward to seeing you in the Most Famous Small Town in the World

How do we look so far?

email questions to:

greatbuses@superpa.net

Historic Tours Gettysburg

Historichttp://www.historictourcompany.com/

 

Big day in history–The Gettysburg Address.  This copy is fromm the History Channel

“On November 19, 1863, at the dedication of a military cemetery at Gettysburg, Pennsylvania, during the American Civil War, President Abraham Lincoln delivers one of the most memorable speeches in American history. In just 272 words, Lincoln brilliantly and movingly reminded a war-weary public why the Union had to fight, and win, the Civil War.

The Battle of Gettysburg, fought some four months earlier, was the single bloodiest battle of the Civil War. Over the course of three days, more than 45,000 men were killed, injured, captured or went missing.  The battle also proved to be the turning point of the war: General Robert E. Lee’s defeat and retreat from Gettysburg marked the last Confederate invasion of Northern territory and the beginning of the Southern army’s ultimate decline.

Charged by Pennsylvania’s governor, Andrew Curtin, to care for the Gettysburg dead, an attorney named David Wills bought 17 acres of pasture to turn into a cemetery for the more than 7,500 who fell in battle. Wills invited Edward Everett, one of the most famous orators of the day, to deliver a speech at the cemetery’s dedication. Almost as an afterthought, Wills also sent a letter to Lincoln—just two weeks before the ceremony—requesting “a few appropriate remarks” to consecrate the grounds.

At the dedication, the crowd listened for two hours to Everett before Lincoln spoke. Lincoln’s address lasted just two or three minutes. The speech reflected his redefined belief that the Civil War was not just a fight to save the Union, but a struggle for freedom and equality for all, an idea Lincoln had not championed in the years leading up to the war. This was his stirring conclusion: “The world will little note, nor long remember what we say here, but it can never forget what they did here. It is for us the living, rather, to be dedicated here to the unfinished work which they who fought here have thus far so nobly advanced. It is rather for us to be here dedicated to the great task remaining before us—that from these honored dead we take increased devotion to that cause for which they gave the last full measure of devotion—that we here highly resolve that these dead shall not have died in vain—that this nation, under God, shall have a new birth of freedom—and that government of the people, by the people, for the people, shall not perish from the earth.”

Reception of Lincoln’s Gettysburg Address was initially mixed, divided strictly along partisan lines. Nevertheless, the “little speech,” as he later called it, is thought by many today to be the most eloquent articulation of the democratic vision ever written.”

Quem disse que a Falha de S. Paulo não presta?

14/11/2013

11/03/2004 – 06h00

África escravizou 1 milhão de brancos, diz historiador

da Reuters, em Washington

Mais de 1 milhão de europeus foram escravizados por traficantes norte-africanos de escravos entre 1530 e 1780, uma época marcada por abundante pirataria costeira no Mediterrâneo e no Atlântico. A informação é do historiador americano Robert Davis, que falou sobre o assunto anteontem.

Segundo ele, embora o número seja pequeno perto do total de escravos africanos negros levados às Américas ao longo de 400 anos –entre 10 milhões e 12 milhões–, sua pesquisa mostra que o comércio de escravos brancos era maior do que se presume comumente e que exerceu um impacto significativo sobre a população branca da Europa.

”Uma das coisas que o público e muitos especialistas tendem a dar como certa é que a escravidão [na Idade Moderna] sempre foi de natureza racial –ou seja, que apenas os negros foram escravos. Mas não é verdade”, disse Davis, professor de história social italiana na Universidade Ohio State

“Ser escravizado era uma possibilidade muito real para qualquer pessoa que viajasse pelo Mediterrâneo ou que habitasse o litoral de países como Itália, França, Espanha ou Portugal, ou até mesmo países mais ao norte, como Reino Unido e Islândia.”

Piratas

Davis escreveu um livro sobre o tema, recém-lançado, chamado “Christian Slaves, Muslim Masters: White Slavery in the Mediterranean, the Barbary Coast, and Italy, 1500-1800” (escravos cristãos, senhores muçulmanos: a escravidão branca no Mediterrâneo, na costa Berbere e na Itália). Nele, o historiador calcula que entre 1 milhão e 1,25 milhão de europeus tenham sido capturados no período citado por piratas conhecidos como corsários e obrigados a trabalhar na África do Norte.

Os ataques dos piratas eram tão agressivos que cidades costeiras mediterrâneas inteiras foram abandonadas por seus moradores assustados.

“Boa parte do que se escreveu sobre o escravagismo dá a entender que não houve muitos escravos [europeus] e minimiza o impacto da escravidão sobre a Europa”, disse Davis em comunicado.

“A maioria dos relatos analisa apenas a escravidão em um só lugar, ou ao longo de um período de tempo curto. Mas, quando se olha para ela desde uma perspectiva mais ampla e ao longo de mais tempo, tornam-se claros o âmbito maciço dessa escravidão e a força de seu impacto.”

Remadores em galés

Partindo de cidades como Túnis e Argel, os piratas atacavam navios no Mediterrâneo e no Atlântico, além de povoados à beira-mar, para capturar homens, mulheres e crianças, disse o historiador.

Os escravos capturados nessas condições eram colocados para trabalhar em pedreiras, na construção pesada e como remadores nas galés dos piratas.

Para fazer suas estimativas, Davis recorreu a registros que indicam quantos escravos estavam em determinado local em determinada época.

Em seguida, estimou quantos escravos novos seriam necessários para substituir os antigos à medida que eles iam morrendo, fugindo ou sendo resgatados.

“Não é a melhor maneira de fazer estimativas sobre populações, mas, com os registros limitados dos quais dispomos, foi a única solução encontrada”, disse o historiador, cujos trabalhos anteriores exploraram as questões de gênero na Renascença.

População do mundo por raças

08/11/2013

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Primeiro ministro de Israel fala das profecias biblicas na ONU

06/11/2013

Discurso de Benjamin Netanyahu na ONU em 01/10/2013

Grande Dr. Enéas metendo a real! O Brasil perdeu a grande chance de se livrar das garras Illuminatti… PRONA – 56 – ENÉAS – MELHORES MOMENTOS

06/11/2013

Este é o Cara: Ted Cruz

31/10/2013

UFSC Conservadora – Grito de Alerta contra o comunismo nas universidades

28/10/2013

Universitários catarinenses reagindo ao comunismo, que chegue a todas as universidades públicas brasileiras.

