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GOVERNO DA SÍRIA CONTROLA SOMENTE 25% DO TERRITÓRIO DA SÍRIA – COMEÇOU OS ATAQUES AO ESTADO TERRORISTA ISLÂMICO

23/09/2014

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Alguém acredita que em Moscou foi realizada um Encontro Mundial Em Defesa dos Valores da Família? do Blog do Júlio Severo que esteve em Moscou no Fórum Internacional de Moscou “Família Grande e Futuro da Humanidade” (de 10 a 11 de setembro de 2014)

17/09/2014

O Manila Times, o maior jornal das Filipinas, teve uma manchete mais radiante: “Uma revolução moral na Rússia.” O artigo disse:

“Apesar de problemas geopolíticos em muitas frentes, a Rússia tem tentado adquirir vantagem do Ocidente na área de vida de família e casamento, que estão cada vez mais se tornando grandes preocupações globais. Oficialmente ateísta desde a revolução de 1917 que criou a União Soviética até o fim da Guerra Fria em 1991, a Rússia está agora tentando liderar o reavivamento de valores cristãos na Europa ao defender a família natural contra os grupos homossexuais globais de pressão legal e política.’”

Um APELO Urgente

A declaração final do evento de Moscou disse:

Às Nações do Mundo:

A todas as pessoas de boa vontade em todos os lugares: Aos líderes de todas as religiões, Aos arquitetos da opinião pública, Aos que estão na liderança das organizações profissionais de mulheres e jovens, À Assembleia Geral da ONU, Aos chefes de Estado e órgãos legislativos e Aos meios de comunicação de massa.

Nós, os participantes do Fórum Internacional de Moscou “Família Grande e Futuro da Humanidade” (de 10 a 11 de setembro de 2014), expressamos nossa profunda preocupação porque certos países estão seguindo políticas obstinadas e uma campanha de propaganda sem precedente, tudo o que está levando à destruição suprema da família natural — uma instituição que numa sociedade civilizada é o alicerce da ordem, a prosperidade do Estado e paz social.

A preservação da humanidade se baseia num sistema de laços de família e parentesco que são formados por meio da ligação de casamento entre um homem e uma mulher e as crianças que nascem para eles. Isso e só isso tem a capacidade de garantir a reprodução, estabilidade e continuidade da civilização humana. Todas as outras espécies de relacionamentos ou alianças sexuais que intencionalmente excluem o nascimento de crianças são sem sentido, pois são desprovidos da noção estabelecida na própria definição da palavra “família.” E nenhum interesse político ou econômico pode servir como pretexto para substituir o conceito verdadeiro e comprovado de “família” por qualquer tipo de substituto…

Apelamos a todas as pessoas que reconhecem o significado e valores da família natural para a preservação da civilização humana:

* Para se unirem diante da ameaça da total desumanização da sociedade, estabelecer uma barreira na estrada da interferência de linha ideológica sustentada pelo Estado na vida particular das pessoas, numa tentativa de impor estilos de vida e preferências sexuais da minoria sobre a maioria;

* Para lutar para lançar iniciativas legislativas nas leis e constituições de todos os países que definam claramente as relações predeterminadas na família como relacionamentos entre homem e mulher, seus filhos e seus parentes;

* Para defender e apoiar a família natural como a única fonte para preservar a civilização, a vida da humanidade;

* Para usar todos os dias temáticos internacionais (… proteção das crianças, a família, etc.) cujos lemas e slogans se refiram a valores tradicionais, para demonstrar sua discordância e dissidência às tendências destrutivas sustentadas pelo Estado no sexo e vida de família, principalmente dos jovens, e consolidar a compreensão de uma família natural como o alicerce da vida humana no nível do indivíduos, sociedade, estado e civilização;

* Para opor-se à utilização cínica de mulheres como mães de aluguel nos interesses de ligações e alianças homossexuais;

* Para sustentar os interesses das crianças e trabalhar pela aprovação de leis que proíbam todos os tipos de propaganda com relação a relacionamentos homossexuais na área de crianças e jovens;

* Para iniciar e apoiar pesquisas científicas para estudar as condições e expectativas de desenvolver uma família natural, assim como estudar os efeitos sociais e psicológicos negativos de criar filhos em duplas homossexuais;

* Para apoiar campanhas públicas com o objetivo de garantir a integridade da vida humana desde o momento da concepção até a morte natural, proteger as crianças de influências contrárias à sua individualidade e sustentar os direitos dos pais criarem seus filhos — direitos do pai e da mãe;

* Para exigir iniciativas e ordens dos governos e chefes de estado para garantir a proteção da família natural, infância e maternidade tanto nas políticas nacionais quanto nas políticas estrangeiras.

