Archive for the ‘comunismo na igreja católica’ Category

Arcebispo tem a excomunhão automática por apoiar o comunismo

01/05/2017

Bispos comunistas do Brasil que infernizam a vida do Presidente Temer e apoiam as centrais sindicais e o PT – Boicote eles – Boicote suas dioceses – Repassem para seus amigos

29/04/2017

Para vocês terem uma ideia, 89 bispos assinaram manifesto contra as propostas do presidente Temer.

1. Dom Reginaldo Andrietta – Bispo de Jales-SP
2. Dom Odelir José Magri – Bispo de Chapecó-SC
3. Dom Antônio Carlos – Bispo de Caicó-RN
4. Dom Frei Rubival – Bispo de Grajaú-MA
5. Dom Fernando – Arcebispo de Olinda/Recife-PE
6. Dom Manoel João Francisco – Bispo de Cornélio Procópio e Admin Apostólico da Arquidiocese de Londrina-PR
7. Dom Gilberto Pastana – Bispo de Crato-CE
8. Dom Anuar Battisti – Arcebispo de Maringá-PR
9. Dom Manoel Delson – Arcebispo da Paraíba-PB
10. Dom Francisco Biasin – Bispo de Barra do Piraí/Volta Redonda-RJ
11. Dom Paulo Mendes Peixoto – Arcebispo de Uberaba-MG
12. Dom Adriano Ciocca Vasino – Bispo de São Félix do Araguaia-MT
13. Dom José Eudes Campos do Nascimento – Bispo de Leopoldina-MG
14. Dom José Maria – Bispo da Diocese de Abaetetuba-PA
15. Dom Vital Corbellini – Bispo de Marabá-PA
16. Dom Carlos Alberto – Bispo de Juazeiro-BA
17. Dom Flávio Giovenali – Bispo de Santarém-PA
18. Dom Celso Antônio – Bispo de Apucarana-PR
19. Dom Aloísio Jorge Pena Vitral – Bispo de Teófilo Otoni-MG
20. Dom Walmor Oliveira de Azevedo – Arcebispo de Belo Horizonte – MG
21. Dom João Justino de Medeiros Silva – Arcebispo Coadjutor eleito de Montes Claros, transferido de Bispo Auxiliar de Belo Horizonte – MG
22. Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães-Bispo Auxiliar de Belo Horizonte – MG
23. Dom Edson José Oriolo dos Santos- Bispo Auxiliar de Belo Horizonte – MG
24. Dom Otacílio Ferreira de Lacerda- Bispo Auxiliar de Belo Horizonte – MG
25. Mons. Geovane Luís da Silva- Bispo Auxiliar eleito de Belo Horizonte – MG
26. Mons. Vicente de Paula Ferreira -Bispo Auxiliar eleito de Belo Horizonte – MG
27. Dom Guilherme Porto – Bispo de Sete Lagoas -MG
28. Dom José Aristeu Vieira – Bispo de Luz – MG
29. Dom José Carlos de Souza Campos – Bispo de Divinópolis – MG
30. Dom Miguel Ângelo Freitas Ribeiro – Bispo de Oliveira – MG
31. Dom Mario Antonio da Silva, Bispo de Roraima – RR
32. Dom Sergio Castriani – Arcebispo de Manaus – AM
33. Dom Jaime Vieira Rocha – Arcebispo de Natal – RN
34. Dom Zanoni Demettino Castro – Arcebispo de Feira de Santana – BA
35. Dom Jacinto Brito – Arquidiocese de Teresina – PI
36. Dom Roque Paloschi – Arcebispo de Porto Velho – RO
37. Dom Philip Dickmans – Bispo de Miracema – TO
38. Dom Egídio Bisol – Bispo de Afogados da Ingazeira – PE
39. Dom Paulo Francisco Machado – Bispo de Uberlândia – MG
40. Dom Guilherme Werlang – Bispo de Ipameri – GO
41. Dom Cláudio Sturm – Bispo de Patos de Minas – MG
42. Dom Luiz Flávio Cappio – Bispo de Barra – BA
43. Dom Dirceu Vegini – Bispo de Foz do Iguaçu – PR
44. Mons. Ionilton Lisboa – Bispo eleito da Prelazia de Itacoatiara – AM
45. Dom Francisco de Assis da Silva, Bispo da Igreja Anglicana do Brasil – Santa Maria-RS
46. Dom Francisco de Assis Dantas de Lucena, Bispo de Nazaré – PE
47. Dom Geremias Steinmetz – Bispo de Paranavaí – PR
48. Dom Genival Saraiva Franca – Adm. Apostólico da Paraíba – PB
49. Dom Leonardo Steiner, Secretário Geral da CNBB e Aux. De Brasília – DF
50. Dom Roberto Francisco Ferreíra Paz – Bispo de Campos dos Goytacazes – RJ
51. Dom José Belisário da Silva – Arcebispo de São Luis – MA
52. Dom Jaime Spengler – Arcebispo de Porto Alegre – RS
53. Dom Pedro Casaldáliga – Bispo Emérito de São Félix do Araguaia – MT
54. Dom Evaristo Spengler – Bispo do Marajó – PA
55. Dom Sebastião Lima Duarte – Bispo de Viana – MA
56. Dom Jaime Pedro Kohl – Bispo de Osório – RS
57. Dom José Alberto Moura – Arcebispo de Montes Claros – MG
58. Dom Antônio Muniz – Arcebispo de Maceió – AL
59. Dom Severino Clasen – Bispo de Caçador – SC
60. Dom Jesus María Cizaurre Berdonces – Bispo de Bragança – PA
61. Dom Vilsom Basso – Bispo de Caxias, nomeado para Imperatriz – MA
62. Dom Adelar Baruffi – Bispo de Cruz Alta – RS
63. Dom Eugênio Rixen – Bispo de Goiás – GO
64. Dom Irineu Andreassa – Bispo de Ituiutaba – MG
65. Dom André de Witte – Bispo de Ruy Barbosa – BA
66. Dom Júlio Endi Akamine – Arcebispo de Sorocaba – SP
67. Dom Moacyr Grechi – Arcebispo Emérito de Porto Velho – RO
68. Dom João Francisco Salm – Bispo de Tubarão e Presidente da CNBB Sul 4 – SC
69. Dom José Luiz Magella Delgado– Arcebispo de Pouso Alegre – MG
70. Dom Antônio Emídio Vilar – Bispo de São João da Boa Vista – SP
71. Dom Pedro José Conti – Bispo de Macapá – AP
72. Dom Nerí José Tondello – Bispo de Juína – MT
73. Dom José Valdeci Santos Mendes – Bispo de Brejo – MA
74. Dom Sebastião Bandeira – Bispo de Coroatá – MA
75. Dom Luiz Carlos Eccel – Bispo Emérito de Caçador – SC
76. Dom Pedro Carlos Cipollini – Bispo de Santo André – SP
77. Dom Giovane de Melo – Bispo de Tocantinópolis – TO
78. Dom Antônio Roberto Cavuto – Bispo de Itapipoca – CE
79. Dom Angélico Sândalo Bernardino – Bispo Emérito de Blumenau – SC
80. Dom Zenildo Luiz Pereira da Silva – Bispo Coadjutor de Borba – AM
81. Dom Élio Rama – Bispo de Pinheiro – MA
82. Dom Marco Aurélio Gubiotti – Bispo de Itabira-Coronel Fabriciano – MG
83. Dom Enemésio Angelo Lazzaris – Presidente Nacional da CTP e Bispo de Balsas – MA
84. Dom José Vasconcelos – Bispo de Sobral – CE
85. Dom João da Costa – Arcebispo de Aracaju – SE
86. Dom Juventino Kestering – Bispo de Rondonópolis/Guiratinga (MT)
87. Dom Armando Martín Gutiérrez – Bispo de Bacabal – MA
88. Dom Pedro Luiz Stringhini – Bispo de Mogi das Cruzes – SP
89. Dom Luiz Gonzaga, Bispo de Amparo – SP

O Brasil será a Nova e Imensa Cuba

24/04/2017

Discurso Histórico do Coronel Lício Augusto Maciel

24/04/2017

Herege ou anti papa?

18/04/2017

https://olivrodaverdadesite.wordpress.com/2017/04/17/heresias-do-papa-francisco/   

Menina fala contra comunistas: Para salvar o Estado do Espírito Santo chamaram quem? O Exército – Onde estão aqueles que querem o fim da PM? video com 1.400.000 acessos

15/04/2017

DESMORALIZANTE!!!
MANDA PRAQUELE PADRECO E PRAQUELE BISPINHO!!!
ESQUERDOPATAS TOMANDO SOVA DE UMA ADOLESCENTE!!!

Pause
-0:15

Remettre le son

Paramètres visuels supplémentaires

Afficher en plein écran

1 403 202 vues

Tragam um troféu para essa garota (Raabe Bastos), mitou de placa. rs

Curta: Eu era direita e não sabia.

O paganismo da Mãe-Terra na Campanha da Fraternidade 2017 – O ódio ao Agronegócio

11/04/2017

A Quaresma pagã da CNBB

05/04/2017

ARTIGO Notícia da edição impressa de 03/03/2017. Alterada em 02/03 às 22h29min

A Quaresma pagã da CNBB

Tarso Teixeira

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou mais uma Campanha da Fraternidade para marcar o tempo da Quaresma – os 40 dias de contrição e reflexão que antecedem a Paixão de Cristo e a Páscoa de sua ressurreição.

Uma vez mais, a liderança episcopal do maior rebanho católico do mundo opta por abrir mão da espiritualidade e usar a ocasião para propor um discurso com fortes tonalidades ideológicas.

Neste ano, o tema fala de “Biomas Brasileiros e Defesa da Vida”.

De saída, a canção-tema saúda a “Mãe Terra”, algo estranho para quem achava que a mãe dos católicos era Maria Santíssima, e não o mito pagão da “Pachamama”, de uma terra que, para o ensino católico, não é mãe, mas criação que precisa ser domesticada para o progresso humano.

Não no entendimento do documento desta Quaresma, que elege o agronegócio (sempre ele) como o principal vilão da preservação dos seis biomas brasileiros: Amazônia, Caatinga, Pantanal, Cerrado, Mata Atlântica e Pampa, além de chancelar o discurso do aquecimento global – já devidamente censurado até pela Pontifícia Academia de Ciências de Roma.

O Brasil que emerge das páginas do texto-base da Campanha é uma tragédia verde: os pampas “engolidos” pela monocultura do arroz, soja e floresta (ora, mas se são três itens, não pode ser “mono”, certo?), e a Amazônia devastada pela pecuária, dentre outros mitos. Apenas 16% da Amazônia Legal é ocupada por propriedades rurais.

Na Caatinga, a área preservada é de 63,3%; 51,5%, no Cerrado; 86,7%, no Pantanal; 27%, na Mata Atlântica; e 41,3%, no bioma Pampa. O Brasil utiliza 418 milhões de hectares para a produção rural, contra 447 milhões da Austrália e mais de 900 milhões de hectares nos Estados Unidos.

Embora afirme compromisso pelos pobres, é justamente contra eles que a CNBB se levanta a cada ataque ao agronegócio, porque é este setor que ainda cresce em meio a uma economia cambaleante, que permite a geração de empregos em escala crescente e transformou o País em um dos campeões mundiais de produção de alimentos. E isso, fazendo uso de apenas 8% do território nacional. Presidente do Sindicato Rural de São Gabriel e vice-presidente da Farsul – Jornal do Comércio

(http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/03/opiniao/549609-a-quaresma-paga-da-cnbb.html)

Antipatia ou Antipapa

17/03/2017

17 de março de 2017

Católicos conservadores acham que o Papa Francisco é uma fraude

Católicos conservadores acham que o Papa Francisco é uma fraude

Ele arrisca identificar o Magistério da Igreja Católica com a Esquerda progressista

(THE WEEK) — Quatro anos atrás, o Papa Francisco iniciou um dos papados mais impressionantes de que se tem memória. Dentro do mundo católico, tristemente dividido em alas políticas rivais, ele é visto como um herói por católicos progressistas e flagelo dos conservadores.

Por que tantos conservadores têm antipatia ao Papa Francisco? Em muitos casos, porque ele faz barulhos que eles não gostam.