Carta aberta contra o socialismo na Universidade Federal Santa Catarina

Caros alunos da UFSC,

Dirijo-me a vocês, estudantes da nova geração, porque a antiga, a de seus professores, está corroída até a alma pelo verme da desonestidade. A esperança de que a saúde intelectual e moral dessa nação melhore está em vocês. Espero que estas breves palavras tenham algum impacto em vocês, como um balde de água que se joga em alguém que antes dormia. Meu chamado a vocês é que ACORDEM para o grande perigo que nos rodeia.

Vejo um futuro negro a nossa nação. Vejo esse futuro sombrio se materializar velozmente ao meu redor. Continuando o atual processo destrutivo e revolucionário, o Brasil deixará de existir em duas ou três décadas, diluindo-se na “Pátria Grande” latino-americana, que está agora mesmo sendo construída pela esquerda.

A Pátria Grande será um mega bloco comunista totalitário governado desde Havana, pelo Foro de São Paulo, no qual as atuais nações latino-americanas serão meras províncias de um grande e centralizado governo.

O Brasil entrará, portanto, muito em breve, para a lata de lixo da história. Dele só se terá uma breve lembrança, que lá houve uma ditadura terrível, que tendo matado 300 pessoas, foi pior que a ditadura de Fidel Castro que matou mais de 115 mil pessoas.

O Brasil será uma nota de rodapé – muito vergonhosa – na história da construção da gloriosa Pátria Grande. Se continuarmos seguindo a estrada na qual caminhamos, este será, sem dúvida alguma, o ponto de chegada.
No meio disso tudo, há uma criminosa conivência de setores da UFSC pela destruição da cultura e da soberania nacional. Muitos cursos e centros de pesquisa das ciências humanas tornaram-se apenas instrumentos dóceis nesse processo revolucionário, caixas de ressonância de ideologias forjadas em Cuba e na Venezuela. Muito se falou do Centro de Difusão do Comunismo da Universidade Federal de Outro Preto, mas a UFSC também tem o seu. É o IELA (Instituto de Estudos Latino-Americanos), cujos membros são ligados a partidos comunistas e ao Foro de São Paulo. Esse grupo luta abertamente pela construção de um futuro comunista ao Brasil, e a sua destruição em favor da construção da Pátria Grande latino-americana. O símbolo do Foro está estampado em publicações do IELA.

Se o Centro de Difusão do Comunismo foi fechado por fazer propaganda política com recursos públicos, o que é ilegal, o mesmo deveria ocorrer com o IELA, que promove eventos na UFSC como a Semana Paulo Freire ou as Jornadas Bolivarianas, eventos nos quais participam agentes do governo cubano e abertamente ligados ao Foro de São Paulo.

O CDS – Centro de Desportos – da UFSC, no qual ocorre a semana Paulo Freire, bem que poderia se chamar Centro de Difusão do Socialismo (ainda hoje desconfio que a sigla CDS seja isso mesmo).

Como comunismo e perseguição cristã sempre andam de mãos dadas, os setores revolucionários da UFSC não poderiam ficar de fora. Os símbolos cristãos são ofendidos em meio à praça do campus, por estudantes do curso de Artes Cênicas. Ao mesmo tempo, nas salas de aula das ciências humanas, há a hegemonia do sentimento anticristão e do materialismo. O centro de psicologia dá andamento à destruição da moral quando praticamente só se interessa em pesquisar sobre sexualidade.

Os pedagogos da UFSC promovem concursos de cartazes “anti-homofobia” em escolas infantis de Florianópolis, que significa a destruição dos valores que as crianças aprendem em casa e na igreja, e a preparação das novas gerações à aceitação da legalização da pedofilia (a meta última do movimento gay é esta, e não apenas a legalização do casamento homossexual).

As feministas se reúnem anualmente para propagar o ódio ao cristianismo e o fim da família tradicional num evento chamado “Fazendo o Gênero”.

O curso de Direito faz apologia aberta ao governo genocida dos irmãos Castro ao organizar o “Cuba em Foco”.
É um verdadeiro crime intelectual ver como vários setores da UFSC deixaram de fazer ciência para apenas propagar a revolução. A depender de muitos criminosos que atuam nessa universidade sob o título de “pesquisador”, a União Soviética renascerá numa versão tropical e latina.

Atenciosamente,

Antonio Pinho
Editor e articulista do blog UFSC Conservadora.

Fonte

http://ufscon.wordpress.com/2013/10/05/carta-aberta-contra-o-socialismo-na-ufsc/#more-366

A nobreza da civilização que o vento levou

28/10/2013

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Os governos locais no Brasil e em Portugal – Câmara, Concelho, Vila, O que é

24/10/2013

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Racismo Anti-Branco Existe – E Está Aumentando Rapidamente no Mundo

21/10/2013

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Como é uma locomotiva sem vagões

21/10/2013

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Faça sua genealogia – certidão de inteiro teor é o primeiro passo

04/10/2013

Aos quatro dias do mês de março de mil novecentos e onze neste primeiro distrito do Termo e Cidade de São Borja, Estado do Rio Grande do Sul, na casa de residência do Senhor Antônio Sarmanho nesta ciade, as nove horas da noite, presente o cidadão João Garcia Góis juiz distrital de casamento, comigo escrivão interino adiante nomeado e assinado e as testemunhas General Manuel Nascimento Vargas, Major Viriato Dorneles Vargas e o Tenente Antônio Sarmanho, receberam-se em matrimônio o cidadão Doutor Getúlio Dorneles Vargas, solteiro, com vinte e oito anos de idade, profissão advogado, natural deste estado, residente nesta cidade, filho legítimo do General Manuel do Nascimento Vargas e de Dona Cândida Dorneles Vargas, ambos naturais deste estado, e residentes nesta cidade, e Dona Darci Lima Sarmanho, com quinze anos de idade, profissão doméstica, natural deste estado, residente nesta cidade, filha legítima do Tenente Antônio Sarmanho e de dona Alzira Lima Sarmanho já falecida e e sepultada no cemitério público desta cidade. E declaram não existirem parentesco entre ambos em grau proibido nem outro impedimento legal que as iniba de casar um com o outro. Em firmeza do que eu Abilio Correa Sá Escrivão interino lavro este ato do que vai por todos assinados.

 

Missa Ortodoxa é a mesma há 1700 anos – Diferença com a Missa Show

25/09/2013

O que a Bahia tem de bom? Quem ficou de fora da lista?

