Archive for the ‘agricultura’ Category

Se não fosse trágico, seria engraçado

20/03/2017

CORTADOS A COXINHA E A MORTADELA DAS CRIANÇAS PAULISTAS

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O Incrível Caso dos Índios ladrões – Tido como santo pelo PT, eles roubavam máquinas agrícolas

06/03/2017
Notícias STFImprimir

Sexta-feira, 03 de março de 2017

Negado seguimento a HC de indígenas condenados por roubo de máquinas agrícolas

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), julgou inviável a apreciação (negou seguimento) do Habeas Corpus (HC) 127244, impetrado em favor de quatro indígenas da etnia Guarani-Kaiowá, condenados a oito anos e seis meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo crime de roubo. Consta no processo que, em 2007, armados de facões, arco e flecha, machados e lanças, os índios chefiaram a invasão de duas fazendas no Município de Coronel Sapucaia (MS) de onde, sob ameaça, levaram um trator e uma carreta agrícola, entre outros bens.

No HC ao Supremo, a defesa de Francisco Fernandes, Rubens Ramão Rocha Ajala, Cassimiro Batista e Antone Barrio alegou existência de constrangimento ilegal consistente na expedição de mandados de prisão contra eles, alegando que se trata de disputa por terras indígenas. Sustenta também que os indígenas não roubaram os bens citados na denúncia do Ministério Público estadual, e sim os teriam recebido de fazendeiros como forma de “compensação” pelas terras tomadas. Os índios fugiram do estabelecimento prisional.

A defesa alega ainda que a ordem de prisão viola a Constituição Federal e Convenção 169 da OIT, seja por absoluta incompetência da Justiça estadual para apreciar e julgar o caso, seja por não terem sido beneficiados pelo artigo 56 do Estatuto do Índio. No HC, a defesa pedia a declaração de nulidade do processo criminal desde a origem, por entender que a competência para julgar os indígenas seria da Justiça Federal. Nas instâncias ordinárias, a competência da Justiça Federal para julgar o processo foi afastada sob entendimento de que não se trata de delito ligado à causa indígena, mas sim praticado por silvícolas contra o patrimônio de terceiros e contra a liberdade individual.

De acordo com os autos, embora exista animosidade entre as comunidades branca e indígena na região das Fazendas Madama e Barra Bonita, de onde os bens foram levados, foi provado, nas instâncias ordinárias, que o delito de roubo imputado aos quatro indígenas não teve relação com reivindicações de direitos dos silvícolas envolvidos. Segundo acórdão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), para se chegar à conclusão de que o roubo pelo qual os índios foram condenados está diretamente ligado com a luta da etnia Guarani-Kaiowá pelo direito originário às suas terras de ocupação tradicional, seria necessário profundo reexame de fatos e provas, o que não é viável por meio de habeas corpus.

Em sua decisão, o ministro Luiz Fux manifestou a mesma conclusão. “Dissentir desse entendimento demandaria o exame aprofundado de fatos e provas. No entanto, cumpre ressaltar que o habeas corpus é ação inadequada para a valoração e exame minucioso do acervo fático-probatório engendrado nos autos, bem como para a análise acerca da existência de fatos e provas de que a contenda envolveria a disputa pelo direito originário dos indígenas à retomada de terras ocupadas tradicionalmente por suas comunidades”, concluiu.

VP/CR

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Índios do Brasil continuam odiando eurodescendentes

29/05/2014

cara pálida

Da série Passando raiva no Politicamente Correto

31/10/2013

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Viva o Custo Brasil

22/03/2013
Publicado em 22/03/2013

Filas no porto de Santos escancaram para a sociedade o caos do transporte de cargas

Da Redação

O caos da infraestrutura logística brasileira foi escancarado para a sociedade nesta semana, em razão, das quilométricas filas de caminhões carregados de grãos, como, por exemplo, milho e soja, na entrada do porto de Santos (SP). “O resultado financeiro que seria gerado para a economia brasileira fruto da safra recorde de grãos está sendo sequestrado pela falta de armazéns, rodovias ruins, malha ferroviária reduzida, falta de hidrovias, e portos saturados”, afirma Cesário Ramalho da Silva, presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB).

Para a Rural, de pouco adianta a evolução tecnológica do agro brasileiro, que produz cada vez mais em menos área, e com menos insumos, num espiral de ganhos de produtividade, se não for possível transportar o que é produzido de maneira competitiva dentro das fazendas. “Com a infraestrutura logística falida, a supersafra que era para ser motivo de alegria ganhou contornos negativos. Se a capacidade de armazenagem do País fosse melhor, por exemplo, o produtor não precisaria vender a produção toda de uma vez, o que faz entupir rodovias e portos”, ressalta Ramalho.

