10 passos para nos afastarmos do comunismo

I – Crer em Deus, amar a Pátria, sustentar o princípio da Família,

II – Pugnar pela soberania  da Nação, lutando pela liberdade do Brasil e dos brasileiros das garras do comunismo internacional,

III – Combater o comunismo materialista em todas suas formas.

IV – Incutir no espírito das novas gerações a imagem de um Brasil grande, forte, respeitado, potência internacional, e para isso elevar o nível cultural da juventude, arrancando-a da descrença, do ceticismo, cosmopolitismo, das idéias dissolventes,

V – Criar na consciência brasileira um novo espírito de confiança nas forças da raça, nas energias de um povo, nas tradições históricas, dando às novas gerações um sentido de afirmação corajosa a de expansão da Pátria,

VI – Lutar pela igualdade de oportunidades: o amparo às nossas populações pobres e desprotegidas, um padrão de vida mais elevado para o infeliz caboclo brasileiro, a solução do problema do menor abandonado,

VII – Promover a cultura geral do povo,

VIII – Ensinar a doutrina da ordem, do princípio da autoridade, da harmonia entre todas as classes, da solidariedade entre os filhos de uma mesma Nação, da perfeita disciplina de cada um nos ramos de atividade civil ou militar em que se empregar,

IX – Combater o cosmopolitismo, o esnobismo, o sensualismo, o sexualismo desenfreado (hoje valorizados e difundidos pelos meios de comunicação, mormente a televisão, o cinema , o teatro – e internet), o alcoolismo, os tóxicos, todos os vícios enfim, em nome das energias de uma raça e dos direitos sagrados de um povo,

X – Dizer ao menino, à menina, ao moço, à moça: sejam bons filhos e bons irmãos; ao homem: seja bom esposo e bom pai; à mulher: seja boa esposa e boa mãe; ao cidadão: ame o Brasil e se sacrifique por ele; a todos: façamos a grandeza moral, intelectual e material da Pátria brasileira, livrando-a dos agentes da desordem e da destruição.

11 Respostas to “10 passos para nos afastarmos do comunismo”

  1. CLEMENTE BORGES B.VIEIRA Says:

    PREZADO COLEGA DR. LUIZ.

    PARABENS PELA CARTA AO DELINQUENTE SEM DEDO.

    VAMOS À LUTA CONTRA A CRUEL DITADURA COMUNISTA!

    É UMA LUTA CONTRA A AIDS IDEOLOGICA, CUJO MUNDO

    CIVILIZADO JÁ CUROU.

    ABRS,

    CLEMENTE B.B.VIEIRA

  2. crashman5 Says:

    Realmente, bonito discurso mais você é homem para colocá-lo em prática?
    Em anos só ocorreu o vilipendio do Estado. agora que os “comunistas” foram eleitos, reclama. Se as palavras acima tivessem sido colocadas em prática; um “comunista e sua corja” não estariam no poder. O que ocorre é a resposta da massa. Infelizmente preferem a esmola, pois acham que independente do governo, é o que irão receber.

  3. Luiz Gerônimo Says:

    Não vejo muita diferença entre o nazi-facismo, aparentemente aqui disfarçado e o comunismo aqui tão combatido.
    Radicalismo não.
    Nem tanto ao mar, nem tanto a terra.

  4. Carlos Says:

    Parabens pelo blog!
    A Contra-Revolução de 64 está viva. Digo Contra-Revolução porque os comunas antes de 64 já estavam lutando para implantar um regime bolchevik no BRASIL.
    Os que não acompanharam bem esses fatos, ou que são de linha marxista, hoje querem dizer que não havia tal risco, que os militares simplesmente queriam o poder, e outras coisas. Não é verdade. O Brasil estava à beira do caos comunista.
    Basta conhecer um pouco da história recente do BRASIL e não o que esta midia “politicamente correta” divulga onde só vale a história contada pela esquerda. Recomendo uma leitura dos jornais da época.

    Segue um artigo retirado do site: A Verdade Sufocada

    Desfazendo alguns mitos sobre 64.
    Por Heitor De Paola

    Basta olhar quem hoje está no poder político da Nação para perceber que são os derrotados militarmente em 64, que venceram uma das batalhas mais importantes: a cultural. Refugiando-se nesta área negligenciada pelos governos militares, e baseando-se na desinformação e nas teses de Gramsci, passaram a escrever grande parte da história, principalmente aquela de alcance público, acadêmico e nas escolas de todos os níveis, novelas e minisséries de TV. Tornaram-se “donos” dos significados das palavras. Temos hoje muito mais mitologia induzida do que história ocorrida. É trabalho para décadas – se houver liberdade para tanto – desfazer todos os mitos dos chamados “anos de chumbo”. Darei minha modesta contribuição, falando daquilo que vivenciei.

