Archive for the ‘aborto’ Category

O que é aborto

05/04/2017

There will be no rest for the wicked who support the murder of pre-born human beings created in the Image of God.

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Also, King Jesus is not pleased with Christians that take up His Name in vain, refusing to love their pre-born neighbor in word and deed.

Silence in the face of evil is evil itself.

We must consider the victims of the Abortion Holocaust and ask ourselves, “What do the hands and feet of my moral outrage look like?”

Seleção artificial de purificação de raça – Crime contra a Humanidade e contra Deus

19/03/2017

Islandia: primer país sin nacimientos Síndrome de Down, el 100% son abortados

Juanjo Romero, el 15.03.17 a las 1:19 PM

Presentadora del tiempo Síndrome de Down en Francia

En Irlanda hay una apuesta decidida para impulsar el aborto. Para ir roturando el terreno se estableció en 2016 la Asamblea Ciudadana, un órgano consultivo, sucesora de la Convención Constitucional, que tiene como objetivo «producir» informes que después sean tratados en el Parlamento para modificaciones constitucionales.

La intervención del Dr. Peter McParland, obstetra del ‘National Maternity Hospital‘, dejó en estado de shock a los asistentes adelantándoles el «futuro» que espera a la isla de seguir el camino emprendido, acabarían como sus vecinos islandeses y soltó el dato:

En Islandia, todos los bebés –el 100% de los diagnosticados—con Síndrome de Down es abortado.

Es difícil apreciar el horror de esa afirmación: es el primer país que se jacta de ‘erradicar’ el Síndrome de Down: «no ha habido un solo nacimiento de bebé con Síndrome de Down en los últimos cinco años», apostilló el doctor.

No es que se haya encontrado una cura o un tratamiento, simplemente se les elimina. Dinamarca aprieta el paso, y pronostica que en 10 años conseguirá el mismo objetivo que Islandia. En USA el 85% (en estudios basados en casos hospitalarios o el 67% en media ponderada) y en el Reino Unido el 90% de los bebés diagnosticados con Síndrome de Down son abortados,

En España ya en 2008 el 95% era eliminado en el seno materno. En 1992,  el filósofo Julián Marías profetizó la gravedad:

Por esto me parece que la aceptación social del aborto es, sin excepción, lo más grave que ha acontecido en este siglo que se va acercando a su final

No es difícil imaginarse la «solución» a las consecuencias sociales de otros ‘problemas’ como la pobreza, la vejez, la enfermedad: eliminación del pobre, del anciano, del enfermo. Es pura coherencia. Aborto y eutanasia, también de niños pequeñitos si el problema no se detectó en el embarazo, son sólo dos herramientas.

Vivimos en tiempos en el que aparecen movimientos sociales y políticos que quieren salvar la «civilización occidental» en Europa y Norteamérica de la barbarie. ¿Civilización? Conmigo que no cuenten.

Dios quiera que a esas familias que se encuentran con la noticia de que su bebé tiene trisomía 21, les faciliten también la información que en 2011 publicó la ‘American Journal of Medical Genetics‘ dando cuenta cuenta del impacto en las familias de su hijo síndrome de Down.

No me resisto a volverla a publicar: el 99% de los síndrome de Down son felices con sus vidas.

El Dr. Brian G. Skotko coordinó el equipo que entrevistó a 2.400 padres sobre la relación con su hijo síndrome de Down, de los resultados puedo dar fe personalmente:

  • el 99% declaró que amaba a sus hijos,
  • el 97% que se sentían orgullosos de ellos,
  • el 79% que veían la vida de un modo mucho más positivo «por su culpa»,
  • el 5% se avergonzaba de ellos y
  • el 4% se arrepentía de haberlos tenido.

En un segundo estudio se entrevistó a los hermanos, 822, y la cosa va por la misma línea: casi todos los hermanos consideraban la relación con su hermano Síndrome de Down positiva y estimulante. El 88% de los hermanos mayores declaró que gracias a ellos eran mejores personas, más del 94% se sentían hermanos orgullosos. También puedo dar fe de ello.

Pero hay un tercer estudio más sugerente y sobre el que no había hablado; no quiero que me acusen de ocultar datos: qué opinan los propios síndrome de Down de sí mismos.

