Não Chore a morte de Nelson Mandela: É um racista que odeia branco e é comunista da pior espécie Stalinista

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Leia esta outra aberração de Nelson Mandel: Os velhos líderes mundiais unidos para destruírem o Cristianismo: https://homemculto.com/2013/12/12/mandela-a-reengenharia-anticrista-das-religioes-e-o-the-elders/
O LEGADO DE SANGUE DE MANDELA

Sunday, December 8, 2013

Nelson Mandela’s Legacy: 210 White Farmers Murdered by Blacks (Per Year) Since 1994 in South Africa

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What is Nelson Mandela’s legacy?  Genocide Watch tells us simply this:

Sunday, December 8, 2013

Nelson Mandela’s Legacy: 210 White Farmers Murdered by Blacks (Per Year) Since 1994 in South Africa

What is Nelson Mandela’s legacy?  Genocide Watch tells us simply this:
Since 1994, more than 70000 (and counting)white South Africans have been murdered of which more than 4000 were commercial farmers. Exact figures are very hard to come by as the South African police fail to report most of the murders that take place.
These numbers are thus conservatively estimated.
LER toda a REPORTAGEM em inglês NO FINAL DESTA PÁGINA 
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——–
DEPOIS DE VOCÊ LER ISTO vai ver que foi FEITO DE IMBECIL  pela FOLHA DE S. PAULO e pelo  O GLOBO e vai excomungar o OTAVIO FRIAS e os IRMÃOS MARINHO:
leia também:  see: lire:
KILL THE FARMER
 KILL THE FARMER 
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“Nelson Mandela foi condenado por um tribunal da África do Sul a trinta anos de prisão por ter colocado bombas em lugares -públicos.
Em Cuba, Armando Valladares foi condenado à mesma pena – trinta anos de prisão – por haver-se recusado a colocar uma plaquinha com louvores a Fidel Castro na mesa do seu escritório.
Qual dos dois foi celebrado pela mídia internacional como um mártir e vitima de opressão? O primeiro.
Qual dos dois países foi repetidamente punido pela ONU por violar direitos humanos? A África do Sul.
Qual ganhou uma cadeira na Comissão de Direitos Humanos da ONU? Cuba.”
LEIA AGORA A MONSTRUOSA ARTICULAÇÃO DOS COMUNISTAS PARA IMPLANTAR O REGIME STALINISTA NA AFRICA DO SUL, SEU TERRORISMO, SUAS BOMBAS E SEU ODIO  REVANHCISTA AO BRANCOS:
Depois dessa queime toda FALHA DE S. PAULO que pintar na sua frente;
A verdadeira face de Nelson Mandela

por Paulo Kogos, segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

DON’T MOURN FOR MANDELA
Exclusive: Joseph Farah says man ‘wasn’t the saintly character portrayed by Morgan Freeman’

Read more at

http://www.wnd.com/2013/12/dont-mourn-for-mandela/#ikGdBS85YoIZcV00.99

Farah writes: “He was a committed member of the South African Communist Party. He was a leader of the revolutionary African National Congress, which he helped to radicalize into an organization sworn to armed, violent attacks.

Maybe you say: “But Farah, he was fighting against the evil of Apartheid!”

Yes, that is true. Apartheid was inarguably an evil and unjustifiable system. But so is the system Mandela’s revolution brought about – one in which anti-white racism is so strong today that a prominent genocide watchdog group has labeled the current situation a “precursor” to the deliberate, systematic elimination of the race.”


Cúmulo dos cúmulos!
O que este Governo português irá justificar às famílias das centenas de portugueses assassinados, selvática e impiedosamente, pelos apoiantes negros do CNA de Nelson Mandela??
Continuamos a elogiar assassinos de portugueses??
Na embaixadora da África do Sul,espantada com os “portugueses”.
Mas nela devem estar é a pensar na estupidez de alguns, sobretudo dum sr. prof. vira-casacas que lembrou-se de endeusar terroristas como Nelson Mandela, meramente, para agradar à comunidade esquerdalha e à maior parte da população nacional estupidificada.Vivam as modas e os controladores das massas humanas!
Estes são novamente, os maiores vencedores contemporâneos que dominam as artes de branqueamento factual e histórico e conseguem subverter nações inteiras às versões coniventes para as suas agendas mundialistas.Só para vos dar um exemplo de como, esta estupidificação é eficaz, viemos a ter conhecimento de que, Pedro Abrunhosa acaba de fazer figura de parvo na TV em directo, sendo desmentido pela jornalista quanto às resoluções votadas nas Nações Unidas sobre a África do Sul por Portugal em 1987.
A desinformação assimilada é tão grotesca que, até os media instrumentalizados, denunciam estes novos demagogos das artes, a demonstrarem a sua própria incompetência, à frente de milhões de portugueses.
Nelson Mandela, a sua família e partido CNA foram genocidas terroristas, destilavam ódio contra os povos brancos, somente, pelo facto de terem gerido (embora discriminadamente) África do Sul, tendo proporcionado uma ascensão económica que, jamaos a África de Sul teve antes e depois do Apartheid. Condenamos esse regime racista sim, mas nunca esqueceremos as vítimas inocentes do racismo de Nelson Mandela, da sua ex-mulher e do CNA!
Sobretudo RESPEITO e LUTO, pelas 4 centenas de portugueses assassinados selvaticamente, pelas incontáveis violações às mulheres portuguesas de todas as idades e pelas inúmeras agressões e descriminações cometidas todos os nossos conterrâneos, cujos 2 únicos crimes foram serem brancos e terem emigrado para um país onde não eram bem-vindos, somente para lutar para acederem a melhores condições de vida para si e para as suas famílias!

mandela-skull.jpgDedico este artigo ao povo sul-africano, especialmente às vítimas do apartheid, do terrorismo comunista, da barbárie de Mandela, do regime do CNA e dos genocídios. Descansem em paz.

 

PRÓLOGO

Para o historiador John Dalberg-Acton, o 1º barão Acton, o guia da História não é Clio, uma das musas gregas inspiradoras das ciências, literatura e arte. Este papel caberia a Radamanto, um dos juízes do mundo dos mortos, carrasco dos injustos e vingador dos inocentes.

Nunca este espírito foi tão necessário quanto hoje, em um mundo onde a mídia de massa distorce os fatos a serviço das mais infames agendas políticas.

Nelson Mandela, assim como muitos falecidos, goza de uma injusta reputação de herói e libertador perante a opinião pública. Seus métodos, motivação e legado, porém, são nefastos.

A finalidade deste artigo é expor a verdadeira face do mais querido assassino e terrorista da História.

INTRODUÇÃO À TRAGÉDIA SUL-AFRICANA

“O racismo é a forma mais baixa e mais cruelmente primitiva de coletivismo. É a noção de atribuir significado moral, social ou político à linhagem genética de um homem – é a noção de que os traços caracterizadores e intelectuais de um homem são produzidos e transmitidos por sua química corporal interna. O que quer dizer, na prática, que um homem deve ser julgado, não por sua índole ou ações, mas pelas índoles e ações de um coletivo de antepassados.” — Ayn Rand

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África do Sul, dias atuais

O inimigo do meu inimigo não é necessariamente meu amigo. Os infames bolcheviques de Lenin lutaram contra a cruel tirania czarista dos Romanov. Seus métodos eram horrendos, vitimando inclusive as crianças inocentes da família real. Ao assumir o poder Lenin e seus sucessores perpetraram horrores inauditos contra seu povo.Analogamente, Nelson Mandela lutou contra o Partido Nacionalista da África do Sul, que impunha o grotesco sistema de políticas racistas conhecido como Apartheid. Seus métodos foram diabólicos. Uma vez no poder, ele e seus sucessores espalharam o terror pelo país. E seu objetivo? O mesmo que o de Lenin.

Mandela foi um terrorista. Seu modus operandi incluía uso de minas e explosivos contra civis inocentes, assassinato de negros não alinhados à sua causa, incêndios contra negócios cujo proprietário era negro, greves e boicotes incitados através de coerção e tortura. Aterrorizava as mesmas pessoas que dizia estar libertando da tirania do Apartheid.

Uma luta armada contra os membros criminosos de um Estado, e que não ceife vidas inocentes, é legítima defesa. Santo Agostinho de Hipona dizia que uma guerra justa é aquela que castiga uma injustiça; mas a doutrina de “guerra justa”, derivada do pensamento de Hugo Grotius, estabelece importantes limites éticos a respeito do jus in bello (justiça na conduta da guerra). O princípio da distinção veda o emprego da violência contra não-combatentes.

Mandela não observou princípio ético algum. Como disse Aida Parker, compaixão e sentimento pela condição humana não tinham papel em suas ações.

Oficialmente membro do Congresso Nacional Africano (CNA), Mandela também fazia parte do Partido Comunista da África do Sul (PCAS), embora tenha mentido sobre o fato. Era inclusive um de seus líderes. O PCAS, cujas diretivas estratégicas vinham do Kremlin, controlava o CNA.

Explorava o triste quadro de segregação e opressão racial não para ajudar os negros, mas para levar adiante uma revolução comunista.

Até o fim da Guerra Fria, o continente africano foi palco de inúmeras “guerras por procuração” comandadas pela URSS. Nos países onde o socialismo marxista triunfou, tais como Angola, Congo, Etiópia, Moçambique, Zimbábue e Zâmbia, o resultado foi morticínio, miséria extrema e tragédias humanitárias.

Para usar um termo do cientista político R.J. Rummel, as guerras de libertação nacional promovidas pela URSS nos países subdesenvolvidos foram um “democídio” em massa. Este tenebroso quadro tem sido concretizado na África do Sul desde que Mandela assumiu o poder e vem piorando sob o governo de seus sucessores do CNA.

Mandela transformou a África do Sul em uma ditadura sem oposição comandada pela cleptocracia da aliança CNA/PCAS, que está levando o país à extrema pobreza, ao caos social e até mesmo ao genocídio.

Ironicamente, a ideologia defendida por Mandela é a grande responsável por aquilo que o mundo acredita que ele combateu. O apartheid é filho do casamento profano entre a mentalidade anti-capitalista e os interesses dos grandes players políticos e corporativos.

Ricas reservas de diamantes e metais preciosos foram descobertas na África do Sul entre as décadas de 1860 e 1880. O atual território do país era dividido em províncias britânicas, estados africâneres (etnia sul-africana descendente de colonos europeus, principalmente holandeses) e territórios nativos.

A disputa pelo controle das jazidas resultou em diversos conflitos, incluindo a Primeira Guerra dos Bôeres (1880 -1881), uma luta pela independência da República do Transvaal, estado bôer (subgrupo africâner que fala holandês) rico em ouro e que havia sido anexado pelo Império Britânico. A vitória dos bôeres não durou muito. A disputa pelo ouro de Witwatersrand levou à eclosão da Segunda Guerra dos Bôeres (1899 — 1902).

A decisiva vitória britânica resultou na hegemonia imperial sobre Transvaal e Orange. Em 1910 a unificação destas e de outras duas colônias britânicas formou a União da África do Sul (1910 — 1961). O território passou do status de colônia para domínio.

Leis de segregação racial tão antigas quanto 1893 foram outorgadas para garantir o domínio de sindicatos britânicos brancos sobre essas imensas reservas.

O apartheid foi institucionalizado em 1910 pelo governo do bôer Louis Botha. Conforme demonstra o economista Herry Valentine, essa política tinha como objetivo criar uma reserva de mercado para os brancos. O apartheid introduziu políticas de discriminação salarial que decretavam a obrigatoriedade de um salário maior para os brancos. Era acompanhada  de restrições ocupacionais aos negros.

O maior crime do Apartheid talvez tenha sido o Ato da Terra de 1913, que reservava 87% da terra do país para posse dos brancos e segregava etnias negras em territórios etnicamente homogêneos e administrativamente autônomos conhecidos como Bantustões. Havia 10 deles. O resultado foi um roubo massivo da terra legítima dos negros, que ficaram também impedidos de adquirir terras.

De acordo com o economista William Hutt em seu livro “The Economics of the Colour Bar”, um apartheid industrial foi imposto em 1922  por sindicatos brancos britânicos liderados por William H. Andrews, um dos chefes do PCAS (sim, o mesmo do Mandela). Seu slogan era “Brancos uni-vos e lutem por um mundo trabalhista“.

Muitos negros abandonaram o país, incluindo profissionais altamente qualificados. Quando o Partido Nacional assumiu o poder, em 1948, as políticas do Apartheid foram arrochadas, levando a uma emigração ainda maior da população negra. Foi somente por volta da década de 1970 que os mecanismos de mercado conseguiram ajustar parcialmente a situação.

O acúmulo de capital que ocorre naturalmente a despeito do estado aumentou a oferta de empregos. Os empreendedores passaram a burlar as regulações trabalhistas do apartheid para contratar mão-de-obra negra. Some-se a isso o fato de que muitos negros entravam no país para fugir da opressão de regimes comunistas em países vizinhos, que era pior que o apartheid.

No final da década de 1980 o governo havia afrouxado a fiscalização das políticas segregacionistas e uma classe média negra com alto nível de instrução havia se formado. Havia negros empreendedores e negros milionários. Entre 1971 e 1980 a renda real da população negra havia crescido 40%. Leis como o controle de fluxo interno e as restrições ocupacionais haviam sido abolidas.

