Archive for the ‘documentos históricos’ Category

A Constituição que não foi – 2 constituições esquecidas do ano de 1890

01/06/2017

http://legis.senado.leg.br/legislacao/PublicacaoSigen.action?id=390070&tipoDocumento=DEC-n&tipoTexto=PUB

http://legis.senado.leg.br/legislacao/PublicacaoSigen.action?id=388004&tipoDocumento=DEC-n&tipoTexto=PUB 

Anúncios

No dia da Abolição, a vida dura do fazendeiro que não foi indenizado e que pagava o imposto da meia siza

13/05/2017

Senado Federal

Secretaria de Informação Legislativa

Este texto não substitui o original publicado no Diário Oficial.

DECRETO N. 151 – DE 11 DE ABRIL DE 1842

Dando Regulamento para a arrecadação da Taxa, e Meia Siza dos escravos.

Tendo ouvido o parecer da secção de Fazenda do Meu Conselho de Estado, Hei por bem que se execute o Regulamento, que com este baixa, assignado pelo Visconde de Abrantes, do Meu Conselho, Senador do lmperio, Ministro e Secretario de Estado dos Negocios da Fazenda, e Presidente do Tribunal do Thesouro Publico Nacional. O mesmo Ministro o tenha assim entendido e faça executar com os despachos necessarios. Palacio do Rio de Janeiro em onze de Abril de mil oitocentos quarenta e dous, vigesimo primeiro da Independencia e do Imperio.

Com a Rubrica de Sua Magestade o Imperador.

Visconde de Abrantes.

REGULAMENTO PARA A ARRECADAÇÃO DA TAXA, E MEIA SIZA DOS ESCRAVOS, EM OBSERVANCIA DO ART. 17 DA LEI Nº 243 DE 30 DE NOVEMBRO DE 1841

CAPITULO I

Da matricula dos escravos

Art. 1º Proceder-se-ha a uma matricula geral de todos os escravos residentes nas Cidades e Villas do Imperio, sujeitos á taxa annual de 1$000, estabelecida pelo art. 9º § 5º da Lei de 31 de Outubro de 1835.

  • Unico. No Municipio da Côrte a matricula será dividida em duas partes distinctas comprehendendo uma os escravos residentes dentro dos limites da Cidade, sujeitos por isso á taxa e outra os escravos residentes nas Freguezias de fóra da Cidade, não sujeitos á dita taxa.

Art. 2º A este alistamento, ou matricula, se dará principio na Côrte e nas mais Cidades e Villas vinte dias depois de haver sido nellas publicado este Regulamento.

Art. 3º O alistamento, ou matricula, será feito pelas Recebedorias e Mesas de Rendas, onde as houver, ou pelas Collectorias, em livros proprios; seguindo-se a ordem numerica das casas, e designando-se os nomes das ruas e bairros. O dia marcado para o alistamento de cada rua ou bairro será annunciado com a anticipação de 8 até 15 dias.

Art. 4º Na Côrte, dentro dos limites da Cidade e nas Provincias, em todas as Cidades e Villas, os escravos sujeitos á taxa serão dados á matricula dentro do prazo de 30 dias, contados do que fôr annunciado, não só pelos respectivos senhores e proprietarios, mas tambem por aquelles que, sendo moradores nas mesmas Cidades e Villas, os tiverem de pessoa de fóra dellas empregados no seu serviço ordinario, por aluguel, emprestimo, usufructo ou algum outro titulo.

Art. 5º Todos os senhores e outros mencionados no artigo antecedente, deveráõ apresentar uma relação assignada por elles dos escravos que lhes pertencerem, ou tiverem em sua administração e serviço, ou declaração dos nomes, sexos, côr, idade sabida, ou presumida, naturalidade e officio dos mesmos escravos.

  • unico. Iguaes relações serão apresentadas pelos possuidores de escravos residentes fóra dos limites da Cidade do Rio de Janeiro no Municipio da Côrte, no prazo de 60 dias, contados daquelle em que começar a matricula. Os encarregados do lançamento e cobrança, conservaráõ estas relações por espaço de um anno para dissolver quaesquer duvidas, que dentro delles se suscitem.

Art. 6º No acto da primeira matricula a ninguem se exigirá o titulo por que possue o escravo; findo porém o tempo della, nenhum escravo, além dos já matriculados, o será de novo sem que o dono apresente o titulo por que o possue.

Art. 7º A matricula dos escravos sujeitos á taxa será renovada de 3 em 3 annos, a contar do que corre, no mez de Julho, em todas as Cidades e Villas do Imperio; e de 5 em 5 annos o será no mesmo mez de Julho a matricula dos escravos, residentes nas Freguezias de fóra da Cidade do Rio de Janeiro, no Municipio da Côrte.

Art. 8º Dar-se-ha aos donos, e outros de que trata o art. 4º, um certificado resumido de cada matricula dos respectivos escravos, declarando os nomes, sexo, côr e officios destes, e o numero da mesma matricula, e da pagina do livro onde estiver lançada.

Art. 9º No ultimo mez do 1º, 2º, 3º e 4º anno do triennio, ou quinquennio que deve durar a matricula, os donos e administradores dos escravos farão declarações assignadas e justificadas, assim dos que adquirirem de mais por nascimento, ou outro meio, como dos que deixarem de possuir por alforria, alienação ou morte, certidões de baptismo ou obito, e os escriptos de liberdade, compra, venda, doação, etc., devem ser apresentados como documentos justificativos de taes declarações, que serão averbadas no livro da matricula e no certificado, de que trata o artigo precedente.

Art. 10. Na conformidade das sobreditas declarações, por-se-hão na matricula as notas necessarias para serem attendidas no lançamento da taxa do anno futuro, e se darem ás partes os certificados, que requererem a bem do seu direito.

Art. 11. Os escravos, que uma vez forem matriculados, não ficaráõ isentos do pagamento da taxa de 1$000 estabelecida pelo § 5º do art. 9º da Lei de 31 de Outubro de 1835, sendo sujeitos a ella e nem serão riscados da matricula senão no caso de liberdade, morte, ou venda para fóra da Cidade ou Villa, ou do Municipio.

Art. 12. Os escravos que entrarem por mar ou por terra para o Municipio da Côrte e mais Cidades e Villas do Imperio, serão igualmente matriculados pelas pessoas ou consignatarios que os receberem, e que deveráõ fazer na Recebedoria a precisa declaração e haver della o certificado competente. Exceptuão-se:

  • 1º Os escravos que entrarem e sahirem em serviço de seus donos, com tanto que apresentem guia assignada por estes, e vista pela Autoridade Policial do lugar em que residirem.
  • 2º Os que entrarem e sahirem acompanhando a seus donos residentes fóra do Municipio, como empregados em serviço domestico, com tanto que sejão nomeados nos passaportes respectivos a entrada e a sahida.

CAPITULO II

Do lançamento e cobrança da taxa

Art. 13. Logo que se concluir a matricula, far-se-ha o lançamento da taxa, que deva ser arrecadada no 1º anno. E os donos a pagaráõ de todos os escravos que forem lançados para o anno, ainda que no decurso delle tenhão sahido do seu dominio por qualquer motivo, ou fallecido. O lançamento da mesma taxa para o 2º e 3º annos do triennio será feito á vista da matricula, e declarações de que trata o art. 9º; e na arrecadação do respectivo anno observar-se-ha o que fica disposto ácerca do 1º.

Art. 14. A cobrança da taxa dos escravos será feita annualmente no decurso do mez de Agosto.

  • Unico. Se no anno financeiro proximo faturo não se puder effectuar esta cobrança no referido mez de Agosto em algumas Provincias do lmperio, terá ella lugar, com a brevidade possivel, em algum dos seguintes mezes.

CAPITULO III

Da arrecadação da meia siza

Art. 15. O imposto da meia siza, estabelecido pelo Alvará de 3 de Junho de 1809 § 2º, será arrecadado deduzindo-se 5% do valor de qualquer escravo que fôr vendido, adjudicado ou arrematado, dado ou cedido em solução de divida.

  • Unico. E’ isento deste imposto a alforria de qualquer escravo, seja onerosa ou gratuita.

Art. 16. A arrecadação da meia siza será feita pela Recebedoria do Municipio, passando-se ao comprador, ou a quem por outro titulo tiver de possuir o escravo, um conhecimento numerado, contendo a pagina do livro da receita, o nome e morada do comprador ou do novo possuidor; nome, sexo, côr, officio e naturalidade do dito escravo; importancia do imposto pago e em que especie; e o dia, mez e anno do pagamento. E no verso do escripto da venda ou titulo de adjudicação, arrematação ou entrega em solução de divida, o Escripturario que expedir o conhecimento notará a data do mesmo pagamento.

Art. 17. A importancia de meia siza será paga dentro de trinta dias contados da data do escripto ou titulo por que se tiver adquirido o escravo, debaixo da pena do dobro da referida importancia.

Art. 18. Se o preço da venda do escravo parecer diminuto, e por isso lesivo da meia siza, a Recebedoria exigirá do comprador que apresente o mesmo escravo, e o fará avaliar por um louvado seu e outro a contento do mesmo comprador, os quaes determinaráõ o dito preço. E quando não concordem, será nomeado, a aprazimento de ambas as partes, um terceiro louvado, que será obrigado a conformar-se com um dos laudos. E quando se verifique a lesão, o comprador, além da meia siza, pagará a multa de 50$000.

CAPITULO IV

Disposições geraes, e penaes

Art. 19. O contracto de compra e venda de escravos será celebrado por escriptura publica, ou escripto particular assignado pelos contrahentes e duas testemunhas, averbando-se aquella ou este, na Côrte, na Recebedoria do Municipio e nas mais Cidades e Villas, nas Estações por onde se arrecadar a taxa annual dos escravos, em livro proprio para isso destinado, e dentro do prazo de 30 dias, contados da data do contracto.

Art. 20. As escripturas e escriptos, de que trata o artigo antecedente, não serão averbados pelos Officiaes encarregados dessa diligencia sem despacho do Chefe da Repartição, o qual o não dará sem que se mostre estar paga a meia siza e a taxa annual dos escravos, aquella no Municipio da Côrte e esta em todas as Cidades e Villas. Os que o contrario praticarem, além da pena de responsabilidade em que incorrerem, serão multados de 30$000 até 100$000.

Art. 21. Concluida a matricula, não se dará nas Estações respectivas do Municipio conhecimento de meia siza, sem que o requerente mostre que o escravo que se quer vender está matriculado e nada deve da taxa annual. Da mesma fórma não será admittida em Juizo acção alguma, que verse sobre escravos sujeitos ao pagamento da taxa annual e á meia siza, sem que se mostre que o mesmo escravo está matriculado e paga a respectiva meia siza.

Art. 22. Igualmente depois de concluida a matricula, nenhum escravo sujeito ao pagamento da taxa annual e á meia siza poderá ser solto das prisões publicas sem que ao Juiz competente seja presente a certidão da matricula e conhecimento de recibo da Estação respectiva, por onde conste o pagamento da dita taxa e meia siza.