23/09/2013

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O que ensinam para seus filhos nas Escolas e Você fica Omisso e Acovardado

20/09/2013
Tiago Soares de Souza
Pessoas casadas com a esposa à disposição e o indivíduo se masturbando. Então, o que está acontecendo? Houve o vício, que de repente veio da pré – adolescência. E às vezes o indivíduo se casa tarde e ele passa 10,15 ou 20 anos se masturbando, aí chega ao casamento e o sexo propriamente dito, por penetração, não satisfaz a ele como a masturbação satisfaz.
O que está ocorrendo? Isso acontece porque entra o mecanismo do vício. Porque quando o indivíduo entra na experiência de sua sexualidade, no caso se ele prioriza, se ele primeiro parte para a masturbação, o evento da sexualidade, o evento do orgasmo, tudo isso é uma experiência muito intensa para o cérebro em nível de tecido, em nível celular, em nível de neurotransmissores. Dessa forma, é um evento que gera até mesmo um turbilhão de elétrons, porque o nosso cérebro é intermediado também por eletricidade de baixa voltagem. E esses elétrons criam trilhas neurais. Esses elétrons criam sinapses.
No caso do indivíduo que está iniciando na sua pré-adolescência, o hábito da masturbação vai criar sinapses que são ligações entre células nervosas, os elétrons vão circular por ali e se criam trilhas.
Preferencialmente o orgasmo vai por essas trilhas, que são trilhas diferentes do orgasmo no sexo por penetração. Assim, quando o indivíduo tem a experiência do sexo por penetração, as trilhas sulcadas durante décadas de prática da masturbação, vão dá o prazer por essas trilhas. Portanto, é assim que o vício da masturbação ocorre em nível de cérebro, em nível de tecido, de célula e de neurotransmissores, dificultando a transição para o ato sexual a dois.
E assim, a nossa mente se habitua a essa prática.
Ela de automatiza com a repetição. Ela se habitua quimicamente. Porque quando o indivíduo entra numa experiência sexual, como a masturbação, os elétrons vêem de forma intensa sobre o tecido cerebral e também trilhando as sinapses celulares que determinaram as trilhas para o orgasmo, mas foram determinadas a partir da auto – estimulação. O individuo e o seu parceiro até praticam o sexo com penetração, mas a intensidade devido ao tempo que passou masturbando-se e priorizando aquelas trilhas neurais da masturbação, nelas para ele é maior e mais prazerosa. Ou seja, o sexo a dois torna-se menos prazeroso do que a masturbação. Isso desestimula a prática sexual no casamento.
Outro problema decorrente dessa prática é a perda do controle da ejaculação durante o ato sexual a dois. Isso acontece porque, como seu cérebro está habituado química e fisicamente à prática da masturbação, a penetração o estimula de uma forma que ele não está habituado e causa a ejaculação precoce. Dessa forma, o sexo a dois torna-se menos interessante ainda. Isso é um problema tanto para os indivíduos que são casados, porque desestimula o sexo no casamento, podendo até provocar um divórcio, quanto para os indivíduos solteiros, porque desestimula a procura de parceiros sexuais.
A depressão emocional também é muito comum entre os indivíduos que aderem à prática onanista. Porque em todo ato sexual, de todas as formas, o orgasmo é uma promessa de felicidade que não se realiza. No entanto, os animais irracionais nunca se questionam sobre a finalidade de sua existência e, portanto a finalidade de seus atos
. Na espécie humana, todos os atos são extremamente complexos, porque sempre questionamos a finalidade deles. No ato sexual a dois, dentro de uma união estável, embora o orgasmo ainda seja uma promessa de felicidade que nunca se realiza, temos a consciência da finalidade da reprodução ou a finalidade de cimentar o relacionamento. Isso minimiza a culpa comum sentida após o ato sexual, causada pela promessa da felicidade não alcançada pelo orgasmo, e assim reduz os traumas psicológicos que podem decorrer das atividades sexuais.
Porém, no ato solitário da masturbação, os indivíduos não podem contar com essas ferramentas psicológicas. Portanto, é muito comum que indivíduos que se dedicam exclusivamente a prática da masturbação sofram de algum grau de depressão ou angústia emocional.
Com todos esses problemas que causam a destruição dos relacionamentos estáveis e tornam os indivíduos cada vez mais solitários e depressivos o porquê de ainda haver sexólogos e psicólogos que ensinam e estimulam a prática da masturbação com aulas de educação nas escolas?
O porquê de sexólogos e psicólogos ainda aparecerem nos meios de comunicação estimulando e ensinando tais práticas? Temos que nos lembrar que o marxismo cultural tem dois objetivos fundamentais: Destruir a potencialidade individual e destruir a família na sociedade. Pensando nisso, eu me lembrei de um livro da década de 50 de Cleon Skonsen chamado “45 metas do comunismo”. Skonsen denunciava nesse livro as 45 metas comunistas para destruir a civilização ocidental. Ele alegou que os comunistas procuraram incentivar a prática da masturbação nas seguintes metas:
17) Tomar o controle das escolas. Usá-las como centros de transmissão para as propagandas socialistas, e comunistas atuais. Tomar o controle de associações de professores. Inserir linha ideológica nos livros didáticos
25) Derrubar os padrões de cultura e moralidade, promovendo pornografia e obscenidade em livros, revistas, filmes, radio e televisão.
Enfim, tirem as conclusões que vocês quiserem. Eu estou apenas analisando os fatos. Abraços!

O Brasil de joelhos

20/09/2013

Em 18 de Setembro de 2013 o Brasil foi ajoelhado pelo poder da Foice e do Martelo que se instalou nas entranhas da Corte Máxima da nossa Justiça, o Supremo Tribunal Federal.

A falta de esperança na justiça deste país está estampada no semblante de cada brasileiro e brasileira que ficaram mudos quando o defensor obstinado dos bandidos mensaleiros, proferiu, que estes tem direito a um segundo julgamento.

Se a maioria do Supremo Tribunal Federal já está cooptada ao PT, a quem devemos recorrer para nos tirar deste lamaçal, ao Papa Francisco, que nos cobrou uma postura mais revolucionária ou às Forças Armadas Brasileiras ??

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Excelentíssimos senhores Enzo Peri – Ministro do Exército, Juniti Saito – Ministro da Aeronáutica e Julio de Moura Neto – Ministro da Marinha, a população ordeira deste país percebe que o bandidismo reina livremente em todos os cantos deste solo pátrio, inclusive no STF,com um agravante, agora estamos desarmados, caso a covardia tenham lhes tomado o corpo, teremos toda a parcimônia e entenderemos, mas pedimos encarecidamente apenas duas coisas :

SEUS SOLDADOS E ARMAS para tirarmos todos os bandidos do poder, serviço este, que os senhores já deveriam ter feito.

