Archive for the ‘aborto’ Category

O que é aborto

05/04/2017

There will be no rest for the wicked who support the murder of pre-born human beings created in the Image of God.

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Also, King Jesus is not pleased with Christians that take up His Name in vain, refusing to love their pre-born neighbor in word and deed.

Silence in the face of evil is evil itself.

We must consider the victims of the Abortion Holocaust and ask ourselves, “What do the hands and feet of my moral outrage look like?”

Seleção artificial de purificação de raça – Crime contra a Humanidade e contra Deus

19/03/2017

Islandia: primer país sin nacimientos Síndrome de Down, el 100% son abortados

Juanjo Romero, el 15.03.17 a las 1:19 PM

Presentadora del tiempo Síndrome de Down en Francia

En Irlanda hay una apuesta decidida para impulsar el aborto. Para ir roturando el terreno se estableció en 2016 la Asamblea Ciudadana, un órgano consultivo, sucesora de la Convención Constitucional, que tiene como objetivo «producir» informes que después sean tratados en el Parlamento para modificaciones constitucionales.

La intervención del Dr. Peter McParland, obstetra del ‘National Maternity Hospital‘, dejó en estado de shock a los asistentes adelantándoles el «futuro» que espera a la isla de seguir el camino emprendido, acabarían como sus vecinos islandeses y soltó el dato:

En Islandia, todos los bebés –el 100% de los diagnosticados—con Síndrome de Down es abortado.

Es difícil apreciar el horror de esa afirmación: es el primer país que se jacta de ‘erradicar’ el Síndrome de Down: «no ha habido un solo nacimiento de bebé con Síndrome de Down en los últimos cinco años», apostilló el doctor.

No es que se haya encontrado una cura o un tratamiento, simplemente se les elimina. Dinamarca aprieta el paso, y pronostica que en 10 años conseguirá el mismo objetivo que Islandia. En USA el 85% (en estudios basados en casos hospitalarios o el 67% en media ponderada) y en el Reino Unido el 90% de los bebés diagnosticados con Síndrome de Down son abortados,

En España ya en 2008 el 95% era eliminado en el seno materno. En 1992,  el filósofo Julián Marías profetizó la gravedad:

Por esto me parece que la aceptación social del aborto es, sin excepción, lo más grave que ha acontecido en este siglo que se va acercando a su final

No es difícil imaginarse la «solución» a las consecuencias sociales de otros ‘problemas’ como la pobreza, la vejez, la enfermedad: eliminación del pobre, del anciano, del enfermo. Es pura coherencia. Aborto y eutanasia, también de niños pequeñitos si el problema no se detectó en el embarazo, son sólo dos herramientas.

Vivimos en tiempos en el que aparecen movimientos sociales y políticos que quieren salvar la «civilización occidental» en Europa y Norteamérica de la barbarie. ¿Civilización? Conmigo que no cuenten.

Dios quiera que a esas familias que se encuentran con la noticia de que su bebé tiene trisomía 21, les faciliten también la información que en 2011 publicó la ‘American Journal of Medical Genetics‘ dando cuenta cuenta del impacto en las familias de su hijo síndrome de Down.

No me resisto a volverla a publicar: el 99% de los síndrome de Down son felices con sus vidas.

El Dr. Brian G. Skotko coordinó el equipo que entrevistó a 2.400 padres sobre la relación con su hijo síndrome de Down, de los resultados puedo dar fe personalmente:

  • el 99% declaró que amaba a sus hijos,
  • el 97% que se sentían orgullosos de ellos,
  • el 79% que veían la vida de un modo mucho más positivo «por su culpa»,
  • el 5% se avergonzaba de ellos y
  • el 4% se arrepentía de haberlos tenido.

En un segundo estudio se entrevistó a los hermanos, 822, y la cosa va por la misma línea: casi todos los hermanos consideraban la relación con su hermano Síndrome de Down positiva y estimulante. El 88% de los hermanos mayores declaró que gracias a ellos eran mejores personas, más del 94% se sentían hermanos orgullosos. También puedo dar fe de ello.

Pero hay un tercer estudio más sugerente y sobre el que no había hablado; no quiero que me acusen de ocultar datos: qué opinan los propios síndrome de Down de sí mismos.

De las 284 personas con síndrome de Down mayores de 12 años que fueron encuestados, la autopercepción es:

  • casi el 99% indicó que son felices con sus vidas,
  • al 97% le gusta ser lo que son, y
  • el 96% le gusta cómo se veían.

En cuanto a las relaciones familiares, la otra cara de la misma moneda:

  • casi 99% de las personas con síndrome de Down expresa amor por sus familias, y
  • el 97% «adora» a sus hermanos y hermanas.

Los que tenéis hijos ya mayores os podéis hacer una idea de lo que representan estos números. Claro, que en este caso tengo que reconocer que hacen trampas, ¡¡es tan difícil no quererlos!!

Lo siento Islandia,  lo siento Dinamarca, lo siento España, lo siento… «civilización occidental».

Dia da Mulher para quem acha que homem brasileiro é cruel e desumano

14/03/2017

Mulher votou pela primeira vez no Brasil em 1928 no Rio Grande do Norte, 17 anos antes das mulheres francesas votarem pela primeira vez em 1945.

Pelo critério da crueldade, os homens franceses ganham.

E que dizer dos ingleses, onde as mulheres só votaram 850 anos depois de criada a Inglaterra em 1066?

Barraco de feminista

12/03/2017

MOÇA DECENTE MANDA RECADO PARA FEMINISTAS…

Toda feminista é uma vagabunda em potencial.
Tragam dois troféus para essa garota, pois se algum esquerdista roubar um, ela terá outro.
Gosta do conteúdo da Direita da Depressão?
Compartilha então, em breve novidades! 😀

Chocante apenas para quem acha que o Reino de Satanás não chegou ainda

10/03/2017

chocante

FIM DOS TEMPOS – Abortista dando aula em universidade cristã

25/02/2017

O Mackenzie e sua professora abortista

Julio Severo

A liberalização do aborto no Brasil foi discutida numa audiência no Senado Federal em 6 de agosto de 2015. Entre os debatedores estavam feministas pró-aborto.

A grande surpresa foi que o Senado fez a apresentação de uma delas como “Márcia Tiburi, professora de pós-graduação da Universidade Presbiteriana Mackenzie.” O Mackenzie é a instituição educacional calvinista mais elevada do Brasil.

A fala pró-aborto de Márcia, gravada pela TV Senado, começou dizendo que por onde viaja pelo Brasil todo em seu ativismo pró-aborto ela leva o nome Mackenzie com ela, frisando que ela não é a única no Mackenzie que é a favor do aborto. Para assistir à gravação da TV Senado, confira este link: https://youtu.be/DLxm7U0OEes

Na audiência, a professora do Mackenzie disse: “Vociferar contra o aborto é apenas um modo biopolítico de controlar a vida das mulheres… e sobretudo de angariar adeptos para causas autoritárias… O que se ganha e quem ganha com isso? Sacerdotes da fala antiabortista promovem o discurso com que se convencem as massas ignaras. Em um país de pessoas analfabetas, inclusive as mulheres, e de corrupção desmedida em termos morais, estão garantidos os votos, o dízimo e o consumo em geral. A legalização do aborto é portanto parte fundamental de um processo democrático socialmente responsável.”

Segundo o currículo dela, ela está ligada oficialmente ao Mackenzie desde 2008. Sua especialidade é dar aulas de filosofia e ética. Mas as palavras que ela vociferou contra a vida dos bebês em gestação no Senado demonstram exatamente o contrário: uma total falta de ética. Qualquer filosofia que despreza a vida mais inocente é um desprezo à própria ética.

Márcia, que em seu ativismo feminista pró-aborto é louvada até mesmo pelo Partido Comunista do Brasil, expõe sua falta de ética desde antes de 2008. Antes de se tornar professora do Mackenzie, ela defendeu o aborto no site oficial do Partido Comunista do Brasil. Se o contratante (Mackenzie-IPB) tivesse tido o cuidado de fazer uma averiguação básica, teria facilmente constatado, até mesmo por uma simples busca no Google, que estava contratando não uma simples e inocente professora, mas uma ativista radical sedenta do derramamento legal de sangue inocente.

Como, nesses 7 anos em que Márcia está no Mackenzie, não houve nenhum problema e escândalo? A contratada está diretamente ligada ao movimento de militância pró-aborto. O contratante está diretamente ligado à Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB).

A mera presença de Márcia como professora numa universidade evangélica é vitória para os abortistas e derrota para os evangélicos, que deveriam evangelizar, não contratar, propagandistas de assassinatos de bebês.

Quando Márcia escolheu como designação no Senado “professora do Mackenzie,” fatalmente comprometeu a instituição, que, por ser abertamente confessional (Universidade PRESBITERIANA Mackenzie), escolheu contratar uma professora que é militante feminista pró-aborto. O caso não é que ela merece ser demitida do Mackenzie. Ela nunca mereceu ser contratada.

A culpa não é dos contratados. É dos contratantes que escolhem muito mal seus candidatos de emprego.

Se Silas Malafaia ou um televangelista neopentecostal tivesse cometido o erro de contratar uma ativista feminista pró-aborto para uma de suas instituições confessionais, é certeza que os auto-proclamados apologetas calvinistas (“defensores da fé” e da “Sola Theologia”) estariam matando a pauladas os condenados e mandando-os para os quintos dos infernos.

No caso do Mackenzie e sua professora abortista, todos os apologetas calvinistas estão envoltos num silêncio sepulcral, como se tivessem sob juramentos monásticos de nunca fazer cobranças da universidade presbiteriana. Nesse escândalo, nenhuma abortista, ou quem a contratou, vai ser “queimado” na fogueira da Santa Inquisição Calvinista. Se fosse Malafaia, ele já teria virado cinzas na estaca de condenação.

Apesar disso, o Mackenzie divulgou no mesmo dia uma nota oficial que declara:

Nota de esclarecimento

06/08/2015 Chancelaria Reitoria

Em 6 de agosto de 2015, o reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie emitiu uma nota lida na Comissão de Direitos Humanos do Senado pelo deputado Leonardo Quintão aos participantes do debate cujo tema versava sobre o aborto. Abaixo, a íntegra do texto:

Exmo. Deputado Leonardo Quintão,

A Universidade Presbiteriana Mackenzie, com base em seus princípios e valores, repudia qualquer ato de atentado à vida e afirma que as posições expostas por seus professores são fruto da liberdade de expressão inerente ao ser humano e à vida intelectual. Por isso, reafirma a posição de sua entidade mantenedora, a Igreja Presbiteriana do Brasil, que repudia tanto a legalização do aborto, com exceção do aborto terapêutico, quando não há outro meio de salvar a vida da gestante, quanto o uso de anticoncepcionais abortivos.

Benedito Guimarães Aguiar Neto
Reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie

É evidente que o Mackenzie não tem culpa pelas posturas desequilibradas de seus professores. Mas uma instituição que se confessa evangélica não pode fazer uma triagem e contratar apenas professores moralmente hábeis e de acordo com princípios cristãos e éticos básicos? Está havendo tanta escassez de candidatos calvinistas competentes para cargos na instituição calvinista que foi necessário contratar uma promotora de assassinatos de bebês? Por que o Mackenzie não escolheu um calvinista pró-família? Não há, em toda a IPB, nenhum calvinista que possa, no lugar da abortista, dar aula de filosofia e ética no Mackenzie?

E agora o Mackenzie quer se desvincular da ativista contratada apelando, num aceno cinicamente democrático, para a defesa de um suposto “fruto da liberdade de expressão”?

Nesse ponto, estou chocado! Defesa do aborto é “liberdade de expressão”? E a defesa do Holocausto? E a defesa do nazismo? E defesa da Inquisição Católica, que massacrou milhares de judeus e protestantes?

Falta de ética é “liberdade de expressão”?

E se no lugar da professora abortista, o Mackenzie tivesse um Julio Severo que, na sua vida fora do Mackenzie, expressasse opiniões contra a heresia cessacionista, a Teologia da Missão Integral e a maçonaria? O Mackenzie defenderia então que as posturas de Julio Severo são “fruto da liberdade de expressão,” sem maiores traumas?

A nota do reitor do Mackenzie deixou claro que a Igreja Presbiteriana do Brasil “repudia a legalização do aborto, com exceção do aborto terapêutico.” Ele teve de citar a Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), pois a Universidade Presbiteriana Mackenzie está subordinada à IPB — tornando, de certa forma, a abortista Márcia estranhamente ligada à IPB.

