o fim do fim da amazônia legal e ilegal

AMAZÔNIA MUTILADA

 POR UM PAÍS DENTRO

DO PAÍS

      http://www.aggio.jor.br/amazonia_retalhada.htm

      
    
      Por decreto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva entregou área equivalente a quase 2 milhões de campos de futebol para cerca de 17 mil índios de Roraima. Conseguiu desagradar a brancos, silvícolas e mestiços, além de privar aquele Estado de 10% do seu PIB. Roraima já havia perdido território do tamanho de Portugal com a homologação de outra reserva indígena – a dos Ianomâmi – vizinha daquela, que tem o nome de Raposa/Serra do Sol.
      O governador roraimense, Ottomar de Souza Pinto (PTB), deflagrou uma cruzada em defesa daqueles 1.743.089 hectares transformados pelo governo num país dentro do País, enquanto um delegado e três agentes da Polícia Federal eram seqüestrados e confinados por 3 mil índios, durante dias, na maloca do Flechal. Esses silvícolas, ligados à Sociedade de Defesa dos Indígenas Unidos de Roraima (Sodiur), são contra a demarcação contínua das terras. Libertaram os reféns depois de muita ameaça e negociação. Outros índios foram a Brasília (foto abaixo) para pressionar o governo a rever os parâmetros da demarcação.

      O problema se agrava quando visto sob a ótica da segurança nacional. Raposa/Serra do Sol localiza-se na fronteira com a Venezuela e a Guiana, países em litígio exatamente naquela tríplice fronteira. A região é rica em minerais preciosos e estratégicos. Despovoada, está sob o assedio de missionários e ambientalistas de ONGs estrangeiras. Nem as Forças Armadas, nem a Polícia Federal podem entrar na reserva indígena, por força de lei.

      Ainda em Brasília, o Movimento em Defesa da Amazônia lançou manifesto para denunciar que ressuscitou, na Câmara dos Deputados, um projeto de lei de iniciativa do Executivo ao tempo do governo Fernando Henrique Cardoso e destinado a autorizar a concessão de vastas áreas amazônicas a grupos transnacionais, mediante leilões. A iniciativa parecia sepultada devido à pressão da opinião pública. Mas, projeto semelhante começou a tramitar em fevereiro último.

      Decisão “absolutamente equivocada”

      O governador Ottomar Pinto descrê da promessa do presidente Lula de indenizar e retirar em um ano os produtores de arroz da Raposa/Serra do Sol, responsáveis pelo abastecimento de toda a Amazônia: “Se eu conheço bem o meu País, até o fim dos meus dias os arrozeiros não saem de lá”, disse, lembrando a demora do governo em pagar indenizações. Para compensar as perdas fundiárias, Ottomar diz que Roraima precisa de 3,8 milhões de hectares, metade do que foi destinado àquela reserva.

          
            Foto: Antônio Cruz (ABr)
          

      Por sua vez, o ex-comandante militar da Amazônia e presidente do Clube Militar, general da reserva Luiz Gonzaga Lessa, classificou como “absolutamente equivocada” a decisão de Lula. Afirma que o governo federal só teria uma idéia clara com relação aos desejos dos índios por meio de plebiscito. Disse que o governo ouviu apenas alguns líderes e se deixou influenciar pela Igreja e ONGs internacionais: “Os índios certamente, passarão fome, apesar da enorme quantidade de hectares que terão, porque não sabem mais viver exclusivamente como dependentes da terra”. O general assegurou já ter ouvido dos silvícolas que eles querem saúde, educação, transporte e investimento em agricultura.

      O ex-comandante militar da Amazônia ressalta que, ao longo de décadas, surgiram, na fronteira, pequenas comunidades importantes para o adensamento populacional na região. “Com a demarcação da reserva, a população será obrigada a se retirar e ir para onde?” O general entende que as comunidades foram formadas por gerações e, por isso, têm direito a permanecer na área. “Ali será um foco de tensão permanente” – friza.