A geração de riqueza e qualidade de vida eram prejudicadas principalmente pelas políticas intervencionistas, pelos ditames estatais no setor bancário e de mineração, e pelo excesso de gastos do governo.

Os fatos corroboram a frase do economista Murray Rothbard:

O capitalismo de livre-mercado é um maravilhoso antídoto para o racismo. Num livre mercado, empregadores que se recusarem a contratar trabalhadores negros produtivos estão ferindo os seus próprios lucros e posição competitiva da própria empresa. É apenas quando o estado se intromete que o governo consegue socializar os custos do racismo e estabelecer um sistema de apartheid

Mandela, ao se tornar estadista, insistiu nos mesmos erros do apartheid. É impressionante o paralelismo entre seu discurso em 1997 e o discurso de 1958 do racista pró-apartheid Hendrick Verwoed, então primeiro-ministro da África do Sul.

Verwoed disse:

Há pessoas (que argumentam) que tudo deve ser submetido às chamadas leis econômicas. Felizmente, sob um governo nacionalista, estes adoradores das leis econômicas nunca acharam seu caminho, mas um ideal mais alto e mais nobre se reforçou: a manutenção da civilização branca.

Mandela em 1997 disse:

A evolução do sistema capitalista no nosso país coloca no mais alto pedestal a promoção dos interesses materiais de uma minoria branca

Embora com cores invertidas, a injusta acusação contra o capitalismo se manteve e o racismo e a pobreza se perpetuam.

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Selo soviético em homenagem a Mandela

PRÊMIO NOBEL DO HORROR“O povo da África do Sul, liderado pelo PCAS, destruirá a sociedade capitalista e construirá no seu lugar o socialismo.” — Nelson Mandela

Mandela entrou para o CNA em 1943 (aos 25 anos), encorajado por Walter Sisulu, habilidoso articulador político e membro do PCAS. Em 1944 ambos se uniram ao ativista Oliver Tambo para formar a Liga da Juventude do CNA. Até então o partido se opunha à luta armada. Tendo atingido certa proeminência no partido, Mandela passou a pressionar o CNA para adotar métodos mais violentos.

Esta pressão encontrou eco após o massacre de Sharpeville, em março de 1960. O governo de Hendrik Verwoerd arrochou as leis de segregação racial, o que levou milhares de negros a protestar nos arredores de um posto policial.

A polícia abriu fogo contra a multidão, matando 69 pessoas, alimentando o radicalismo da oposição, e corroborando o fato de que a maior parte do terrorismo é incitada pela própria barbárie estatal.

Conforme explica o historiador Stephen Ellis, muitos grupos estavam dispostos a pegar em armas contra o regime após Sharpeville, mas era o PCAS que possuía maiores conexões internacionais.

O membro do PCAS Joe Slovo havia sido colega de Mandela na Universidade de Witwatersrand. Coronel da KGB, sua ligação com Moscou se dava através da Zâmbia.

Seguindo diretivas do Kremlin, Mandela e Slovo fundaram, em 1961, o Umkhonto we Sizwe (MK), traduzido como “Lança da Nação”, o braço armado do CNA, cujo objetivo era uma revolução comunista, como preconizava a agenda soviética para o continente.

Foi o ano em que a África do Sul separou-se da Commonwealth para se tornar uma república, como resultado de um referendo no qual apenas brancos votaram. Ao mesmo tempo tensões étnicas se acirravam em torno das questões relativas à representatividade política no novo regime.  A MK planejava se aproveitar daquela situação delicada para lançar uma campanha de terror e tingir o país de vermelho com sangue inocente. Conforme Mandela mesmo disse:

O movimento comunista ainda enfrenta inimigos poderosos que devem ser completamente esmagados e varridos da face da Terra antes que o mundo comunista possa se concretizar.

Slovo escreveu em 1986, no seu artigo “A Campanha de Sabotagem”, que ele havia sido apontado para constituir o alto comando do MK pelo PCAS, enquanto o CNA havia indicado Mandela.

Mas sendo este último também um alto membro do Comitê Central do Partido Comunista e sendo a própria fundação do braço armado uma instrução de Moscou, fica fácil concluir que o PCAS controlava, de fato, o MK; e que Mandela era uma peça-chave da estratégia de terror soviética na África.

Segundo Igor Glagolev, que intermediava o suporte soviético ao MK, o comitê executivo do Partido Comunista da União Soviética havia decidido tomar a África do Sul no fim da década de 1950. O país, contudo, já estava nos planos comunistas desde 1928, quando a Internacional Comunista havia instruído o PCAS para converter o CNA em instrumento revolucionário.

Em 1962 Mandela recebeu treinamento militar na Argélia, um dos países onde os membros do CNA recebiam instrução em táticas de guerrilha, terrorismo e tortura. Outras localidades incluíam Cuba, Egito, Etiópia, Coréia do Norte, Rússia, China, Alemanha Oriental e Tchecoslováquia.

Mandela teve experts como tutores. Com o FLN, partido socialista e terrorista argelino, aprendeu a decepar o nariz de seus desafetos. O manejo de explosivos lhe foi ministrado pelo IRA, cuja ligação com o CNA se dava através de Gerry Adams, político socialista irlandês.

As técnicas de espionagem e interrogatório lhe foram ensinadas pela STASI, a polícia política da Alemanha Oriental. De acordo com as instruções, os interrogatórios deveriam ser brutais, contra qualquer um que fosse minimamente suspeito de trair os dogmas do partido.

Mandela foi um bom aluno e aprendeu bem as lições. A maior parte das técnicas brutais foi aplicada contra negros suspeitos de traição. O CNA mantinha um centro de detenção conhecido como QUATRO na Angola, onde milhares de negros, muitos deles adolescentes, foram torturados e mortos.

Ainda em 1962, Mandela foi capturado em uma fazenda nos arredores de Johanesburgo, de posse de granadas-de-mão, minas terrestres antipessoais e detonadores. Muitos dos explosivos estavam disfarçados de objetos corriqueiros como caixas de fruta e potes de alimentos.

Os planos terroristas de Mandela, expostos mais tarde, incluíam a colocação destes artefatos em locais movimentados de forma a maximizar os danos.

Em julho do ano seguinte a polícia efetuou novas buscas e detenções, e teve início o famoso Julgamento de Rivonia, onde dez líderes do CNA foram julgados por 221 atos de sabotagem. Embora a ONU diga que Mandela era um prisioneiro político, a Anistia Internacional afirmou claramente que ele foi condenado por seus atos de violência, tais como terrorismo, e até por contrabando de minas terrestres.

Durante as investigações, foi apreendido um documento conhecido como Operação Mayibuye, cujo comando supremo seria composto por Mandela, Slovo e Joe Modise.

O documento continha um plano detalhado de guerra revolucionária que teria sido traçado, provavelmente, com consultoria soviética ou maoísta.

Consistia em dividir o país em 4 regiões que seriam invadidas por pequenos grupos guerrilheiros de 10 homens cada, cuja missão era causar levantes nas comunidades e tribos através de dissimulação e intimidação, conseguindo adeptos.

Enquanto estes commandos “trabalhariam” os vilarejos, uma força convencional de 7000 homens invadiria o país com o apoio dos sindicatos. Em outro documento que veio à tona em Rivonia, Mandela declarou que “traidores e informantes devem ser brutalmente eliminados.”

Ao ser condenado, Mandela proferiu o discurso “Estou Preparado para Morrer“, no qual negava a influência socialista sobre suas ações e dizia lutar pelos direitos dos negros.

O discurso foi escrito a várias mãos e editado por um jornalista profissional. Tratava-se de propaganda enganosa conduzida por diversos canais de esquerda para angariar simpatia.

Apesar de tais afirmações soarem como teoria conspiratória de extremistas da direita, elas foram confirmadas por diversos membros não marxistas do CNA, que acusaram Mandela de ter sequestrado a causa antiapartheid, submetendo-a a agenda de Moscou. Cabe ressaltar que todos os integrantes do PCAS também faziam parte do CNA.

De acordo com Rowley Arenstein, proeminente membro do PCAS, Mandela era o principal instrumento dos comunistas para “sequestrar” o CNA e marginalizar seu antigo líder, Albert Luthuli, um ativista legitimamente antiapartheid, e que se opunha à luta armada e aos planos marxistas.

Sabotar e marginalizar os membros moderados e pacíficos do CNA era um de seus papéis. Mandela enganava seus colegas de CNA conforme novas diretivas do PCAS eram emitidas. Explorava os anseios legítimos dos verdadeiros ativistas antiapartheid, de derrotar o racismo institucionalizado, para implantar um regime totalitário de extrema-esquerda. No documento “Como Ser um Bom Comunista”, Mandela escreveu que o estudo do marxismo é necessário para controlar melhor as massas. E ele controlou.

Em 1965, o MK se aliou ao ZIPRA, o braço armado de um partido marxista-leninista do Zimbábue (Rodésia na época), e que tem no seu currículo o emprego de mísseis antiaéreos contra aviões comerciais.

Após uma desastrada invasão conjunta ao país, na qual as forças revolucionárias foram derrotadas pelo Exército da Rodésia, a MK entrou em uma crise militar. Durante a década de 1970 o movimento foi duramente combatido pelo governo sul-africano.

Em junho de 1976, um protesto de estudantes negros acabou em uma infame tragédia conhecida como Levante de Soweto. A polícia sul-africana abriu fogo contra adolescentes que jogavam pedras. Houve uma escalada de violência que resultou em centenas de mortes, incluindo crianças. Mais uma vez o MK aproveitou o momento para reconstruir seu exército e conquistar apoio.

Enquanto Mandela estava preso na Ilha de Robben, sua mulher Winnie Mandela estava em pleno processo de glorificação como parte de uma campanha de culto à personalidade, a nova estratégia da MK.

A mídia local e internacional, distorcendo os fatos a serviço das esquerdas mundiais, a elevavam à condição de “mama wetu” (mãe da nação), “rainha guerreira” e “Evita negra” (sendo a própria Evita Perón uma falsa heroína). Não demorou a que as atenções do PCAS se voltassem para a recuperação da imagem do marido dela e a pressão internacional se fizesse sentir.

Em 1982, Mandela foi transferido para a prisão de Pollsmor, na Cidade do Cabo. Não só passou a ter diversas regalias como também obteve acesso a várias amenidades de comunicação com o exterior. Chris Hani, um líder da MK famoso por sua brutal repressão contra membros não marxistas do CNA, alegou que possuía total acesso à Mandela e que bastava um telefonema para marcar uma reunião com ele.

Nesta época, a MK passou a adotar a estratégia de propaganda pelo ato, ou seja, ações de grande visibilidade embora de pouco valor tático.  Mandela passou a comandar este tipo de atividade de dentro da prisão (tal qual os criminosos organizados brasileiros), e esta foi justamente a fase mais sangrenta e desumana do MK.

Entre 1980 e 1994, dezenas de milhares de civis inocentes foram mortos em ataques do CNA, sendo que boa parte destes crimes foi ordenada ou autorizada por Nelson Mandela. Em cerca de 80% das vezes o alvo dos ataques era a população civil.

Um dos mais conhecidos e infames atos terroristas deste período foi o Atentando de Church Street, em 1983. Mandela o ordenou em conjunto com Tambo.

Embora o alvo fosse uma instalação da Força Aérea Sul-Africana, os explosivos foram programados para detonar na hora do rush, com o objetivo de causar o máximo de baixas entre os civis. Foram 19 mortos e 217 feridos, incluindo mulheres e crianças de várias etnias. Havia pedaços de corpos humanos espalhados por uma enorme área.

No seu livro “Um Longo Caminho para a Liberdade”, Mandela confessa que autorizou pessoalmente diversos atentados. O ataque ao Shopping Amanzimtoti, por exemplo, matou 2 mulheres e 3 crianças.

Além de atentados à bomba, houve também uma campanha de minagem, pilhagem e vandalismo.

Somente entre 1985 e 1987, as minas terrestres colocadas nas estradas rurais pelo CNA custaram 125 vidas inocentes. Entre 1984 e 1989 cerca de 7200 casas de negros não-membros do CNA foram destruídas, além de 1770 escolas, 10318 ônibus, cerca de 50 templos e milhares de carros e estabelecimentos comerciais.

Destaque-se que o CNA foi classificado como grupo terrorista pelo Departamento de Estado dos EUA e por muitas outras agências de inteligência.

Testemunhas das atrocidades que tentaram alertar o mundo foram assassinadas.

Bartholomew Hlapane, dissidente do PCAS, depôs diante do Comitê do Senado Americano para Segurança e Terrorismo, em 1982. Hlapane revelou a verdade sobre a Carta da Liberdade, documento oficial contendo os princípios básicos do CNA, escrito com a participação de Mandela, e que se tornou símbolo da causa antiapartheid.

O documento havia sido esboçado por Joe Slovo a pedido do Comitê Central do Partido Comunista da URSS. O dissidente revelou também as ligações entre o CNA e o PCAS. Pouco tempo após seu testemunho, foi executado a tiros de fuzil AK-47 por um membro do CNA.

Por mais monstruosos que sejam os relatos lidos até aqui, nada disso se compara à natureza diabólica do que relatarei agora.