A Pátria Amada agradece !

Edson U Curió

Derrubar os brancos para implantar o Socialismo – está explícito – Só um cego politicamente correto não lê

20/09/2013

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VENEZUELA – A FALÊNCIA MORAL DE UM PAÍS

19/09/2013

Venezuela, la quiebra moral de un país http://internacional.elpais.com/internacional/2013/09/19/actualidad/1379609731_457003.html … via @el_pais

Isso só coloca EL PAIS entre os melhores jornais do mundo: NADA DISSO SE DIZ NO BRASIL SOBRE PT E SOBRE MST

La contribución de Chávez a la profundización de la violencia puede medirse en dos aspectos: limitar la represión policial para no perder votos entre su electorado y en la justificación ética del robo. Quien tiene hambre, dijo el mandatario en 1999, está habilitado para delinquir. “El apoyo a los invasores de tierras contribuyó a reforzar esa ética delincuencial, que está tan naturalizada que todos los venezolanos, en mayor o menor medida, ya consideran las normas como injustas y se sienten con el deber de romperlas”,

O Yankee tem orgulho da sua Constituição – Aqui não há motivo pra isso

19/09/2013

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Aconteceu de novo o Milagre de San Gennaro em 19/set/2013

19/09/2013
San Gennaro, si ripete il miracolo: il sangue si è scioltoLa notizia è stata salutata dai fedeli nella cattedrale di Napoli con un lungo e caloroso applauso. Sepe: “La città è sull’orlo di un grave collasso”
http://corrieredelmezzogiorno.corriere.it/napoli/notizie/cronaca/2013/19-settembre-2013/ore-941-san-gennaro-fa-miracolo-2223184156621.shtml

Miracolo San Gennaro © Tm NewsInfophoto
Miracolo San Gennaro © Tm NewsInfophoto

Il giorno più atteso dai fedeli. 19 settembre, San Gennaro. Il miracolo della liquefazione del sangue è avvenuto, l’annuncio alle 9, 41. La notizia del miracolo è stata salutata dai fedeli nella cattedrale di Napoli con un lungo applauso. Sventolato, secondo l’antica tradizione, il fazzoletto bianco. Il ripetersi del miracolo è letto dai napoletani come un segno di buon auspicio per la città.

LE PAROLE DEL CARDINALE SEPE – “Napoli, ma non solo Napoli, è sull’orlo di un grave collasso. Noi vogliamo una città e una comunità forte della sua dignità”. E ancora: “Contro l’ambiente è stato commesso un vero e proprio stupro della natura’. Non solo un ‘reato ma anche un vero peccato sempre più diffuso in questa società egoistica e consumistica. E’ la mentalità del profitto e dell’accaparramento brutale e senza scrupoli – ha aggiunto – che porta alla deriva di una sistematica e vandalica depredazione ambientale”.

LA STORIA – La leggenda narra che San Gennaro, vescovo di Benevento, fu martirizzato nel 305. Si ritiene che la sua nutrice ne raccolse il sangue in due ampolle per consegnare poi la preziosa  reliquia al vescovo di Napoli, tutt’oggi conservata in una cassaforte con doppia serratura nel Duomo di Napoli. Nel 315 il sangue si liquefece per la prima volta. Il giorno della festa di San Gennaro le ampolle vengono esposte ai fedeli che attendono nei pressi dell’altare il “miracolo” dello scioglimento del sangue con suppliche, preghiere e litanie in dialetto.

LA LIQUEFAZIONE – Il fenomeno è invocato tre volte l’anno (il sabato precedente la prima domenica di maggio e negli otto giorni successivi; il 19 settembre e per tutta l’ottava delle celebrazioni in onore del patrono, e il 16 dicembre), durante una solenne cerimonia religiosa guidata dall’arcivescovo. Per sottolineare come la religione possa fondersi con la superstizione popolare, la liquefazione durante la cerimonia è ritenuta foriera di buoni auspici per la città; al contrario, la mancata liquefazione è vista come cattivo presagio per la città.

Bush em 22 de novembro 1963 em Dallas Texas?

18/09/2013

http://www.wnd.com/2013/09/did-george-h-w-bush-witness-jfk-assassination/

A Matança (Genocídio) de Cristãos na Nigéria e o Silêncio da CNBB e do Vaticano

16/09/2013

Extremistas muçulmanos recebem 98 reais por cada cristão morto.

Boko Haram faz Nigéria ser o país com maior índice de cristãos martirizados este ano, por Jarbas Aragão

   Quanto vale a vida de um cristão?

Na Nigéria, muçulmanos pagam aos membros do Boko Haram, em média, 7. 000 nairas por cada cristão morto. Quantia que equivale a 98 reais no câmbio atual. O grupo cristão Jubilee Campaign têm feito graves denúncias sobre isso ao governo nigeriano, Mas o próprio presidente admitiu que não consegue controlar o exército do Boko Haram, o qual é sustentado e equipado pela Al-Qaeda.

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Seu desejo manifesto é estabelecer um Estado Islâmico, governado pela sharia, em um país onde quase 50% da população professa a fé cristã. A região norte hoje é quase totalmente controlada pelos extremistas e onde ocorre a maioria dos assassinatos e ataques a igrejas. Embora recentemente a atenção da mídia esteja voltada para o massacre de cristãos na Síria, os números são imprecisos.

A rede de TV muçulmana Al Jazeera entrevistou recentemente Ibrahim Mohammed, um soldado do Boko Haram que está preso. Ele foi enfático: “Nós escolhemos pegar em armas contra as pessoas que não querem a sharia. Deus me pediu que lutássemos [contra elas]”. O repórter questionou sobre os outros muçulmanos e as crianças que acabaram mortas durante os ataques.

“Quem morre sendo inocente, não tem com o que se preocupar. Além disso, nós somos perdoados por Deus, pois é uma guerra santa [jihad]“. Massimo Introvigne, coordenador do Observatório da Liberdade Religiosa na Itália chamou atenção do mundo para essa situação no final do ano passado. “Estima-se que em 2012 morreram 105 mil cristãos por motivos religioso.

Ou seja, um morto a cada 5 minutos”, disse. Professor de sociologia e pesquisador do Vaticano, Introvigne explica que são tanto evangélicos, quanto católicos, ortodoxos e coptas. Para ele, as áreas de maior risco são as que possuem grupos muçulmanos jihadistas, que desejam implantar as leis islâmicas.