Art. 23. Passada a época da primeira matricula, os donos dos escravos, que os não tiverem matriculado, ou deixarem de fazer as declarações especificadas no art. 9º, serão multados de 10$000 a 30$000 por cada um: os que no Municipio da Côrte não tiverem pago a meia siza daquelles que tiverem adquirido, incorrerão na pena do § 9º do Alvará de 3 de Junho de 1809.

Art. 24. Quando a falta da matricula dos escravos residentes nas Cidades ou Villas para o pagamento da taxa não fôr dos proprietarios, mas das pessoas que os tiverem debaixo da sua administração, ou a seu serviço, na fórma do art. 4º, serão estas multadas na quantia de 30$000 por cada escravo que deixarem de dar á matricula.

Art. 25. Na mesma pena de 30$000 por cada escravo incorrreráõ os donos quando se verificar serem falsas as relações que derem para a matricula, nos termos do art. 4º, e as declarações que fizerem segundo o disposto no art. 5º.

Art. 26. A effectividade destas penas será promovida pelos Collectores e Fiscaes da Fazenda Nacional perante os Juizes Municipaes, seguindo-se as formulas e termos do processo de contrabando.

Art. 27. Logo que passar a época da primeira matricula, nenhum escravo poderá sahir para fóra da Provincia sem passaporte passado pela Policia, pena de ser apprehendido como roubado, e quem o conduzir, preso e recolhido ás prisões publicas, d’onde não sahirá sem que tenha justificado a posse delle e pago uma multa de 50$000, da qual metade pertencerá ao apprehensor, havendo-o. E a Policia não dará passaporte sem que a pessoa que despachar o escravo mostre, com certidão da matricula, que lhe pertence (ou que está matriculado) e que nada deve; salvas porém as excepções dos §§ 1º e 2º do art. 12.

Art. 28. Os encarregados da Policia do porto, e os Administradores de barreiras ou registros, a entrada do Municipio da Côrte, não deixaráõ sahir escravo algum sujeitos á disposição do artigo precedente, sem que esteja contemplado no passaporte do respectivo dono.

Art. 29. Os donos de casas de leilão e consignação para vendas de escravos ficão responsaveis pelo pagamento da meia siza dos escravos que venderem, e não poderão continuar a ter abertas as mesmas casas, ou a exercer a sua industria, sem que prestem fiança idonea a contento da Recebedoria do Municipio; nem a Repartição da Policia lhes dará licença para o exercicio da mesma industria, sem que apresentem certidão de haverem prestado a dita fiança. E os que praticarem o contrario pagaráõ a multa de 100$000, que será cobrada executivamente pelos Agentes da mesma Recebedoria.

Art. 30. O Administrador da Recebedoria do Municipio da Côrte, e os Inspectores das Thesourarias nas Provincias, mandaráõ apromptar os livros de matricula e lançamento, que serão por elles, ou por commissão sua, numerados, rubricados e encerrados.

Rio em 11 de Abril de 1842.

Visconde de Abrantes.

 

200 anos da Revolução Pernambucana quando o povo não era banana

05/05/2017

Sessão especial do Senado Federal do Brasil lembrará a Revolução Pernambucana, que completa 200 anos 

Da Redação | 05/05/2017, 10h00 – ATUALIZADO EM 05/05/2017, 10h10

O Senado terá sessão especial nesta segunda-feira (8), às 11h, em comemoração aos 200 anos da Revolução Pernambucana. A iniciativa é do senador Humberto Costa (PT-PE). A revolução lutou pela independência e pela república, em pleno período colonial.

Foram convidados para participar da sessão o escritor e jornalista Paulo Santos de Oliveira; o historiador e professor Flavio José Gomes Cabral; o presidente do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, George Félix Cabral de Souza; o doutor e historiador José Luiz Mota Menezes; o historiador, advogado e consultor do Instituto Brennand em Pernambuco, Leonardo Antonio Dantas da Silva; o escritor, professor e doutor em Direito Vamireh Chacon; e o historiador e professor na Universidade Federal de Minas Gerais Luiz Carlos Villalta.

Revolução

A revolta ocorreu em março de 1817 em Pernambuco, então chamado de Capitania de Pernambuco. O objetivo principal era conquistar a independência do Brasil em relação a Portugal com a implantação de um regime republicano.

A revolução iniciou-se com a ocupação de Recife, onde um governo provisório foi organizado. Uma assembleia constituinte chegou a ser convocada, em que ficou definida a separação entre Legislativo, Executivo e Judiciário.

As motivações da revolução foram principalmente a insatisfação popular com a chegada da corte portuguesa ao Brasil, desde o ano de 1808; os impostos e tributos criados a partir da chegada da corte; a crise econômica que abatia a região, atingindo, principalmente, as camadas mais pobres da população pernambucana; e a influência da Revolução Francesa e da Independência dos Estados Unidos. A rebelião sucumbiu ante a ação militar do governo imperial, que levou à condenação dos líderes revolucionários.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

 

Ficaremos sabendo a verdade sobre a morte de JFK?

04/05/2017

http://www.lefigaro.fr/international/2017/05/04/01003-20170504ARTFIG00143-donald-trump-declassifiera-t-il-les-documents-de-l-affaire-jfk.php?utm_campaign=Echobox&utm_medium=Social&utm_source=Twitter#link_time=1493900654 

Discurso Histórico do Coronel Lício Augusto Maciel

24/04/2017

Sobre índio, o Visconde de Taunay escreveu:

20/04/2017

Eram avisos e sinais dos bugres; e, de descuidados
que estávamos, tornamo-nos de pronto atentos, não que houvesse
perigo real, mas pela novidade das impressões que recebíamos ali perto,
em contato quase com a selvageria e indomável pertinácia do gentio, cujo
rancor e ferocidade tinham
tristonho atestado nas cruzes erguidas à beira
do rio.

Pela volta do Regime Militar no Brasil

16/04/2017

17904529_1546969548646724_4825057493314354327_n

17883596_1345723532185364_753253860854397435_n


Doutor Adhemar Pereira de Barros, o ladrão de galinha

ademar_de_barros

Comparado com os políticos de Hoje, o velho Adhemar era um ladrão de galinha

15/04/2017

“O engraçado é que os Ladrões que dirigem os sindicatos não convocam o povo para ir às ruas contra os políticos.”

Frase do dia

Com 150 mil não se compra MP nem em feira paraguaia.

images

Elias Fausto - Adhemar e políticos de Elias Fausto início dos anos 60

digitalizar0002

manchete-abr-1957-ademar-barros-van-gogh-kirk-douglas-13703-MLB206935265_9555-F

Lista de somente 200 organizações subversivas financiadas por George Soros – Tem muito mais do Rei da Nova Ordem Mundial

13/04/2017

http://freedomoutpost.com/nazi-war-criminal-george-soros-funds-over-200-us-organizations-heres-the-list/ 

As grandes verdades de um Grande Homem

31/03/2017
10 019 vues

Antônio de Oliveira Salazar, foi o Presidente do Conselho de Ministros do Estado Novo de Portugal (1933-1974):

“Islã decreta guerra à Europa” – Marion Maréchal: São eles, ou nós, não é possível neutralidade! – Legendado em Inglês – English subtitles – Marion Maréchal-Le Pen Speech

24/03/2017

Se não fosse trágico, seria engraçado

20/03/2017

CORTADOS A COXINHA E A MORTADELA DAS CRIANÇAS PAULISTAS

merenda-02

Há 50 anos, entrava em vigor a Constituição do Brasil de 1967

15/03/2017

Promulgada em 24 de janeiro de 1967, entrou em vigor junto com a posse do Presidente Costa e Silva em 15 de março de 1967 (artigo 189).

CONSTITUIÇÃO DE 1967

Constituição do Brasil decretada e promulgada pelo Congresso Nacional.

O Congresso Nacional, invocando a proteção de Deus, decreta e promulga a seguinte

 

CONSTITUIÇÃO DO BRASIL

TÍTULO I   Da Organização Nacional

CAPÍTULO I   Disposições Preliminares

     Art. 1º. O Brasil é uma República Federativa, constituída sob o regime representativo, pela união indissolúvel dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios.

§ 1º Todo poder emana do povo e em seu nome é exercido.

§ 2º São símbolos nacionais a bandeira e o hino vigorantes na data da promulgação desta Constituição e outros estabelecidos em lei.

§ 3º Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão ter símbolos próprios.

     Art. 2º. O Distrito Federal é a Capital da União.

     Art. 3º. A criação de novos Estados e Territórios dependerá de lei complementar.

     Art. 189.  Esta Constituição será promulgada, simultaneamente, pelas Mesas das Casas do Congresso Nacional e entrará em vigor no dia 15 de março de 1967.

Brasília, 24 de janeiro de 1967; 146º da Independência e 79º da República.

A MESA DA CÂMARA DOS DEPUTADOS     A MESA DO SENADO FEDERAL

JOÃO BAPTISTA RAMOS                                AURO SOARES MOURA ANDRADE
Presidente                                                             Presidente

José Bonifácio Lafayette de Andrada                     Camillo Nogueira da Gama
Vice-Presidente                                                     1º Vice-Presidente

Nilo de Souza Coelho                                            Vivaldo Palma Lima Filho
1º Secretário                                                          2º Vice-Presidente

Henrique de La Rocque                                         Dinarte de Medeiros Mariz
2º Secretário                                                         1º Secretário

Aniz Badra                                                            Gilberto Marinho
3º Secretário                                                         2º Secretário

Ary Alcântara                                                        Edward Cattete Pinheiro
4º Secretário                                                         3º Secretário, em exercício

Joaquim Santos Parente
4º Secretário, em exercício

 

Este texto não substitui o original publicado no Diário Oficial da União – Seção 1 de 24/01/1967

O argumento dos independentistas

08/03/2017

“”””””””A hora que todos os separatistas esperavam! Saíram os dados do roubo em 2016!

São Paulo ENTREGOU mais de meio TRILHÃO de reais a união. Recebemos quanto de volta, na forma de investimentos federais, repasses e parcerias com os governos estadual e municipal?

Cerca de 8%.

E aí, paulista? Tá gostoso trabalhar pra Brasília?

SECESSÃO É A SOLUÇÃO. APOIE SÃO PAULO INDEPENDENTE.””””””

17202867_626727374189832_685427685010058025_n

Você será identificado por um chip -Finalmente vai sair a identidade única no Brasil

01/03/2017
21/02/2017 – 23h19

Deputados aprovam criação do Documento de Identificação Nacional

Proposta será encaminhada para análise do Senado

Lúcio Bernardo Junior/Câmara dos Deputados
Ordem do dia para análise, discussão e votação de diversos projetos
Documento aprovado pelos deputados incluirá dados dos cidadãos brasileiros por meio de tecnologia de chip

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (21), o Projeto de Lei 1775/15, do Poder Executivo, que cria o Documento de Identificação Nacional (DIN) para substituir os demais documentos cujos dados estejam inseridos nele por meio de tecnologia de chip. A matéria, aprovada na forma de um substitutivo do deputado Julio Lopes (PP-RJ), será enviada ao Senado.