Necklacing (colar bárbaro). Este termo foi cunhado por Winnie Mandela. Trata-se de um método de execução que consiste em colocar pneus de borracha embebidos em gasolina em torno do corpo da vítima, que por sua vez era forçada a beber o combustível. Ateia-se fogo aos pneus. A borracha derretida carcome a pele enquanto as chamas consomem a pessoa. A morte só chega após cerca de 20 minutos de sofrimento agonizante.

Estima-se que 3.000 pessoas tenham sido mortas assim pelo CNA. O método era aprovado e incentivado por Winnie, que disse em um discurso: Com nossas caixas de fósforos e nossos necklaces, libertaremos esse país.

As vítimas eram praticamente todas negras, acusadas de traição e colaboração com o regime. Incluíam funcionários públicos negros, adolescentes sem engajamento político e trabalhadores que não participavam de greves. Mineiros estrangeiros e lojistas também foram vitimados.

Os “julgamentos” aconteciam na rua, aos gritos da turba. Winnie usou o necklace como arma de guerra psicológica.

Hordas do CNA em conjunto com a UDF (Frente Democrática Unida, um dos grupos guerrilheiros antiapartheid) promoveram uma verdadeira guerra civil negra, invadindo comunidades pacíficas e queimando casas. Cerca de 200 mil negros ficaram desabrigados. Algumas comunidades negras chegaram a montar milícias para se defender dos guerrilheiros de Mandela.

Em 1989 formou-se uma aliança entre o COSATU (Congresso Sul-Africano de Sindicatos), PCAS e UDF. Este bloco pouco coeso na época ficou conhecido como Movimento Democrático de Massa, e viria a formar a base do novo apartheid corporativista que vigora hoje no país.

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Winnie, Nelson Mandela e Joe Slovo

UM CURTO CAMINHO PARA A TIRANIA“Sob regime comunista a África do Sul será uma terra de leite e mel” — Nelson Mandela

Em 1985, P.W. Botha, então presidente da África do Sul, ofereceu a liberdade a Nelson Mandela desde que ele renunciasse à violência. A proposta não foi aceita, e ele só saiu da prisão mediante ordem incondicional de soltura emitida pelo presidente De Klerk em 1990.

A pressão internacional pela sua libertação contou com grande participação do Conselho Mundial da Paz, uma organização fundada no âmago do politburo soviético e dirigida pela KGB. Até 1991, quando a URSS foi dissolvida, militantes do CNA ainda recebiam treinamento militar em quartéis russos. O socialismo ocidental também teve grande influência na campanha “Free Mandela”.

Cinco anos antes da soltura, o vice-diretor do Comitê de Direitos Humanos do Parlamento Europeu Nicholas Bethell disse que defendia a luta armada, afinal ele também era socialista. Lideranças da esquerda britânica, americana e escandinava ajudaram a trabalhar a imagem de Mandela e financiaram o terrorismo da MK.

De Klerk, cuja agenda estava subordinada a interesses globalistas, tratou de esconder do país os planos e atividades do CNA. Os serviços de inteligência sul-africanos foram instruídos a não investigar o partido para não comprometer a imagem moderada que a mídia passava ao mundo.

Jornalistas que dissessem a verdade, tais como Aida Parker, eram censurados. A Aida Parker’s Newsletter divulgou detalhes dos horrores dos campos de detenção do CNA e de como a mídia colaborou para a falsificação da imagem de Mandela.

Se Mandela era um perigo para as pessoas dentro da prisão, ao sair ele se tornou o flagelo do país. Tão logo se viu livre, o futuro ganhador do Nobel da Paz clamou por uma intensificação da luta armada.

Uma onda de terror varreu a África do Sul logo após sua liberação. Nos primeiros 20 dias 84 pessoas foram assassinadas pelo CNA, 19 delas através do necklace. Houve inclusive execução de mulheres acusadas de bruxaria.

As sombrias previsões do jornal de inteligência britânico Special Office Brief foram confirmadas: A África do Sul está à beira de um banho de sangue de negros contra negros. O terrorista Mandela não é um líder majoritário e não será aceito pelos zulus.”

De fato, os zulus eram majoritariamente anticomunistas e ferrenhos opositores do CNA. Iniciou-se uma guerra entre este e o Partido da Liberdade Inkatha, organização conservadora nacionalista zulu, com o CNA iniciando as agressões e culpando o Inkatha.

A violência incitada por Mandela atingiu pesadamente a população branca. O canto de “Matem o bôer! Matem o Fazendeiro” ecoava nas fileiras do CNA.

Em 1992 ouve 369 ataques contra fazendas. No auge dos massacres, em 1993, 55 pessoas eram assassinadas por dia, a maioria africâneres vítimas da campanha de vingança racial de Mandela.

Neste vídeo ele canta uma música sobre matar brancos:

A brutalidade do processo político que levou o CNA ao poder faria inveja a Oliver Cromwell.

O partido organizou uma unidade de 3150 homens chamada National Peacekeeping Force (NPKF), traduzido como Força Nacional de Paz. Sua função era assegurar o poder do CNA e de Mandela.

A oposição foi esmagada através de golpes políticos contra os bantustões. Estes territórios já gozavam de certa autonomia e muitos de seus líderes recusavam a incorporação à África do Sul.

Mas para uma democracia, o número de pessoas espoliadas importa e separatismo é um mau negócio. Em um documento chamado “Prepare a Foice para o Martelo Vindouro”, preparado pelo PCAS, lê-se:

Esforços devem ser feitos para persuadir os servidores públicos de que sua estabilidade trabalhista e suas pensões só podem ser garantidas por um governo popular e não por líderes tribais.

De fato, apenas governos voltados para as massas podem garantir tamanho nível de espoliação e parasitismo.

O pior conflito aconteceu no Bantustão de Bophuthatswana, o mais rico deles. Seu líder, Lucas Mangope, queria a autonomia do território e se opunha ao CNA, que por sua vez iniciou uma invasão de 1 semana contra Bophuthatswana.

Houve pilhagens, incêndios, saques e estupros. A NPKF depôs Mangope. O mesmo aconteceu no Bantustão de Ciskei, com a deposição de Oupa Gqoso.  Após Ciskei, Joe Slovo disse: “dois já foram, falta um“, referindo-se ao KwaZulu, território outrora autônomo da etnia zulu.

Março de 1994. Cerca de 20 mil membros do Partido da Liberdade Intakha, que defendia a autonomia do KwaZulu, protestaram pacificamente contra as eleições até Shell House, o quartel general do CNA.

Sob ordens de Mandela, homens armados do CNA abriram fogo contra a multidão matando 53 zulus. O incidente ficou conhecido como Massacre de Shell House. Dissidentes políticos capturados foram torturados, inclusive uma criança.

A imprensa internacional reagiu com doentia condescendência. Um artigo no Los Angeles Times dizia:

Os sul-africanos e a comunidade internacional devem encarar o fato de que muitos chefes do Intakha não irão cooperar. Forçá-los a aceitar a realidade de uma África do Sul democrática será um longo e talvez violento processo.

Qualquer semelhança com os ataques dos revolucionários franceses aos alsacianos com a desculpa de que eles não falavam a “linguagem da república” não é mera coincidência. Mas os livros franceses que glorificam as barbáries da Revolução Francesa afirmam: “O Terror é terrível, mas grandioso”.

No período entre sua soltura e a subida ao poder, Mandela fez um giro pelo mundo, como parte da campanha para promover sua imagem.

Ao longo da turnê manifestou seu apoio aos mais sanguinários ditadores do mundo, como Fidel Castro, Saddam Hussein, Ali Khamenei e Hafez al-Assad.

Muito amigo do genocida líbio Muammar al-Gaddafi, disse que ele possuía compromisso com a paz e com os direitos humanos.

Mandela era simpatizante de Idi Amin Dada, o brutal ditador de Uganda que foi cúmplice do sequestro de um avião comercial por terroristas palestinos. Na ocasião, em 1976, commandos israelenses resgataram os reféns no Aeroporto de Entebbe.

Mandela era antissemita. Em um encontro com o também terrorista Yasser Arafat, classificou o resgate de Entebbe como “ato de barbárie.” Em uma cerimônia em Teerã, Mandela disse:

O povo da África fará da revolução islâmica do Irã um modelo para seus movimentos revolucionários.

Em meio à festa da mídia mundial em torno de Mandela, um homem, em um ato de bravura, expôs a verdade sobre o terrorista no American Opinion Speakers Bureau da Sociedade John Birch.

Trata-se de Tomsanqa Linda, ex-prefeito de Ibhayi, uma cidade com 400 mil habitantes negros. Linda quase foi assassinado pelo CNA em 1985. Sua casa e seus negócios foram incendiados, bem como a casa de seus parentes e amigos.

A despeito das ameaças de morte, Linda contou ao mundo os crimes de Mandela. Mais importante que isso, revelou o fato de que a população negra sempre havia desprezado o CNA e a UDF.

Enquanto Mandela pressionava os governos do mundo para aumentar as sanções e boicotes contra a África do Sul, Linda alertou para o fato de que as sanções afetariam principalmente as famílias negras mais pobres. Estas, ao contrário de Mandela, pediam o fim das sanções. Como disse Don Fotheringham, a maior ameaça à população negra era Mandela e seu partido comunista.

A eleição que colocou Mandela no poder foi fraudulenta. Enquanto a mídia internacional preparava a opinião pública ocidental para uma possível intervenção militar da ONU, a NPKF intimidava o eleitorado de oposição. Homens do CNA pululavam nos locais de votação.

Crianças receberam documentos falsos para votar em Mandela. A chamada Comissão Eleitoral Independente era liderada pelo esquerdista Johann Kriegler, simpatizante do CNA.

E assim o terrorista agraciado com o Nobel da Paz assumiu a presidência da África do Sul em maio de 1994. Estima-se que a guerra civil promovida pelo MK de Mandela tenha tido o sanguinolento saldo de 300 mil mortos.

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Mandela e Fidel Castro

COMO SER UM BOM GENOCIDA“Para a maioria dos negros, as promessas utópicas de Mandela se transformaram em um Pesadelo Orwelliano.” — Aida Parker

Pior que Mandela revolucionário foi Mandela no poder.

Em 1995 foi formada a Comissão da Verdade e Reconciliação (CVR), uma corte constituída após o fim do Apartheid e controlada por membros do CNA e do PCAS. Dedicava-se ao revisionismo histórico e à absolvição de criminosos, bem como à promoção cultural do revanchismo étnico.

No mesmo ano, o tenente-coronel Willem Ratte, veterano das guerras de fronteira na Angola, acusou Mandela de homicídio devido ao Massacre de Shell House. A CVR o absolveu.

No mesmo ano a Rádio Donkerhoek, de Hatte, foi fechada por Mandela que, já no poder, cerceou a liberdade de imprensa buscando esconder a verdade.

Winnie Mandela foi condenada pela CVR pela tortura e necklacing de Stompie Moeketsi, uma menina de 14 anos que havia sido acusada de colaborar com a polícia em 1988.

Sua sentença de 6 anos de prisão foi reduzida pela comissão para uma simples multa e ela continuou sendo membro do CNA.

Mandela foi o mentor de um novo apartheid, piorado, desta vez contra brancos e zulus.

O objetivo é o mesmo do apartheid original: garantir o domínio da aliança entre governo e grandes corporações sobre as reservas minerais através do controle do mercado, da cizânia entre as etnias, da expulsão da população africâner e da segregação do povo zulu.

Os bôeres passaram a ser assassinados em suas fazendas, em seus negócios e em suas casas. Charles Nqakula, membro do PCAS e Ministro da Segurança, disse que se os brancos não gostam dos ataques, que se retirem da África do Sul.

Houve total repressão ao direito de autodeterminação de etnias negras minoritárias.

A primeira parte do plano de Mandela foi a disseminação do caos e a formação de uma base política que o apoiasse.

Assassinos e estupradores foram soltos dos presídios.

O então presidente sul-africano ordenou também que escolas dos brancos fossem queimadas e proibiu a fala do idioma africâner, embora ele próprio fosse fluente no idioma.

Lembremos que Pol Pot falava francês fluentemente mas executava quem falasse o idioma no Cambodja. Seu gabinete era quase inteiramente composto por comunistas, alçados a posições proeminentes de acordo com seu ódio contra brancos.

Um deles era Peter Mokaba, um dos responsáveis por popularizar o lema “Matem o fazendeiro, matem o bôer“.

Com Mandela no poder a taxa de criminalidade disparou, o padrão de vida caiu e houve degradação ambiental.

Sua política econômica foi caracterizada por leis trabalhistas altamente restritivas, impostos escorchantes, ações afirmativas altamente discriminatórias e inflacionismo.

Um grande número de brancos deixou a África do Sul num primeiro momento e hoje um número ainda maior de pessoas de todas as etnias está abandonando o país. A maior parte dos emigrantes são pessoas com alto grau de instrução.

Os sucessores de Mandela perpetuaram suas ingerências e o CNA está até hoje no poder. O país é governado por uma elite política. Os tiranos brancos foram substituídos por tiranos negros. Enquanto o CNA se autoglorifica com monumentos e mansões para seus membros, o povo sofre com doenças, miséria e violência, como de costume em regimes socialistas.

Em 2002 a taxa de desemprego chegou a alarmantes 48%. Os negros são os principais afetados, uma vez que na década de 1980 o CNA proibiu negros de estudar como parte da campanha “revolução antes da educação”.