Mas por que a IPB também não repudia o chamado aborto terapêutico? O Dr. Brian Clowes, em sua obra volumosa “The Facts of Life” (Os Fatos da Vida), diz:

Aborto terapêutico: A atual literatura médica iguala “aborto legal” com “aborto terapêutico.” A definição da palavra “terapêutico,” porém, significa “tratamento de doença.” O uso de “terapêutico” é outra tentativa pró-aborto de sanear um ato repugnante, e também sugere que a gravidez é uma doença — uma declaração que muitos abortista fazem diretamente.

O Dr. Roy Heffernan da Escola de Medicina da Universidade Tufts disse que “Qualquer um que realize um aborto terapêutico ignora os métodos médicos modernos ou não quer gastar tempo e esforço para aplicá-los.”

Se o Mackenzie estiver de fato tão cheio de ativistas de mentalidade semelhante à mentalidade de Márcia Tiburi, conforme ela mesma alegou no Senado, vou receber uma enxurrada de vaias e resmungos deles. E talvez até processos. Mal posso esperar as manchetes: “Professores Pró-Aborto da Universidade Presbiteriana Mackenzie Processam Ativista Pró-Vida Julio Severo!”

Seja como for, nenhuma instituição que se confessa cristã é obrigada a contratar militantes feministas cuja falta de ética as leve a defender o massacre legal de bebês em gestação. Se o fizerem, têm de arcar com as consequências do mau testemunho cristão.

Versão em inglês deste artigo: Mackenzie Presbyterian University and Its Pro-Abortion Professor

Fonte: www.juliosevero.com

VACINAS DE ABORTO A VERDADE ESCONDIDA – Reproduza, divulgue, COMPARTILHE, denuncie

19/02/2017

VACINAS DE ABORTO

A VERDADE ESCONDIDA

DO SITE DO JÚLIO SEVERO

Por mais de trinta anos, as indústrias farmacêuticas vêm produzindo vacinas derivadas de tecidos de bebês abortados, um fato que foi revelado quando vários artigos foram publicados sobre a moralidade de se usar essas vacinas. À medida que essas informações se tornaram amplamente conhecidas, um número crescente de médicos e pais muito preocupados com as questões éticas envolvidas escolheu se abster de usá-las ou dispensá-las. Os fatos são tanto assustadores quanto inquietantes.

Durante a epidemia de rubéola de 1964, alguns médicos aconselharam mães grávidas infectadas pela rubéola a abortar seus filhos, assustando-as com a possibilidade de que eles pudessem nascer com defeitos congênitos. Os pesquisadores começaram a colher o tecido fetal vivo, e no 27º bebê abortado eles acharam o vírus ativo. O vírus foi extraído do rim e classificado como RA/27/3, onde R significa Rubéola, A significa Aborto, 27 significa 27º feto abortado para o estudo deles, 3 significa terceiro tecido retirado de feto abortado e colocado numa cultura. Esse vírus foi então cultivado no tecido pulmonar de outro bebê abortado, WI-38. Extraiu-se o WI-38 (que significa Wistar Institute 38) do tecido pulmonar de uma menina intencionalmente abortada na Suécia no terceiro mês de gestação. Antes de se aperfeiçoar o uso de WI-38, houve pelo menos 19 outros abortos registrados usados nessas pesquisas.

Depois da liderança dos EUA, 10 anos mais tarde cientistas da Grã-Bretanha desenvolveram a MRC-5, extraída do tecido pulmonar de um menino abortado com três meses e meio de gestação. Essas duas linhas de células fetais são utilizadas continuamente para cultivar as variantes enfraquecidas do vírus de várias doenças para se produzir vacinas.

Tendências atuais

Pelo fato de que recebem aceitação pública pelas atuais vacinas, as indústrias farmacêuticas utilizam fontes existentes e novas de bebês abortados para o desenvolvimento de vacinas. A fonte mais recente é a nova linha de células fetais PER C6, criada pela indústria farmacêutica holandesa Crucell. Essa linha de células usa o tecido da retina de um bebê de 4 meses e meio de gestação, criado especificamente para o desenvolvimento de vacinas.

Uma escolha e uma obrigação moral

É importante lembrar que, exatamente como as terapias de células tronco adultas (que são uma alternativa viável ao uso de embriões humanos destruídos), pode-se fazer vacinas a partir de fontes éticas. Contudo, o uso das atuais vacinas contaminadas é justificado para a realização de mais pesquisas imorais. Até mesmo importantes autoridades justificam o financiamento de pesquisas de células tronco embrionárias usando a vacina de catapora como precedente, alegando que os embriões, como os bebês abortados, já haviam sido destruídos. Mas em ambos os casos, seres humanos foram insensivelmente mortos para propósitos de pesquisas. A menos que demonstremos que não toleraremos tal exploração de bebês em gestação, a exploração irá piorar.

Vacinas americanas de linhas de células de bebês abortados e alternativas éticas

Doença Nome da vacina Fabricante Linha de célula (Fetal) Versão Ética Fabricante Linha de célula (Não fetal)
Catapora Varivax Merck & Co. WI-38, MRC-5 Não há Não disponível Não disponível
Hepatite A Vaqta

Havrix

Merck & Co
GSK
MRC-5

MRC-5

Aimmungen
Não disponível nos EUA
Kaketsuken

(Japão & Europa)

Vero (macaco)
Hepatite A & B Twinrix GSK MRC-5 Engerix (somente Hepatite B)

Comvax (somente Hepatite B)

GSK

Merck

Levedura

Levedura

Tríplice: Sarampo, Caxumba, Rubéola MMR II Merck & Co RA273, WI-38 Não há Não disponível Não disponível
Sarampo-Rubéola MR VAX Merck & Co. RA273, WI-38 Attenuvax – Sarampo Merck Embrião de pintinho
Caxumba-Rubéola Biavax II Merck & Co. RA273, WI-38 Mumpsvax – Caxumba Merck Embrião de pintinho
Rubéola Meruvax II Merck & Co. RA273, WI-38 Takahashi

Não disponível nos EUA

Kitasato Institute

(Japão & Europa)

Coelho
Tríplice + Sarampo ProQuad Merck & Co. RA273, WI-38, MRC-5 Não há Não disponível Não disponível
Pólio Poliovax Sanofi Pasteur MRC-5 IPOL Sanofi Pasteur Vero (macaco)
Raiva Imovax Sanofi Pasteur MRC-5 RabAvert Chiron Embrião de pintinho
Artrite Ósteo-Reumatóide Enbrel Immunex WI-26 VA4 Synvisc Genzyme Bio. Não há
Sepsia Xigris Eli Lilly HEK-293 Pergunte a seu médico Não disponível Não disponível
Herpes-zóster Zostavax Merck & Co. WI-38, MRC-5 Não há Não disponível Não disponível
Sob desenvolvimento: Ébola TBA Crucell/NIH PER C6 Não há Não disponível Não disponível
Sob desenvolvimento: Gripe,

Gripe Aviária

TBA MedImmune

Vaxin, Sanofi

PER C6,

HEK-293

FluVirin, Flu Shield

Flu Zone, Flu Blok

Chiron, Wyeth

Sanofi ,Protein Sci

Embrião de pintinho Lagarta
Nova: HIV TBA Merck PER C6 Não há Não disponível Não disponível
Nova: Varíola Acambis 1000 Acambis MRC-5 ACAM2000

MVA3000

Acambis/Baxter Vero (macaco)

Embrião de pintinho

Nota: Se a vacina que você está questionando não está nessa lista, provavelmente não utiliza linhas de células de bebês abortados.

Como você pode ajudar?

Peça que seu médico só encomende vacinas de alternativas éticas, que não estejam contaminadas com células de bebês abortados.

Apóie leis que dêem aos cidadãos o direito de se informar e escolher em questões envolvendo vacinas de bebês abortados.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: http://www.cogforlife.org 

Razões profundas da simpatia do Politicamente Correto pelas aberrações da Índia – O Aborto devido ao ódio à crianças do Sexo Feminino

26/06/2014

Não é só matar a criança porque não quer ter filho:

Agora é porque não quer filha.

Volunteers in India Go Undercover to Stop Illegal Sex-Selection Abortions

India (LiveActionNews) — In 1994, a federal law called the Pre-Conception Pre-Natal Diagnostic Technique Act, was passed in India to ban sex-selective abortions.

Due to the terminations of an alarming number of baby girls, the ratio in India has dropped to 888 women for every 1000 men.

But families throughout the country are still going through with aborting their unborn daughters, and the doctors who perform the procedures are defying the law.

According to WomensENews, prior to 2010, in the state of Rajasthan, 54 sex-selective abortion cases had been filed under the sex-selective abortion law.

But by July of 2012, the number of cases had jumped to 562.

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. Twenty-three doctors have lost their licenses and the state has filed charges against 153 medical practitioners. This is thanks to pregnant volunteers who are going undercover to expose the illegal sex-selective abortion doctors.

Each of the volunteers visits a clinic for an ultrasound, telling the doctor that she wants to terminate the pregnancy if the baby is a girl. When the doctor or practitioner agrees, the women call in the team from the state who arrest the doctor. The women are then key witnesses in the court hearings against the abortionists.

These women are taking a huge risk by volunteering. In the time between the doctor’s arrest and the court hearing, many volunteers receive threats from the now free on bail abortionist in an attempt stop them from testifying.

According to WomensENews, one volunteer Rani Singh had a close call when the team that was supposed to enter the clinic and arrest the doctor was stuck in traffic. Singh feared she would have to come dangerously close to having the abortion. But she thought quickly and before they could bring her into the abortion room, she locked herself in the bathroom until the team finally arrived.

“We would not have been able to carry out these operations without the help of such women,” Kishanaram Easharwal, who heads the state unit charged with enforcing the Pre-Conception Pre- Natal Diagnostic Technique Act, told WomenENews.

“They play a pivotal role and are our strength. So we do not reveal the identity of the pregnant woman who helps us although we release the news of the inspection and the names of those apprehended by our team.”

The state is currently considered offering financial rewards to the women who bravely volunteer. But for now women like Singh, are just happy to take part in closing down the clinics.

LifeNews Note: Nancy is a work at home mom who writes about parenting, special needs children, and the right to life. She is the lucky mother of two spirited little girls, one who has cystic fibrosis, and she spends any free moment she can find fundraising for a cure for CF. You can read her personal blog at www.ChronicAdmissions.com. Reprinted from Live Action News.

O ABORTO APROVADO PELOS PETRALHAS ASSASSINOS

30/05/2014

ASSISTAM ESSE VIDEO E DEPOIS ME DIGAM SE VOCÊS APROVAM O ABORTO PETRALHAS ASSSASSINOS CRUEIS

https://www.facebook.com/photo.php?v=234919260042140&set=vb.100005722033968&type=2&theate

ai para aquelas pessoas que falam que 2 & 3 meses nao e aborto!!!

Votar Dilma é votar genocídio de crianças

26/05/2014

Na surdina, PT oficializa aborto e paga R$ 443 pelo SUS

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Na surdina e por tabela…

**A Portaria 415 do Ministério da Saúde, publicada na quinta-feira (22), oficializou o aborto nos hospitais do Brasil, e o Sistema Único de Saúde pagará R$ 443 pelo procedimento.

O Diário Oficial da União (A íntegra aqui/PÁGINA 60) trouxe publicado o eufemismo ‘interrupção terapêutica do parto’.

A lei sancionada pela presidente Dilma Rousseff visa autorizar o aborto para casos de estupro e anencéfalos, mas deixa brechas para a prática geral: a mulher não é obrigada a apresentar Boletim de Ocorrência policial ao médico que a atender, e uma única vírgula no texto da portaria abre interpretações jurídicas que podem causar a liberação do aborto sob qualquer motivação.

Sem B.O., a mulher interessada em abortar pode alegar que foi estuprada, mesmo que tenha semanas de gestação e tenha decidido não ter o bebê. A lei não é clara sobre se o procedimento deve ser imediato logo após o estupro.

E o texto da Portaria pode abrir brecha para o aborto em casos gerais: “consiste em procedimento direcionado a mulheres em que a interrupção da gestação é prevista em lei, por ser decorrente de estupro, por acarretar risco de vida para a mulher ou por ser gestação de anencéfalo”.

Em suma, há três motivações. A vírgula abre interpretações como: o ‘risco de vida para a mulher’ não está necessariamente ligado à causa estupro. A gestante pode alegar qualquer risco à sua saúde, mesmo que não tenha sido estuprada.

Procurada para se posicionar sobre as questões supracitadas, a assessoria do Ministério da Saúde informou que não teria resposta a tempo para a noite de ontem. Um assessor também informou que não enviaria uma posição por e-mail devido à alta demanda por outros assuntos na pasta.

