A Destruição do Ocidente Cristão pelo comunismo de Universidade

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Uma resposta to “A Destruição do Ocidente Cristão pelo comunismo de Universidade”

  1. Renan Says:

    GRAMSCI, PAI DO MARXISMO CULTURAL COMUNISTA E SEU ESQUEMA “SUTIL, LENTO E GRADATIVO” ATÉ À TOMADA DO PODER!
    Antônio Gramsci “terrenizou o pensamento” para efetivar o socialismo; era um teórico socialista e militante do PC italiano, impressionado com a violência das guerras que o governo revolucionário da Rússia empreendera para submeter ao comunismo as massas oponentes, apegadas aos valores e praxes de uma cultura cristã.
    Daí, Gramsci descobriu que convinha amestrar o povo antes de fazer a revolução: doutrinar todos a pensarem, sentirem e agirem como membros de um Estado comunista, embora vivendo num quadro externo capitalista. Quando viesse o golpe comunista, as resistências já estariam anuladas e todos aceitariam o novo regime com poucas resistências, e convinha mudarem as estruturas de pensamento: os valores, os símbolos, a linguagem etc., até negando ser propaganda comunista.
    Disso, criaria um novo senso comum: todos julgarão doutra forma, sendo necessario um processo lento e imperceptível. Gramsci percebeu a necessidade de infiltrar nas organizações dedicadas à cultura, nas redações dos jornais, nas comunidades religiosas, usando a Igreja Católica e sua doutrina sutilmente modificada como aliada na luta pró marxismo.
    Esse processo deslanchou a partir de D Helder, depois D Arns etc., ao deslocar o foco da Igreja transcendente – salvação, santidade, vida eterna, pecados, virtudes, oração – para o imanente, dos humanismos – salário, moradia, emprego, justiça social – apelando para a caridade cristã com o próximo, transformando a fé católica em revolução comunista, mas revestida de aparências cristãs – o apelo à caridade e do desapego aos bens materiais eram uma bem montada farsa, um grande projeto político-ideológico identificado com o socialismo, sob a capa de cristianismo.
    Eis aí a tática gramsciana dos marxistas descobrindo que o melhor método para chegar ao poder é dominando a cultura num processo de influência subversiva na religião, nas escolas, nos meios de comunicação e especialmente nas universidades.
    Nesse contexto enquadra-se a Teologia da Libertação como uma doutrina política relativista disfarçada de crença católica, defendendo o totalitarismo, enfraquecendo a sociedade face ao controle estatista, e ao mesmo tempo subvertendo toda a ética-moral católica e, com uma sociedade alienada e amoralizada, facilita sua captura por um Estado totalitarista, materialista e ateu e teria como pando de fundo o erguimento globalista oficial da NWO-Nova Era.

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