Archive for the ‘documentos históricos’ Category

A Constituição que não foi – 2 constituições esquecidas do ano de 1890

01/06/2017

http://legis.senado.leg.br/legislacao/PublicacaoSigen.action?id=390070&tipoDocumento=DEC-n&tipoTexto=PUB

http://legis.senado.leg.br/legislacao/PublicacaoSigen.action?id=388004&tipoDocumento=DEC-n&tipoTexto=PUB 

No dia da Abolição, a vida dura do fazendeiro que não foi indenizado e que pagava o imposto da meia siza

13/05/2017

Senado Federal

Secretaria de Informação Legislativa

Este texto não substitui o original publicado no Diário Oficial.

DECRETO N. 151 – DE 11 DE ABRIL DE 1842

Dando Regulamento para a arrecadação da Taxa, e Meia Siza dos escravos.

Tendo ouvido o parecer da secção de Fazenda do Meu Conselho de Estado, Hei por bem que se execute o Regulamento, que com este baixa, assignado pelo Visconde de Abrantes, do Meu Conselho, Senador do lmperio, Ministro e Secretario de Estado dos Negocios da Fazenda, e Presidente do Tribunal do Thesouro Publico Nacional. O mesmo Ministro o tenha assim entendido e faça executar com os despachos necessarios. Palacio do Rio de Janeiro em onze de Abril de mil oitocentos quarenta e dous, vigesimo primeiro da Independencia e do Imperio.

Com a Rubrica de Sua Magestade o Imperador.

Visconde de Abrantes.

REGULAMENTO PARA A ARRECADAÇÃO DA TAXA, E MEIA SIZA DOS ESCRAVOS, EM OBSERVANCIA DO ART. 17 DA LEI Nº 243 DE 30 DE NOVEMBRO DE 1841

CAPITULO I

Da matricula dos escravos

Art. 1º Proceder-se-ha a uma matricula geral de todos os escravos residentes nas Cidades e Villas do Imperio, sujeitos á taxa annual de 1$000, estabelecida pelo art. 9º § 5º da Lei de 31 de Outubro de 1835.

  • Unico. No Municipio da Côrte a matricula será dividida em duas partes distinctas comprehendendo uma os escravos residentes dentro dos limites da Cidade, sujeitos por isso á taxa e outra os escravos residentes nas Freguezias de fóra da Cidade, não sujeitos á dita taxa.

Art. 2º A este alistamento, ou matricula, se dará principio na Côrte e nas mais Cidades e Villas vinte dias depois de haver sido nellas publicado este Regulamento.

Art. 3º O alistamento, ou matricula, será feito pelas Recebedorias e Mesas de Rendas, onde as houver, ou pelas Collectorias, em livros proprios; seguindo-se a ordem numerica das casas, e designando-se os nomes das ruas e bairros. O dia marcado para o alistamento de cada rua ou bairro será annunciado com a anticipação de 8 até 15 dias.

Art. 4º Na Côrte, dentro dos limites da Cidade e nas Provincias, em todas as Cidades e Villas, os escravos sujeitos á taxa serão dados á matricula dentro do prazo de 30 dias, contados do que fôr annunciado, não só pelos respectivos senhores e proprietarios, mas tambem por aquelles que, sendo moradores nas mesmas Cidades e Villas, os tiverem de pessoa de fóra dellas empregados no seu serviço ordinario, por aluguel, emprestimo, usufructo ou algum outro titulo.

Art. 5º Todos os senhores e outros mencionados no artigo antecedente, deveráõ apresentar uma relação assignada por elles dos escravos que lhes pertencerem, ou tiverem em sua administração e serviço, ou declaração dos nomes, sexos, côr, idade sabida, ou presumida, naturalidade e officio dos mesmos escravos.

  • unico. Iguaes relações serão apresentadas pelos possuidores de escravos residentes fóra dos limites da Cidade do Rio de Janeiro no Municipio da Côrte, no prazo de 60 dias, contados daquelle em que começar a matricula. Os encarregados do lançamento e cobrança, conservaráõ estas relações por espaço de um anno para dissolver quaesquer duvidas, que dentro delles se suscitem.