MEMÓRIA

O projeto surgiu anos atrás, apresentado pela então deputada federal Iara Bernardi (PT-SP), e só ano passado tornou-se o PLC 3/13, aprovado e sancionado. (Fonte: Leandro Mazzini/UOL)

A Foto da década

01/05/2014

Following picture began circulating in November. It should be “The Picture of the Year,” or perhaps, “Picture of the Decade.” It won’t be. In fact, unless you obtained a copy of the U.S. paper w hich published it, you probably would never have seen it.

The picture is that of a 21-week-old unborn baby named Samuel Alexander Armas, who is being operated on by surgeon named Joseph Bruner. The baby was diagnosed with spina bifida and would not survive if removed from his mother’s womb. Little Samuel’s mother, Julie Armas, is an obstetrics nurse in Atlanta.

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She knew of Dr. Bruner’s remarkable surgical procedure. Practicing at Vanderbilt University Medical Center in Nashville, he performs these special operations while the baby is still in the womb. During the procedure, the doctor removes the uterus via C-section and makes a small incision to operate on the baby.

As Dr. Bruner completed the surgery on Samuel, the little guy reached his tiny, but fully developed hand through the incision and firmly grasped the surgeon’s finger. Dr. Bruner was reported as saying that when his finger was grasped, it was the most emotional moment of his life, and that for an instant during the procedure he was just frozen, totally immobile. The photograph captures this amazing event with perfect clarity.

The editors titled the picture, “Hand of Hope. Little Samuel’s mother said they “wept for days” when they saw the picture. She said, “The photo reminds us pregnancy isn’t about disability or an illness, it’s about a little person” Samuel was born in perfect health, the operation 100 percent successful.

Now see the actual picture, and it is awesome…incredible….and hey, pass it on! The world needs to see this one!

Assistam e divulguem! Mandem para todos os contatos – Toda pílula anticoncepcional é abortiva

22/01/2014

Assistam e divulguem! Mandem para todos os contatos.

Parressia Abortos ocultos



Elba Ramalho uma das raras cantoras que é contra o Aborto e que denuncia Dilma

06/01/2014

Amparo, ex-revolucionária e funcionária da ONU: «Meu trabalho era destruir a fé dos católicos».

06/01/2014

31 maio 2013 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Mundo

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Fonte: Fratres in Unum

Após anos de trabalho para a ONU, ex-agente denuncia estratégia da organização para minar a fé católica e implantar o aborto em todos os países do mundo

Amparo entendeu claramente. Era a Virgem Maria quem lhe falava. Tudo aconteceu quando ela recebeu um disparo da polícia em plena batalha. Quando despertou no hospital, decidiu que sua vida devia mudar radicalmente.

Sua vida “lamacenta” devia dar uma guinada de 180 graus e deixar de lado o seu servilismo político e sua vida de pecado, e dedicar-se às mulheres e às crianças, buscando seu autêntico bem.

Um avô católico

Ela havia nascido em uma família muito normal do Equador. Sua fé era tradicional, de Missa dominical e pouco mais. A exceção da regra foi seu avô, que vivia uma autêntica vida cristã.

Em certa ocasião, sendo Amparo adolescente e a caminho do ateísmo, seu avô lhe disse umas palavras que não haveria de esquecer nunca. Estavam entrando em uma igreja, e diante de uma imagem da Virgem lhe disse: “Olhe para os seus olhos. Ela é a única que vai te salvar e a que vai te levar à fé”. A coisa parou por aí.

O resto foi uma queda livre: foi expulsa do colégio por brigar com uma freira, e um encontro com evangélicos acabou por arrematar seu caminho rebelde e ateu.

A revolução e as esquerdas

Eram os anos 70 e 80, e a oferta social que Amparo encontrou fora da Igreja era a dos movimentos revolucionários, a teologia da liberação marxista, Che Guevara, os movimentos feministas, abortistas, o indigenismo e esse grande etcétera. Ela se meteu de cabeça nisso tudo.

Se há algo que não se pode reprovar em Amparo é dizer que ela não foi uma pessoa coerente com os seus princípios. Ela tomou todas as bandeiras, as abraçou e se dedicou a elas. Ora a encontrávamos em uma confrontação armada ou em uma manifestação antigovernamental, ou ainda em uma campanha a favor dos direitos reprodutivos das mulheres, ou seja, promovendo os contraceptivos e o aborto.

Se radicaliza na Espanha

Como a situação política no Equador se complicou, seu pai a enviou à Espanha para estudar Pedagogia Social. Neste país ela obteve seu título universitário, porém, também sua radicalização política e o contato com outros movimentos revolucionários, ateus e anticlericais. Sua mentalidade feminista coincidia com a da ONU.

Já de volta ao Equador, sua visão feminista e de esquerda combinava perfeitamente bem com as políticas que a ONU levava a cabo na América Latina e, graças a ela e a sua formação, chegou a ser responsável no Equador do programa da UNFPA, isto é, do Fundo de População das Nações Unidas, de onde contava com todos os milhões de dólares que necessitasse para cumprir, ou melhor dizendo, impor os programas contrários à natalidade, a favor do aborto e da anticoncepção.

Meu trabalho: retirar a fé dos católicos

Amparo explicou na rede católica de televisão EWTN que “os grupos comunistas e socialistas sabem que a única instituição que pode romper as suas mentiras é a Igreja Católica. Então – confessou — a primeira coisa que buscam são argumentos que possam destruir a pouca fé que os católicos têm. Veja as notícias ou vá atrás desse sacerdote que não está vivendo a sua vida na graça com Deus… Publique-os e os lance na imprensa… E – concluiu — é preciso omitir que no Equador, 60% das obras de ajuda às pessoas pobres estão nas mãos da Igreja, pois isso se silencia”.

Destruir a Igreja desde dentro

O grande problema dos sacerdotes é a sua solidão: “Nós íamos em busca dos sacerdotes abandonados nos povoados e nas montanhas para dizer-lhes que se Deus existia, então por que permitia a pobreza? ‘A única maneira é a revolução. Una-se a nós, e nós vamos te ajudar’. Havia sacerdotes – lamenta agora — que cediam e que pensavam que teriam um grupo que lhe ajudaria, que lhe apoiaria, que estaria com ele… Em certas ocasionesoferecíamos dinheiro aos sacerdotes e às religiosas para que pudessem reconstruir, melhorar seus centros educativos com a única condição de que nos deixassem dar aulas de educação sexual e reprodutiva em seus colégios”.

Afastando-se ainda mais de Deus…

Em Amparo se cumpre aquela citação de Chesterton que “quando se deixa de crer em Deus, logo se crê em qualquer coisa”.

Imersa no ateísmo, não deixada de buscar algum resquício de espiritualidade na leitura de cartas, reiki, yoga…: “Como a vida na luta de esquerda era uma vida de pecado, você não podia se livrar das consequências do pecado. É a morte espiritual. São como pequenos pactos com o demônio. O demônio os cobra – adverte. Assim, comecei a sofrer por conta do dinheiro”.

“Alguém me recomendou que eu fizesse uma limpeza de ambiente. Tinha meus próprios mantras… que agora, que pude traduzi-los, dizem ‘eu pertenço a Satanás’. Fiz os mantras nos Estados Unidos e, inclusive, levei meus filhos ao xamã que era um mestre elevado da Religião Universal”.

… embora Deus não estivesse distante

Em certa ocasião, estando em uma comunidade, Amparo desafiou a Deus. Havia uma mulher rezando, porém, ela começou a repreendê-la severamente e chamá-la de louca. Até o ponto em que acabou rasgando uma imagenzinha que a pobre senhora segurava.

À época, sua prepotência de revolucionária não lhe fornecia muitas outras soluções. Pouco depois veio o passo seguinte até a sua conversão.

Ferida por uma bala da polícia

Amparo havia participando de todo tipo de manifestações e lutas contra o governo. Em ocasiões mobilizando os indígenas e facilitando que estes acorressem armados com lanças. Porém, certo dia, estando em uma delas, foi atingida por uma bala. Quando sentiu o impacto, Amparo recorda de duas coisas: por um lado, seu marido e seus filhos e, por outro lado, uma paz inexplicável, total. Não tinha medo de partir. Tudo era alegria, gozo, paz…

Nisso, escutou uma voz que lhe cantava: “Vi uns olhos maravilhosos. Vi o amor. Eram os olhos da Virgem. Eram justamente os olhos da estampa que eu havia rasgado! A estampa da Virgem Milagrosa. Eu a vi como uma adolescente de 15 anos. Com roupas brancas…”.

Enquanto ela sangrava, a única coisa que sentia era paz, alegria… Nesse momento a Virgem lhe disse: “Minha pequena, eu te amo”. E lhe pediu que deixasse todas as causas que ela levava e que assumisse a causa de seu Filho. Também se deu conta de que por trás da Virgem havia um senhor mais idoso: era seu avô.

E seu marido pensou que ela estivesse louca

Quando acordou, narrou toda a experiência a seu marido, Javier. Ele pensou que ela estivesse louca, e não era para menos. Uma ateia convicta, militante anticatólica, e despertando daqueles sonhos…

Em seguida, levaram-na para que os altos mestres, psicólogos e peritos da Nova Era a examinassem e a convencessem de que aquelas experiências eram fruto de suas alucinações e dos ferimentos. Sem dúvida, “ninguém podia tirar da minha cabeça que era Deus”.

Primeiramente, confessar-se

“A primeira coisa que precisava era um sacerdote. Precisava me confessar. A primeira coisa, em primeiro lugar, era a confissão. Eu pedia a Deus que não morresse no caminho, indo para casa, porque iria para o inferno. Na confissão estavam todos os pecados. Os mais horríveis”.

Era uma nova etapa, e havia de começar desde o princípio, fazendo tudo bem feito. Assim, a primeira coisa que fiz foi aprender a amar Jesus, a amar os sacerdotes, a amar a Igreja, amar os sacramentos”.

Amparo se sentia totalmente enlameada e também convidada a uma nova revolução: “O único que transforma o mundo é Deus. Eu não sou digna. É tão grande o amor de Deus…”

A conversão de seu marido

Amparo rezou e convidou seu marido Javier à conversão. Com o passar do tempo, Javier, revolucionário como ela, começou a dar provas de mudança por amor a Amparo.

Devia ser uma experiência dramática em si mesma pelo único fato de ter que romper com toda uma vida de convicções e luta comprometida. Amparo explica isso dessa maneira: “Meu marido aceitou crer em Deus e na Virgem, porém, não acreditava no sacramento. Todavia, Deus colocou um sacerdote santo em nosso caminho. Por fim, ele se confessou e sua confissão levou horas. Ao sair, sentiu que havia se livrado de toneladas de coisas”.

Agora era hora de denunciar as mentiras da ONU

A conversão das pessoas, na maioria das vezes, é um processo longo e em etapas. Amparo estava a caminho, mas ainda não renunciara a toda sua vida de pecado. Necessitava de parte dela, pois seu salário das Nações Unidas era uma fonte necessária para a família e seu ritmo de despesas.

Tudo aconteceu quando uma amiga sua lhe pediu informações sobre a distribuição da pílula do dia seguinte por parte das Nações Unidas no Equador. Amparo era responsável pela sua importação e distribuição no país.

De fato, sua agência das Nações Unidas havia vendido ao Equador 400.000 (quatrocentas mil) doses da pílula do dia seguinte. A ONU em Nova York, a UNFPA no Equador: “Eles nos vendem a 25 centavos de dólar, e nós as vendemos entre 9 e 14 dólares. É um negocio e tanto“.

No Equador houve um julgamento em que as Nações Unidas perderam a ação devido à distribuição da pílula e os pró-vidas ganharam, visto que tiveram que reconhecer que ela não é um método contraceptivo, mas sim anti-nidatório, ou seja, abortivo, e que se utiliza quando os métodos contraceptivos falham.

O ápice de sua decisão de converter-se e dar um passo definitivo até Deus aconteceu a caminho do tribunal nesse julgamento em que a ONU perdeu: “Quando estávamos levando a informação ao Tribunal, um jornalista me fez uma pergunta que pensei que era Deus quem me a fazia – estás com Deus ou estás com o demônio? –. A pergunta foi: O que eu pensava da pílula do dia seguinte? E, claro, eu continuava trabalhando para as Nações Unidas e apoiava todas as organizações pró-aborto. Nesse momento me dei conta de que era o momento de dizer a verdade e deixar de mentir a mim mesma. Era uma incoerência ser católica e ao mesmo tempo, por dinheiro, continuar apoiando uma organização que vai contra os meus valores. E, claro, disse a verdade e as Nações Unidas me despediram”.

O que existe por trás das Nações Unidas?

Por trás dos projetos da ONU, atrás das palavras bonitas que usam quando falam de saúde reprodutiva, na realidade, há toda uma promoção do aborto e dos contraceptivos. É o único objetivo para toda América Latina.

Na entrevista de Amparo à cadeia de televisão norte-americana EWTN, denunciava que no livro “Cuerpos, tambores y huellas”, editado pelas próprias Nações Unidas, se reconhece a promoção das relações sexuais com crianças desde os 10 anos. E que nele se explica claramente três coisas:

  1. que os pais não devem ser informados da educação sexual que seus filhos recebem;
  2. – que as escolas devem distribuir contraceptivos a seus alunos sem o conhecimento e consentimento dos pais;
  3. – e que se um professor ou médico chegasse a informar aos pais de que seus filhos estão usando contraceptivos, esse professor ou médico deve ser expulso de seu trabalho por romper o sigilo profissional.

Amparo, e não só ela, denuncia a existência de um todo um negócio em que não se desperdiça nada: promove-se as relações sexuais entre crianças e adolescentes, e se lhes vendem preservativos. Como estes falham, então se lhes oferece o aborto ou a pílula do dia seguinte. Como o aborto produz restos humanos, estes servem bem para a experimentação ou bem para extrair algumas sustâncias que depois se usam em cremes, xampus, etc. Negócio completo.

Abaixo assinado do Movimento Legislação e Vida

30/12/2013

O Movimento Legislação e Vida, da diocese de Taubaté, no estado de São Paulo, está promovendo uma coleta de assinaturas para solicitar, via iniciativa popular, a inclusão do direito à vida desde a concepção na constituição do estado de São Paulo. Clique no link abaixo para ler as instruções e participar da campanha:

http://www.citizengo.org/pt-pt/963-inclusao-do-direito-vida-concepcao-com-emenda-constitucional-na-constituicao-paulista-iniciativa

Embora a Constituição Federal não permita emendas propostas por via de iniciativa popular, o estado de São Paulo possui esta prerrogativa. Por essa razão, o Movimento Legislação e Vida colocou em prática a proposta de tentar fazer com que São Paulo seja o primeiro estado brasileiro a garantir o direito à vida desde a concepção.

A campanha está coletando, prioritariamente, assinaturas impressas das pessoas que moram no estado de São Paulo. Porém também está coletando assinaturas eletrônicas, não apenas dos habitantes do estado de São Paulo, mas também de brasileiros de outras regiões. As assinaturas eletrônicas serão entregues à Assembleia Legislativa de São Paulo junto com as 330 mil assinaturas de habitantes deste estado, necessárias formalizar o pedido de emenda à sua constituição. O objetivo é mostrar que não só os que residem no estado de São Paulo defendem a vida desde a concepção, mas também a maioria da população brasileira.

Se você é de São Paulo, ou conhece alguém que mora lá, clique no link abaixo, leia as instruções e envie sua assinatura. Se você não é de São Paulo, não deixe de participar assinando a petição eletronicamente ou divulgando-a para algum parente, amigo ou conhecido de São Paulo.

http://www.citizengo.org/pt-pt/963-inclusao-do-direito-vida-concepcao-com-emenda-constitucional-na-constituicao-paulista-iniciativa

Vamos continuar trabalhando para que a Cultura da Vida impere sobre a Cultura da Morte em nosso país, especialmente por meio da proteção das crianças não nascidas!

O Direito de matar os próprios filhos e fazer questão de exercer este direito

15/12/2013

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Sacrificar crianças a Moloch, agora é um dos direitos humanos

01/12/2013

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Da Série – Valores Invertidos O Direito de Matar como Direito Humano

21/11/2013

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O maior, mais bárbaro, mais impune, e, mais elogiado Genocídio do Mundo

14/11/2013

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Acontece hoje em São Paulo o lançamento do filme “Blood Money – Aborto Legalizado”

05/11/2013

O documentário de Kyle trata do funcionamento legal desta indústria nos Estados Unidos, mostrando “de que forma as estruturas médicas disputam e tratam sua clientela, os métodos aplicados pelas clínicas para realização do aborto e o destino do lixo hospitalar, entre outros temas, de forma muito realista”, conta Luís Eduardo Girão, diretor da Estação Luz Filmes, que adquiriu os direitos de distribuição no Brasil.

O filme também faz denúncias como a prática da eugenia e do controle da natalidade por meio do aborto e trata aspectos científicos e psicológicos relacionados ao tema, como o momento exato em que o feto é considerado um ser humano e se há ou não sequelas para a mulher submetida a este procedimento.

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“Blood Money – Aborto Legalizado” traz, ainda, depoimentos de médicos e outros profissionais da área, de pacientes, cientistas e da ativista de movimentos negros dos EUA, Alveda C. King, sobrinha do pacifista Martin Luther King, que também apresenta o documentário. Dra. Alveda é envolvida em discussões sobre o mecanismo de controle racial nos EUA – o maior número de abortos é realizado nas comunidades negras.

Após o lançamento em São Paulo, ocorrerá uma série de pré-estreias pelo país, passando por Rio de Janeiro (6/11), Goiânia (7/11), Brasília (8/11), Belém (9/11), Curitiba (11/11), Salvador (12/11), Recife (13/11) e Fortaleza (14/11).

No dia 15 de novembro a produção entra em cartaz em todo o país.

Blood Money – Aborto legalize – Nos cinemas

28/10/2013

Você sabia? FILME DA VIDA DE MUITOS BEBÊS! AQUI NO BRASIL SERÁ LANÇADO NOS MAIORES CINEMAS!!!!
confira o trailer nos comentários! Vamos fazer + 1000 de compartilhamentos? Marque seus amigos!

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Dessa forma, sua ajuda é fundamental! Ajude a colocar esse filme na boca do brasileiro e, assim, salve muitas vidas. A grande imprensa quer boicotar esse filme, mas não vai conseguir!

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Você sabe se colocar no lugar dos outros?

01/10/2013

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O Exemplo de Vida de Celine Dion

09/09/2013

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Mentiras Globais incentivam o Genocídio de Crianças

03/09/2013

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O que acontece à mulher que assassina seu filho:

28/08/2013

Eight facts most don’t know about physical and psychological consequences of abortion for women

by Peter SaundersTue Aug 27, 2013 09:46 EST

Contrary to popular opinion abortion hurts women.

TheUnChoice.com is an evidence-based Elliot Institute campaign to raise awareness about unwanted abortions, post-abortion issues and maternal deaths and to provide help, hope and healing.

The US-based Elliot Institute  publishes research and educational materials and works as an advocate for women and men seeking post-abortion healing.

The following figures, referenced below from an Elliott Institute publication, are eight evidence-based facts about the consequences of abortion for women’ health.  I have, where possible linked the references to the original sources.

1. 31% of women having abortions report suffering physical health complications (1)

2. 10% of women having abortions suffer immediate, potentially life-threatening complications (2, 3, 4)

3. Women have a 65% higher risk of clinical depression following abortion vs. childbirth (5)

4. 65% of women suffer symptoms of Post-Traumatic Stress Disorder (PTSD) after abortion (1)

5. Women’s death rates from various causes after abortion are 3.5 times higher than after giving birth  (6, 7)

6. Many women describe their experience as ‘a nightmare’, which can hardly equated with ‘choice’. 60% of women surveyed after abortion responded that: ’Part of me died’ (1)

7. Suicide rates among women who have abortions are six times higher than those who give birth (7, 8)

Click “like” if you are PRO-LIFE!

8. Abortion increases a woman’s risk of future miscarriages by 60% (9)

References

1. Source: Rue et. al., “Induced abortion and traumatic stress: A preliminary comparison of American and Russian women,” Medical Science Monitor 10(10): SR5-16, 2004.

2. Frank, et.al., “Induced Abortion Operations and Their Early Sequelae,” Journal of the Royal College of General Practitioners 35(73):175-180, April 1985.

3. Grimes and Cates, “Abortion: Methods and Complications”, in Human Reproduction, 2nd ed., 796-813.

4. M.A. Freedman, “Comparison of complication rates in first trimester abortions performed by physician assistants and physicians,” Am. J. Public Health76(5):550-554, 1986).

5. JR Cougle et. al., “Depression Associated With Abortion and Childbirth: A Long-Term Analysis of the NLSY Cohort,” Medical Science Monitor 9(4):CR105-112, 2003.

6. M Gissler et. al., “Pregnancy Associated Deaths in Finland 1987-1994 — definition problems and benefits of record linkage,” Acta Obsetricia et Gynecologica Scandinavica 76:651-657, 1997.

7. M. Gissler, “Injury deaths, suicides and homicides associated with pregnancy, Finland 1987-2000,” European J. Public Health 15(5):459-63, 2005.

8. Gissler, Hemminki & Lonnqvist, “Suicides after pregnancy in Finland, 1987-94: register linkage study,” British Journal of Medicine 313:1431-4, 1996.

9. N. Maconochie, P. Doyle, S. Prior, R. Simmons, “Risk factors for first trimester miscarriage—results from a UK-population-based case–control study,” BJOG: An International Journal of Obstetrics & Gynaecology, Dec 2006.

Note: Studies 6, 7 and 8 looked at death rates for an average for up to one year after the end of the pregnancy. Another study found that looked at suicide rates for up to eight years found that, compared to women who gave birth, women who had abortions had a 62% higher risk of death from all causes and a 2.5 times higher suicide rate. Source: DC Reardon et. al., “Deaths Associated With Pregnancy Outcome: A Record Linkage Study of Low Income Women,” Southern Medical Journal 95(8):834-41, Aug. 2002.

Reprinted with permssion from PJ Saunders

Carta Aberta à TV Globo a respeito da abordagem sobre aborto provocado na novela Amor à Vida.

25/08/2013

Carta Aberta à TV Globo a respeito da abordagem sobre aborto provocado na novela Amor à Vida.

Ilustríssimo Senhor,
Carlos Henrique Schroder
Diretor Geral da TV GLOBO

Em cena da novela “Amor à vida”, no capítulo 82 que foi ao ar no dia 23 de agosto, a Rede Globo entrou com extrema superficialidade e com inúmeros equívocos em debate que merece ser abordado com seriedade e fundamentação. Em evento desconectado do enredo, entra em debate o aborto provocado. O personagem de um médico, chefe da residência médica, afirma que “o aborto ilegal está entre as maiores causas de mortes de mulheres no Brasil”. E afirma também que “infelizmente o aborto ilegal se tornou caso de saúde pública”.

Vamos aos dados oficiais, disponíveis no DATASUS: faleceram no Brasil, em 2011 (último ano a ter os dados totalmente disponíveis) 504.415 mulheres. O número máximo de mortes maternas por aborto provocado, incluindo os casos não especificados, corresponde a 69, sendo uma delas aborto dito legal. Portanto, apenas 0,013% das mortes de mulheres devem-se a aborto ilegal. Comparando, 31,7% das mulheres morreram de doenças do aparelho circulatório e 17,03% de tumores. Estes sim constituem problemas de saúde pública.

Houve também clara confusão entre os conceitos de “omissão de socorro” e “objeção de consciência”, com laivos de intolerância à liberdade religiosa. Desconhecemos que alguma religião impeça seus membros de prestar socorro a “pecadores”. Se assim fosse, inúmeros assaltantes e assassinos que chegam baleados aos hospitais ficariam sem atendimento. Se até um bandido assassino que foi ferido no embate tem direito a atendimento médico, como caberia negá-lo em situações de sequelas do aborto? A cena foi preconceituosa para com as crenças do outro personagem médico, distorcendo-as. Ela parece mesmo pretender trazer confusão para a questão da objeção de consciência, situação em que o profissional de saúde se recusa licitamente a realizar ou participar do abortamento, uma vez que ele se forma para proteger a vida e não para tirá-la.

Sabedores da influência que as novelas possuem na mentalidade do povo, demandamos que haja uma retratação das falsas impressões apresentadas, pois uma emissora deve ter compromisso com a realidade dos fatos. Se a Rede Globo deseja problematizar o debate, que o faça a partir de dados e situações verazes e não apenas reproduza determinados jargões propagandísticos pela legalização do aborto em nosso país.

Brasilia, 23 de Agosto de 2013.

Lenise Garcia
Presidente Nacional

Jaime Ferreira Lopes
Vice-Presidente Nacional Executivo

Damares Alves
Secretária Geral

Adeptos do sacrifício de Crianças profanam e atacam a Catedral de Santiago de Chile

27/07/2013

FOTOS: Abortistas asaltan y profanan Catedral de Santiago de Chile

SANTIAGO, 26 Jul. 13 / 12:50 pm (ACI).- Centenares de abortistas irrumpieron ayer jueves en la Catedral de Santiago (Chile) en plena Misa, destrozaron confesionarios, hicieron pintas en altares e imágenes, lanzaron basura y profirieron gritos blasfemos. Los fieles presentes, entre los que estaba la alcaldesa de la capital, Carolina Tohá, impidieron que la profanación alcanzara el altar mayor.