“As zonas de risco são muitas, mas podemos identificar basicamente três países onde é consequência do fundamentalismo islâmico: Nigéria, Somália, Mali”, disse.

O direito de praticar livremente a própria religião é um dos direitos fundamentais, reconhecido no artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Reconhecidamente é impossível uma estimativa precisa do martírio. Contudo, a ONG World Watch Monitor, que luta pelos direitos humanos, afirma que metade das pessoas mortas por motivos religiosos este ano viviam na Nigéria.

Com informações de Jubile e Campaign, Christianity Today e AINA

A Miséria intelectual e Os Miseráveis Intelectuais da Filosofia da USP – O abacaxi deixado pelo doutor Armando de Sales Oliveira

15/09/2013

Em ataque histérico a Olavo de Carvalho, turba de Renato Janine Ribeiro dá mais um exemplo da espiral do delírio

BY  on 15 DE SETEMBRO DE 2013 • ( 8 )

O HOMEM QUE É ANALFABETO FUNCIONAL INCAPAZ DE LER E COMENTAR UM TEXTO E GANHA MILHARES DE REAIS NA USP

get_imgEm 13 de setembro, um tal de Renato Janine Ribeiro, professor de Ética e Filosofia na USP, ultra-esquerdista até a medula e adepto do PT, fez sua “crítica” em relação ao livro “O Mínimo que você precisa saber para não ser um idiota”, de Olavo de Carvalho:

Para ter Olavo de Carvalho entre os mais vendidos do Kindle, é preciso dizer que a inovação tecnológica convive com o retardamento mental.

Com isso, a militância ficou eufórica. Um deles, Eduardo Yandre Garcia, disse: “Essa é frase do ano. Daquelas que nos da um pouco de alento.” Até Janine achou demais: “Obrigado, Eduardo Vandre Garcia… Nao merecia tanto…”

O mais fiel cão de guarda do PT dentre os discípulos de Janine parece ser Alexey Dodsworth, que apresenta três pontos para provar que a filosofia de Olavo é para retardados mentais:  (1) Olavo citar um suposto caso de uso de fetos abortados como adoçante na Pepsi, (2) Olavo ter questionado a teoria da relatividade, (3) Olavo dizer que a relação homossexual entre homens é qualificada pelo ato de dar e comer cu.

No mesmo tópico do Facebook, um leitor, postou o seguinte desafio de Olavo, que alcançou mais de 1300 “likes” (enquanto o post original de Janine não tinha chegado a 700, até aquele momento):

A declaração é apoiada por algumas dezenas de pessoas, todas pertencentes ao mesmo grupo social: professores e estudantes universitários.Diante da confiança absoluta que ele tem na imensurável superioridade intelectual que o separa da minha pessoa, superioridade reiteradamente confirmada pelo testemunho dos seus apoiadores, desafio publicamente o distinto a debater comigo qualquer tema filosófico ou político da sua escolha. As regras serão as mesmas do debate que travei com o prof. Duguin. O debate será publicado no meu site, no Seminário de Filosofia, no Mídia Sem Máscara e onde mais o meu contendor deseje publicá-lo.

Eu poderia sugerir como tópico a ser abordado a tese do sr. Janine de que não se deve jamais impedir que um cão faça pipi no sofá, mas aceito, em princípio, qualquer outra sugestão, reservando-me o direito, é claro, de analisar criticamente a sua formulação do problema até chegarmos a algo que seja de comum acordo antes do início do debate.

Se o sr. Janine preferir pular fora, alegando que sua superioridade é autoprobante e que não precisa do pedestal para prová-la num confronto com um Zé Mané qualquer, compreenderei perfeitamente a sua atitude, o que não me impedirá de tirar dela as conclusões que bem entenda.

Sem mais para o momento,

Olavo de Carvalho

Não é preciso dizer que Janine fugiu do desafio (mesmo com os 1300 “likes” recebidos, o que inviabiliza a tese de que ele “não viu”), e que sua turba se tornou ainda mais histérica. Olavo complementou, em outro post no Facebook, a situação atual:

Objeções fulminantes à filosofia do Olavo de Carvalho:

1 – Ele diz que a Pepsi-Cola usou fetos de bebês abortados como adoçante.

2 – Ele nega a lei da gravitação universal de Newton.

3 – Ele desmente a lei da relatividade de Einstein.

4 – Ele nega o heliocentrismo.

5 – Ele diz que a relação homossexual masculina consiste somente em dar o cu ou comê-lo. Quanta incompreensão!

Todas essas objeções têm em comum as seguintes características:

1 – Nenhuma foi extraída de um livro meu, nem mesmo de um artigo de jornal. Todas vieram de frases soltas colhidas num programa de rádio.

2 – Todas deformam caricaturalmente o meu pensamento, eliminando nuances e mediações e tomando como juízo categórico o que é dito em modo escalar e comparativo.

3 – Todas partem do princípio de que se você critica algum ponto num autor, é porque é contra tudo o que ele disse ou escreveu.

4 – Todas partem também do princípio de que, se você é contra algo, é porque é adepto fervoroso da coisa contrária.
Isso é TUDO o que a comunidade acadêmica que gira em torno do prof. Renato Janine Ribeiro conseguiu alegar contra mim até o momento.

Ao contrário de outros grupos de anti-olavistas, esse não levanta contra mim a acusação de ter sido astrólogo, pelo simples fato de que um dos seus membros mais falantes ainda o é.

A coisa é de uma miséria mental quase inimaginável.

A tese de Olavo de Carvalho abordada em seu livro (mas não apenas por lá) continua funcionando de maneira colossal, e seus oponentes ainda não se aperceberam disso. É isso que deveríamos apontar. Diante de argumentos que questionam logicamente seus pressupostos, esquerdistas de perfil socialista reagem de forma histérica. E é essa reação que Olavo prevê.

Na turba de Janine, só temos duas formas de atuação, que em alguns casos podem convergir: a atuação psicopática e a atuação histérica. Esta atuação histérica está associada com a minha teoria da espiral do delírio, a qual diz que se um grupo alcança a hegemonia, perde seus freios lógicos e morais, e então profere suas ideias não pelo seu valor de logicidade, racionalidade e/ou moralidade, mas pelo benefício que recebem. Isso acontece por que aqueles que poderiam em público questionar e demonstrar o ridículo de suas ideias estão calados.

