Agora é oficial: Dilma planeja o fim da propriedade privada e registra no TSE.

 LEIA NO FINAL deste artigo a INTEGRA (e esfregue na cara do filho da puta que duvidar) o decretão comunista de Dilma de 23/maio/14

Fala-se muito na internet, e não mostram: Nós mostramos:

AQUI TERMINA O DIREITO DE PROPRIEDADE NO BRASIL:

Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos

DECRETO Nº 7.037, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2009.

 

Aprova o Programa Nacional de Direitos Humanos – PNDH-3 e dá outras providências.

Eixo Orientador I:

Interação democrática entre Estado e sociedade civil

 

Diretriz 17: Promoção de sistema de justiça mais acessível, ágil e efetivo, para o conhecimento, a garantia e a defesa dos direitos.

Objetivo estratégico VI:

Acesso à Justiça no campo e na cidade.

Ações programáticas:

 

d) Propor projeto de lei para institucionalizar a utilização da mediação nas demandas de conflitos coletivos agrários e urbanos, priorizando a oitiva do INCRA, institutos de terras estaduais, Ministério Público e outros órgãos públicos especializados, sem prejuízo de outros meios institucionais para solução de conflitos.  (Redação dada pelo Decreto nº 7.177, de 2010)

E PARA COMPLETAR, ESTÁ NO CONGRESSO PARA SER VOTADO, UMA LEI QUE VAI TAXAR UM IMPOSTO DE 5% AO ANO SOBRE AS GRANDES FORTUNAS, NÃO SE ESQUEÇA, NO BRASIL FORTUNA É QUEM TEM ACIMA DE 100.000 REAIS.

Consta do Plano de Governo de Dilma Rousseff(PT), registrado hoje,no TSE, uma meta que, na prática, acaba com a propriedade urbana ou rural. O dono do imóvel não poderá pedir reintegração de posse, caso ela seja invadida.  Pelo Plano de Governo de Dilma Rousseff o proprietário terá que enfrentar uma audiência pública, da qual participarão os movimentos sociais para analisar os “direitos humanos” envolvidos. O juiz ficará sujeito à decisão dessa audiência. É fácil imaginar como crescerão o número de invasões e a desordem no campo e nas cidades! Por exemplo: se você tem um apartamento e ele estiver desocupado, pois está em processo de aluguel, e o mesmo sendo invadido você não terá mais direito a ele, se os “movimentos sociais” assim decidirem. É o fim da propriedade privada no Brasil. E a  coletivização do País.

Repasse…

A midia está proibida de divulgar o que o Foro SP, fundado por Lula e Fidel, vem implantando na America Latina.

PNDH-3 – O GOLPE COMUNISTA EM PRATICA – “No momento em que se elimina a liberdade de imprensa estaremos efetivamente no início de uma ditadura… é um decreto preparatório para um regime ditatorial” – Ives Gandra Martins
-O FIM DOS DIREITOS INDIVIDUAIS E COLETIVOS
-O FIM DA PROPRIEDADE PRIVADA
-O FIM DA FAMÍLIA
-O FIM DE VALORES ÉTICOS E MORAIS
-Decreto 8243 – Plebiscito pela nova constituinte a ser aprovado em Setembro/14
“Novo decreto é Golpe de Estado Totalitário” – Luis Felipe Pondé

LEIA O QUE É O PNDH 3 citado.

Na integra:

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Decreto/D7037.htm

VAMOS REPASSAR OS TRECHOS absurdos. O Texto é longo e a primeira parte genérica.

 

 

 

 

Fala Romeu Tuma Jr contra o Decreto Federal n° 8.243 de 23/05/2014

Prezados, informo que estarrecido com a edição do Decreto 8.243 de 26/05/2014, o qual representa uma afronta aos princípios Constitucionais do Regime Democrático Brasileiro e uma afronta ao Estado de Direito, solicitei ao PTC – Partido Trabalhista Cristão, que busque e adote as medidas cabíveis para firmar sua inconstitucionalidade, enterrando-o por ser fruto de um Governo encantado pelo totalitarismo.

