Archive for the ‘agricultura’ Category

Se não fosse trágico, seria engraçado

20/03/2017

CORTADOS A COXINHA E A MORTADELA DAS CRIANÇAS PAULISTAS

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O Incrível Caso dos Índios ladrões – Tido como santo pelo PT, eles roubavam máquinas agrícolas

06/03/2017
Notícias STFImprimir

Sexta-feira, 03 de março de 2017

Negado seguimento a HC de indígenas condenados por roubo de máquinas agrícolas

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), julgou inviável a apreciação (negou seguimento) do Habeas Corpus (HC) 127244, impetrado em favor de quatro indígenas da etnia Guarani-Kaiowá, condenados a oito anos e seis meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo crime de roubo. Consta no processo que, em 2007, armados de facões, arco e flecha, machados e lanças, os índios chefiaram a invasão de duas fazendas no Município de Coronel Sapucaia (MS) de onde, sob ameaça, levaram um trator e uma carreta agrícola, entre outros bens.

No HC ao Supremo, a defesa de Francisco Fernandes, Rubens Ramão Rocha Ajala, Cassimiro Batista e Antone Barrio alegou existência de constrangimento ilegal consistente na expedição de mandados de prisão contra eles, alegando que se trata de disputa por terras indígenas. Sustenta também que os indígenas não roubaram os bens citados na denúncia do Ministério Público estadual, e sim os teriam recebido de fazendeiros como forma de “compensação” pelas terras tomadas. Os índios fugiram do estabelecimento prisional.

A defesa alega ainda que a ordem de prisão viola a Constituição Federal e Convenção 169 da OIT, seja por absoluta incompetência da Justiça estadual para apreciar e julgar o caso, seja por não terem sido beneficiados pelo artigo 56 do Estatuto do Índio. No HC, a defesa pedia a declaração de nulidade do processo criminal desde a origem, por entender que a competência para julgar os indígenas seria da Justiça Federal. Nas instâncias ordinárias, a competência da Justiça Federal para julgar o processo foi afastada sob entendimento de que não se trata de delito ligado à causa indígena, mas sim praticado por silvícolas contra o patrimônio de terceiros e contra a liberdade individual.

De acordo com os autos, embora exista animosidade entre as comunidades branca e indígena na região das Fazendas Madama e Barra Bonita, de onde os bens foram levados, foi provado, nas instâncias ordinárias, que o delito de roubo imputado aos quatro indígenas não teve relação com reivindicações de direitos dos silvícolas envolvidos. Segundo acórdão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), para se chegar à conclusão de que o roubo pelo qual os índios foram condenados está diretamente ligado com a luta da etnia Guarani-Kaiowá pelo direito originário às suas terras de ocupação tradicional, seria necessário profundo reexame de fatos e provas, o que não é viável por meio de habeas corpus.

Em sua decisão, o ministro Luiz Fux manifestou a mesma conclusão. “Dissentir desse entendimento demandaria o exame aprofundado de fatos e provas. No entanto, cumpre ressaltar que o habeas corpus é ação inadequada para a valoração e exame minucioso do acervo fático-probatório engendrado nos autos, bem como para a análise acerca da existência de fatos e provas de que a contenda envolveria a disputa pelo direito originário dos indígenas à retomada de terras ocupadas tradicionalmente por suas comunidades”, concluiu.

VP/CR

Processos relacionados
HC 127244

Índios do Brasil continuam odiando eurodescendentes

29/05/2014

cara pálida

Da série Passando raiva no Politicamente Correto

31/10/2013

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Viva o Custo Brasil

22/03/2013
Publicado em 22/03/2013

Filas no porto de Santos escancaram para a sociedade o caos do transporte de cargas

Da Redação

O caos da infraestrutura logística brasileira foi escancarado para a sociedade nesta semana, em razão, das quilométricas filas de caminhões carregados de grãos, como, por exemplo, milho e soja, na entrada do porto de Santos (SP). “O resultado financeiro que seria gerado para a economia brasileira fruto da safra recorde de grãos está sendo sequestrado pela falta de armazéns, rodovias ruins, malha ferroviária reduzida, falta de hidrovias, e portos saturados”, afirma Cesário Ramalho da Silva, presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB).

