Segue abaixo um relato de uma fã da página Resistência Anti-Feminismo sobre sua experiência com o feminismo:

“Feminismo = liberdade?

Ás vezes, o câncer Marxista se impregna em nossas veias sem que tenhamos ciência do mesmo em nosso inocente organismo, até aqueles que finalmente conseguem enxergar o mundo de uma forma mais realista, precisa se recuperar do choque que é finalmente despertar de uma nova era sombria que está tomando conta da atual mentalidade revolucionária.

É comum notar os movimentos das ditas ”minorias oprimidas” que visam um suposto progresso e o fim do opressor, todos anseiam por mudanças e os mais inocentes são aqueles que também são os mais passíveis da baixa doutrinação esquerdopáta carente de lógica e farta de uma pseudo-empatia e sentimentalismo pela felicidade humana.

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Pois bem, deixarei aqui meu testemunho:

Sofri com a defasagem da escola pública (que melhor deveria se chamar nos dias atuais de escola comunista), além de ter que buscar conhecimento para tentar compensar o péssimo ensino que tive, eu me deparei com outro veneno A IDEOLOGIA FEMINISTA MODERNA.

Nunca me intitulei feminista ou levantei a bandeira de tal movimento, nunca fui numa marcha pró vadia (e se Deus quiser, jamais irei), nunca fui a favor do aborto (pois graças a Deus, tive uma criação cristã) e nunca bati palmas para o atual comportamento feminino (que inclui desde bebedeiras em baladas, alta kilometragem das genitálias como forma de liberdade e apoio ao genocídio), praticamente, passei toda minha vida em meu quarto com meus livros, na escola, e observando a calada das ruas.

Tudo o que me ensinaram na escola sobre o feminismo e o que eu li em livros (esquerdistas), era o puro açúcar:

”igualdade entre homens e mulheres”

”fim da opressão machista”

”mulheres são vítimas de uma cultura de estupro”

Confesso que muitas coisas que li de fato faziam com que a causa feminista fosse dignamente justa, afinal que mulher que tem um pouco de orgulho, dignidade e respeito por si mesma, a priori, não se sentiria furiosa ao achar que um homem se acha melhor do que ela e pensa que ela não é nada mais que um lixo? Que a mulher não é nada mais que sua propriedade? É assim que o feminismo posiciona a visão dos homens ditos ”opressores” sobre as mulheres (opressores lê-se qualquer um que discorde do feminismo incluindo mulheres).

Realmente, mulheres são mais que tudo isso, mas algo estranho era ver que de uma forma abstrata e cheia de discursos emotivos, as feministas tentavam insinuar que todo homem é esse machista escroto e misógino, e de maneira ainda mais hipócrita, queria colocar a mulher como um ser superior, o que por si só, joga o discurso de igualdade por terra, fato que eu achava muito estranho ( a ponto de concordar com muitas feministas mas não ser adepta a causa e por mera ignorância buscar a igualdade entre sexos através do ”humanismo”).

Mas o pior não é nem isso, eu tive a infelicidade de ler insanidades escritas por Simone Beauvoir e Lola, segundo elas, não basta a mulher ter direito ao voto, ao emprego, a educação, todo o conceito de mulher que temos, toda a figura feminina, é uma mera construção de uma sociedade machista. O único motivo de que uma mulher tem para querer ser bonita, querer usar vestidos, gostar de rosa, ter voz fina, amar bichinhos fofinhos, ter nojo de barata, ser faladeira, ser emotiva, implicar com a toalha molha em cima da cama, etc…É simplesmente agradar o homem machista e patriarcal (rsrsrsrsrs).

Bom mesmo é ser feminista estilo Beauvoir, ser um protótipo de macho, ser ”livre” fazer as insanidades que der na telha e quem ousar criticar tal postura, é machista e opressor (Aliás, nunca entendi essa parte do feminismo, se o feminismo prega que mulheres não são inferiores por serem mulheres, por que que pra provar nosso potencial e valor aos homens, devemos imitá-los? As vezes, nada é mais machista e misógino do que o próprio feminismo, que detesta a figura feminina e tenta a todo custo transformar a mulher em um pequeno macho).

Antes de ler esse tipo de asneiras, até uns anos atrás, eu nunca tive problemas com meu corpo, minha auto-estima era normal para uma adolescente da minha idade, mas as coisas começaram a mudar, realmente acreditei que vivia em uma opressão machista, passei a ter medo dos homens (até hoje tenho um pouquinho, rsrsrs), passei a odiar meu corpo, minha condição de mulher, passei a me sentir impotente, injustiçada, subestimada, perseguida, a cada esquina em que eu via um homem estranho, imaginava um estuprador em potencial como diz muitas feministas.

Eu QUERIA aprender a odiar os homens, é isso que essas ideologias fazem com pessoas de mente ingênua, pessoas fracas e sem ideias prontas, as feministas acusam religiosos e homens de serem fanáticas, mas elas também formam fanáticos, percebi isso a partir de autoras feministas, suas ativistas e até adeptas da causa com quem eu trocava mensagens e e-mails na internet (E também não deve ser difícil encontrar misandria nessas páginas estilo ”moça você é machista”).