Pedimos urgentemente que a Assembleia Geral da ONU, o secretário-geral da ONU e o Alto Comissário de Direitos Humanos da ONU, ao formularem os programas da ONU, sigam a letra e o espírito do Artigo 16 da Declaração Universal dos Direitos Humanos que enfatiza a compreensão da família humana como a única noção possível e aceitável para a civilização humana, e proclamar no futuro próximo um Ano ou Programa Especial em apoio à família natural.

Pedimos que todos os que concordam com este apelo o assinem e lhe deem apoio por amor da preservação da vida e da civilização em nossa Terra.

Mas essa nobre motivação não foi suficiente para os inimigos, entre ativistas gays e socialistas nos EUA, e entre radicais da Rússia.

http://www.manilatimes.net/moral-revolution-russia/126704/

A moral revolution in Russia

by FRANCISCO S. TATAD

September 14, 2014 11:07 pm 

MOSCOW: Despite geopolitical problems in a number of fronts, Russia has tried to steal a march on the West in the area of family life and marriage, which have increasingly become major global concerns. Officially atheist from the 1917 revolution that created the Soviet Union until the end of the Cold War in 1991, Russia is now trying to lead the revival of Christian values in Europe by defending the natural family from the global “homosexual lobby.”

This is driven mainly by Russia’s demographic winter, which had cost the country an annual loss of 250,000 people. From 1991 onward, Russia had been hoping to have 600 million people by the year 2000; when the year came, it had no more than140 million. Last year, for the first time in 20 years, the birth rate exceeded the death rate. From 1.3, the birth rate is now 1.7–still below the 2.1 replacement level.

The attempt at revival of the family puts Russia in direct clash with the European Union, which is pushing the homosexual agenda worldwide, particularly among its poorer and weaker allies. This tends to exacerbate political differences with EU and the rest of the West in Ukraine, Iraq, Syria, Libya and elsewhere. All of this is reflected in the liberal Western press, beginning with the home-based The Moscow Times.

Still, despite some anxieties about Ukraine, pro-family leaders from 50 countries around the world came to Moscow to take part in the International Forum on “The Large Family and The Future of Humanity” at the Kremlin Palace and the Moscow Cathedral of Christ the Savior on Sept. 10-11. At the frontline of the conference were powerful women’s and family organizations, with strong State support.

Chairing it was Natalya Yakunina, who is head of Russia’s national program, “Sanctity of Motherhood,” vice president of “St. Andrew the First Called” and “Center of National Glory” foundations, and ranking member of the presidential coordination council for implementing the National Children’s Strategy for 2012-2017.

Together with 23 others from the US, Canada, UK, Italy, France, Poland, Mexico, Venezuela, Australia, Ukraine, Georgia, Kazakhstan, Serbia, and Latvia, I was asked to sit on the Advisory Committee, chaired by Patriarch Hilarion of the Moscow Patriarchate, and to be one of the keynote speakers, led by the Holy Patriarch Kiril of Moscow and all of Russia, and including the Chief Rabbi of Russia, and Archbishop Vicenzo Paglia, President of the Pontifical Council for the Family (through video conference call).

The conference produced a two-page declaration, which called upon governments, the United Nations General Assembly, the UN Secretary General and the UN Supreme Commissioner for Human Rights to ensure utmost protection for the natural family in all its dimensions.

“The preservation of mankind is based on a system of family and kindred ties that are formed through bonds of marriage between a male and a female and the children born to them. This and this alone is ensuring the reproduction, stability and continuity or human civilization. All other kinds of sexual relationships or alliances that intentionally exclude the birth of children are meaningless for they are devoid of the notion set down in the very definition of the word ‘family.’ And no political or economic interests can serve as a pretext for replacing the true and time-tested concept of ‘family’ by any kind of surrogate,” the declaration said.

It appealed to the peoples of the world “to unite amid the threat of total dehumanization of society, and set up a barrier on the road of ideology-lined, state-supported interference in the private lives of people, in an attempt to foist specific sexual lifestyles and preferences of the minority upon the majority.”