De las 284 personas con síndrome de Down mayores de 12 años que fueron encuestados, la autopercepción es:

  • casi el 99% indicó que son felices con sus vidas,
  • al 97% le gusta ser lo que son, y
  • el 96% le gusta cómo se veían.

En cuanto a las relaciones familiares, la otra cara de la misma moneda:

  • casi 99% de las personas con síndrome de Down expresa amor por sus familias, y
  • el 97% «adora» a sus hermanos y hermanas.

Los que tenéis hijos ya mayores os podéis hacer una idea de lo que representan estos números. Claro, que en este caso tengo que reconocer que hacen trampas, ¡¡es tan difícil no quererlos!!

Lo siento Islandia,  lo siento Dinamarca, lo siento España, lo siento… «civilización occidental».

Dia da Mulher para quem acha que homem brasileiro é cruel e desumano

14/03/2017

Mulher votou pela primeira vez no Brasil em 1928 no Rio Grande do Norte, 17 anos antes das mulheres francesas votarem pela primeira vez em 1945.

Pelo critério da crueldade, os homens franceses ganham.

E que dizer dos ingleses, onde as mulheres só votaram 850 anos depois de criada a Inglaterra em 1066?

Barraco de feminista

12/03/2017

MOÇA DECENTE MANDA RECADO PARA FEMINISTAS…

Toda feminista é uma vagabunda em potencial.
Tragam dois troféus para essa garota, pois se algum esquerdista roubar um, ela terá outro.
Gosta do conteúdo da Direita da Depressão?
Compartilha então, em breve novidades! 😀

Chocante apenas para quem acha que o Reino de Satanás não chegou ainda

10/03/2017

chocante

FIM DOS TEMPOS – Abortista dando aula em universidade cristã

25/02/2017

O Mackenzie e sua professora abortista

Julio Severo

A liberalização do aborto no Brasil foi discutida numa audiência no Senado Federal em 6 de agosto de 2015. Entre os debatedores estavam feministas pró-aborto.

A grande surpresa foi que o Senado fez a apresentação de uma delas como “Márcia Tiburi, professora de pós-graduação da Universidade Presbiteriana Mackenzie.” O Mackenzie é a instituição educacional calvinista mais elevada do Brasil.

A fala pró-aborto de Márcia, gravada pela TV Senado, começou dizendo que por onde viaja pelo Brasil todo em seu ativismo pró-aborto ela leva o nome Mackenzie com ela, frisando que ela não é a única no Mackenzie que é a favor do aborto. Para assistir à gravação da TV Senado, confira este link: https://youtu.be/DLxm7U0OEes

Na audiência, a professora do Mackenzie disse: “Vociferar contra o aborto é apenas um modo biopolítico de controlar a vida das mulheres… e sobretudo de angariar adeptos para causas autoritárias… O que se ganha e quem ganha com isso? Sacerdotes da fala antiabortista promovem o discurso com que se convencem as massas ignaras. Em um país de pessoas analfabetas, inclusive as mulheres, e de corrupção desmedida em termos morais, estão garantidos os votos, o dízimo e o consumo em geral. A legalização do aborto é portanto parte fundamental de um processo democrático socialmente responsável.”

Segundo o currículo dela, ela está ligada oficialmente ao Mackenzie desde 2008. Sua especialidade é dar aulas de filosofia e ética. Mas as palavras que ela vociferou contra a vida dos bebês em gestação no Senado demonstram exatamente o contrário: uma total falta de ética. Qualquer filosofia que despreza a vida mais inocente é um desprezo à própria ética.

Márcia, que em seu ativismo feminista pró-aborto é louvada até mesmo pelo Partido Comunista do Brasil, expõe sua falta de ética desde antes de 2008. Antes de se tornar professora do Mackenzie, ela defendeu o aborto no site oficial do Partido Comunista do Brasil. Se o contratante (Mackenzie-IPB) tivesse tido o cuidado de fazer uma averiguação básica, teria facilmente constatado, até mesmo por uma simples busca no Google, que estava contratando não uma simples e inocente professora, mas uma ativista radical sedenta do derramamento legal de sangue inocente.

Como, nesses 7 anos em que Márcia está no Mackenzie, não houve nenhum problema e escândalo? A contratada está diretamente ligada ao movimento de militância pró-aborto. O contratante está diretamente ligado à Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB).

A mera presença de Márcia como professora numa universidade evangélica é vitória para os abortistas e derrota para os evangélicos, que deveriam evangelizar, não contratar, propagandistas de assassinatos de bebês.

Quando Márcia escolheu como designação no Senado “professora do Mackenzie,” fatalmente comprometeu a instituição, que, por ser abertamente confessional (Universidade PRESBITERIANA Mackenzie), escolheu contratar uma professora que é militante feminista pró-aborto. O caso não é que ela merece ser demitida do Mackenzie. Ela nunca mereceu ser contratada.

A culpa não é dos contratados. É dos contratantes que escolhem muito mal seus candidatos de emprego.

Se Silas Malafaia ou um televangelista neopentecostal tivesse cometido o erro de contratar uma ativista feminista pró-aborto para uma de suas instituições confessionais, é certeza que os auto-proclamados apologetas calvinistas (“defensores da fé” e da “Sola Theologia”) estariam matando a pauladas os condenados e mandando-os para os quintos dos infernos.

No caso do Mackenzie e sua professora abortista, todos os apologetas calvinistas estão envoltos num silêncio sepulcral, como se tivessem sob juramentos monásticos de nunca fazer cobranças da universidade presbiteriana. Nesse escândalo, nenhuma abortista, ou quem a contratou, vai ser “queimado” na fogueira da Santa Inquisição Calvinista. Se fosse Malafaia, ele já teria virado cinzas na estaca de condenação.

Apesar disso, o Mackenzie divulgou no mesmo dia uma nota oficial que declara:

Nota de esclarecimento

06/08/2015 Chancelaria Reitoria

Em 6 de agosto de 2015, o reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie emitiu uma nota lida na Comissão de Direitos Humanos do Senado pelo deputado Leonardo Quintão aos participantes do debate cujo tema versava sobre o aborto. Abaixo, a íntegra do texto:

Exmo. Deputado Leonardo Quintão,

A Universidade Presbiteriana Mackenzie, com base em seus princípios e valores, repudia qualquer ato de atentado à vida e afirma que as posições expostas por seus professores são fruto da liberdade de expressão inerente ao ser humano e à vida intelectual. Por isso, reafirma a posição de sua entidade mantenedora, a Igreja Presbiteriana do Brasil, que repudia tanto a legalização do aborto, com exceção do aborto terapêutico, quando não há outro meio de salvar a vida da gestante, quanto o uso de anticoncepcionais abortivos.

Benedito Guimarães Aguiar Neto
Reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie

É evidente que o Mackenzie não tem culpa pelas posturas desequilibradas de seus professores. Mas uma instituição que se confessa evangélica não pode fazer uma triagem e contratar apenas professores moralmente hábeis e de acordo com princípios cristãos e éticos básicos? Está havendo tanta escassez de candidatos calvinistas competentes para cargos na instituição calvinista que foi necessário contratar uma promotora de assassinatos de bebês? Por que o Mackenzie não escolheu um calvinista pró-família? Não há, em toda a IPB, nenhum calvinista que possa, no lugar da abortista, dar aula de filosofia e ética no Mackenzie?

E agora o Mackenzie quer se desvincular da ativista contratada apelando, num aceno cinicamente democrático, para a defesa de um suposto “fruto da liberdade de expressão”?

Nesse ponto, estou chocado! Defesa do aborto é “liberdade de expressão”? E a defesa do Holocausto? E a defesa do nazismo? E defesa da Inquisição Católica, que massacrou milhares de judeus e protestantes?

Falta de ética é “liberdade de expressão”?

E se no lugar da professora abortista, o Mackenzie tivesse um Julio Severo que, na sua vida fora do Mackenzie, expressasse opiniões contra a heresia cessacionista, a Teologia da Missão Integral e a maçonaria? O Mackenzie defenderia então que as posturas de Julio Severo são “fruto da liberdade de expressão,” sem maiores traumas?

A nota do reitor do Mackenzie deixou claro que a Igreja Presbiteriana do Brasil “repudia a legalização do aborto, com exceção do aborto terapêutico.” Ele teve de citar a Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), pois a Universidade Presbiteriana Mackenzie está subordinada à IPB — tornando, de certa forma, a abortista Márcia estranhamente ligada à IPB.

Mas por que a IPB também não repudia o chamado aborto terapêutico? O Dr. Brian Clowes, em sua obra volumosa “The Facts of Life” (Os Fatos da Vida), diz:

Aborto terapêutico: A atual literatura médica iguala “aborto legal” com “aborto terapêutico.” A definição da palavra “terapêutico,” porém, significa “tratamento de doença.” O uso de “terapêutico” é outra tentativa pró-aborto de sanear um ato repugnante, e também sugere que a gravidez é uma doença — uma declaração que muitos abortista fazem diretamente.

O Dr. Roy Heffernan da Escola de Medicina da Universidade Tufts disse que “Qualquer um que realize um aborto terapêutico ignora os métodos médicos modernos ou não quer gastar tempo e esforço para aplicá-los.”

Se o Mackenzie estiver de fato tão cheio de ativistas de mentalidade semelhante à mentalidade de Márcia Tiburi, conforme ela mesma alegou no Senado, vou receber uma enxurrada de vaias e resmungos deles. E talvez até processos. Mal posso esperar as manchetes: “Professores Pró-Aborto da Universidade Presbiteriana Mackenzie Processam Ativista Pró-Vida Julio Severo!”

Seja como for, nenhuma instituição que se confessa cristã é obrigada a contratar militantes feministas cuja falta de ética as leve a defender o massacre legal de bebês em gestação. Se o fizerem, têm de arcar com as consequências do mau testemunho cristão.

Versão em inglês deste artigo: Mackenzie Presbyterian University and Its Pro-Abortion Professor

Fonte: www.juliosevero.com

VACINAS DE ABORTO A VERDADE ESCONDIDA – Reproduza, divulgue, COMPARTILHE, denuncie

19/02/2017

VACINAS DE ABORTO

A VERDADE ESCONDIDA

DO SITE DO JÚLIO SEVERO

Por mais de trinta anos, as indústrias farmacêuticas vêm produzindo vacinas derivadas de tecidos de bebês abortados, um fato que foi revelado quando vários artigos foram publicados sobre a moralidade de se usar essas vacinas. À medida que essas informações se tornaram amplamente conhecidas, um número crescente de médicos e pais muito preocupados com as questões éticas envolvidas escolheu se abster de usá-las ou dispensá-las. Os fatos são tanto assustadores quanto inquietantes.

Durante a epidemia de rubéola de 1964, alguns médicos aconselharam mães grávidas infectadas pela rubéola a abortar seus filhos, assustando-as com a possibilidade de que eles pudessem nascer com defeitos congênitos. Os pesquisadores começaram a colher o tecido fetal vivo, e no 27º bebê abortado eles acharam o vírus ativo. O vírus foi extraído do rim e classificado como RA/27/3, onde R significa Rubéola, A significa Aborto, 27 significa 27º feto abortado para o estudo deles, 3 significa terceiro tecido retirado de feto abortado e colocado numa cultura. Esse vírus foi então cultivado no tecido pulmonar de outro bebê abortado, WI-38. Extraiu-se o WI-38 (que significa Wistar Institute 38) do tecido pulmonar de uma menina intencionalmente abortada na Suécia no terceiro mês de gestação. Antes de se aperfeiçoar o uso de WI-38, houve pelo menos 19 outros abortos registrados usados nessas pesquisas.

Depois da liderança dos EUA, 10 anos mais tarde cientistas da Grã-Bretanha desenvolveram a MRC-5, extraída do tecido pulmonar de um menino abortado com três meses e meio de gestação. Essas duas linhas de células fetais são utilizadas continuamente para cultivar as variantes enfraquecidas do vírus de várias doenças para se produzir vacinas.

Tendências atuais

Pelo fato de que recebem aceitação pública pelas atuais vacinas, as indústrias farmacêuticas utilizam fontes existentes e novas de bebês abortados para o desenvolvimento de vacinas. A fonte mais recente é a nova linha de células fetais PER C6, criada pela indústria farmacêutica holandesa Crucell. Essa linha de células usa o tecido da retina de um bebê de 4 meses e meio de gestação, criado especificamente para o desenvolvimento de vacinas.

Uma escolha e uma obrigação moral

É importante lembrar que, exatamente como as terapias de células tronco adultas (que são uma alternativa viável ao uso de embriões humanos destruídos), pode-se fazer vacinas a partir de fontes éticas. Contudo, o uso das atuais vacinas contaminadas é justificado para a realização de mais pesquisas imorais. Até mesmo importantes autoridades justificam o financiamento de pesquisas de células tronco embrionárias usando a vacina de catapora como precedente, alegando que os embriões, como os bebês abortados, já haviam sido destruídos. Mas em ambos os casos, seres humanos foram insensivelmente mortos para propósitos de pesquisas. A menos que demonstremos que não toleraremos tal exploração de bebês em gestação, a exploração irá piorar.

Vacinas americanas de linhas de células de bebês abortados e alternativas éticas

Doença Nome da vacina Fabricante Linha de célula (Fetal) Versão Ética Fabricante Linha de célula (Não fetal)
Catapora Varivax Merck & Co. WI-38, MRC-5 Não há Não disponível Não disponível
Hepatite A Vaqta

Havrix

Merck & Co
GSK
MRC-5

MRC-5

Aimmungen
Não disponível nos EUA
Kaketsuken

(Japão & Europa)

Vero (macaco)
Hepatite A & B Twinrix GSK MRC-5 Engerix (somente Hepatite B)

Comvax (somente Hepatite B)

GSK

Merck

Levedura

Levedura

Tríplice: Sarampo, Caxumba, Rubéola MMR II Merck & Co RA273, WI-38 Não há Não disponível Não disponível
Sarampo-Rubéola MR VAX Merck & Co. RA273, WI-38 Attenuvax – Sarampo Merck Embrião de pintinho
Caxumba-Rubéola Biavax II Merck & Co. RA273, WI-38 Mumpsvax – Caxumba Merck Embrião de pintinho
Rubéola Meruvax II Merck & Co. RA273, WI-38 Takahashi

Não disponível nos EUA

Kitasato Institute

(Japão & Europa)

Coelho
Tríplice + Sarampo ProQuad Merck & Co. RA273, WI-38, MRC-5 Não há Não disponível Não disponível
Pólio Poliovax Sanofi Pasteur MRC-5 IPOL Sanofi Pasteur Vero (macaco)
Raiva Imovax Sanofi Pasteur MRC-5 RabAvert Chiron Embrião de pintinho
Artrite Ósteo-Reumatóide Enbrel Immunex WI-26 VA4 Synvisc Genzyme Bio. Não há
Sepsia Xigris Eli Lilly HEK-293 Pergunte a seu médico Não disponível Não disponível
Herpes-zóster Zostavax Merck & Co. WI-38, MRC-5 Não há Não disponível Não disponível
Sob desenvolvimento: Ébola TBA Crucell/NIH PER C6 Não há Não disponível Não disponível
Sob desenvolvimento: Gripe,

Gripe Aviária

TBA MedImmune

Vaxin, Sanofi

PER C6,

HEK-293

FluVirin, Flu Shield

Flu Zone, Flu Blok

Chiron, Wyeth

Sanofi ,Protein Sci

Embrião de pintinho Lagarta
Nova: HIV TBA Merck PER C6 Não há Não disponível Não disponível
Nova: Varíola Acambis 1000 Acambis MRC-5 ACAM2000

MVA3000

Acambis/Baxter Vero (macaco)

Embrião de pintinho

Nota: Se a vacina que você está questionando não está nessa lista, provavelmente não utiliza linhas de células de bebês abortados.

Como você pode ajudar?

Peça que seu médico só encomende vacinas de alternativas éticas, que não estejam contaminadas com células de bebês abortados.

Apóie leis que dêem aos cidadãos o direito de se informar e escolher em questões envolvendo vacinas de bebês abortados.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: http://www.cogforlife.org 

Razões profundas da simpatia do Politicamente Correto pelas aberrações da Índia – O Aborto devido ao ódio à crianças do Sexo Feminino

26/06/2014

Não é só matar a criança porque não quer ter filho:

Agora é porque não quer filha.

Volunteers in India Go Undercover to Stop Illegal Sex-Selection Abortions

India (LiveActionNews) — In 1994, a federal law called the Pre-Conception Pre-Natal Diagnostic Technique Act, was passed in India to ban sex-selective abortions.

Due to the terminations of an alarming number of baby girls, the ratio in India has dropped to 888 women for every 1000 men.

But families throughout the country are still going through with aborting their unborn daughters, and the doctors who perform the procedures are defying the law.

According to WomensENews, prior to 2010, in the state of Rajasthan, 54 sex-selective abortion cases had been filed under the sex-selective abortion law.

But by July of 2012, the number of cases had jumped to 562.

indiana

. Twenty-three doctors have lost their licenses and the state has filed charges against 153 medical practitioners. This is thanks to pregnant volunteers who are going undercover to expose the illegal sex-selective abortion doctors.

Each of the volunteers visits a clinic for an ultrasound, telling the doctor that she wants to terminate the pregnancy if the baby is a girl. When the doctor or practitioner agrees, the women call in the team from the state who arrest the doctor. The women are then key witnesses in the court hearings against the abortionists.

These women are taking a huge risk by volunteering. In the time between the doctor’s arrest and the court hearing, many volunteers receive threats from the now free on bail abortionist in an attempt stop them from testifying.

According to WomensENews, one volunteer Rani Singh had a close call when the team that was supposed to enter the clinic and arrest the doctor was stuck in traffic. Singh feared she would have to come dangerously close to having the abortion. But she thought quickly and before they could bring her into the abortion room, she locked herself in the bathroom until the team finally arrived.

“We would not have been able to carry out these operations without the help of such women,” Kishanaram Easharwal, who heads the state unit charged with enforcing the Pre-Conception Pre- Natal Diagnostic Technique Act, told WomenENews.

“They play a pivotal role and are our strength. So we do not reveal the identity of the pregnant woman who helps us although we release the news of the inspection and the names of those apprehended by our team.”

The state is currently considered offering financial rewards to the women who bravely volunteer. But for now women like Singh, are just happy to take part in closing down the clinics.

LifeNews Note: Nancy is a work at home mom who writes about parenting, special needs children, and the right to life. She is the lucky mother of two spirited little girls, one who has cystic fibrosis, and she spends any free moment she can find fundraising for a cure for CF. You can read her personal blog at www.ChronicAdmissions.com. Reprinted from Live Action News.

O ABORTO APROVADO PELOS PETRALHAS ASSASSINOS

30/05/2014

ASSISTAM ESSE VIDEO E DEPOIS ME DIGAM SE VOCÊS APROVAM O ABORTO PETRALHAS ASSSASSINOS CRUEIS

https://www.facebook.com/photo.php?v=234919260042140&set=vb.100005722033968&type=2&theate

ai para aquelas pessoas que falam que 2 & 3 meses nao e aborto!!!

Votar Dilma é votar genocídio de crianças

26/05/2014

Na surdina, PT oficializa aborto e paga R$ 443 pelo SUS

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Na surdina e por tabela…

**A Portaria 415 do Ministério da Saúde, publicada na quinta-feira (22), oficializou o aborto nos hospitais do Brasil, e o Sistema Único de Saúde pagará R$ 443 pelo procedimento.

O Diário Oficial da União (A íntegra aqui/PÁGINA 60) trouxe publicado o eufemismo ‘interrupção terapêutica do parto’.

A lei sancionada pela presidente Dilma Rousseff visa autorizar o aborto para casos de estupro e anencéfalos, mas deixa brechas para a prática geral: a mulher não é obrigada a apresentar Boletim de Ocorrência policial ao médico que a atender, e uma única vírgula no texto da portaria abre interpretações jurídicas que podem causar a liberação do aborto sob qualquer motivação.

Sem B.O., a mulher interessada em abortar pode alegar que foi estuprada, mesmo que tenha semanas de gestação e tenha decidido não ter o bebê. A lei não é clara sobre se o procedimento deve ser imediato logo após o estupro.

E o texto da Portaria pode abrir brecha para o aborto em casos gerais: “consiste em procedimento direcionado a mulheres em que a interrupção da gestação é prevista em lei, por ser decorrente de estupro, por acarretar risco de vida para a mulher ou por ser gestação de anencéfalo”.

Em suma, há três motivações. A vírgula abre interpretações como: o ‘risco de vida para a mulher’ não está necessariamente ligado à causa estupro. A gestante pode alegar qualquer risco à sua saúde, mesmo que não tenha sido estuprada.

Procurada para se posicionar sobre as questões supracitadas, a assessoria do Ministério da Saúde informou que não teria resposta a tempo para a noite de ontem. Um assessor também informou que não enviaria uma posição por e-mail devido à alta demanda por outros assuntos na pasta.

MEMÓRIA

O projeto surgiu anos atrás, apresentado pela então deputada federal Iara Bernardi (PT-SP), e só ano passado tornou-se o PLC 3/13, aprovado e sancionado. (Fonte: Leandro Mazzini/UOL)