Dia Histórico: Pela primeira vez, G1 e Estadão falam em racismo anti branco

O revanchismo brutal do movimento negro norte americano como o dos panteras negras agora é notícia.

Sempre foi abafado e escondido.

O caso de um paraplégico branco covardemente espancado por negros não pode ser escondido.

O ódio que Obama pregou contra brancos já chegou na hora da colheita.

 

OS QUATRO RACISTAS ANTI BRANCOS 

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LIVE STREAMED TORTURE

Black teens who kidnapped and tortured special needs white man live on Facebook charged with HATE CRIME

Cops say the Chicago teenagers, including two women and two men, who were arrested after police were made aware of the 30-minute video, have shown no remorse

 

6 de janeiro de 2017 DO JULIO SEVERO

Chame este ataque exatamente do que é: um crime racial de ódio a Trump contra um homem branco indefeso cometido por negros que envergonham os EUA

Chame este ataque exatamente do que é: um crime racial de ódio a Trump contra um homem branco indefeso cometido por negros que envergonham os EUA

Piers Morgan

Comentário de Julio Severo: Este artigo foi escrito pelo esquerdista Piers Morgan reconhecendo o óbvio que outros esquerdistas tapam os olhos para não ver e reconhecer: Há crimes raciais praticados por negros. Leia o artigo a seguir:

Poucas coisas me chocam, como um jornalista endurecido.

Mas hoje, estou em choque.

Acabei de assistir a um vídeo que não só me causou náuseas, mas também contaminou todo poro da minha alma com sentimentos de nojo e indignação crua, pura e total.

O vídeo curto que aguentei ver mostra uma gangue de quatro criminosos adolescentes negros, dois do sexo masculino e dois do sexo feminino, abusando e torturando de um pobre jovem branco aterrorizado com necessidades especiais.

A escala absoluta da perversidade deles parece não conhecer limites.

Esses canalhas sarcásticos o amarram, o amordaçam, o chutam, lhe dão murros, lhe arrancam o escalpo cruelmente lhe cortando os cabelos com uma faca, e jogam cinzas ardentes de cigarro nas feridas da cabeça que eles infligem no processo.

Eles riem, zombam, então um deles grita: “F**a-se Donald Trump, f**am-se os brancos!”

Outro pressiona a vítima a dizer: “Adoro negros.”

E então eles o forçam sob ameaça de faca a dizer: “F**a-se Donald Trump.”

Essa não foi uma agressão rápida e espontânea. Acredita-se que a vítima foi mantida presa por 48 horas. O próprio Facebook transmitiu ao vivo por mais de 30 minutos.

“Beije o chão, p**a,” uivaram os agressores. Então eles enfiam, à força, a cara dele numa privada de banheiro.

A meta deles é humilhá-lo totalmente, que é muito evidente pelo que eles mesmos dizem, porque ele é branco.

Isso é retribuição, de novo confirmada pelas próprias palavras deles, para Donald Trump, um homem que eles presumem ser racista, se tornando presidente.

No entanto, a polícia de Chicago, onde o ataque ocorreu, está atualmente se recusando a dizer se está tratando isso como “crime de ódio” de motivação racial ou política.

“Crianças cometem erros estúpidos,” disse Eddie Johnson, superintendente da polícia. “Parte de se ou não buscamos identificar um crime de ódio é decidir se ou não essa fala doida e desvario é sincero ou estúpido. Penso que parte disso é pura estupidez. Nessa altura, não temos de nada concreto que indique ser crime de ódio.”

Estão zombando de nós?

Primeiro, esses não são de jeito nenhum “crianças.” Todos eles têm 18 anos de idade.

Segundo, o que eles fizeram não foi “pura estupidez,” foi tortura premeditada de um crime horrendo.

Terceiro, o que mais eles precisavam para justificar ser um crime de ódio de motivação racial e política? Pichar o corpo dele com as palavras “Rapaz branco lixo de Trump”?

Imagine por um momento se um rapaz negro com necessidades especiais tivesse sido raptado, abusado e torturado por uma gangue de jovens brancos sarcásticos.

Imagine assistir a um vídeo do sofrimento horrível desse jovem negro transmitido ao vivo pelo Facebook.

Imagine ver e ouvir os agressores brancos sistematicamente atormentando física e mentalmente sua vítima negra.

Imagine vê-los chutando, dando-lhe murros, lhe arrancando o escalpo e jogando cinzas ardentes de cigarro nas feridas que eles infligiram com sua agressão cruel e prolongada.

Imagine ouvir um deles gritando “F**a-se Barack Obama! F**am-se negros” como fizeram eles.

Então imagine o vídeo disso tudo aparecendo e chegando às telas de TV e sites noticiosos nos EUA.

A destruição seria, com justiça, total.

Haveria imediatamente manifestações imensas de protestos, e provavelmente tumultos.

A organização #BlackLivesMatter (Vidas Negras São Importantes) inundaria a mídia social exigindo “justiça.”

Celebridades negras, lideradas por gente como Beyoncé e John Legend, fariam declarações expressando sua fúria contra o caso e sua solidariedade à vítima.

A polícia, sob pressão imensa de tal revolta pública unida, sem a menor dúvida confirmaria o crime como crime de ódio.

Contudo, enquanto escrevo este artigo, não vejo nenhuma manifestação de protesto, tumultos, campanhas de mídia social ou declarações de celebridades.

Nem mesmo vejo a polícia tendo a coragem de chamar esse ataque pelo que é.

E sim, eu diria exatamente a mesma coisa se fosse o contrário e essa fosse uma gangue de brancos que tivesse feito isso para um negro indefeso no nome do poder branco ou raiva de um presidente negro.

O racismo é uma via de mão dupla. Ambos lados o cometem.

Traduzido por Julio Severo do original em inglês do DailyMail: Call this disgusting attack in Obama’s back yard exactly what it is: a Trump-hating race crime against a defenseless white man by young black Americans who shame their country

Fonte: www.juliosevero.com

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THIS is the harrowing moment a gang of black teenagers, including two girls, allegedly held a special-needs man hostage and tortured him while streaming the sick footage live on Facebook.

The group of four appearing in the video, were identified and charged with committing a hate crime on Thursday as a result of their shocking behaviour.

 

The horrific 30-minute video of the man, who police say has special needs, being 'tortured' was live streamed on Facebook

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The horrific 30-minute video of the man, who police say has special needs, being ‘tortured’ was live streamed on Facebook

One of the attackers can be seen using a knife to brutally cut the victim's hair

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One of the attackers can be seen using a knife to brutally cut the victim’s hair

In the video, the teenagers - all said to be 18 - hit and punch him after allegedly taking him hostage

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In the video, the teenagers – all said to be 18 – hit and punch him after allegedly taking him hostage

According to Cooks County State’s Attorney Office, Jordan Hill, 18; Tesfaye Cooper, 18; and sisters Brittany, 18, and Tanisha Covington, 24, were charged with aggravated unlawful restraint, aggravated kidnapping, aggravated battery and a hate crime

Hill, Cooper and Brittany Covington were also given the additional charges of residential burglary, and Hill also faced a charge of robbery and possession of a stolen motor vehicle.

The four friends were arrested in Chicago, Illinois, after police were made aware of the 30-minute video on social media.

A police spokesman said they had copped to the torture in interviews with cops and none of them had expressed remorse.

 

Brittany Herring, pictured, live streamed the footage to Facebook but it has since been deleted

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Brittany Herring, pictured, live streamed the footage to Facebook but it has since been deleted

Another woman can be seen in the footage, which police were made aware of after the alleged kidnap on Tuesday

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Another woman can be seen in the footage, which police were made aware of after the alleged kidnap on Tuesday

In a press conference on Thursday, Police Superintendent Eddie Johnson said: “The actions in that video are reprehensible. That along with racism have absolutely no place in the city of Chicago or anywhere else for that matter, against anyone regardless of their race, gender, state of mental health or any other identifying factor.”

The live stream – originally posted by Brittany Herring but since deleted – showed the victim, who cops said had special needs, cowering in a corner with his arms tied and his mouth gagged.

He was filmed as he is kicked and punched by the gang, who were heard shouting “f*** Donald Trump. F*** white people”.

At one point they cut the man’s hair until his scalp bled before flicking cigarette ash into the wound.

He was discovered because he made so much noise while being tortured, the neighbours downstairs complained to cops, and the foursome went down to kick there door in.

The victim, who was initially reported missing on Monday night by his mother, was then able to make a break for it.

One of the men, believed to be 18, can be seen in the footage which went viral on Facebook

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One of the men, believed to be 18, can be seen in the footage which went viral on Facebook

It was revealed by cops the man knew his attackers, and had been driving around with them for two days before a playfight he was having with Hill turned nasty.

This was when the two sisters decided to tie him up.

Johnson told CBS News at a press conference held on Wednesday before the four were charged: “It’s makes you wonder what would make individuals treat somebody like that.

“I’ve been a cop for 28 years, and I’ve seen things that you shouldn’t see in a lifetime, but it still amazes me how you still see things that you just shouldn’t.

“I’m not going to say it shocked me, but it was sickening.”

The victim, who has “mental health challenges,” is recovering, Johnson said.

Police Cmdr Kevin Duffin said the suspects made “stupid decisions”.

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