One Ukrainian speaker said: “We have one message to the world: Please do not repeat our mistakes.” And stressing that legalized abortion began in Russia in 1920, the final speaker closed the conference by saying that “what began in Russia must end in Russia.”

This is what I told the conference:

It is my third time in four years to come to Moscow to answer, as it were, the call of the Family and the Future of Humankind.

In June 2011, I had the honor of participating in the Moscow Demographic Summit.

In December of 2012, I came to keynote (together with Janice Crowse of the United States) the launching of the National Parents Association of the Russian Federation.

In-between these dates, on October 4, 2012, I was privileged to join Dr. Vladimir Yakunin, the founding president of the World Public Forum “Dialogue of Civilizations,”and a panel of international speakers at the Forum’s 10th anniversary celebration on Rhodes Island in Greece.

That enabled me to speak of the family as the most undervalued actor in addressing the crisis of our age. I said then that we could never fully attain true human progress until the family was given its due in the natural order of things, and we were able to speak not so much of the “Rise of West” nor of “the Rise of the Rest” as of the “Rise of the Least,” that is to say, the rise of the family, our basic social unit.

The world has changed, and is changing, but not quickly enough to undo all the errors of the past. Population control, which has caused so much that is wrong in the world, has not completely dissipated despite its terrible effects upon families, nations, and the human race itself. One part of Europe is trying to undo those errors, but another part seems determined to propagate them far beyond its borders.

From that other part we get the feeling that the most urgent challenge to us today is how to end all of human life as quickly as possible, whether by means of the most lethal weapons of mass destruction or by means of the whole range of policies and programs intended to extinguish the family as the parent-seed and propagator of civilization.

Since the second half of the last century, certain forces have tried to make the world believe that the future lies in the disappearance of the family. If the world cannot do away with the family, it must at least make it irrelevant and obsolete, miniaturized to the point of invisibility. Family-size products have disappeared, replaced by sachets of almost everything, while houses no bigger than bird cages are built, and measures to prevent births are distributed as relief to the poor and the needy, to victims of conflicts and natural calamities.

To talk therefore of the family–not only of the family but above all of the large family–as the future of humanity is a most dangerous thing to do. For it invites sneers, ridicule and attacks from those who have mistaken political correctness for sound objective morality. But for that very reason, it is an inspired act of faith, hope, and courage. It is to swim against the current and the tide, which we must all do if we are to redirect the course of our history.

Many years ago when I first came to Strasbourg as a visiting parliamentarian, a member of the European Parliament who was directly descended from a former president of France greeted me with the words, “So you come from the Philippines, where you still have large families.” I replied that regrettably it was no longer so–I was one of the last who still had five children at the time (I now have seven, with ten young grandchildren from the four who are married); but that we have nothing against large families.

Not long thereafter, I found myself speaking to the 102 Inter-Parliamentary Union Conference in Berlin when the 6th billion human being was being born to a poor Bosnian couple. I could not contain my joy, but neither could I understand why so many people seemed to greet the news with alarm, if not panic, rather than with champagne and fireworks, like the fetes de Geneve.

And I said so. Some delegates from the developing countries queued up to thank me for my remarks, but I clearly annoyed some delegates from the First World.

Last July, the population of the Philippines hit 100 million, making us the world’s 12th largest nation, population-wise. We saw this as a great boon to the country. But it was a grave disappointment to those who had earlier risked a Catholic revolt to steamroll a law that prescribes birth control to all Filipinos, “in the name of democracy.”

I have come to this conference prepared to defend the conviction that the full flourishing of the family is a conditio sine qua non for the fulfillment of man’s destiny as the steward of all creation. I wish to thank and commend the organizers most heartily for the warmth and care with which they have received us here. But what you have organized here is not simply a conference but rather the launch of a global moral revolution to change the course of our fallen and misdirected humanity.

This is what the future owes you for what you did here today.

fstatad@gmail.com

A Beira da Última Guerra Mundial – 100 anos após a 1° Guerra Mundial

13/09/2014

Le principe de Newton, version russe : Moscou se prépare aux appels guerriers de l’Occident

 13 Septembre 2014

L’Otan rapproche ses infrastructures militaires des frontières de la Russie. Moscou n’a pas l’intention d’observer ce mouvement les bras croisés, comme dans les années 90.