Eu não digo que Renato Janine, Alexey Dodsworth e Eduardo Yandre são incapazes de exercer suas funções técnicas no cotidiano. Não falo da capacidade deles para montar um lego, varrer o chão ou mesmo preencher uma planilha Excel. Acho que para esse tipo de atuação técnica, eles provavelmente possuem a mesma capacidade de um não-esquerdista. A psicopatia e/ou histeria surge quando a ação discursiva deles está relacionada a pontos que os afetem emocionalmente, como a paixão que nutrem pelo partidão. (Paixão no caso do esquerdista funcional, e alinhamento estratégico no caso do esquerdista beneficiário)

Quando comparamos Janine e seus leitores a histéricos, incapazes do menor traço discussão racional, falamos de sua atuação política, durante atos discursivos que executam enquanto proferem as crenças pelas quais estão apaixonados. Em toda vez que atuam politicamente, podemos dizer que eles estão na espiral do delírio. Diante disso, esperar qualquer traço de racionalidade no que eles verbalizam é o mesmo que esperar tolerância da Irmandade Muçulmana.

É aí que podemos colocá-los dentro de uma jaula intelectual, da qual, mesmo que os avisemos que eles estão lá, jamais conseguirão sair. A partir desse momento, a interação com eles não deve passar de um experimento, no qual testamos as reações deles e explicamos para a platéia o fenômeno que estudamos. O fenômeno, no caso, é a perda de qualquer noção de lógica e ética no ato discursivo do esquerdista quando questionado. E, de acordo com a minha tese da espiral do delírio, esse fenômeno é potencializado por que nós, da direita, não temos demonstrado ao público em grau suficiente o quanto esse comportamento deles é ridículo e indigno para uma sociedade civil.

O que é isso Companheiro? Matadouro?

15/09/2013

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Cristãos sendo decapitados na Síria pela oposição a ASSAD apoiada pelo Anti Cristo Obama

15/09/2013

http://noticias.gospelprime.com.br/cristaos-decapitados-siria/

COMO MONTAR UM PARTIDO POLÍTICO DE DIREITA NO BRASIL: O único país que não tem Direita

14/09/2013

COMO MONTAR UM PARTIDO POLÍTICO DE DIREITA NO BRASIL:

A Receita vem da França e do Front National – e da Revelação Política do Terceiro Milênio no Mundo – MARION MARECHAL LE PEN

Há 40 anos, Pinochet livrava o Chile do comunismo

11/09/2013

E faz hoje exactamente 40 anos que o grande General Augusto Pinochet libertou o Chile das garras do comunismo!!!

Serás sempre recordado com profunda saudade!

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Já existiu ficha limpa para vereador na Idade Média – Bons tempos

11/09/2013

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FICHA LIMPA PARA VEREADOR NAS ORDENAÇÕES DE D. DUARTE

Bush 11 de setembro de 2013

11/09/2013

Observing a moment of silence with staff of the George W. Bush Presidential Center this morning at 7:46 am in Dallas. Exactly 12 years ago on September 11, 2001, the first plane struck the North Tower of the World Trade Center. “These acts shattered steel, but they cannot dent the steel of American resolve.” We Will #NeverForget.

 

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As Camara de Vereadores no Império do Brasil tinham mais poder do que hoje

11/09/2013

http://legis.senado.leg.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=81878&tipoDocumento=LEI&tipoTexto=PUB

AS CÂMARAS MUNICIPAIS NO BRASIL DE 1828-1989, DURANTE O IMPÉRIO DO BRASIL PODIAM LEGISLAR SOBRE:

TITULO III

POSTURAS POLICIAES

Art. 66. Terão a seu cargo tudo quanto diz respeito á policia, e economia das povoações, e seus termos, pelo que tomarão deliberações, e proverão por suas posturas sobre os objectos seguintes:

§ 1º Alinhamento, limpeza, illuminação, e desempachamento das ruas, cães e praças, conservação e reparos de muralhas feitas para segurança dos edificios, e prisões publicas, calçadas, pontes, fontes, aqueductos, chafarizes, poços, tanques, e quaesquer outras construcções em beneficio commum dos habitantes, ou para decôro e ornamento das povoações.

§ 2º Sobre o estabelecimento de cemiterios fóra do recinto dos templos, conferindo a esse fim com a principal autoridade ecclesiastica do lugar; sobre o esgotamento de pantanos, e qualquer estagnação de aguas infectas; sobre a economia e asseio dos curraes, e matadouros publicos, sobre a collocação de cortumes, sobre os depositos de immundices, e quanto possa alterar, e corromper a salubridade da atmosphera.

§ 3º Sobre edificios ruinosos, escavações, e precipicios nas vizinhanças das povoações, mandando-lhes pôr divisas para advertir os que transitam; suspensão e lançamento de corpos, que possam prejudicar, ou enxovalhar aos viandantes; cautela contra o perigo proveniente da divagação dos loucos, embriagados, de animaes ferozes, ou damnados, e daquelles, que, correndo, podem incommodar os habitantes, providencias para acautelar, e atalhar os incendios.

§ 4º Sobre as vozerias nas ruas em horas de silencio, injurias, e obscenidades contra a moral publica.

§ 5º Sobre os damninhos, e os que trazem gado solto sem pastor em lugares aonde possam causar qualquer prejuizo aos habitantes, ou lavouras; extirpação de reptis venenosos, ou de quaesquer animaes, e insectos devoradores das plantas; e sobre tudo o mais que diz respeito á policia.

§ 6º Sobre construcção, reparo, e conservação das estradas, caminhos, plantações de arvores para preservação de seus limites á commodidade dos viajantes, e das que forem uteis para a sustentação dos homens, e dos animaes, ou sirvam para fabricação de polvora, e outros objectos de defesa.

§ 7º Proverão sobre lugares onde pastem e descancem os gados para o consumo diario, em quanto os Conselhos os não tiverem proprios.

§ 8º Protegerão os criadores, e todas as pessoas, que trouxerem seus gados para os venderem, contra quaesquer oppressões dos empregados dos registros, e curraes dos Conselhos, aonde os haja, ou dos marchantes e mercadores deste genero, castigando com multas, e prisão, nos termos do titulo 3º art. 71, os que lhes fizerem vexames, e acintes para os desviarem do mercado.

§ 9º Só nos matadouros publicos, ou particulares, com licença das Camaras, se poderão matar, e esquartejar as rezes; e calculado o arrobamento de cada uma rez, estando presente os exactores dos direitos impostos sobre a carne; permitir-se-ha aos donos dos gados conduzil-os depois de esquartejados, e vendel-os pelos preços, que quizerem, e aonde bem lhes convier, com tanto que o façam em lugares patentes, em que a Camara possa fiscalisar a limpeza, e salubridade dos talhos, e da carne, assim como a fidelidade dos pesos.