 

Íntegra do Decreto 8.243 de 23/05/2014:

http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2011-2014/2014/Decreto/D8243.htm

 

 

DECRETO Nº 8.243, DE 23 DE MAIO DE 2014

  Institui a Política Nacional de Participação Social – PNPS e o Sistema Nacional de Participação Social – SNPS, e dá outras providências.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, caput, incisos IV e VI, alínea “a”, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 3º, caput, inciso I, e no art. 17 da Lei nº 10.683, de 28 de maio de 2003,

DECRETA:

Art. 1º  Fica instituída a Política Nacional de Participação Social – PNPS, com o objetivo de fortalecer e articular os mecanismos e as instâncias democráticas de diálogo e a atuação conjunta entre a administração pública federal e a sociedade civil.

Parágrafo único.  Na formulação, na execução, no monitoramento e na avaliação de programas e políticas públicas e no aprimoramento da gestão pública serão considerados os objetivos e as diretrizes da PNPS.

Art. 2º  Para os fins deste Decreto, considera-se:

I – sociedade civil – o cidadão, os coletivos, os movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados, suas redes e suas organizações;

II – conselho de políticas públicas – instância colegiada temática permanente, instituída por ato normativo, de diálogo entre a sociedade civil e o governo para promover a participação no processo decisório e na gestão de políticas públicas;

III – comissão de políticas públicas – instância colegiada temática, instituída por ato normativo, criada para o diálogo entre a sociedade civil e o governo em torno de objetivo específico, com prazo de funcionamento vinculado ao cumprimento de suas finalidades;

IV – conferência nacional – instância periódica de debate, de formulação e de avaliação sobre temas específicos e de interesse público, com a participação de representantes do governo e da sociedade civil, podendo contemplar etapas estaduais, distrital, municipais ou regionais, para propor diretrizes e ações acerca do tema tratado;

V – ouvidoria pública federal – instância de controle e participação social responsável pelo tratamento das reclamações, solicitações, denúncias, sugestões e elogios relativos às políticas e aos serviços públicos, prestados sob qualquer forma ou regime, com vistas ao aprimoramento da gestão pública;

VI – mesa de diálogo – mecanismo de debate e de negociação com a participação dos setores da sociedade civil e do governo diretamente envolvidos no intuito de prevenir, mediar e solucionar conflitos sociais;

VII – fórum interconselhos – mecanismo para o diálogo entre representantes dos conselhos e comissões de políticas públicas, no intuito de acompanhar as políticas públicas e os programas governamentais, formulando recomendações para aprimorar sua intersetorialidade e transversalidade;

VIII – audiência pública – mecanismo participativo de caráter presencial, consultivo, aberto a qualquer interessado, com a possibilidade de manifestação oral dos participantes, cujo objetivo é subsidiar decisões governamentais;

IX – consulta pública – mecanismo participativo, a se realizar em prazo definido, de caráter consultivo, aberto a qualquer interessado, que visa a receber contribuições por escrito da sociedade civil sobre determinado assunto, na forma definida no seu ato de convocação; e

X – ambiente virtual de participação social – mecanismo de interação social que utiliza tecnologias de informação e de comunicação, em especial a internet, para promover o diálogo entre administração pública federal e sociedade civil.

Parágrafo único.  As definições previstas neste Decreto não implicam na desconstituição ou alteração de conselhos, comissões e demais instâncias de participação social já instituídos no âmbito do governo federal.

Art. 3º  São diretrizes gerais da PNPS:

I – reconhecimento da participação social como direito do cidadão e expressão de sua autonomia;

II – complementariedade, transversalidade e integração entre mecanismos e instâncias da democracia representativa, participativa e direta;

III – solidariedade, cooperação e respeito à diversidade de etnia, raça, cultura, geração, origem, sexo, orientação sexual, religião e condição social, econômica ou de deficiência, para a construção de valores de cidadania e de inclusão social;

IV – direito à informação, à transparência e ao controle social nas ações públicas, com uso de linguagem simples e objetiva, consideradas as características e o idioma da população a que se dirige;

V – valorização da educação para a cidadania ativa;

VI – autonomia, livre funcionamento e independência das organizações da sociedade civil; e

VII – ampliação dos mecanismos de controle social.