De acordo com o projeto, o DIN dispensará a apresentação dos documentos que lhe deram origem ou nele mencionados e será emitido pela Justiça Eleitoral, ou por delegação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a outros órgãos, podendo substituir o título de eleitor.

Nesse documento, que será impresso pela Cada da Moeda, o Cadastro de Pessoa Física (CPF) será usado como base para a identificação do cidadão. Já os documentos emitidos pelas entidades de classe somente serão validados se atenderem os requisitos de biometria e de fotografia conforme o padrão utilizado no DIN. As entidades de classe terão dois anos para adequarem seus documentos aos requisitos exigidos pelo novo documento.

Benefícios sociais
Para facilitar o controle no recebimento de benefícios sociais, o poder público deverá oferecer mecanismos que possibilitem o cruzamento de informações de bases de dados oficiais a partir do número de CPF do solicitante, para comprovar o cumprimento dos requisitos para a concessão desses benefícios.

Identificação nacional
O DIN será emitido com base na Identificação Civil Nacional (ICN), criada pelo projeto com o objetivo de juntar informações de identificação do cidadão. A ICN usará a base de dados biométricos da Justiça Eleitoral; a base de dados do Sistema Nacional de Informações de Registro Civil (Sirc) e da Central Nacional de Informações do Registro Civil (CRC – Nacional); e outras informações contidas em bases de dados da Justiça Eleitoral, dos institutos de identificação dos estados e do Distrito Federal, do Instituto Nacional de Identificação, ou disponibilizadas por outros órgãos, conforme definido pelo Comitê Gestor da ICN.

A nova base dados assim gerada será armazenada e gerida pelo TSE, que terá de garantir a interoperabilidade entre os sistemas eletrônicos governamentais, ou seja, sua comunicação eficiente sem problemas de compatibilidade, conforme recomendações técnicas da arquitetura dos Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico (e-PING).

O TSE garantirá à União, aos estados, ao Distrito Federal, aos municípios e ao poder legislativo o acesso à base de dados da ICN, de forma gratuita, exceto quanto às informações eleitorais. A integração da ICN ocorrerá ainda com os registros biométricos das polícias Federal e Civil.

Será proibida a comercialização, total ou parcial, da base de dados da ICN, com pena de detenção de 2 a 4 anos e multa para quem descumprir essa proibição.

Comitê
O projeto cria um comitê da ICN, composto por três representantes do Executivo federal; três representantes do TSE; um da Câmara dos Deputados; um do Senado Federal e um do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Ele terá a atribuição de recomendar o padrão biométrico da ICN; a regra de formação do número da ICN; o padrão e os documentos necessários para expedição do DIN; os parâmetros técnicos e econômico-financeiros da prestação dos serviços de conferência de dados que envolvam a biometria; e as diretrizes para administração do Fundo da Identificação Civil Nacional (FICN), também criado pelo projeto.

Fundo
O fundo será gerido e administrado pelo Tribunal Superior Eleitoral para custear o desenvolvimento e a manutenção da ICN e das bases por ela utilizadas.

Ele será composto por dinheiro do Orçamento da União e da prestação de serviços de conferência de dados, por valores da aplicação de seus recursos e por outras fontes, tais como convênios e doações.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Newton Araújo

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência Câmara Notícias

A intenção da farsa do aquecimento global é acabar com o Agronegócio

28/02/2017

Estudo afunda mito do “aquecimento global de origem humano”

Publicado em 25/02/2012 06:45 e atualizado em 22/08/2013 14:40

 

121

3358 exibições

A Reportagem abaixo desmente o alarmismo dos “verdes” ? Será que os que apoiam demasiadamente a ideia que o homem destrói a natureza fala por um convicção , ou segue uma tendência modista, politicamente correta ?? “, por Clovis Felix de Paula \Ceres Agromercantil.

Uma equipe de cientistas do CERN, um dos máximos institutos mundiais dedicados ao estudo das partículas, definiu a causa determinante do aquecimento da Terra, registrou o escritor, jornalista e radialista James Delingpole comentando importante relatório recentemente dado à luz pelo instituto.

Parafraseando uma expressão carregada da vulgaridade socialista, e originalmente atribuída ao então presidente americano Bill Clinton, Delingpole resumiu o resultado do sisudo trabalho: “it’s the sun, stupid”.

O físico dinamarquês Henrik Svensmark defendia há muito que as mutações relevantes na temperatura da Terra se devem antes de tudo à influencia dos raios solares.

Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion da Universidade Federal de Alagoas ‒ UFAL também vinha demonstrando com grande sapiência ser o sol o regulador do aquecimento, ou arrefecimento da Terra, e não a atividade humana. Esta tem influencia ínfima nessas mutações.

O CERN (European Organization for Nuclear Research) é um dos maiores centros mundiais de pesquisa. Ele engaja 8.000 cientistas de 60 países e mais de 600 universidades e laboratórios nacionais. Para Delingpole, o desfazimento do mito do “aquecimento global antropogênico” trará uma economia de trilhões de dólares que teriam sido gastos a toa si se tivesse seguido os apocalípticos apelos de figuras como o senador americano Al Gore ou o Painel Internacional para as Mudanças Climáticas ‒ IPCC.

Lawrence Solomon, diretor de Energy Probe agência ambientalista do Canadá, explica que segundo a pesquisa do CERN ‒ denominada CLOUD experiment e publicada em Nature ‒ os raios solares e não a atividade humana constituem o fator determinante do clima da Terra.

Esta evidência que qualquer trabalhador agrícola do planeta conhece por experiência própria era negada pelo alarmismo “verde” manipulando dados científicos.

Foi, portanto, muito oportuno que um organismo hiper-prestigioso como o CERN desmentisse essas manipulações.

O CERN criou o conceito de World Wide Web (o famoso www. presente nos endereços da Internet), construiu o multimilionário projeto do Large Hadron Collider na Europa, e está à testa universal do estudo do comportamento das partículas.

O Diretor Geral do CERN Rolf-Dieter Heuer tal vez percebendo o impacto negativo para o mito do “aquecimento global de origem humano” disse a Die Welt Online que pediu a seus colegas de não interpretarem os resultados, expostos em linguagem altamente técnica, como corresponde nestes casos.

Porém cientistas não comprometidos pela proibição logo “traduziram” para os leigos na matéria os resultados dos estudos e os disponibilizaram em numerosos sites da Internet.

Esses cientistas também sublinharam o estranho empenho do diretor do CERN em abafar a difusão do resultado dos trabalhos. Aliás, não é de se espantar tanto assim, os “cavaleiros do Apocalipse” aquecimentista apelam a métodos ainda menos escrupulosos.

Segundo Lawrence Solomon, a iniciativa de cientistas do Danish Space Research Institute que está na origem do CLOUD experiment demorou uma década para obter que as autoridades do CERN aprovassem o início do trabalho.

Essas autoridades simpatizavam com a teoria do “aquecimento global de origem humano” e parecem ter percebido o abalo que causaria.

A teoria enviesada do “aquecimento global antropogénico” dá azo a uma espécie de ditadura universal espécie de substitutivo para o fracassado projeto de governo planetário dirigista, à la URSS, objetivo que excede à ciência.

 

CIENTISTAS E VOZES REALISTAS RECUSAM ALARMISMO

Geólogo Friedrich-Karl Ewert, Convenção da ONU sobre mudança climática, 07.09.10, Bonn:

“O serviço de climatologia alemão possui medições que remontam até 1701. Neles lêem-se quase as mesmas tendências para o arrefecimento ou para o aquecimento. Do ponto de vista da temperatura global a mudança é tão pequena que pode melhor ser descrita como estabilidade das temperaturas.

“Contrariamente aos cenários dos modelos computacionais o CO2 antropogénico é vazio de significados porque sua influência não é reconhecível.”

 

John Zyrkowski, presidente de Lean Techniques, LLC:

 

Zyrkowski escreveu o livro “É o sol e não seu 4×4. O CO2 não vai destruir a terra”, defendendo que os relatórios do IPCC estão irremediavelmente distorcidos.

 

Roger Pielke Jr, prof. de Meio Ambiente, Univ de Colorado-Boulder, sobre climas extremos de 2010:

 

“nas questões relativas aos eventos climáticos extremos e a mudança climática, a ciência do IPCC tem um nível similar às interpretações de Nostradamus e dos calendários Maias”.

 

Dr. Denis Rancourt, ex-professor da Universidade de Ottawa, abandona alarmismo climático:

 

O movimento da mudança climática antropogênica não é mais do que um “fenômeno social corrupto … Mais bem é um fenômeno psicológico social e nada mais do que isso”. veja vídeo).

 

Prof. Claude Allègre; ex-ministro de Educação, Pesquisa e Tecnologia da França:

 

“as proclamações dos fanáticos dos gases estufa consistem em denunciar a parte do homem no clima sem fazer nada, salvo organizar conferências e preparar protocolos que viram letra morta”.

 

Prof. John Christy, Departamento de Ciências Atmosféricas da Universidade de Alabama:

 

“Ouço dizer freqüentemente que há um consenso de milhares de cientistas sobre o problema do aquecimento global e que o homem está em vias de provocar uma mudança catastrófica no sistema climático. Eu, eu sou um cientista e penso como muitos outros que isso absolutamente não é verdadeiro”.

 

Marine Le Pen cala a boca dos traidores da Europa – Vendilhões do templo

27/02/2017

16938445_10212146243802309_8416633941244355913_n

Marine Le Pen arrancado as pregas da Angela Merdel.

Pause
-4:04

Remettre le son

Paramètres visuels supplémentaires

Afficher en plein écran

48 572 vues

Marine Le Pen (futura presidente da França) botando forte no rabo da esquerdista Angela Merkel.
A cara de cachorro sem dono dos globalistas da União Européia é impagável. Confiram no video.
Curtam a página Alt-Right Brasil e deixem seus coments.

Imagem do artigo ESCRAVIDÃO na Wikipedia – Só que os comunistas lá não permitem dizer que é uma ESCRAVA BRANCA BRANCA BRANCA

24/02/2017

É politicamente incorreto um professor de história dizer que Kirk Douglas fez o papel de Spartacus – BEM O ESCRAVO ERA BRANCO E  KIRK DOUGLAS CENTENÁRIO ATOR AINDA VIVO SEMPRE FOI UM BRANCO.

QUE MONSTRUOSIDADE E PENSAR QUE IMBECIL DOUTRINADO POR PROFESSORES COMUNISTAS DISSE EM COMENTARIOS DO GI NO 20 DE NOVEMBRO QUE IMAGINA NUNCA BRANCO FOI ESCRAVO.

É MAIS É ELA É BRANCA BRANCA BRANCA

PINTURA FAMOSA DE BRANCA ESCRAVA EM LEILÃO.

