Enquanto os padres só falam em injustiça social e fome nas missas:

Conheça Maria Berenice Dias, a feminista que quer destruir a família cristã brasileira

Ex-desembargadora é a presidente da Comissão da OAB que propõe as mudanças na lei  para transformar o país numa nação onde os gays mandam; saiba como ela pensa e sua estratégia:

http://www.feemjesus.com.br/post/conheca-maria-berenice-dias-a-feminista-que-quer-destruir-a-familia-crista-brasileira-606

São do ano de 1997 as primeiras palestras sobre o tema da família gay da feminista, advogada e ex-desembargadora gaúcha, Maria Berenice Dias, a mulher que está à frente da maior articulação já feita no Brasil a fim de mudar a estrutura da família brasileira. Ninguém foi tão longe na proposição de um novo modelo de leis que privilegiasse tanto os homossexuais quanto ela e seus colaboradores espalhados Brasil afora.

Maria Berenice Dias é presidente da Comissão Especial de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) com carta branca da entidade para agir em todas as esferas do Poder. Saíram da Comissão chefiada por ela o Estatuto Gay e o anteprojeto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que torna crime a conduta homofóbica, além de garantir todos os direitos possíveis ao matrimônio entre pessoas do mesmo sexo, o que transforma o Brasil na maior nação gay do planeta.

Depois de coordenar as propostas de mudanças em diversas leis do país e na maior delas, a Constituição Federal, Berenice Dias apresentou as medidas estudadas no Congresso Nacional no ano passado e agora empenha-se em recolher assinaturas de apoio ao Estatuto Gay na Internet. O apelo na petição pública deixa claro o objetivo do movimento homossexual no Brasil: “depois do julgamento do STF, que reconheceu as uniões homoafetivas como entidade familiar, é preciso que todos os direitos sejam positivados. Também é indispensável a criminalização da homofobia e a adoção de políticas públicas para coibir a discriminação”.

É para isso que trabalha a sra. Maria Berenice Dias desde 1997, ano dos seus primeiros discursos na direção da Nova Ordem Gay no Brasil. Numa simples análise deles, é possível ter um resumo do pensamento do movimento homossexual em ascensão no Brasil. Em linhas gerais, ele é o seguinte:

1) A família tradicional, com pai e mãe heterossexuais, precisa ser substituída por outra, em que prevalece a “afetividade” não importando se ela é formada por casais do mesmo sexo. Ao contrário, são os casais gays que garantirão o fim do modelo de família em que o pai hetero “abusa dos filhos e bate na esposa”. O problema é que os abusadores e a violência doméstica estão longe de ser exclusividade do casamento heterossexual, como sugerem os ativistas homossexuais. Eles podem ocorrer em qualquer família, muito mais nas uniões gays. Nos Estados Unidos, por exemplo, pesquisas mostram fartamente que boa parte da violência contra os gays ocorre dentro de casa e não fora dela. A homofobia, portanto, é conduta dos próprios homossexuais

2) Além de subverter a família cristã, o mesmo que derrubar a base da sociedade brasileira, Maria Berenice Dias quer dar garantias excepcionais aos gays. Mas para isso acontecer, é preciso coibir qualquer manifestação contrária ao comportamento deles, por quem quer que seja. Nessa linha, devem ser silenciados os jornalistas cristãos, padres, pastores ou qualquer cidadão com acesso a jornais e emissoras de TV. Ao introduzir o crime de ódio na sociedade brasileira, em nome da defesa dos gays, suprime-se as liberdades de pensamento, de religião, de expressão, etc. É por isso que a sra. Maria Berenice Dias milita tanto pela criminalização da homofobia. Além de ir alterando a família com as recentes conquistas pró-união gay, a estratégia é silenciar qualquer opositor da conduta homossexual, dentro ou fora das Igrejas. Em paralelo a isso está a doutrinação de crianças nas escolas. Quanto mais distantes dos princípios de Deus e da Igreja, mais fácil será levá-las a considerar normal a sodomia, o casamento entre pessoas do mesmo sexo, o próprio sexo antes da puberdade e outras aberrações que virão em consequência do desmoronamento da família cristã.

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Uma resposta to “Enquanto os padres só falam em injustiça social e fome nas missas:”

  1. leandro Says:

    É O QUE A DITADURA DE ESQUERDA QUER NOS ENFIAR GUELA ABAIXO, QUEREM NOS FAZER ACEITAR A SODOMIA, O USO DE DROGAS, O ABORTO. QUANDO OS BRASILEIROS VAO ACORDAR PRA REALIDADE???

Comentários encerrados.


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