Art. 6º No acto da primeira matricula a ninguem se exigirá o titulo por que possue o escravo; findo porém o tempo della, nenhum escravo, além dos já matriculados, o será de novo sem que o dono apresente o titulo por que o possue.

Art. 7º A matricula dos escravos sujeitos á taxa será renovada de 3 em 3 annos, a contar do que corre, no mez de Julho, em todas as Cidades e Villas do Imperio; e de 5 em 5 annos o será no mesmo mez de Julho a matricula dos escravos, residentes nas Freguezias de fóra da Cidade do Rio de Janeiro, no Municipio da Côrte.

Art. 8º Dar-se-ha aos donos, e outros de que trata o art. 4º, um certificado resumido de cada matricula dos respectivos escravos, declarando os nomes, sexo, côr e officios destes, e o numero da mesma matricula, e da pagina do livro onde estiver lançada.

Art. 9º No ultimo mez do 1º, 2º, 3º e 4º anno do triennio, ou quinquennio que deve durar a matricula, os donos e administradores dos escravos farão declarações assignadas e justificadas, assim dos que adquirirem de mais por nascimento, ou outro meio, como dos que deixarem de possuir por alforria, alienação ou morte, certidões de baptismo ou obito, e os escriptos de liberdade, compra, venda, doação, etc., devem ser apresentados como documentos justificativos de taes declarações, que serão averbadas no livro da matricula e no certificado, de que trata o artigo precedente.

Art. 10. Na conformidade das sobreditas declarações, por-se-hão na matricula as notas necessarias para serem attendidas no lançamento da taxa do anno futuro, e se darem ás partes os certificados, que requererem a bem do seu direito.

Art. 11. Os escravos, que uma vez forem matriculados, não ficaráõ isentos do pagamento da taxa de 1$000 estabelecida pelo § 5º do art. 9º da Lei de 31 de Outubro de 1835, sendo sujeitos a ella e nem serão riscados da matricula senão no caso de liberdade, morte, ou venda para fóra da Cidade ou Villa, ou do Municipio.

Art. 12. Os escravos que entrarem por mar ou por terra para o Municipio da Côrte e mais Cidades e Villas do Imperio, serão igualmente matriculados pelas pessoas ou consignatarios que os receberem, e que deveráõ fazer na Recebedoria a precisa declaração e haver della o certificado competente. Exceptuão-se:

  • 1º Os escravos que entrarem e sahirem em serviço de seus donos, com tanto que apresentem guia assignada por estes, e vista pela Autoridade Policial do lugar em que residirem.
  • 2º Os que entrarem e sahirem acompanhando a seus donos residentes fóra do Municipio, como empregados em serviço domestico, com tanto que sejão nomeados nos passaportes respectivos a entrada e a sahida.

CAPITULO II

Do lançamento e cobrança da taxa

Art. 13. Logo que se concluir a matricula, far-se-ha o lançamento da taxa, que deva ser arrecadada no 1º anno. E os donos a pagaráõ de todos os escravos que forem lançados para o anno, ainda que no decurso delle tenhão sahido do seu dominio por qualquer motivo, ou fallecido. O lançamento da mesma taxa para o 2º e 3º annos do triennio será feito á vista da matricula, e declarações de que trata o art. 9º; e na arrecadação do respectivo anno observar-se-ha o que fica disposto ácerca do 1º.

Art. 14. A cobrança da taxa dos escravos será feita annualmente no decurso do mez de Agosto.

  • Unico. Se no anno financeiro proximo faturo não se puder effectuar esta cobrança no referido mez de Agosto em algumas Provincias do lmperio, terá ella lugar, com a brevidade possivel, em algum dos seguintes mezes.