Para a Rural, de pouco adianta a evolução tecnológica do agro brasileiro, que produz cada vez mais em menos área, e com menos insumos, num espiral de ganhos de produtividade, se não for possível transportar o que é produzido de maneira competitiva dentro das fazendas. “Com a infraestrutura logística falida, a supersafra que era para ser motivo de alegria ganhou contornos negativos. Se a capacidade de armazenagem do País fosse melhor, por exemplo, o produtor não precisaria vender a produção toda de uma vez, o que faz entupir rodovias e portos”, ressalta Ramalho.

Segundo a Rural, os efeitos perversos da logística ruim não se restringem apenas ao agro. “Além do corte na renda do produtor, e nas margens das empresas, o consumidor sofre com produtos mais caros e danificados, e o País perde divisas, com desdobramentos negativos também para a geração de emprego”, explica Ramalho.

A realidade é que o apagão logístico tem o poder de mudar a lógica do agro e da economia brasileira. “Simplesmente não estamos conseguindo comercializar [interna e externamente] o que produzimos bem. Se o agro está deixando de ser competitivo, imagine os outros setores. Nosso futuro não pode ficar parado no engarrafamento”, acentua Ramalho.

http://www.srb.org.br/modules/news/article.php?storyid=6396

Íntegra do novo Código Florestal, ainda sem as emendas, em pdf,

07/12/2011

http://legis.senado.gov.br/mate-pdf/100176.pdf

Que dó: gado morre de frio, na geada, no inverno rigoroso de julho de 2010, no Sul do Brasil e no Mato Grosso do Sul. Ou será Bactéria, Vírus ou sabotagem?

17/07/2010

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Carta do cacique Raoni à FUNAI e a Lula, mineiração em terras indígenas

24/03/2010

Carta do cacique Raoni à FUNAI

Ao sr. Márcio Meira, Presidente da FUNAI

C/C ao Presidente Luís Inácio Lula da Silva

Prezados Senhores,

Não estou gostando da lei de mineração que o governo Lula quer fazer. A mineração vai estragar as Terras Indígenas, os Kaiapós vão ficar bravos se a mineração invadir as nossas terras. A mineração vai trazer doenças para nosso povo, vai matar os peixes e os animais que são nossos alimentos, vai poluir a nossa água. Nós não queremos que os garimpeiros entrem na nossa terra, a mineração vai acabar com a nossa saúde.

Nós não queremos que o governo Lula atrapalhe a nossa vida. Nós temos direito de viver na nossa terra, que é nossa antes dos brancos chegarem. Como nós vamos viver na terra estragada?

O governo do Brasil precisa ter respeito pelos povos indígenas. A mineração só vai enriquecer as grandes empresas e os garimpeiros, nós índios vamos ficar pobres. Nós não queremos o dinheiro da mineração, nossa riqueza é o mato, o rio limpo, nossas roças, nossas frutas, nossos remédios, tudo o que existe na nossa mata. Essa é a nossa riqueza.

Se o governo quer mineração, pode fazer num outro lugar, na terra dos fazendeiros e dos políticos, na nossa terra nós não queremos mineração.

Caciques da Terra Indígena Kapoto-Jarina:

Ropni Metyktire
Iodji Metyktire
Pekan Metyktire
Jabuti Metyktire
Ndokere Tapajuna
Katàptire Metyktire

O código Florestal, as ONGs, o agronegócio, a ecologia meio ambiente, ambientalismo, preservação, agricultura, áreas de preservação permanentes e interesses externos, minc, aldo rebelo, SOS mata atlântica, mata ciliar, preservação.

24/03/2010

O código florestal brasileiro vem sendo postergado a cada 2 anos, através de medida provisória, em virtude de um decreto absurdo, feito no ano de 2001, que acrescentou itens ao decreto original, que já existia desde os anos 60, pelo motivo de que o próprio governo brasileiro já entendeu que o mesmo é inviável e um inviabilizador do nosso agronegócio.