Francisco tem usado palavras duras contra o capitalismo globalizado, escreveu uma encíclica importante sobre o meio-ambiente e é um dos maiores apoiadores de migrantes na crise que se apoderou da Europa. Em todas essas polêmicas, a verdade é que ele não se desviou muito da ortodoxia católica. Mas a versão mais benevolente das críticas conservadoras, que não são sem razão, é que o tom e a ênfase dele o fazem parecer um progressista direto, e arrisca identificar o Magistério da Igreja Católica com a Esquerda progressista.

Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Conservative Catholics think Pope Francis is a fraud

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Padre Paulo Ricardo louva Papa Francisco por “conversão” de jovem evangélico ao catolicismo

Papa nomeia pastor presbiteriano para liderar jornal do Vaticano na Argentina

Trump e o papa: um populista de direita (hoje) em conflito com um populista de esquerda

Olavo de Carvalho excomunga o papa Francisco

O papa é falível na questão da evolução

Papa diz que igualar islamismo com violência é errado

Papa Francisco é escolhido como “Personalidade do Ano” pela maior revista gay do mundo

Por que condenar o Papa Francisco como “comunista”?

Papa diz que Europa está vendo uma “invasão árabe” e que isso é uma coisa BOA

Vaticano: “Crucifixo comunista” sinal de diálogo, não ideologia

Fundador da teologia da libertação louva “novo clima” do Vaticano

Fim do comunismo não foi bom para o catolicismo?

Papa recruta ativista ambientalista socialista sobre clima

O papa está errado sobre a pena capital

Portal Conservador ou Católico? EUA são mais católicos ou evangélicos?

Para conservadores nos EUA, papa é ‘marxista’ e ‘ambientalista radical’

Não sigo o Papa Francisco, Maria não é a minha mãe e eu não sou órfão

Papa celebra missa junto com ativista gay

O papa e o Vaticano precisam ser confrontados acerca de posturas católicas tradicionais contra Israel

Francisco, o falso profeta do globalismo

06/03/2017

O antipapa disse mesmo que NÃO há terrorismo árabe?

28/02/2017

Do Júlio Severo

Se o Papa Francisco tivesse mandado um cardeal premiar a Arábia Saudita por combater o terrorismo, eu entenderia. Esse papa é às vezes muito maluquinho.

Afinal, não é ele que diz que não existe terrorismo islâmico e que o islamismo é paz?

Mas o Trump enviar o diretor da CIA para premiar a Arábia Saudita por combater o terrorismo não faz sentido algum.

Teria feito sentido se ele tivesse enviado o diretor da CIA para premiar a Rússia, que de fato está combatendo o terrorismo.

Querendo ou não, Trump acabou agindo igual ao papa maluquinho…

Divulgue os livros anticomunistas

12/02/2017

Pré-venda: Desconstruindo Paulo Freire

Categoria:
10 AVALIAÇÕES

capa-campanha-site

Previsão de entrega

Até o dia 31/07.

Sobre a obra

– Por Thomas Giulliano Ferreira Dos Santos, coordenador editorial

Embasado nas pluralizadas experiências individuais, afirmo, sem qualquer receio de parecer quixotesco, que boa parte de nossos veículos pedagógicos, sejam eles os espaços universitários ou o mercado editorial, acabam por endossar o totalitarismo pedagógico de Paulo Freire, adotando um equivocado comportamento reducionista no campo das ideias e gregário na seleção de uma única forma de expor a pedagogia brasileira.

A reputação deste trabalho justifica-se pelo escasso material verdadeiramente analítico disponível para estudos.

Dessa forma, a produção intelectual “Desconstruindo Paulo Freire” tenta cumprir o dever de apresentar ao público leitor uma realidade desconhecida sobre o nosso atual baluarte pedagógico, fundamentando-se em uma metodologia lúcida, preocupada em abordar de modo realista a vida e a obra do atual Patrono da Educação Brasileira – sem as frequentes irracionalidades que marcam os olhares sobre o autor das concepções bancárias de educação.

Selecionei para este trabalho textos inéditos de pesquisadores das mais variadas áreas, ampliando o alcance investigativo do livro. Estimulado pelo desejo de qualificar o debate sobre os nossos problemas pedagógicos, sem amarras doutrinárias, escorado no desejo de pensar a nossa história à luz da verdade, evitando macular o dom da linguagem, é que deixo em suas mãos, caridosos leitores, a possibilidade de publicação deste trabalho necessário à adequada compreensão de nossas neblinas contemporâneas.

Os autores

Percival Oliveira Puggina

Membro da Academia Rio-Grandense de Letras, autor das obras “Pombas e Gaviões”, “Cuba, a tragédia da utopia”, Crônicas contra o totalitarismo e a “A Tomada do Brasil pelos maus brasileiros”, mantenedor de seu site http://www.puggina.org, articulista de vários portais online e cronista do jornal Zero Hora.

Clístenes Hafner Fernandes:

Professor de línguas e cantor lírico. Fundador da Schola Classica – centro de estudos das sabedorias clássicas. Atua como professor e palestrante tendo como escopo as culturas latinas e germânicas. Como músico, tem se dedicado ao ensino da técnica vocal e ao estudo e execução de Lieder (canções eruditas alemãs).

Roque Callage Neto

Professor Doutor em Ciências Sociais e Relações Americanas com Pós-doutorado em Economia do Desenvolvimento. Com a sua pesquisa sobre a cidadania social canadense em 2004, venceu o prêmio “Governor General” do Ministério do Exterior do Canadá.  Consultor da Chair “Canada: Social and Cultural Challenges in a Knowledge-Based Society”,Universidade de Ottawa, membro da Associação Brasileira de Estudos Canadenses (Abecan) e autor do livro “A Cidadania sempre adiada – da crise de Vargas em 54 à Era Fernando Henrique”.

Cleber Eduardo Dos Santos Dias

Padre da Igreja Católica Apostólica Romana, Doutor em Filosofia Medieval pela PUCRS – com aperfeiçoamento nas Universidades do Porto e de Roma. Autoridade reconhecida em Direito Canônico. Pesquisador abalizado sobre os seguintes temas: “A teoria dos nomes e da abstração ou lógico-linguística de Pedro Abelardo (Petrus Abaelardus 1079-1142)”, “Os processos cognitivos na Idade Média”, “Beatitude/felicidade em Agostinho de Hipona” e “A Concepção de Lei em Tomás de Aquino”.

Rafael Nogueira

Bacharel e Licenciado em Filosofia, e Bacharel em Direito. É Pós-graduado em Educação pela Universidade Metropolitana de Santos. Dirige cursos sobre livros clássicos, iniciativa que agora está sediada no NEC (Núcleo de Estudo e Cultura), sob o título “Ciclos de Estudos Clássicos”. É estudioso da vida e da obra de José Bonifácio de Andrada e Silva — que já estuda há dez anos e sobre quem dá palestras frequentes, além de trabalhar em projetos como o filme “Bonifácio – O fundador do Brasil” e nos cursos online “Os fundadores dos Estados Unidos” e “A formação do pensamento conservador brasileiro” – ambos disponíveis no site: historiaexpressa.com.br.

Thomas Giulliano Ferreira dos Santos

Licenciado em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, professor dos cursos livres “Desconstruindo Paulo Freire”, “O Brasil segundo Machado de Assis”, “Em torno de Joaquim Nabuco”, dentre outros. Mantenedor do site historiaexpressa.com.br e conferencista regular de instituições de ensino

Quando general reclamava de padre comunista

10/02/2017

sam_7569

A entrevista em que o anti papa diz que comunistas são como cristãos – “Più volte è stato detto e la mia risposta è sempre stata che, semmai, sono i comunisti che la pensano come i cristiani”

08/12/2016

Que ninguém venha dizer que distorceram, que não é bem assim.

Em espanhol:

http://www.repubblica.it/vaticano/2016/11/11/news/scalfari_papa_francisco_trump_no_lo_juzgo-151826657/

No original em italiano ao jornal LA REPUBBLICA:

http://www.repubblica.it/vaticano/2016/11/11/news/intervista_del_papa_a_repubblica_abbattere_i_muri_che_dividono_bisogna_costruire_ponti_-151774646/ 

Os milhões de cristãos mortos por comunistas não contam.

Quem é Frei Betto!

16/09/2016

sam_6963

E o Papa quer diálogo – Vocês tem que sentar à mesa para o Ecumenismo – PÔ!

26/07/2014

BtKurG5IgAAsAZi

BteUx57IMAARGA4 BtfYUisIYAAeMGP

O Preço da Paz na Terra Santa é a Eterna Vigilância – The price of peace in the holy land is the eternal vigilance

15/06/2014

484721_581438025204255_2071854976_n

425508_487605987920793_1694717234_n

7984_475761795771879_718319113_n

179935_475763682438357_1198137369_n

734555_606772022670855_2120638396_n

534174_475759995772059_795283117_n

O Silêncio do Papa e o Genocídio de Cristãos na Síria pelo Taliban – O primeiro presidente negro dos Estados Unidos está preocupado com a Ucrânia

15/06/2014

BqHp9tCCQAAyW2Z BqKtHDNCUAA1rl4

Não foi essa a vida que eu queria para mim!

09/05/2014

Igreja do tempo de meu avô no Coração da Cidade do Porto, e as Igrejas de agora:

564910_409240852464456_1231639528_n

10300025_452573358211753_2107545099544435087_n

O Silêncio Cúmplice da CNBB

14/04/2014

“O ódio aos cristãos deve ser do fundo do coração”, diz erudito muçulmano

Abdullah Bard, licenciado pela “prestigiada” Universidade de Al-Azhar e professor de exegese do Islã, declarou que os cristãos produzem um profundo nojo. E adiantou que os muçulmanos devem odiá-los do fundo do coração.

erudito egípcio Abdullah Badr, uma eminência em exegese islâmica, durante uma conferência realizada no final de março, afirmou que o sentido autêntico da doutrina “wala bara’awa” (amor e ódio) nada mais é que, de acordo com o Corão, amar seus irmãos de fé e odiar os infiéis.

Ele fez questão de ressaltar que este ódio deve ser profundo e sincero, deve ser do fundo do coração, não pode ser apenas uma hipócrita manifestão, mas um repúdio completo e público.
O “grande erudito” usou uma ocasião em que humilhou publicamente um hoomem de quem tinha comprado uma propriedade ao descobrir que era cristão.

“Odiará ao teu próximo com toda a tua alma com todo o teu ser”, esse parece ser o lema de Abdullah que para jusrificar não precisou de muito trabalho, apenas buscou alguns versículos do Corão:

5.51 . “Ó fiéis, não tomeis por confidentes os judeus nem os cristãos; que sejam confidentes entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por confidentes, certamente será um deles; e Deus não encaminha os iníquos.”

2.104 . “Ó fiéis, não digais (ao Profeta Muhammad): “”Raina””, outrossim dizei: “”Arzurna”” e escutai.

Sabei que os incrédulos sofrerão um doloroso castigo.”

5.33 . O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos.

Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.

9.23 . “Ó fiéis, não tomeis por confidentes vossos pais e irmãos, se preferirem a incredulidade à fé; aqueles, dentre vós, que os tomarem por confidentes, serão iníquos.”

9.30 . “Os judeus dizem: Ezra é filho de Deus; os cristãos dizem: O Messias é filho de Deus.

Tais são as palavras de suas bocas; repetem, com isso, as de seus antepassados incrédulos. Que Deus os combata! Como se desviam!”

4.56 . Quanto àqueles que negam os Nossos versículos, introduzi-los-emos no fogo infernal. Cada vez que a sua pele se tiver queimado, trocá-la-emos por outra, para que experimentem mais e mais o suplício. Sabei que Deus é Poderoso, Prudentíssimo.

Abdullah, jurou por Alá que cortará a língua e lançará aos cachorros de quem ofender Maomé e sua doutrina.

Além disso chamou de puta a atriz Elham Shahin, e ameaçou torcer seu pescoço. O prestigiado clérigo também já declarou que os cristãos devem desaparecer do Egito. 

Igreja de ontem e de hoje

30/01/2014

17_01_2014__10_49_12145346402c29a84cca1ced4688a01d38e19e2_640x480

12_05_2013__09_01_217829029d818e3b84912a0b3597e63c454240a_640x480

“Se a palavra submissa incomoda, queimai a Bíblia”

06/01/2014

5 de janeiro de 2014

Cid Alencastro

Constanza Miriano

Constanza Miriano

A jornalista italiana Costanza Miriano, que trabalha na RAI (Rádio e TV italiana, estatal), gerou uma grande polêmica com a publicação de seu corajoso livro Casa e sê submissa (Sposati e sii sottomessa), um best-seller na Itália, já traduzido na Espanha por iniciativa da Arquidiocese de Granada.