La Russie doit être prête à toute provocation guerrière. On a discuté au Kremlin des armes futures dont va disposer l’armée dans un avenir proche. Vladimir Poutine a tenu une réunion à propos du programme gouvernemental d’armement d’ici à 2025. L’Otan rapproche ses infrastructures militaires des frontières de la Russie. Moscou n’a pas l’intention d’observer ce mouvement les bras croisés, comme dans les années 90. Le président va désormais diriger personnellement le travail du complexe militaro-industriel.

Spectacle fascinant : le missile balistique de 30 tonnes, Boulava, s’élance de dessous la mer et disparait à l’horizon. C’est le premier lancement depuis le sous-marin « Vladimir Monomaque », qui effectue ses essais militaires dans la Mer Blanche. Et le premier lancement est réussi. Comme annoncé par l’État-major, après quelques minutes les ogives du missile avaient atteint leur cible au Kamtchatka.

« Dans le cadre des essais du sous-marin stratégique lance-missiles ‘Vladimir Monomaque’ a été effectué avec succès le lancement de missile stratégique depuis la Mer Blanche », a annoncé avec fierté le commandant en chef de la marine de guerre Victor Tshirkov.

Ceci a servi d’introduction à la grande réunion tenue au Kremlin à propos du nouveau programme gouvernemental d’armement. En vue d’évaluer le nombre de missiles dont a besoin la Russie, sous-marin, tanks et armes diverses, Vladimir Poutine a rassemblé les militaires et les financiers. Il a débuté par cette nouvelle:

« Le décret relatif à la création de la nouvelle commission militaro-industrielle de la Fédération de Russie est signé. Cette commission réfère directement au Président. Nous avons discuté de cette question avec le gouvernement et le chef de gouvernement. Nous avons convenu que de cette façon le travail sera plus efficace, si l’on considère que la commission va s’occuper, pour une part significative, de la substitution des sources d’importation. Car sur ce point il faudra s’accorder entre structures non seulement du gouvernement, mais aussi de structures diverses qui relèvent directement de l’autorité du Président » a expliqué le Président aux participants à cette réunion.

Le vice-président de cette commission sera le vice-premier ministre Dmitri Rogozin. Il veillera au travail courant du complexe militaro-industriel. Et son premier souci sera le nouveau programme gouvernemental d’armement, sur la période 2016 > 2025. Ce programme dispose d’une solide base financière; l’armée a reçu 2.5 trillions de roubles dans les années 2000. Et ce sera plus de 20 trillions d’ici à 2020. En plus de quoi 3 trillions seront attribués séparément à l’équipement des entreprises de production militaire. Le Président a souligné que ce sont des dépenses colossales, non superflues, mais indispensables.

« Une telle concentration de ressources s’explique par le fait qu’il faut rééquiper l’armée et la marine, moderniser l’industrie d’armement. Ce n’est pas lié à une quelconque course aux armements. C’est dû au fait que nos principaux systèmes d’armement, notre système défensif et nos éléments d’attaque, sont au bout de leurs ressources, ou les ont épuisées. Et s’il faut les remplacer, remplaçons-les par des éléments perspectifs, contemporains, et qui offrent un usage à long terme. Il faut rattraper le temps perdu les années précédentes, lorsque la nouvelle technologie passait en production réduite, alors que les usines perdaient leur capacité de production, et leurs cadres » a poursuivi le Président russe.

Le chef d’état-major apporte les chiffres quant à la situation en aout. L’armée a reçu 3.600 éléments d’armement de base et 241.000 échantillons divers. Mais lesquels exactement, il ne l’a pas précisé. Les détails chiffrés relevaient sans doute de la partie à huis-clos de la réunion.

Vladimir Poutine fixe à la nouvelle commission du complexe militaro-industriel ses missions, et les points auxquels elle doit prêter attention avant tout :

« Il faut évaluer de façon fiable et complète les menaces potentielles à la sécurité militaire de notre pays. A chacune de ces menaces il faut définir la réplique adéquate et suffisante. Comme on le sait, il y a quelques années les USA ont rompu unilatéralement le traité sur les ABM, pour lancer activement leur système de bouclier antimissiles. Les pourparlers à ce sujet ne donnent aucun résultat, à tel point que ce système se développe en Europe, en Alaska, c’est-à-dire à proximité de nos frontières » a prévenu le chef d’état.

« L’extension de l’Otan vers l’Est suscite une inquiétude grandissante. Quant à leurs promesses à ce sujet, les Usa et leurs alliés les ont oubliées.