Art. 4º  São objetivos da PNPS, entre outros:

I – consolidar a participação social como método de governo;

II – promover a articulação das instâncias e dos mecanismos de participação social;

III – aprimorar a relação do governo federal com a sociedade civil, respeitando a autonomia das partes;

IV – promover e consolidar a adoção de mecanismos de participação social nas políticas e programas de governo federal;

V – desenvolver mecanismos de participação social nas etapas do ciclo de planejamento e orçamento;

VI – incentivar o uso e o desenvolvimento de metodologias que incorporem múltiplas formas de expressão e linguagens de participação social, por meio da internet, com a adoção de tecnologias livres de comunicação e informação, especialmente, softwares e aplicações, tais como códigos fonte livres e auditáveis, ou os disponíveis no Portal do Software Público Brasileiro;

VII – desenvolver mecanismos de participação social acessíveis aos grupos sociais historicamente excluídos e aos vulneráveis;

VIII – incentivar e promover ações e programas de apoio institucional, formação e qualificação em participação social para agentes públicos e sociedade civil; e

IX – incentivar a participação social nos entes federados.

Art. 5º  Os órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta deverão, respeitadas as especificidades de cada caso, considerar as instâncias e os mecanismos de participação social, previstos neste Decreto, para a formulação, a execução, o monitoramento e a avaliação de seus programas e políticas públicas.

§ 1º  Os órgãos e entidades referidos no caput elaborarão, anualmente, relatório de implementação da PNPS no âmbito de seus programas e políticas setoriais, observadas as orientações da Secretaria-Geral da Presidência da República.

§ 2º  A Secretaria-Geral da Presidência da República elaborará e publicará anualmente relatório de avaliação da implementação da PNPS no âmbito da administração pública federal.

Art. 6º  São instâncias e mecanismos de participação social, sem prejuízo da criação e do reconhecimento de outras formas de diálogo entre administração pública federal e sociedade civil:

I – conselho de políticas públicas;

II – comissão de políticas públicas;

III – conferência nacional;

IV – ouvidoria pública federal;

V – mesa de diálogo;

VI – fórum interconselhos;

VII – audiência pública;

VIII – consulta pública; e

IX – ambiente virtual de participação social.

Art. 7º  O Sistema Nacional de Participação Social – SNPS, coordenado pela Secretaria-Geral da Presidência da República, será integrado pelas instâncias de participação social previstas nos incisos I a IV do art. 6º deste Decreto, sem prejuízo da integração de outras formas de diálogo entre a administração pública federal e a sociedade civil.

Parágrafo único.  A Secretaria-Geral da Presidência da República publicará a relação e a respectiva composição das instâncias integrantes do SNPS.

Art. 8º  Compete à Secretaria-Geral da Presidência da República:

I – acompanhar a implementação da PNPS nos órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta;

II – orientar a implementação da PNPS e do SNPS nos órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta;

III – realizar estudos técnicos e promover avaliações e sistematizações das instâncias e dos mecanismos de participação social definidos neste Decreto;

IV – realizar audiências e consultas públicas sobre aspectos relevantes para a gestão da PNPS e do SNPS; e

V – propor pactos para o fortalecimento da participação social aos demais entes da federação.

Art. 9º  Fica instituído o Comitê Governamental de Participação Social – CGPS, para assessorar a Secretaria-Geral da Presidência da República no monitoramento e na implementação da PNPS e na coordenação do SNPS.

§ 1º  O CGPS será coordenado pela Secretaria-Geral da Presidência da República, que dará o suporte técnico-administrativo para seu funcionamento.

§ 2º  Ato do Ministro de Estado Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República disporá sobre seu funcionamento.

Art.10.  Ressalvado o disposto em lei, na constituição de novos conselhos de políticas públicas e na reorganização dos já constituídos devem ser observadas, no mínimo, as seguintes diretrizes:

I – presença de representantes eleitos ou indicados pela sociedade civil, preferencialmente de forma paritária em relação aos representantes governamentais, quando a natureza da representação o recomendar;

II – definição, com consulta prévia à sociedade civil, de suas atribuições, competências e natureza;

III – garantia da diversidade entre os representantes da sociedade civil;

IV – estabelecimento de critérios transparentes de escolha de seus membros;

V – rotatividade dos representantes da sociedade civil;

VI – compromisso com o acompanhamento dos processos conferenciais relativos ao tema de sua competência; e

VII – publicidade de seus atos.