§ 10. Proverão igualmente sobre a commodidade das feiras, e mercados, abastança, e salubridade de todos os mantimentos, e outros objectos expostos á venda publica, tendo balança de ver o peso, e padrões de todos os pesos, e medidas para se regularem as aferições; e sobre quanto possa favorecer a agricultura, commercio, e industriados seus districtos, abstendo-se absolutamente de taxar os preços dos generos, ou de lhes pôr outras restricções á ampla, liberdade, que compete a seus donos.

§ 11. Exceptua-se a venda da polvora, e de todos os generas susceptiveis do explosão, e fabrico de fogos de artificio, que pelo seu perigo, só se poderão vender, e fazer nos lugares marcados pelas Camaras, e fóra de povoado, para o que se fará conveniente postura, que imponha condemnação, aos que a contravierem.

§ 12. Poderão autorizar espectaculos publicos nas ruas, praças, e arraiaes, uma vez que não offendam a moral publica, mediante alguma medica gratificação para as rendas do Conselho, que fixarão por suas posturas.

Art. 67. Cuidarão os Vereadores, além disto em adquirir modelos de machinas, e instrumentos ruraes, ou das artes, para que se façam conhecidos aos agricultores, e industriosos.

Art. 68. Tratarão de haver novos animaes uteis, ou de melhorar as raças dos existentes, assim como de ajuntar sementes de plantas interessantes, e arvores fructiferas, ou prestadias para as distribuirem pelos lavradores.

Art. 69. Cuidarão no estabelecimento, e conservação das casas de caridade, para que se criem expostos, se curem os doentes necessitados, e se vaccinem todos os meninos do districto, e adultos que o não tiverem sido, tendo Medico, ou Cirurgião de partido.

Art. 70. Terão inspecção sobre as escolas de primeiras letras, e educação, e destino dos orphãos pobres, em cujo numero entram os expostos; e quando estes estabelcimentos, e os de caridade, de que trata o art. 69, se achem por Lei, ou de facto encarregados em alguma cidade, ou vida a outras autoridades individuaes, ou collectivas, as Camaras auxiliarão sempre quanto estiver de sua parte para a prosperidade, e augmento dos sobreditos estabelecimentos.

Art. 71. As Camaras deliberação em geral sobre os meios de promover e manter a tranquillidade, segurança saude, e commodidade dos habitantes; o asseio, segurança, elegancia, e regularidade externa dos edificios, e ruas das povoações, e sobre estes objectos formarão as suas posturas, que serão publicadas por editaes, antes, e depois de confirmadas.

Art. 72. Poderão em ditas suas posturas comminar penas até 8 dias de prizão, e 30$000 de condemnação, as quaes serão aggravadas nas reincidencias até 30 dias de prisão, e 60$000 de multa. As ditas posturas só terão vigor por um anno em quanto não forem confirmadas, a cujo fim serão levadas aos Conselhos Geraes, que tambem as poderão alterar, ou revogar.

Art. 73. Os cidadãos, que se sentirem agravados pelas deliberações, acórdãos, e posturas das Camaras, poderão recorrer para os Conselhos Geraes, e na Côrte para a Assembléa Geral Legislativa; e aos Presidentes das provincias, e por estes ao Governo, quando a materia fôr meramente economica e administrativa.

Ribeirão Preto – 3° melhor cidade para se viver

10/09/2013

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PS faliu Portugal 3 vezes – comunismo é miséria

09/09/2013

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Sergipe De Pé Pelo Brasil – Patriotas Pedem Intervenção Militar-Já – 7 de setembro de 2013

07/09/2013

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Islamists Destroy Church, Humiliate Christians in Southern Egypt Town

07/09/2013
DALGA, Egypt (AP) — The Coptic Orthodox priest would only talk to his visitor after hiding from the watchful eyes of the bearded Muslim outside, who sported a pistol bulging from under his robe.

So Father Yoannis moved behind a wall in the charred skeleton of an ancient monastery to describe how it was torched by Islamists and then looted when they took over this southern Egyptian town following the ouster of the country’s president.

“The fire in the monastery burned intermittently for three days. The looting continued for a week. At the end, not a wire or an electric switch is left,” Yoannis told The Associated Press. The monastery’s 1,600-year-old underground chapel was stripped of ancient icons and the ground was dug up on the belief that a treasure was buried there.

Read More at Times of Israel  Photo Credit: APAPTOPIX-Mideast-Egypt_Horo-7-635x357

A democracia está chegando na Síria mas vai durar pouco – foram 6.000 anos de tirania – Isso não acaba tão fácil

05/09/2013

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Já são 14 membros do Congresso a pedirem o impeachment de Obama – O primeiro presidente negro dos EUA

05/09/2013
WND EXCLUSIVE

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Lawmaker: Syrian strike on Obama’s orders only would violate law

Published: 10 hours ago

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By Scott Greer

House Republican Duncan Hunter of California says if President Obama orders a military strike on Syria without the approval of Congress, it would constitute an impeachable offense

Read more at http://www.wnd.com/2013/09/14th-member-of-congress-talks-impeachment/

http://www.wnd.com/2013/09/14th-member-of-congress-talks-impeachment/#MYbiCggKKW0Bb2Zc.99

 

Presidente da Venezuela Maduro é agente cubano – assim como Zé Dirceu

01/09/2013

Só a Rússia poderá nos salvar – Putin – O Herói do Milênio

01/09/2013

30 de agosto de 2013
Presidente Vladimir Putin
Federação Russa
23, Ilyinka Street
Moscou, 103132, Rússia

