Getúlio Vargas seu governo vida e obra Estado Novo Revolução de 1930 Livros sobre Getúlio Vargas – Biografia A morte de Getúlio Vargas na Noite de São Bartolomeu – A última reunião ministerial, o suicídio e a carta testamento.

Bibliografia sobre Getúlio Vargas – clic abaixo e veja:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Get%C3%BAlio_Vargas 

A morte de Getúlio Vargas na  Noite de São Bartolomeu – A última reunião ministerial, o suicídio e a carta testamento.

Por causa do crime da rua Tonelero, Getúlio foi pressionado, pela imprensa e por militares, a renunciar ou, ao menos, licenciar-se da presidência. 

Esta crise levou Getúlio Vargas ao suicídio na madrugada de 23 para 24 de agosto de 1954, logo depois de sua última reunião ministerial, na qual fora aconselhado, por ministros, a se licenciar da presidência. 

Getúlio registrou em sua agenda de compromissos, na página do dia 23 de agosto de 1954, segunda-feira: 

 “Já que o ministério não chegou a uma conclusão, eu vou decidir: determino que os ministros militares mantenham a ordem pública. Se a ordem for mantida, entrarei com pedido de licença. Em caso contrário, os revoltosos encontrarão aqui o meu cadáver.” -Getúlio Vargas 

Getúlio concordou em se licenciar sob condições, que constavam da nota oficial da presidência da república divulgada naquela madrugada: 

 “Deliberou o Presidente Getúlio Vargas … entrar em licença, desde que seja mantida a ordem e os poderes constituídos …, em caso contrário, persistirá inabalável no propósito de defender suas prerrogativas constitucionais, com sacrifício, se necessário, de sua própria vida”. — Nota Oficial 

Getúlio, no final da reunião ministerial, assina um papel, que os ministros não sabiam o que era, nem ousaram perguntar. Encerrada a reunião ministerial, sobe as escadas para ir ao seu apartamento. Vira-se e despede-se do ministro da Justiça Tancredo Neves, dando a ele uma caneta Parker 21 de ouro e diz: 

 Para o amigo certo das horas incertas!” — Getúlio Vargas 

A data não poderia ser mais emblemática: Getúlio, que se sentia massacrado pela oposição, pela “República do Galeão” e pela imprensa, escolheu a noite de São Bartolomeu para sua morte.

Suicidou-se com um tiro no coração, nos seus aposentos, no Palácio do Catete, naquela madrugada de 24 de agosto de 1954. 

Assumiu então a presidência da república, no dia 24 de agosto, o vice-presidente potiguar Café Filho, da oposição a Getúlio, que nomeou uma nova equipe de ministros e deu nova orientação ao governo. 

Com grande comoção popular nas ruas, seu corpo foi levado para ser enterrado em sua terra natal. A família de Getúlio recusou-se a aceitar que um avião da FAB transportasse o corpo de Getúlio até o Rio Grande do Sul. A família de Getúlio também recusou as homenagens oficiais que o novo governo de Café Filho queria prestar ao ex-presidente falecido. 

Getúlio deixou duas notas de suicídio, uma manuscrita e outra datilografada, as quais receberam o nome de “carta-testamento”. 

Uma versão manuscrita da carta testamento, assinada no final da última reunião ministerial, somente foi divulgada ao público, em 1967, por Alzira Vargas, pela Revista O Cruzeiro, por insistência de Carlos Lacerda que não acreditava que tal carta manuscrita existisse. Nesta carta manuscrita, Getúlio explica seu gesto:

 “..Se a simples renúncia ao posto a que fui levado pelo sufrágio do povo me permitisse viver esquecido e tranqüilo no chão da pátria, de bom grado renunciaria. Mas tal renúncia daria apenas ensejo para, com mais fúria, perseguirem-me e humilharem-me. Querem destruir-me a qualquer preço. Tornei-me perigoso aos poderosos do dia e às castas privilegiadas. Velho e cansado, preferi ir prestar contas ao Senhor, não dos crimes que não cometi, mas de poderosos interesses que contrariei, ora porque se opunham aos próprios interesses nacionais, ora porque exploravam, impiedosamente, aos pobres e aos humildes. Só Deus sabe das minhas amarguras e sofrimentos. Que o sangue dum inocente sirva para aplacar a ira dos fariseus…”  — Getúlio Vargas 

Uma versão datilografada, feita em três vias, e mais extensa desta carta-testamento, foi lida, de maneira emocionada, por João Goulart, no enterro de Getúlio em São Borja. Nesta versão datilografada é que aparece a frase “Saio da vida para entrar na história”. Esta versão datilografada da carta-testamento até hoje é alvo de discussões sobre sua autenticidade. Chama muito a atenção nela, a frase em castelhano: “Se queda desamparado”. Assim, tanto na vida quanto na morte, Getúlio foi motivo de polêmica. 