    ——————————————————————————–

    As opções políticas na década de 60

    Um dos mais caros MITOS é o de que militares maldosos, aliados à “burguesia” nacional “ameaçada em seus privilégios” – e subordinados às demandas maquiavélicas dos EEUU – resolveram abortar pelas armas a política conduzida por um governo legítimo e que atendia aos “anseios populares”.

    Em primeiro lugar nega-se o fato de que em 1959 a geopolítica da América Latina (AL) havia virado do avesso pela tomada do poder em Cuba por Castro, que logo assumiu sua condição de comunista e se aliou à URSS. Seguiu-se um banho de sangue de proporções inimagináveis – do qual é proibido falar! – e a lenta e progressiva instalação na ilha de numerosos instrutores soviéticos que adestraram tropas cubanas e formaram e exportaram guerrilheiros e terroristas, e re-estruturaram o sistema de Inteligência. Através desta “cabeça de ponte” aumentou sobremaneira a influência da URSS na AL. Os jornais noticiavam diariamente as tentativas de derrubada do governo legitimamente eleito da Venezuela, país chave pela produção petrolífera. O próximo objetivo estratégico era o Brasil, País imenso, já em fase inicial de industrialização e cujas Forças Armadas representavam um poderoso obstáculo à penetração comunista no Continente.

    Outro fator só mais recentemente veio à luz devido à defecção de Anatoliy Golitsyn, oficial graduado da KGB. Em 1959, durante o período de desestalinização da URSS, Alieksandr Shelepin apresentou um relatório ao Comitê Central do PCUS mostrando a necessidade de que os órgãos de segurança voltassem a suas funções originais de desinformação, exercidas pela OGPU (1922-34). A partir de então toda notícia do mundo comunista era baseada em informações emanadas e/ou alteradas pelo Departamento D (Desinformatziya) da KGB.

    25 de agosto de 1961, renúncia de marca um momento importante. O Vice, João Goulart, encontrava-se na China e declarou que iria comandar o processo de “reformas sociais” tão logo assumisse. Os Ministros Militares e amplos setores civis se opuseram à posse de Jango por suas notórias ligações com a esquerda. Seu cunhado Brizola, Governador do Rio Grande do Sul reagiu, o Comandante do Terceiro Exército, Gen Machado Lopes, ficou do lado dele e o Brasil esteve à beira da guerra civil. A Força Aérea chegou a dar uns tiros no Palácio Piratini. Brizola tomou todas as rádios de Porto Alegre e obrigou as demais a entrarem em cadeia, a Cadeia da Legalidade! E lá estava eu, “comandando” uma mesa em plena rua, a uns 4o C, com uma lista de assinaturas para quem quisesse “pegar em armas pela legalidade”, atuando em conjunto com membros do extinto PCB. Com a emenda parlamentarista tudo se acalmou mas em janeiro de 63, num plebiscito nada confiável o País retorna ao Presidencialismo.

    Fiz parte da Juventude Trabalhista e só não entrei para os Grupos dos 11, do Brizola, sobre os quais hoje quase se nada se ouve, porque não tinha idade e, portanto, não era confiável. No início dos anos 60 o hoje santificado Betinho, junto com o Padre Vaz, elaborou o “Documento Base da Ação Popular (AP)”, que previa a instalação de um governo socialista cristão no Brasil. Mas o documento em que a AP se declarava francamente a favor da instalação de uma ditadura ao estilo maoísta foi mantido secreto até para os militantes da base. Só vim a ter contato com ele através de Duarte Pacheco (um dos membros do Comando Nacional de AP) em agosto de 65, quando eu já era mais “confiável”. O documento, que era obviamente o produto de uma luta interna na esquerda mundial, defendia a luta em três etapas: reivindicatória (movimentos populares, greves); política (início das guerrilhas no campo, como na China e Vietnã) e ideológica (a formação do Exército Popular de Libertação). Contrariava a teoria do foco guerrilheiro, preferida por Guevara e Debray.

    O MASTER (nome do MST da época), do Brizola, invadia terras no RS (como a do Banhado do Colégio, em Camaquã) e as Ligas Camponesas, de Francisco Julião, com apoio explícito do Governador Arraes, no Nordeste. A CGT, (presidida por Dante Pelacani), a UNE (José Serra) propunham abertamente um golpe com fechamento do Congresso. Armas tchecas começaram a surgir. O ano de 1963 foi uma agitação só. O movimento estudantil, do qual posso falar, estava dividido entre a Ação Popular (AP) e o PCB. Quem não viveu aqueles tempos dificilmente pode imaginar o nível de agitação que havia por aqui. O re-início das aulas em março de 64 praticamente não houve.