      Abin vê intervenção estrangeira

      A proibição da presença das Forças Armadas e da Polícia Federal e o livre trânsito de missionários de ONGs estrangeiras com aquiescência da Funai preocupam setores de inteligência do País e senadores da República. O subsolo de Roraima guarda, segundo todas as fontes de informação, a maior província de minerais preciosos e estratégicos, do mundo. No caso da reserva Ianomâmi, anterior à Raposa/Serra do Sol, já foram detectados movimentos no sentido de torná-la território sob “proteção” direta da Organização das Nações Unidas (ONU).

      A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) produziu um relatório classificado como secreto, no qual avalia que a partilha de Roraima entre os povos indígenas atenta contra a soberania nacional. Essa informação está publicada no jornal O ESTADO DE S. PAULO em matéria assinada pelo repórter Vasconcelo Quadros, que afirma significar a homologação uma provável causa para a “primeira crise de fundo entre o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e as Forças Armadas”.

      Assinado pelo coronel Gelio Augusto Barbosa Fregapani, chefe do Grupo de Trabalho da Amazônia (GTAM), lotado na Abin, em Brasília, o documento chegou às mãos do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Jorge Félix, em março último. Previu as manifestações que resultaram, em Roraima, no seqüestro dos policiais federais, na aldeia Flexal.

      Volta do problema ao enfoque militar

      “Seu diferencial em relação a outros relatórios do gênero é o fato de recolocar o conflito sob a visão militar e abordar sem rodeios que da forma que seria feita – retirando comunidades e produtores de arroz – a homologação cria um vazio demográfico, atenta contra a soberania e esconde a cobiça pelas mais ricas jazidas de minério do planeta”, afirma Vasconcelo Quadro, antes de lembrar: “O subsolo das áreas indígenas situadas em toda a fronteira norte guardam o maior veio de ouro do mundo, uma grande jazida de diamantes e uma riqueza ainda incalculável em minerais estratégicos, de uso nuclear e importantes para as indústrias espacial, bélica e de informática.”

      “É evidente o interesse estrangeiro na demarcação contínua”, escreve o coronel Fregapani, no documento que leva o título de Relatório de Situação e ao qual O ESTADO DE S. PAULO teve acesso com exclusividade. Durante os meses que antecederam a homologação da reserva, assinada por Lula e pelo ministro Márcio Thomaz Bastos, o coronel andou pela região, tomou depoimentos e conheceu em detalhes a realidade da Raposa/Serra do Sol. A região é guarnecida por 60 homens do Pelotão Especial de Fronteira, cuja instalação chegou a ser combatida pelas ONGs e índios a favor da área contínua.

      Ações altamente suspeitas

      O relatório da Abin também expõe a falta de ação articulada entre os órgãos públicos e questiona a atuação da Fundação Nacional do Índio (Funai), que estaria agindo em conjunto com as ONGs internacionais. Conforme o coronel, as ONGs estrangeiras chegaram a bancar financeiramente o trabalho de demarcação de áreas indígenas em
    

      território brasileiro. O documento informa que chega a 115 o número de organizações não-governamentais (ONGs) atuantes na Amazônia Ocidental e levanta suspeitas sobre os verdadeiros interesses dessas entidades. “Muitas vezes, a serviço de outras nações, valorizam o mapeamento detalhado das riquezas minerais, o  acesso aos recursos genéticos e aos conhecimentos tradicionais associados à biodiversidade da região, sem o devido controle governamental”, aduz o relator, acrescentando:

      “Tudo indica que os problemas ambientais e indigenistas são apenas pretextos. Que as principais ONGs são, na realidade, peças do grande jogo em que se empenham os países hegemônicos para manter e ampliar sua dominação (…). Certamente servem de cobertura para seus serviços secretos.”