Neste último país, em apenas uma semana, o livro foi objeto de uma polêmica que chegou ao Congresso. A esquerda estremeceu. O Partido Socialista (PSOE) pediu ao governo que tome medidas para evitar que a obra faça “apología do machismo”. Furiosa, a deputada socialista Carmen Montón diz que o livro “não contribui para a luta contra a violência de gênero, pois joga lenha ao fogo da violência machista”.

Também a Esquerda Unida (IU) reagiu, pedindo à Promotoria de Granada que intervenha contra a edição e a venda da obra, com base no delito de “apologia da violência contra as mulheres”.

A autora, 42 anos, mãe de quatro filhos, residente em Roma, diz que sua fonte de inspiração é o Apóstolo São Paulo e apresenta citações recolhidas na Bíblia. Por isso, mostra-se surpresa com toda essa polêmica. Em entrevista ao jornal “El País” (17-11-13), afirma:

Estou consternada por imaginar que podem censurar o livro, que contém ideias que a Igreja proclama ao mundo desde sempre. De início imprimi apenas 1.200 copias. Telefonei para minha família com a esperança de que pelo menos comprassem uma meia dúzia. Mas depois o livro teve muitas edições, mais de vinte, creio”.

O entrevistador diz que o livro está sendo acusado de defender a violência contra as mulheres. Constanza responde:

Em que ponto exato eu exorto, defendo, desculpo, justifico ou menciono a violência, mesmo remotamente? Em que momento digo algo disso? Onde? Com que palavras? A única violência que vejo em tudo isto é a que estão fazendo contra mim, que também sou mulher. Uma agressão indignante. Não se pode lançar acusações ao ar.

Não escrevi um tratado de sociologia. Olhei para a minha realidade e a de meus amigos, e nossos problemas são como ser feliz com nossos maridos, como amar melhor, como cuidar deles e como pedir que cuidem de nós, como manter unidos todos os papéis que tem uma mulher moderna: mulher, mãe, trabalhadora, mulher de fé que cultiva o espírito, mas que também aprecia cuidar de seu corpo. Quem imaginaria que meus escritos iriam ser lido por 50.000 pessoas na Itália e no Exterior?

Cristo morreu por sua esposa, a Igreja. Um homem que segue os mandamentos é um homem disposto a morrer por sua esposa. A esposa, segundo a Igreja, é uma esposa dócil face a um homem dócil, generoso. É a lógica cristã”.

Constanza Miriano

Constanza Miriano

O entrevistador insiste na questão da suposta violência.

Se o que incomoda é a palavra submissa, então queimai todas as cópias da Bíblia. Nesse caso, será para mim uma honra ir para a fogueira”.
Constanza se refere aqui à seguinte exortação do Apóstolo São Paulo:“As mulheres sejam submissas a seus maridos, como ao Senhor […] Ora, assim como a Igreja é submissa a Cristo, assim também o sejam em tudo as mulheres a seus maridos. Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela” (Ef 5, 22-25).

Encerra a autora: “Como a Igreja, eu recuso a palavra gênero. Creio que há dois sexos, não gêneros. Ademais, eu rechaço a violência. Basta-me o quinto mandamento: ‘Não matarás’. Isso significa não matar as crianças (inclusive dentro do útero, porque a violência aí se dá em evidente desproporção entre a vítima e o verdugo), não matar mulheres, não matar homens”.

Ataques violentos a templos católicos no Brasil e mundo afora, e, o silêncio cúmplice do Papa e da CNBB

29/11/2013

Attaques violentes contre des églises catholiques au Brésil et dans le monde, et le silence complice du pape et de la CNBB (eveques catholiques du brésil)

NOTA: Marine Le Pen repassou esta postagem no twitter. grato.

Merci Marine.

catoc

Sinais dos tempos

16/11/2013

a7a19e2cd2dd4684ea9a98e2e0223bde974b7198

Genocídio de Cristãos no Mundo – Aqui 85 cristãos no Paquistão e nenhuma palavra de nenhum padre brasileiro

08/11/2013

Please SHARE this story to keep the memory alive. Pakistan’s Christians face daily attacks that are never reported in the mainstream media. In the Middle East, only Israel protects its Christians, while they disappear from the neighboring countries. Join us on campuses nationwide to#RaiseYourVoice for those who are oppressed.

1463543_10151983922564814_955985456_n

Padres católicos: Parem de falar abobrinha na homilia e falem que somos perseguidos

06/11/2013

1233397_689052111123306_126706641_nP

Teologia da Libertação é obra do Anti-Cristo

05/11/2013

1456095_583508401708711_872628949_n

Teologia da Libertação criada pela KGB chega ao poder em Roma – Hora da colheita

25/10/2013

1377346_696880397003685_56442620_n

El papa Francisco sopesa recibir en Brasil al gran teólogo de la liberación

Según Leonardo Boff, Francisco ha manifestado la intención de recibirle, pero lo quiere hacer después de que haya concluido la reforma de la Curia

 Río de Janeiro 23 JUL 2013 – 13:30 CET46
Leonardo Boff, en una imagen de 2006. / R. GUTIÉRREZ

El Papa ha pedido, al llegar a Brasil, un ejemplar del libro recién publicado por el teólogo “rebelde”, Leonardo Boff, titulado “Francisco de Asís y Francisco de Roma”, en el que analiza la ruptura que este Papa está llevando en la Iglesia con una vuelta a los orígenes del cristianismo.

“Le entregué el libro al arzobispo de Río, Mons. Orani Tempesta, y él se lo ha dado ya al Papa”, me confirma Boff, que estaba saliendo para el aeropuerto para dos encuentros con más de mil jóvenes en Santa Catarina y en Sao Paulo.

Sobre la posibilidad de que Francisco quiera encontrarse con el teólogo brasileño al que su antecesorBenedicto XVI había condenado al silencio cuando era prefecto de la Congregación de la Fe, Boff  explica: “No he podido sustraerme a un compromiso que tenía desde hace mucho con los jóvenes a los que voy a hablar. Por eso, voy a estar en Río sólo el sábado, último día de la visita del Papa”.

Sin embargo, Boff confía lo siguiente: “Una amiga del Papa de cuando era arzobispo de Buenos Aires, con la que Francisco habla por teléfono todas las semanas, me dijo que le preguntó al Papa si tenía la intención de recibirme y su respuesta fue: ‘Quiero hacerlo, pero sólo después de haber concluido la reforma de la Curia”.

Tal encuentro sería entonces oficial, lo que no impide que Francisco, estando en Río, pueda encontrar en algún momento al teólogo franciscano, hoy defensor acérrimo de la revolución que él está llevando a cabo en la Iglesia, y que Boff llama de “ruptura”.

Boff me confirma en su conversación lo que declaró al diario O Globo: que Francisco podrá rehabilitar a los más de 500 teólogos condenados por la Iglesia durante los años en que en ella mandaban Ratzinger y Wojtyla, pero que cree que no lo hará “mientras viva Benedicto XVI”.

Boff me cuenta que el papa Francisco ha aceptado en su programa la idea más primitiva de la Teología de la Liberación. “Acuérdate, Juan, de que el teólogo Carlos Scanone, que lanzó dicha teología en Argentina, fue profesor de Bergoglio, el entonces futuro Papa, cuando enseñaba teología en un colegio a las afueras de Buenos Aires”.

Scanone elaboró una teología de la liberación, apunta Boff, que estaba ligada a la “teología popular”, de alguna forma diferente a la que después desarrolló la corriente que se inspiró en la tesis del marxismo que pretende el rescate de los pobres y excluidos a través de los cambios de estructuras políticas. Según la teología de Scanone, es el pueblo el que debe llevar a cabo su propia liberación de las estructuras del poder que lo esclavizan.

“En ese sentido, podemos decir que Francisco es un teólogo de la liberación elaborada por Scanone, que fue la que de alguna forma sostuvo algunas actitudes del peronismo”, añade Boff.

Sobre la posibilidad de que la Curia, en la linea de la doctrina del Principe de Machivaelo, use cualquier medio para mantenerse en el poder y pueda boicotear la renovación de Francisco, Boff explica que es posible que lo intente. No obstante, recuerda también que este Papa, además de haber escogido el espíritu sencillo de Francisco de Asis, “es también jesuita”. Le pregunto qué significa eso, y Boff sonriendo responde: “Significa eso, que es también hijo de Ignacio de Loyola, el gran estratega de la Compañia de Jesús, que ha resistido hasta hoy, pasando por todos los vendavales contra ella, no solo de la Curia, sino de hasta más de un Papa que acabó disolviendola, para resucitar siempre con mayor fuerza”. Perseguida ayer por la Iglesia de Roma, la Compañia cuenta hoy en efecto con un papa todo suyo. Francisco está bien respaldado.

En la Iglesia latinoamericana los sectores progresistas siempre han sido minoría, pero una minoría que creció en tiempos de Juan XXIII (1958-1963) y Pablo VI (1963-1978). Después llegó la condena de Juan Pablo II (1978-2005) y su cardenal Joseph Ratzinger a parte de la Teología de la Liberación, y el retroceso de las comunidades eclesiales de base (CEB) y del nombramiento de obispos renovadores. Sin embargo, referentes como el teólogo brasileño Leonardo Boff y el obispo catalán residente en Brasil Pedro Casaldáliga ahora se ilusionan. Francisco era un cardenal conservador pero moderado, y sus primeros gestos como Papa les despertaron esperanzas.

El exsacerdote Boff declaró al semanario alemán Der Spiegel que “hace un par de meses” el entonces arzobispo de Buenos Aires, Jorge Bergoglio, “aprobó expresamente que una pareja de homosexuales adoptara un niño”. En su columna semanal, Boff ha escrito: “Francisco tiene en mente una iglesia fuera de los palacios y de los símbolos del poder. Lo mostró al aparecer en público. Normalmente, los papas y Ratzinger principalmente ponían sobre los hombros la muceta, esa capita corta bordada en oro que sólo los emperadores podían usar. Elpapa Francisco llegó sólo vestido de blanco. En su discurso inaugural se destacan tres puntos. El primero: dijo que quiere ‘presidir en la caridad’, algo que pedían los mejores teólogos del ecumenismo. El Papa no debe presidir como un monarca absoluto. Según Jesús, debe presidir en el amor. El segundo: dio centralidad al Pueblo de Dios, como destaca el Concilio Vaticano II (1962-1965), pero dejado de lado por los dos papas anteriores en favor de la jerarquía. El papa Francisco pide humildemente al pueblo de Dios que rece por él y lo bendiga. Sólo después él bendecirá al pueblo de Dios. Pide que le ayuden a construir un camino juntos. Por último, evitó todo espectáculo de la figura del papa. No extendió ambos brazos para saludar a la gente. Se quedó inmóvil, serio y sobrio, yo diría, casi asustado. Solamente se veía una figura blanca que saludaba con cariño a la gente. Es un Papa que viene del Gran Sur, donde están los más pobres de la humanidad y donde vive el 60% de los católicos. Con su experiencia como pastor, con una nueva visión de las cosas, desde abajo, podrá reformar la Curia, descentralizar la administración y dar un rostro nuevo y creíble a la Iglesia”.

Casaldáliga, de 85 años, que debió mudarse de pueblo en diciembre pasado ante las amenazas de muerte que recibió por defender a indígenas del estado de Mato Grosso, temía que fuera otro el sucesor de Benedicto XVI. “La elección significa un cambio en la persona del papa. Evidentemente, un papa solo no es la Iglesia, sino que es una responsabilidad de todos”, declaró Casaldáliga, que espera que Francisco adopte medidas importantes.

En diálogo con el periódico O Globo, elogió la simplicidad del nuevo pontífice, su espíritu evangelizador y el simbolismo del primer gesto de inclinarse delante de la gente que lo aguardaba en la plaza de San Pedro. Aunque recordó el tiempo sombrío de la Iglesia de Argentina en la última dictadura militar de ese país (1976-1983), se esperanzó con cambios en la curia romana.