Prezado Presidente Putin
No nome de milhões de americanos e canadenses que estão preocupados com a propagação aparentemente irreversível da homossexualidade em nossos países e internacionalmente, desejo respeitosamente expressar minha gratidão sincera que sua nação tem assumido uma postura firme e inequívoca contra esse flagelo ao proibir a propaganda homossexualista na Rússia. Você tem dado um exemplo de liderança moral que está envergonhando os governos da Europa Ocidental e América do Norte. Você tem inspirado os povos do mundo. A Lituânia, a Moldávia, a Hungria e a Ucrânia já estão começando a seguir seu exemplo baseado em princípios, e você tem gerado esperança real no movimento pró-família internacional de que essa agenda sexual destrutiva e degradante pode finalmente começar a ser freada no mundo inteiro.
Como líder de longa data no movimento pró-família que fez uma turnê em seu país em 2006 e 2007 defendendo a própria lei que você sancionou, quero prevenir você a não presumir que você resolveu totalmente o problema com a sanção dessa lei. A batalha para proteger sua sociedade da homossexualização apenas começou, e você poderá ficar surpreso de descobrir nos próximos meses e anos que muitos líderes mundiais começarão a trabalhar agressivamente para tentar intimidar você e forçar você a se render às exigências homossexualistas.
Poucas agendas políticas na história da humanidade tiveram a tenacidade e determinação do movimento homossexualista. Seus ativistas são movidos por uma militância implacável e fervor de avançar seus próprios interesses egoístas que rivalizam até com as seitas religiosas mais fanáticas. Dá para se ver um vislumbre do espírito por trás desse movimento em Gênesis 19:4-11.
Em apenas cinquenta anos esse grupo periférico que representa apenas 2% da população tem, por meio de pura força de vontade e intimidação, ganhado mais influência política nos poderes legislativos e tribunais do mundo ocidental do que a igreja cristã. A conduta sexual que define sua identidade como indivíduos e como movimento era quase universalmente ilegal e proibida durante os anos em que nossas duas nações estavam aliadas contra a ameaça do nazismo, mas pouco mais de meio século depois os líderes homossexualistas e seus representantes ocupam a maioria dos cargos de poder no Ocidente, e estão crescendo no Oriente e nas nações em desenvolvimento também.
Ao preparar sua sociedade para reconhecer e confrontar as iniciativas do movimento de militantes gays é importante compreender que a propaganda e as políticas deles seguem o conto de que toda censura à homossexualidade leva inevitavelmente ao ódio, violência e assassinato de homossexuais. Todas as políticas pró-homossexualismo dos Estados Unidos e da Europa se apoiam nessa premissa implícita e inquestionável, mas fictícia. Portanto, o movimento homossexualista não está simplesmente buscando tolerância social, ou aceitação, mas poder e controle politico. Eles querem o poder de reprimir toda desaprovação à homossexualidade na sociedade russa e forçar todos os cidadãos (principalmente os jovens) a adotar a opinião de que a conduta homossexual é boa e normal.
Eles pedem igualdade, mas logo que conseguem todos os ideais sociais que exploraram para chegar ali, tais como tolerância social, liberdade de expressão e respeito pela diversidade cultural, vem o descarte desses ideais. Em lugar desses ideais introduz-se uma nova cosmovisão e moralidade reversa e invertida que condenam toda desaprovação à homossexualidade como uma nova forma imaginária de intolerância. Chamo esse fenômeno de “homo-fascismo” e o defino como uma forma de extremo radicalismo esquerdista e retrógrado que busca estabelecer rígidos controles autoritários sobre todos os discursos públicos e políticas governamentais com relação a normas e boas maneiras sexuais, e sancionar medidas punitivas contra pessoas que discordam por motivo de consciência, punindo ou suprimindo toda desaprovação à homossexualidade e condutas sexuais relacionadas (que evidentemente, muito embora eles neguem, rapidamente incluiriam doutrinação e exploração sexual de crianças).
Nos próximos meses e anos a Rússia e seu povo serão cada vez mais retratados por exagerações abusivas e carregadas de paixão como portadores de ódio e intolerância, decididos a exterminar os homossexuais. Aliás, a campanha de propaganda sobre esse tema já foi iniciada, com filmagens de vídeo professando mostrar neo-nazistas russos batendo em homossexuais agora circulando na internet, junto com a falsa insinuação de que essa é a intenção da lei russa. Essa mesma máquina de propaganda e metodologia vem triturando Uganda desde 2009 quando esse país introduziu (mas nunca aprovou) seu Projeto de Lei Anti-Homosexualidade (PLAH) que concordo foi duro demais, mas que nunca refletiu nenhuma intenção do governo de Uganda de exterminar homossexuais, conforme os ativistas gays e seus aliados dos meios de comunicação continuam a alegar.
Aliás, esse conto gay que iguala oposição à homossexualidade ao genocídio nazista é em parte uma tentativa de obscurecer as raízes feias do moderno movimento homossexualista na Alemanha antes do nazismo. O fascismo alemão era formado e facilitado por homossexuais do sexo masculino, de orientação masculina, em resposta ao modelo efeminado da homossexualidade que sustentava que todos os homens homossexualistas eram realmente almas fêmeas aprisionadas em corpos de homens. Começando na década de 1860, os homossexuais fêmeos, depois de Karl Heinrich Ulrichs, o avô do movimento de direitos gays, construíram um poderoso movimento social e politico na Alemanha que focava na revogação das leis contra a sodomia.
Ofendidos pela constante caracterização da homossexualidade masculina como efeminada, os homossexuais machos criaram seu próprio movimento fundamentados na filosofia de culto ao guerreiro exemplificado pela antiga Esparta. Esses foram os primeiros fascistas alemães e de suas fileiras vieram primeiro os briguentos de uniformes marrons da 1ª Guerra Mundial e então o Partido Nazista. Essa tese é fartamente documentada em meu livro “The Pink Swastika: Homosexuality in the Nazi Party” (A Suástica Rosa: Homossexualidade no Partido Nazista), que co-autorei em 1995 com o pesquisador Kevin E. Abrams.
Junto com essa carta, estou incluindo um exemplar de The Pink Swastika (Quarta Edição) em inglês que vem autografado pelo meu co-autor e eu. Logo estaremos completando um processo há muito atrasado de publicar o livro em russo, e assim nos comprometemos que dedicaremos a versão russa da The Pink Swastika ao governo russo e a seu povo. Será nossa honra enviar o primeiro exemplar da versão russa a você.
Mais uma vez, obrigado, presidente Putin, por permanecer firme na defesa da família natural, que é o alicerce essencial de toda civilização humana. Talvez por meio da inspiração de sua liderança, uma aliança das pessoas boas de nossos países com as pessoas boas de seu país, possamos de novo de alguma forma cooperativa, redimir o futuro da humanidade de um Leviatã fascista, exatamente como fizemos na 2º Guerra Mundial.
Respeitosamente,
Pastor Scott Lively, J.D., Th.D.
Defend the Family International
PO Box 2373
Springfield, MA 01101
Estados Unidos

O alto preço da subversão e do terrorismo contra os EUA – Estados Unidos gastam 56 bilhões por ano nas 13 agências que garatem a segurança dos EUA

29/08/2013

http://www.washingtonpost.com/wp-srv/special/national/black-budget/

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