      A Abin chama os movimentos ambientalistas de “Clube das Ilhas” e os classifica em três setores: um elabora as diretrizes gerais, outro planeja as operações e um terceiro, a chamada linha de frente, realiza a ação direta como uma “tropa de choque”. No topo, estão a União Nacional para a Conservação da Natureza (UINC) e o Fundo Mundial para a Natureza (WWF), orientado pelo Príncipe Charles, do Reino Unido, e que teria entre seus dirigentes o banqueiro Joseph Safra.

      Segundo a Abin, na área da Reserva Ianomâmi, colada à Raposa/Serra do Sol, uma das ONGs com maior influência é a Survival International (SI), cujo roteiro de atuação foi criado pelo Príncipe Philip, também do Reino Unido. A ONG internacional mais estruturada seria o grupo Greenpeace. As ações mais radicais seriam executadas pelo Greenpeace e Amigos da Terra.

      Anda conforme a Abin, o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), da Igreja Católica, principal defensor da “autonomia e da autodeterminação dos indígenas”, teria recebido, entre 1992 e 1994, US$ 85 milhões da Fundação Nacional para a Democracia, dos Estados Unidos, mantida pelo governo estadunidense e dirigida pelo Congresso norte-americano.

          
            Foto: Gervásio Baptista (ABr)
          

      Manifesto em Brasília

      Em Brasília, o “Movimento em Defesa da Amazônia” lançou manifesto e alertou para a ameaça contida num projeto legislativo, ressuscitado no Congresso, que poderá trazer perigo à soberania nacional por permitir a entrega de vastas áreas amazônicas a grupos transnacionais. Diz o documento:

      “Brasileiro, diga não à venda da Amazônia!
      “A Amazônia é o maior patrimônio em riquezas naturais que o planeta possui, e na sua
      maior parte encontra-se em território brasileiro. Em verdade, nada se equipara a ela
      em termos de florestas, rios, fauna e diversidade em minérios, inclusive petróleo e gás natural. 

      “Praticamente metade do nosso território se encontra em meio a essa grande Região, no conjunto dos nove estados que a ocupam, a saber: Pará, Amapá, Roraima, Amazonas, Acre, Rondônia, Mato Grosso (parte), Tocantins (parte) e Maranhão (parte).

      “Em função das riquezas que se conhecem e de outras que certamente serão encontradas, várias foram as tentativas entre países para assumir o seu controle e mesmo internacionalizá-la. Todas evidentemente fracassadas. Mais recentemente, no entanto, interesses nesse sentido tomaram outras frentes na tentativa de obtenção de
      sucesso. Tanto assim que ao final do governo Fernando Henrique Cardoso surgiu um
      Projeto de Lei, de nº 7.492 /02, tendo como origem o Ministério do Meio Ambiente,
      propondo a ‘concessão’ sob as formas de leilões de grandes áreas de florestas para
      exploração madeireira por empresas nacionais, estrangeiras e consorciadas.

      “Denúncias feitas na imprensa e no próprio Congresso Nacional acabaram inviabilizando a
      tentativa, por iniciativa do governo Luís Inácio Lula da Silva (julho de 2003).

      “Estarrecedoramente, no entanto, ressurge na Câmara dos Deputados, neste fevereiro de 2005, outro Projeto, de nº 4.776/05, para apreciação e votação, em regime de urgência, com idêntico conteúdo e propondo o mesmo tipo de ‘concessões’, sob a forma de leilões aos mesmos grupos transnacionais por prazos que podem atingir até 60 anos Isso mesmo, 60 anos! Incluindo favorecimentos e facilidades quase inimagináveis, como no caso da possibilidade de terceirização das atividades e financiamentos, tendo por garantia a hipoteca da própria floresta. E que, para este caso, passa a constituir-se em bem privado e não mais da União, Estados e Municípios, por incrível que possa parecer.