Os efeitos disso no mercado de trabalho são sentidos com força atualmente. Entre 1994 e 2011 houve uma desvalorização de 70% do rand, a moeda do país, o que agravou os efeitos da pobreza.

O estado de bem-estar social promovido por Mandela conseguiu aquilo que o apartheid nunca alcançou: a destruição dos negros.

Em apenas uma década de regime democrático do CNA o número de pessoas vivendo com menos de 1 dólar por dia passou de 2 milhões para 4 milhões, e o número de favelados aumentou 50%.

Apenas 5000 dos 35 milhões de negros sul-africanos ganhavam mais de 60 mil dólares por ano em 2004. Naquele ano os registros apontaram para 60% dos habitantes vivendo sem saneamento adequado e 40% vivendo sem telefone, enquanto o índice de infecção por HIV chegava a intoleráveis 20%.

Entre 1994 e 2010 quase meio milhão de pessoas morreram de AIDS. A expectativa de vida havia caiu 13 anos em apenas 10 anos de governo do CNA.

Nunca houve tanta violência na África do Sul quanto agora. Desde que o CNA de Mandela assumiu o país, quase 1 milhão mulheres foram estupradas e quase 300 mil sul-africanos foram assassinados.

O Ato de Controle de Armas de Fogo de 2000 fez com que a criminalidade e o número de gangs disparassem e abriu caminho para uma escalada sem precedentes do genocídio branco.

A África do Sul se transformou na capital mundial do crime organizado. Há 600 sindicatos do crime operando no país, incluindo mafiosos russos e sicilianos e traficantes nigerianos. As palavras do historiador Paul Johnson, proferidas em 1995, nunca foram tão verdadeiras:

A África do Sul é um país afetado pelo crime e pela corrupção, com padrões declinantes e uma população acometida pela pobreza e pela existência carnal.

O legado mais nefasto de Mandela é o genocídio perpetrado pela CNA e seus aliados contra a população branca.

Esta abjeta campanha de terror ocorre com a anuência do atual presidente sul-africano, Jacob Zuma, que tem em seu currículo uma acusação de estupro. Zuma forjou uma aliança entre CNA, PCAS e COSATU, formando uma frente comunista responsável pela desapropriação violenta das terras bôeres.

Embora o número de fazendeiros mortos na última década ultrapasse 4000, e o número de africâneres brancos assassinados em crimes de ódio no mesmo período chegue próximo de 70 mil, e apesar do fato de que 50 africâneres são assassinados por dia, o genocídio ainda não atingiu seu auge.

Gregory Stanton, presidente da Genocide Watch, é um dos maiores especialistas em estudos sobre genocídio do mundo.

O autor identificou oito estágios que caracterizam o processo de genocídio, sendo o último deles a negação de que tenha acontecido. O extermínio é o penúltimo. O quinto estágio é a polarização, que no caso da África do Sul é uma polarização racial. Há uma campanha cultural para incutir na população a ideia de que os brancos não são sul-africanos.

De acordo com Stanton o país encontra-se no sexto estágio, chamado preparação. Nesta fase as vítimas são identificadas e separadas segundo critérios étnicos ou religiosos e sua propriedade é expropriada.

O ataque à propriedade privada é, segundo Stanton, uma maneira de consolidar o poder do estado: “propriedade privada te dá o poder econômico de se opor ao governo, sem propriedade privada não há base de poder econômico para tal oposição.” A ideia é minar a capacidade de resistência da população oprimida.

De fato, entre 1994 e 2013 o número de fazendas comerciais caiu de 120 mil para 37 mil. Somente no setor agrícola 400 mil empregos foram perdidos.

Outra estratégia é minar sua capacidade de defesa. O regime do CNA baniu as milícias rurais bôeres que protegiam as fazendas e confiscou suas armas.

A verdadeira razão por trás da matança transparece nas palavras do supremacista negro Julius Malema, ex-presidente da Liga Jovem do CNA e atual comandante do Lutadores da Liberdade Econômica, um partido marxista-leninista, ao requerer a nacionalização das minas: “Eles (brancos) exploraram nossos minerais por muito tempo. Queremos as minas, é a nossa vez.”

O verdadeiro motivo é o roubo, tal qual aquele perpetrado pelo III Reich contra os judeus. O que Malema quer fazer com as minas já está sendo feito com a terra. O CNA as distribuiu para membros do partido através de reforma agrária política e racialmente motivada. 90% dessa terra é improdutiva.

Julius Malema segue conclamando uma guerra contra a população branca, que ele acusa de ser inteiramente criminosa. Promete roubar a terra dos africâner através de uma brutal violência que já está acontecendo.

Mulheres e crianças brancas estão sendo executadas em suas próprias casas. Algumas vítimas são mortas enquanto dormem. Aqueles que tiverem o coração forte podem ver os assustadores e tocantes relatos destas barbáries aqui. Algumas imagens podem ser chocantes demais.

Peter Mokaba, falecido comparsa de Mandela ameaçava os brancos: “When Mandela dies we will kill you like flies.” (Quando Mandela morrer mataremos vocês como moscas). Algumas pessoas nascem e morrem apenas para causar tristeza e sofrimento. A situação tende a piorar.

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Mandela com o banqueiro David Rockefeller

A QUEM INTERESSA A FARSA MANDELA?O primeiro campo de batalha é a reescrita da História” — Karl Marx

A pergunta “a quem interessa?” deveria ser feita mais vezes. Por que terroristas como Mandela recebem o Nobel da Paz, a Medalha Presidencial da Liberdade e o Prêmio da Paz de Lenin? (embora este último, como disse meu amigo David Lage, soe algo como “Prêmio Mengele de Boas Práticas Médicas”).

A quem interessa glorificar Nelson Mandela? Por que as pessoas se comovem com um falso preso político, mas sequer ouvem falar em presos políticos reais como Ignatius Kung Pin-Mei, Óscar Biscet e Saeed Abedini?

Por que tão poucos lembram aqueles que realmente lutaram contra os horrores do Apartheid, movidos por um genuíno senso antirracista e pró-liberdade?

Refiro-me a pessoas como Mangosuthu Bethelezi, líder do Inthaka Freedom Party; e o bispo Isaac Mokoena, líder da Associação da Igreja Reformada Independente, que lutou contra a lei que impedia casamentos entre etnias e contra as sanções econômicas ocidentais.

Ressalte-se que a Igreja Católica e muitas outras denominações cristãs tiverem um importante papel na luta antiapartheid, mas hoje sofrem não só com a ingratidão, mas também com injustiças.

Jacob Zuma acusa o Cristianismo de ser o culpado pelos problemas do país.

Por que não se ouve falar dos outros casos de apartheid no continente africano, como a expulsão de milhares de negros mauritanos de suas terras (e tortura e morte de muitos outros), promovida por Ould Taya?

Por que as escolas ensinam que Mandela foi um herói? Por que o mundo inteiro se comove com a África do Sul, mas não com Serra Leoa, Sudão, Uganda, ou com os curdos?

É ingenuidade pensar que as lideranças políticas e geopolíticas — os mesmos indivíduos que mentem, falsificam, roubam, matam, e declaram guerras injustificáveis — seriam tomados por um espírito de luz que os encheria de terna compaixão pelos povos oprimidos.

O real motivo da cruzada mundial contra o Apartheid e pró-Mandela se resume a uma palavra: minérios.

A África do Sul é rica em ouro e diamantes, além de abrigar um dos 19 pontos de estrangulamento do comércio marítimo internacional. A área de influência de sua Marinha de Guerra abrange outros 7 pontos de estrangulamento no Oceano Índico.

O país possui também uma das maiores reservas de minérios estratégicos do mundo. Utilizados em ligas de alta resistência e alta tecnologia eletrônica, estes recursos são de grande interesse militar.

Até 1989, 40% de todo o ouro minerado na História era proveniente da África do Sul. Ainda hoje, o país é o maior produtor de cromo e possui 95% das reservas mundiais de metais do grupo da platina (platina, paládio, ródio, rutênio, irídio e ósmio).

Durante a guerra fria, a importância de se controlar essas jazidas atingiu novos patamares.

Após a independência em 1961, o status da África do Sul como potência regional e o crescente poderio do Partido Nacional passaram a representar uma grande ameaça aos interesses soviéticos, o suficiente para que estes tomassem providências imperialistas.

Relatórios dos serviços de inteligência sul-africanos revelaram que o objetivo do apoio soviético ao PCAS e ao CNA era de fato o controle das reservas minerais. Em 1973 o então presidente da URSS Leonid Brejnev afirmou:

Nossa meta é ganhar o controle dos dois grandes tesouros dos quais o Ocidente depende — o tesouro energético do Golfo Pérsico e o tesouro mineral da África do Sul.

A estratégia adotada era a desestabilização do regime africâner através do suporte e financiamento de movimentos comunistas revolucionários internos e externos.

Tanto o crescimento do poderio africâner quanto da influência soviética na África do Sul eram intoleráveis para os líderes corporativistas anglo-americanos que controlavam as minas desde os tempos coloniais.

A resposta dos banqueiros ocidentais foi garantir sua posição valendo-se do método soviético, já testado em campo.

Relatórios policiais indicam que em 1984, Gavin Reddy, CEO da Anglo-American Mining Corporation, já estava em plena negociação com líderes do CNA exilados na Zâmbia.

A empresa foi fundada na África do Sul pelo banco J.P. Morgan e por Ernst Oppenheimer, empresário do ramo de ouro e diamantes que também controlava o cartel de mineradoras De Beers.

O lobby dos governos ocidentais, grandes corporações, grandes bancos e instituições midiáticas havia se organizado para assumir o patrocínio da CNA, organização oficialmente amparada pela diplomacia americana na época.

Um artigo de 1983 publicado por Thomas G. Karis, colaborador da ONU, declara que seria vantajoso para os EUA ver pessoas como Mandela no poder.

A partir de 1986 o presidente americano Ronald Reagan impôs sanções ao governo sul-africano, pressão para boicote internacional, retirada da CNA da lista de organizações terroristas e a ordem de soltura de prisioneiros, incluindo Mandela.

O motivo não era as atrocidades racistas do regime, mas a aliança com o CNA, que uma vez no poder, favoreceria a agenda dos cartéis anglo-americanos.

O senador americano Jesse Helms, que se opôs às sanções, notou que esta medida não estava ligada aos problemas de segregação racial, mas sim à transferência de poder para as elites comunistas do movimento antiapartheid. As lideranças negras não comunistas foram completamente esquecidas.

Na mesma época a mídia iniciou um amplo trabalho de marketing pessoal para construir a imagem de Mandela como herói e libertador.

A manipulação da opinião pública no Ocidente legitimou politicamente não apenas as sanções como também os planos de transferência de poder.

Ao assumir o poder, o CNA cumpriu sua parte do acordo. O partido de Mandela não adotou medidas marxistas-leninistas, mas sim medidas corporativistas keynesianas, oferecendo concessões a grandes corporações ocidentais para exploração de minérios e outros ativos estratégicos.

Em 1994 o CNA submeteu seu plano econômico a Harry Oppenheimer, filho de Ernst, e que havia financiado movimentos revolucionários entre as décadas de 1970 e 1980.

Mandela era seu amigo pessoal e disse que “suas contribuições para construir uma parceria entre grandes corporações e o novo governo democrático neste primeiro período de regime democrático merecem todo o apreço”.

Mandela também afirmou, em 1996, que a privatização das “paraestatais” herdadas da era do apartheid é a política fundamental do CNA.

O que ele chama de “privatização” são na realidade concessões a grandes corporações em detrimento da livre competição de mercado.

Diversas agências do governo americano, incluindo o Departamento de Defesa supervisionam programas de cooperação comercial. Bilhões de dólares de ajuda externa arrancados dos americanos pobres são enviados aos sul-africanos ricos e politicamente bem relacionados.

Os negócios entre África do Sul e o eixo Washington-Londres decolam. Mas a vida do cidadão comum sul-africano está cada vez pior devido à ausência do autêntico capitalismo.

Talvez o fato mais triste de todo esse jogo de interesses sejam os diamantes de sangue, cuja mineração utiliza trabalho escravo e cujas receitas fomentem batalhas entre senhores da guerra africanos.

Trata-se de uma indústria monopolística chefiada pela DeBeers Consolidated Mines, esta controlada pelo Rothschild Bank de Londres.

A mineradora persuadiu governos do mundo todo, através de lobby, a negociar toda a produção de diamantes através da DeBeer’s Central Selling Organization (CSO).

O mercado de diamantes não é livre. As determinações regulatórias impostas pelas agências da ONU e pelos estados servem aos interesses do cartel, perseguindo produtores independentes.  Ao mesmo tempo a DeBeers consegue qualquer certificação que necessite, independentemente de seus métodos de exploração, trabalhando em conjunto com governos africanos e membros da comunidade internacional.

A África do Sul produz mais de 1 bilhão de dólares anuais em diamantes.

Em 2006 o cineasta Edward Zwick viajou à África para filmar “Diamantes de Sangue“, um filme a respeito da Guerra Civil de Serra Leoa (1991-2002).