Apenas para situar, em alguns estados, como no caso de São Paulo, é obrigatório que o agropecuarista, deixe 20% de sua propriedade sem utilizar, em nome da formação da reserva legal, embora seja uma grande área, dependendo do tamanho da propriedade rural, até torna-se aceitável, em prol do meio ambiente, o problema, é que dentro da propriedade existem as chamadas apps, ou seja, áreas de preservação permanente, que onde tiver um córrego, tem que se deixar 30m de cada lado das margens sem aproveitamento também, e essas áreas de apps, não entram na conta da reserva legal, então são 20% de reserva mais as apps. Que em alguns casos, inviabilizam 60 a 70% das propriedades. 

O revoltante disso tudo, é que em nenhum país europeu, ou o próprio EUA, existe tal lei, seja de reserva legal ou apps, ora, temos uma agricultura muito forte e competitiva no mundo.

Isso incomoda os países mais ricos que subsidiam a sua para poder ter competitividade, além do fato da nossa agropecuária ser a maior contribuinte para o PIB brasileiro, e ancora verde de todos os planos econômicos lançados nos últimos anos.

Evidentemente, que para enfraquecer nosso agronegócio algo deveria ser feito; como uma intervenção direta dos países ricos no Brasil seria totalmente descabido, resolveu-se criar barreiras ambientais e fitossanitárias, para servir aos interesses externos, o instrumento criado para fazer o marketing sobre a questão são as tais ONGS, tão comuns hoje em dia, o próprio ministro Minc, nada mais é que um militante de uma dessas, para se ingressar no ministério do meio ambiente não há necessidade de concurso, é feito por indicação. 

Essas ONGS, a serviço de interesses estrangeiros, pregam o ambientalismo, quase que como uma forma de religião, e o dinheiro para financiar a causa é muito e tem seu objetivo definido, hoje o agropecuarista virou um criminoso mal visto pela sociedade, ou pelo menos essa é a ideologia que essas ONGS, através da mídia, permeiam o inconsciente coletivo, como se fosse o produtor rural responsável direto pela destruição do planeta, claro que existem os que fazem mal uso da terra, com desmatamentos ilegais, mas restringir ao proprietário, mais da metade da sua área, da qual tem posse legítima, há muitos anos, e esta produzindo alimentos, é uma atrocidade sem precedentes. 

À quem se interessar pelo assunto, tem uma entrevista para o Canal Livre da Band, que o deputado Aldo Rebelo, explana muito bem o assunto, embora eu, e acredito que a grande maioria aqui na comunidade, tenhamos verdadeira aversão ao comunismo e aos esquerdistas de um modo geral, não posso deixar de concordar e até torcer para que ele, como relator das mudanças para o novo código, tenha sucesso nessa empreitada, deixando as ideologias políticas de lado, o deputado tem uma visão que representa os anseios dos produtores rurais, no momento.

Nosso agronegócio não é tão ganancioso, e muito menos criminoso como se tem afirmado, a grande maioria se contentaria em manter a reserva legal como esta, apenas incorporando-se a ela, as apps, não tenho dúvidas disso, não podemos cair na armadilha desse marketing internacional, que nada mais desejam, além de seus próprios interesses comerciais. 

Link da entrevista da Bandeirantes:-

http://maisband.band.com.br/   

Os ambientalistas lançaram uma campanha ontem 23/03/2010, denominada, exterminadores do futuro, no intuito de identificar os principais líderes do movimento de alteração das leis ambientais no país, na tentativa de retardar a tramitação de propostas de mudança no Código Florestal Brasileiro.

A Frente Parlamentar Nacionalista, composta em sua maioria por ruralistas, ameaçou iniciar um boicote a produtos de empresas patrocinadoras de Ongs ambientalistas. Disse o relator das mudanças no código, o deputado Aldo Rebelo “ Se querem nos intimidar, estamos aqui para reagir. Se não sabem dialogar, certamente o Bradesco saberá.” 