CAPITULO III

Da arrecadação da meia siza

Art. 15. O imposto da meia siza, estabelecido pelo Alvará de 3 de Junho de 1809 § 2º, será arrecadado deduzindo-se 5% do valor de qualquer escravo que fôr vendido, adjudicado ou arrematado, dado ou cedido em solução de divida.

  • Unico. E’ isento deste imposto a alforria de qualquer escravo, seja onerosa ou gratuita.

Art. 16. A arrecadação da meia siza será feita pela Recebedoria do Municipio, passando-se ao comprador, ou a quem por outro titulo tiver de possuir o escravo, um conhecimento numerado, contendo a pagina do livro da receita, o nome e morada do comprador ou do novo possuidor; nome, sexo, côr, officio e naturalidade do dito escravo; importancia do imposto pago e em que especie; e o dia, mez e anno do pagamento. E no verso do escripto da venda ou titulo de adjudicação, arrematação ou entrega em solução de divida, o Escripturario que expedir o conhecimento notará a data do mesmo pagamento.

Art. 17. A importancia de meia siza será paga dentro de trinta dias contados da data do escripto ou titulo por que se tiver adquirido o escravo, debaixo da pena do dobro da referida importancia.

Art. 18. Se o preço da venda do escravo parecer diminuto, e por isso lesivo da meia siza, a Recebedoria exigirá do comprador que apresente o mesmo escravo, e o fará avaliar por um louvado seu e outro a contento do mesmo comprador, os quaes determinaráõ o dito preço. E quando não concordem, será nomeado, a aprazimento de ambas as partes, um terceiro louvado, que será obrigado a conformar-se com um dos laudos. E quando se verifique a lesão, o comprador, além da meia siza, pagará a multa de 50$000.

CAPITULO IV

Disposições geraes, e penaes

Art. 19. O contracto de compra e venda de escravos será celebrado por escriptura publica, ou escripto particular assignado pelos contrahentes e duas testemunhas, averbando-se aquella ou este, na Côrte, na Recebedoria do Municipio e nas mais Cidades e Villas, nas Estações por onde se arrecadar a taxa annual dos escravos, em livro proprio para isso destinado, e dentro do prazo de 30 dias, contados da data do contracto.

Art. 20. As escripturas e escriptos, de que trata o artigo antecedente, não serão averbados pelos Officiaes encarregados dessa diligencia sem despacho do Chefe da Repartição, o qual o não dará sem que se mostre estar paga a meia siza e a taxa annual dos escravos, aquella no Municipio da Côrte e esta em todas as Cidades e Villas. Os que o contrario praticarem, além da pena de responsabilidade em que incorrerem, serão multados de 30$000 até 100$000.

Art. 21. Concluida a matricula, não se dará nas Estações respectivas do Municipio conhecimento de meia siza, sem que o requerente mostre que o escravo que se quer vender está matriculado e nada deve da taxa annual. Da mesma fórma não será admittida em Juizo acção alguma, que verse sobre escravos sujeitos ao pagamento da taxa annual e á meia siza, sem que se mostre que o mesmo escravo está matriculado e paga a respectiva meia siza.

Art. 22. Igualmente depois de concluida a matricula, nenhum escravo sujeito ao pagamento da taxa annual e á meia siza poderá ser solto das prisões publicas sem que ao Juiz competente seja presente a certidão da matricula e conhecimento de recibo da Estação respectiva, por onde conste o pagamento da dita taxa e meia siza.

Art. 23. Passada a época da primeira matricula, os donos dos escravos, que os não tiverem matriculado, ou deixarem de fazer as declarações especificadas no art. 9º, serão multados de 10$000 a 30$000 por cada um: os que no Municipio da Côrte não tiverem pago a meia siza daquelles que tiverem adquirido, incorrerão na pena do § 9º do Alvará de 3 de Junho de 1809.

Art. 24. Quando a falta da matricula dos escravos residentes nas Cidades ou Villas para o pagamento da taxa não fôr dos proprietarios, mas das pessoas que os tiverem debaixo da sua administração, ou a seu serviço, na fórma do art. 4º, serão estas multadas na quantia de 30$000 por cada escravo que deixarem de dar á matricula.