O longa-metragem mostra a tragédia causada pelo monopólio da DeBeers, incluindo o sequestro de civis pela Frente Revolucionária Unida (um grupo guerrilheiro de Serra Leoa) para trabalhar nas minas. Na ocasião Mandela enviou a Zwick uma carta de advertência:

Seria profundamente lamentável se a produção do filme inadvertidamente obscurecesse a verdade, e como resultado, levasse o mundo a acreditar que a resposta apropriada seria parar de comprar diamantes produzidos na África.

A verdade é que Mandela, a serviço da URSS quando guerrilheiro, passou a servir aos banqueiros de Londres quando estadista.

Mentiroso contumaz, fingiu defender os direitos individuais enquanto endossava o genocídio. Fingiu defender a união entre os povos enquanto protegeu apenas a união de cartéis e de esquemas políticos. Fingiu defender a paz enquanto lucrava com a guerra.

Acenou para as nossas crianças com a mão encharcada de sangue inocente. Seu legado de horror ainda assombrará a África do Sul por muitos anos.

Agradecimentos

Tatiana Villas Boas Gabbi, por sua colaboração inestimável ao adequar minhas referências bibliográficas às normas vigentes; Ariel Barja e Fernando Fiori Chiocca pelas excelentes sugestões de sites e artigos

 

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Mandela taken off US terror list. In BBC News Channel, 1. Jul. 2008. Disponível em <http://news.bbc.co.uk/2/hi/americas/7484517.stm>. Acessado em 8. Set. 2013.

GOES, M. P. Não chore a morte de Nelson Mandela: É um racista que odeia branco e é comunista da pior espécie. In: Libertar.in, 6. Dez. 2013. Disponível em <http://www.libertar.in/2013/12/nao-chore-morte-de-nelson-mandela-e-um.html>. Acessado em 6. Dez. 2013.

leia também:

O Congresso Nacional Africano, o partido politico anti-branco de Mandela persegue, mata, tortura, rouba terra de Brancos .

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COMUNISTÃO MANDELA FOICE E MARTELO

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Odeiam Branco – Se você é branco tenha pelo menos compaixão de seus irmãos massacrados na Africa do Sul e na Antiga Rodésia – O ex mais próspero pais da África..

Quinta-feira, 13 de Setembro de 2012

África do Sul à beira do genocídio e da ditadura comunista
Por Alex Newman
Mandela, o “HOMEM DA PAZ”.Nelson Mandela como líder do comitê executivo da ANC assinou aprovando o massacre que ficou conhecido como “Church Street Bombing”, com o aval positivo do “homem da paz”, como dizem os Jornais, 19 pessoas morreram e 200 ficaram feridas
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Ao mesmo tempo que a maior parte do mundo se recusa a aceitar o que está a acontecer na predominantemente comunista África do Sul, a organização sem fins lucrativos com o nome de Genocide Watch declarou no mês passado que os preparativos para as atrocidades genocidas contra os camponeses sul-africanos brancos estavam já bem encaminhados, e que as fases iniciais do genocídio provavelmente já tinham começado.De modo geral, o chefe da Genocide Watch, o Dr. Gregory Stanton, explicou que as poderosas forças comunistas tencionam também abolir a propriedade privada e esmagar todos os potenciais resistentes.Segundo os peritos e os números ofciais, pelo menos 3,000 camponeses brancos, conhecidos por Boers, foram brutalmente massacrados durante a última década. Muitos mais, incluindo crianças – e até as crianças mais pequenas – foram também violadas ou torturadas de modo tão selvagem que meras palavras não podem expressar o horror. E o problema só está a piorar, afirmam os observadores das organizações dos direitos humanos presentes na África do Sul.O governo sul-africano, dominado pela Congresso Nacional Africano (ANC = African National Congress) que tem um forte apoio comunista, respondeu à crescente onda de assassinatos racistas negando o fenómeno, alegando de modo pouco plausível que muitos dos ataques simplesmente são crimes regulares. Apesar das críticas ferozes, as autoridades pararam de registar as estatísticas que poderiam disponibilizar uma imagem mais correcta do que realmente está a acontecer na chamada “Nação Arco-Íris”.Em muitos casos, os assassinatos são simplesmente qualificados de “assaltos”, e ignorados. Devido a isto, é seguro afirmar que os números em volta dos assassinatos certamente são mais elevados do que aqueles que as entidades oficiais admitem. Entretanto, múltiplas fontes reportam que as forças policiais estão muitas vezes envolvidas nos assassinatos ou, pelo menos, nas manobras que visam esconder a realidade dos eventos (“cover-ups”)Um sul.africano exilado nos EUA declarou à “The New American” que, quando as vítimas são capazes de se defender, e os perpetradores capturados, muitos deles costumam estar afiliados ao ANC ou à sua facção jovem.Os peritos não estão a acreditar na ocultação dos factos feita pelo governo. “Estamos cada vez mais convencidos que os assassinatos de camponeses [brancos] não são acidentais,” declarou o Dr. Stanton da Genocide Watch durante a sua missão de averiguação dos factos no mês passado. Ele acrescentou ainda que era bem óbvio que os massacres não eram crimes comuns principalmente devido à barbaridade usada contra as vítimas.

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Não sabemos ainda quem está a planeá-los mas apelamos a uma investigação internacional que julgue e determine quem está por trás destes assassinatos.
De facto, os analistas mais honestos concedem que as milhares de matanças brutais, e as dezenas de milhares de ataques, fazem parte dum padrão mais abrangente. E segundo o Dr. Stanton, que esteve envolvido no movimento anti-Apartheid da África do Sul e tem décadas de experiência na análise de genocídios e usurpação comunista, a tendência aponta para um futuro conturbado para esta nação.“Este tipo de coisas é o que eu já observei em outros genocídios,” disse ele dos assassinatos dos camponeses brancos, listando vários exemplos tais como uma vítima que foi abandonada com uma Bíblia aberta sobre ela, ou outras vítimas que foram torturadas, desventradas, violadas ou pior.
Isto foi o que aconteceu no Burundi, e foi o que aconteceu no Rwanda. Já aconteceu em muitas outras partes do mundo.
Falando em Pretória num evento organizado pelo grupo anti-comunista Transvaal Agricultural Union, o Dr. Stanton atacou os esforços que são feitos no sentido de desumanizar os brancos sul-africanos caracterizando-os de “colonos.” Esta qualificação tem como propósito construir em torno dos Afrikaner – descendentes de imigrantes da Europa do Norte que chegaram ao país há séculos atrás – uma imagem de pessoas que não pertencem ao país.Este foi o processo que foi levado a cabo contra os Arménios Cristãos que viviam na Turquia, explicou Stanton. O fenómeno da desumanização ocorreu também contra o povo Judeu na Alemanha que se encontrava debaixo do regime Nacional Socialista, muito antes de Hitler implementar a “Solução Final.”Os peritos defendem que, infelizmente, a África do Sul pode ser a próxima na linha. Stanton declara:
Sempre que tens este tipo de desumanização, estás perante o princípio dum processo descendente até ao genocídio.
Stanton acrescentou que a situação na África do Sul já passou esta fase [desumanização]. A próxima fase antes do extermínio, que começou há já alguns anos, é a logística para o levar a cabo.
Nós estávamos preocupados com a existência de grupos organizados que estão de facto a fazer o planeamento. . . . Tornou-se claro para nós que a Youth League [da ANC] é este tipo de grupo e eles estiveram a planear este tipo de massacre genocida ao mesmo tempo que forçavam a remoção dos brancos sul-africanos.
A Genocide Watch levantou o alerta para a África do Sul da fase 5 para a 6 – a 8ª fase é a negação depois do facto – quando o então líder da ANC Youth League Julius Malema começou a cantar abertamente uma canção racista que incitava o assassínio de camponeses brancos sul-africanos:
Disparem sobre o Boer! Matem o Boer!
Descrito pelo grupo anti-genocídio como um “racista marxista-leninista”, Malema foi também citado afirmando que “todos os brancos são criminosos” e ameaçando tirar as terras dos camponeses brancos das suas mãos à força. Depois dos seus apelos ao genocídio terem chegado aos ouvidos da comunidade internacional, o Tribunal Supremo Sul Africano declarou que a canção que incitava a matança dos brancos, era discurso de ódio ilegal.Surpreendentemente, o presidente sul-africano e membro do ANC, Jacob Zuma, começou este ano a entoar a mesma canção em público. Desde então, o número de camponeses brancos sul-africanos assassinados têm aumentado todos os meses. Outros oficiais governamentais séniores têm apelado abertamente para a “guerra.”O Dr Stanton declara que “Este é o tipo de conversa que, obviamente, não só é pré-genocídio, como vem antes dos crimes contra a humanidade.” Stanton apelou a todos a não esquecer que somos todos membros da raça humana.
Aqueles que seriam os negacionistas, e que tentam rejeitar os sinais de aviso, na minha opinião estão a ignorar os factos.
Stanton explicou ainda a lógica do progresso até ao genocídio onde também há a “polarização” onde a população-alvo – camponeses brancos, neste caso – e até os moderados são caracterizados como “o inimigo.” E o fenómeno é cada vez mais aparente na África do Sul, levando a Genocide Watch a classificar a África do Sul como estando já na fase final do genocídio..A questão em torno da distribuição das terras, que se tornou num dos pontos-chave nesta progresso descendente, é também uma das maiores preocupações. A minoria branca ainda é dona da maioria das terras sul-africanas, apesar do ANC prometer redistribui-las aos negros. Mas a redistribuição que já ocorreu – como por exemplo, no Zimbabwe – resultou num falhanço total.Apesar do registo das atrocidades até agora, alguns extremistas, incluindo elementos do governo dominado pelo ANC, tencionam agora ficar com as terras dos brancos o mais rapidamente possível, chegando ao ponto de algumas facções argumentar que isso deveria ser feito sem qualquer tipo de compensação. Para além disso, a agenda comunista, tal como em todo o lugar onde a redistribuição coerciva ocorreu, tem planos ainda mais vastos. O Dr Stanton, que alega já ter vivido em países comunistas, avisa:
Qualquer que seja o sistema de posse de terras que a África do Sul adopte, os comunistas – a longo prazo – tencionam abolir toda a propriedade privada. Isso nunca deve ser esquecido. Em todos os lugares que os comunistas se apoderam, a possessão privada é abolida uma vez que esta dá às pessoaspoder – poder económico – de se oporem ao governo. Mal te é retirado tal poder. não há qualquer base sobre a qual tu podes ter o poder económico para te opores ao governo.
Entretanto, o governo sul-africano está a desenvolver esforços para desarmar os já-de-si-afligidos camponeses brancos, retirando-lhes assim a sua última linha de defesa. Naturalmente, e como tem sido consistente através de toda a História, o desarmamento é sempre um precursor necessário para o totalitarismo e até o eventual massacre do grupo-alvo. De facto, as armas nas mãos dos cidadãos são normalmente a última fronteira até à escravatura total e até mesmo o extermínio.No seu site, a Genocide Watch ressalvou o seguinte:
O governo separou as unidades commando dos camponeses brancos que outrora protegiam os campos, e aprovou leis que visam confiscar as armas dos camponeses. O desarmamento dum grupo-alvo é um dos sinais mais sérios dum possível futuro genocídio.
O exilado que falou com a TNA disse que muitas das armas confiscadas aos brancos foram mais tarde encontradas nos horriveis locais do crime. Até a mera possessão de uma arma “não registada” ou “não licenciada” – obter uma licença tornou-se bastante difícil, senão impossível – pode resultar em cadeia. Na África do Sul, especialmente para um camponês branco, ir para a cadeia, com as violações generalizadas e as infecções HIV a serem a norma, é practicamente uma sentença de morte.O Dr. Stanton prometeu aos Afrikaners que visitaria a embaixada dos EUA e colocaria o assunto em cima da mesa perante os líderes mundiais. No entanto, ele apelou para que eles não abdicassem das suas armas e que continuassem a resistir a “ideologia” comunista proposta por muitos líderes políticos e partidários que agora dominam o coercivo aparato do governo da nação.As Nações Unidas definem um genocídio como “a destruição deliberada e sistemática, no seu todo ou parcial, de um grupo étnico, racial, religioso ou nacional.” No entanto, o termo inclui ainda acções que estão para além da simples matança. Segundo a ONU, entre os crimes que podem ser classificados de genocídio incluem-se:
  • actos que: visem causar dolo a membros dum grupo minoritário específico,
  • infligir à minoria – e de modo deliberado – condições que resultam na sua destruição total ou parcial,
  • buscar ou prevenir nascimentos entre os grupos-alvo,
  • e transferir de modo coercivo as suas crianças menores para outros
Os activistas e os exilados alegam que muitas destas condições foram já atingidas – e, tecnicamente, qualquer uma delas pode constituir um acto de genocídio se faz parte duma tentativa sistemática de destruir um grupo em particular. Entretanto, os peritos afirmam que o governo está a exacerbar o problema discriminando de modo activo contra os brancos, e em muitos casos, facilitando as atrocidades que já ocorrem.Obviamente, esta não seria a primeira vez que uma tragédia similar ocorria na zona Sul do continente africano. Quando o ditador marxista Robert Mugabe tomou o poder no Zimbabwe (conhecida previamente como “Rodésia”, e um dos países mais abastados do continente) ele deu início a uma guerra impiedosa contra a população branca e contra os seus oponentes políticos. O país rapidamente mergulhou num caos e em fome generalizada quando o regime Mugabe “redistribuiu” as terras e a riqueza existente entre os seus amigos e parceiros políticos que, obviamente, nada sabiam de agricultura.O regime matou dezenas de milhares de vítimas, e alguns estimam que milhões tenham morrido como consequência directa das políticas marxistas de Mugabe. Os brancos que se recusaram a abandonar a propriedade durante a “redistribuição”, foram frequentemente torturados e mortos pelo regime ou pelos seus esquadrões da morte. Com Mugabe ainda no controle, o trágico sofrimento do Zimbabwe continua a piorar, mas o tirano assassino ainda é visto com bons olhos pelos oficiais seniores do ANC.Nem todos os sul-africanos – especialmente os citadinos – estão convencidos que está a ocorrer um genocídio no seu país, ou que um se aproxima. De facto, a vasta maioria dos negros e dos brancos apenas quer viver em paz uns com os outros. Para além disso, há outros problemas mais sérios a serem resolvidos pelo governo sul-africano.No entanto, virtualmente todos concordam que, sem uma solução, a situação precária da “Nação Arco-Íris” vai continuar a decair – de má para pior. Muitos activistas que buscam atrair a atenção das pessoas para este assunto apelam aos governos europeus e aos EUA que comecem imediatamente a aceitar os refugiados brancos mais vulneráveis provenientes da África do Sul.Há menos de 5 milhões de brancos a viver no país, 10% da população, uma queda abismal se levarmos em conta que há algumas décadas atrás os brancos eram quase 1/4 da população total. Os analistas afirmam que fornecer-lhes asilo vai ser politicamente duro, parcialmente porque isso levantaria o véu sobore os mitos da elite em torno de Nelson Mandela e do seu partido ANC, como sendo “heróicos” e “combatentes pela liberdade.”Sem surpresa alguma, os órgãos de comunicação da elite ocidental raramente reportam a calamidade que se aproxima. E quando resolverem contar a verdade aos seus leitores, pode já ser tarde demais.