En El Salvador, el jesuita español Jon Sobrino advirtió en una entrevista al periódico Deia que “Bergoglio, superior de los jesuitas de Argentina en los años de mayor represión del genocidio cívico-militar, tuvo un alejamiento de la Iglesia popular, comprometida con los pobres, no fue un (Óscar) Romero”. Sin embargo, destacó “signos pequeños pero claros” de “la sencillez y la humildad” del nuevo papa y deseó que “crezcan como signos grandes”.

El jesuita español Jon Sobrino ve  “signos pequeños pero claros” de “la sencillez y la humildad” del nuevo papa, que desea “crezcan como signos grandes”.

Uno de los pocos obispos argentinos que se enfrentó públicamente con el régimen, Miguel Hesayne, elogió a Francisco: “Es austero por seguir los pasos de Jesús. Siempre fue generoso y valiente”. Hesayne negó cualquier “vinculación” de Bergoglio con la dictadura y su supuesta colaboración en el secuestro de dos curas jesuitas: “En la época no era obispo para poderlo publicitar, pero sí los buscó por todos los medios. Es por eso que creo firmemente que (la acusación) es una grave calumnia.Alguien que quería tener una entrevista con Bergoglio el día en que fueron capturados (Orlando) Yorio y (Francisco) Jalics lo encontró en ese momento llorando y decía: ‘Me han secuestrado a Yorio y Jalics’”.

El coordinador del Grupo de Curas en Opción por los Pobres de Argentina, Eduardo de la Serna, no se entusiasma tanto, pero rescata que “dentro de las candidaturas que sonaban Bergoglio es Maradona, Messi y Cristiano Ronaldo juntos”. “En el tema de compromiso liberador con los pobres, continúa en la misma línea (conservadora). En el tema derechos humanos, pesa sobre él la sombra de los dos jesuitas desaparecidos. No es probable que sea un papa de avanzada. Hay cosas que a muchos preocupan y que no creo que sean para él temas principales, como la comunión de los divorciados, los temas de la homosexualidad y el aborto. Tampoco creo que haya cambios en el papel de la mujer dentro de la Iglesia. En cambio, podemos esperar gestos de cercanía. Bien podría ser que, sin cambiar la doctrina, tuviera gestos de acercamiento a divorciados o aún a travestís. Bergoglio ha lavado los pies de enfermos de sida y bendijo a cartoneros (recolectores informales de residuos). Son cosas positivas, después de un papa tan lejano como Benedicto XVI, que nunca vio un pobre en su vida”, declaró De la Serna al periódico Página/12.

Víctor Codina, teólogo español que vive en Bolivia, reconoce que su actuación como provincial jesuita de Argentina “no fue fácil tanto por las tensiones eclesiales del posconcilio como por el contexto del proceso militar argentino”. “Su etapa pastoral como obispo y cardenal ha sido muy alabada por su trabajo pastoral, austeridad, sencillez, cercanía a los pobres, atención al clero, profetismo ante el gobierno en momentos clave. Como obispo de Roma seguramente nos sorprenderá no solo con gestos simbólicos con claro sentido evangélico , sino con reformas y tomas de decisiones audaces y proféticas en el crítico momento de la Iglesia actual”, se ilusiona Codina.

El sacerdote José Marins y la monja Teolide Trevisán, brasileños que promueven las CEB en toda América, conocieron a Bergoglio y han escrito que lo recuerdan como “un hombre sencillo, al cual uno puede acercarse y hablarle como a un ser humano de carne y hueso”. “Su visión eclesial no ha sido retrógrada. En los temas morales mantiene lo afirmado actualmente por la Iglesia: está contra el aborto, matrimonios gais… , pero condenó a curas que no querían bautizar a los hijos de los que no estaban casados por la Iglesia. Aprobó cambios litúrgicos, pues el Vaticano II dejó a cargo de las iglesias locales algunas adaptaciones en materia. Sabemos que también hay grupos en Argentina que le achacan no haber protegido al jesuita Yorio y su compañero. Otros dicen que nunca se pudo probar que él tuvo culpa en eso. No tenemos elementos para juzgar sobre eso. Lo que a todos nos ha impresionado es que el colegio de cardenales lo escogiera como papa. Lo que vimos: presentarse como obispo de Roma, como el que está al servicio de los hermanos, y no como una autoridad arriba del episcopado; la actitud de hablar de ‘nosotros’ y no ‘yo’; rezar junto con todos la oración que Jesús nos enseñó (Padrenuestro), escoger el nombre de Francisco… Ponemos mucha esperanza en este pontificado”, escribieron Marins y la llamada hermana Teo.

ESCRITO POR ION MIHAI PACEPA | 30 ABRIL 2013
ARTIGOS – MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO

pseudochristiancommunismEx-agente soviético afirma: “Khrushchev nomeou “Teologia da Libertação” a nova religião criada pela KGB.”


Novas revelações dos arquivos da KGB sugerem que a “Teologia da Libertação” foi mais bem sucedida que nos sonhos mais ousados de Khrushchev.

Se você pensa que a Rússia se tornou nossa amiga, pense novamente. Não vamos gastar todo o nosso dinheiro em bem-estar e em aquecimento global. A “eleição” do novo patriarca da Rússia em 2009 mostra que ainda precisamos nos defender contra os sonhos imperiais do Kremlin.

Há tempos o Kremlin usa a religião para manipular as pessoas. Os czares utilizaram a Igreja para instilar a obediência doméstica. Os governantes soviéticos apaziguaram a população com a KGB, mas eles sonhavam com a revolução mundial. Depois que a casa já tinha sido acalmada, então eles encarregaram a KGB de trabalhar – através da igreja – para ajudar o Kremlin a expandir sua influência na América Latina. Desde Pedro, o Grande, os czares russos conservam a obsessão de encontrar um meio para entrar no Novo Mundo.

Criar um exército secreto de inteligência formado por servos religiosos, e utilizá-lo para promover os interesses do Kremlin no exterior, foi um trabalho importante para a KGB ao longo dos 27 anos em que fiz parte dela. Centenas de religiosos que não cooperavam foram assassinados ou enviados para os Gulags. Os complacentes foram utilizados. Como não era permitido aos padres serem agentes da KGB, eles assumiram a condição de cooptador ou de agente disfarçado. Um cooptador recebia privilégios da KGB (promoções, viagens internacionais, cigarros e bebidas importados, etc.). Um agente disfarçado gozava dos mesmos privilégios, além de receber um salário suplementar secreto de acordo com a sua posição real ou imaginária na KGB. Para preservar o sigilo, todos os padres que se tornaram cooptadores ou agentes disfarçados eram conhecidos, dentro da KGB, apenas pelos seus codinomes.

Revelações recentes mostram que a KGB continua, como antes, a mesma cruzada religiosa, apesar de a agência ter sido discretamente renomeada – FSB (1)– para promover a ideia de que a criminosa polícia política soviética, que matou mais de 20 milhões de pessoas, tinha sido dissipada pelos ventos da mudança.

No dia 5 de dezembro de 2008, morreu o patriarca russo Aleksi II. A KGB o conduziu sob o codinome “DROSDOV” e o premiou com Certificado de Honra, como mostra um arquivo da KGB acidentalmente deixado para trás na Estônia (2). Pela primeira vez na história a Rússia poderia agora eleger democraticamente um novo patriarca.

Em 27 de janeiro de 2009, os 700 delegados sinodais reunidos em Moscou foram presenteados com uma lista fechada com 3 candidatos. Todos, no entanto, pertenciam ao exército secreto da KGB: o metropolitano Kirill, de Smolensk, trabalhou para a KGB sob o codinome “MIKHAYLOV”; o Filaret, metropolitano de Minsk, foi identificado como tendo trabalhado para a KGB sob o codinome “OSTROVSKY”; e o Kliment, metropolitano de Kaluga, foi recentemente descoberto, tinha sido listado com o codinome “TOPAZ” [3].

Os sinos da Catedral de Cristo Salvador anunciaram em Moscou que um novo patriarca tinha sido eleito. O metropolitano Kirill, também conhecido como “MIKHAYLOV”, havia sido o vencedor. Provavelmente a KGB/FSB o considerou em uma condição melhor para executar seus projetos internacionais, domínio no qual ele concentrou seus esforços durante a maior parte de sua vida profissional. Em 1971, a KGB o enviou a Genebra (Suíça) como representante da Igreja Ortodoxa Russa no Conselho Mundial de Igrejas (CMI), a maior organização ecumênica internacional depois do Vaticano, que representa aproximadamente 550 milhões de cristãos de várias denominações em 120 países. ( N. do E.: O Conselho Mundial de Igrejas (CMI), desde que surgiu, representa apenas os inúmeros agentes da esquerda infiltrados em denominações cristãs diversas, que, com o apoio de milhares de idiotas úteis, endossam e fomentam, além do mais relativista e caótico liberalismo teológico, movimentos subversivos de toda espécie, incluindo aí terroristas, bem como toda a agenda do marxismo cultural: aborto, gayzismo, feminismo, etc.) O objetivo era usar sua posição no CMI para espalhar a doutrina da Teologia da Libertação – um movimento religioso marxista que nasceu na KGB – pela América Latina. Em 1975, a KGB infiltrou “MIKHAYLOV” no Comitê Central do CMI, e em 1989 a KGB o apontou como presidente de relações internacionais do patriarcado russo – posições que ele mantinha quando foi “eleito” patriarca. De fato, no seu discurso de posse ”MIKHAYLOV” anunciou que fundaria canais de televisão religiosos na Rússia que fariam transmissões internacionais.

O fato de “MIKHAYLOV” ser um bilionário provavelmente também o fez mais apropriado para a Rússia, que agora é conduzida por uma cleptocracia da KGB – meu antigo colega da KGB, Vladimir Putin, que é co-proprietário de reservas de gás da Rússia, tornou-se um dos homens mais ricos da Europa. Por sua vez, “MIKHAYLOV” foi incluído no mercado livre de tabaco. A licença foi concedida a ele pelo governo Putin, que é composto, sobretudo, por antigos oficiais da KGB [4].

Meu primeiro contato com o empenho da KGB de utilizar a religião para ampliar a influência estrangeira do Kremlin aconteceu em 1959. “A religião é o ópio do povo” [5]. Eu ouvi Nikita Khrushchev dizer, citando a famosa máxima de Marx, “então vamos dar-lhes ópio”. O líder soviético veio a Bucareste junto com o seu principal espião, o General Sakharovsky, meu chefe de facto naquele tempo, que em 1949 tinha criado a “Securitate”, o equivalente romeno da KGB, e que se tornou seu primeiro conselheiro soviético. Khrushchev queria discutir um plano para assumir o oeste de Berlim, que havia se tornado uma rota de fuga através da qual mais de 3 milhões de europeus do leste fugiram para o Ocidente.

Naquele tempo eu era o chefe interino da Missão Romena na Alemanha Ocidental e chefe da estação de inteligência romena lá. Como um “especialista em Alemanha”, eu participava da maioria das discussões. “Nós chegaremos a Berlim”, Khrushchev nos assegurou. Sua “arma secreta” era Cuba. “Quando os yankeessouberem que estamos em Cuba eles vão esquecer que estamos no oeste berlinense, e nós o tomaremos. Então usaremos Cuba como trampolim para lançar uma religião concebida pela KGB na América Latina”, retratada por Khrushchev como uma fortaleza já cercada que logo se renderia ao Kremlin. Complexo? Absolutamente, mas é assim que a mente de tiranos comunistas funciona.

Khrushchev nomeou “Teologia da Libertação” a nova religião criada pela KGB. A inclinação dela para a “libertação” foi herdada da KGB, que mais tarde criou a Organização para a “Libertação” da Palestina (OLP), o Exército de “Libertação” Nacional da Colômbia (ELN), e o Exército de “Libertação” Nacional da Bolívia. A Romênia era um país latino, e Khrushchev queria nossa “visão latina” sobre sua nova guerra de “libertação” religiosa. Ele também nos queria para enviar alguns padres que eram cooptadores ou agentes disfarçados para a América Latina – queria ver como “nós” poderíamos tornar palatável para aquela parte do mundo a sua nova Teologia da Libertação. Khrushchev obteve o nosso melhor esforço.