§ 1º  A participação dos membros no conselho é considerada prestação de serviço público relevante, não remunerada.

§ 2º  A publicação das resoluções de caráter normativo dos conselhos de natureza deliberativa vincula-se à análise de legalidade do ato pelo órgão jurídico competente, em acordo com o disposto na Lei Complementar nº 73, de 10 de fevereiro de 1993.

§ 3º  A rotatividade das entidades e de seus representantes nos conselhos de políticas públicas deve ser assegurada mediante a recondução limitada a lapso temporal determinado na forma dos seus regimentos internos, sendo vedadas três reconduções consecutivas.

§ 4º  A participação de dirigente ou membro de organização da sociedade civil que atue em conselho de política pública não configura impedimento à celebração de parceria com a administração pública.

§ 5º  Na hipótese de parceira que envolva transferência de recursos financeiros de dotações consignadas no fundo do respectivo conselho, o conselheiro ligado à organização que pleiteia o acesso ao recurso fica impedido de votar nos itens de pauta que tenham referência com o processo de seleção, monitoramento e avaliação da parceria.

Art. 11.  Nas comissões de políticas públicas devem ser observadas, no mínimo, as seguintes diretrizes:

I – presença de representantes eleitos ou indicados pela sociedade civil;

II – definição de prazo, tema e objetivo a ser atingido;

III – garantia da diversidade entre os representantes da sociedade civil;

IV – estabelecimento de critérios transparentes de escolha de seus membros; e

V – publicidade de seus atos.

Art. 12.  As conferências nacionais devem observar, no mínimo, as seguintes diretrizes:

I – divulgação ampla e prévia do documento convocatório, especificando seus objetivos e etapas;

II – garantia da diversidade dos sujeitos participantes;

III – estabelecimento de critérios e procedimentos para a designação dos delegados governamentais e para a escolha dos delegados da sociedade civil;

IV – integração entre etapas municipais, estaduais, regionais, distrital e nacional, quando houver;

V – disponibilização prévia dos documentos de referência e materiais a serem apreciados na etapa nacional;

VI – definição dos procedimentos metodológicos e pedagógicos a serem adotados nas diferentes etapas;

VII – publicidade de seus resultados;

VIII – determinação do modelo de acompanhamento de suas resoluções; e

IX – indicação da periodicidade de sua realização, considerando o calendário de outros processos conferenciais.

Parágrafo único.  As conferências nacionais serão convocadas por ato normativo específico, ouvido o CGPS sobre a pertinência de sua realização.

Art. 13.  As ouvidorias devem observar as diretrizes da Ouvidoria-Geral da União da Controladoria-Geral da União nos termos do art. 14, caput, inciso I, do Anexo I ao Decreto nº 8.109, de 17 de setembro de 2013.

Art. 14.  As mesas de diálogo devem observar, no mínimo, as seguintes diretrizes:

I – participação das partes afetadas;

II – envolvimento dos representantes da sociedade civil na construção da solução do conflito;

III – prazo definido de funcionamento; e

IV – acompanhamento da implementação das soluções pactuadas e obrigações voluntariamente assumidas pelas partes envolvidas.

Parágrafo único.  As mesas de diálogo criadas para o aperfeiçoamento das condições e relações de trabalho deverão, preferencialmente, ter natureza tripartite, de maneira a envolver representantes dos empregados, dos empregadores e do governo.

Art. 15.  Os fóruns interconselhos devem observar, no mínimo, as seguintes diretrizes:

I – definição da política ou programa a ser objeto de debate, formulação e acompanhamento;

II – definição dos conselhos e organizações da sociedade civil a serem convidados pela sua vinculação ao tema;

III – produção de recomendações para as políticas e programas em questão; e

IV – publicidade das conclusões.