Segundo a Rural, os efeitos perversos da logística ruim não se restringem apenas ao agro. “Além do corte na renda do produtor, e nas margens das empresas, o consumidor sofre com produtos mais caros e danificados, e o País perde divisas, com desdobramentos negativos também para a geração de emprego”, explica Ramalho.

A realidade é que o apagão logístico tem o poder de mudar a lógica do agro e da economia brasileira. “Simplesmente não estamos conseguindo comercializar [interna e externamente] o que produzimos bem. Se o agro está deixando de ser competitivo, imagine os outros setores. Nosso futuro não pode ficar parado no engarrafamento”, acentua Ramalho.

http://www.srb.org.br/modules/news/article.php?storyid=6396

Íntegra do novo Código Florestal, ainda sem as emendas, em pdf,

07/12/2011

http://legis.senado.gov.br/mate-pdf/100176.pdf

Que dó: gado morre de frio, na geada, no inverno rigoroso de julho de 2010, no Sul do Brasil e no Mato Grosso do Sul. Ou será Bactéria, Vírus ou sabotagem?

17/07/2010

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Carta do cacique Raoni à FUNAI e a Lula, mineiração em terras indígenas

24/03/2010

Carta do cacique Raoni à FUNAI

Ao sr. Márcio Meira, Presidente da FUNAI

C/C ao Presidente Luís Inácio Lula da Silva

Prezados Senhores,

Não estou gostando da lei de mineração que o governo Lula quer fazer. A mineração vai estragar as Terras Indígenas, os Kaiapós vão ficar bravos se a mineração invadir as nossas terras. A mineração vai trazer doenças para nosso povo, vai matar os peixes e os animais que são nossos alimentos, vai poluir a nossa água. Nós não queremos que os garimpeiros entrem na nossa terra, a mineração vai acabar com a nossa saúde.

Nós não queremos que o governo Lula atrapalhe a nossa vida. Nós temos direito de viver na nossa terra, que é nossa antes dos brancos chegarem. Como nós vamos viver na terra estragada?

O governo do Brasil precisa ter respeito pelos povos indígenas. A mineração só vai enriquecer as grandes empresas e os garimpeiros, nós índios vamos ficar pobres. Nós não queremos o dinheiro da mineração, nossa riqueza é o mato, o rio limpo, nossas roças, nossas frutas, nossos remédios, tudo o que existe na nossa mata. Essa é a nossa riqueza.

Se o governo quer mineração, pode fazer num outro lugar, na terra dos fazendeiros e dos políticos, na nossa terra nós não queremos mineração.

Caciques da Terra Indígena Kapoto-Jarina:

Ropni Metyktire
Iodji Metyktire
Pekan Metyktire
Jabuti Metyktire
Ndokere Tapajuna
Katàptire Metyktire

O código Florestal, as ONGs, o agronegócio, a ecologia meio ambiente, ambientalismo, preservação, agricultura, áreas de preservação permanentes e interesses externos, minc, aldo rebelo, SOS mata atlântica, mata ciliar, preservação.

24/03/2010

O código florestal brasileiro vem sendo postergado a cada 2 anos, através de medida provisória, em virtude de um decreto absurdo, feito no ano de 2001, que acrescentou itens ao decreto original, que já existia desde os anos 60, pelo motivo de que o próprio governo brasileiro já entendeu que o mesmo é inviável e um inviabilizador do nosso agronegócio.

Apenas para situar, em alguns estados, como no caso de São Paulo, é obrigatório que o agropecuarista, deixe 20% de sua propriedade sem utilizar, em nome da formação da reserva legal, embora seja uma grande área, dependendo do tamanho da propriedade rural, até torna-se aceitável, em prol do meio ambiente, o problema, é que dentro da propriedade existem as chamadas apps, ou seja, áreas de preservação permanente, que onde tiver um córrego, tem que se deixar 30m de cada lado das margens sem aproveitamento também, e essas áreas de apps, não entram na conta da reserva legal, então são 20% de reserva mais as apps. Que em alguns casos, inviabilizam 60 a 70% das propriedades. 

O revoltante disso tudo, é que em nenhum país europeu, ou o próprio EUA, existe tal lei, seja de reserva legal ou apps, ora, temos uma agricultura muito forte e competitiva no mundo.

Isso incomoda os países mais ricos que subsidiam a sua para poder ter competitividade, além do fato da nossa agropecuária ser a maior contribuinte para o PIB brasileiro, e ancora verde de todos os planos econômicos lançados nos últimos anos.