Lançar uma nova religião foi um evento histórico, e a KGB tinha se preparado cuidadosamente para isso. Naquele momento a KGB estava construindo uma nova organização religiosa internacional em Praga, chamada “Christian Peace Conference” (CPC), cujo objetivo seria espalhar a Teologia da Libertação pela América Latina. Diferentemente da Europa, a América Latina daqueles anos ainda não havia sido picada pelo besouro marxista. A maioria dos latino-americanos era pobre, camponeses devotos que tinham aceitado ostatus quo. A KGB pretendia infiltrar o marxismo naqueles países com a ajuda da “Christian Peace Conference”, que foi concebida para calmamente incitar os pastores a lutarem contra a “pobreza institucionalizada”.

Nós, romenos, contribuímos com o CPC com um pequeno exército de cooptadores e oficiais disfarçados. Para preservar o sigilo total da operação, nós também recebemos ordem para transformar todas as nossas organizações religiosas envolvidas em questão de assunto internacional dentro de entidades secretas de inteligência.

O novo CPC era subordinado ao respeitável Conselho Mundial da Paz (CMP) – outra criação da KGB, fundado em 1949 e agora sediado também em Praga. Quando ainda era um jovem oficial de inteligência, eu trabalhei para o CMP, e mais tarde dirigi suas operações romenas. Era genuinamente a KGB. Em 1989, quando a União Soviética estava à beira de um colapso, o CMP admitiu publicamente que 90% do seu dinheiro tinha vindo da KGB [6].

O CMP publicou um periódico francês – “Courier de la Paix” – impresso em Moscou. O “Christian Peace Conference” publicou um periódico em inglês, “CPC INFORMATION”, editado pela KGB, que apresentou o CPC ao mundo como uma organização global ecumênica preocupada com os problemas da paz. O objetivo secreto do CPC, no entanto, era incitar o ódio contra o capitalismo e contra o consumismo na América Latina, e espalhar a Teologia da Libertação naquela parte do mundo.

Até pouco tempo eu acreditava que a “Teologia da Libertação” havia sido apenas mais um projeto descuidado de Khrushchev que desceria junto com ele pelo ralo da história. Novas revelações dos arquivos da KGB, no entanto, sugerem que a “Teologia da Libertação” foi mais bem sucedida que nos sonhos mais ousados de Khrushchev.

Em 1968, o CPC – criado pela KGB – foi capaz de dirigir um grupo de bispos esquerdistas sul-americanos na realização de uma Conferência de Bispos Latino-americanos em Medellín, na Colômbia. O propósito oficial da Conferência era superar a pobreza. O objetivo não declarado foi reconhecer um novo movimento religioso, que encorajasse o pobre a se rebelar contra a “violência da pobreza institucionalizada”, e recomendá-lo ao Conselho Mundial de Igrejas para aprovação oficial. A Conferência de Medellín fez os dois. Também engoliu o nome de nascimento dado pela KGB: “Teologia da Libertação”.

A “Teologia da Libertação” foi então formalmente apresentada ao mundo pelo Conselho Mundial de Igrejas. Revelações mostram que todo o exército de cooptadores e de oficiais disfarçados da KGB foi enviado de Moscou para ajudar [7].

Aqui estão alguns extratos de documentos originais da KGB conhecidos como “Arquivo Mitrokhin” (descrito pelo FBI como o mais completo e amplo já recebido de qualquer fonte), e dos documentos do Politburo liberados pelo padre Gleb Yakumin, vice-presidente da comissão parlamentar russa que investigou a manipulação da igreja promovida pela KGB.


Agosto 1969
Agentes “Svyatoslav”, “Adamant”, “Altar”, “Magister”, “Roschin”, e “Zemnogorsky” foram enviados pela KGB até a Inglaterra para participarem no trabalho do Comitê Central do Conselho Mundial de Igrejas. A agência [KGB] manobrou para frustrar atividade hostil [contra a Teologia da Libertação], e o agente “Kuznetsov” manejou para penetrar o diretório do CMI.
“ADAMANT”, que comandou este grupo de assalto da KGB, era o Metropolitano Nikodim. “KUZNETSOV” era Aleksey Buyevsky, secretário leigo do departamento de relações internacionais do patriarcado, comandado por Nikodim.


Fevereiro 1972
Agentes “Svyatoslav” e “Mikhailov” foram para a Nova Zelândia e Austrália para sessões do Comitê Central do CMI.
Como indicado anteriormente, “MIKHAYLOV” é Kirill, o patriarca da Rússia.


Julho 1983
47 agentes de órgãos da KGB entre autoridades religiosas, clero e pessoal técnico da delegação da URSS foram enviados para Vancouver (Canadá) para a 6a Assembleia Geral do CMI.

Agosto 1989O Comitê Central do CMI organizou uma sessão especial sobre perestroika. … Agora a agenda do CMI é também nossa [8].
O “Arquivo Mitrokhin”, contendo cerca de 25 mil páginas de documentos da KGB altamente confidenciais, representa uma parte minúscula do arquivo completo da KGB, estimado em aproximadamente 27 bilhões de páginas (a “Stasi” da Alemanha Oriental tem 3 bilhões). Se este arquivo da KGB for realmente aberto sem ser higienizado, ele contará a verdadeira e assustadora história.

Em 1984, o Papa João Paulo II encarregou a Congregação para a Doutrina da Fé, conduzida pelo Cardeal Joseph Ratzinger, agora Papa Bento XVI, de preparar uma análise da “Teologia da Libertação”. O estudo devastador apresentou a “Teologia da Libertação” como uma combinação de “luta de classes” e “Marxismo violento” [9], dando nela um sério golpe.

A “Teologia da Libertação” – criada pela KGB – está ainda aumentando suas raízes na Venezuela, Bolívia, Honduras e Nicarágua, onde camponeses apoiam as tentativas dos ditadores marxistas Hugo Chávez, Evo Morales, Manuel Zelaya e Daniel Ortega de transformarem os seus países em ditaduras policiais de tipo KGB. Há poucos meses a Venezuela e a Bolívia expulsaram – na mesma semana – os embaixadores dos Estados Unidos, e apelaram à proteção militar russa. Embarcações militares e bombardeiros russos estão agora de volta a Cuba – e novamente na Venezuela – pela primeira vez desde a crise dos mísseis cubana. O Brasil, a décima maior economia do mundo, parece estar seguindo os passos do seu governante marxista, Lula da Silva, que em 1980 criou o “Partido dos Trabalhadores” (PT), um clone do Partido Trabalhador da Romênia Comunista. Com a recente inclusão da Argentina, onde a presidente, Christina Fernandez de Kirchner, está conduzindo o país a uma dobra marxista, o mapa da América Latina aparece, sobretudo, em vermelho.

Quando a “Teologia da Libertação” foi lançada no mundo, a KGB era um Estado dentro do Estado. Agora a KGB É o Estado. Mais de 6 mil antigos oficiais da KGB são membros dos governos local e federal da Rússia, e 70% de suas atuais figuras políticas tinham associações, de uma maneira ou de outra, com a KGB [10].

Logo que moveu seus quadros para dentro do Kremlin, a “nova” KGB/FSB decidiu enviar armas nucleares para armar a teocracia religiosa anti-americana que governa o Irã. Ao mesmo tempo, centenas de técnicos russos começaram a ajudar “mullahs” iranianos a desenvolver mísseis de longo alcance que podem carregar ogivas nucleares ou bacteriológicas a qualquer lugar do Oriente Médio e da Europa [11].

A antiga manipulação da religião promovida pela KGB se transformou em uma política externa letal da Rússia.

Notas:

[1]. Federalnaya Sluzhba Bezopasnost, Serviço de Segurança Federal da Federação Russa.

[2]. Seamus Martin, “Russian Patriarch was KGB agent, Files Say”. The Irish Times, 23 de Setembro, 2000. Publicado em [http://www.orthodox.net/russia/2000-09-23-irish-times.html].

[3]. “Russian Orthodox Church chooses between ‘ex-KGB candidates’ as patriarch,” Times Online, January 26, 2009. Christopher Andrew e Vasily Mitrokhin, The Mitrokhin Archive and the secret history of the KGB (New York, Basic Books, 1999).

[4]. Patriarca Kirril (Gunialev) [http://www.russia-ic.com/people/general/328/].

[5]. Karl Marx, “Contribuição à Crítica da Filosofia do Direito de Hegel”, 1843, que foi lançado um ano depois no próprio jornal de Marx, Deutsch-Französische Jahrbücher, uma colaboração com Arnold Ruge.

[6]. Herbert Romerstein, Soviet Active Measures and Propaganda, Mackenzie Institute Paper no. 17 (Toronto, 1989), pp. 14-15, 25-26. WPC Peace Courier, 1989, no. 4, in Andrew and Gordievsky, KGB, p. 629.

[7]. “Manipulation of the Russian Orthodox Church & the World Council of Churches,” publicado em [http://intellit.muskingum.edu/russia_folder/pcw_era/sect_16e.htm].

[8]. New Times (revista secreta da KGB publicada em inglês para consumo no Ocidente), Julho 25-31, ed. 1989.

[9]. “Liberation Theology by Joseph Cardinal Ratzinger,” Ratzinger Home Page, publicado em [http://www.christengom-awake.org/pages/ratzinger/liberationtheol.htm].

[10]. De acordo com Gary Kasparov, “KGB State,” parte das posições governamentais russas é ocupada por antigos oficiais da KGB. The Wall Street Journal, September 18, 2003, encontrado em [http://online.wsj.com/article_print/0,,SB10638498253262300,00.html].

[11]. William Safire, “Testing Putin on Iran, The New York Times, May 23, 2002, internet edition.

ionmihaipacepaIon Mihai Pacepa (Lt. Gen. R) é o mais alto funcionário do bloco soviético ao qual foi concedido asilo político nos Estados Unidos. No Natal de 1989, Ceausescu e sua mulher foram executados depois de um julgamento – as acusações presentes no processo foram publicadas quase que palavra-por-palavra no livro de Pacepa, “Red Horizons”, posteriormente traduzido para 27 idiomas.

 

Publicado na FrontPage Magazine em junho de 2009.

NOTÍCIAS » Notícias

Sexta, 26 de julho de 2013

Leonardo Boff. O olhar de um teólogo da libertação sobre o Papa

Em um de seus primeiros momentos, em seu dia de descanso no Brasil, antes de se dirigir ao Santuário de Aparecida e se encontrar com os participantes da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), no Rio de Janeiro, o Paparecebeu o livro “Francisco de Assis e Francisco de Roma”, escrito pelo teólogo e ex-franciscano Leonardo Boff. Nele,Boff analisa a ruptura que o Sumo Pontífice está realizando na Igreja. “Entreguei o livro para o arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani Tempesta, e ele já o ofereceu ao Papa”, confirmou Boff para o jornal “El País”, da Espanha, momentos antes de viajar para dois encontros com mais de mil jovens, em Santa Catarina e em São Paulo. Boff, um dos pais da Teologia da Libertação, estará no Rio de Janeiro no sábado, coincidindo com a vigília de oração em Guaratiba.

A reportagem é publicada no jornal Página/12, 24-07-2013. A tradução é do Cepat.

Boff definiu o novo papa como alguém que traz esperança, alívio e alegria de viver e pensar a fé cristã. “A Igreja voltou a ser uma casa espiritual”, apontou o teólogo, que pendurou os hábitos, em 1992, por desavenças com o Vaticano.

“Não pude abrir mão de um compromisso que tinha, há tempo, com os jovens com quem vou falar. Por isso, somente estarei no Rio de Janeiro no sábado, último dia da visita do Papa”, explicou o teólogo, frente à possibilidade de ter um encontro com o papa Francisco. “Uma amiga do Papa, de quando era arcebispo em Buenos Aires, com quemFrancisco conversa todas as semanas por telefone, disse-me que perguntou ao Papa se ele tinha a intenção de me receber e sua resposta foi: ‘Quero fazer isso, mas somente depois de ter concluído a reforma da Cúria”, revelou Boffao jornal espanhol. Seria, então, uma visita oficial, algo que Boff não conseguiu durante o pontificado de Bento XVI. No entanto, não se descarta um encontro extraoficial, caso ambos concordem, no próximo sábado, no Rio de Janeiro.

Por outro lado, Boff disse ao jornal “O Globo“, que Francisco poderia reabilitar os mais de 500 teólogos condenados pela Igreja, durante os anos de Joseph Ratzinger e Karol Wojtyla, embora considere que ele não fará isto enquantoBento XVI viver.