    Num encontro em Pelotas, onde eu estudava Medicina, com o último Ministro da Educação do Jango, Sambaqui, no início de março, ele nos revelou que tudo começaria com o comício marcado para o dia 13, em local proibido para manifestações públicas (em frente ao Ministério da Guerra) já em desafio aberto e simbólico à lei, seria continuado pelo levante dos sargentos do exército e da marinha – formando verdadeiros soviets – e pelos Fuzileiros Navais em peso, comandados pelo “Almirante do Povo”, Aragão. Pregava-se a subversão da hierarquia e disciplina militares. Seguir-se-ia pelo já programado discurso de Jango no Automóvel Clube do Brasil. A pressão final sobre o Congresso seria em abril e maio: se não aprovasse as “reformas de base” seria fechado com pleno apoio popular.

    Na mesma época, participei de uma ação comandada por um agitador da Petrobrás e da SUPRA (Superintendência da Reforma Agrária), em Rio Grande, pela encampação da Refinaria de Petróleo Ipiranga o qual, num discurso na Prefeitura, declarou que a República Socialista do Brasil estava próxima. As ocorrências de março só confirmaram a conspiração acima mencionada. No comício do dia 13 Brizola pregou o fechamento do Congresso se não aprovasse as tais “Reformas de Base” (na lei ou na marra) – ninguém me contou, eu ouvi no rádio. Prestes dizia que os comunistas já estavam no Governo, só faltava tomarem o Poder.

    Não havia, pois, opção democrática alguma. Restava decidir se teríamos o predomínio dos comunistas ou uma re-edição do Estado Novo ou de uma ditadura peronista, chefiados por Jango. As passeatas civis estavam nas ruas exigindo fim da baderna e em apoio ao Congresso. Sugerir que se devia esperar que Jango desse o golpe para depois tirá-lo, me parece uma idéia legalista infantil, pois então teria que ser muito mais cruento. Foi, na verdade, um contragolpe cívico-militar preventivo.

    Participação dos EEUU

    Outro mito é sobre a participação americana no “golpe” de 64. Chamada de “Operação Thomas Mann” (nome do então Secretário de Estado Adjunto para a AL) não passa de uma mentira baseada em documentos forjados pelo Departamento D já citado, através da espionagem Tcheca. Quem montou a operação foi o espião Ladislav Bittman que, em 1985 revelou tudo no seu livro The KGB and Soviet Disinformation: An Insiders View, Pergamon-Brasseys, Washington, DC, 1985. Segundo suas declarações “A Operação foi projetada para criar no público latino-americano uma prevenção contra a política linha dura americana, incitar demonstrações mais intensas de sentimentos antiamericanos e rotular a CIA como notória perpetradora de intrigas antidemocráticas”. Outra fonte é o livro de Phyllis Parker Brazil and the Quiet Intervention: 1964, Univ. of Texas Press, 1979, onde fica claro que os EEUU acompanhavam a situação de perto, faziam seus lobbies e sua política com a costumeira agressividade, e tinham um plano B para o caso de o País entrar em guerra civil. Entretanto não há provas de que os Estados Unidos instigaram, planejaram, dirigiram ou participaram da execução do “golpe” de 64.

    Embora as revelações tenham sido tornadas públicas em 79/85, a imprensa brasileira nada publicou a respeito não permitindo que a opinião pública tomasse conhecimento da mentira que durante anos a enganou. Apenas a Revista Veja na sua edição nº 1777, de 13/11/02, publica a matéria ”O Fator Jango” de autoria de João Gabriel de Lima, onde este assunto é abordado.

    A luta armada e o AI 5

    Finalmente, o mito de que brasileiros patriotas e democratas se levantaram em armas contra o “endurecimento da ditadura” através do Ato Institucional No. 5, 12/68.

    Em julho de 65, na primeira tentativa de restabelecer a UNE, extinta pela Lei Suplicy, foi realizado um Congresso no Centro Politécnico em SP no qual fui eleito Vice-Presidente de Intercâmbio Internacional. Em outubro fui preso em Fortaleza, o que impediu minha ida ao Congresso da UIE na Mongólia, onde seria traçada uma estratégia de recrudescimento da violência revolucionária na AL. De 66 – ano da Conferencia Tricontinental de Havana e da Organización Latino Americana de Solidariedad (OLAS) – a 68 participei, no Sul, das intensas discussões clandestinas sobre a luta armada conduzidas por militantes da AP treinados em Pequim. Em janeiro de 68, 11 meses antes da edição do AI 5, a luta foi implementada por todas as organizações revolucionárias, menos o PCB. A AP “rachou”, eu fiquei do lado contrário à maluquice da luta armada e saí, não sem sofrer posteriormente sérias ameaças de meus “companheiros”. Logo depois, mudou o nome para Ação Popular Marxista-Leninista do Brasil, o que já estava previsto no citado documento secreto. Como vários autores mais credenciados já têm se manifestado sobre isto, não vejo necessidade de mais para deixar claro que o AI 5 não passou de uma reação ao incremento das atividades revolucionárias.