Também fez um discurso emocionado, no enterro de Getúlio, na sua cidade natal São Borja, o amigo e aliado de longa data Osvaldo Aranha que disse: 

 Nós, os teus amigos, continuaremos, depois da tua morte, mais fiéis do que na vida: nós queremos o que tu sempre quiseste para este País. Queremos a ordem, a paz, o amor para os brasileiros”! — Osvaldo Aranha 

Oswaldo Aranha, que tantas vezes rompera e se reconciliara com Getúlio, acrescentou: 

 Quando, há vinte e tantos anos, assumiste o governo deste País, o Brasil era uma terra parada, onde tudo era natural e simples; não conhecia nem o progresso, nem as leis de solidariedade entre as classes, não conhecia as grandes iniciativas, não se conhecia o Brasil. Tu entreabriste para o Brasil a consciência das coisas, a realidade dos problemas, a perspectiva dos nossos destinos”.  — Osvaldo Aranha 

No cinqüentenário de sua morte, em 2004, os restos mortais de Getúlio foram trasladados para um monumento no centro de sua cidade natal, São Borja.

http://www.orkut.com.br/Main#FavoriteVideoView.aspx?uid=7686877245421738849&ad=1236622496 

 http://homemculto.wordpress.com/2009/05/01/discurso-do-dr-getulio-vargas-em-10-de-novembro-de-1937-ao-implantar-o-estado-novo/ 

http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Especial:Livro/download/&collection_id=97021ee37c9362f1&writer=rl&return_to=Get%C3%BAlio+Vargas

http://pt.wikipedia.org/wiki/Get%C3%BAlio_Vargas

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A bibliografia abaixo sobre Getúlio Vargas e a Era Vargas se constituiu de seus próprios textos ( Diário, A nova política do Brasil e Discursos Parlamentares), depoimentos de seus ministros, seus auxiliares próximos, interventores e participantes da Revolução de 1930.

Para a visão paulista da Revolução de 1930 e da Revolução de 1932 existem as biografias dos principais políticos paulistas e seus depoimentos.

Os estudos historiográficos sobre Getúlio Vargas são vários e o apresentam das mais diferentes maneiras.

Esta bibliografia procura ser a mais variada e abrangente colocando todos os pontos de vistas sobre Getúlio Vargas.

  • __________, Aliança Liberal – Documentos da campanha presidencial, 1ª edição, Rio de Janeiro, Oficinas Gráficas Alba, 1930.
  • __________, Eu fui guarda-costas de Getúlio, Empresa Gráfica O Cruzeiro S.A., Rio de Janeiro, 1949.
  • __________, Peço a Palavra, entrevista com Vicente Bota, Revista Acervo Histórico, número I, página 19 e seguintes, Assembléia Legislativa de São Paulo, 1º semestre de 2004.
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  • ARAÚJO, Maria Celina de, CASTRO, Celso, orgs, Ernesto Geisel , Editora FGV, RJ, 1997.
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  • BORGHI, Hugo, A força de um destino, Editora Forense Universitária, São Paulo, 1995.
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  • CALLAGE, Roque de Oliveira, Episódios da Revolução – 3 a 24 Outubro 1930 , Editora Globo, Porto Alegre, 1930.
  • CAMARGO, Aspácia, Artes da Política – Diálogo Com Amaral Peixoto , Editora Nova Fronteira, 1986.
  • CAMARGO, Aspácia, RAPOSO , Eduardo, FLAKSMAN, Sérgio, O Nordeste e a Política, Diálogo com José Américo de Almeida, Editora Nova Fronteira, Rj, 1984.
  • CAMPOS, Roberto de Oliveira, A lanterna na popa, 1º volume, Topbooks, Rio de Janeiro, 2001.
  • CANUTTI, Wanda A., Getúlio Vargas em Dois Mundos, Capivari, SP, Editora Opinião E., 6a. Edição, 1999.
  • CARDIM, Carlos Henrique, Revolução de 1930 – Textos e Documentos , 2 volumes, Editora da UNB, 1982.
  • CARMO CHAGAS, Política Arte de Minas, Editora Carthago & Forte, Sp, 1994.
  • CARNEIRO, Glauco, História das Revoluções Brasileiras, 2 volumes, Editora O Cruzeiro, 1965.
  • ÍDEM, Lusardo, o último caudilho, 2 volumes, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1977.
  • CARVALHO, General Ferdinando de, Lembrai-vos de 35!, Editora Biblioteca do Exército Editora, Rio de Janeiro, 1981.
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  • CASTRO, Sertório de, A república que a revolução destruiu, Freitas Bastos & Cia, Rio de Janeiro, 1932.
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  • DEBES, Célio, A “justiça revolucionária criada em 1930″, Revista da Academia Paulista de Letras, Volume 115, São Paulo, dezembro de 2001.
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  • LEITE, Mauro Renault, JÚNIOR, Novelli, Eurico Gaspar Dutra – o Dever da Verdade, Nova Fronteira, 1983.
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  • ÍDEM, As Diretrizes da Nova Política do Brasil , Editora José Olympio, 1943.
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  • WHITAKER, José Maria, O milagre de minha vida, São Paulo, Editora Hucitec, 1978.
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3 Respostas to “Getúlio Vargas seu governo vida e obra Estado Novo Revolução de 1930 Livros sobre Getúlio Vargas – Biografia A morte de Getúlio Vargas na Noite de São Bartolomeu – A última reunião ministerial, o suicídio e a carta testamento.”

  1. Paula Says:

    esse site não tem nada ha ver com o que eu qro

  2. thaina Says:

    é muito legal ficar sabendo dos tempos pasados

  3. silvania Says:

    sera q foi totalmente aprovado q getulio vargas se suicidou mesmo?

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