“Ele (o Papa) fará um chamado para que os governos escutem as ruas, escutem os jovens”, afirmou Boff, que opinou que o Pontífice exortará os jovens para inaugurar uma nova fase da Igreja. Segundo o brasileiro, sua esperança no pontificado de Francisco se deve ao fato de que, antes de ser eleito papa, o cardeal Jorge Bergoglio “era adepto de uma das vertentes da Teologia da Libertação, própria da Argentina, que é a teologia do povo, a teologia da cultura popular”.

“A Teologia da Libertação possuía muitas variantes. Na Argentina predominou essa, a que vem do justicialismo”, expressou Boff. “Francisco sempre entendeu a si mesmo como um peronista, um justicialista. Ele defendia ter os pobres como participantes, e que não há solução para os pobres sem sua própria participação. Isto é a Teologia da Libertação, e talvez seja até bom que ele, como papa, não esteja filiado com teologia alguma”, acrescentou Boff.

“Podemos dizer que Francisco é um teólogo da teologia da libertação elaborada por Scanone, que foi aquela que, de alguma forma, sustentou algumas atitudes do peronismo”, afirmou Boff, ao lembrar que quem ensinou a Teologia da Libertação na Argentina foi Carlos Scanone, professor de Bergoglio. “Scanone elaborou uma Teologia da Libertaçãoque estava ligada à ‘teologia popular’, de alguma forma diferente daquela que, em seguida, foi desenvolvida pela corrente que se inspirou na tese do marxismo, que pretende o resgate dos pobres e excluídos por meio das mudanças de estruturas políticas”, acrescentou.

“São seus novos ares, nova música e novas palavras para velhos problemas, que nos permitem pensar numa nova primavera da Igreja”, estimou Boff, que foi condenado ao silêncio pelo papa João Paulo II, em razão de suas posições radicais, numa coluna publicada no jornal brasileiro “O Estado de São Paulo”. Boff destacou que os papas anteriores davam centralidade à Igreja reforçando suas instituições e doutrinas. “O papa Francisco coloca o mundo, os pobres, a proteção da Terra, e o cuidado da vida como questões essenciais”, diferenciou.

Os dois pontificados anteriores se caracterizaram pela disciplina e controle das doutrinas, destacou Boff, ao enfatizar que essa estratégia criou um inverno que congelou muitas iniciativas. “Esta nova Igreja, que ainda não pode ser avaliada de forma suficiente, por seu pouco tempo de existência, deixou de ser uma fortaleza para se transformar numa casa aberta, próxima do povo”, considerou Boff.

Sobre a possibilidade de que a Cúria utilize qualquer meio para se manter no poder e de que possa boicotar a ruptura que Francisco quer implementar, Boff não descartou, ao jornal “El País”, de que tente. “Porém, Francisco também é jesuíta, sendo também filho de Inácio de Loyola, o grande estrategista da Companhia de Jesus, que até hoje resistiu, passando por todos os vendavais que vieram contra ela, não apenas da Cúria, mas vindos de mais de um papa, que acabou dissolvendo-a, para que ressuscitasse sempre com maior força”, acrescentou.

“O novo papa não se apresenta como um doutor, mas como um pastor. Fala a partir do sofrimento humano sobre a fome do mundo, os imigrantes da África que chegam à ilha de Lampedusa, e denuncia o sistema financeiro mundial que martiriza países inteiros – destacou -. Acredito que é muito corajoso. Colocou-se junto aos pobres e contra a injustiça. Temos uma Igreja que tem hábitos palacianos e principescos. Este Papa transmitiu sinais de que quer outro estilo de Igrejados pobres para os pobres, e esta é a grande herança da Teologia da Libertação. Ele colocará em xeque os hábitos tradicionais de cardeais e bispos”, manifestou o teólogo.

Para os bispos do Brasil, Branco e Mestiço não é filho de Deus

23/10/2013

CNBB lança nota a favor da Desmestiçagem em Raposa e Serra do Sol

 

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou nota nesta segunda-feira (22) sobre o julgamento das condicionantes do caso “Raposa Serra do Sol” expressando apoio à política de Desmestiçagem em curso no país.

Na nota a CNBB afirma que “se une aos povos indígenas e manifesta sua confiança numa decisão, por parte da Suprema Corte, que lhes seja favorável“.

A nota é assinada pelo Cardeal Raymundo Damasceno Assis, presidente da CNBB, por Dom José Belisário da Silva, vice-presidente, e por Dom Leonardo Ulrich Steiner, secretário geral.

O julgamento, que iniciará nesta quarta-feira (23), ocorre mais de quatro anos após o Supremo Tribunal Federal (STF) ter decidido que a demarcação da denominada “Terra Indígena Raposa Serra do Sol”, em Roraima – em uma área contínua de 1,74 milhão de hectares (1 hectare equivale a, aproximadamente, um campo de futebol) -, não fere a Constituição.

Os embargos, interpostos na Petição 3.388/RR, questionam as 19 condicionantes fixadas na petição. O relator é o ministro Luís Roberto Barroso, em substituição ao ministro Carlos Ayres Britto, que se aposentou em 2012.

Na nota, a CNBB também afirma que lamenta as “insistentes iniciativas legislativas e administrativas” que estariam ameaçando “os direitos territoriais destes povos, estabelecidos na Constituição Brasileira” – uma possível alusão à Proposta de Emenda Constitucional (PEC 215) que passa do Executivo para o Legislativo o poder de criar bantustões federais para índios no Brasil.

Branco-indigenismo: CNBB defende que dívida histórica para com os mestiços seja paga para os índios

Silenciando o fato do povo mestiço ser o descendente dos antigos índios e mestiços escravizados, na nota a CNBB defende que dívida histórica seja paga não ao povo mestiço, mas aos índios atuais:  ”É urgente confirmar a disposição do Estado brasileiro em pagar definitivamente a histórica dívida com os indígenas, acumulada ao longo dos séculos”.

Apoio à Desmestiçagem

A CNBB também nega na nota os direitos originários e o projeto de vida do povo mestiço em relação às áreas onde tem sido instalados os bantustões federais: “O julgamento dos embargos de declaração enseja oportuna ocasião ao Supremo Tribunal Federal de consolidar um marco de segurança dos direitos dos povos indígenas, garantindo que estes possam administrar e gerir seus territórios conforme seus próprios projetos de vida”.

 

Para padre progressista – Injustiça social é outra coisa

21/10/2013

Egypt: 3 Dead as Gunmen Fire on Coptic Christian Wedding

Three people die as gunmen on motorcycles open fire on a wedding party outside a Coptic Christian church in Cairo.
AAFont Size

By Elad Benari

First Publish: 10/21/2013, 3:45 AM

 

Sectarian clashes outside the Egyptian Coptic Cathedral in Cairo’s Abbassiya neighborhood
AFP photo

 

Three people, including a girl aged eight, died when gunmen on motorcycles opened fire on awedding party outside a Coptic Christian church in Cairo on Sunday.

At least nine others were wounded in the attack in the Giza neighborhood of the city,officials said, according to theBBC.

There was no immediate claim of responsibility. The unidentified attackers fired indiscriminately as people left the church. A man and a girl were killed outside the church and a woman died on her way to hospital.

Coptic priest Thomas Daoud Ibrahim told Reuters he was inside the church when the gunfire erupted.

Another priest, Beshay Lotfi, told Egyptian media that the church had been left without a police guard since the end of June.

Egypt’s Coptic Christian community makes up around 10% of the country’s  90 million-strong population.

Copts are indigenous to Egypt, their presence predating the Arabconquests of northern Africa. Egyptian Copts have long complained of widespread discrimination, persecution and violence by both the Egyptian state and Islamist non-state actors.

Anti-Christian violence has seriously escalated in the aftermath of the removal of Islamist Egyptian president Mohammed Morsi, whose supporters have been accused of scapegoating the Coptic community, after its leader, Pope Tawadros II, came out in support of the move by the army to oust Morsi.

A number of Christians have been murdered, and scores of churches and Christian-owned houses and businesses have been torched, ransacked and vandalized in the weeks since Morsi’s removal.

Padre fala de injustiça social na homilia – Mas não foi dessa Injustiça Social

01/10/2013

539766_10151883820039814_244458246_n

O silêncio da CNBdoB e do Vaticano sobre o genocídio diário e interminável de cristãos no Século XXI

A perseguição ao cristianismo nos países islâmicos.

“Em outubro de 2012 o último cristão na cidade de Homs, que tinha uma população cristã de cerca de 80.000 antes da chegada dos jihadistas, foi assassinado. Uma adolescente síria disse: “Fugimos porque estavam tentando nos matar… porque somos cristãos… Nossos vizinhos se viraram contra nós. No fim, quando fugimos, fomos pelas sacadas. Sequer ousamos sair na rua em frente à nossa casa”.”

http://juliosevero.blogspot.com.br/2013/05/o-exodo-em-massa-de-cristaos-do-mundo.html

Obama em Washington e Francisco em Roma – O Papa é Católico?

29/09/2013

O bispo de Roma resolve balançar a Igreja

Jerome R. Corsi
NOVA YORK, EUA — “Será que o papa é católico?” eis o sarcasmo que a maioria dos fiéis católicos nunca iria perguntar; pelo menos não seriamente.
Mas com uma série de recentes pronunciamentos e decisões que atacam a tradição papal, o Papa Francisco deixou muitos católicos se perguntando se a Igreja Católica irá sobreviver a este papado.

Nos últimos dias, a mídia se ateve a uma declaração que parece sugerir que os descrentes (ou mesmo os não católicos, ou até ateístas) podem ganhar a salvação e ser admitidos no céu, enquanto seu recém-nomeado secretário de estado, a segunda posição mais importante no Vaticano, sugeriu que eles estão prontos para repensar o celibato e o clero, sugerindo que padres e freiras poderão ter permissão de se casar.

Agora, o fiel católico se pergunta, “Será que a Igreja Católica irá sobreviver ao papado de Francisco?”

O homossexualismo é pecado?

O choque ao pensamento tradicional católico começou quando o Papa Francisco decidiu voltar ao avião e conceder uma entrevista aos repórteres no voo de volta do Brasil para casa em sua primeira viagem internacional como papa.
Em vez de dizer que o homossexualismo é um “mal moral intrínseco”, conforme disse seu predecessor Bento XVI, o Papa Francisco respondeu à pergunta de um repórter, “Se alguém é gay e procura o Senhor de boa vontade, quem seu ou para julgar?”

Ateus podem ser salvos?

Então, em 11 de setembro, em uma carta publicada na primeira página de um jornal de Roma, o La Repubblica, o Papa Francisco respondeu à pergunta do fundador do jornal e editor de longa data, Eugenio Scalfari, de 89 anos, que perguntou se Deus iria perdoar uma pessoa sem fé por um pecado cometido.
Sua resposta saiu nas manchetes de todo o mundo, concluindo que o Papa abriu as portas para a salvação para os que não acreditam em Deus.
Escreveu o papa: “E assim chego às três perguntas que me coloca no artigo de 7 de agosto. Parece-me que, nas duas primeiras, aquilo que lhe está no coração é entender a atitude da Igreja com quem não partilha a fé em Jesus. Antes de mais nada, pergunta-me se o Deus dos cristãos perdoa a quem não acredita nem procura acreditar. Admitido como dado fundamental que a misericórdia de Deus não tem limites quando alguém se dirige a Ele com coração sincero e contrito, para quem não crê em Deus a questão está em obedecer à própria consciência: acontece o pecado, mesmo para aqueles que não têm fé, quando se vai contra a consciência. De fato, ouvir e obedecer a esta significa decidir-se diante do que é percebido como bem ou como mal; e é sobre esta decisão que se joga a bondade ou a maldade das nossas acções.”

Devem os judeus aceitar Jesus?