      “Fácil verificar que, agora, os mesmos traidores da pátria, vários deles ainda se encontrando no Ministério do Meio Ambiente (governo Lula), além da entrega das chamadas “Florestas Nacionais”, pretendem não só a globalização da Amazônia como a sua internacionalização oficial, como pode ser comprovado pela simples leitura do Projeto de Lei ( nº 4.776/05); com ênfase aos Artigos 3/4/5/8/23/28/30/35 e 51, e que ao final ferem acintosamente a nossa Soberania.

      “Por tudo, a grande verdade é que nunca se imaginou que a Amazônia pudesse ser oferecida aos grandes interesses e capitais externos por grupos de cidadãos que ainda se dizem defensores de nossos interesses. Brasileiro, posicione-se! Faça chegar o seu repúdio à sua associação, à imprensa, à Câmara e ao Senado Federal, enquanto é tempo!”
    

 

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Uma resposta to “o fim do fim da amazônia legal e ilegal”

  1. patriota Says:

    A VERDADEIRA HISTÓRIA POR TRÁS DA “RESERVA” INDIGENA RAPOSA TERRA DO SOL E OUTRAS.

    A quase ausência de comentários a uma matéria dessa importância demonstra o desconhecimento e o descaso dos brasileiros para com o país onde seus filhos e netos viverão, infelizmente nosso povo, até por falta de apoio da grande mídia lacaia, é muito ingênuo, não conseguiu ainda enxergar as ameaças veladas e ações sub-reptícias que estão curso contra nosso país, e por tradição até pitoresca, gosta de se preocupar com: “BBB”, praia, carro, carnaval e futebol.

    Na época do descobrimento do Brasil, tapeavam-se os índios com espelhinhos e bugigangas, hoje as grandes potências através de suas “ONGs”, usam a bandeira nobre da ecologia.

    Os abutres do norte,assim como todo abutre,geralmente não abate sua presa, espera ela adoecer e morrer para aproveitar seus despojos; ao contrário do que ocorre na natureza, esses abutres, são estrategistas da melhor qualidade, no exterior, plantam a desinformação e por aqui, disseminaram uma doença chamada “ONGs” para dominar sua presa; levaram caciques para o exterior, ensinaram-lhes inglês, francês, fazendo-lhes lavagem cerebral, corrompendo-lhes a alma e a vontade, estes, voltam com “ideologias nacionalistas”, achando que os gringos realmente se interessam por eles.
    CONVERSA FIADA, eles estão de olho mesmo é no nióbio, urânio, titânio, ouro, diamantes e tantas outras riquezas minerais da região; que a essas alturas, já sabem muito bem, através de sua alta tecnologia, onde está localizada cada jazida; então, nada melhor do que uma ONG “boazinha” para imediatamente plantar em cima da jazida uma aldeiazinha, e ao mesmo tempo fornecer dinheiro para corromper caciques e políticos traíras.

    Não estou falando que o índio não possa e não deva possuir direitos, mas esses direitos não podem por em risco a segurança e a soberania da NAÇÃO BRASILEIRA como um todo (rico, pobre, branco, negro, índio ou mestiço). Seja ele amazonense, nordestino ou gaúcho; todos somos iguais em direitos e deveres, é o que determina a Constituição Federal.

    O índio não pesca e caça a uma distância maior do que 5 km, do contrário, precisaria de bestas para carregar a carga; vocês já viram ou conhece alguém que consegue carregar 20 kg de mandioca por uma distância maior do que essa? Uma capivara adulta pesa em média 50kg,uma anta pode chegar a 300kg. então, pra que demarcar 1/2 do território de Rorâima para os índios? Deve-se lembrar que incluindo as áreas de preservação ambiental esse percentual chega a 80% daquele território.Na verdade, os da reserva raposa terra do sol, parece que nem fazem mais isso, assisti a três vídeos da rede globo
    http://www.youtube.com/watch?v=uu9orpDk1EI&feature=related onde não aparece nenhum índio em estado primitivo, apenas índios aculturados, índios fazendeiros, índios que usam caminhões, caminhonetes, lep tops e celular.