CHORA COMUNISTAS

c5mer4mwcaas_pl

O Genocídio Branco na África do Sul de Mandela

22/02/2017

The White Genocide in South Africa, this is what the Media never shows you

134,449

113

Posted by moku 11 months ago in War

Since Nelson Mandela and the communist African National Congress (ANC) took over South Africa, more than 70,000 whites have been murdered and untold numbers have been robbed, raped and tortured.

But you will not hear about this in the Western media, which fawns over the black terrorists who now run the once-prosperous country.

Claudia Bryan is a South African activist living in London. Her grandmother owned a bakery in South Africa. One day six blacks entered the bakery and gang-raped her. They then tried to shoot her. The gun jammed. In anger they gang raped her again and the 70-something woman died. Robbery was not the motive.

One of the South African Family Relief Project volunteers, who drove this writer around Durban during a recent fact-finding visit to South Africa, related the experience of a co-worker. This man and his adult son were working on their boat at their home in an upscale area when two blacks came up the driveway and demanded the keys to the son’s car. When the father refused, the blacks shot him dead and fled.

Joulene Trichardt, my Johannesburg guide’s daughter-in-law, was one of the managers at a nightclub called Truth several years ago. The night club was open once a week for parties and dances. One night, four armed blacks burst in, firing handguns, and attacked the staff. They herded the managers and the disc jockey into an office. They beat one manager with a pistol and kicked Ms. Trichardt repeatedly when she disobeyed their orders to keep her eyes down and not to look. The bandits made off with the night’s proceeds—400,000 rand (roughly $40,000)—as well as the staff’s cellphones. They were never caught.

Divulgue os livros anticomunistas

12/02/2017

Pré-venda: Desconstruindo Paulo Freire

Categoria:
10 AVALIAÇÕES

capa-campanha-site

Previsão de entrega

Até o dia 31/07.

Sobre a obra

– Por Thomas Giulliano Ferreira Dos Santos, coordenador editorial

Embasado nas pluralizadas experiências individuais, afirmo, sem qualquer receio de parecer quixotesco, que boa parte de nossos veículos pedagógicos, sejam eles os espaços universitários ou o mercado editorial, acabam por endossar o totalitarismo pedagógico de Paulo Freire, adotando um equivocado comportamento reducionista no campo das ideias e gregário na seleção de uma única forma de expor a pedagogia brasileira.

A reputação deste trabalho justifica-se pelo escasso material verdadeiramente analítico disponível para estudos.

Dessa forma, a produção intelectual “Desconstruindo Paulo Freire” tenta cumprir o dever de apresentar ao público leitor uma realidade desconhecida sobre o nosso atual baluarte pedagógico, fundamentando-se em uma metodologia lúcida, preocupada em abordar de modo realista a vida e a obra do atual Patrono da Educação Brasileira – sem as frequentes irracionalidades que marcam os olhares sobre o autor das concepções bancárias de educação.

Selecionei para este trabalho textos inéditos de pesquisadores das mais variadas áreas, ampliando o alcance investigativo do livro. Estimulado pelo desejo de qualificar o debate sobre os nossos problemas pedagógicos, sem amarras doutrinárias, escorado no desejo de pensar a nossa história à luz da verdade, evitando macular o dom da linguagem, é que deixo em suas mãos, caridosos leitores, a possibilidade de publicação deste trabalho necessário à adequada compreensão de nossas neblinas contemporâneas.

Os autores

Percival Oliveira Puggina

Membro da Academia Rio-Grandense de Letras, autor das obras “Pombas e Gaviões”, “Cuba, a tragédia da utopia”, Crônicas contra o totalitarismo e a “A Tomada do Brasil pelos maus brasileiros”, mantenedor de seu site http://www.puggina.org, articulista de vários portais online e cronista do jornal Zero Hora.

Clístenes Hafner Fernandes:

Professor de línguas e cantor lírico. Fundador da Schola Classica – centro de estudos das sabedorias clássicas. Atua como professor e palestrante tendo como escopo as culturas latinas e germânicas. Como músico, tem se dedicado ao ensino da técnica vocal e ao estudo e execução de Lieder (canções eruditas alemãs).

Roque Callage Neto

Professor Doutor em Ciências Sociais e Relações Americanas com Pós-doutorado em Economia do Desenvolvimento. Com a sua pesquisa sobre a cidadania social canadense em 2004, venceu o prêmio “Governor General” do Ministério do Exterior do Canadá.  Consultor da Chair “Canada: Social and Cultural Challenges in a Knowledge-Based Society”,Universidade de Ottawa, membro da Associação Brasileira de Estudos Canadenses (Abecan) e autor do livro “A Cidadania sempre adiada – da crise de Vargas em 54 à Era Fernando Henrique”.

Cleber Eduardo Dos Santos Dias

Padre da Igreja Católica Apostólica Romana, Doutor em Filosofia Medieval pela PUCRS – com aperfeiçoamento nas Universidades do Porto e de Roma. Autoridade reconhecida em Direito Canônico. Pesquisador abalizado sobre os seguintes temas: “A teoria dos nomes e da abstração ou lógico-linguística de Pedro Abelardo (Petrus Abaelardus 1079-1142)”, “Os processos cognitivos na Idade Média”, “Beatitude/felicidade em Agostinho de Hipona” e “A Concepção de Lei em Tomás de Aquino”.

Rafael Nogueira

Bacharel e Licenciado em Filosofia, e Bacharel em Direito. É Pós-graduado em Educação pela Universidade Metropolitana de Santos. Dirige cursos sobre livros clássicos, iniciativa que agora está sediada no NEC (Núcleo de Estudo e Cultura), sob o título “Ciclos de Estudos Clássicos”. É estudioso da vida e da obra de José Bonifácio de Andrada e Silva — que já estuda há dez anos e sobre quem dá palestras frequentes, além de trabalhar em projetos como o filme “Bonifácio – O fundador do Brasil” e nos cursos online “Os fundadores dos Estados Unidos” e “A formação do pensamento conservador brasileiro” – ambos disponíveis no site: historiaexpressa.com.br.

Thomas Giulliano Ferreira dos Santos

Licenciado em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, professor dos cursos livres “Desconstruindo Paulo Freire”, “O Brasil segundo Machado de Assis”, “Em torno de Joaquim Nabuco”, dentre outros. Mantenedor do site historiaexpressa.com.br e conferencista regular de instituições de ensino

A Salvação virá da Mãe-Rússia

12/02/2017

O povo da Rússia será o povo que mais glorificará a Deus.

Os povos do Ocidente progrediram, mas sem Deus, como se fossem seus próprios criadores. (Nossa Senhora em Medjugorje/ Outubro de 1981)

 942 056 vues

Uma aula de conservadorismo com Vladimir Putin.

Saiba onde estão os 65 muros que separam países e povos – Os comunistas só implicam com um deles – Which countries have real walls in their borders?

12/02/2017

O Vaticano tem muro, yes.

http://www.dailymail.co.uk/news/article-3205724/How-65-countries-erected-security-walls-borders.html 

65

O muro que a Arábia Saudita está construindo – Chora Comunas

12/02/2017

muro-arabai

Reforma do Ensino Médio – Menos Doutrinação Comunista

12/02/2017

EDUCAÇÃO

Conheça as mudanças que ocorrerão no ensino médio

Reforma do Ensino Médio

Pela proposta apresentada pelo governo, ensino médio terá maior carga horária, por exemplo. Entenda o que mudará

por Portal BrasilPublicado: 09/02/2017 19h04Última modificação: 10/02/2017 15h40

Divulgação/Governo de Mato Grosso

Próximo passo é a publicação da Base Nacional Comum Curricular, que definirá competências e objetivos

Itens relacionados

Consulta pública sobre o Enem é prorrogada até o dia 17

Novas regras estimulam geração própria de energia elétrica em universidades

Adesão ao Brasil Alfabetizado termina em 20 de fevereiro

A reformulação do ensino médio, aprovada nesta quarta-feira (8) no Senado Federal, pretende tornar mais flexível e atual o currículo dos jovens nos três últimos anos da escola. Agora, a matéria aguarda sanção do presidente Michel Temer.

O próximo passo é a publicação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Ela definirá as competências e objetivos de aprendizagem nas quatro áreas do conhecimento: linguagens e suas tecnologias, matemática e suas tecnologias, ciências da natureza e suas tecnologias e ciências humanas e sociais aplicadas.

Um dos principais objetivos da nova proposta para o ensino médio é atrair e manter os jovens para a escola. Atualmente, mais de 1 milhão de jovens de 17 anos que deveriam estar no terceiro ano do ensino médio estão fora da escola. Outros 1,7 milhão de jovens não estudam nem trabalham.

O resultado mais recente do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) também mostra a defasagem do formato atual do ensino médio brasileiro. O último levantamento realizado mostrou que o País está estagnado.

Conheça as principais mudanças que irão modernizar o ensino médio, e que constam na proposta do governo federal:

Carga horária

A carga horária do ensino médio subirá de 800 para 1,4 mil horas. As escolas farão a ampliação de forma gradual, mas nos primeiros cinco anos já devem oferecer 1.000 horas de aula anuais.

A BNCC, que é obrigatória a todas as escolas, deverá ocupar o máximo de 60% da carga horária total do ensino médio, sendo o tempo restante preenchido por disciplinas de interesse do aluno, que poderá eleger prioridades de acordo com a área de formação desejada em uma das cinco áreas de interesse: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e formação técnica e profissional.

Ensino técnico

Atualmente, o estudante que almeja uma formação técnica de nível médio precisa cursar 2,4 mil horas do ensino médio regular e mais 1,2 mil horas do técnico. Com a mudança, o jovem poderá optar por uma formação técnica profissional dentro da carga horária do ensino médio regular e, ao final dos três anos, ser certificado tanto no ensino médio como no curso técnico. Cada estado e o Distrito Federal organizarão seus currículos.

Disciplinas obrigatórias

Além dos componentes curriculares previstos na BNCC, o novo ensino médio prevê a obrigatoriedade das disciplinas de língua portuguesa e de matemática ao longo dos três anos. Além disso, a língua inglesa, que não era obrigatória segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), passará a ser a partir do sexto ano do ensino fundamental. Porém, no ensino médio, as redes poderão oferecer outras línguas estrangeiras, com prioridade para o espanhol.

Prazos

A partir da publicação da BNCC, os sistemas de ensino terão o ano letivo seguinte para estabelecer o cronograma de implantação das principais alterações na Lei e iniciar o processo de implementação a partir do segundo ano letivo. O texto aprovado permite, ainda, que as redes autorizem profissionais com notório saber para ministrar aulas exclusivamente em disciplinas dos cursos técnicos e profissionalizantes.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Educação (MEC)

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative CommonsCC BY ND 3.0 Brasil

SEGUNDA-FEIRA, 8 DE NOVEMBRO DE 2010

Tia Anastácia se declara quilombola

A líder do “Movimento Negro” do “Sítio do Pica-Pau Amarelo”, agora chamada de Companheira Anastácia, se declara quilombola e pede demarcação das terras.