Evidentemente, que para enfraquecer nosso agronegócio algo deveria ser feito; como uma intervenção direta dos países ricos no Brasil seria totalmente descabido, resolveu-se criar barreiras ambientais e fitossanitárias, para servir aos interesses externos, o instrumento criado para fazer o marketing sobre a questão são as tais ONGS, tão comuns hoje em dia, o próprio ministro Minc, nada mais é que um militante de uma dessas, para se ingressar no ministério do meio ambiente não há necessidade de concurso, é feito por indicação. 

Essas ONGS, a serviço de interesses estrangeiros, pregam o ambientalismo, quase que como uma forma de religião, e o dinheiro para financiar a causa é muito e tem seu objetivo definido, hoje o agropecuarista virou um criminoso mal visto pela sociedade, ou pelo menos essa é a ideologia que essas ONGS, através da mídia, permeiam o inconsciente coletivo, como se fosse o produtor rural responsável direto pela destruição do planeta, claro que existem os que fazem mal uso da terra, com desmatamentos ilegais, mas restringir ao proprietário, mais da metade da sua área, da qual tem posse legítima, há muitos anos, e esta produzindo alimentos, é uma atrocidade sem precedentes. 

À quem se interessar pelo assunto, tem uma entrevista para o Canal Livre da Band, que o deputado Aldo Rebelo, explana muito bem o assunto, embora eu, e acredito que a grande maioria aqui na comunidade, tenhamos verdadeira aversão ao comunismo e aos esquerdistas de um modo geral, não posso deixar de concordar e até torcer para que ele, como relator das mudanças para o novo código, tenha sucesso nessa empreitada, deixando as ideologias políticas de lado, o deputado tem uma visão que representa os anseios dos produtores rurais, no momento.

Nosso agronegócio não é tão ganancioso, e muito menos criminoso como se tem afirmado, a grande maioria se contentaria em manter a reserva legal como esta, apenas incorporando-se a ela, as apps, não tenho dúvidas disso, não podemos cair na armadilha desse marketing internacional, que nada mais desejam, além de seus próprios interesses comerciais. 

Link da entrevista da Bandeirantes:-

http://maisband.band.com.br/   

Os ambientalistas lançaram uma campanha ontem 23/03/2010, denominada, exterminadores do futuro, no intuito de identificar os principais líderes do movimento de alteração das leis ambientais no país, na tentativa de retardar a tramitação de propostas de mudança no Código Florestal Brasileiro.

A Frente Parlamentar Nacionalista, composta em sua maioria por ruralistas, ameaçou iniciar um boicote a produtos de empresas patrocinadoras de Ongs ambientalistas. Disse o relator das mudanças no código, o deputado Aldo Rebelo “ Se querem nos intimidar, estamos aqui para reagir. Se não sabem dialogar, certamente o Bradesco saberá.” 

Sugeriu também, que a pressão comece pelos produtores rurais. “As cooperativas podem sugerir aos seus produtores que fechem suas contas no Bradesco”, afirmou em referencia à parceria mantida pelo banco e a Fundação SOS Mata Atlântica, a ONG que lidera a campanha para identificar os “exterminadores” ruralistas. 

“Quem patrocina essas ONGs são a Volkswagen, Coca-Cola e a Colgate Palmolive, estimulada pelos chiques e famosos de São Paulo.” Completou Rebelo. 

Fonte:- http://www.pecuaria.com.br/info.php?ver=7923  

Essas ONGs  estão cada vez mais, deixando transparecer seu real objetivo, que é o de inviabilizar nosso agronegócio, que não encontra concorrentes a altura em lugar algum do mundo, somos os únicos que consegue produzir alimentos a preços baixos, além de toda uma vasta gama de produtos de origem animal e vegetal, isso evidentemente incomoda muita gente, pelo mundo afora.

1000 posts – Homem culto chega ao milésimo post – Quanto custa o MST, qual o prejuízo que o mst causa ao Brasil vandalismo do mst

08/10/2009

Não é apenas os milhões dados às ongs fachadas do mst. Esses milhões são só uma fração:
– É preciso avaliar quanto se gastou em desapropriações de terras e bens imóveis.
-Quanto foi fornecido de créditos aos assentados.
-Qual o prejuízo total deixados pelas invasões (perda de produção e destruições.
-Qual o prejuizo tido pelo Brasil com os latifúndios improdutivos do MST, o que deixa de ser produzido quando uma terra é entregue ao MST.
-Quanto caiu os investimentos agrícolas por medo de ser perder tudo para mst.
-Qual o prejuízo total causado pela desvalorização do alqueire de terra por medo do mst.
É preciso criar o seguro invasão para indenizar perda dos produtores agrícolas com as invasões.