    Numa região pouco habitada, onde as pessoas não têm discernimento suficiente para saberem que estão sendo usadas, é muito mais fácil de ser isolada e dominada militarmente, e a suposta “defesa dos índios”, seria a desculpa que usariam para isso; somando-se a isso que a região faz divisa com a guiana inglesa, com a instalação de bases militares americanas na Colômbia e a reativação da 4ª frota americana, temos aí um tabuleiro bastante sinistro com o qual querendo ou não, teremos que jogar, mesmo sabendo quem, se não se tomarem enérgicas providências, sairá perdedor.

    Se essas “ONGs” gostam tanto de defenderem os “interesses” dos índios, porque não vão fazer isso em favor dos índios norte-americanos? Por que não exigem indenizações bilionárias do governo americano pelos massacres que lhes infligiram no passado? Por que não exigem que as reservas indígenas localizadas nas desérticas regiões do meio oeste, sejam transferidas para as férteis terras do vale do Mississipi? Por que não se vê nenhuma “ONG” defendendo “interesses dos índios nordestinos, dos malacaxis do norte de Minas, ou dos índios que estão morrendo de fome no MS?

    Por que EU,Canadá, Nova Zelândia e Austrália não assinaram a declaração da assembléia gera das Nações Unidas sobre os “direitos dos povos indígenas”, que abre precedentes para o seu reconhecimento como nações independentes?

    Não se vê isso em nenhum lugar do mundo, e até onde se sabe, não existe essa folgança nos outros países amazônicos; vamos parar com essa palhaçada enquanto há tempo, que se coloque a polícia federal e o exército para expulsar essa gente.
    O principal alvo principal dessa orquestração maquiavélica é o nióbio e as outras terras raras existentes nas reservas indígenas de Rorâima e na região da cabeça do cachorro (AM), esses materiais têm importantíssimas aplicações na fabricação de equipamentos militares, como liga na fabricação de aços especiais usados em turbinas de jatos, em foguetes e mísseis, pois é o melhor elemento que permite ao aço resistir às altas temperaturas desenvolvidas nesses artefatos, além de ser um super condutor com n aplicações.

    Se isso tudo não bastasse, vem aí a”bomba maior”; como todo mundo sabe, o petróleo, o carvão mineral, além de serem altamente poluidores,têm data para acabar, e a despeito de todas as outras fontes de energias que possam ser exploradas ( geotérmica, eólica, marés ,fotovoltaica e biomassa), nenhuma se equiparará à do reator nuclear.

    MAS COMO? ISSO JÁ NÃO EXISTE? KKKK…

    É o que pensaram, não é? Acontece que os reatores nucleares existentes, trabalham através do processo de fissão nuclear, que gera um lixo atômico altamente perigoso e difícil de ser armazenado, ou seja, é um verdadeiro “abacaxi”, lembram-se de Chernobyl ou do Césio 137 de Goiânia?

    Pois bem, nos EU e na Europa, existem programas em fase adiantada no desenvolvimento do REATOR DE FUSÃO NUCLEAR, e uma vez dominada a tecnologia (se é que ela já não exista e esteja seja mantida em segredo de estado), produzirá energia mil vezes maior do que a produzida em reatores de fissão e com a vantagem de não produzir lixo atômico.

    Dificilmente a inteligência humana descobrirá algo mais eficiente do que isso. E o único material que serve para a fabricação da maior parte desse tipo de reator chama-se NIÓBIO!
    Contudo, mesmo que esse reator resulte num fiasco, ainda assim vão precisar de muito nióbio para as demais aplicações já comprovadamente úteis.

    O Brasil possui nada menos que 97% das jazidas mundiais, sendo ele explorado em Araxá (MG) e Catalão (GO), e pasmem, está sendo vendido a preço de banana para americanos, europeus e japoneses, que compram toda a produção e fazem depósitos estratégicos em seus países para utilizá-lo no futuro, tudo silenciosamente para não chamar a atenção.