Art. 16.  As audiências públicas devem observar, no mínimo, as seguintes diretrizes:

I – divulgação ampla e prévia do documento convocatório, especificado seu objeto, metodologia e o momento de realização;

II – livre acesso aos sujeitos afetados e interessados;

III – sistematização das contribuições recebidas;

IV – publicidade, com ampla divulgação de seus resultados, e a disponibilização do conteúdo dos debates; e

V – compromisso de resposta às propostas recebidas.

Art. 17.  As consultas públicas devem observar, no mínimo, as seguintes diretrizes:

I – divulgação ampla e prévia do documento convocatório, especificando seu objeto, metodologia e o momento de realização;

II – disponibilização prévia e em tempo hábil dos documentos que serão objeto da consulta em linguagem simples e objetiva, e dos estudos e do material técnico utilizado como fundamento para a proposta colocada em consulta pública e a análise de impacto regulatório, quando houver;

III – utilização da internet  e de tecnologias de comunicação e informação;

IV – sistematização das contribuições recebidas;

V – publicidade de seus resultados; e

VI – compromisso de resposta às propostas recebidas.

Art. 18.  Na criação de ambientes virtuais de participação social devem ser observadas, no mínimo, as seguintes diretrizes:

I – promoção da participação de forma direta da sociedade civil nos debates e decisões do governo;

II – fornecimento às pessoas com deficiência de todas as informações destinadas ao público em geral em formatos acessíveis e tecnologias apropriadas aos diferentes tipos de deficiência;

III – disponibilização de acesso aos termos de uso do ambiente no momento do cadastro;

IV – explicitação de objetivos, metodologias e produtos esperados;

V – garantia da diversidade dos sujeitos participantes;

VI – definição de estratégias de comunicação e mobilização, e disponibilização de subsídios para o diálogo;

VII – utilização de ambientes e ferramentas de redes sociais, quando for o caso;

VIII – priorização da exportação de dados em formatos abertos e legíveis por máquinas;

IX – sistematização e publicidade das contribuições recebidas;

X – utilização prioritária de softwares e licenças livres como estratégia de estímulo à participação na construção das ferramentas tecnológicas de participação social; e

XI – fomento à integração com instâncias e mecanismos presenciais, como transmissão de debates e oferta de oportunidade para participação remota.

Art. 19.  Fica instituída a Mesa de Monitoramento das Demandas Sociais, instância colegiada interministerial responsável pela coordenação e encaminhamento de pautas dos movimentos sociais e pelo monitoramento de suas respostas.

§ 1º  As reuniões da Mesa de Monitoramento serão convocadas pela Secretaria-Geral da Presidência da República, sendo convidados os Secretários-Executivos dos ministérios relacionados aos temas a serem debatidos na ocasião.

§ 2º  Ato do Ministro de Estado Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República disporá sobre as competências específicas, o funcionamento e a criação de subgrupos da instância prevista no caput.

Art. 20.  As agências reguladoras observarão, na realização de audiências e consultas públicas, o disposto neste Decreto, no que couber.

Art. 21.  Compete à Casa Civil da Presidência da República decidir sobre a ampla divulgação de projeto de ato normativo de especial significado político ou social nos termos do art. 34, caput, inciso II, do Decreto nº 4.176, de 28 de março de 2002.

Art. 22.  Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 23 de maio de 2014; 193º da Independência e 126º da República.

DILMA ROUSSEFF
Miriam Belchior
Gilberto Carvalho
Jorge Hage Sobrinho

Este texto não substitui o publicado no DOU de 26.5.2014

Tags:

32 Respostas to “Agora é oficial: Dilma planeja o fim da propriedade privada e registra no TSE.”

  1. Efra Carto Says:

    MEUS AMADOS IRMAOS ESTE E UM PAIS ONDE A DEMOCRACIA TEM SIDO RESPEITADA E ,MAS A DILMA NAO GOVERNA SOZINHA JUNTO COM ELA ESTA A CAMARA DOS DEPUTADOS E SENADORES ELA ESTA NO PLANALTO ASSENTADA SOBRE ELA ESTA O EL SHADAY E DELE EMANA TODAS AS COISAS. PORTANTO NAO SE AQUIETE COM A POLITICA DECEPÇOES TODOS TEMOS MAS O ETERNO E A NOSSA BANDEIRA

  2. Eder Walber Soares Paiva Says:

    Eder Soares Paiva:
    Estas medidas do governo Dilma não mede precaução. Assim como outras leis, projetos e medidas provisórias altamente pejorativa a médio e longo prazo à população do país e às Leis Bíblica. Ela está hoje tomada por um PRINCIPADO diabólico e conduzirá o nosso país ao holocausto!