Com as “Caçadas de Pedrinho” proibidas pelo IBAMA, pouco resta a fazer no sítio.

Os “Sem-Terra” andam rondando o “Sítio do Pica-Pau Amarelo” e já informaram ao INCRA que a área é improdutiva pois só nasce literatura por lá.

“Benta”, que agora não é “Dona” de porra nenhuma, pretende viver do “Bolsa-Família”.

DOMINGO, 22 DE NOVEMBRO DE 2009

Hino nacional da propaganda brasileiro patrocinado

Este “hino nacional da propaganda” já existia, mas eu dei um toque pessoal nele:

HINO NACIONAL BRASILEIRO PATROCINADO

Num posto da Ipiranga, às barragens plásticas,
De um Volvo heróico, Brahma desodorante
Skol da liberdade em Ríder fulgido
Brilhou, no Shell da Parker, nesse calmante

Se no Knorr dessa igualdade
Conseguirmos driblar com Aço Ford
Em teu PCSeiko, ó faculdade
Desafia nosso peito à Microsoft

Ó Parmalat, Mastercard, Sharp, Sharp
Amil um sonho incenso, um rádio Philips

De amor e de Lufthansa, o Serra desce
Intel formoso gel risonho Olympicus
A filmagem do Bradesco resplandesce

Gillete pela própria natureza
És BBBelo Escort impávido TV Colosso
E a TV Futura espelha essa Grendene
Cerpa gelada!

Entre outras Amil é Suvinil, Compaq amada.
Do Philco deste Sollo és mãe Doril
Coca Cola, Bombril!

A Bela e o Culto!

A moça mais bonita e querida da faculdade diz ao rapaz mais culto:

-Vamos ter um filho, a criança vai ter a minha beleza e a sua inteligência!

-De maneira alguma, a criança poderá ter a minha beleza e a sua inteligência.

Pai Nosso dos Blogistas

Ó Pai dos cultos, que estais nas bibliotecas e no google, santificado seja o teu blog;

Venha a nós a tua cultura;

Seja feita vossa autoria assim nos livros quanto na internet;

A métrica e a rima nossa de hoje nos daí;

Perdoa-nos os nossos sofismas, assim como nós temos perdoado os nossos colegas da blogosfera;

Não nos deixes cair em redundância; mas livra-nos do lugar-comum:

Pois tua é a criatividade, a inspiração e a correção gramatical para sempre.

Amém!

SÁBADO, 28 DE MARÇO DE 2009

Eles pagam para não estudar!

Nas nossas faculdades particulares existem muitos alunos que só falam de festas, decotes e saias, futebol e praia.
Bebendo no bar da esquina na hora da aula.
Quando aparecem na sala de aula, o professor falta, e não há professor substituto. E quando encontram professor na sala de aula, estes maus alunos atrapalham quem quer estudar, pois não conseguem acompanhar a aula.
Para que, então, estes maus alunos pagam para não estudar? Que querem eles?
Você pode me responder?

Quando general reclamava de padre comunista

10/02/2017

sam_7569

Isto era ser conservador no Velho Oeste no ano de 1970

17/12/2016

sam_7101

100 anos da morte do primeiro francês na Grande Guerra

02/08/2014

Caporal Peugeot, 1er mort pour la France ce matin du 2 août 1914 à 10h07, à l’âge de 21 ans.

BuCOp4QCQAEd5OZ

Há 100 anos começava a Primeira Guerra Mundial – chamada então de GRANDE GUERRA – E quando vai começar a Terceira Guerra Mundial?

28/07/2014

100 years ago today, on July 28,1914, the Austro-Hungarian empire declared war on Serbia.

This war would go on to develop into the First World War, four years of which inflicted a senseless 37 million casualties, murdering and mutilating the flower of European manhood and resulted in the destruction of three great empires.

This European civil-war, and the conflicts it would spawn, marked the beginning of the end for old Europa and her venerable cultures.

In memoriam, we today but walk amongst her ruins…

10516622_685408474881467_3929840892334835029_n

 British soldiers of a Highland regiment killed and later stripped of their socks and boots on the Western Front, c. 1916

Democracia na América do Sul só ser para eleger terrrorista

06/07/2014

QUEM É O MUJICA-PRESIDENTE DO URUGUAI…

GRUPO DO MUJICA

Não se trata unicamente de um homem com aspecto desleixado e aparência imunda, mescla de bruto, demagogo e palhaço. É mais do que uma combinação de Cantinflas e Robin Hood, com uma boca que parece uma cloaca como as utilizadas por ele e seu bando para esconder-se. Trata-se de alguém com um passado muito negro e com uma alma muito suja, muito mais suja do que sua aparência física.

Um passado tenebroso (do qual jamais mostrou arrependimento algum) e um presente carregado de ódio que hoje o leva a toda espécie de hipocrisias, contanto que chegue a tomar as rédeas do governo e complete a tarefa revolucionária, frustrada na via militar, mas que avançou na propagandística.

Na realidade, mais que negro, um passado cor vermelho sangue, que agora pretende alvejar, com um vice que é um anestésico eficaz para adormecer os círculos dirigentes e cativar o centro da opinião pública. Assim, enquanto Mujica estimula e consolida os mais radicais, Astori é quem deve atrair os moderados, desorientados e confusos que se localizam no meio do espectro ideológico.

Esse exemplar paleolítico, do populacho, desgrenhado, deliberadamente vulgar, desfruta e lucra mostrando-se bruto. De passagem, com isso, procura obter as simpatias dos menos favorecidos, dizendo-lhes ser tão inferior quanto eles, e que votem nele porque é o seu único salvador.

A mídia se empenhou, durante os últimos anos, em fabricar, difundir e valorizar uma imagem diferente para Mujica:

— ocultando sistematicamente seu passado sanguinário;

— apresentando suas imbecilidades mais bestiais como lampejos de genialidade emanados de um homem espontâneo, quase sábio, sincero, modesto, austero, idealista.

A verdade é outra: tem um passado de terror e nada tem de espontâneo em seus ditos ressaltados pela mídia. Estamos diante de um fenomenal artifício de propaganda, que foi capaz de transformar um terrorista em um aparente homem bom do campo, meio besta, mas sensível para com os pobres.

O mesmo que soube dirigir uma organização assassina com total desprezo pela vida humana, pisoteando direitos e liberdades, atropelando a lei e as instituições e desconhecendo a dignidade do ser humano, hoje aparece como pomba angelical, financiado por empresários, o astro preferido pelos meios de comunicação, e viajando em um avião cedido por uma empresa privada!!!

Os mesmos que poderiam ter sido seqüestrados ou assassinados, hoje financiam a campanha. Que castigo celestial merecem esses mercadores!

Dupla identidade

José Mujica Cordano, “o Pepe” (como quer que o chamem), teve outro nome: era José Antonio Mones Morelli, codinome escolhido para atuar na clandestinidade com um grupo de assassinos “tupamaros” que jamais se arrependeu de seus crimes.

10462557_552079561568700_4648913427447501594_n

Incapazes de enfrentar viril e frontalmente, especializaram-se em matar de forma traiçoeira e covarde atirando nas costas. Resumimos de informações da imprensa da época, a descrição de parte de seu passado delituoso e alguns de seus crimes de sangue:

— “Do tiroteio no bar “La Vía” localizado em Larrañaga e Monte Caseros, resultaram dois feridos. Um anti-social e um policial. O ‘réu’ que resultou ferido é José Alberto Mujica Cordano (aliás ‘Emiliano’), conhecido também como ‘Pepe’, portando documentos com o nome de José Antonio Mones Morelli”.

— Em 11 de janeiro de 1971 foi assassinado pelo bando tupamaro o policial José Leonardo Villalba. A autópsia revelou que recebeu sete impactos de bala nas costas.

— Em 21 de dezembro de 1971, a organização criminosa “MLN-Tupamaros”, da qual Mujica foi alto dirigente, assassinou o peão rural Ramón Pascasio Baez Mena, o qual, ao tropeçar em um esconderijo subterrâneo (“toca de tatu”), na fazenda Espartaco, foi capturado pelos terroristas que ali estavam. Reunida a cúpula da organização, esta decidiu pelo seu assassinato mediante a aplicação de uma injeção letal de pentotal. O peão foi enterrado nas proximidades e veio a ser o primeiro desaparecido. Os responsáveis pela morte foram Henry Engler, Israel Bassini Campiglia, Néstor Sclavo, Conrado Fernández, Jorge Becca, Gloria Etcheveste y Xenia Itté González.

Este mesmo José Mujica denomina “expropriações” aos roubos cometidos por ele e seus comparsas. Chama de “justiçamentos” aos assassinatos. E com a maior desembaraço chega a dizer que essa luta — com os assassinatos, roubos, seqüestros, e atentados cometidos — foi por um mundo melhor, por uma sociedade mais justa, pelo bem dos pobres, blá, blá blá, todo o discurso mentiroso, propagandístico e perverso que conhecemos.

Tenhamos bem presente que não estamos diante de um romântico sonhador incapaz de matar uma mosca, senão de um alto dirigente inescrupuloso de um grupo criminoso que assassinou, seqüestrou, roubou etc.

Anistiado pelos políticos, dedicou-se a reconstruir a organização que — agora com maquiagem pacifista — procura se fazer de governo nacional. Os métodos (no momento) são outros, mas os fins últimos são os mesmos de sempre, os mesmos que pretendeu alcançar quando era conhecido como José Antonio Mones Morelli.

4 de Julho – Independência – É o caso do Brasil: Quando do curso das ações humanas torna-se necessário derrubar as instituições …

04/07/2014

When in the Course of human events, it becomes necessary for one people to dissolve the political bands which have connected them with another, and to assume among the powers of the earth, the separate and equal station to which the Laws of Nature and of Nature’s God entitle them, a decent respect to the opinions of mankind requires that they should declare the causes which impel them to the separation.

declara

MOTIVO:

10402556_655508851196539_6209381517860835987_n

We hold these truths to be self-evident, that all men are created equal, that they are endowed by their Creator with certain unalienable rights, that among these are Life, Liberty and the pursuit of Happiness. That to secure these rights, Governments are instituted among Men, deriving their just powers from the consent of the governed, That whenever any Form of Government becomes destructive of these ends, it is the Right of the People to alter or to abolish it, and to institute new Government, laying its foundation on such principles and organizing its powers in such form as to them shall seem most likely to effect their Safety and Happiness.

Prudence, indeed, will dictate that Governments long established should not be changed for light and transient causes; and accordingly all experience hath shewn, that mankind are more disposed to suffer, while evils are sufferable, than to right themselves by abolishing the forms to which they are accustomed. But when a long train of abuses and usurpations, pursuing invariably the same Object, evinces a design to reduce them under absolute Despotism, it is their right, it is their duty, to throw off such Government, and to provide new Guards for their future security.

Such has been the patient sufferance of these Colonies; and such is now the necessity which constrains them to alter their former Systems of Government. The history of the present King of Great Britain is a history of repeated injuries and usurpations, all having in direct object the establishment of an absolute Tyranny over these States. To prove this, let Facts be submitted to a candid world.