O racismo contra brancos e o comunismo na África do Sul e no Zimbábue: O silêncio cúmplice de Nelson Mandela

África do Sul à beira do genocídio e da ditadura comunista

Escrito por Alex Newman | 19 Setembro 2012 Notícias Faltantes – Comunismo

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Mais uma vez, os comunistas usam o racismo, o desarmamento, odiscurso de ódio e a perversão do direito para levar um país ao genocídio. A mídia ocidental, ao fingir que não vê, parece simplesmente estar apoiando a matança.

Ao mesmo tempo que a maior parte do mundo se recusa a aceitar o que está a acontecer na predominantemente comunista África do Sul, a organização sem fins lucrativos com o nome de Genocide Watch declarou no mês passado que os preparativos para as atrocidades genocidas contra os camponeses sul-africanos brancos estavam já bem encaminhados, e que as fases iniciais do genocídio provavelmente já tinham começado. De modo geral, o chefe da Genocide Watch, o Dr. Gregory Stanton, explicou que as poderosas forças comunistas tencionam também abolir a propriedade privada e esmagar todos os potenciais resistentes.

Segundo os peritos e os números ofciais, pelo menos 3 mil camponeses brancos, conhecidos por Boers, foram brutalmente massacrados durante a última década. Muitos mais, incluindo crianças – e até as crianças mais pequenas – foram também violadas ou torturadas de modo tão selvagem que meras palavras não podem expressar o horror. E o problema só está a piorar, afirmam os observadores das organizações dos direitos humanos presentes na África do Sul. O governo sul-africano, dominado pela Congresso Nacional Africano (ANC = African National Congress) que tem um forte apoio comunista, respondeu à crescente onda de assassinatos racistas negando o fenômeno, alegando de modo pouco plausível que muitos dos ataques simplesmente são crimes regulares. Apesar das críticas ferozes, as autoridades pararam de registar as estatísticas que poderiam disponibilizar uma imagem mais correta do que realmente está a acontecer na chamada “Nação Arco-Íris”. Em muitos casos, os assassinatos são simplesmente qualificados de “assaltos”, e ignorados. Devido a isto, é seguro afirmar que os números em volta dos assassinatos certamente são mais elevados do que aqueles que as entidades oficiais admitem. Entretanto, múltiplas fontes reportam que as forças policiais estão muitas vezes envolvidas nos assassinatos ou, pelo menos, nas manobras que visam esconder a realidade dos eventos (“cover-ups”) Um sul.africano exilado nos EUA declarou à “The New American” que, quando as vítimas são capazes de se defender, e os perpetradores capturados, muitos deles costumam estar afiliados ao ANC ou à sua facção jovem.

Os peritos não estão a acreditar na ocultação dos fatos feita pelo governo. “Estamos cada vez mais convencidos que os assassinatos de camponeses (brancos) não são acidentais,” declarou o Dr. Stanton da Genocide Watch durante a sua missão de averiguação dos fatos no mês passado. Ele acrescentou ainda que era bem óbvio que os massacres não eram crimes comuns principalmente devido à barbaridade usada contra as vítimas.

Não sabemos ainda quem está a planejá-los mas apelamos a uma investigação internacional que julgue e determine quem está por trás destes assassinatos.

De fato, os analistas mais honestos concedem que as milhares de matanças brutais, e as dezenas de milhares de ataques, fazem parte dum padrão mais abrangente. E segundo o Dr. Stanton, que esteve envolvido no movimento anti-Apartheid da África do Sul e tem décadas de experiência na análise de genocídios e usurpação comunista, a tendência aponta para um futuro conturbado para esta nação. “Este tipo de coisas é o que eu já observei em outros genocídios,” disse ele dos assassinatos dos camponeses brancos, listando vários exemplos tais como uma vítima que foi abandonada com uma Bíblia aberta sobre ela, ou outras vítimas que foram torturadas, desventradas, violadas ou pior.

Isto foi o que aconteceu no Burundi, e foi o que aconteceu no Rwanda. Já aconteceu em muitas outras partes do mundo.

Falando em Pretória num evento organizado pelo grupo anti-comunista Transvaal Agricultural Union, o Dr. Stanton atacou os esforços que são feitos no sentido de desumanizar os brancos sul-africanos caracterizando-os de “colonos.” Esta qualificação tem como propósito construir em torno dos afrikaner – descendentes de imigrantes da Europa do Norte que chegaram ao país há séculos atrás – uma imagem de pessoas que não pertencem ao país. Este foi o processo que foi levado a cabo contra os armênios cristãos que viviam na Turquia, explicou Stanton.

O fenômeno da desumanização ocorreu também contra o povo judeu na Alemanha que se encontrava debaixo do regime nacional-socialista, muito antes de Hitler implementar a “Solução Final.” Os peritos defendem que, infelizmente, a África do Sul pode ser a próxima na linha. Stanton declara:

Sempre que tens este tipo de desumanização, estás perante o princípio dum processo descendente até ao genocídio.

Stanton acrescentou que a situação na África do Sul já passou esta fase (desumanização). A próxima fase antes do extermínio, que começou há já alguns anos, é a logística para o levar a cabo.

Nós estávamos preocupados com a existência de grupos organizados que estão de fato a fazer o planejamento.Tornou-se claro para nós que a Youth League [da ANC] é este tipo de grupo e eles estiveram a planejar este tipo de massacre genocida ao mesmo tempo que forçavam a remoção dos brancos sul-africanos.

A Genocide Watch levantou o alerta para a África do Sul da fase 5 para a 6 – a 8ª fase é a negação depois do fato – quando o então líder da ANC Youth League, Julius Malema começou a cantar abertamente uma canção racista que incitava o assassínio de camponeses brancos sul-africanos:

Disparem sobre o Boer! Matem o Boer!

Descrito pelo grupo anti-genocídio como um “racista marxista-leninista”, Malema foi também citado afirmando que “todos os brancos são criminosos” e ameaçando tirar as terras dos camponeses brancos das suas mãos à força. Depois dos seus apelos ao genocídio terem chegado aos ouvidos da comunidade internacional, o Tribunal Supremo Sul Africano declarou que a canção que incitava a matança dos brancos, era discurso de ódio ilegal.

Surpreendentemente, o presidente sul-africano e membro do ANC, Jacob Zuma, começou este ano a entoar a mesma canção em público. Desde então, o número de camponeses brancos sul-africanos assassinados têm aumentado todos os meses. Outros oficiais governamentais sêniores têm apelado abertamente para a “guerra.” O Dr. Stanton declara que “este é o tipo de conversa que, obviamente, não só é pré-genocídio, como vem antes dos crimes contra a humanidade.” Stanton apelou a todos a não esquecer que somos todos membros da raça humana.

Aqueles que seriam os negacionistas, e que tentam rejeitar os sinais de aviso, na minha opinião estão a ignorar os fatos.

Stanton explicou ainda a lógica do progresso até ao genocídio, na qual também há a “polarização” na qual a população-alvo – camponeses brancos, neste caso – e até os moderados são caracterizados como “o inimigo.” E o fenômeno é cada vez mais aparente na África do Sul, levando a Genocide Watch a classificar a África do Sul como estando já na fase final do genocídio… A questão em torno da distribuição das terras, que se tornou um dos pontos-chave nesta progresso descendente, é também uma das maiores preocupações. A minoria branca ainda é dona da maioria das terras sul-africanas, apesar do ANC prometer redistribui-las aos negros.

Mas a redistribuição que já ocorreu – como por exemplo, no Zimbabwe – resultou num fracasso total. Apesar do registo das atrocidades até agora, alguns extremistas, incluindo elementos do governo dominado pelo ANC, tencionam agora ficar com as terras dos brancos o mais rapidamente possível, chegando ao ponto de algumas facções argumentar que isso deveria ser feito sem qualquer tipo de compensação. Para além disso, a agenda comunista, tal como em todo o lugar onde a redistribuição coerciva ocorreu, tem planos ainda mais vastos. O Dr Stanton, que alega já ter vivido em países comunistas, avisa:

Qualquer que seja o sistema de posse de terras que a África do Sul adote, os comunistas – a longo prazo – tencionam abolir toda a propriedade privada. Isso nunca deve ser esquecido. Em todos os lugares que os comunistas se apoderam, a possessão privada é abolida uma vez que esta dá às pessoas poder – poder econômico – de se oporem ao governo. Mal te é retirado tal poder. não há qualquer base sobre a qual tu podes ter o poder econômico para te opores ao governo.

Entretanto, o governo sul-africano está a desenvolver esforços paradesarmar os já-de-si-afligidos camponeses brancos, retirando-lhes assim a sua última linha de defesa. Naturalmente, e como tem sido consistente através de toda a História, o desarmamento é sempre um precursor necessário para o totalitarismo e até o eventual massacre do grupo-alvo. De fato, as armas nas mãos dos cidadãos são normalmente a última fronteira até à escravatura total e até mesmo o extermínio. No seu site, a Genocide Watch ressalvou o seguinte:

O governo separou as unidades commando dos camponeses brancos que outrora protegiam os campos, e aprovou leis que visam confiscar as armas dos camponeses. O desarmamento dum grupo-alvo é um dos sinais mais sérios dum possível futuro genocídio.

O exilado que falou com a TNA disse que muitas das armas confiscadas aos brancos foram mais tarde encontradas nos horriveis locais do crime. Até a mera possessão de uma arma “não registada” ou “não licenciada” – obter uma licença tornou-se bastante difícil, senão impossível – pode resultar em cadeia. Na África do Sul, especialmente para um camponês branco, ir para a cadeia, com as violações generalizadas e as infecções com HIV a serem a norma, é practicamente uma sentença de morte. O Dr. Stanton prometeu aos afrikaners que visitaria a embaixada dos EUA e colocaria o assunto em cima da mesa perante os líderes mundiais. No entanto, ele apelou para que eles não abdicassem das suas armas e que continuassem a resistir a “ideologia” comunista proposta por muitos líderes políticos e partidários que agora dominam o coercivo aparato do governo da nação. As Nações Unidas definem um genocídio como “a destruição deliberada e sistemática, no seu todo ou parcial, de um grupo étnico, racial, religioso ou nacional.” No entanto, o termo inclui ainda ações que estão para além da simples matança. Segundo a ONU, entre os crimes que podem ser classificados de genocídio incluem-se:

  • atos que: visem causar dolo a membros dum grupo minoritário específico,
  • infligir à minoria – e de modo deliberado – condições que resultam na sua destruição total ou parcial,
  • buscar ou prevenir nascimentos entre os grupos-alvo,
  • e transferir de modo coercivo as suas crianças menores para outros

Os ativistas e os exilados alegam que muitas destas condições foram já atingidas – e, tecnicamente, qualquer uma delas pode constituir um ato de genocídio se faz parte duma tentativa sistemática de destruir um grupo em particular. Entretanto, os peritos afirmam que o governo está a exacerbar o problema discriminando de modo ativo contra os brancos, e em muitos casos, facilitando as atrocidades que já ocorrem. Obviamente, esta não seria a primeira vez que uma tragédia similar ocorria na zona sul do continente africano. Quando o ditador marxista Robert Mugabe tomou o poder no Zimbabwe (conhecida previamente como “Rodésia”, e um dos países mais abastados do continente) ele deu início a uma guerra impiedosa contra a população branca e contra os seus oponentes políticos.

