Geração analfa que fugiu do Mobral

ABC PAULISTA ERA A REGIÃO EM QUE A DESISTÊNCIA DO MOBRAL ERA A MAIOR

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10/11/2017 – 15h16

Rodrigo Maia: “Proibir aborto em caso de estupro não vai passar na Câmara”

“Não vamos entrar nesse tema sem ter muita clareza que essa questão não vai ser prejudicada de forma nenhuma”, escreveu o presidente da Câmara em sua página no Facebook

Alex Ferreira/Câmara dos Deputados
Presidente da câmara dep. Rodrigo Maia (DEM-RJ) concede entrevista
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, em entrevista

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, escreveu na sua página na rede social Facebook que a eventual proibição de aborto em casos de estupro não vai passar na Casa. Ele também comentou declaração que deu após sair da Câmara nesta sexta-feira (10) e disse que não vai pautar o tema sem a certeza de que a legislação não vai ser prejudicada.

“É óbvio que está na comissão, não vamos entrar nesse tema sem ter muita clareza que essa questão [do eventual impedimento de aborto em casos de estupro] não vai ser prejudicada de forma nenhuma”, escreveu.

Na última quarta-feira (8), causou polêmica na Câmara a aprovação, em uma comissão especial que analisa o tema, do texto-base de uma proposta que inclui na Constituição o direito à vida “desde a concepção”. Falta votar 11 destaques.

Ao examinar duas propostas de emenda à Constituição que tratam da licença maternidade – PEC 181/15, do senador Aécio Neves (PSDB-MG), e PEC 58/11, do deputado Dr. Jorge Silva (PHS-ES) –, o relator do colegiado, deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP), optou por sugerir um novo texto.

Nele, Mudalen estabelece que o princípio da dignidade da pessoa humana e a garantia de inviolabilidade do direito à vida, ambos já previstos na Constituição, deverão ser respeitados desde a concepção – ou seja, do momento em que o óvulo é fecundado pelo espermatozoide –, e não apenas após o nascimento.

“Isso significa que nós somos favoráveis à vida”, disse Mudalen. Segundo ele, o Código Penal (Decreto-Lei2.848/40) não é alterado no parecer aprovado pela comissão especial.

Para a deputada Jô Moraes (PCdoB-MG), integrante do colegiado, a medida poderá inviabilizar o aborto nos casos permitidos pelo ordenamento jurídico brasileiro.

Atualmente, o Código Penal não considera crime o aborto praticado nos casos em que a gestação decorre de estupro ou põe em risco a vida da mulher. Em abril de 2012, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu ainda que não é crime a interrupção da gravidez quando o feto apresentar má formação do cérebro (anencefalia).

Saiba mais sobre a tramitação de PECs

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Ralph Machado

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência Câmara Notícias



A ascensão da Direita Universitária e a exibição de “O Jardim das Aflições” na UnB!

Evento com sucesso de público foi exibido no dia em que marcou-se o centenário da nefasta Revolução Russa.

Na noite de ontem, apesar de chuvoso, o clima era bastante tenso na federal de Brasília (UnB). Em coordenação com a Unilivres, o Movimento Reação Universitária organizou um cine-debate de estrondoso sucesso para a exibição do documentário – O Jardim das aflições, dirigido por Josias Teófilo e produzido por Matheus Bazzo.Na ocasião, estima-se que mais de 270 pessoas tenham comparecido ao evento. Em contagem simultânea e manual, havia, já no início da noite, mais de 230 presentes com fileiras, escadarias e corredores do anfiteatro abarrotados de gente – que compareceram para prestigiar o filme acerca da vida e obra do professor, escritor, jornalista e filósofo Olavo de Carvalho.

O ato foi organizado em resposta à violação da liberdade de expressão ocorrida na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), na qual grupos de estudantes foram violentamente agredidos em cine-debate de exibição do documentário.

Em tom provocativo, mas sem sucesso,  coletivos de extrema-esquerda e partidos políticos como o PCO organizaram, de última hora, ao lado do anfiteatro em que o documentário fora exibido, o “Cine-Marx”. Este contou com a presença da Deputada Federal Érika Kokay (PT) e tinha como intuito comemorar os 100 anos da Revolução Russa – regime genocida que, estima-se por baixo, assassinou mais de 100 milhões de inocentes.

Se o clima ao lado de fora era de tensão, dentro do anfiteatro era de leveza e bom humor: estudantes e ex-alunos da Universidade de Brasília, jovens, pais e mães de família, trabalhadores, empresários e grandes representantes de movimentos civis se faziam presentes (Equipe do Brasil Paralelo, Avança Brasil, Bloco Movimento Brasil, Instituto Visamos e tantos outros) para confraternizar e assistir ao documentário.

Após breve explanação sobre a trajetória de luta do grupo Reação em defesa de uma Universidade mais plural, aberta ao povo e livre, puxou-se um coro descontraído em “homenagem” à revolução russa, no qual as muitas vozes presentes entoaram:

Verde e amarelo,

A nossa bandeira não tem foice e nem martelo!

Após a exibição do documentário, que recebeu calorosa salva de palmas, iniciou-se uma breve apresentação com grandes nomes da sociedade civil: o advogado, Dr. Paulo Fernando; a ativista política e ex-procuradora do DF, Beatriz Kicis; o Dr. Bráulio Porto, professor do Departamento de Pedagogia da UnB; e, o nosso presidente, Osmar Bernardes Jr. Na ocasião, puderam expor brevemente suas compreensões sobre a obra e a influência do professor Olavo em suas trajetórias pessoais.

O Movimento Reação Universitária certamente tem muito a agradecer e comemorar: em data que se marcou o centenário da tragédia Russa, a Universidade de Brasília e a sociedade brasiliense abraçaram os ideais e os valores de liberdade. Isto é, sem sombra de dúvidas, o que nos motiva e inspira a manter uma direita universitária que agregue, cada vez mais, estudantes conservadores e liberais na certeza de que, a partir da nossa consolidação, honraremos à sociedade que a tão duras penas nos custeia.

Confira trecho da abertura da sessão do cine-debate:

Atenção:

Tanto o Movimento Reação Universitária quanto a Unilivres ressaltam que respeitam as diferentes preferências políticas dos presentes e compreendem que isso fortalece imensamente o debate no Estado Democrático de Direito. Contudo, ambos os grupos evidenciam o caráter independente de suas instituições, visto que em seus corpos de membros a pluralidade também se faz presente.

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