He has refused his Assent to Laws, the most wholesome and necessary for the public good.

He has forbidden his Governors to pass Laws of immediate and pressing importance, unless suspended in their operation till his Assent should be obtained; and when so suspended, he has utterly neglected to attend to them.

He has refused to pass other Laws for the accommodation of large districts of people, unless those people would relinquish the right of Representation in the Legislature, a right inestimable to them and formidable to tyrants only.

He has called together legislative bodies at places unusual, uncomfortable, and distant from the depository of their public Records, for the sole purpose of fatiguing them into compliance with his measures.

He has dissolved Representative Houses repeatedly, for opposing with manly firmness his invasions on the rights of the People.

He has refused for a long time, after such dissolutions, to cause others to be elected; whereby the Legislative Powers, incapable of Annihilation, have returned to the People at large for their exercise; the State remaining in the mean time exposed to all the dangers of invasion from without, and convulsions within.

He has endeavoured to prevent the population of these States, for that purpose obstructing the Laws for Naturalization of Foreigners, refusing to pass others to encourage their migration hither, and raising the conditions of new Appropriations of Lands.

He has obstructed the Administration of Justice, by refusing his Assent to Laws for establishing Judiciary Powers.

He has made Judges dependent on his Will alone, for the tenure of their offices, and the amount and payment of their salaries.

He has erected a multitude of New Offices, and sent hither swarms of officers to harass our People, and eat out their substance.

He has kept among us, in times of peace, Standing Armies without the Consent of our legislature.

He has affected to render the Military independent of and superior to the Civil power.

He has combined with others to subject us to a jurisdiction foreign to our constitution, and unacknowledged by our laws; giving his Assent to their acts of pretended Legislation:

For quartering large bodies of armed troops among us:

For protecting them, by a mock Trial, from punishment for any Murders which they should commit on the Inhabitants of these States:

For cutting off our Trade with all parts of the world:

For imposing taxes on us without our Consent:

For depriving us in many cases, of the benefits of Trial by Jury:

For transporting us beyond Seas to be tried for pretended offences:

For abolishing the free System of English Laws in a neighbouring Province, establishing therein an Arbitrary government, and enlarging its Boundaries so as to render it at once an example and fit instrument for introducing the same absolute rule into these Colonies:

For taking away our Charters, abolishing our most valuable Laws, and altering fundamentally the Forms of our Governments:

For suspending our own Legislature, and declaring themselves invested with Power to legislate for us in all cases whatsoever.

He has abdicated Government here, by declaring us out of his Protection and waging War against us.

He has plundered our seas, ravaged our Coasts, burnt our towns, and destroyed the lives of our people.

He is at this time transporting large Armies of foreign Mercenaries to compleat the works of death, desolation and tyranny, already begun with circumstances of Cruelty & perfidy scarcely paralleled in the most barbarous ages, and totally unworthy the Head of a civilized nation.

He has constrained our fellow Citizens taken Captive on the high Seas to bear Arms against their Country, to become the executioners of their friends and Brethren, or to fall themselves by their Hands.

He has excited domestic insurrections amongst us, and has endeavoured to bring on the inhabitants of our frontiers, the merciless Indian Savages, whose known rule of warfare, is an undistinguished destruction of all ages, sexes and conditions.

In every stage of these Oppressions We have Petitioned for Redress in the most humble terms: Our repeated Petitions have been answered only by repeated injury. A prince, whose character is thus marked by every act which may define a Tyrant, is unfit to be the ruler of a free people.

Nor have We been wanting in attentions to our British brethren. We have warned them from time to time of attempts by their legislature to extend an unwarrantable jurisdiction over us. We have reminded them of the circumstances of our emigration and settlement here. We have appealed to their native justice and magnanimity, and we have conjured them by the ties of our common kindred to disavow these usurpations which would inevitably interrupt our connections and correspondence. They too have been deaf to the voice of justice and of consanguinity. We must, therefore, acquiesce in the necessity which denounces our Separation, and hold them, as we hold the rest of mankind, Enemies in War, in Peace Friends.

We, therefore, the Representatives of the united States of America, in General Congress Assembled, appealing to the Supreme Judge of the world for the rectitude of our intentions, do, in the Name, and by Authority of the good People of these Colonies, solemnly publish and declare, That these United Colonies are, and of Right ought to be Free and Independent States; that they are Absolved from all Allegiance to the British Crown, and that all political connection between them and the State of Great Britain, is and ought to be totally dissolved; and that as Free and Independent States, they have full Power to levy War, conclude Peace, contract Alliances, establish Commerce, and to do all other Acts and Things which Independent States may of right do. And for the support of this Declaration, with a firm reliance on the Protection of Divine Providence, we mutually pledge to each other our Lives, our Fortunes and our sacred Honor.

Se acontecer do Iraque ser o Primeiro Estado Terrorista do Mundo, a culpa é do Primeiro Presidente Negro dos Estados Unidos que retirou as tropas americanas do Iraque

28/06/2014

Will the World’s First Terror State be Formed by ISIS?

So what was that refrain again? Bin Laden is deadAl-Qaeda has been decimated and is on the run. Does that mean we are safer now?

Not hardly.

Terrorism is expanding rapidly and terrorist controlled areas are growing ever larger as they see weakness in the West and the impotence of Barack Obama.

Islamists are expanding their reach and influence with abandon, leaving a wake of death and destruction wherever they go.

Nigeria, the Sudan, Malaysia, Saudi Arabia, China, Lebanon, Central African Republic, Libya, Syria and of course Iraq have seen terrorist attacks just in the past few weeks.

By far the West’s, and particularly our greatest worry in America, must be ISIS. In a short period of time, their ranks have swelled from those 1300 fighters who took Mosul to between 10 and 15,000.

They are well-equipped and well-funded – confiscating American military supplies such as humvees, armored vehicles and by some reports, even Black Hawk helicopters. A good source of continued funding has been from cleaning out Iraqi banksin the territories that they now control.

Unlike other terror groups, ISIS is not in hiding. They are not operating in the shadows. In fact they have produced recruitment videos on YouTube, and are becoming active on social media – Twitter, Facebook and the messenger service Kik.

They actively encourage Western would-be jihadists to message them privately in an effort to recruit Westerners/Americans.

They had even developed an online magazine, the Weekly Islamic State Report, published by ISIS’ AlHayat Media Center – chronicling their triumphs, complete with execution videos. Yes – they have their own media center.

On the Internet, you may purchase ISIS T-shirts, baseball caps and jihadist plush toys that even come with their own black ISIS flag. It’s true!

If left unchecked, ISIS will become the world’s first terrorist state. They will realize their goal of a caliphate and it will certainly not stop there.

There have been recent reports that the al-Qaeda offshoot from Syria, the al-Nusra front will join ISIS. The leader of al-Nusra, Abu Yusuf al-Masri has allegedly already pledged his allegiance to ISIS.

If these two gangs merge it will double the size of ISIS overnight, swelling their ranks to approaching 30,000.

As they grow in size and stature, the terror state will only attract more jihadist, and this will become a problem for the United States, whom they see as the evil Empire.

As is par for the course, at least one anonymous U.S. Intelligence source said the Obama administration ignored warnings of the ISIS threat at the beginning of 2014.

Secretary of State “Lurch” Kerry denies they had any warning and I’m sure Obama just heard about it from watching the news.

ISIS may become a threat unlike we’ve ever seen. If they are allowed to propagate, they will become a formidable force and like Dick Cheney, I believe we may see an event or series of events in this country that will dwarf the 9/11 attacks.

They may even eclipse the threat of global warming
Read more at

http://freedomoutpost.com/2014/06/will-worlds-first-terror-state-formed-isis/#6YssX0AJKvETftO8.99

Há exatos 100 anos, em Saravejo-Bósnia – Um terrorista bósnio desesperado assassinava barbaramente o Arquiduque Francisco Ferdinando – O Mundo nunca mais o perdoaria – Um assassinato que custou a vida de 20 milhões de pessoas

28/06/2014

Agir por vingança dá nisso:

O Império Austríaco resolveu dar uma lição nos Bósnios.

Tem início, em agosto de 1914, a GRANDE GUERRA, hoje, chamada, Primeira Guerra Mundial.

10455769_10150427445784999_6677390689053734476_n

O Bondoso Arquiduque minutos antes de seu fim:

Archduke Franz Ferdinand and his wife, Sophie, moments before their assassination

27SARAJEVO1-master675-v2

10401507_743181345723401_3734052999740162875_n

Conheça as 17 regras do Futebol da FIFA e da Copa do Mundo

17/06/2014

log2013en_neutral

O mais longo dos dias – Nunca esqueceremos nossos heróis – Dia D

06/06/2014

10337707_10152224612531336_5691301581284928397_n

Lei PDF Tudo sobre regulamentação de vinhos e legislação sobre vinhos e vinicultura no Brasil

30/05/2014

DECRETO Nº 8

25 de Abril de 1974-2014 – 40 anos depois da Revolução dos Cravos Vermelhos em Portugal, Salazar, o Português do Século, vive no Coração do povo luso

24/04/2014

António de Oliveira Salazar, personalidade que marcou a História portuguesa do século XX, liderando o Estado Novo  durante 5 décadas, continua a ser, muitos anos passados sobre o seu falecimento, idolatrado por grande parte dos portugueses, sendo raro quem não tenha uma opinião forte e emotiva sobre a doutrina e obra de Salazar.

Surgido num tempo de instabilidade política nacional, Salazar conseguiu impor as suas ideias nacionalistas, ajudado pela reputação que granjeou ao resolver a crise financeira, criando um pacto de consenso de governo nacional reunindo diferentes facções incluindo monárquicos, católicos, republicanos e maçons.

Afirmando que não defendia nenhum sistema político, e menos ainda a democracia, pelo efeito nefasto que afirmava que tinha o jogo de interesses privados e ideologias rígidas que orientavam os partidos políticos, atalhou caminho para um governo estável da nação proibindo estes e ainda a liberdade de imprensa, em nome do que considerava ser a paz social.

Não tendo deixado obra escrita, foram no entanto inúmeras as suas intervenções, artigos de imprensa, participação em conferências, entrevistas e discursos, deixando as suas ideias expressas, antes e durante o seu governo, em milhares e milhares de páginas.

salazar

50 anos da Revolução de 31 de março de 1964 que salvou o Brasil – Sem a Revolução hoje seríamos um país comunista

27/03/2014

1964 é Hoje   – – – 1964 é Hoje 

Estudantes comunistas da Universidade Federal de Santa Catarina tiram a Bandeira do Brasil e colocam a bandeira comunista,

Estudantes patriotas colocam a Bandeira do Brasil no mastro novamente.

14:00 TV ALERG censura pronunciamento:

Neste momento, TV ALERJ corta sinal e censura sessão sobre 31 de março conduzida por Flávio Bolsonaro. Se vivêssemos em uma democracia, haveria também uma sessão em Brasília.