    Heitor De Paola
    Rio de Janeiro, 20/4/2004

  5. Moleza Says:

    E comunas PERDERAM A GUERRA (1964) AQUI E A GUERRA FRIA….Vão à MERDAAAAAAAAA(cuba, albânia, china, URSS, venezuela)

    hauahuahauhauhauhau

  6. Darwin Fernandes Says:

    O PT somente está no poder meus amigos porque o Lula colocou comida na boca dos famintos na hora exata em que a fome estava batendo a porta. Lembram o discurso do LULA no inicio de seu governo. Aquela campanha toda contra a fome e a ação imediata e eficaz de seu governo no combate a esse flagelo que assolava o país e ninguém prestava a atenção! Aí está a razão de seu sucesso, o programa “Bolsa Família”. O resto continua na mesma: corrupção e desvios de comportamento generalizado como nos outros governos anteriores. Há, existe outro motivo para o sucesso do Lula: Seu governo não precisa gastar milhões com a importação de petróleo para movimentar o país. Ele herdou o fruto da semente plantada pelo regime militar em 1967 ou 1968. O Lula é inteligente e sortudo!! por isso o PT ainda se mantem no poder.

    • mario coutinho abranche Says:

      a fome é calculada para ser assim, stalin ja dizia(por ocasiao da grande fome de 34): so saberao o que é fome quando estiverem os pais comendo as carnes dos proprios filhos

  7. Darwin Fernandes Says:

    Acredito ainda que foi na “guerra de propaganda” utilizada intensamente pela mídia esquerdista a afins no Brasil pós 1984, que a esquerda foi em parte vitoriosa, porque embora não tenha conseguido transformar o país num satélite da antiga URSS e implantar o capitalismo de estado, objetivos que perseguiu em toda a história de sua luta pelo poder, a esquerda conseguiu alcançar o poder pela via democratica aproveitando a inépcia dos governos Sarney e Collor e fazendo valer os anos de propaganda direcionada para o setor cultural – o ensino, as artes e a mídia- onde cooptaram as mentes que seriam o intelecto da Nação e os futuros formadores de opinião. Transformaram em “monstros tiranos a serviço do capitalismo ocidental”, por meio da propaganda de desinformação, aquele que transferiram para eles o país livre, democratico e em pleno desenvolvimento econômico. Por meio da mesma propaganda e pela má atitude antipatriotica das elites brasileiroas que somente olham para os seus proprios interesses, a esquesda abancou-se no poder e está tentando adaptar-se à democracia e ao capitalismo. O Brasil não é um país de paradoxos inexplicáveis e sim um país igual aos outros onde a propaganda é a alma do negócio.

  8. Marcos Ribeiro Says:

    Calma, minha gente nada vai dar certo aqui é o Brasil quem quer que o governe não vai conseguir resolver os problemas pois tudo começou errado a mais de 500 anos

  9. Caio Says:

    Muito bom, é reconfortante encontrar na internet brasileiros que se posicionam contra a esquerda, já que em todo lugar se vê aplicações de burrice comunista. Espero que forças maiores não atentem contra a liberdade na internet, ou nem isso nós teremos.

    Muito grato.

  10. Daniel_82 Says:

    Analisando todos os comentários e tudo que Li e aprendi, eu tinha como verdade, que os militares no poder tinha sido um grande atraso no desenvolvimento do País, mas hoje vejo que na situação que nosso País se encontra (Insegurança Pública, Tráfico de Drogas, Prostituição,Pedofilia, Liberdade Sexual , Corrupção e etc.) a única solução era te-los de volta no poder, pelo menos para frear essa onda comunista, nasci em 82, e me lembro que ainda no primário, tínhamos disciplina, cantávamos o Hino Nacional, tínhamos aulas de ensino Religioso, algumas das coisas que nos fizeram cidadãos de valores e princípios, hoje o Professor está a mercê de um estado que não tem nenhum interesse em difundir os valores dignos de uma sociedade justa e descente e não essa sociedade de marginais, maniacos sexuais e arruaceiros que não respeitam o valores morais das famílias descentes. Pelo que sei, os Militares eram impiedosos com a “Liberdade de Expressão” baseada nos princípios comunistas, hoje vivemos sobre a ditadura do que “tudo pode”, casamento Gay, Aborto, legalização da Maconha, Desarmamento da População, legalização da Prostituta (CBO 5198), corremos o Risco de sermos processados, por simplismente, sermos contra por exemplo, contra o casamento Gay, Cadê a Liberdade de Expressão? estamos em uma nova ditadura a mais perigosa e cruel que poderíamos imaginar, agora é a vez de quem de dizer? ” BRASIL, AME-O OU DEIXE-O”…

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