    Bom? O que isso tem a ver com a calha norte? Nada e ao mesmo tempo tudo, na hora em que o primeiro reator começar a funcionar de verdade, demonstrado todo o seu potencial, os brasileiros vão despertar pra essa burrice de vender esse precioso metal a preço de banana e o preço iria ficar estratosférico.

    Terminada a aulinha de física, vamos ao que interessa; os brasileiros quando se despertassem do sono da ignorância, esse material provavelmente teria seu preço cotado a peso de ouro e o Brasil da noite para o dia se tornaria a maior potência econômica do planeta.

    Brasil potência, fim da miséria e da desigualdade social, que dádiva, que maravilha; só que tem um pequeno grande detalhe, os imperialistas não querem isso de maneira alguma, e como não encontrariam respaldo internacional algum para uma invasão no coração do Brasil, por que não tomá-lo lá nos estados do Amazonas e de Rorâima? Segundo consta, as reservas de lá são muito maiores do que as daqui.

    Sun tzu (400 aC), foi o maior estrategista militar que o mundo conheceu, suas lições são tão perfeitas que servem até os dias de hoje, é o livro de cabeceira dos generais e estrategistas americanos. Dentre várias lições, vou citar apenas algumas lidas no livro: A Arte da Guerra.

    “Excele na arte da guerra aquele que vence sem usar a força, mas para isso primeiro é preciso levantar uma “causa justa”, conhecer todo o terreno, os passos do inimigo, conhecer suas fraquezas, infiltrar espiões, conquistar a população local com lucros aparentes, corromper lideranças locais e plantar a desinformação, porém se tudo isso não funcionar, ataque-os de surpresa, de uma forma rápida e planejada. E se tiver uma força 10 vezes maior do que a do inimigo, a vitória estará garantida”.

    Tudo isso já está em curso na Amazônia.

    -A mais de 20 anos, um cantor inglês vinha ao Brasil para levar o cacique Rauni para a Europa divulgando a “defesa das terras dos índios”.

    -No exterior, já a bastante tempo, está plantada a idéia que os brasileiros são os destruidores da Amazônia.

    – “ONGs” internacionais são tidas pelos ingênuos índios como benfeitores e defensores de seus direitos.

    -Assinou-se na ONU, a convenção dos “direitos dos povos indígenas”, que permitem a esses reivindicarem autonomia política, territorial e gestão de seus “recursos”, e até mesmo a tutela da ONU para fazer valerem seus direitos, dando status de nação?????

    – Governos estrangeiros pressionaram o brasileiro para demarcação das reservas indígenas de forma contínua.

    Diante do exposto, não é preciso ter bola de cristal para deduzir que sem a presença de fazendeiros, seringueiros e extrativistas para denunciar, os “missionários”, com livre acesso à região, sabem exatamente onde fica cada posto do exército brasileiro e da sua movimentação; de posse de pequenos aparelhos detectam os locais onde existam materiais radiativos, mapeiam com GPS, repassam isso para uma base de apoio, possivelmente, instalada na Guiana Inglesa; esses, de helicóptero, vêem, pousam camuflam o aparelho, fazem a prospecção com equipes especializadas e vão embora em total segurança, ou seja, se já não têm, daqui a algum tempo, já terão o inventário completo do subsolo daquela região.
    E o Sivam?

    O Sivam é de fabricação norte-americana, será que ele detecta um helicóptero a baixa atitude? Se sim, seria difícil para eles, através de satélites, provocarem uma pane em seu software e deixar o radar cego?