En horas de la noche, los fieles se encontraban celebrando la fiesta de Santiago Apóstol en una Misa presidida por el Arzobispo local, Mons. Ricardo Ezzati, cuando de manera inesperada los abortistas ingresaron al templo para culminar su marcha “Yo aborto el 25 de julio”.

Entre los participantes se encontraban miembros de la Articulación Feminista de Libertad de Decidir, cuya representante Isabel Cárcamo dijo a CNN Chile que no compartía el ataque, pero entiende “el enojo de la gente” contra laIglesia porque el aborto no es legal en el país.

Según informó Hazteoir.org, en la marcha no faltaron “las provocaciones de mujeres semidesnudas o las pancartas con siluetas de fetos sobre un fondo de sangre”. Ya dentro del templo, los cerca de 300 abortistas arremetieron contra el mobiliario sacando los bancos a la calle con la intención de quemarlos, destruyendo un confesionario, y realizando diversas pintadas por el interior del lugar de culto, pintando “blasfemias contra Dios y la Virgen y consigas ofensivas y de odio contra los católicos o llenando de espray el altar del Arcángel San Miguel”.

El Obispo Auxiliar de Santiago, Mons. Pedro Ossandón, relató que “estábamos celebrando la eucaristía de la fiesta del Apóstol Santiago, por supuesto con la presencia de la alcaldesa (Carolina Tohá), y además agradeciendo a tantos católicos que hacen el servicio público en un ambiente de recogimiento y de paz, y de repente entraron los manifestantes, y la verdad es que nosotros estamos siempre por el diálogo, por el debate de altura, creemos en la razón que Dios nos ha regalado”.

“Así que invitamos a toda persona que se manifieste como quiera, pero que lo haga en un ambiente propio de un estado de derecho, de una democracia, respetándonos plenamente en la dignidad de las personas”, dijo. El Obispo Auxiliar lamentó lo ocurrido y llamó a las personas que se manifestaron “a mantener un clima, sobre todo en este momento donde Chile está eligiendo candidatos a la presidencia y al Parlamento, que por favor tengamos cuidado con el estado de derecho”.

Finalmente los abortistas fueron desalojados por los guardias de la Catedral y los mismos fieles, mientras los carabineros dispersaban a los manifestantes que se encontraban en el exterior, llevándose detenidos a algunos de ellos.

Según el comandante de la Tercera Comisaría de Santiago, Alex Moreno Farfán, varios involucrados fueron detenidos en la calle, puesto que el Arzobispado les pidió no operar al interior de la catedral, con el fin de evitar que se agravara la situación. Personal policial estableció que se trató del delito de daño calificado a monumento nacional. La Iglesia presentará una querella contra los responsables.

 

Etiquetas: AbortoAborto ChileAtaque contra Catedral de Santiago

Sabia que o Aborto é um sacrifício a Moloch que gosta de criancinha o quanto mais nova melhor? Especialmente as que morrem sem batismo?

25/07/2013

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O Papa no Brasil – Trago Jesus Cristo – Nem Ouro nem Prata – Medo de ser roubado por Políticos

23/07/2013

Dilma não teve coragem ainda de sancionar a PLC-3/2013 do Aborto:

Vai esperar o Papa ir embora:

Papa bota fé nos Jovens mas não em Dilma que tem uma outra fé, em suas próprias palavras

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Amor Prematuro de Mãe e Bebê – Pense nisso antes de abortar

14/07/2013

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A Estratégia Mundial do Aborto promovida pela ONU – Ex funcionária da ONU, Amparo Medina, confirma

01/06/2013

Objetivo é destruir a Fé Cristã e implantar o aborto livre em todos os países do Mundo.

Leia e divulgue o ESTATUTO DO NASCITURO – É o Direito de Nascer

12/05/2013

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=443584&filename=PL+478%2F2007

PROJETO DE LEI No , DE 2007.
(Dos Srsº Luiz Bassuma e Miguel Martini)
Dispõe sobre o Estatuto do Nascituro e dá outras providências.
O Congresso Nacional decreta:
Das disposições preliminares
Art.1º Esta lei dispõe sobre a proteção integral ao nascituro.
Art. 2º Nascituro é o ser humano concebido, mas aindanão nascido.
Parágrafo único. O conceito de nascituro inclui os seres humanos concebidos “in vitro”, os produzidos através de clonagem ou por outro meio científica e eticamente aceito.
Art. 3º O nascituro adquire personalidade jurídica ao nascer com vida, mas sua natureza humana é reconhecida desde a concepção, conferindo-lhe proteção jurídica através deste estatuto e da lei civil e penal.
Parágrafo único. O nascituro goza da expectativa do direito à vida, à integridade física, à honra, à imagem e de todos os demais direitos da personalidade.
Art. 4º É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar ao nascituro, com absoluta prioridade, a expectativa do direito à vida, á saúde, à alimentação, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência.

=

JUSTIFICAÇÃO
Em 25 de março de 2004, o Senado dos Estados Unidos da América aprovou um projeto de lei que concede à criança por nascer (nascituro) o status de pessoa, no caso de um crime.

No dia 1º de abril, o presidente George W. Bush sancionou a lei, chamada “Unborm Victims of Violence Act” (Lei dos Nascituros Vítimas de Violência). De agora em diante, pelo direito norte-americano, se alguém causar morte ou lesão a uma criança no ventre de sua mãe, responderá cirminalmente pela morte ou lesão ao bebê, além da morte ou lesão à gestante.
Na Itália, em março de 2004, entrou em vigor uma lei que dá ao embrião humano os mesmos direitos de um cidadão.
Não seria má ideia se o Brasil, seguindo esses bons exemplos, promulgasse uma lei que dispusesse exclusivamente sobre a proteção integral ao nascituro, conforme determinou o Pacto de São José de Costa Rica, assinado por nosso Pais. Eis uma proposta de “Estatuto do Nascituro”, que oferecemos aos Colegas Parlamentares. Se aprovada e sancionada, poderá tornar-se um marco histórico em nossa legislação.


O presente projeto de lei, chamado “Estatuto do Nascituro”, elenca todos os direitos a ele inerentes, na qualidade de criança por nascer. Na verdade, refere-se o projeto a expectativa de direitos, os quais, como se sabe, gozam de proteção jurídica, podendo ser assegurados por todos os meios moral e legalmente aceitos. Vários desses direitos, já previstos em leis esparsas, foram compilados no presente Estatuto.

Por exemplo, o direito de o nascituro receber doação (art. 542. Código Civil), de receber um curador especial quando seus interesses colidirem com os de seus Pais (art. 1.692, Código Civil), de ser adotado (art. 1.621, Código Civil), de se adquirir herança (art. 1.798 e 1.799, 1 Código Civil), de nascer (Estatuto da Criança e do Adolescente, art. 7º), de receber do juiz uma sentença declaratória de seus direitos após comprovada a gravidez de sua mãe (arts. 877 e 878, Código de Processo Civil).
O presente Estatuto pretende tornar integral a proteção ao nascituro, sobretudo no que se refere aos direitos de personalidade. Realça-se, assim, o direito à vida, à saúde, à honra, à integridade física, à alimentação, à convivência familiar, e proíbe-se qualquer forma de discriminação que venha a privá-lo de algum direito em razão do sexo, da idade, da etnia, da aparência, da origem, da
deficiência física ou mental, da expectativa de sobrevida ou de delitos cometidos por seus genitores.


A proliferação de abusos com seres humanos não nascidos, incluindo a manipulação, o congelamento, o descarte e o comércio de embriões humanos, a condenação de bebês à morte por causa de deficiências físicas ou por causa de crime cometido por seus pais, os planos de que bebês sejam clonados e mortos com o único fim de serem suas células transplantadas para adultos doentes, tudo isso requer que, a exemplo de outros países como a Itália, seja promulgada uma lei que ponha um “basta” a tamanhas atrocidades.
Outra inovação do presente Estatuto refere-se à parte penal. Cria-se a modalidade culposa do aborto (que até hoje só é punível a título do dolo), o crime (que hoje é simples contravenção penal) de anunciar processo, substância ou objeto destinado a provocar aborto, elencam-se vários outros crimes contra a pessoa do nascituro e, por fim, enquadra-se o aborto entre os crimes hediondos.


Fazemos questão de transcrever o trecho de um recente artigo publicado na revista jurídica Consulex, de autoria da ilustre promotora de justiça do Tribunal do Júri do Distrito Federal, Dra. Maria José Miranda Pereira:
“Como Promotora de Justiça do Tribunal do Júri, na missão constitucional de defesa da vida humana, e também na qualidade de mulher e mãe, repudio o aborto como um crime nefando. Por incoerência de nosso ordenamento jurídico, o aborto não está incluído entre os crimes hediondos (Lei nº 8.072/90), quando deveria ser o primeiro deles.
Embora o aborto seja o mais covarde de todos os assassinatos, é apenado tão brandamente que acaba enquadrando-se entre os crimes de menor potencial ofensivo (Lei dos Juizados Especiais 9.099/95). noto, com tristeza, o desvalor pela vida da criança por nascer.
Os métodos empregados usualmente em um aborto não podem ser comentados durante uma refeição.

O bebê é esquartejado (aborto por curetagem), aspirado em pedacinhos (aborto por sucção), envenenado por umasolução que lhe corrói a pele (aborto por envenenamento
salino) ou simplesmente retirado vivo e deixado morrer à míngua (aborto por cesariana). Alguns demoram muito para morrer, fazendo-se necessário ação direta para acabar de matá-los, se não se quer colocá-los na lata de lixo ainda vivos.

Se tais procedimentos fossem empregados para matar uma criança já nascida, sem dúvida o crime seria homicídio qualificado. Por um inexplicável preconceito de lugar, se tais atrocidades são cometidas dentro do útero (e não fora dele) o delito é de segunda ou terceira categoria, um “crime de bagatela”.
O nobre deputado Givaldo Carimbão teve a ideia de incluir o aborto entre os crimes hediondos. Tal sugestão é acolhida no presente Estatuto. É verdade que as penas continuarão sendo suaves para um crime tão bárbaro, mas haverá um avanço significativo em nossa legislação penal.

O melhor de tudo é que, reconhecido o aborto como crime hediondo, não será mais possível suspender o processo, como hoje habitualmente se faz, submetendo o criminoso a restrições simbólicas, tais como: proibição de frequentar determinados lugares, proibição de ausentar-se da comarca onde reside sem autorização do juiz, comparecimento pessoal e obrigatório a juízo, mensalmente, para informar e justificar sua atividades etc. (cf Lei 9.099/95, art. 89).


Por ser um projeto inovador, que trata sistematicamente de um assunto nunca tratado em outra lei, peço uma atenção especial aos nobres pares. Seria tremenda injustiça se esta proposição tramitasse em conjunto com tantas outras, que tratam apenas de pequenas parcelas do tema que aqui se propõe.


Esperamos que esta Casa de Leis se empenhe o quanto antes em aprovar este Estatuto, para alegria das crianças por nascer e para orgulho desta nação, bem como para a alegria do ex-deputado Osmânio Pereira que pediu-nos para que novamente o colocasse em tramitação nesta nova legislatura.


Sala das Sessões, em ___ de _____________ de 2007.


Deputado Luiz Bassuma Deputado Miguel Martin

O horror do assassinato de crianças, bebês, que sobrevivem ao aborto

01/05/2013

Olha a monstruosidade..

A organização pró-vida, Live Action, gravou vídeo secreto de médicos aborteiros, descrevendo como eles parariam um feto de respirar se ele sobrevivesse a um procedimento de aborto. no programa do Hannity, Presidente Lila Rose do Live Action e Fox News contribuinte Tamara Holder ficaram cara a cara com as conclusões.
Em um dos clipes mostrados, um médico em uma clínica no Bronx, New York City, NY, detalha o procedimento para abortar uma criança de 23 semanas de idade.

Às vezes os bebês saem vivos. então, nesta clínica, se este pequeno bebê se mover ou respirar,…o procedimento é q seja colocado em um frasco de toxina para que ele ,em seguida, afogue-se ate a morte, “disse Rose.

 

Agora pergunto:

O que é mais  covarde e mais criminoso do que isto ????
http://foxnewsinsider.com/2013/04/30/hannity-debate-over-shocking-undercover-video-abortion-clinic

Financial Times: Aborto na China foram centenas de milhões:

16/03/2013

aborto china

Estatuto do Nascituro foi aprovado na CSSF – você sabe o que é? É o Direito de Nascer

02/03/2013

Estatuto do Nascituro foi aprovado na CSSF

Dias atrás a Campanha Nascer é um Direito trabalhou, com os demais movimentos pró-vida, para incentivar seus leitores a ligarem para a Câmara dos Deputados e apoiarem o Estatuto do Nascituro (PL 478/2007).

E graças a seus esforços tivemos o primeiro resultado favorável.

Na quarta-feira desta semana, dia 19 de maio, foi aprovado na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) da Câmara esse Projeto de Lei que elimina a possibilidade da descriminalização do aborto definindo o direito à vida desde a concepção.

Má surpresa incluída à última hora: o projeto aprovado não altera o Artigo 128 do Código Penal que não penaliza o aborto em casos de estupro e risco de vida para a gestante.

Do lado positivo, o Estatuto garante assistência pré-natal e acompanhamento psicológico para a mãe; e o direito dela de encaminhar a criança à adoção, caso assim o deseje. Se identificado o genitor do nascituro ou da criança já nascida, este será responsável por pensão alimentícia e, caso não seja identificado, o Estado será responsável pela pensão.

Após a votação, a relatora, Deputada Solange Almeida (PMDB/RJ), precisou de seguranças para chegar até seu gabinete, pois as feministas que lá estavam avançaram sobre alguns deputados.

Somente sete parlamentares presentes votaram contra (1 comunista, 4 petistas, 1 do PMDB e 1 do PSDB) : Dr. Rosinha (PT-PR), Henrique Fontana (PT-RS), Pepe Vargas (PT-RS) .Darcísio Perondi (PMDB-RS), Arlindo Chinaglia (PT-SP), Rita Camata (PSDB-ES), e Jô Moraes (PC do B-MG).

Antes de ir para o Senado, o Estatuto do Nascituro passará ainda pela Comissão de Finanças e Tributação e depois para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. Portanto, temos muita luta pela frente. O ideal seria um Brasil totalmente livre da praga do aborto.

Parabéns a todos que participaram de mais esse combate contra a cultura da morte.

Apenas mais um exemplo do que o comunismo faz

22/02/2013
Perdemos o nosso  bebê
Feng Jianmei e seu bebê abortado

A HAIA, 21 Fev. 13 / 12:33 pm (ACI).- Feng Jianmei, mulher cuja fotografia junto a seu bebê abortado se difundiu por todo mundo, revelando o drama da cruel política do filho único na China, concedeu uma entrevista à Dragon TV relatando o drama que atravessou junto a seu marido, e assegurou que apesar de que muitas autoridades foram sancionadas, eles foram os mais prejudicados, pois perderam a seu bebê.

Feng foi emboscada por agentes policiais chineses em 2 de junho de 2012. Os agentes a golpearam e a levaram a uma instalação médica, onde aplicaram uma injeção letal diretamente na cabeça do bebê, enquanto a mãe permanecia atada à força a uma maca.

Ao pouco tempo, Feng deu à luz à sua criança já morta, e os trabalhadores deixaram o bebê sobre a cama de Feng no hospital. Esta foto, subida a uma popular rede social do país por seu marido, foi a que se disseminou por todo mundo, provocando o rechaço global à política do filho único na China.

Feng Jianmei foi obrigada a abortar seu segundo bebê porque não pôde pagar a tempo os 40 mil yuanes (6 200 dólares) que é multa do governo para  os casais que têm mais de um filho.

Conforme disse à imprensa, Feng se mudou a outra lugar, tanto para conseguir adequado tratamento médico, como para evadir lembranças traumáticas de seu antigo lar.

“Pensei que se trocava o ambiente em que vivia, meu humor melhoraria. Logo depois de que fui à província do Jiangsu, senti-me muito melhor. Antes, quando me reconheciam, sempre recordava o aborto forçado… Tinha um sentimento muito incômodo”, assinalou.

Conforme relatou, Feng ainda carrega sequelas médicas do aborto e visita continuamente o hospital.

Feng indicou que “ainda tenho alguns problemas com meu corpo, ainda estou em processo de cura. Também tomo remédios todos os dias”.

A pesar do compromisso inicial do governo local por cobrir os custos médicos da sua recuperação após o aborto forçado, este não foi cumprido até a data. Até o momento, as duas cirurgias pelas que passou, custaram-lhe ao redor de 1 700 dólares.

Feng assegurou que “falaram-me sobre um reembolso ao começo, mas nunca mais o mencionaram”.

Para o Feng, apesar de que muitas autoridades governamentais locais perderam seu trabalho e ela obteve uma compensação econômica, “não há um verdadeiro ganhador neste caso”.

Feng assegurou que ela e seu marido “fomos os que mais perdemos. Perdemos um bebê”.

“Espero que possa me recuperar logo, para que meu marido e eu não tenhamos que viver em lugares diferentes. Espero que ele possa encontrar um trabalho estável e possamos começar a vida de novo”, manifestou.

O marido de Feng trabalha atualmente em uma fábrica de cimento, e não se atreve a falara com a imprensa por temor de perder seu trabalho.

Brian Lee, diretor executivo da ONG All Girls Allowed, organização que combate o aborto seletivo contra mulheres na China, assinalou que as declarações de Feng “mostram realmente quão devastadora é a promoção brutal da política do filho único”.

A entrevista a Feng, disse Lee, “põe à luz do dia que as autoridades locais, apesar das desculpas públicas do ano passado, estão ainda mais preocupadas com limpar a imagem que por restituir uma família aos quais causaram o mal em uma das piores forma que se possa imaginar”.

Lee exigiu que as autoridades ajudem e não ameacem a família de Feng, pois “eles se limparão o rosto quando honrarem Feng Jianmei e Deng Jiyuan”.

“Eles um dia terão que prestar conta dos seus atos diante do trono de Deus; rezamos para que eles se arrependam e deem à senhora Feng o que merece por direito”, disse.

Ele indicou que “também pedimos ao presidente XI Jinping que tome ações contra este ato de corrupção, como parte de seu compromisso de acabar com este mal”.

“Mas, há esperança”, disse, pois “temos um Deus que é maior que esta situação trágica. Acreditam que Ele levará cura e justiça à senhora Feng, e rezamos para que esse dia chegue logo”.

Bebês que sobrevivem ao aborto – Lifenews incansável na denúncia do horror que é o aborto

14/02/2013

criancaum

crianca dois

O Bebê de 12 semanas fazendo sinal de positivo

09/02/2013

Letter From 12-Week-Old Unborn Baby: Please Don’t Abort Me

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http://www.lifenews.com/2012/02/08/letter-from-12-week-old-unborn-baby-please-dont-abort-me/

by Adam Cassandra | Washington, DC | LifeNews.com | 2/8/12 11:57 AM

In New York, abortion of an unborn child after the 24th week of pregnancy is defined as homicide, but prior to that the killing of such a child is legal. This beautiful letter is another creative and truthful attempt to encourage our nation’s leaders to recognize that abortion is not a human right, but rather, ends an innocent human life.

That letter, written from the perspective of the 12-week old baby in the womb, is shared with you below:

Dear Member of the NY State Senate or Assembly:

 

I am not a blob of tissue to be disposed of. When I became a zygote at fertilization, I was already composed of 39,000 genes made up of 3.2 billion base pair sequences. Hard to believe, I know, but it’s scientifically true! These detailed directions for my development have been compared to the amount of information found in two hundred New York City phone books.

After this beginning, I worked actively to prevent any other sperm from fertilizing the same egg, and on my own impetus took a journey down the fallopian tube to implant upon my mother’s uterus.

At 5 weeks, my cerebral cortex was developing, and well before I reached 12 weeks my brain was functioning. I was already responding to stimuli.

So how can you allow me to be tortured? Shouldn’t you be working to protect me from suffering? Why allow me to be torn limb from limb?

At 12 weeks, I am not merely a design for a house yet to be built, I am already “a tiny house that constructs itself larger and more complex through its active self-development towards maturity” (Patrick Lee). If I live and grow to maturity, this growth will not involve a change in my identity or substance, only the development of what’s already there.

I am not a “potential” child, but a real child. Take a good look at the image of me that you received. My mother cannot “choose” to have a child – she already has one! Her only “choice” is whether or not to let me live.

Size has nothing to do with human rights. The sun may be vast in size, but it can’t think or love. It is only matter. It will never be part of an American family and community, nor will it ever serve my country. It will never ponder the mystery of life and the beauty of the night-skies, nor will it ever be able to conceive of the universe or meditate on Scripture.

Small as I am at 12 weeks, I can say that I am more precious than that huge and majestic sun, because I am made in the image of God, the One who created the sun, the night skies and the universe. All those things will pass away, but I am made for eternity.”

LifeNews.com Note:  Reprinted with permission from Human Life International’s  Truth and Charityforum. Adam Cassandra is a Communications Specialist at Human Life International.

78% das grávidas que fazem ultrassom desistem de abortar

07/02/2013

http://www.lifenews.com/2013/02/07/78-of-pregnant-women-seeing-an-ultrasound-reject-abortions/

Marcha anti aborto Washington DC 25 de janeiro de 2013

31/01/2013

Marcha anti aborto Washington DC 25 de janeiro de 2013

Hoje a Marcha Contra o Aborto e pela Vida em Washington-DC – Papa pede apoio de todos ao Pro Life

25/01/2013
LifeNews.com
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Hundreds of Thousands Gather for Record-Breaking March for Life

by Steven Ertelt | Washington, DC | LifeNews.com | 1/25/13 1:07 PM

More than 500,000 people are attending today’s March for Life in a massive attendance that could be well higher than that estimate and set records for the annual pro-life event challenging the mantra of unlimited abortion.Typically held on the anniversary of the Roe v. Wade decision that allowed virtually unlimited abortions at any point in pregnancy for any reason, the march for Life typically sees anywhere from 250,000 to 500,000 people lining the streets towards the Supreme Court building.

 

The huge crowd is expected to exceed last year’s 400,000 participants as they mark the 40th anniversary of the Roe v. Wade decision that, along with an accompanying ruling in Doe v. Bolton, allowed abortion on demand in all 50 states.

The official theme of this year’s march is “40 = 55M,” an equation meant to remember the enormous toll on human life that has resulted in nearly 56 million people losing their lives.

Sarah Torre of the DeVos Center for Religion and Civil Society at The Heritage Foundation, talked about the meaning of this year’s March for Life.

“Like many annual March for Life events before it, there will likely also be smaller groups of counter-protests by abortion advocates holding signs and chanting slogans championing the ethic of Roe that pledges unwavering allegiance to a right of abortion-on-demand, for any reason. But those now-tired slogans are no longer able to convince a new generation that denying life to some will lead to a more just society and freedom for others,” she said.

She continued, “It is a simple witness by a tireless pro-life movement over the past 40 years that has reoriented the hearts and minds of an entire generation toward the dignity and worth of every individual—born or yet to be. Despite obstacles, the pro-life movement has achieved notable victories in public opinion, law, and culture.”

Torre said, “Today, roughly half of Americans now identify themselves as “pro-life,” including many of the millennial generation who will make up the crowds at today’s march.”

“As the March for Life draws to a close and Americans look to yet another year under the waning, yet still deadly ethic of Roe, there remains hope that government will one day soon return to a deeper respect of the principles that founded and sustain America by ensuring the basic rights of liberty and life to everyone—including those yet to be born,” she said.

 

As hundreds of thousands of right-to-life activists march up Capitol Hill today to the U.S. Supreme Court to commemorate the 40th anniversary of Roe v. Wade, many carry the iconic “STOP ABORTION NOW!” signs distributed by National Right to Life.

“The right-to-life movement remains more committed than ever to protecting unborn children and providing compassionate, life-affirming alternatives to their mothers,” observed National Right to Life President Carol Tobias. “What profoundly scares abortion supporters gives us enormous confidence in the future: young people are more and more pro-life.”

“Our movement is re-energized and renewed every year when we see the March for Life and the rallies and marches held by our state affiliates featuring younger and younger participants,” Tobias added.

40 anos de aborto totalmente livre nos Eua – 22 janeiro de 1973

22/01/2013

55,772,015 Abortions in America Since Roe vs. Wade in 1973

by Steven Ertelt | Washington, DC | LifeNews.com | 1/18/13 1:13 PM

The United States marks 40 years of legalized abortion in all fifty states at any time for any reason throughout pregnancy on January 22nd, the anniversary of the Roe v. Wade Supreme Court decision. Since that time, there have been approximately 55,772,015 abortions that have destroyed the lives of unborn children.

An estimate published by the National Right to Life Committee this time in 2011 indicated there have been an estimated 54,559,615 abortions since the Supreme Court handed down its 1973 Roe vs. Wade decision allowing virtually unlimited abortions.

In the document, “Abortion Statistics: United States Data and Trends,” NRLC education director Dr. Randall K. O’Bannon estimates that there have been 54,559,615 abortions since 1973 based on data from both the Centers for Disease Control and the pro-abortion Guttmacher Institute, a former Planned Parenthood research arm.

Guttmacher receives numbers directly from abortion centers themselves and is the prime source for more current figures because the Centers for Disease Control has never tabulated accurate numbers of abortions.

The CDC relies on figures from state health departments, some of which rely on voluntary reporting — and it hasn’t had data from some states such as California and New Hampshire for more than a decade.

“Because of these different methods of data collection, GI has consistently obtained higher counts than the CDC. CDC researchers have admitted it probably undercounts the total number of abortions because reporting laws vary from state to state and some abortionists probably do not report or under-report the abortions they perform,” O’Bannon says.

The number means there are more than 3,300 abortions daily and 137 abortions per hour every hour in the United States. Translated another way, an abortion is done about every 30 seconds in the United States.

The analysis also found that the best estimate for the current number of annual abortions in the United States — involving both the surgical abortion procedure as well as the dangerous abortion drug RU 486 — is 1.2 million.

Adding another year of 1.2 million abortions to the 2011 total National Right to Life estimated based on Guttmacher and CDC figures, and America has seen 55,772.015 abortions since Roe v. Wade.

The number of total abortions in the United States overall is higher because some states, such as California, New York, and Colorado, legalized abortions prior to Roe. Those pre-Roe abortion figures are difficult to obtain — though some estimate at least one million abortions may have occurred in these states in the late 1960s and early 1970s.

The good news for pro-life advocates is that abortions are on the decline. Abortions fell five percent nationwide in 2009, according to the most recent information from the CDC, the biggest drop in 10 years.

The NRLC analysis shows abortion numbers rising in the 1970s and, in the 1980s, abortion eventually mainstreamed itself to the point that about 1.55 million abortions were done annually until the early 1990s. At that point, as crisis pregnancy centers began turning the corner with the use of ultrasounds, pro-life state legislation began to take hold and the Internet allowed the pro-life perspective to flourish, abortions began to decline.

The partial-birth abortion ban and the use of 3-D and 4-D ultrasounds is also credited.

“After reaching a high of over 1.6 million in 1990, the number of abortions annually performed in the U.S. has dropped back to levels not seen since the late 1970s,” NRLC says.

The Guttmacher Institute’s most recent abortion figures, from 2005, confirm the downward trend from a high of 1.6 million abortions in 1990 to 1.2 million that year. Without any hard figures in the last few years, NRLC estimates the number of abortions from 2006 to today at the same rate of 1.2 million that GI reported.

To calculate the overall number of abortions, NRLC includes the hard figures from 1973-2005, the estimates for the last few years and also includes the Guttmacher Institute’s admission that its own figures are likely about three percent lower than the actual totals because of potential errors in reporting.

“Abortion has taken a terrible toll on America. We’ve now lost more than 54 million of our sons, daughters, friends, and neighbors and we are a much poorer nation for it,” O’Bannon said.

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40 anos da liberação do aborto nos Eua coincide com a segunda posse de Obama

19/01/2013

‎40 anos da liberação do aborto nos Eua coincide com a segunda posse de Obama;

Liberado há exatos 40 anos, o Aborto nos Eua causou a morte de 55,772,015 crianças.

Abortions in America Since Roe vs. Wade in 1973

http://www.law.cornell.edu/supct/html/historics/USSC_CR_0410_0113_ZS.html

A decisão da Suprema Corte que custou a morte de 55,772,015 milhões de crianças:

O sujeito que foi obrigado a mentir dizendo que fora violência sexual e foi o pivô de tudo, hoje é pro life:

Syllabus

SUPREME COURT OF THE UNITED STATES


410 U.S. 113

Roe v. Wade

APPEAL FROM THE UNITED STATES DISTRICT COURT FOR THE NORTHERN DISTRICT OF TEXAS


No. 70-18 Argued: December 13, 1971 — Decided: January 22, 1973


A pregnant single woman (Roe) brought a class action challenging the constitutionality of the Texas criminal abortion laws, which proscribe procuring or attempting an abortion except on medical advice for the purpose of saving the mother’s life. A licensed physician (Hallford), who had two state abortion prosecutions pending against him, was permitted to intervene. A childless married couple (the Does), the wife not being pregnant, separately attacked the laws, basing alleged injury on the future possibilities of contraceptive failure, pregnancy, unpreparedness for parenthood, and impairment of the wife’s health. A three-judge District Court, which consolidated the actions, held that Roe and Hallford, and members of their classes, had standing to sue and presented justiciable controversies. Ruling that declaratory, though not injunctive, relief was warranted, the court declared the abortion statutes void as vague and overbroadly infringing those plaintiffs’ Ninth and Fourteenth Amendment rights. The court ruled the Does’ complaint not justiciable. Appellants directly appealed to this Court on the injunctive rulings, and appellee cross-appealed from the District Court’s grant of declaratory relief to Roe and Hallford.

Held:

1. While 28 U.S.C. § 1253 authorizes no direct appeal to this Court from the grant or denial of declaratory relief alone, review is not foreclosed when the case is properly before the Court on appeal from specific denial of injunctive relief and the arguments as to both injunctive and declaratory relief are necessarily identical. P. 123.

2. Roe has standing to sue; the Does and Hallford do not. Pp. 123-129.

(a) Contrary to appellee’s contention, the natural termination of Roe’s pregnancy did not moot her suit. Litigation involving pregnancy, which is “capable of repetition, yet evading review,” is an exception to the usual federal rule that an actual controversy [p114] must exist at review stages, and not simply when the action is initiated. Pp. 124-125.

(b) The District Court correctly refused injunctive, but erred in granting declaratory, relief to Hallford, who alleged no federally protected right not assertable as a defense against the good faith state prosecutions pending against him. Samuels v. Mackell, 401 U.S. 66. Pp. 125-127.

(c) The Does’ complaint, based as it is on contingencies, any one or more of which may not occur, is too speculative to present an actual case or controversy. Pp. 127-129.

3. State criminal abortion laws, like those involved here, that except from criminality only a life-saving procedure on the mother’s behalf without regard to the stage of her pregnancy and other interests involved violate the Due Process Clause of the Fourteenth Amendment, which protects against state action the right to privacy, including a woman’s qualified right to terminate her pregnancy. Though the State cannot override that right, it has legitimate interests in protecting both the pregnant woman’s health and the potentiality of human life, each of which interests grows and reaches a “compelling” point at various stages of the woman’s approach to term. Pp. 147-164.

(a) For the stage prior to approximately the end of the first trimester, the abortion decision and its effectuation must be left to the medical judgment of the pregnant woman’s attending physician. Pp. 163, 164.

(b) For the stage subsequent to approximately the end of the first trimester, the State, in promoting its interest in the health of the mother, may, if it chooses, regulate the abortion procedure in ways that are reasonably related to maternal health. Pp. 163, 164.

(c) For the stage subsequent to viability the State, in promoting its interest in the potentiality of human life, may, if it chooses, regulate, and even proscribe, abortion except where necessary, in appropriate medical judgment, for the preservation of the life or health of the mother. Pp. 163-164; 164-165.

4. The State may define the term “physician” to mean only a physician currently licensed by the State, and may proscribe any abortion by a person who is not a physician as so defined. P. 165.

5. It is unnecessary to decide the injunctive relief issue, since the Texas authorities will doubtless fully recognize the Court’s ruling [p115] that the Texas criminal abortion statutes are unconstitutional. P. 166.

BLACKMUN, J., delivered the opinion of the Court, in which BURGER, C.J., and DOUGLAS, BRENNAN, STEWART, MARSHALL, and POWELL, JJ., joined. BURGER, C.J., post, p. 207, DOUGLAS, J., post, p. 209, and STEWART, J., post, p. 167, filed concurring opinions. WHITE, J., filed a dissenting opinion, in which REHNQUIST, J., joined, post, p. 221. REHNQUIST, J., filed a dissenting opinion,post, p. 171. [p116]

Elas disseram não ao aborto – Obama quer obrigar todo médico e enfermeira a abortar, mesmos aqueles que acreditam em Deus

23/12/2012

http://www.lifenews.com/2012/12/17/they-said-no-when-12-nurses-refused-to-do-abortions/

 

They Said NO: When 12 Nurses Refused to Do Abortions

by Alliance Defending Freedom | Washington, DC | LifeNews.com | 12/17/12 6:25 PM

National

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Nurses in a big city hospital never know what a day’s shift will bring – straightforward cases or medical miracles, major crises or minor first aid. Whatever her station, whatever the duty of the moment, a nurse tries to ready herself for anything. But some things, you just can’t see coming.

It was Beryl Otieno Ngoje’s turn to work the desk in the Same Day Surgery Unit at the University of Medicine and Dentistry of New Jersey (UMDNJ), in Newark. She was busy with the usual administrative duties – filing charts, handing out forms to the patients, answering visitors’ questions – when another nurse hurried up beside her.

“Oh, something just happened, you won’t believe it,” the woman said, visibly excited. “I have it in my hand.” She held up a clenched fist, palm up. “I have it in my hand,” she said again.

“What do you have in your hand?” Beryl asked, bemused at the woman’s demeanor.

“Do you want to see?”

“Yes,” Beryl said – and instantly regretted it.

The other nurse opened her hand to reveal the tiny, tiny form of a baby, just aborted.

“I felt like somebody had just hit me with something in my face,” Beryl remembers.

She began to cry, to the consternation of her coworker.

“I’m sorry – I didn’t know you were going to react like that,” the woman said.

It was a moment that seared Beryl’s soul and haunted her memory, and it would come back often, in the days ahead. For the other nurse was not just a co-worker, but her manager… with the power to hold not just an unborn baby, but Beryl’s career in the palm of her hand.

The dozen-or-so nurses of the UMDNJ Same Day Surgery Unit – like nurses at any other hospital – are a lively mixture of backgrounds and personalities. Beryl, a native of Kenya, is a quiet ICU specialist who’s been with the hospital for over 15 years. Fe Esperanza Racpan Vinoya, a veteran of the ER and ICU, is from the Philippines, and speaks with cheerful delight about her love for music and for her church. Lorna Mendoza has been a nurse for 25 years, at University for more than a dozen, and takes both her work and her Christian faith very seriously.

“We high-five each other,” Beryl says, “Most of us are there 12 hours, and that is a good portion of your day. It is important that you get along and feel relaxed and free.”

Because: “you get to socialize a lot,” Fe says. “You’re less busy here than in the ER.”

The nurses of Fe’s unit are responsible for monitoring, medicating, and placating patients going into and coming out of surgery. That means a lot of bedside comfort, encouragement, and interaction with both patients and their families, so conversations between coworkers tend to be quick exchanges in the hallway or on break. What the nurses share, more than close friendship, is delight in and commitment to a job they love.

“It’s a noble job,” says Fe. “Very fulfilling… a healing profession. Everything you do for the patient just makes them feel better, and satisfies my entire being, because I’ve helped someone.”

“A lot of people don’t realize… we usually see somebody at their worst,” Beryl says. “They’re not perky, happy – they’re ailing and hurting. They just want somebody to be there. I can make a difference. I can help in whatever little way. I find that very gratifying.”

All operations on this unit are elective – that is, the patient chooses to have a specific procedure done: a tonsillectomy, a hernia repair, the removal of cataracts. And, sometimes, an abortion.

Not the kind of abortion where the mother’s life is in danger, Beryl says. “They just choose to end it. These are people who go to the doctor and say, ‘Look, I don’t want this pregnancy.’ The age range is mostly teenagers – 13-, 14- and 15-year-olds – and a lot of times, they come back.”

“To some, it’s like contraception,” Fe says. “Five or six times, you see them there.”

“I always tell them, ‘I’ll be praying for you, and I hope that this is the last time I’ll see you doing this kind of procedure.’”

If she ends up talking to those patients, she says, “I always tell them, ‘I’ll be praying for you, and I hope that this is the last time I’ll see you doing this kind of procedure.’ I can see in their faces how guilty they feel, the guilt in their hearts.” Many say, “Yes, definitely this is my last time.”

And yet, so often, they come back.

Fe knows, all too well, about that guilt in their eyes. Twenty years ago – still new to America, still learning the language and culture, just getting the hang of her first nursing job – she found she was pregnant. But her doctor said the number of rubella antibodies in her blood was too low, and posed far too great a risk for the baby. He urged her to get a therapeutic abortion.

Fe and her husband pressed the doctor repeatedly – was this absolutely necessary? He assured them it was, and, out of their depth in a new country, they didn’t realize they had any choice. Fe soon found herself in a clinic, surrounded by half-a-hundred teenagers, all waiting their turn to abbreviate the life in their wombs. Fe sat with her husband and sister.

“We were the only ones crying,” she says.

Right up until the moment of the procedure itself, Fe was on the phone with her doctors, trying to get their okay not to end her baby’s life. But her pediatrician and the specialist were adamant, and she went through with what they told her to do. The decision has troubled her ever since.

“I wasn’t able to sleep for a long time,” she says. “It took me years to just feel that, okay, it’s done. I asked for forgiveness. The Lord knows my heart, that I didn’t want to have that happen.”

Within a year, Fe was pregnant again. She is now the mother of three… yet her thoughts linger, sometimes, on the one she lost. The experience makes it that much harder, she says, to watch the young teenagers come through to eliminate a child just because it might complicate their lives. She knows how their hearts will be haunted in ways they can’t imagine now.

Which is why she was horrified to learn that she was being ordered to help with their abortions.

The change came in September of 2011, with the news that a peer was being promoted. Though employed in the same unit as Fe, Beryl and the rest, this particular nurse had long been assigned to a special team that carried out the abortions without any involvement or assistance from other nurses on the Same Day Surgery floor. The abortion team had always drawn its staff from nurses who had expressed no qualms about helping end a child’s life.

Promoted from that team to a supervisory position over all the nurses, the new assistant manager announced that – since she and others had to help with abortions – she saw no reason why every nurse shouldn’t help. Hospital officials agreed, and passed a new, mandatory policy to make it so. The assistant manager quickly set up a training program that would give each nurse on the unit hands-on experience in how to assist with and clean up after abortions.

“As long as you work here,” she told the 12 nurses who openly protested, “you’re going to have to do it. If you don’t, you’re going to be fired or transferred out.”

“We were all shocked,” Fe says. “All these years I’ve been a nurse, I was never told to help kill children.”

But the managers remained adamant. Hospital administrators supported them. When the nurses brought up a long-standing, in-writing agreement exempting them from taking part in abortions apart from a medical emergency, officials told them “an emergency” would hereafter be defined as any situation in which the patient was “bleeding.” And every birth involves bleeding.

“I knew we were going to lose our jobs,” says Lorna, who, at one point, amid the flurry of discussions with the managers, was asked to provide a patient with a bedpan. Retrieving it, she found an aborted baby inside. Horrified and sobbing, she called for help, telling the manager who responded, “I don’t know what to do with this. I can’t do this.” She soon found herself in the office of the vice president of nursing, where she was accused of refusing to help patients and threatened with termination. She wasn’t the only one called in.

“Our jobs were hanging by a string,” Beryl says. “We were like, ‘All right. If they’re going to fire all 12 of us, fine. But this is against what we believe God wants us to do.’ We didn’t come into this profession to do [abortions]. We told them we weren’t comfortable with it and didn’t feel they should force us. And if that meant our jobs, well… God was going to provide.”

When even their own union declined to help them, Fe wrote a letter to hospital officials saying that she and her coworkers would not participate in abortions. She passed it around for the other nurses; 15 signed it. She gave the letter to her manager, who took it to the director of nursing.. Response was swift. A meeting was called for the next day, with each of the signing nurses, the labor board, a union official, the managers, and “an expert on ethics” scheduled to be on hand.

The day of that announcement, Pastor Terry Smith, of Life Christian Church in West Orange, New Jersey, returned from a trip. A staff member told him that one of his parishioners – Fe – had called, shared what was happening at the hospital, and asked for advice. The pastor immediately phoned Len Deo, president of the New Jersey Family Policy Council.

“I’ll be all over this,” said Deo, who hung up and called Alliance Defending Freedom. Shortly afterward, staff attorney Matt Bowman was on the phone with a local allied attorney, Demetrios Stratis, enlisting him to help defend the nurses. The two immediately called Fe.

“I remember… I was driving and speaking to them three-way,” says Fe, who had just been convincing herself the nurses’ case was hopeless. “I didn’t know a thing about conscience law – it was very, very new to me.” The two told her she had a legitimate case, and offered to defend her. Best of all, Stratis said he could be on hand for her meeting with the managers the next day.

“Is there a catch?” Fe asked. Visions of sky-high attorneys’ fees danced in her head.

“No catch,” Stratis said. “We’re pro bono lawyers.” Fe drove home in a daze.

Next morning, she met Stratis at the hospital entrance. She took him upstairs to the Same Day Surgery Unit and introduced him to the nurses on duty and others waiting for the meeting. Twelve of the 15 immediately agreed to have him and Bowman represent them in the case.

“A godsend,” Beryl says. “We had no idea which way to go. It was like something from heaven just dropped in our lap at the right time. It boosted our morale a lot.” It did considerably less for the morale of the nurse managers and others gathered for the meeting, who had not reckoned with the nurses hiring outside counsel.

“Who are you?” a manager asked Stratis.

“He’s our attorney, and he is going to speak on our behalf,” replied Fe. Everyone split into huddles – Stratis and the nurses in one room, administrators in another. After a few minutes, the nurse manager came to cancel the meeting, but not before Stratis made it clear that he would be defending “my clients’ legal right not to be forced to participate in terminating a pregnancy.”

“It was like we had been talking to a brick wall, and that brick wall just got smashed.”

“It was like we had been talking to a brick wall, and that brick wall just got smashed,” Fe says. “We were very happy after that. It gave us a sense of hope.”

Stratis and Bowman reminded hospital officials – face to face and in writing – that their new policy transgressed both state and federal laws that make it illegal to compel medical professionals to violate their conscience by forcing them to help with a non-emergency abortion. With their actions, the hospital was not only risking a lawsuit, but more than $60 million in federal funding. Still, administrators stubbornly contended that all abortions in the Same Day Surgery area – each scheduled weeks in advance – were “emergencies.”

“These surgeries are, by definition, elective, outpatient procedures,” Bowman says. “If they weren’t, the ER is just 30 seconds away.” Plus, he points out, “these are pre- and post-operative nurses. They’re not even supposed to be there for a surgery, whether it’s abortion or not.”

To get around that, he says, the abortion team “would give a woman a pill that induced labor, give it in the pre-op area, and leave her there. After a couple of hours, she’d start going into labor.” And now, she was outside the surgical area – in a section for which the 12 pro-life nurses were responsible.

With the hospital unwilling to budge, Alliance Defending Freedom filed suit on behalf of the 12 nurses to defend their legally protected right of conscience. Their managers, meanwhile, insisted on including the 12 in abortion training, which included interactions with abortion patients and handling dead babies. Three were forced to take part before the nurses enlisted Bowman and Stratis. Once hired, though, the two quickly obtained an injunction that prevented other nurses from having to undergo training the following day.

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One of the three forced to train did not quite accomplish, perhaps, what her managers had in mind. During her shift, a patient expressed reluctance to go through with the procedure. The nurse talked with her awhile, then – at her request – quietly brought in the woman’s husband. After a bit, the woman dressed and they left… having decided not to have the abortion.

For weeks, the 12 nurses worked in a decidedly tense environment. “It was scary,” Beryl says. “We prayed a lot. We came into work and stepped off the elevator and said, ‘God just let the day go by well, without incident’ – because we had our incidents. It was very, very uncomfortable.” The 12 drew strength, she says, from each other, from praying friends, and from their faith that, “Our God is greater than this.”

As a court date drew nearer, the hospital came up with another threat: if the 12 would not help with abortions, administrators would hire nurses who were willing to do so. Soon, officials intimated, there might not be work enough for everybody… in which cases those nurses willing to do anything might well enjoy greater job security than those only willing to do most things.

Amid all the tension, threats, and growing media coverage, the judge in the case stunned everyone by suddenly announcing, in a preliminary hearing, that a settlement had been reached.

“We had gotten everything [the 12 nurses] requested,” Stratis says. “We’d gotten the hospital to agree not to force them to perform these abortions. There would be no retaliatory measures against them, and they could feel free and sleep at night, knowing that the next day they would not have to be trained on the abortion process or help a woman kill an innocent child.”

“I was crying – really crying,” says Lorna, who heard the news from one of the other nurses. “And very thankful. The next day, I went to work, and all of us were hugging and very happy.”

“Before, I used to think that some prayers won’t be answered,” Fe says. “Sometimes, I’d feel very hopeless. But with this case, I saw how the Lord moves… providing the resources, the people who would help us out. It just strengthened my faith. I really thank God for Alliance Defending Freedom.”

“I’m not sure I know where we’d be today if it wasn’t for them, really,” Beryl says. “We were up against some really big guns, and Alliance Defending Freedom was determined to support us.”

“This case took an emotional toll on all of these nurses,” Stratis says. “To stand up, to be part of a lawsuit against their employer, is very, very hard to do. There was a lot at stake. Some were the sole breadwinners for their family. Being faced with termination of their job or standing up for their faith… that is a very, very difficult decision, especially in these economic times.”

But “I couldn’t do what they were asking me to do,” Beryl says. “I could not. You go against what you believe, what are you? What’s left? Just a shell of what you are.”

Spoken like a woman whose conscience is in good hands.

LifeNews Note: Reprinted by permission from Faith & Justice, a publication of Alliance Defending Freedom.

Cada mulher russa mata, em média, 7 filhos.

19/12/2012

Will Russia Recover From Its Massive Underpopulation Problems?

by Steven W. Mosher and Elizabeth Crnkovich | Moscow, Russia | LifeNews.com | 12/18/12 7:22 PM

What do you do when your country is dying, one coffin at a time? Well, if you are Russian President Vladimir Putin, you call upon Russian couples to be fruitful and multiply, and have at least three children.

It is hard to exaggerate the demographic straits that Mother Russia finds itself in. According to the projections of the UN Population Division–we are speaking here of the so-called “low variant,” historically the most accurate–the Russian population will shrink by more than 30 million by mid-century if current trends continue. The population will age rapidly, from an average age of 37.9 in 2010 to and average age of 49 by 2050. In other words, most Russians will be beyond their childbearing years, and Russia’s demographic fate will be sealed.

The economy will follow the population into the tank. No economy can thrive when a population is moribund, filling more coffins than cradles.

This is not the first time that Putin has urged his fellow citizens to be prolific. In fact, he has been working more than a decade to reverse his country’s demographic decline.

Back in 2005, Putin announced that Russian couples would receive the equivalent of $9,000 upon the birth of a second child or higher order child. While this baby bonus created a bump in the birth rate, the numbers of births have begun to level off again. Many couples have already reached their desired number of children, received their bonuses, and are aborting any subsequent children they conceive. Abortion is still occurring in epidemic proportions in Russia. The birth rate has remained slightly higher than before, but is still too low to offset population losses. Russia continues to lose several hundred thousands people a year.

Putin took the occasion of his annual State of the Nation address to issue a call for more children. “The three child family should become the norm in Russia,” he declared. Since the average Russian woman has only one child, this would mean a considerable increase in fertility. Along with encouraging Russian women to have more children, he said, Russia must also look for ways to support and help them once they have had the children.

Putin was vague about what this additional support might entail, but his administration is in discussions with pro-life and pro-family groups on this point.

For their part, hundreds of pro-life and pro-family organizations, together with large families and activists from all over the Russian Federation, are joining together into a National Parents Association (NPA).

The CEO of the fledgling NPA, Alexey Komov, says that “President Putin, in his inaugural address, gave a clear message to everyone: Three children must become the norm in Russia or the country will face a serious demographic challenge going forward. We at the NPA are promoting the natural family-a husband and wife and their natural or adoptive children–and are in dialogue with State authorities to define effective family and demographic policy.”

One major obstacle to raising the Russian birthrate is the prevalence of abortion.

The average Russian woman has seven abortions in her lifetime.

As long as society fails to recognize the value of human life, and wantonly destroys it in large numbers, it will be difficult to establish a new three-child norm. Abortion must cease being a way of life in Russia if her people are to survive.

Putin has given Russian families a tangible incentive, the baby bonus, to have children.

He and his administration are now attempting to shift cultural norms in favor of the three-child family.

But whether or not he succeeds will depend upon pro-life and pro-family advocates like Alexey Komov, and their efforts to turn Putin’s exhortations and financial support into a nationwide movement. On their success hinges the fate of the Russian people.

A Indústria do aborto no mundo: Como conseguir apoio ao Aborto:

10/11/2012