Vous savez que la décision a été prise récemment de renforcer le potentiel de l’Otan en Europe orientale. La crise ukrainienne, qui fut provoquée et créée par certains de nos partenaires occidentaux, est maintenant utilisée pour réanimer le bloc militaire de l’Otan. Tout ceci doit être pris en considération, et sera pris en considération dans la prise de décisions pour assurer la sécurité de notre pays. Nous devrons faire tout ce qui est nécessaire pour que cette sécurité soit fiable et totalement garantie. Et nous avons déjà annoncé, répété, que nous serons obligés, je dis bien obligés, de prendre les mesures adéquates pour assurer notre sécurité. Nous l’avons dit tant et plus, et ne voudrions aucunement que s’ensuivent des réactions hystériques lorsque ces décisions seront définitivement prises, et entreront en action. Je veux souligner que tout ce que nous entreprenons est entrepris en riposte » a répété le Président.

« Et une menace potentielle supplémentaire pour la Russie est un système de frappe planétaire rapide (Prompt Global Strike), qu’étudient et développent activement les USA, et devrait être capable d’annihiler tous les centres de commandement des forces stratégiques. La Russie ne restera pas simple spectateur de cette situation ». Comme l’a annoncé le vice-ministre de la défense, et secrétaire de la nouvelle commission, la Russie peut concevoir son propre système de riposte.

« Nous pouvons et serons obligés de le faire si la menace se concrétise. En premier lieu nous élaborerons les systèmes de riposte à ce type nouveau d’armes ». Telle est la réponse aux journalistes du vice-ministre russe de la défense Youri Borissov.

« Le financement de ces programmes se fera en fonction des possibilités de l’économie russe. Pas au détriment de son développement. »

« Certains aimeraient relancer la course aux armements, nous ne tomberons évidemment pas dans ce panneau, c’est absolument exclu. Nous agirons en fonction des perspectives réelles de développement de l’économie », a souligné Vladimir Poutine.

« Si le programme gouvernemental antérieur était fondé sur la modernisation de l’armement existant, le nouveau programme fonctionnera par anticipation », est convaincu Dmitri Rogozin. « L’enjeu, c’est un armement intelligent de haute technologie ».

« Ce programme d’armement doit assurer la possibilité de défendre intégralement notre immense territoire national, par le recours à un armement ‘intelligent’. Par armement intelligent on entend, poursuit-il, un armement capable de transformer le soldat et l’officier en opérateur de l’armement, cet armement sera actif à distance de l’opérateur, distanciant le soldat de la zone de combat. Il faut que -de fait- nous voyions l’ennemi avant qu’il ne nous voie, qu’on l’entende avant qu’il ne nous entende, le détecter, le fixer et l’anéantir. » Ainsi s’est exprimé Dmitri Rogozin à propos des nouvelles armes intelligentes.

Une autre tâche à ce jour est la substitution de nouvelles sources d’importation en réponse aux possibles sanctions économiques initiées par les occidentaux.

« Nous n’avons pas l’intention de rompre indûment la coopération avec nos partenaires étrangers, mais nous devons inclure les risques existants, notre industrie doit être prête à fournir les équipements absolument indispensables, les équipements et matériaux, disposer des forces de productions en conséquence, des technologies, des possibilités de développement et des bases techniques. » Tel est la tâche spécifiée par Vladimir Poutine aux collaborateurs du complexe militaro-industriel.

Outre l’indépendance, cela donnera un stimulus à l’industrie, et alimentera les entreprises industrielles du secteur de l’armement. De telles commandes sont attendues depuis longtemps par ce secteur.

La seconde réunion s’est tenue à huis clos, constituant la première réunion de la toute nouvelle commission militaro-industrielle sous la direction de Vladimir Poutine. C’est ici au Kremlin que fut définitivement approuvé le nouveau principe des forces armées russes, principe de non-agression et de non-intervention, mais d’autosuffisance militaire.

Aquecimento Global – A mentira do Século – Ganhou do Homem na Lua – Niagara Falls Congelada

08/01/2014

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The US side of Niagara Falls has frozen

Em atitude desesperada, rapaz consegue parte do dinheiro dos impostos de volta

02/11/2013

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Bancando o politicamente correto: Preconceito contra puta brasileira na europa

25/09/2013

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Vexame na ONU – Dilma denuncia o que todo mundo sabe: A Rede Echelon – Diplomatas fazem força para não rirem

24/09/2013

Texto de 13 anos atrás.