1186263_202497713245812_1068077625_n

1964 é Hoje

1522194_278781315621720_1862649147_n

1535704_548653168586638_2013359848_n

1009954_404113936402129_1070646562_n

1499622_555368114571431_1120180699_n

1978692_439830369485449_1629176467_n

1555318_832820540068760_1823353768_n

Apesar da retirada pelo Governo do 31 de Março do calendário comemorativo nacional, a lembrança do glorioso Movimento em defesa da Democracia, desencadeado pelo Povo Brasileiro em 1964, permanece mais viva do que nunca na sua memória.

31 de março de 1964 é a data histórica que marcou um “basta” contra os desmandos e a ausência de autoridade que o próprio Governo instalado patrocinava, com o propósito de levar o País ao caos e ao descontrole institucional.

1070095_654749851247652_412839489_n

Tal anarquia atendia à estratégia final que levaria à iminente instalação no País de um regime totalitário-sindicalista com inspiração bolchevista.

Instadas pela própria população, as Forças Armadas assumiram o comando das ações, atuando emergencialmente para restaurar a ordem, e, finalmente, dominar a subversão em todas as formas em que se manifestou.

1966907_648986838470860_2141324522_n

Daí em diante, o controle do Estado foi definitivamente restabelecido e reorganizada a administração nacional, que alcançou um desenvolvimento sustentado com sucessivos recordes de crescimento econômico.

1011755_10152661973395130_22105855_n

O tempo passou, muita coisa aconteceu nesses quarenta e sete anos, quase meio século, e o País recebeu, entre outros, um excepcional legado de infraestrutura básica, adquirindo, desse modo, energia para garantir a continuidade do progresso econômico.

Infelizmente, uma parcela de inconformados ainda trabalha negativamente, tentando alcançar os mesmos objetivos retrógrados do passado.

Assim, nuvens negras voltam a pairar, ameaçadoramente, nos nossos horizontes.

1979543_10152672074615130_1400411105_n

Eles, hoje, atuam de forma diferente. Não pela ameaça do terrorismo ou das guerrilhas e, sim, pela letra do manual “gramsciano” – passo a passo – com paciência e perseverança, procurando anestesiar a opinião pública por meio do favorecimento financeiro e da propaganda insidiosa.

Essa estratégia de “aparvalhamento” da Sociedade apresenta-se com as seguintes faces:

•Ocupação dos cargos públicos (e muitos privados), em todos os níveis, por militantes do partido do Governo;

•Suborno coletivo com dinheiro público, mormente, junto às populações menos favorecidas e sem acesso à informação de qualidade;

•Propaganda governista, por parcela da mídia mercenária, no rádio, nos jornais, na televisão e no cinema;

1979892_427331857410436_1410705601_n

•Atuação no setor educacional pelo controle dos currículos e dos livros didáticos, incluindo, aqui, a sutil penetração nos estabelecimentos militares de ensino;

•Uma fraca oposição político-parlamentar, caracterizando a figura do “partido único”.

Todo esse aparato, dirigido pelo comando centralizado de uma minoria atuante, tem transformado o regime brasileiro em autêntica ditadura, travestida de democracia virtual.

Dentro desse quadro, as Forças Armadas, como Instituição não cooptável por tais manobras, passaram a ser alvos de irresponsáveis medidas que visam ao seu enfraquecimento ou eventual extinção/substituição. Não só pela prática de sistemática campanha que tenta aviltar a história militar brasileira, como pela gradativa e perigosa redução de sua capacidade operativa.

1487389_767668519923748_966417542_n

Com insuficientes orçamentos, protelação das decisões para renovação do material de defesa e constantes reduções do padrão salarial do pessoal militar, tentam atingir o moral e a vontade da Instituição.

É preciso que os neófitos entendam que só existe soberania se ela for respaldada por força de defesa competente, e que sem soberania não pode subsistir o Estado nacional.

No cenário internacional, temos tido freqüentes exemplos de imposição da vontade do mais forte sobre países de expressão militar limitada.

Urge, portanto, que a atual Presidente contenha os arroubos dessa minoria inconseqüente, procurando anular-lhes as intenções mesquinhas, que poderão fazer recrudescer animosidades do passado, dificultando as legítimas ações governamentais e, até mesmo, comprometendo o equilíbrio institucional do País.

Por que não trabalharmos todos no sentido único de fazer crescer e desenvolver o Brasil no rumo de seu inexorável destino de grande nação?

O que querem, afinal, esses inconsoláveis perdedores?

1098423_486642188107430_1922216687_n

1486730_1415420378711216_260034876_n

1979611_1424234451158013_884480055_n

1009761_397706233672262_1635560534_n

AGORA VEJA O QUE É O PT NO GOVERNO

1150382_429040260575680_1633057595_n

Bj7EUJQIEAEeHGK

█ Jornalista que critica governo do PT é afastado de jornal do SBT no Paraná

O jornalista Paulo Eduardo Martins, evangélico e comentarista da Rede Massa, afiliada do SBT no Paraná, participou nesta sexta (28) pela última vez do “Jornal da Massa”, apresentado às 7 da manhã.

Em sua conta no Facebook, ele anunciou sua saída do matutino: “Amigos, hoje (28) fiz minha última participação no Jornal da Massa. Por uma decisão legítima da direção da Rede Massa, o telejornal não mais contará com comentaristas. Agradeço aos que acompanharam e compartilharam o programa, aos colegas de bancada Denian Couto, Ogier Buchi, Ruth Bolognese e também a todos da emissora por terem sustentado o formato que nos proporcionou fazer o debate e enfrentar as amarras culturais que envolvem a imprensa brasileira. Sigo como colunista do telejornal SBT Paraná. A vida segue”.

No estado, a informação é de que ele teria sido afastado do noticiário por pressão do governo federal, que ameaçou retirar os patrocínios de estatais do programa. Paulo Eduardo é um crítico ferrenho do governo do PT, que ele chama de “comunista” e “ditatorial”.

O notícia gospel, através do repórter Sandro Nascimento, entrou em contato com Paulo, que negou a versão que está correndo nas redes sociais.

Porém, ele disse que não está contente com fato e confessa que fazia algo diferente na TV brasileira, mas reafirma que sempre teve liberdade total nos comentários: “Sim, de fato eu e o outro comentarista, Ogier Buchi, fomos afastados do jornal. A empresa decidiu apostar em um formato mais convencional, apenas com notícias, apesar do programa ocupar o segundo lugar na audiência. Não posso dizer que estou contente, mas entendo como uma decisão legítima por parte da empresa. Ela têm liberdade para apostar nesse ou naquele formato. Sempre fui um crítico severo do governo do PT, mas não posso atribuir a mudança a uma intervenção do governo. Não tenho informação de nenhum movimento nesse sentido. Seria leviano da minha parte afirmar algo assim. Os recados chegam sempre de um ou de outro. É preciso reconhecer que o que vinha sendo feito não era lá muito comum no jornalismo televisivo. Lamento muito a mudança, pois o ‘JM’ nos proporcionou tratar de temas que a imprensa não tem interesse em tratar, como o Foro de São Paulo e o projeto totalitário do PT. E sim, sempre tive muita liberdade”.

Por fim, Paulo Eduardo Martins declara que não foi demitido do canal, já que ele continua com uma coluna no noturno “SBT Paraná”: “Eu continuo com a coluna no SBT PR, que é o telejornal noturno da emissora. Não fui demitido. Fui afastado do JM, que é o telejornal matutino. Ficou claro que um comentarista deve estar intelectualmente e emocionalmente preparado para realmente dizer e sustentar o que pensa, sem se assustar com bandos organizados e barulhentos que não compreendem a liberdade de expressão e ainda, que é preciso ter coragem e entender que a realidade dói e que a dor sempre causa reação”.

Procurada pelo NaTelinha, a assessoria de imprensa da Rede Massa não retornou os contatos até o fechamento desta matéria.A emissora, vale lembrar, pertence ao apresentador Ratinho, que a comprou em 2008. E é vice-líder isolada de audiência em todo o estado.

LBJ – Como estão os Estados Unidos hoje – 50 anos após o Discurso sobre a Grande Sociedade?

08/02/2014

 The Great Society, U. Michigan, 1964

President Johnson describes his domestic agenda and vision for a better America.

May 22, 1964 

http://www.pbs.org/wgbh/americanexperience/features/primary-resources/lbj-michigan/

President Hatcher, Governor Romney, Senators McNamara and Hart, Congressmen Meader and Staebler, and other members of the fine Michigan delegation, members of the graduating class, my fellow Americans.

It is a great pleasure to be here today. This university has been coeducational since 1870, but I do not believe it was on the basis of your accomplishments that a Detroit high school girl said, and I quote, “In choosing a college, you first have to decide whether you want a coeducational school or an educational school.”

Well, we can find both here at Michigan, although perhaps at different hours.

I came out here today very anxious to meet the Michigan student whose father told a friend of mine that his son’s education had been a real value. It stopped his mother from bragging about him.

I have come today from the turmoil of your Capital to the tranquility of your campus to speak about the future of your country.

The purpose of protecting the life of our nation and preserving the liberty of our citizens is to pursue the happiness of our people. Our success in that pursuit is the test of our success as a nation.

For a century we labored to settle and to subdue a continent. For half a century we called upon unbounded invention and untiring industry to create an order of plenty for all of our people.

The challenge of the next half century is whether we have the wisdom to use that wealth to enrich and elevate our national life, and to advance the quality of our American civilization.

Your imagination and your initiative, and your indignation will determine whether we build a society where progress is the servant of our needs, or a society where old values and new visions are buried under unbridled growth. For in your time we have the opportunity to move not only toward the rich society and the powerful society, but upward to the Great Society.

The Great Society rests on abundance and liberty for all. It demands an end to poverty and racial injustice, to which we are totally committed in our time. But that is just the beginning.

The Great Society is a place where every child can find knowledge to enrich his mind and to enlarge his talents. It is a place where leisure is a welcome chance to build and reflect, not a feared cause of boredom and restlessness. It is a place where the city of man serves not only the needs of the body and the demands of commerce but the desire for beauty and the hunger for community.

 

It is a place where man can renew contact with nature. It is a place which honors creation for its own sake and for what it adds to the understanding of the race. It is a place where men are more concerned with the quality of their goals than the quantity of their goods.

But most of all, the Great Society is not a safe harbor, a resting place, a final objective, a finished work. It is a challenge constantly renewed, beckoning us toward a destiny where the meaning of our lives matches the marvelous products of our labor.

So I want to talk to you today about three places where we begin to build the Great Society: in our cities, in our countryside, and in our classrooms.

lbj_film_large_thumb

Many of you will live to see the day, perhaps 50 years from now, when there will be 400 million Americans, four-fifths of them in urban areas. In the remainder of this century urban population will double, city land will double, and we will have to build homes, and highways, and facilities equal to all those built since this country was first settled. So in the next 40 years we must rebuild the entire urban United States.

Aristotle said, “Men come together in cities in order to live, but they remain together in order to live the good life.” It is harder and harder to live the good life in American cities today.