O país rapidamente mergulhou num caos e em fome generalizada quando o regime Mugabe “redistribuiu” as terras e a riqueza existente entre os seus amigos e parceiros políticos que, obviamente, nada sabiam de agricultura. O regime matou dezenas de milhares de vítimas, e alguns estimam que milhões tenham morrido como consequência direta das políticas marxistas de Mugabe. Os brancos que se recusaram a abandonar a propriedade durante a “redistribuição”, foram frequentemente torturados e mortos pelo regime ou pelos seus esquadrões da morte. Com Mugabe ainda no controle, o trágico sofrimento do Zimbabwe continua a piorar, mas o tirano assassino ainda é visto com bons olhos pelos oficiais seniores do ANC.

Nem todos os sul-africanos – especialmente os citadinos – estão convencidos que está a ocorrer um genocídio no seu país, ou que um se aproxima. De fato, a vasta maioria dos negros e dos brancos apenas quer viver em paz uns com os outros. Para além disso, há outros problemas mais sérios a serem resolvidos pelo governo sul-africano. No entanto, virtualmente todos concordam que, sem uma solução, a situação precária da “Nação Arco-Íris” vai continuar a decair – de má para pior. Muitos ativistas que buscam atrair a atenção das pessoas para este assunto apelam aos governos europeus e aos EUA que comecem imediatamente a aceitar os refugiados brancos mais vulneráveis provenientes da África do Sul.

Há menos de 5 milhões de brancos a viver no país, 10% da população, uma queda abismal se levarmos em conta que há algumas décadas atrás os brancos eram quase 1/4 da população total.

Os analistas afirmam que fornecer-lhes asilo vai ser politicamente duro, parcialmente porque isso levantaria o véu sobre os mitos da elite em torno de Nelson Mandela e do seu partido ANC, como sendo “heróicos” e “combatentes pela liberdade.” Sem surpresa alguma, os órgãos de comunicação da elite ocidental raramente reportam a calamidade que se aproxima. E quando resolverem contar a verdade aos seus leitores, pode já ser tarde demais.

Publicado no The New American.

Since 1994, more than 70000 (and counting)white South Africans have been murdered of which more than 4000 were commercial farmers. Exact figures are very hard to come by as the South African police fail to report most of the murders that take place.

Nelson Mandela unleashed the black rippers in South Africa
These numbers are thus conservatively estimated.
As the white population of South Africa was 4 434 697 according to the official state census in 1996, and more than 400 000 white South Africans have left the country, it could be estimated that nearly 2% of white South Africans have been murdered in the 18 years of democracy. Compare that to the 7518 black people that were murdered by the Apartheid government, which comes to a percentage of 0.02% of the black population.
(And no, you can’t compare people killed by the security forces with people killed by civilians, but I’m sure that if you look up white on black civilian murders during Apartheid, it would still be very low indeed.)
There were roughly 128 000 commercial farmers in South Africa in 1980. Today there are 40000 commercial farmers left in South Africa.
Since 1994, more than 4000 farmers have been murdered and many more maimed, tortured, raped and assaulted. It was established that more white farmers die per year is South Africa than soldiers in Vietnam

Payback, right? These white people deserve their fate for having been born white in a world that hates the simple fact they dare to exist. [Two more S.African farmers killed: death toll ow at 3,037, Digital Journal, 2-17-2009]:

Two more South African farm dwellers were murdered – bringing the death rate for white commercial farm dwellers to 3,037 since apartheid rule ended in 1994. Killed at his smallholding were lawyer Doppie de Villiers; and livestock farmer David Greig.

A monument in South Africa to dead white farmers, just a momentary bump in the road to true black rule/hegemony in that nation
Doppie de Villiers’ son, sheep farmer Johnnie, who lived on the same smallholding in the Bronkhorstspruit district north of Pretoria with his lawyer dad, who was 66, was deeply traumatised after finding his dad tortured and murdered. The father and son lived in homes on the same agricultural smallholding near Bronkhorstspruit. His father was a lawyer at the Cullinan law courts nearby.

These murder attacks don’t only occur on farms: many — mostly Afrikaner — families are also attacked in exactly the same way in the cities and suburbs, in an upsurge of armed violence targetting this ethnic-European-minority.

South Africa has about 3-million Afrikaners, descendants of Voortrekker Boers who first arrived there as indentured farmers to produce fresh crops for the Dutch East India Company ‘s ships to the Spice Islands — who stopped at the Cape of Good Hope to replenish their fresh food and water on these long voyages during the 17th century. The murdered Mr de Villiers’ rugged farmer-son Johnny – who often went horseback riding with his dad — burst into tears as he related to Afrikaans journalist Virginia Keppler of the Beeld daily how he had first ‘run up and down like a madman’ when he found his tied up dad lying just inside the front door in a blood-smeared hallway at 8am.

Remember the truth of lynching in the United States? [Lynchings in USA over an 86-year time-span vs. Homicides in Detroit over a 10-year time-span, SBPDL, 10-18-2013] Though Oprah Winfrey claimed “millions of black people were lynched,” it turns out only 3,446 blacks werelynched between 1882-1968:

From 1882-1968, 4,743 lynchings occurred in the United States.  Of these people that were lynched 3,446 were black.  The blacks lynchedaccounted for 72.7% of the people lynched. 
  Out of the 4,743 people lynched only 1,297 white people were lynched.  That is only 27.3%.  Many of the whites lynched were lynched for helping the black or being anti lynching and even for domestic crimes.
So, over a span 86 years, 3,446 black people were lynched (many were lynched for actual crimes, mind you); that’s roughly 40/lynchings per year.
If we are to take the numbers of Genocide Watch seriously, in 19 short years more than 4,000 white farmers in South Africa have been murdered by the new ruling elite there, those black residents who democratically elected Mandela. That’s 210 white farmers murdered/ per year by blacks in South Africa.  [Rural White South Africa: Afraid, and Armed, New York Times, 7-16-1998]:

Barely 15 minutes after Jeanne Pereira hit the panic button on her new radio system, she could see her neighbors’ banged-up trucks tearing down the roads to her avocado farm here. Before the dust had settled, two bedraggled black men had surrendered. Laborers on the farm had spotted them kneeling in the tall grass, surveying the main house from the orchard.

”The response was so quick, it was very nice,” said Mrs. Pereira, who is white. Within minutes of the capture, she had her maid handing out mugs of coffee to the farmers, who mingled casually in her yard, shotguns and automatic rifles on their shoulders. ”I was so nervous when my workers said they saw there were two boys out here with guns,” she said.

The white farmers here, like many elsewhere in the country, are numbering their farms on color-coded maps and setting up command posts in their basements where automatic weapons, helmets, gas masks and bulletproof vests are at the ready.

Attacks on the farmers have been mounting. In the last four years, nearly 500 have been killed. Since January there have been 371 attacks on farms resulting in 75 deaths. Some assaults have been particularly brutal. In May, for instance, a 60-year-old farmer recovering from a hip replacement operation was tortured and had his throat slit; he died as he sat in his wheelchair. The intruders then waited an hour for his 52-year-old wife to get home; they raped her and killed her, too.

The farmers may well be feeling the heat of a crime wave that has swept across this country. But many farmers believe that the attacks are more calculated — the work of black militants aiming at a group that remains among the most right-wing in the country. The gang that assaulted the 60-year-old farmer, Donald de la Field, took nothing but a revolver and left behind a note saying ”Kill the Boers,” a phrase that was popular during the struggle against apartheid.

In March, men who attacked a farm outside Pretoria told a mixed-race woman who tried to protect her white husband that they killed only whites, not Coloreds, the South African term for those of mixed race. In other incidents, the attackers reportedly claimed they were members of Umkhonto we Sizwe (Spear of the Nation), the armed wing of the African National Congress when it was fighting apartheid.

It’s not Genocide Watch’s reporting we should worry ourselves with; it’s that we are watching genocide take place in South Africa right now that we should worry ourselves with.

That’s Nelson Mandela’s legacy.

Worse: no one wants to know the reality of black on white crime in America, which would be blamed on the legacy of slavery and Jim Crow (as the murders of white South Africans is blamed on the legacy of Apartheid by media outlets like Reuters [Farm murders highlight apartheid’s toxic legacy in South Africa, Reuters.com, 11-28-2012])

Posted by Stuff Black People Don’t Like at 10:20 AM

Congresso Nacional Africano é o partido político mais racista do Mundo

‘ANC is most racist party’

Fri, 01 Feb 2013 5:23 AM

Grassroots members of South Africa’s ruling ANC believe that the famed anti-apartheid party is sidelining non-black supporters, according to a potentially politically explosive study published on Wednesday.

Research by the Ahmed Kathrada Foundation — formed by Nelson Mandela’s ex-prison mate and fellow anti-apartheid activist — showed that ANC members who are not black feel left out because of their race.

“Generally speaking, branch members have deep-seated concerns with non-racialism in the ANC and in society more broadly,” said the report posted on the foundation’s website.

One respondent told the researchers that “in the ANC racism is still very strong and it can be proven any day, anywhere.”

Another said “the ANC is more racist than any political party at the moment.”

The ANC “preaches about being non-racist… but is doing the opposite,” added another party member.

The impression that the party promotes the interests of blacks first has seen its support base eaten away in sections of the population, the report concluded.

“Indeed the perception (whether real or imagined) that the ANC is advancing only the interests of Africans has led to loss of electoral support in ‘minority areas’.”

The study was conducted in the country’s largest city and its economic hub, Johannesburg.

Respondents were sampled from South Africa’s four main racial groups — blacks, whites, people of Indian descent and those of mixed race, known colloquially as “coloureds”.

Branch members in the predominately coloured Eldorado Park neighbourhood and those in the highbrow and mainly white suburb of Sandton “are frustrated with the party and feel much anger about the way they are treated,” the report said.

“This has made the role of being an ANC branch member in these areas very challenging, and often thankless.”

The results of the study showed that the party, which prides itself as an example of democracy inAfrica, has fewer members of the minority races occupying leadership positions at branch level.

“Many branch members are disillusioned about the manner in which members are awarded senior positions,” said the study, with many believing these are ‘only open to Africans’.”

“This raises significant questions about democracy in the party,” it added.

ANC officials could not immediately be reached for comment.

While acknowledging that race relations have significantly improved since the ANC took to office nearly two decades ago, the study noted that members also feared broader societal trends.

“Branch members feel not enough change has taken place and that racial tensions are impeding social cohesion and concomitant growth and progress in the country.”

http://news.iafrica.com/sa/839881.html

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Almost 70 000 White People have been murdered by Blacks since 1994!” this is what activist Sunette Bridges Tweeted on Jan 13 2013.

This caused quite a remarkable online spat between Bridges and several other Tweeters, including Afrikaans singer Bouwer Bosch, who questioned her astonishing statistics. http://sondag.co.za/face-te-klap/

If 70 000 whites were murdered by blacks since 1994, it could have indeed been close to a genocide. For a time period of 19 years such a figure leads to an astonishingly high number of 80/100 000 white people murdered by blacks people yearly. (10.6 whites per day!)

Bridges is but one of the dozens of people who have been distributing their own statistics and Fear mongering, especially aimed at an International audience.

No wonder these armchair activists gets upset when their exaggerated statistics gets debunked.

A letter in the PE Herald confronted the issue of white “extermination” and concluded that no such thing exists. http://www.peherald.com/news/article/15058,causing quite an outrage amongst extremists.

Bridges and others have published various articles in which they stated the number 70 000 (murdered since 1994), but since the twitter spat Bridges mysteriously edited that figure, without making a public apology or ever admitting she was wrong.

However, if you search the internet you will find this figure of 70 000 being quoted everywhere. Bridges herself comments on a Rapport article on 30 December 2012, “Waarvan PRAAT jy? Is byna 70 000 blankes vermoor aan die hand van Swart mense ‘n mite?”http://www.rapport.co.za/Weekliks/Nuus/Verregses-is-ver-van-reg-20121229

After many people tried to illustrate the flaws in the 10.6 whites murdered per day theory, Bridges and other “Death counters” suddenly started with more accurate research: In her recent blog posting http://sunettebridges.co.za/a-year-from-hell-the-truth-about-south-africa/ A year from Hell, Bridges now comes clean with a more accurate figure, and strangely enough, it does correspond with previous research done into “white murders”:

169 murders in 365 days.

If you do a quick calculation, you will discover that this brings the murder rate to 0.46 whites killed every day. This equates to 3.6/100 000 whites murdered -per year.

A far cry from the 17/100 000 on the African Continent as a whole.

It is also less than the world average murder rate of 6.9/100 000.

It is almost similar to the rate of murder in Europe of 3.5/100 000 yearly.http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_countries_by_intentional_homicide_rate – As clearly illustrated the issue of White Genocide does not have any merit.

Our whole country is a target, and we must find our collective voice and inclusive solutions.

Comparing this to the rate of murder in our Country which is currently around 31.8/100 000, one can clearly conclude what others have been saying.

By far the likeliest victims of murder in this country will be the black population. In fact, if you do the calculation, only slightly more than 1% of all murders in South Africa are “black on white murder”.

Take into account that the white population is 8.9% of the total South African population. To conclude:

– Whites are 8.9 times less likely to be murdered than black people in this country.
– There is no way that a white genocide can be proven based on current statistics, and also the recent revelation that the 70 000 murdered since 1994, was a baseless rumour.
– We have a serious problem in South Africa, and I believe that one murder is one murder too many. Our black population suffers much more than whites do.
– If we stand together as South Africans, and stand up against this atrocious rate of murder against all our people, and not make it a “race exclusive” issue, we will be able to probably achieve more in combatting crime.