Na mesma carta, o Papa Francisco se dirigiu aos judeus, continuando um tema que o tornou famoso na Argentina desde o ataque a bomba a um centro judeu em Buenos Aires em 1994, matando 85 pessoas e deixando centenas feridas.
O Papa destaca que o povo judeu é a “raiz” de onde germinou Jesus.
“Na amizade que cultivei durante todos esses anos com os irmãos judeus, na Argentina, também eu muitas vezes questionei a Deus na oração, especialmente quando a mente se detinha na recordação da experiência terrível do Holocausto.” “O que lhe posso dizer — com palavras do apóstolo Paulo — é que nunca esmoreceu a fidelidade de Deus à aliança estabelecida com Israel e que, através das terríveis provações destes séculos, os judeus conservaram a sua fé em Deus.”
Na ocasião do Rosh Hashaná (ano novo judaico), o papa desejou aos judeus um feliz ano novo e encorajou um diálogo aberto em questões de fé.
Ainda assim, Giulio Meotti, um jornalista italiano, ao escrever um editorial ao Israeli National News, não ficou satisfeito.
“Mas conforme mostra essa nova carta, um dos graves perigos no diálogo do Vaticano com o judaísmo é a tentativa da Igreja de dividir os judeus ‘bons’ e dóceis da Diáspora e os judeus ‘maus’ e arrogantes de Israel”, escreve Meotti. “O Papa Francisco nunca se dirigiu aos israelenses nas suas mensagens, nem defendeu abertamente o Estado Judeu desde que foi eleito pelo Colégio dos Cardeais. Parece que não há espaço para os sionistas fiéis e obstinados no sorriso leniente do Papa. Em seus discursos, as aspirações nacionais judaicas são ignoradas, e até mesmo não denegridas”.
Meotti fez referência a uma carta que a Conferência de Bispos Católicos dos EUA distribuiu recentemente junto com a Universidade Católica da América, que condenava a expansão dos assentamentos israelenses. A carta argumentava que a expansão dos assentamentos é “uma forte primária de violações dos direitos humanos dos palestinos”, sugerindo que os palestinos que vivem em Israel sofrem “uma ocupação militar prolongada” por judeus israelenses.

Padres e freiras podem se casar?

Enquanto o Papa Bento XVI proibiu um diálogo aberto sobre se padres e freiras deveriam ter permissão de se casar, o Papa Francisco, que notoriamente disse que o celibato clerical poderia mudar, pode estar prestes a colocar o assunto na pauta para um debate sério.
Assim afirma Clelia Luro, uma mulher de 87 anos cujo romance e eventual casamento com um bispo se tornou um enorme escândalo na década de 60. Sua história não impediu o Papa Francisco de ser seu amigo muito próximo, que lhe telefonava todos os domingos quando era cardeal chefe da Argentina, segundo reportagem da Fox News.
Aquela previsão pareceu estar se concretizando depois que o arcebispo italiano Pietro Parolin, núncio da Venezuela que foi recentemente indicado para ser Secretário de Estado do Papa, segundo no comando do vaticano, disse ao jornal venezuelano El Universal que o celibato do clero não é um dogma.
Traduzindo para fora da terminologia formal da Igreja Católica, com esse pronunciamento o arcebispo Parolin está sinalizando que o celibato para o clero não é um artigo obrigatório para a fé na qual todos os católicos praticantes devem acreditar, mas uma prática ou tradição que deveria ser aberta ao debate.

Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do WND: NO JOKE THIS TIME: IS THE POPE CATHOLIC?

Trechos da carta do Papa Francisco ao jornal italiano retirados de News.va.

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Onde foi que o papa cedeu aos “gays”

A iminente legalização do aborto no Brasil: o papa falou… que não era necessário falar!

Papa escreve mensagem pessoal para muçulmanos no final do Ramadã

Vaticano sobre Israel: erros grosseiros

OPINIÕES DO PAPA FRANCISCO COMEÇAM A FAZER OS CATÓLICOS TROPEÇAREM

24/09/2013

OPINIÕES DE FRANCISCO COMEÇAM A ESCANDALIZAR OS CATÓLICOS:


“Vigiai, pois, com cuidado sobre a vossa conduta: que ela não seja conduta de insensatos, mas de sábios que aproveitam ciosamente o tempo, pois os dias são maus.” (Ef. 5, 15-16)

O Papa quer renovar o discurso da Igreja? Pois bem, que os padres, nos sermões, voltem a falar dos milagres, um assunto em que hoje eles têm inibição de tocar. Que mostrem aos fiéis os corpos intactos dos santos. Que mostrem os vídeos do Dr. Ricardo Castañon e desafiem a contestá-los. Que chamem os ateus para a briga tomando como ringue os milagres do Padre Pio.
Que tornem os milagres o assunto mais falado do mundo, como deveriam ser.


Amolecer com gayzismo e abortismo vai fazer tanto bem quanto isso? Para que precisamos alisar as cabeças de malucos, quando podemos injetar nelas alguma sanidade, bastando ter coragem para isso?


Rodrigo Machado: De repente a linha de entendimento do Papa esteja agora mais voltada para como o próprio Jesus agiria nos dias de hoje. Quem conhece o Novo Testamento sabe que Jesus comia com publicanos e pecadores, pois sua estratégia de evangelismo era com base no amor. Notem que durante o ministério de Jesus a perseguição a ele era de origem político-religiosa. Cristo chama sua igreja de pequeno rebanho… Neste mundo a voz do povo não é voz de Deus, mas sim a do Espírito Santo que convence do pecado, da justiça e do
juízo.


Olavo de Carvalho: Alguém viu Jesus atenuar o discurso contra os poderes deste mundo? A fala do papa não ajuda nenhum homossexual em particular, mas favorece o movimento gayzista e abortista. Isto é o óbvio dos óbvios. E por que o Papa não mostra um pouco de amor aos católicos tradicionalistas que tanta discriminação vêm sofrendo há meio século.

531934_544791262243519_359239421_n

O católico modelo fica incorrupto


Sendo fiel ao antigo ditado que diz, “quem cala consente, torna-se conivente…” decidi reproduzir a seguir a parte do diálogo (constatações e desabafos indignados com expressões fortes…) do católico mariano Olavo de Carvalho com seus seguidores no Facebook, sobre as posições de Francisco em relação ao aborto, casamento gay e contracepção. Filósofo brasileiro, Olavo é um cidadão de total independência, sinceridade e plena fidelidade ao Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, a Doutrina Católica e a sua consciência:
(…)


19.
(acesse) http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2013/09/1344294-papacritica-obsessao-da-igreja-com-aborto-casamento-gay-e-contracepcao.shtml
(Olavo de Carvalho)

O esforço intenso que esse Papa desempenha em lisonjear os inimigos e escandalizar os católicos não parece deixar margem a dúvidas sobre quem é ele e quais as suas intenções.
Bergóglio está para a Igreja Católica como Barack Hussein Obama está para a nação americana.
Li a declaração no original. Não há desculpa. Não é a Igreja quem “fala muito desses assuntos”. É o movimento gayzista internacional, que tem todos os megafones à disposição, e perto do qual a voz da Igreja se torna um sussurro inaudível. E, se é para dar aos gayzistas o conforto do silêncio, é preciso conceder o mesmo benefício aos adúlteros, aos masturbadores, etc. que pelo menos pecam em privado e não se arrogam o direito de achincalhar a Igreja em público.

Esse é o ponto mais importante. Se o Papa tivesse recomendado mais discrição da Igreja ao falar dos pecados sexuais em geral (inclusive o homossexualismo, é claro), tendo em vista a ascensão generalizada de pecados infinitamente mais graves, como o homicídio em massa, o tráfico de pessoas, a prostituição infantil, etc., eu seria o primeiro a aplaudi-lo.

Não tem sentido, no mundo atual, achar que o garoto que tocou uma (…) no banheiro vai para o inferno ao lado de Fidel Castro, Pol Pot e Robert Mugabe. Mas o homem (Francisco) concedeu uma trégua especial ao gayzismo e ao abortismo, que são forças políticas mundiais organizadas, sem estendê-la a todos os pecados da carne, esmo infinitamente menos graves que o aborto, o qual não é um simples pecado da carne e sim um homicídio.

É absurdo, é injusto, é um escândalo em toda a linha.
20.

O abortismo já alcançou as dimensões de um genocídio mundial, e dar-lhe trégua sem poupar garotos de 13 anos que se masturbam é TOTAL falta de senso das proporções.
21.
Aos adeptos do “senta que o leão é manso”: O mesmo pretexto, de que se trata apenas de pastoral, não de doutrina, foi usado para justificar todos os erros do Concílio Vaticano II que estão destruindo a Igreja há meio século. Chega.
Olavo de Carvalho: Não esqueçam que a Reforma Protestante na Inglaterra se fez por mudanças na liturgia, pouco a pouco, sem tocar ostensivamente na doutrina.


22.
Qualquer evangélico que deseje se prevalecer desta situação deprimente para falar mal da Igreja Católica em geral, que o faça em sua própria página. Se o fizer aqui, será bloqueado para sempre.
Daniel Gaspar: “desta situação deprimente”. Qual situação? Ser evangélico?
Deiby Mendes: Ser luterano é uma condição deprimente?
Olavo de Carvalho: Deiby Mendes e Daniel Gaspar, vocês não sabem ler? A situação deprimente a que me refiro são as declarações do papa. Não sei se vocês são analfabetos funcionais ou maliciosos que se fazem de sonsos.
23.
Por que alguns fulanos insistem em vir falar mal de mim na minha página, em vez de fazê-lo nas suas próprias? Essa parasitagem, por si, já mostra que são canalhas em toda a linha.
Olavo de Carvalho: Mário Souza e Thiago Oliveira, é de vocês mesmos que estou falando. Sanguessugas, parasitas, canalhas, (…) se fazendo de católicos devotos.
24.
Vou repetir os argumentos. Não vou aceitar que (…) entrem aqui de carimbo em punho, fazendo-se de gostosões sem ser capazes de refutar o que eu disse:
[repete o item 19, a partir de “Li a declaração original (…)”]
25.
Perguntas que eu faria ao Papa:
1) É a Igreja que faz mas barulho contra o abortismo ou os abortistas que fazem mais barulho contra a Igreja? Somos nós ou eles quem tem o apoio da mídia mundial?
2) É a Igreja que faz mais barulho contra o gayzismo ou os gayzistas que fazem mais barulho contra a Igreja? Somos nós ou eles quem tem o apoio da mídia mundial?
3) Vossa Santidade acha mesmo que recuar vai fazê-los calar? O recuo do Concílio Vaticano II ante o comunismo impediu que os comunistas continuassem a matar pessoas na China, no Camboja, no Vietnã, superando, em números, até os crimes de Stalin?
4) Vossa Santidade acha que dar trégua ao abortismo vai diminuir o número de abortos?
26.
Todos vocês são testemunhas de que sempre combati exageros moralistas contra gays, adúlteros, (…), etc. NÃO É por “conservadorismo” que estou criticando o pronunciamento do Papa. É por um exame estritamente objetivo,
que ninguém até agora conseguiu contestar, só resmungar contra. A PIOR

CONTINUE LENDO http://www.mariamaedaigreja.net/textos/307-Opinioes-de-Francisco-comecam-a-escandalizar-os-catolicos.pdf

Missa de Sempre X Ceia Protestante

20/09/2013

1231430_662058093812053_1543503145_n

É e Papa Católico mesmo?

19/09/2013

http://www.wnd.com/2013/09/is-pope-francis-even-catholic/

http://sociedad.elpais.com/sociedad/2013/09/19/actualidad/1379603194_165072.html

A Destruição consciente e deliberada da Igreja Católica Romana

19/09/2013

O Triunfo de Satanás – Hora da Colheita do Antigo Bispo Auxiliar da Zona Leste – Dom Luciano Mendes de Almeida

14/09/2013
10 setembro 2013 Autor: Bíblia Católica 

Fonte: Fratres in Unum

A “filósofa” da USP Marilena Chaui, uma das históricas mentoras, se é que isso é possível, do petismo, encontrou o seu lugar na “igreja libertária” travestida de católica: a diocese de São Miguel Paulista — a quem não sabe, esta diocese foi criada em 1989 pelo Papa João Paulo II com o propósito de dividir a Arquidiocese de São Paulo e, assim, diminuir a área de destruição atuação do então arcebispo Dom Paulo Evaristo Arns.

Além de piedosamente comungar por conta própria, Chaui recebeu a homenagem do reverendíssimo presbítero com suas bailarinas:

carmo1
Paulo Sérgio Bezerra, Marilena Chaui e Padres Dimas Martins Carvalho

Eis a descrição do vídeo no Youtube: “Homenagem feita à Marilena Chauí pela Juventude da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, Itaquera, por ocasião de sua participação no último dia da semana de oração na festa de Nossa Senhora do Carmo. A ilustre convidada fez uma reflexão sobre o tema “Sociedade em crise: ausência de filosofia?”. Música: Coração Cívil, Milton Nascimento”.

