Pasquim horripilante mentiroso Falha de S. Paulo difama Sérgio Moro – Nunca compre, leia ou divulgue a Falha de S. Paulo

O Antagonista reproduz nota de Sérgio Moro, escrita neste domingo:

“Sobre a matéria ‘Advogado acusa amigo de Moro de intervir em acordo’ escrita pela jornalista Mônica Bergamo e publicada em 27/08/2017 pelo Jornal Folha de São Paulo, informo o que segue:

– o advogado Carlos Zucoloto Jr. é advogado sério e competente, atua na área trabalhista e não atua na área criminal;

– o relato de que o advogado em questão teria tratado com o acusado foragido Rodrigo Tacla Duran sobre acordo de colaboração premiada é absolutamente falso;

– nenhum dos membros do Ministério Público Federal da Força Tarefa em Curitiba confirmou qualquer contato do referido advogado sobre o referido assunto ou sobre qualquer outro porque de fato não ocorreu qualquer contato;

– Rodrigo Tacla Duran não apresentou à jornalista responsável pela matéria qualquer prova de suas inverídicas afirmações e o seu relato não encontra apoio em nenhuma outra fonte;

– Rodrigo Tacla Duran é acusado de lavagem de dinheiro de milhões de dólares e teve a sua prisão preventiva decretada por este julgador, tendo se refugiado na Espanha para fugir da ação da Justiça;

– o advogado Carlos Zucoloto Jr. é meu amigo pessoal e lamento que o seu nome seja utilizado por um acusado foragido e em uma matéria jornalística irresponsável para denegrir-me; e

– lamenta-se o crédito dado pela jornalista ao relato falso de um acusado foragido, tendo ela sido alertada da falsidade por todas as pessoas citadas na matéria.

Curitiba, 27 de agosto de 2017.

Sergio Fernando Moro
Juiz Federal”

 

 

 

Sérgio Moro emitiu uma nota sobre a reportagem da Folha que estranha a rapidez com que o processo do triplex, que condenou Lula, chegou à segunda instância em Porto Alegre:

“Sobre a matéria publicada na Folha de São Paulo ‘Recurso de Lula foi o que mais rápido chegou à 2ª instância’, informa-se que o tempo para subida de recursos da primeira instância à segunda instância depende exclusivamente da ocorrência ou não de incidentes nessa fase processual.

No caso em questão, os prazos processuais foram seguidos estritamente.

O único diferencial, que poderia ter sido mencionado na reportagem, foi a intimação pessoal das partes acerca da sentença, já que estavam circunstancialmente presentes em audiência em Curitiba em um outro processo na mesma data em que a sentença foi publicada.

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A medida foi feita em benefício das partes, para que não reclamassem que tinham sido cientificadas da sentença pela imprensa.

A intimação pessoal e não por meio eletrônico contribuiu para o acelaramento do processo, já que a intimação eletrônica tem prazos mais amplos. É lamentável que a mera observância dos prazos legais seja invocada para alimentar teorias conspiratórias por este Jornal.”

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