Sugeriu também, que a pressão comece pelos produtores rurais. “As cooperativas podem sugerir aos seus produtores que fechem suas contas no Bradesco”, afirmou em referencia à parceria mantida pelo banco e a Fundação SOS Mata Atlântica, a ONG que lidera a campanha para identificar os “exterminadores” ruralistas. 

“Quem patrocina essas ONGs são a Volkswagen, Coca-Cola e a Colgate Palmolive, estimulada pelos chiques e famosos de São Paulo.” Completou Rebelo. 

Fonte:- http://www.pecuaria.com.br/info.php?ver=7923  

Essas ONGs  estão cada vez mais, deixando transparecer seu real objetivo, que é o de inviabilizar nosso agronegócio, que não encontra concorrentes a altura em lugar algum do mundo, somos os únicos que consegue produzir alimentos a preços baixos, além de toda uma vasta gama de produtos de origem animal e vegetal, isso evidentemente incomoda muita gente, pelo mundo afora.

1000 posts – Homem culto chega ao milésimo post – Quanto custa o MST, qual o prejuízo que o mst causa ao Brasil vandalismo do mst

08/10/2009

Não é apenas os milhões dados às ongs fachadas do mst. Esses milhões são só uma fração:
– É preciso avaliar quanto se gastou em desapropriações de terras e bens imóveis.
-Quanto foi fornecido de créditos aos assentados.
-Qual o prejuízo total deixados pelas invasões (perda de produção e destruições.
-Qual o prejuizo tido pelo Brasil com os latifúndios improdutivos do MST, o que deixa de ser produzido quando uma terra é entregue ao MST.
-Quanto caiu os investimentos agrícolas por medo de ser perder tudo para mst.
-Qual o prejuízo total causado pela desvalorização do alqueire de terra por medo do mst.
É preciso criar o seguro invasão para indenizar perda dos produtores agrícolas com as invasões.

A estratégia de guerrilha do MST

25/01/2009

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Folha de São Paulo comenta 25 anos do Mst

18/01/2009

MOVIMENTO SEM TERRA, 25 ANOS

MST perde adeptos e recursos e procura identidade sob Lula

Para especialistas, expansão do Bolsa Família ajudou a esvaziar o movimento, já que a principal razão para adesão é econômica

ONGs ligadas aos sem-terra, que tiveram R$ 39,9 mi de 2003 até 2006, perderam verba em 2008; acadêmicos veem importância histórica

Sérgio Lima
 

Mãos de Agenor Vieira, apelidado de parafuso, personagem do livro “Pioneiros do MST”