A diocese de São Miguel Paulista é, de fato, a casa da mãe Joana da Teologia da Libertação: neste ano, já passou por lá, em um Santuário diocesano, o nobre herege Leonardo Boff, com direito a autógrafo em livro para criança — escancarado crime de corrupção de menores:

boff

Igualmente, o mesmo Santuário Nossa Senhora da Paz, cujo reitor é o reverendíssimo Pe. Dimas Martins de Carvalho, se ufana de divulgar em sua página do Facebook aberrações como a que segue:

santuario

Parabéns, Dom Manuel Parrado Carral, bispo diocesano! O objetivo de destruir a Fé Católica na zona leste de São Paulo, curiosamente, a mais pobre e onde os protestantes mais fazem estragos, está sendo atingido com sucesso!

O genocídio de cristãos no mundo e o silêncio do Vaticano

07/09/2013

La Nouvelle Christianophobie, la Syrie aussi

O JPOST TAMBÉM DENUNCIA

http://www.jpost.com/Middle-East/German-jihadis-kill-Syrian-Christians-325495

 

Le nombre de Chrétiens persécutés dans le monde oscille entre 100 et 150 millions d’âmes. Ce chiffre, en hausse constante, fait du christianisme la religion la plus persécutée. Selon Portes ouvertes, « un chrétien meurt toutes les 5 minutes ».

Et comme l’explique Marc Fromager, directeur de l’Aide à l’Eglise en détresse (AED), « sur 131 pays de culture chrétienne, il n’y en a pas un seul où la législation sur la liberté religieuse laisse à désirer.

Sur 49 pays de culture musulmane, 17 ne tolèrent aucune autre religion et contrôlent étroitement les croyants non musulmans, 19 reconnaissent théoriquement la liberté religieuse mais ne l’appliquent pas en pratique. Les chrétiens restent le groupe religieux le plus discriminé dans le monde: 75 % des cas d’atteintes à la liberté religieuse les concernent ».

Et le pire dans cette christianophobie mondiale est l’indifférence qui l’entoure. Certes, les attentats contre des Chrétiens en Irak ou en Egypte en 2010-2011 revendiqués par Al-Qaïda furent fort médiatisés.

Mais les nombreux cas de « christianophobie ordinaire », commis au nom des législations en vigueur ou avec la complicité des autorités, sont ignorés. Ceci s’explique par le fait que les mythes fondateurs du politiquement correct et la « politique d’apaisement » empêchent de désigner les bourreaux.

En vertu du premier mythe, celui qui fait du communisme l’idéologie égalitaire des « opprimés », il est impossible de dire que les régimes marxistes d’hier (ex-URSS) et d’aujourd’hui (Chine, Corée du Nord, etc) sont les plus terribles persécuteurs de chrétiens, lesquels sont pour eux des « agents de l’Occident capitaliste ».

Rappelons à ceux qui pensent que le communisme est « mort » avec la chute de l’ex-URSS que la Chine et la Corée du Nord communistes sont les plus grands tueurs de chrétiens. En Corée du Nord, ces derniers peuvent être tués juste à cause de leur foi.

En Chine, l’évangélisation est punie par des peines de prison et les chrétiens, suspects d’être « révolutionnaires », ne peuvent adhérer qu’aux pseudos églises contrôlées par le parti communiste. Fait parmi tant d’autres, le 25 décembre dernier, lorsque les membres de l’église protestante Shouwang ont voulu célébrer leur messe, 50 d’entre eux ont été arrêtés.

Et depuis avril 2011, date à laquelle l’église a été obligée de célébrer son culte en plein air, faute de local, 1000 fidèles ont été incarcérés. Chaque année, le nombre de chrétiens incarcérés à vie ou morts en prison –dont des évêques et nombre de prêtres- s’élève à des milliers.

En vertu du deuxième mythe, celui des religions asiatiques – boudhisme et hindouïsme – « foncièrement pacifiques et tolérantes », les crimes anti-chrétiens commis en terre bouddhiste (Laos, Cambodge, Vietnam, etc) ou hindouïste (Etats de l’Union indienne dirigés par le parti nationaliste BJP) sont ignorés par nos bonnes consciences « bobo » qui pensent que le christianisme est la pire des religions. Or en Inde, les chrétiens, réprimés par les lois « anti-prosélytisme », sont perçus comme des « traîtres » à la nation indienne hindouiste.

Souvent issus de la sous-caste des Dalits (Intouchables), ils subissent des raids d’extrémistes hindous et des partis nationalistes religieux au pouvoir dans certains Etats. Ainsi, dans l’Etat de l’Orissa, mille chrétiens ont été tués depuis 2007 ; 50 000 Dalits ont fui leur maison pillée par les hindouïstes, mais la plupart des criminels anti-chrétiens ont échappé à la justice.

Le troisième mythe, celui de « l’islam religion de paix et de tolérance », empêche de dire que les chrétiens (assimilés aux « Croisés occidentaux ») ont toujours été traités en citoyens de seconde zone ou en bouc-émissaires, parfois cibles de génocides (Turquie, Soudan, etc).

Au Nigeria, plus grand Etat musulman d’Afrique noire, qui compte 50% de musulmans et autant de chrétiens, 11 Etats fédéraux du nord (à majorité musulmane) ont imposé la charia aux chrétiens.

Comme chaque année, les chrétiens redoutent des attaques islamistes lors de la messe de minuit, comme celles qui ont tué 50 fidèles durant la Noël 2011.

Dans le Nord du pays, qui a sombré dans la guerre civile depuis que les partis islamiques ont refusé la victoire électorale du président nigérien chrétien Jonhattant Gooluck, le mouvement islamiste terroriste Boko Haram (qui signifie « interdire l’Occident »), a tué plus de 3000 chrétiens depuis 2009. En 2012, 450 chrétiens ont été tués, dont 185 dans la ville de Kano.

Au Pakistan, les Chrétiens, qui forment 1,5% de la population, sont de véritables sous-citoyens. Le cas d’Asia Bibi, cette mère de famille chrétienne condamnée à mort pour « blasphème », après avoir bu dans un puits « réservé aux musulmans », n’est qu’un cas (médiatisé) parmi tant d’autres (non médiatisés).

En Arabie Saoudite, grand allié des Etats-Unis, le christianisme est interdit. Une fatwa du chef suprême du wahhabisme stipule que les églises doivent être détruites dans la péninsule arabique.

Récemment, 30 chrétiens ont été incarcérés à la prison de Briman (Djeddah) pour avoir célébré un office en privé. Depuis leurs geôles, ils implorent en vain l’aide des Nations unies et des organisations de défenses de droits de l’Homme.

En Syrie, les chrétiens sont agressés par les Salafistes et l’Armée Syrienne Libre (ASL), soutenue par la Turquie. Ceux qui vivent dans la zone de Lattaquié, Tartus, Tal Khalakh ou dans la « vallée des chrétiens », jadis havre de paix, sont expulsés de leur village par des jihadistes.

En Egypte, où les Frères musulmans ont fait approuver une constitution fondée sur la Charià, les chrétiens sont désignés comme les responsables des manifestations laïques hostiles au président Morsi et à la Charià.

En décembre 2012, un tribunal du Caire a condamné à mort sept chrétiens coptes pour leur implication dans le film islamophobe qui enflamma le monde.

Mais le journaliste qui diffusa en premier le film sur une télévision égyptienne n’a, quant à lui, jamais été inquiété… Fait divers parmi tant d’autres, sous prétexte que la chemise d’un musulman aurait été brûlée par un chrétien, le quartier chrétien de Dahshura a été entièrement brûlé par les islamistes.

En Irak, la situation est encore plus tragique : depuis le retour des islamistes en 2003, après la chute du régime laïc de Saddam Hussein, il ne reste plus que 300 000 chrétiens (contre 1,2 million en 1980). Et en Palestine, dans la ville du Christ, à Bethlehem, les chrétiens rasent les murs.

La conclusion s’impose d’elle-même : en restant silencieux, les dirigeants occidentaux, qui pourraient exiger de leurs « alliés » musulmans le même traitement pour les chrétiens que celui qu’ils exigent pour les musulmans en Occident, sont de facto complices des gouvernements qui persécutent ou tuent des chrétiens.

*Alexandre del Valle

Alexandre del Valle est un géopolitologue renommé. Ancien éditorialiste à France Soir, il enseigne les relations internationales à l’Université de Metz et est chercheur associé à l’Institut Choiseul. Il a publié plusieurs livres sur la faiblesse des démocraties, les Balkans, la Turquie et le terrorisme islamique.

Auteur de « La nouvelle christianophobie, pourquoi on tue les chrétiens dans le monde aujourd’hui » (Maxima, 2011)

Sources:

http://www.atlantico.fr/decryptage/chretiens-persecutes-dans-monde-entre-indifference-et-complicite-alexandre-del-valle-587015.html?page=0,1

Vaticano de Francisco reabilita Teologia da Libertação criada pela KGB

04/09/2013

No livro «Da parte dos pobres. Teologia da libertação, teologia da Igreja» – OSSERVATORE ROMANO –  03 de setembro de 2013

Os preferidos de Deus

Na quinta-feira 5 de Setembro em Seveso, no âmbito do vigésimo terceiro congresso nacional da Associação teológica italiana, Gustavo Gutiérrez – sacerdote e teólogo peruano, que entrou na ordem dos dominicanos em 2001, considerado um dos pais da teologia da libertação – dialogará com o teólogo Mario Antonelli sobre o tema «Fazer teologia na tradição na América Latina». Diego Rivera, «Delfina e Dimas» (1935, particolare)

Gutiérrez escreveu, juntamente com o arcebispo Gerhard Ludwig Müller, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, o livro Da parte dos pobres. Teologia da libertação, teologia da Igreja (Padova-BolognaEdizioni Messaggero – Editrice Missionaria Italiana, 192 páginas).

«Nestas páginas – escreve Gutiérrez no primeiro capítulo – pretendemos apresentar algumas considerações sobre como vemos o papel actual e as tarefas futuras da reflexão teológica na vida da Igreja presente na América Latina e no Caribe».

E especifica mais adiante o arcebispo Müller: «Qualquer teologia deve partir de um contexto. Mas com isto a teologia não se espalha numa incomensurável suma de teologias regionais. (…) Cada teologia regional deve ao contrário ter já em si mesma uma vocação eclesial universal» e as questões apresentadas pela teologia da libertação são «um aspecto imprescindível de cada teologia, seja qual for o quadro socioeconómico que circunscreve o seu espaço».

KGB TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO

«Com um Papa latino-americano – escreve no jornal de hoje Ugo Sartorio, na atenta recensão ao volume – a teologia da libertação não podia permanecer por muito tempo na sombra sob a qual tinha sido relegada há alguns anos, pelo menos na Europa.

Posta de lado por um duplo preconceito: o que ainda não metabolizou a fase conflitual de meados dos anos Oitenta, aliás enfatizada pelos mass media, e faz dela uma vítima do Magistério romano; e o que persiste na rejeição de uma teologia considerada demasiado de esquerda e por conseguinte de tendência».

Mas o livro, prossegue Sartorio, não é só um contributo à superação de clichés e preconceitos ideológicos: com efeito, a sua leitura solicita importantes reflexões capazes de integrar e revitalizar perspectivas muitas vezes incrustadas.

1240195_421501964626022_1558943273_n

Aliás é importante recordar como a reflexão teológica latino-americana não é minimamente um fenómeno unitário: de facto, hoje, caracteriza-se por correntes até muito diversificadas. Portanto, graças à teologia da libertação que tem no seu centro os pobres («os preferidos de Deus») a Igreja católica pôde incrementar ulteriormente o pluralismo no seu interior.

http://www.osservatoreromano.va/portal/dt?JSPTabContainer.setSelected=JSPTabContainer%2FDetail&last=false=&path=/news/cultura/2013/201q13-Nel-libro–Dalla-parte-dei-poveri–Teologia.html&title=Os%20preferidos%20de%20Deus&locale=pt

4 de Setembro de 2013

Comunismo e Genocídio de Cristãos

03/09/2013

1186048_681982211830296_2026861239_n