    No início dos anos 80, segundo pesquisei, eram uns 2000 índios, hoje já são mais de 17000; índio não usa camisinha e nem toma anticoncepcional, daqui a 20 ou 30 anos serão uns 100 mil, e juntamente com as outras aldeias do rio Negro poderá chegar a 1 milhão; então os rios e a floresta não terão mais peixe e caça suficientes para alimentá-los, vão querer explorar o nióbio, o urânio, o ouro, os diamantes e demais riquezas minerais para comprar alimentos, vão declarar a independência da “nação ianomâmi” com base nesse “tratado lesa pátria” assinado (sem o conhecimento do povo brasileiro) pelo Itamarati na ONU.

    A quem o Itamarati está representado afinal?

    À NAÇÃO BRASILEIRA? Tudo indica que não.

    E a prova está neste vídeo http://www.youtube.com/watch?v=VUJHK-bMi6k&feature=related

    Onde o Brasil é ABERTAMENTE AMEAÇADO caso não demarcasse a “reserva” “raposa” terra do sol.

    O que está por trás disso?

    A quem interessa isso senão aos nossos “amigos” do norte?

    Não vai ser a luta de um quase indefeso fazendeiro contra o “Estado Opressor”, vai ser a luta contra a “nação? ianomâmi”,com milhares de índios que não vão se contentar com o recebimento de royalties, vão querer “tudo” e declarar a independência.

    Quando o povo brasileiro se der conta disso e quiser intervir, já será muito tarde, a OTAN capitaneada pelo exército dos E.U.A., já estarão lá para defender os “interesses dos índios” e comprar o nióbio, o urânio e demais minerais pelos mesmos preços e talvez até mais barato que os preços atuais, eles não vão perder a “oportunidade” de ter o monopólio sobre essas jazidas de materiais estratégicos.

    Na verdade, não se trata de oportunidade, e sim de um maquiavélico plano secreto arquitetado nos escritórios da CIA, que teve a sua gênesis, após a crise do petróleo em 1973; infelizmente não se pode provar tudo isso, e eles jamais admitirão tamanha torpeza, mas a força das evidências aliada à lógica de sua política imperialista, não deixam margem para uma interpretação diferente.

    Se não fossem imperialistas, prá que bases militares e frota de navios de guerra espalhados pelo mundo inteiro?

    Se por causa de petróleo, eles invadiram e dominaram o Iraque, por que não invadiriam a Amazônia pelo NIÓBIO e URÂNIO que lhes garantiria a energia mais barata do futuro, seu padrão de vida e seu status de potência hegemônica?

    A explosão da base de lançamento de Alcântara com a morte de 21 cientistas do programa espacial brasileiro terá sido mesmo um acidente?
    A quem interessaria uma desistência do programa espacial brasileiro?

     A cada problema que aparece, sua central de inteligência articula uma estratégia para evitar que ele se repita e para quem estiver imaginando que o que foi dito não passa de um exagero ou fantasia, gostaria de citar algumas passagens que elucidarão com clareza o tanto que os EU levam a sério as questões que dizem respeito a sua hegemonia financeira e militar. Ex:

     -A quebra da bolsa de NY, em 29, causou um desequilíbrio dão grande que levou o mundo a II guerra mundial; lição: colocaram o dólar como moeda aceita internacionalmente até hoje,(por enquanto).

     O ataque japonês a Pearl Harbor, lição: criara a mais eficiente rede de informação e vigilância do mundo.
     – Guerra do Vietnam, se deram mal, esqueceram de colocar em prática a lição de Sun tzu (conquistar a população local). Lição: Hoje usam “OMGs” para “fazer a cabeça” dos índios amazônicos.
     -Tendo visto que alguns países, como a Coréia do Norte e Irã, estão se armando com armas atômicas, e na impossibilidade de destruí-los sem envolverem a China e a Rússia, agora criaram em (segredo) um mine “ônibus” espacial o X-37B, que (ao que tudo indica), é um exterminador de satélites, ou seja, seu sistema de inteligência procura se anteceder a qualquer coisa que possa frustrar seus planos de domínio global, seja pelo uso do engodo, sanções econômicas ou pela forças das armas.

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