  3. Leonardo Says:

    28/03/2015 na frente dos quarteis.

  4. Delminda Massis Says:

    Concordo com Aneci Pereira Lima, temos de fazer nossa parte.Votando no outro partido e pedir a Deus para colocar suas mãos sobre o Brasil que é um Pais abençoado, ter misericórdia de nós .

  5. jose carlos solner Says:

    cadê as forças armadas?

  6. aneci Pereira Lima Says:

    Não adianta pedir socorro aos estrangeiros. Será que não temos um Deus único e verdadeiro a quem suplicarmos a sua misericórdia?

  7. Jefferson Says:

    O Decreto eu li. Mas não encontrei o item I) e m) mostrado na imagem.

  8. DROGA MATA - Não Vote PT! Says:

    logo abaixo.

  9. Jefferson Says:

    Onde está no Decreto o texto que é mostrado como imagem jpg no inicio desta reportagem?

  10. Francisco de Souza Maciel. Says:

    Pra quem ganha 350,00 reais por mês é classe media…..Eu imagino que 10,000,00 Reais pode ser uma fortuna….Dona Dilma Vamos pensar melhor…..É só acabar com a Corrupção e governar pro povo mais nada…..Impostos já tem demais….Tem que acabar com a metade que sobra dinheiro pra tudo…..Pare de cava este posso o povo já não aguenta Mais.

  11. Leo Santos Says:

    Isto é a mais pura verdade. Coma devida brasilidade e amor à Pátria e à família, já reproduzimos em http://www.gazetadobrasil.com.br

  12. LEANDRO Says:

    AMIGOS, FIQUEM ATENTOS, ESTAMOS CAMINHANDO PARA NOS IGUALAR A VENEZUELA E A ARGENTINA, ESSA LOUCA DA DILMA ESTÁ NOS JOGANDO NUM BURACO TÃO PROFUNDO QUE DIFICILMENTE CONSEGUIREMOS SAIR SE NÃO REAGIRMOS AGORA EM 2014.

  13. Jasir da silva Says:

    Quem manda neste pais e a constituiçao.fora isto e apenas pao e circo .e motivo para o povo tomar partido e um diser ganhei contente da vida. E o outro aaa fica para a outra todos contente com a disputa . Tem funcionado bem ate agora.

  14. Renato Alves Says:

    Só as forças armadas com o apoio dos Estados Unidos para nos salvar, digo, salvar o Brasil.

  15. Deniester Says:

    Esta nesta já teria que estar arrumando as malas para mudar para Cuba.

  16. marisa terezinha gomes Says:

    Penso que tomam decisões sem consultar o povo…forças armadas já.

  17. gavilan augusto de lima Says:

    eu ainda confio na virada das forças armadas no comando do pais.

  18. JOÃO fernandes (@jfernandes_joo) Says:

    INTERVENÇÃO JA SEM CONVERSA JA PASOU DA HORA

  19. --~~-- Says:

    a

  20. JOSE NAZARENO RIBEIRO FILHO Says:

    EU GOSTARIA MUITO,QUE TODAS NOTICIAS SOBRE O BRASIL CHEGASSE NA MIDIA INTERNACIONAL COM BASTANTE INFORMAÇAO PORQUE TENHO CERTEZA QUE CUSARIA UMA REAÇAO ENORME,PORQUE O MUNDO NAO ACEITA DE FORMA ALGUMA QUE UM PAIS COMO BRASIL SEJA CORROMPIDO PELO COMUNISMO,TENHO COMIGO QUE JA EXISTE UMA CERTA ATENÇAO NAS POUCAS INFORMAÇOES QUE POSSUEM,ESTA APROXIMAÇAO DESTE GOVERNO COM A RUSSIA E MUITO PERIGOSA,O COMUNISMO SEMPRE TEVE SEUS