The catalog of ills is long, there is the decay of the centers and the despoiling of the suburbs. There is not enough housing for our people or transportation for our traffic. Open land is vanishing and old landmarks are violated.

Worst of all, expansion is eroding the precious and time honored values of community with neighbors and communion with nature. The loss of these values breeds loneliness and boredom and indifference.

And our society will never be great until our cities are great. Today the frontier of imagination and innovation is inside those cities and not beyond their borders.

New experiments are already going on. It will be the task of your generation to make the American city a place where future generations will come not only to live, but to live the good life.

And I understand that if I stayed here tonight I would see that Michigan students are really doing their best to live the good life.

This is the place where the Peace Corps was started. It is inspiring to see how all of you, while you are in this country, are trying so hard to live at the level of the people.

A second place where we begin to build the Great Society is in our countryside. We have always prided ourselves on being not only America the strong and America the free, but America the beautiful. Today that beauty is in danger. The water we drink, the food we eat, the very air that we breathe, are threatened with pollution. Our parks are overcrowded, our seashores overburdened. Green fields and dense forests are disappearing.

A few years ago we were greatly concerned about the Ugly American. Today we must act to prevent an ugly America.

For once the battle is lost, once our natural splendor is destroyed, it can never be recaptured. And once man can no longer walk with beauty or wonder at nature his spirit will wither and his sustenance be wasted.

A third place to build the Great Society is in the classrooms of America. There your children’s lives will be shaped. Our society will not be great until every young mind is set free to scan the farthest reaches of thought and imagination. We are still far from that goal.

Today, eight million adult Americans, more than the entire population of Michigan, have not finished five years of school. Nearly 20 million have not finished eight years of school. Nearly 54 million — more than one-quarter of all America — have not even finished high school.

Each year more than 100,000 high school graduates with proved ability do not enter college because they cannot afford it. And if we cannot educate today’s youth, what will we do in 1970 when elementary school enrollment will be five million greater than 1960? And high school enrollment will rise by five million. And college enrollment will increase by more than three million.

In many places, classrooms are overcrowded and curricula are outdated. Most of our qualified teachers are underpaid, and many of our paid teachers are unqualified. So we must give every child a place to sit and a teacher to learn from. Poverty must not be a bar to learning, and learning must offer an escape from poverty.

But more classrooms and more teachers are not enough. We must seek an educational system which grows in excellence as it grows in size. And this means better training for our teachers. It means preparing youth to enjoy their hours of leisure, as well as their hours of labor. It means exploring new techniques of teaching, to find new ways to stimulate the love of learning and the capacity for creation.

These are three of the central issues of the Great Society. While our Government has many programs directed at those issues, I do not pretend that we have the full answer to those problems.

But I do promise this: we are going to assemble the best thought and the broadest knowledge from all over the world to find those answers for America. I intend to establish working groups to prepare a series of White House conferences and meetings on the cities, on natural beauty, on the quality of education, and on other emerging challenges. And from these meetings and from this inspiration and from these studies, we will begin to set our course towards the Great Society.

The solution to these problems does not rest on a massive program in Washington, nor can it rely solely on the strained resources of local authority. They require us to create new concepts of cooperation, a creative federalism, between the national capital and the leaders of local communities.

Woodrow Wilson once wrote, “Every man sent out from his university should be a man of his Nation as well as a man of his time.”

Within your lifetime powerful forces already loosed will take us toward a way of life beyond the realm of our experience, almost beyond the bounds of our imagination.

For better or for worse, your generation has been appointed, by history, to deal with those problems and to lead America toward a new age. You have the chance never before afforded to any people in any age. You can help build a society where the demands of morality, and the needs of the spirit, can be realized in the life of the Nation.

So will you join in the battle to give every citizen the full equality which God enjoins and the law requires, whatever his belief, or race, or the color of his skin?

Will you join in the battle to give every citizen an escape from the crushing weight of poverty?

Will you join in the battle to make it possible for all nations to live in enduring peace as neighbors and not as mortal enemies?

Will you join in the battle to build the Great Society, to prove that our material progress is only the foundation on which we will build a richer life of mind and spirit?

There are those timid souls that say this battle cannot be won; that we are condemned to a soulless wealth. I do not agree. We have the power to shape the civilization that we want. But we need your will, and your labor, and your hearts, if we are to build that kind of society.

Those who came to this land sought to build more than just a new country. They sought a new world. So I have come here today to your campus to say that you can make their vision our reality. So let us from this moment begin our work so that in the future men will look back and say, “It was then, after a long and weary way, that man turned the exploits of his genius to the full enrichment of his life.”

Thank you. Goodbye.

Dylan Farrow (neta da Jane do Tarzan – Isso mesmo, neta de Maureen Paula O´Sullivan) abriu o bico para o NYT, ontem, dizendo que Woody Allen fazia boberinha com ela, quando ela era menina. É o escândalo do momento. E agora como fica o tão afamado cineasta?

02/02/2014
FEBRUARY 1, 2014, 3:04 PM
Milhares de comentários no NYT, muitos não acreditando:
“‘The future jungle wife of Tarzan and mother of Mia Farrowwas a schooldays classmate of Vivien Leigh at the Convent of the Sacred Heart at Roehampton (London). At the age of nine she intended to become a pilot. After more school in Paris, back in Dublin, she met director Frank Borzage who was doing location filming for Fox and who invited her to …See full bio » IDMB.

An Open Letter From Dylan Farrow

By DYLAN FARROW
Dylan Farrow
Frances Silver Dylan Farrow

(A note from Nicholas Kristof: In 1993, accusations that Woody Allen had abused his adoptive daughter, Dylan Farrow, filled the headlines, part of a sensational story about the celebrity split between Allen and his girlfriend, Mia Farrow. This is a case that has been written about endlessly, but this is the first time that Dylan Farrow herself has written about it in public. It’s important to note that Woody Allen was never prosecuted in this case and has consistently denied wrongdoing; he deserves the presumption of innocence. So why publish an account of an old case on my blog? Partly because the Golden Globe lifetime achievement award to Allen ignited a debate about the propriety of the award. Partly because the root issue here isn’t celebrity but sex abuse. And partly because countless people on all sides have written passionately about these events, but we haven’t fully heard from the young woman who was at the heart of them. I’ve written a column about this, but it’s time for the world to hear Dylan’s story in her own words.)

What’s your favorite Woody Allen movie? Before you answer, you should know: when I was seven years old, Woody Allen took me by the hand and led me into a dim, closet-like attic on the second floor of our house. He told me to lay on my stomach and play with my brother’s electric train set. Then he sexually assaulted me. He talked to me while he did it, whispering that I was a good girl, that this was our secret, promising that we’d go to Paris and I’d be a star in his movies. I remember staring at that toy train, focusing on it as it traveled in its circle around the attic. To this day, I find it difficult to look at toy trains.

For as long as I could remember, my father had been doing things to me that I didn’t like. I didn’t like how often he would take me away from my mom, siblings and friends to be alone with him. I didn’t like it when he would stick his thumb in my mouth. I didn’t like it when I had to get in bed with him under the sheets when he was in his underwear. I didn’t like it when he would place his head in my naked lap and breathe in and breathe out. I would hide under beds or lock myself in the bathroom to avoid these encounters, but he always found me. These things happened so often, so routinely, so skillfully hidden from a mother that would have protected me had she known, that I thought it was normal. I thought this was how fathers doted on their daughters. But what he did to me in the attic felt different. I couldn’t keep the secret anymore.

When I asked my mother if her dad did to her what Woody Allen did to me, I honestly did not know the answer. I also didn’t know the firestorm it would trigger. I didn’t know that my father would use his sexual relationship with my sister to cover up the abuse he inflicted on me. I didn’t know that he would accuse my mother of planting the abuse in my head and call her a liar for defending me. I didn’t know that I would be made to recount my story over and over again, to doctor after doctor, pushed to see if I’d admit I was lying as part of a legal battle I couldn’t possibly understand. At one point, my mother sat me down and told me that I wouldn’t be in trouble if I was lying – that I could take it all back. I couldn’t. It was all true. But sexual abuse claims against the powerful stall more easily. There were experts willing to attack my credibility. There were doctors willing to gaslight an abused child.

After a custody hearing denied my father visitation rights, my mother declined to pursue criminal charges, despite findings of probable cause by the State of Connecticut – due to, in the words of the prosecutor, the fragility of the “child victim.” Woody Allen was never convicted of any crime. That he got away with what he did to me haunted me as I grew up. I was stricken with guilt that I had allowed him to be near other little girls. I was terrified of being touched by men. I developed an eating disorder. I began cutting myself. That torment was made worse by Hollywood. All but a precious few (my heroes) turned a blind eye. Most found it easier to accept the ambiguity, to say, “who can say what happened,” to pretend that nothing was wrong. Actors praised him at awards shows. Networks put him on TV. Critics put him in magazines. Each time I saw my abuser’s face – on a poster, on a t-shirt, on television – I could only hide my panic until I found a place to be alone and fall apart.

Last week, Woody Allen was nominated for his latest Oscar. But this time, I refuse to fall apart. For so long, Woody Allen’s acceptance silenced me. It felt like a personal rebuke, like the awards and accolades were a way to tell me to shut up and go away. But the survivors of sexual abuse who have reached out to me – to support me and to share their fears of coming forward, of being called a liar, of being told their memories aren’t their memories – have given me a reason to not be silent, if only so others know that they don’t have to be silent either.

Today, I consider myself lucky. I am happily married. I have the support of my amazing brothers and sisters. I have a mother who found within herself a well of fortitude that saved us from the chaos a predator brought into our home.

But others are still scared, vulnerable, and struggling for the courage to tell the truth. The message that Hollywood sends matters for them.

What if it had been your child, Cate Blanchett? Louis CK? Alec Baldwin? What if it had been you, Emma Stone? Or you, Scarlett Johansson? You knew me when I was a little girl, Diane Keaton. Have you forgotten me?

Woody Allen is a living testament to the way our society fails the survivors of sexual assault and abuse.

So imagine your seven-year-old daughter being led into an attic by Woody Allen. Imagine she spends a lifetime stricken with nausea at the mention of his name. Imagine a world that celebrates her tormenter.

Are you imagining that? Now, what’s your favorite Woody Allen movie?

Há 40 anos, o maior incêndio em São Paulo – O salto para a morte – O Edifício Joelma em chamas – 1 de fevereiro de 1974 – A tragédia do Edifício Joelma

01/02/2014

Em 01 de fevereiro de 1974, no centro da cidade de São Paulo no Brasil, o Edifício Joelma pega fogo.

A maior tragédia de São Paulo.

A TV japonesa NHK registro os momentos mais dramáticos das pessoas se jogando do Joelma:

Esse vídeo mostra o que realmente aconteceu, como era o Edifício Joelma – Como foi feito o resgate e salvamento:

Cenas fortes e emocionantes do povo em frente ao Edifício Joelma: O salto para a morte: Faixas pedindo para não saltarem.

Globo Repórter 1 ano depois: