A Esquerda está em guerra contra as pessoas de bem

Guerra

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Desde antes mesmo da proclamação da República, até aproximadamente 2013, o nosso querido Brasil viveu uma espécie de torpor coletivo, um sonambulismo compartilhado pela sociedade como um todo, no qual as pessoas simples e de bem passaram seus dias se preocupando com coisas práticas, cotidianas, enquanto a esquerda foi se infiltrando, lenta e obstinadamente, em todas as camadas de produção cultural da sociedade.

Por volta de 2013, com o ressurgimento da face mais revolucionária e violenta da esquerda, muita gente despertou desse sono. Algo de estranho estava acontecendo, e o povo notou. Os alertas feitos por Olavo de Carvalho começaram, finalmente, a se popularizar. O povo abriu os olhos e uma direita desconjuntada, confusa, recém-nascida, começou a surgir.

O primeiro ponto deste texto é que a esquerda percebeu isso.

E a esquerda, que até há pouco havia aplicado com sucesso o golpe Gramscista no Brasil, sabe muitíssimo bem que a direita, hoje, conhece Antonio Gramsci.

A esquerda sabe que, agora, você sabe o que ela estava fazendo.

Portanto, a tática da subversão cultural silenciosa não funciona mais. A tática agora é da subversão agressiva e corrupção rápida e violenta de mentes, aplicação de política de identidade e, mais importante ainda, de dominação declarada e total em todos os níveis possíveis de infiltração: mídia, empresas, governo. Tudo.

Você quer ver a verdadeira face da esquerda?

Deixe a esquerda chegar novamente ao poder no Brasil. Deixe isso acontecer agora que ela descobriu que você sabe quem ela é de verdade.

Você não viu nada ainda.

A esquerda te odeia. E, para a esquerda, a guerra é muito séria. Muito mais séria do que para você. Tão mais séria, que ela esteve lutando essa guerra há décadas, enquanto seus pais e avós se preocupavam com questões da família e do dia a dia. Essa guerra é a vida dos militantes de esquerda. Eles vivem para isso. Nada mais importa. E você, que se preocupa com outras coisas, como qualquer pessoa normal, está no caminho.

Vejamos o quanto se acirraram as investidas da esquerda contra você, conservador, nos últimos anos.

Enquanto o povo brasileiro mal sabia da existência do Foro de São Paulo, a esquerda internacional, patrocinada por nomes como George Soros, formava um enorme bloco de dominação político-cultural mundial.

As mídias sociais que você usa são controladas pela esquerda. Ela censura seus posts. Ela expulsa direitistas. Ela aplica shadowban em conservadores no Twitter. Alternativas, como o Gab, ainda são incipientes, e os gatekeepers, como a Apple, não permitem que o seu app sequer seja aprovado e disponibilizado para uso.

Os militantes de esquerda forçam a demissão de direitistas de seus empregos. Fazem isso sem a menor cerimônia, constrangimento ou peso na consciência. Experimente tentar trabalhar em um ambiente dominado por esquerdistas e você verá o quanto eles levam a guerra a sério.

Nos EUA e na Irlanda, donos de confeitarias foram processados e punidos por se recusarem a fazer bolos pró-casamento gay. Os militantes já perceberam que a tática funciona e fazem isso para intimidar Cristãos e forçá-los a calar suas convicções.

Uma grande parte da programação da Globo hoje é voltada para a agenda gay e trans, e para a destruição de valores da família. Enquanto antes a tática era de infiltração gradual, hoje a mensagem é monolítica, aguda e constante. Na TV por assinatura existem programas que tentam normalizar crianças “transgênero”. Os quadrinhos da Marvel foram infiltrados e nem histórias de super-heróis as pessoas podem ler em paz hoje em dia. HQs viraram cartilhas ilustradas de doutrinação.

Praticamente todas as empresas das quais você é consumidor patrocina causas que atacam frontalmente o que você acredita. Agenda gayzista e trans, aborto, ataques à liberdade religiosa, imigração. É quase impossível, hoje, não doar indiretamente dinheiro a essas causas, já que um número enorme de empresas foi capturado por militantes.

E no caminho está você, cidadão comum que dá o sangue no trabalho e mal tem energia para assistir Netflix quando chega em casa. Você acha isso tudo um absurdo, mas o que você pode fazer contra essa superestrutura que se levanta contra sua família?

Bom, ainda sobrou o seu poder de voto.

Ainda.

Houve um tempo em que você era um engraçadinho cachorro de estimação da esquerda, que ela treinou para fazer truques enquanto eles riam e se divertiam às suas custas.

O cachorro mordeu de volta e eles estão indo pegar o revólver no armário.

Nós estamos em uma corrida. Ou melhor, a esquerda está.

Uma boa parte da direita ainda não percebeu isso.

E este é o segundo ponto deste texto. No momento em que a esquerda começa a corrida rumo ao autoritarismo declarado, com o objetivo de esmagar definitivamente a direita, uma “nova direita” começa a surgir no Brasil. Representada por um punhado de autoproclamadas autoridades intelectuais, essa “nova direita” está preocupada demais com suas carreiras, com a formação de contatos, lançamento de livros e participação em eventos e coquetéis para realmente se engajar na guerra que a esquerda prepara contra o cidadão comum, de bem.

Quando alguma voz menos moderada, mais apaixonada e autêntica (e bem-intencionada) aparece no cenário, eles são os primeiros a atacá-la, “sinalizando virtudes” às custas da “falta de polidez” alheia. Assim, se vendendo como moderados, cultos, “a voz da razão”, seguem prestando serviço à esquerda raivosa que marcha furiosamente contra a família, a Igreja e contra a liberdade.

Alimentar esse tipo de direita é dar reforço positivo a quem, no futuro, dirá à esquerda:

“Até que não tiro sua razão. O cão é raivoso mesmo. Infelizmente, talvez o melhor a fazer seja sacrificá-lo”.

E você continuará escravo da turma do “mais amor, por favor”, e eles continuarão se ajudando e dando tapinhas nas costas uns dos outros, e se alojando confortavelmente em todos os níveis de produção cultural da sociedade… agora com um círculo ampliado de contatos (que se dizem antagonistas, mas que se tratam muitíssimo bem em coquetéis).

A guerra é séria. A esquerda sabe que a guerra é séria.

Cuidado com quem não trata essa realidade como ameaça, mas como oportunidade.

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