Art. 25. Na mesma pena de 30$000 por cada escravo incorrreráõ os donos quando se verificar serem falsas as relações que derem para a matricula, nos termos do art. 4º, e as declarações que fizerem segundo o disposto no art. 5º.

Art. 26. A effectividade destas penas será promovida pelos Collectores e Fiscaes da Fazenda Nacional perante os Juizes Municipaes, seguindo-se as formulas e termos do processo de contrabando.

Art. 27. Logo que passar a época da primeira matricula, nenhum escravo poderá sahir para fóra da Provincia sem passaporte passado pela Policia, pena de ser apprehendido como roubado, e quem o conduzir, preso e recolhido ás prisões publicas, d’onde não sahirá sem que tenha justificado a posse delle e pago uma multa de 50$000, da qual metade pertencerá ao apprehensor, havendo-o. E a Policia não dará passaporte sem que a pessoa que despachar o escravo mostre, com certidão da matricula, que lhe pertence (ou que está matriculado) e que nada deve; salvas porém as excepções dos §§ 1º e 2º do art. 12.

Art. 28. Os encarregados da Policia do porto, e os Administradores de barreiras ou registros, a entrada do Municipio da Côrte, não deixaráõ sahir escravo algum sujeitos á disposição do artigo precedente, sem que esteja contemplado no passaporte do respectivo dono.

Art. 29. Os donos de casas de leilão e consignação para vendas de escravos ficão responsaveis pelo pagamento da meia siza dos escravos que venderem, e não poderão continuar a ter abertas as mesmas casas, ou a exercer a sua industria, sem que prestem fiança idonea a contento da Recebedoria do Municipio; nem a Repartição da Policia lhes dará licença para o exercicio da mesma industria, sem que apresentem certidão de haverem prestado a dita fiança. E os que praticarem o contrario pagaráõ a multa de 100$000, que será cobrada executivamente pelos Agentes da mesma Recebedoria.

Art. 30. O Administrador da Recebedoria do Municipio da Côrte, e os Inspectores das Thesourarias nas Provincias, mandaráõ apromptar os livros de matricula e lançamento, que serão por elles, ou por commissão sua, numerados, rubricados e encerrados.

Rio em 11 de Abril de 1842.

Visconde de Abrantes.

 

200 anos da Revolução Pernambucana quando o povo não era banana

05/05/2017

Sessão especial do Senado Federal do Brasil lembrará a Revolução Pernambucana, que completa 200 anos 

Da Redação | 05/05/2017, 10h00 – ATUALIZADO EM 05/05/2017, 10h10

O Senado terá sessão especial nesta segunda-feira (8), às 11h, em comemoração aos 200 anos da Revolução Pernambucana. A iniciativa é do senador Humberto Costa (PT-PE). A revolução lutou pela independência e pela república, em pleno período colonial.

Foram convidados para participar da sessão o escritor e jornalista Paulo Santos de Oliveira; o historiador e professor Flavio José Gomes Cabral; o presidente do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, George Félix Cabral de Souza; o doutor e historiador José Luiz Mota Menezes; o historiador, advogado e consultor do Instituto Brennand em Pernambuco, Leonardo Antonio Dantas da Silva; o escritor, professor e doutor em Direito Vamireh Chacon; e o historiador e professor na Universidade Federal de Minas Gerais Luiz Carlos Villalta.

Revolução

A revolta ocorreu em março de 1817 em Pernambuco, então chamado de Capitania de Pernambuco. O objetivo principal era conquistar a independência do Brasil em relação a Portugal com a implantação de um regime republicano.

A revolução iniciou-se com a ocupação de Recife, onde um governo provisório foi organizado. Uma assembleia constituinte chegou a ser convocada, em que ficou definida a separação entre Legislativo, Executivo e Judiciário.