DA REPORTAGEM LOCAL

Após a chegada do PT ao poder em 2002, o MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) mantém sua importância histórica, mas perdeu adeptos, receitas e, ao comemorar seu aniversário de 25 anos neste mês, busca novas formas de se adaptar ao Brasil da era Lula.
É o que apontam dados levantados pela Folha que coincidem com a opiniões de especialistas sobre o tema da reforma agrária no país e no mundo.
O número de famílias invasoras caiu de 65.552, em 2003 -primeiro ano do governo Lula-, para 49.158, em 2007. O de novas famílias acampadas foi de 59.082 para 6.299-menos 89,34%. No período, a ocorrência de invasões oscilou de 391 para 364, afirma a CPT (Comissão da Pastoral da Terra).
“O pessoal, tendo pequenas ajudas, como a do Bolsa Família, não vai se inscrever nos batalhões de luta pela terra”, diz dom Tomás Balduino, bispo de Goiás e conselheiro da CPT. De 2003 a 2008, o número de inscrições no Bolsa Família saltou de 3,5 milhões para 11 milhões.
Uma pesquisa feita pelo Datafolha com membros do MST em 1996 já demonstrava que a principal razão para a entrada no movimento era econômica.
Para 62% dos entrevistados, a vantagem atribuída ao assentamento era “independência financeira”, sendo citados como exemplos “deixar de ser empregado”, “poder negociar a própria produção” e “lucros com a venda da produção”. Os principais problemas sobre os assentamentos eram “falta de infraestrutura” (22%), “falta de ajuda do governo” (19%) e “falta de recursos” (10%).
A despeito do momento de transição, o geógrafo da USP Ariovaldo Umbelino diz que o MST ainda é importante. “Com ele, a luta pela reforma agrária ganhou sua dimensão política e passou a se fazer nos fóruns políticos do país. A história dos primeiros anos mostrou a setores da sociedade que só através da luta é que se conseguiria a reforma agrária no Brasil”, diz.
Umbelino também vê uma retração do MST e diz que ele passa por uma mudança de discurso, ao colocar a “luta contra o agronegócio” como principal bandeira. “Lula não cumpriu todas as metas [da reforma agrária], menos de 30% da meta foi atingida. O que fica demonstrado nos primeiros anos do governo Lula é que ele fez a opção pelo agronegócio.”
O professor da Unesp Bernardo Fernandes afirma que “o papel atual [do MST] é seguir lutando para o desenvolvimento a partir dos paradigmas que defendem o campo como lugar de vida, onde as pessoas possam produzir alimentos saudáveis, recuperando ambientes degradados pela produção monocultora de grande escala.”
Para frei Sérgio Görgen, militante desde a criação do MST, o foco do movimento no agronegócio resulta de uma mudança no perfil de seus participantes. “Hoje o MST mexe com um número significativo de produtores agrícolas e as questões dessa cadeia produtiva estão no movimento”. Görgen diz que isso traz a preocupação com empresas transnacionais, como as que “controlam as sementes e insumos”, e com questões produtivas mundiais.
Apesar das novas bandeiras do MST, o apoio popular não é expressivo no Brasil. Uma pesquisa feita em 2008 pelo Ibope a pedido da mineradora Vale do Rio Doce, um dos alvos dos sem-terra, mostrou que apenas 31% dos entrevistados diziam confiar no movimento, contra 65% que diziam não confiar.
A desconfiança aumentava quanto maior a escolaridade. Entre os que tinham estudado até a quarta série do ensino fundamental, a confiança era de 35%, e a desconfiança, de 60%. Entre aqueles com ensino superior, a confiança era de 19%, e a desconfiança, de 75%.
Zander Navarro, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul diz que o MST “perdeu a razão de ser”. “Seria inevitável que a industrialização e a urbanização reduzissem, fortemente, a demanda social por terra em nosso país. É o que ocorre atualmente. Mas há o lado político, ou seja, o formato organizacional autoritário.”
O professor, no entanto, diz que as invasões são um “instrumento de pressão histórico de trabalhadores rurais sem terra, em todo o mundo” e que as realizadas pelo MST são, em geral, pacíficas e não produzem danos materiais consideráveis.

Financiamento
O governo Lula repassou apenas R$ 1,4 milhão às principais entidades ligadas ao MST em 2008, segundo dados do Siafi. O número é muito diferente daquele registrado no primeiro mandato do petista. Entre 2003 e 2006, foram R$ 39,9 milhões repassados às três principais ONGs ligadas ao MST. No segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), foram R$ 9,6 milhões.
Historicamente, as ONGs Anca (Associação Nacional de Cooperação Agrícola), Concrab (Confederação das Cooperativas de Reforma Agrária do Brasil) e Iterra (Instituto Técnico de Capacitação e Pesquisa da Reforma Agrária) são apontadas como as que têm maiores ligações com o MST.
O movimento, porém, diz que nunca recebeu dinheiro de nenhum governo e que se sustenta com “a ajuda dos próprios trabalhadores acampados e assentados, com a solidariedade da sociedade brasileira e com o apoio solidário de entidades e comitês de amigos no exterior, que acreditam nas experiências do MST”. (FERNANDO BARROS DE MELLO, JOSÉ ALBERTO BOMBIG e ANA FLOR)

MOVIMENTO SEM TERRA, 25 ANOS

Governo assentou famílias longe das bases tradicionais

Entre 2003 e 2007, 68,5% dos sem-terra foram assentados na Amazônia Legal, distante das regiões Sul, Sudeste e Nordeste

Segundo Dataluta, apenas 4% das invasões foram na região Norte; para geógrafo, “essência” do movimento impede ações na Amazônia

EDUARDO SCOLESE
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

Quando Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito presidente, no final de 2002, trabalhadores rurais sem terra, em especial do MST, ergueram às pressas acampamentos pelo Brasil afora na expectativa de que a reforma agrária com “uma canetada só”, como prometera o petista, enfim aconteceria.
O número de famílias à espera de um lote de terra saltou de 60 mil, no final de 2002, para 150 mil, em meados de 2003.
Revelada com essa corrida aos acampamentos, a esperança dos sem-terra se transformou em frustração: o governo federal priorizou o assentamento de famílias na região amazônica, bem distante das bases do movimento, nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste, principalmente.
Dados do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) obtidos pela Folha revelam que, das 448,9 mil famílias que o governo petista diz ter assentado entre 2003 e 2007, 307,5 mil (68,5%) foram beneficiadas em projetos na Amazônia Legal (região Norte, além de Mato Grosso e parte do Maranhão).
O Pará foi o Estado com o maior número de assentados, com 136,2 mil famílias, o equivalente a 30% do total do país.
A dinâmica atinge em cheio o movimento, com argumentos enfraquecidos para convencer os militantes a esperar um lote de terra. Na Amazônia Legal estão apenas 26% (59 mil) das 225 mil famílias acampadas.
A estratégia de encaixar famílias na Amazônia foi motivada, em parte, pelo avanço do preço da terra (lá existem muitas terras públicas federais disponíveis) e o fato de o governo manter na gaveta desde 2005 uma portaria que atualiza índices de produtividade usados na vistoria de imóveis rurais passíveis de desapropriação.
Como os índices em vigor estão defasados -os números usados são de 1975-, o fazendeiro tem mais facilidade para atingi-lo e, portanto, livrar-se da desapropriação da área pela improdutividade. Com novos índices, avalia o Incra, cresceria o número de imóveis desapropriados no Sul e Sudeste.
A colocação de famílias na Amazônia, onde a infraestrutura e as estradas são precárias, teve como pano de fundo a busca pelo cumprimento das metas oficiais de assentamento.
Lula repetiu os métodos do governo Fernando Henrique Cardoso e inflou os balanços de assentados com a inclusão de famílias que já estavam na terra, além de ter reconhecido como da União projetos de assentamentos criados por governos estaduais. Outra artimanha foi substituir o termo “famílias assentadas” por “famílias com acesso à terra”, para que os beneficiados pudessem ser somados aos incluídos nos projetos clássicos da reforma.

Realidades distintas
Um dos principais especialistas em MST no país, o geógrafo Bernardo Mançano Fernandes, da Unesp (Universidade Estadual Paulista), afirma que a “essência” do movimento impede sua entrada na Amazônia.
Das 2.190 invasões de terra organizadas pelo MST entre 2000 e 2007, apenas 91 (4%) ocorreram no Norte do país, de acordo com o Dataluta, banco de dados sobre invasões de terra idealizado e coordenado por Fernandes no departamento de geografia da Unesp.
“Uma das razões para se compreender as dificuldades do MST para se organizar em alguns Estados da Amazônia está na sua essência. A origem do MST está na luta daqueles que foram expropriados da terra. São famílias que acreditam no desenvolvimento da agricultura camponesa e são contra o modelo monocultor agroexportador, que veio a ser denominado de agronegócio”, diz.
Ainda de acordo com o Dataluta -que reúne dados da CPT (Comissão Pastoral da Terra) e da Ouvidoria Agrária Nacional, entre outras instituições- das 4.003 invasões no país entre 2000 e 2007, 2.190 foram do MST (55%).
Sobre a dificuldade de o movimento atuar na região Norte, Fernandes destaca a realidade local e a atuação de outros movimentos sociais. O MST não está organizado no Acre, Amapá e Amazonas, e atua de forma tímida no Pará, Tocantins, Rondônia e Roraima. “Nesses Estados predominam as lutas de posseiros de resistência na terra. Outra razão da modesta atuação do MST é a forte atuação de outros movimentos camponeses”, diz o geógrafo.

Mato Grosso do Sul pede socorro contra entrega de terras produtivas aos índios – um terço do Ms vai virar terra de índio – comunidade do orkut desesperada tenta salvar mato grosso do sul

28/12/2008

MATO GROSSO DO SUL

 É NOSSO!!

 

descrição:

Amigos do Brasil: CAMPANHA “JUNTOS PELO MS”

MATO GROSSO DO SUL pede socorro. Querem nos transformar numa grande aldeia indígena. A FUNAI quer fazer uma demarcação que atingiria aproximadamente 26 municipios. Somente as áreas mais produtivas do Estado.

Nada contra a população indígena que aqui vive, nossos irmãos. O que ocorre é que não se trata de preservar os interesses das minorias indigenas e sim dos interesses das minorias corruptas e safadas que impregnam o nosso país.

 

Existe muito dinheiro envolvido. Dinheiro de Ong’s internacionais. Será que eles estão preocupadas com os indios? Claro que não. Aqui temos a maior reserva de agua doce do planeta. Estamos em pleno desenvolvimento agrícola e somos o celeiro do Brasil. Fazemos frente em produção agrícola para os maiores produtores de soja do mundo (EUA por exemplo).

 

 A população do Estado está se mobilizando, precisamos do apoio do restante do país.

APOIO
SINDICATOS RURAIS DO MS
FEDERAÇÃO TRAB TRANSPORTES MS
SINDICATO TRAB TRANSPORTES MS

a ideologia do trabalho escravo – tentativa de humilhar o agro negócio

18/10/2008

Deputado critica “exageros” da emenda constitucional sobre trabalho escravo

 

Da ABr – Brasília

 

O deputado federal Luis Carlos Heinze (PP-RS) disse hoje (17), em entrevista à Agência Brasil, que há uma generalização do termo “trabalho escravo” ou “trabalhadores em situação degradante”, que não é bom para o Brasil. “Há condições subumanas, com certeza, que devem ser combatidas, mas não é a realidade da grande parte da agricultura brasileira”, disse.

 

Entidades da sociedade civil organizaram hoje um ato nacional pela aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC 438, de 2001), que prevê penas mais rigorosas para os exploradores do trabalho em condições análogas à de escravo. Entre elas, a expropriação de imóveis (rurais e urbanos) de quem cometer o crime. O deputado, no entanto, disse que é preciso ter “bom senso” e fazer alterações na PEC.

 

“Há aberrações [na PEC], que estão sendo exageradas. Tem que ter azulejo na casa, tem que ter coisas que nem a casa do próprio proprietário tem”, afirmou. Segundo Heinze, a generalização do termo “trabalho escravo” prejudica a imagem dos agricultores brasileiros no mundo. “Quando vamos vender para o exterior, tudo isso é considerado: que no Brasil se derruba a Floresta Amazônica para produzir, utilizam trabalho escravo etc.”

 

A PEC do trabalho escravo tramita há sete anos na Câmara e está pronta para ir ao plenário. Caso seja aprovada, precisará ser votada no Senado, e só depois promulgada pelo Congresso Nacional.

 

diario de cuiaba

carlos Voges: Governador do Mato Grosso do Sul André Pucinelli Puccinelli entrevista: Funai não faz nada – nós cuidamos dos índios situação dos índios no MS

06/09/2008

http://www.carlosvoges.com.br/?meio=entrevistas

Carlos Voges: Os produtores que comemoram a liberação da carne, por outro lado protestam contra a portaria da Funai de demarcação de terras indígenas. Como conviver com essas duas situações?

Governador Puccinelli: É importante que se diga, não é demarcação de área. É unilateralmente um estudo antropológico, sócio cultural étnico, para que digam que os Guaranis e Caiuás, povo nômade por sinal, isso é importante que se guarde, digam que teriam o direito a 3,5 milhões e meio de hectares. Antes de virem estes antropólogos, já havia um estudo consolidado e escrito que nós resgatamos, de maio de 2007. Então contos da carochinha, falácias, nós não aceitaremos. O que é a Funai? A Funai é uma fundação de direito público que vê a ótica do indígena, unilateral e parcial. Nós vamos ter, por parte do Estado,por parte do produtores, a ótica dos produtores. Não dos grandes produtores tão somente como alegam eles na questão, mas dos pequenos produtores inclusive. Eu tive contatos com os da agricultura familiar, sete mil e tantas famílias que se encontram na região. Como é que ficam eles? Como é que fica o Estado que, no meu entender e na minha ótica pessoal,que se sentiu afrontado porque a Funai sequer telefonou, falou ou passou ofício ao governador. Aqui tem gestor público que cuida não só de índios, mas de quilombolas, de grandes produtores, de agricultores em escala e de agricultura familiar.Então, a ótica do índio é vista pela Funai que, por sinal, nada fez até hoje no Estado de Mato Grosso do Sul, a não ser, desculpem a expressão chula, encher o saco.

Carlos Voges: Como assim encher o saco?

Governador Puccinelli: Vou dar exemplos: quem é que paga todas as cestas de alimentos, hoje, para os indígenas? O Governo Estadual de MS. O que a Funai paga? Nada. Quem é que fez o plano de trabalho para os indígenas em 19 de abril deste ano? O Governo de MS que previu que as áreas que estão de posse dos índios, as aldeias, pudessem ter por assistência técnica do Governo do Estado de MS, por aquisição de insumos, por parte do Governo de MS,de sementes, por parte do Governo do Estado de MS, de 68 patrulhas mecanizadas, por parte do Governo do Estado de MS um plano. O que a Funai fez? Nada.Nem o ar para encher o pneu dos tratores a Funai até hoje deu. Então, a Funai tem que nos respeitar e não nos respeitou. E o antropólogo andou dizendo numa assembléia que o Governo do Estado e o Governo Federal nada tinham feito agora. Ele precisava vir do Nordeste, sem conhecer o Estado para, desculpem novamente a expressão,para nos encher o saco.Nós cuidamos dos indígenas. O Governo atual do Estado de MS tem senso da sua responsabilidade. Nós queremos proteger, amparar e fazer com que os indígenas em suas aldeias produzam, mas vir com teorias estranha da nossa realidade, passando por cima do Governo do Estado, comigo no Governo não farão isso.

Carlos Voges: O senhor teme conflitos?

Governador Puccinelli: Não,nós temos que apaziguar os ânimos. Os indígenas têm os seus direitos, os agricultores familiares tem os seus direitos e o Governo do Estado é o indultor e fomentador do desenvolvimento para todos. Não só os indígenas, mas os quilombolas, os pequenos produtores, os movimentos sociais, os industriais, os da agricultura em escala. Portanto da nossa parte não haverá conflito. Agora haverá conflitos se antropólogo quiser entrar em propriedade, não vai entrar. A não ser que haja determinação judicial porque estudo já feito para vir desarquivar e, em pouco tempo, trazerem nós não vamos engolir. Eles tem que conversar conosco. Porque até agora a Funai não fez nada para a proteção dos indígenas do Estado de MS. Não tem levantamento de quantos existem nas aldeias, não tem levantamento de quantos índios desaldeados estão e eu, desde que estava na prefeitura de Campo Grande, já tinha isso. Tanto é que os cinco mil índios terenas desaldeados em Campo Grande que os atendeu? O prefeito André Puccinelli, eu já tenho história. Não me venham com falácias de que o André está contra os índios porque não está, nunca esteve e não estará. Agora, ordem e disciplina, ordem e progresso está na bandeira e o Estado vai cumprir.