Barack Obama calls brutal terrorist commander an inspiration.

Nelson Mandela was the leader of Spear of the Nation [MK], the terrorist wing of the ANC. MK murdered countless people and advocated mass genocide of all white people in Africa. MK also slaughtered members of South African tribes who had gained independence or were in the process of gaining independence under the Apartheid plan.

MK was armed by the Soviet Union and trained by Cubans. When Mandela was arrested, he had a massive stockpile of landmines, hand grenades, and explosives. Joe Slovo, a Jewish man from Lithuania took command of MK when Mandela went to prison for numerous murders. Slovo later became head of the South African Communist Party.

While Mandela was in prison, his wife Winnie Mandela ordered followers to carry out numerous gruesome killings of black people she deemed to be “race traitors.” Many of the victims were women or teenage boys. They were killed by being burned alive with a gasoline soaked tire around their neck.

ANC members necklace a teenage girl.

Nelson Mandela’s bombing campaign.

 

Mandela: White Genocide with a Whimper

Gregory Hood, American Renaissance, December 5, 2013

Mandela
Madiba’s true legacy.

Nelson Mandela is dead, and South Africa without “Madiba” will be much the same as it was before: a wreck of a country with slowly collapsing infrastructure, high crime, and the slow-motion genocide of Afrikaners.

None of this much matters to the opinion makers of what used to be the West. For them, the true hallmark of leftist totalitarianism isn’t brutality—it’s kitsch, and we’ll see plenty of that. Mandela will be on every magazine cover, the Internet will be drowning in sentimental schmaltz, and Facebook will be littered with sanctimonious status updates.

The truth is, the saintly visage of Mandela—all crinkly eyes and warm smiles—conceals a violent past as a terrorist. He was the founder of Umkhonto we Sizwe, the armed wing of the African National Congress, and played a key role in the ANC’s embrace of armed struggle after a “general strike” failed miserably. The first terrorist attacks took place in 1961. In 1962, Mandela left South Africa on an international trip to win support for a violent struggle against the South African government. He negotiated for aid for the African National Congress with various anti-Western governments, including East Germany and Communist China.

Among the countries that pledged him full support were Communist Cuba and the Egyptian government of Gamal Abdel Nasser, a fellow “anti-colonialist.” Mandela’s international activities also included detailed meetings on strategy with Algeria’s National Liberation Army. Perhaps most importantly, with Mandela acting as an international agent for the ANC, the Soviet Union provided massive amounts of financial and military aid to Unkhonto we Sizwe.

After this perverse version of international diplomacy, Mandela underwent intensive military training in Ethiopia, where he learned sabotage, bombing, and guerrilla warfare. Upon his return to South Africa, Mandela was arrested for leaving the country without a passport and for inciting a strike. Later, he was tried along with other members of the ANC in the famous Rivonia Trial. The government alleged 235 separate acts of sabotage.

Most importantly, the South African authorities captured documents about Operation Mayibuye, a plan for a sweeping military confrontation with the government. Mandela was found guilty, along with almost all the other defendants. Because of international pressure, Mandela was sentenced only to life imprisonment rather than death, even though the government believed it had prevented a bloody civil war.

MandelaPrison

Though Mandela was imprisoned before he could personally direct his organization’s campaign of terror, there would still be blood. Mandela’s group and the African National Congress went on to kill scores of innocent people, some via the infamous “necklacing” technique endorsed by Mandela’s wife, Winnie. The group became notorious for its bombing campaign, most notably the Church Street bombing which killed 19 people. The group also mined rural roads used by farmers, which killed at least 120 people, many of them black laborers.

In 1985, the South African government offered to release Mandela if he would repudiate violence as a means to bring about political change. He refused the offer. Mandela was later forced to admit that the African National Congress “routinely” used torture against suspected “enemy agents.” Many of the ANC’s violent activities were not directed at the apartheid government but against the Zulus and their political movement, the Inkatha Freedom Party. However, whites always remained a special target. Even after his release, Mandela was willing to indulge in musical fantasies about killing whites.

At the time of his trial, Mandela denied being a member of the Communist Party—something we now know was a lie. Mandela worked closely with the Communist Party of South Africa, and the African National Congress was sustained and supported by the Soviet Union. Mandela never renounced any of his ties with Communist leaders. Only last Thursday, the Huffington Post, which is scandalized by just about everything sensible, casually reported on the close relationship between Nelson Mandela and Communist dictator Fidel Castro.

Nelson Mandela and Fidel Castro

Nelson Mandela and Fidel Castro

Because of these long-standing associations and violent tactics, Margaret Thatcher condemned the African National Congress in 1987 as a “typical terrorist organization,” and said anyone who thought they would ever run the government was “living in cloud cuckoo land.” The Conservative Party youth distributed propaganda calling for him to be hanged.

The United States listed the African National Congress as a terrorist organization until 2008, and President Ronald Reagan strongly resisted efforts to impose sanctions on the beleaguered South African government. In this, he was supported by most of the American conservative movement, although Republicans such as Newt Gingrich, Jack Kemp, and Richard Lugar argued for confrontation with the white government, promising it would “win Republicans the black vote.” (Some things never change).

However, as tempting as it is to simply point out Mandela’s past as a Communist terrorist, in some ways his reinvention as a “reconciliator” is worse. It is true that as President of South Africa, Mandela did not unleash a campaign of state directed violence against whites. Instead, he largely maintained the economic system for the benefit of those already in power, while systematically dispossessing middle class and working class whites, especially Afrikaners. Nor was this particularity surprising, considering Mandela and the ANC’s history.

Though the African National Congress was aligned with the Communists, they received far friendlier treatment from big business than did their nationalist Boer rivals. Secret meetings were held between the African National Congress and South African business leaders even as the guerrilla war continued, and British business interests were instrumental in setting up talks between Afrikaner elites and the ANC. No such efforts ever took place between the captains of industry and the would-be leaders of an independent Boer Republic, suggesting that business leaders feared Eugene Terre’Blanche’s concept of an economy run for the “folk” more than they feared black rule.

Eugene Terre'Blanche and the AWB fought for Afrikaner autonomy.

Eugene Terre’Blanche and the AWB fought for Afrikaner autonomy.

In the negotiations that preceded the end of white rule, the ANC, business leaders, and the ruling National Party formed a united front against Boer nationalists and Afrikaner patriots, even to the point of opposing leaders such as General Constand Viljoen, who betrayed a Boer secession plan in exchange for a promise that a Boer homeland would be considered. Once Mandela got the concessions he wanted, he refused any such consideration.

President Mandela and his new regime concentrated on reconciling whites to the new government by means of widely publicized symbolic efforts while stripping them of any collective economic, social, or political identity. Mandela won praise for letting “Afrikaner leaders” such as F.W. De Klerk serve in his government, but this was nothing more than continuing his working relationship with collaborators.

Poverty among Afrikaners has soared in the years since the end of apartheid, with thousands reduced to living in squatter camps. South Africa has one of the highest crime rates in the world and is famous for its gated communities and private security companies. The nation also has a high rate of HIV/AIDS infection, which isn’t helped by black government officials who think the cure is a diet heavy in garlic. Mandela’s response has been to criticize the media for focusing too much on crime. He did nothing to stop what is now widely accepted as the opening stages of genocide against Boer farmers, and implemented anti-white racial preferences even as whites became an all but powerless minority.

Mandela achieved a reputation for magnanimity, presumably because he didn’t simply try to kill all his political enemies, as many of his “democratic” colleagues did in other African countries. A great deal of this was simply media friendly gestures, such as Mandela wearing a Springboks jersey (a tale worthy of movie apparently) or honoring former State Presidents when they died. Mandela was smart enough to understand that South Africa depended on whites keeping their wealth and technical skill in the country; he wanted to squeeze the goose that laid the golden eggs, not kill it. Wealthy South Africans and business interests, who were his allies early on, kept the South African economy from collapse, albeit from behind gated communities guarded by private security forces.

"Farm Murders"--monument to South African farmers.

“Farm Murders”–monument to South African farmers.

Nonetheless, Afrikaners as a people have been destroyed. The names of Afrikaner heroes have been torn from towns, streets, and public squares, and replaced with those of “anti-apartheid” leaders. The collective white defense forces known as “commandos” have been outlawed, meaning that those unable to afford private security companies are left vulnerable to black violence.

Since Mandela refused any consideration of a Boer homeland, numbers alone ensure that Afrikaners are politically disenfranchised. More than 750,000 whites have left the country, but Boer farmers are trapped. Their wealth—their farmland—is illiquid. If they did try to leave, confiscatory taxation would leave them all but penniless. Mandela’s magnanimity consisted in keeping whites around to pay taxes to keep his one-party ANC dictatorship going, but denying them meaningful representation.

It will only get worse. His critics on to his left, including his murdering ex-wife, complained that black poverty has not notably improved since the ANC takeover. Because there is no thought to lifting therestrictions on white economic activity and thus creating more wealth for everyone, blacks are turning to their usual policy alternative: outright confiscation. Julius Malema, former ANC youth leader, is forming a new political party with the specific purpose of “fighting white males.” The government is even trying to stop charities from helping poor whites. South Africa is already exploring “land reform” on the Zimbabwean model, which has plunged the former Breadbasket of Africa into dystopian chaos—to the indifference of the world.

Children play outside an Afrikaner squatter camp.

Children play outside an Afrikaner squatter camp.

Even the largely symbolic magnanimous gestures, like keeping the Springboks, have been reversed. As the social norms of the state founded by whites fade away, everything declines. Today, the State President of South Africa is a polygamous Zulu who thinks you can wash away HIV with a shower, and he’s probably better than whoever is coming next.

Mandela deserves full responsibility for all of this. From the beginning, his dream was of a unitary South African state dominated by black voters supporting a leftist political party, with a thin crust of whites to fund it and keep it going. South Africa’s decline into criminality and chaos is simply these ideas playing out to their logical conclusion. Independence, apartheid, and even the terrorism of the AWB were all Afrikaner attempts to avoid exactly what has occurred: political dispossession followed by measures that will lead to collective economic and social extinction.

AWBWasBetter

If anything, a sudden outbreak of anti-white violence upon Mandela’s death would be a good thing. It would give the Afrikaners—a warrior people if there ever was one—a reason to fight back. Instead, the legacy of Mandela is the slow genocide of the people who turned South Africa into a FirstWorld nation in the midst of the Dark Continent. Though some whites will be suffered to live, work, and die for the benefit for their black masters, whites have no future in South Africa, and what few opportunities they have for even a decent life are shrinking every day. Mandela represented exploitation under the guise of magnanimity, murder in the name of democracy, genocide with a smile. We should mourn the old terrorist’s death only because he didn’t live to see his destructive work undone on the day when the Boers—and the rest of us—are once again free.

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7 Respostas to “Não Chore a morte de Nelson Mandela: É um racista que odeia branco e é comunista da pior espécie Stalinista”

  1. chenaokevara Says:

    Muito bom!
    Estou mui feliz por ter encontrado seu blog, agora posso montar um artigo sobre Mandela também, aqui no Brasil ele é bem idolatrado! Es de Portugal?

    Recém comecei a escrever, ainda tenho apenas dois artigos anti-comunistas/socialistas/vermelhos, caso queira ler serás bem-vindo!

  2. francisco rodrigues soares Says:

    tudo isto era previsivel, o comunismo so vinga cim a desgraça alheia.

  3. DANIEL Says:

    só um adendo,o numero real de brancos mortos na africa do sul desde de 1994 (o ano em que aquele pais de primeiro mundo deu uma guinada para o terceiro ) já passa de 80 mil. 4 mil é apenas o numero de fazendeiros!

  4. Andre Says:

    Finalmente alguem que sabe o que foi esse lixo humano chamado de Mandela.

  5. Ella Says:

    comparar o Salvador com um traste desses (e também com che guevara, que é bem comum) é um absurdo inadimissível, Jesus não matava nem mandava ninguém matar para o alcance de seus interesses. Mas para quem não acredita em Deus e confia no humanismo, diga-me, a ascensão de Mandela ao poder favoreceu aqueles que ele defendia? Erradicou seus problemas? Creio que não, mas não importa. Diferentemente do Messias, um falso herói entra para a imortalidade, e suas vítimas, para o esquecimento.

  6. Roberto Caetano Says:

    Infelizmente eu choro pelo Mandela, alias, eu choro por todo terrorista delinquente e comunista que morre, pois, quando um homem justo, íntegro, temente a Deus morre, não há o que se preocupar, este já está no paraíso, e por isso, ficamos consolados. Mas que consolo pode ter o Mandela? Os crimes cometidos por ele serão julgados por Deus e Deus não é subornável como a ONU e sua influencia com os Rockfeller não contarão nada perante seu julgamento celeste. Quem o defenderá de sua inegável culpa perante Deus? Espero de coração, que o Mandela, Che Guevara, Stalin, Lenin, Marx e tantos outros tenham se arrependido dos seus crimes e a desgraça a que lançaram o mundo.

  7. satomi ota Says:

    Sobre Mandela eu não sabia o que estava fazendo, mas dominado pelas comunistas só podia virar nisso.

Comentários encerrados.


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