As motivações da revolução foram principalmente a insatisfação popular com a chegada da corte portuguesa ao Brasil, desde o ano de 1808; os impostos e tributos criados a partir da chegada da corte; a crise econômica que abatia a região, atingindo, principalmente, as camadas mais pobres da população pernambucana; e a influência da Revolução Francesa e da Independência dos Estados Unidos. A rebelião sucumbiu ante a ação militar do governo imperial, que levou à condenação dos líderes revolucionários.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

 

Ficaremos sabendo a verdade sobre a morte de JFK?

04/05/2017

http://www.lefigaro.fr/international/2017/05/04/01003-20170504ARTFIG00143-donald-trump-declassifiera-t-il-les-documents-de-l-affaire-jfk.php?utm_campaign=Echobox&utm_medium=Social&utm_source=Twitter#link_time=1493900654 

Discurso Histórico do Coronel Lício Augusto Maciel

24/04/2017

Sobre índio, o Visconde de Taunay escreveu:

20/04/2017

Eram avisos e sinais dos bugres; e, de descuidados
que estávamos, tornamo-nos de pronto atentos, não que houvesse
perigo real, mas pela novidade das impressões que recebíamos ali perto,
em contato quase com a selvageria e indomável pertinácia do gentio, cujo
rancor e ferocidade tinham
tristonho atestado nas cruzes erguidas à beira
do rio.

Pela volta do Regime Militar no Brasil

16/04/2017

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Doutor Adhemar Pereira de Barros, o ladrão de galinha

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Comparado com os políticos de Hoje, o velho Adhemar era um ladrão de galinha

15/04/2017

“O engraçado é que os Ladrões que dirigem os sindicatos não convocam o povo para ir às ruas contra os políticos.”

Frase do dia

Com 150 mil não se compra MP nem em feira paraguaia.

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Elias Fausto - Adhemar e políticos de Elias Fausto início dos anos 60

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Lista de somente 200 organizações subversivas financiadas por George Soros – Tem muito mais do Rei da Nova Ordem Mundial

13/04/2017

http://freedomoutpost.com/nazi-war-criminal-george-soros-funds-over-200-us-organizations-heres-the-list/ 

As grandes verdades de um Grande Homem

31/03/2017
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Antônio de Oliveira Salazar, foi o Presidente do Conselho de Ministros do Estado Novo de Portugal (1933-1974):

“Islã decreta guerra à Europa” – Marion Maréchal: São eles, ou nós, não é possível neutralidade! – Legendado em Inglês – English subtitles – Marion Maréchal-Le Pen Speech

24/03/2017

Se não fosse trágico, seria engraçado

20/03/2017

CORTADOS A COXINHA E A MORTADELA DAS CRIANÇAS PAULISTAS

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Há 50 anos, entrava em vigor a Constituição do Brasil de 1967

15/03/2017

Promulgada em 24 de janeiro de 1967, entrou em vigor junto com a posse do Presidente Costa e Silva em 15 de março de 1967 (artigo 189).

CONSTITUIÇÃO DE 1967

Constituição do Brasil decretada e promulgada pelo Congresso Nacional.

O Congresso Nacional, invocando a proteção de Deus, decreta e promulga a seguinte

 

CONSTITUIÇÃO DO BRASIL

TÍTULO I   Da Organização Nacional

CAPÍTULO I   Disposições Preliminares

     Art. 1º. O Brasil é uma República Federativa, constituída sob o regime representativo, pela união indissolúvel dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios.

§ 1º Todo poder emana do povo e em seu nome é exercido.

§ 2º São símbolos nacionais a bandeira e o hino vigorantes na data da promulgação desta Constituição e outros estabelecidos em lei.

§ 3º Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão ter símbolos próprios.

     Art. 2º. O Distrito Federal é a Capital da União.

     Art. 3º. A criação de novos Estados e Territórios dependerá de lei complementar.

     Art. 189.  Esta Constituição será promulgada, simultaneamente, pelas Mesas das Casas do Congresso Nacional e entrará em vigor no dia 15 de março de 1967.