LEIA NA ÍNTEGRA O IC 2000 REPORT

http://new.duncan.gn.apc.org/menu/surveillance/echelon/IC2000_Report%20.pdf

Sobre o Brasil diz:

Thomson CSF and Brazil
102. In 1994, NSA intercepted phone calls between Thomson-CSF and Brazil concerning SIVAM, a $1.3 billion
surveillance system for the Amazon rain forest.

The company was alleged to have bribed members of the
Brazilian government selection panel. The contract was awarded to the US Raytheon Corporation – who
announced afterwards that “the Department of Commerce worked very hard in support of U.S. industry on this
project”. 69 Raytheon also provide maintenance and engineering services to NSA’s ECHELON satellite
interception station at Sugar Grove.

O Bio Chip e a Marca – Acredite se quiser

21/09/2013

http://www.libertesuamente13.blogspot.com.br/2013/09/o-biochip-chip-implantado-marca-da-besta.html

Marcos Feciliano manda prender casal de gomorrianas: Video Bomba no Youtube e vai virar moda

20/09/2013

 

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Branco descobre como subir na vida no Brasil – Declara-se preto para entrar no Instituto Rio Branco

12/09/2013

11/09/2013 – 13:19

Candidato branco de olhos verdes é aprovado por cotas raciais na 1ª fase do Itamaraty

Ele se declarou `afrodescendente´, ou seja PRETO, no processo seletivo para o Instituto Rio Branco

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A questão racial está gerando novos atritos dentro do Ministério das Relações Exteriores. E desta vez a polêmica é no processo seletivo para o Instituto Rio Branco, que seleciona os candidatos que servirão nos quadros da diplomacia brasileira. Dentre os 10 nomes de candidatos aprovados na primeira fase do concurso dentro das cotas para afrodescendentes, divulgados nesta terça-feira, está o de Mathias de Souza Lima Abramovic. Nome hebráico.

Pessoas próximas a Mathias e que também prestaram o concurso deste ano questionam se ele de fato pode ser enquadrado dentro dos critérios de afrodescendência.

Para concorrer dentro das cotas, basta que o candidato se declare “afrodescendente”. Não há verificação da banca. Tampouco o edital do processo seletivo define os critérios para concorrer como afrodescendente. O benefício é válido apenas para a primeira fase, de onde somente as 100 maiores notas são classificadas para a segunda etapa. As cotas reservam um adicional de 10 vagas para afrodescendentes e outras 10 para deficientes, totalizando 120 candidatos que continuarão na disputa. Nesta edição do concurso, 6.490 brigam por uma das 30 vagas disponíveis.

Morador do Rio, Mathias ficou com nota final 47.50, quase dois pontos a menos que o último candidato aprovado na livre concorrência. Em seu perfil no Facebook, há uma foto onde ele aparece com uma camisa com os dizeres “100% negro”. Na legenda da imagem, o candidato complementa: “com muito orgulho – feliz happy”. Ele já desativou sua conta na rede social.

De acordo com um dos candidatos que estudou com Mathias e preferiu não se identificar para não sofrer eventuais retaliações no concurso, o caso só enfraquece políticas afirmativas que o Itaramaty tenta empregar na última década. Ele lembrou ainda que, como a afrodescendência é autodeclaratória no processo seletivo, o benefício pode ser utilizado por candidatos de má-fé:

Negros na diplomacia

A questão racial é delicada no Itamaraty. Em julho deste ano, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, afirmou que a instituição é uma das mais discriminatórias do país. O próprio Barbosa prestou o concurso, mas foi reprovado nos exames orais, que segundo ele, davam margem para critérios subjetivos de avaliação e serviam para “eliminar os indesejados”.

Este é o segundo processo seletivo do Instituto Rio Branco em que a política de cotas é utilizada. Além delas, o MRE concede bolsas de estudo no valor R$ 25.000,00 para que candidatos afrodescendentes possam prestar o concurso. Diferentemente da política de cotas, nesse caso o ministério faz entrevistas orais prévias com os candidatos à bolsa, onde pode ser verificado se o postulante de fato se enquadra nos critérios da afrodescendência. Lançado em 2002, o programa já concedeu 526 bolsas para 319 pessoas. Desses, 19 foram aprovados.

Fonte: Folha de Limoeiro