Feministas modernas, não ensinam as mulheres a se valorizarem, a ter orgulho do que elas são, muito pelo contrário, ensinam que se você não é uma feminista militante da marcha das vadias, você é uma alienada, oprimida, rejeitada e sem nenhum futuro promissor.

Ainda sim, os valores que meus pais me ensinaram queimavam dentro de mim e me faziam ter um pé atrás, apesar de trazer as neuras e falácias das radicais do punho cor de rosa, não conseguia ser adepta da coisa, pois discordava de muitas coisas, e acredito que não existem meio feministas, como não deve existir, meio católico, meio esquerda, meio direita, meio comunista.

Quando cheguei ao campo do aborto, meu estômago revirou várias vezes, elas tratam a vida humana como nada, como um mero ”amontoado de células” ou melhor, nem consideram como vida. Ética? Valores? Até mesmo direitos humanos? Mero fundamentalismo religioso!
Nunca consegui concordar com o aborto e nunca o farei, mas isso me trouxe impactos também, passei a usar a dialética suja e desonesta que tenta provar algo mesmo que seja algo errado.

Passei a questionar: Será que eu tenho valor? Será que a vida tem valor? Será que vale a pena viver? Muitas vezes, cheguei a conclusão que não, que de fato o mundo não passa de uma grande merda, e mesmo não concordando, sorte dos fetos que estão sendo abortados, pelo menos eles não tem que viver nessa porcaria de mundo onde ”somos reprimidos por nossas escolhas”.

Se vocês procurarem notícias e pesquisas, verão que vivemos no século mais triste da humanidade, recorde em suicídios e depressão, questão de saúde pública já. Com todo esse niilismo, gnosticismo que encontramos hoje na sociedade, eu também seria apenas mais um número das estatísticas e de laudos médicos que constatariam minha causa de morte por ”enforcamento” ou por “‘envenenamento”, a vida tinha perdido o sentido pra mim, eu não conseguia enxergar meu valor como ser humano, me odiava por ser mulher, me odiava por não conseguir mais sair de casa e viver uma vida normal sem mais paranoias.

Ai eu pergunto: ONDE ESTAVAM AS FEMINISTAS QUE JAMAIS ME MANDARAM UMA MENSAGEM DE APOIO?
Onde se quer me mandaram uma palavra de consolo? Muito pelo contrário, essas doentes, apenas pegaram todas as minhas aflições relatadas e apenas tentaram expor como ”mais um a vítima da opressão machista na sociedade”.

O que me impediu de ser mais um corpo boiando no rio Tietê não foram as feministas, foi justamente a minha fé em Deus, muitos irmãos de igreja, padres e principalmente a minha FAMÍLIA, sim minha família, tradicional, opressora e machista, eles salvaram minha vida, eles finalmente me fizeram enxergar o valor que eu tenho e hoje eu me orgulho do que sou, não sou uma feminista 

Algumas ainda tentam argumentar comigo, mostrando que os homens realmente são opressores, afinal quem causou as guerras? Quem mais mata e rouba?

Bem, eu respondo, muitos que causaram as guerras pertencem a essa linha comunista do qual muitas apoiam, e muitos dos que matam e roubam, são protegidos por essas ideologias que vitimizam bandidos do qual elas também apoiam.

Stalin, Lennin, Hitler, todos estes eram homens, assim como Einstein, Gandhi, meu pai e o maior exemplo de homem que esse mundo já viu, cuja suas palavras e seu evangelho me deram luz: JESUS CRISTO.

Os três maiores exemplos de mulheres que eu já conheci, minha avô, minha mãe e minha melhor amiga (que descanse em paz), assim como eu, não eram feministas.

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A moda agora é culpar reaça por comunistinha que espanca a namorada? Pois bem, então posso culpar o feminismo também por todas as caraminholas que este colocou na minha cabeça.

Eu tinha 3 opções, morrer feito uma covarde, me juntar a essas mulheres que amarguram meu sangue, ou seguir em frente de cabeça erguida e tendo orgulho e ciente do valor que tenho como ser humano. Escolhi a última opção, e com muito esforço estou tentando juntar os cacos da minha esperança e dignidade, eu me compadeço de mulheres vítimas de abuso e agressão, mas também me compadeço de homens também vítimas de abuso e agressão, muitas vezes vindas de outras mulheres, muitas até feministas ou impregnadas por essa modernidade nojenta.

Não pense que você feminista é livre, você na maioria das vezes é mais uma alienada em seus discursos apocalípticos, fanatismos e ideias mal trabalhadas.

Se Deus quiser, um dia, limparei todo o veneno esquerdopata do meu sangue, vou sacudir a poeira e fazer algo de útil pelo mundo (que nem de longe é mostrar meus seios na avenida paulista).

Liliam Rauha “

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