Brasília, 24 de janeiro de 1967; 146º da Independência e 79º da República.

A MESA DA CÂMARA DOS DEPUTADOS     A MESA DO SENADO FEDERAL

JOÃO BAPTISTA RAMOS                                AURO SOARES MOURA ANDRADE
Presidente                                                             Presidente

José Bonifácio Lafayette de Andrada                     Camillo Nogueira da Gama
Vice-Presidente                                                     1º Vice-Presidente

Nilo de Souza Coelho                                            Vivaldo Palma Lima Filho
1º Secretário                                                          2º Vice-Presidente

Henrique de La Rocque                                         Dinarte de Medeiros Mariz
2º Secretário                                                         1º Secretário

Aniz Badra                                                            Gilberto Marinho
3º Secretário                                                         2º Secretário

Ary Alcântara                                                        Edward Cattete Pinheiro
4º Secretário                                                         3º Secretário, em exercício

Joaquim Santos Parente
4º Secretário, em exercício

 

Este texto não substitui o original publicado no Diário Oficial da União – Seção 1 de 24/01/1967

O argumento dos independentistas

08/03/2017

“”””””””A hora que todos os separatistas esperavam! Saíram os dados do roubo em 2016!

São Paulo ENTREGOU mais de meio TRILHÃO de reais a união. Recebemos quanto de volta, na forma de investimentos federais, repasses e parcerias com os governos estadual e municipal?

Cerca de 8%.

E aí, paulista? Tá gostoso trabalhar pra Brasília?

SECESSÃO É A SOLUÇÃO. APOIE SÃO PAULO INDEPENDENTE.””””””

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Você será identificado por um chip -Finalmente vai sair a identidade única no Brasil

01/03/2017
21/02/2017 – 23h19

Deputados aprovam criação do Documento de Identificação Nacional

Proposta será encaminhada para análise do Senado

Lúcio Bernardo Junior/Câmara dos Deputados
Ordem do dia para análise, discussão e votação de diversos projetos
Documento aprovado pelos deputados incluirá dados dos cidadãos brasileiros por meio de tecnologia de chip

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (21), o Projeto de Lei 1775/15, do Poder Executivo, que cria o Documento de Identificação Nacional (DIN) para substituir os demais documentos cujos dados estejam inseridos nele por meio de tecnologia de chip. A matéria, aprovada na forma de um substitutivo do deputado Julio Lopes (PP-RJ), será enviada ao Senado.

De acordo com o projeto, o DIN dispensará a apresentação dos documentos que lhe deram origem ou nele mencionados e será emitido pela Justiça Eleitoral, ou por delegação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a outros órgãos, podendo substituir o título de eleitor.

Nesse documento, que será impresso pela Cada da Moeda, o Cadastro de Pessoa Física (CPF) será usado como base para a identificação do cidadão. Já os documentos emitidos pelas entidades de classe somente serão validados se atenderem os requisitos de biometria e de fotografia conforme o padrão utilizado no DIN. As entidades de classe terão dois anos para adequarem seus documentos aos requisitos exigidos pelo novo documento.

Benefícios sociais
Para facilitar o controle no recebimento de benefícios sociais, o poder público deverá oferecer mecanismos que possibilitem o cruzamento de informações de bases de dados oficiais a partir do número de CPF do solicitante, para comprovar o cumprimento dos requisitos para a concessão desses benefícios.

Identificação nacional
O DIN será emitido com base na Identificação Civil Nacional (ICN), criada pelo projeto com o objetivo de juntar informações de identificação do cidadão. A ICN usará a base de dados biométricos da Justiça Eleitoral; a base de dados do Sistema Nacional de Informações de Registro Civil (Sirc) e da Central Nacional de Informações do Registro Civil (CRC – Nacional); e outras informações contidas em bases de dados da Justiça Eleitoral, dos institutos de identificação dos estados e do Distrito Federal, do Instituto Nacional de Identificação, ou disponibilizadas por outros órgãos, conforme definido pelo Comitê Gestor da ICN.