    CONTATOS,DEMOCRACIA DE UM PAIS PERTENCE AO SEU POVO NAO TEM HAVER COM IDEOLOGIAS ESTRANGEIRAS COM INTUITO DE DIZIMAR PENSAMENTOS E CULTURA DE UM POVO ESTAMOS REALMENTE NUMA CITUAÇAO COMPLICADA CUBANOS ENTRANDO E SAINDO RUSSOS SE APROXIMANDO NA VERDADE ESTAMOS SENDO VENDIDOS DE FORMA ALEATORIA HOUVI VARIOS PERSONAGENS DO BRASIL DADO COMO INTELIGENTES CULTOS APOIANDO OS COMUNISTAS AGORA ONDE ESTAO,COVARDES NAO TEM HONRA DE VIR AGORA NOS AJUDAR PRECISAMOS NOS ORGANIZAR COM TODOS FUNDAMENTOS POSSIVEIS,E FAZER PARAR ESTA MAQUINA DO PT QUE SEM DIREÇAO NENHUMA A NAO SER ROUBAR O POVO BRASILEIRO CONTEM COMIGO TODOS QUE DSONHAM TER NOSSA PATRIA DE VOLTA .

  21. adriano Says:

    O STF já dominado tal qual fizeram na Venezuela.

  22. DROGA MATA - Não Vote PT! Says:

    a CF não defende a propriedade privada em artigo algum.

  23. Jefferson Abreu Says:

    A medida proposta é INCONSTITUCIONAL. A reintegração de posse do legítimo proprietário é direito liquido e certo, garantido pela Constituição Federal, não tem o que discutir ou negociar. A não ser que o posseiro não seja proprietário e o legítimo proprietário retome a posse. O direito de PROPRIEDADE é garantido pela CF88. Qualquer medida ou proposta de lei feita pela presidente da República que contrarie ou fira a Constituição Federal é motivo para o seu impeachment, inclusive pode ser decretado pelo presidente do STF, ou sujeito à intervenção das FFAA conf, Art142 daCF88, sem a necessidade de aprovação do Congresso. Se a proposta é assinada do punho da Dilma, já seria suficiente pra isso.

  24. Pedro Poço Santos Says:

    sou a favor da intervenção militar já…….

  25. Antonio Luiz Rosa Says:

    SÓ UMA INTERVENÇÃO MILITAR imediata, pois nada mais resta.
    .

  26. Danilo Nascimento Says:

    A nesta aí então o (filho do Lula o Molusco, Bispo Edir Macedo e o Bispo Valdomiro) vão se ferrar, pois hoje eles são uns dos maiores se não (os) maiores donos de terras no País.

  27. Reginia Maria da Silva Says:

    É aconteceu, agora como diz a música (José)

    ,

  28. eDER Says:

    Vamos invadir as terras do LULINHA !!!

  29. jose correia dr c. neto Says:

    Acho que nao tem mais o que espersr desse governo com sua ditadura do proletariado. Os Generais precisam junto com seu comandante em chefe por gim a essa degenerescência do Pais dirigido pôr um covol de bandidos que devem ser expurgados do poder principalmente pir desrespeito a nossa carta magna e sue tentativa de golpe para o comunidmo. A sociedade brasileira apoia e clsma pir uma intervenção rápida e organizada, até porque a humilhação que esse governo impõe aos militares não tem limites. Ghega de tanta coisa escabrosa realizada por Dilma e seus asseclas. INTERVENCSO JÁ !!!

  30. Gil Says:

    Nesse pais é permitido ter ideias e dize-las?

  31. Gil Says:

    Como conviver com o fim da propriedade privada? Não temos segu-
    rança e nem o direito de nos defender. Os bandidos vão invadir as
    propriedades com amparo legal. Os traficantes provavelmente estão
    rindo, boa notícia.

  32. josé Says:

    A todos,

    Este é um país que trabalha. Todas as ações deste governo têm estimulado o povo à vagabundagem. Não há como tolerar isso.

Comentários encerrados.


%d blogueiros gostam disto: