O Natal narrado por Lucas, um grego:

O nascimento de Jesus, (Yeshua  – Ya Salvará – Mesmo nome do sucessor de Moisés, Josué – e isso não é coincidência) considerando como sendo em 25 de dezembro – a Anunciação à Myrian, (Maria), foi, então, em 25 de março; isto supondo a gravidez da mulher durasse os mesmos 9 meses de hoje. Isso há 2 mil anos.

O significado do nome Myrian é incerto.

Maria não contou nada a ninguém como até hoje as hebreias guardam segredo enquanto podem. Considerado uma benção, não saem contando vantagem.

José (de Ioseph, a forma latina do grego Ιωσηφ, o qual vem a partir do nome hebraico יוֹסֵף que significa “EL Acrescentará” – nome também sugestivo e com relação direta com o acontecido, como ocorre com todos os nomes de pessoas na Bíblia), quando percebe a gravidez (em junho talvez), também não fala com Maria a respeito.

Caso José denunciasse, Maria morreria; fugindo José, menos mal; Maria seria mãe solteira, teria vida extremamente difícil, e José tido como o pai da criança (Yeshua Ben יוֹסֵף). José seria visto como alguém que engravidou, e, fugiu em seguida.

Maria quando disse sim, em 25 de março, sabia da tremenda dificuldade que ia passar.

Lucas, apesar de ser grego, narra de forma extremamente fiel ao comportamento hebraico. Se contasse uma história romana ou ateniense, seu evangelho seria apócrifo.

Uma moça brasileira, de hoje, 2013, não vê o menor sentido neste texto, pois, sai logo, correndo a contar a gravidez, logo que começam os enjoos.

Outro aspecto do Evangelho de Lucas que é totalmente fiel aos hebreus é o Magnificat: – Um judeu famoso, comentando esta passagem de Lucas, contou que soube que sua mãe também fez um louvor deste tipo a Deus; ela que jamais ouvira falar do Evangelho (Anúncio) de Lucas.

O Magnificat é um apanhado de vários trechos bíblicos, mostrando Maria como profunda conhecedora da Bíblia (Tanack).

Exemplo: de Ben Sirac 10.14: “O Senhor derrubou do trono os soberbos, e sobre ele fez sentar-se os oprimidos“.

Tanto José, quanto Maria, jamais contaram nada, sendo visto Jesus, por todos sempre, em Nazaré, como filho legítimo de José, e, filho legítimo de Maria. Nem legitimado, nem natural, nem exposto; filho legítimo (Yeshua Ben יוֹסֵף).

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