A nova base dados assim gerada será armazenada e gerida pelo TSE, que terá de garantir a interoperabilidade entre os sistemas eletrônicos governamentais, ou seja, sua comunicação eficiente sem problemas de compatibilidade, conforme recomendações técnicas da arquitetura dos Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico (e-PING).

O TSE garantirá à União, aos estados, ao Distrito Federal, aos municípios e ao poder legislativo o acesso à base de dados da ICN, de forma gratuita, exceto quanto às informações eleitorais. A integração da ICN ocorrerá ainda com os registros biométricos das polícias Federal e Civil.

Será proibida a comercialização, total ou parcial, da base de dados da ICN, com pena de detenção de 2 a 4 anos e multa para quem descumprir essa proibição.

Comitê
O projeto cria um comitê da ICN, composto por três representantes do Executivo federal; três representantes do TSE; um da Câmara dos Deputados; um do Senado Federal e um do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Ele terá a atribuição de recomendar o padrão biométrico da ICN; a regra de formação do número da ICN; o padrão e os documentos necessários para expedição do DIN; os parâmetros técnicos e econômico-financeiros da prestação dos serviços de conferência de dados que envolvam a biometria; e as diretrizes para administração do Fundo da Identificação Civil Nacional (FICN), também criado pelo projeto.

Fundo
O fundo será gerido e administrado pelo Tribunal Superior Eleitoral para custear o desenvolvimento e a manutenção da ICN e das bases por ela utilizadas.

Ele será composto por dinheiro do Orçamento da União e da prestação de serviços de conferência de dados, por valores da aplicação de seus recursos e por outras fontes, tais como convênios e doações.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Newton Araújo

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência Câmara Notícias

A intenção da farsa do aquecimento global é acabar com o Agronegócio

28/02/2017

Estudo afunda mito do “aquecimento global de origem humano”

Publicado em 25/02/2012 06:45 e atualizado em 22/08/2013 14:40

 

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A Reportagem abaixo desmente o alarmismo dos “verdes” ? Será que os que apoiam demasiadamente a ideia que o homem destrói a natureza fala por um convicção , ou segue uma tendência modista, politicamente correta ?? “, por Clovis Felix de Paula \Ceres Agromercantil.

Uma equipe de cientistas do CERN, um dos máximos institutos mundiais dedicados ao estudo das partículas, definiu a causa determinante do aquecimento da Terra, registrou o escritor, jornalista e radialista James Delingpole comentando importante relatório recentemente dado à luz pelo instituto.

Parafraseando uma expressão carregada da vulgaridade socialista, e originalmente atribuída ao então presidente americano Bill Clinton, Delingpole resumiu o resultado do sisudo trabalho: “it’s the sun, stupid”.

O físico dinamarquês Henrik Svensmark defendia há muito que as mutações relevantes na temperatura da Terra se devem antes de tudo à influencia dos raios solares.

Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion da Universidade Federal de Alagoas ‒ UFAL também vinha demonstrando com grande sapiência ser o sol o regulador do aquecimento, ou arrefecimento da Terra, e não a atividade humana. Esta tem influencia ínfima nessas mutações.

O CERN (European Organization for Nuclear Research) é um dos maiores centros mundiais de pesquisa. Ele engaja 8.000 cientistas de 60 países e mais de 600 universidades e laboratórios nacionais. Para Delingpole, o desfazimento do mito do “aquecimento global antropogênico” trará uma economia de trilhões de dólares que teriam sido gastos a toa si se tivesse seguido os apocalípticos apelos de figuras como o senador americano Al Gore ou o Painel Internacional para as Mudanças Climáticas ‒ IPCC.

Lawrence Solomon, diretor de Energy Probe agência ambientalista do Canadá, explica que segundo a pesquisa do CERN ‒ denominada CLOUD experiment e publicada em Nature ‒ os raios solares e não a atividade humana constituem o fator determinante do clima da Terra.

Esta evidência que qualquer trabalhador agrícola do planeta conhece por experiência própria era negada pelo alarmismo “verde” manipulando dados científicos.

Foi, portanto, muito oportuno que um organismo hiper-prestigioso como o CERN desmentisse essas manipulações.

O CERN criou o conceito de World Wide Web (o famoso www. presente nos endereços da Internet), construiu o multimilionário projeto do Large Hadron Collider na Europa, e está à testa universal do estudo do comportamento das partículas.

O Diretor Geral do CERN Rolf-Dieter Heuer tal vez percebendo o impacto negativo para o mito do “aquecimento global de origem humano” disse a Die Welt Online que pediu a seus colegas de não interpretarem os resultados, expostos em linguagem altamente técnica, como corresponde nestes casos.

Porém cientistas não comprometidos pela proibição logo “traduziram” para os leigos na matéria os resultados dos estudos e os disponibilizaram em numerosos sites da Internet.

Esses cientistas também sublinharam o estranho empenho do diretor do CERN em abafar a difusão do resultado dos trabalhos. Aliás, não é de se espantar tanto assim, os “cavaleiros do Apocalipse” aquecimentista apelam a métodos ainda menos escrupulosos.

Segundo Lawrence Solomon, a iniciativa de cientistas do Danish Space Research Institute que está na origem do CLOUD experiment demorou uma década para obter que as autoridades do CERN aprovassem o início do trabalho.

Essas autoridades simpatizavam com a teoria do “aquecimento global de origem humano” e parecem ter percebido o abalo que causaria.

A teoria enviesada do “aquecimento global antropogénico” dá azo a uma espécie de ditadura universal espécie de substitutivo para o fracassado projeto de governo planetário dirigista, à la URSS, objetivo que excede à ciência.

 

CIENTISTAS E VOZES REALISTAS RECUSAM ALARMISMO

Geólogo Friedrich-Karl Ewert, Convenção da ONU sobre mudança climática, 07.09.10, Bonn:

“O serviço de climatologia alemão possui medições que remontam até 1701. Neles lêem-se quase as mesmas tendências para o arrefecimento ou para o aquecimento. Do ponto de vista da temperatura global a mudança é tão pequena que pode melhor ser descrita como estabilidade das temperaturas.

“Contrariamente aos cenários dos modelos computacionais o CO2 antropogénico é vazio de significados porque sua influência não é reconhecível.”

 

John Zyrkowski, presidente de Lean Techniques, LLC:

 

Zyrkowski escreveu o livro “É o sol e não seu 4×4. O CO2 não vai destruir a terra”, defendendo que os relatórios do IPCC estão irremediavelmente distorcidos.

 

Roger Pielke Jr, prof. de Meio Ambiente, Univ de Colorado-Boulder, sobre climas extremos de 2010:

 

“nas questões relativas aos eventos climáticos extremos e a mudança climática, a ciência do IPCC tem um nível similar às interpretações de Nostradamus e dos calendários Maias”.

 

Dr. Denis Rancourt, ex-professor da Universidade de Ottawa, abandona alarmismo climático:

 

O movimento da mudança climática antropogênica não é mais do que um “fenômeno social corrupto … Mais bem é um fenômeno psicológico social e nada mais do que isso”. veja vídeo).

 

Prof. Claude Allègre; ex-ministro de Educação, Pesquisa e Tecnologia da França:

 

“as proclamações dos fanáticos dos gases estufa consistem em denunciar a parte do homem no clima sem fazer nada, salvo organizar conferências e preparar protocolos que viram letra morta”.

 

Prof. John Christy, Departamento de Ciências Atmosféricas da Universidade de Alabama:

 

“Ouço dizer freqüentemente que há um consenso de milhares de cientistas sobre o problema do aquecimento global e que o homem está em vias de provocar uma mudança catastrófica no sistema climático. Eu, eu sou um cientista e penso como muitos outros que isso absolutamente não é verdadeiro”.