Archive for novembro \30\UTC 2008

Shake Spear e o salmo 46 shakespear deixou seu nome no salmo 46 da king james version da bíblia

30 de novembro de 2008

http://www.ewisdom.org/secrets/Psalm%2046%20and%20William%20Shakespear.htm

Psalm 46 and William Shakespear

King James Version

This information has been culled from several sources.

Here are some coincidences that occasionally have been used to argue WS’s authorship of the 46th Psalm in the King James Version. It is most likely just a red-herring as the words “will,” “shake,” “spear” and “I am” appear in the same positions in Richard Taverner’s 1539 version of the Psalm.

  • The 46th word from the beginning is “shake.” The 46th word from the end (not counting “selah”) is “spear.”
  • The KJV is said to have been completed in 1610 when W.S. was 46 and published the following year.
  • WS’s birthday is celebrated 4/23/1564. 23 X 2 = 46. And 64, as in 1564, reversed is 46. WS’s death is observed as 4/23/1616. If you add 1564 (1+5+6+4) you get 16. If you add 4/23/1616 (4+2+3+1+6+1+6) you get 23. Again 23 x 2 =46. If you add 4/21/1564 together (a possible date for WS’s birth since all we know is that he was baptized on the 26th and the custom was to wait three days from birth for baptism) (4+2+1+1+5+6+4), you get 23 again!
  • The 14 word from the beginning is “will.” The 32nd word from the end (counting “selah” this time) lands you on “I am.” Put together this equals “I am Will.” 14+32=46.
  • 4 + 6 = 10. Go to verse 10. Count in 6 words to “I” (which is part of “I am”). Now count in another 4 words to “will,” giving “I am Will.”
  • “William Shakespere” can be anagrammed to “We are like his Psalm” or “Here was I, like a psalm.”

Psalm 46

King James Version

1 God is our refuge and strength, a very present help in trouble.

2 Therefore will not we fear, though the earth be removed, and though the mountains be carried into the midst of the sea;

3 Though the waters thereof roar and be troubled, though the mountains shake with the swelling thereof. Selah [1].

4 There is a river, the streams whereof shall make glad the city of God, the holy place of the tabernacles of the most High.

5 God is in the midst of her; she shall not be moved: God shall help her, and that right early.

6 The heathen raged, the kingdoms were moved: he uttered his voice, the earth melted.

7 The LORD of hosts is with us; the God of Jacob is our refuge. Selah.

8 Come, behold the works of the LORD, what desolations he hath made in the earth.

9 He maketh wars to cease unto the end of the earth; he breaketh the bow, and cutteth the spear in sunder; he burneth the chariot in the fire.

10 Be still, and know that I am God: I will be exalted among the heathen, I will be exalted in the earth.

11 The LORD of hosts is with us; the God of Jacob is our refuge. Selah.

Profecias sobre Jesus Cristo, O Messias – O que dizem as escrituras, a bíblia sobre o Messias Jesus Cristo

29 de novembro de 2008

http://www.psalm11918.org/articles/propheciesOfMessiah.htm

Maria Antonieta amada pelos franceses até hoje revolução francesa república não abalou amor da frança pela rainha A rainha de sonhos, martirizada pelo ódio revolucionário, comove Paris: a rainha católica fiel à religião

29 de novembro de 2008

A rainha de sonhos, martirizada pelo ódio revolucionário, comove Paris, 14/8/2008 Luis Dufaur;

Uma multidão acorreu à exposição sobre Maria Antonieta, realizada no Grand Palais de Paris. Envolvendo mais de 300 obras de arte, foi a primeira do gênero desde a injusta execução da soberana em 1793.

 Paris homenageia a rainha guilhotinada:  

Na Avenida Winston Churchill, o esplendor das vestes, a suavidade do sorriso, a majestade do porte de Maria Antonieta iluminam os imensos cartazes que indicam a entrada. Trata-se de uma exposição — realizada entre 15 de março e 30 de junho — sobre a rainha martirizada pela Revolução Francesa. Eu era um dos milhares de visitantes. A avenida conduz dos Champs Elysées até a ponte de Alexandre III, que leva para a grandiosa perspectiva dos Invalides. Nesse local, havia uma manifestação. O presidente Sarkozy presidia uma solenidade patriótica: a homenagem ao último combatente francês na I Guerra Mundial, que falecera. Intérminas barreiras de isolamento fechavam a imensidade dos espaços que antecedem os Invalides, visando conter uma multidão que se esperava para assistir às festividades republicanas. A qual, aliás, não apareceu. Nos gramados, a única cena viva era um pai brincando de bola com seus filhos. Na ausência geral de pessoas, dava até para ouvir o que diziam: eram turistas americanos. 

No Grand Palais, ao contrário, a figura da última rainha francesa do Ancien Régime, Maria Antonieta, atraía multidões com a força de um mito que venceu o tempo e as revoluções. 

A exposição ocorreu a poucas centenas de metros da Place de la Concorde, onde o Terror revolucionário guilhotinou a rainha de fábula. Esse crime, marcado pelas trevas e pelo ódio igualitário, obteve ali singular revide: a memória de Maria Antonieta ressurge, envolvida numa aura de conto de fadas, de tragédia e martírio. 

Superior doçura e sacralidade na infância:

A entrada do Grand Palais é esplêndida. Há vários mecanismos de segurança para o ingresso. Modernos, portanto banais. Passa-se com a rotina de quem entra no metrô. A montagem da exposição, porém, tem algo de deliberadamente teatral, o que diminui o vazio de alma entranhado em tantos museus.

Dentro, eis a surpresa! Logo na primeira sala, um óleo de Johan Georg Weikert nos apresenta uma criança de nove anos de idade, franzina, delicada, tesa e cônscia de sua alta condição, dançando um balé com seus irmãozinhos para honrar o casamento do primogênito, seu irmão maior, o futuro imperador José II . Pela seriedade, porte e sobranceria, dir-se-ia uma moça já habituada à corte. O luxo rigoroso das roupas nada tira do seu charme infantil. Uma luz imponderável paira sobre ela e seus irmãos, sinal de uma vocação providencial. Naquela imperial festa infantil, reforçava-se um relacionamento decisivo para o equilíbrio e a paz na Europa.  

No mesmo salão, mais uma surpresa: um suntuoso ex-voto em prata e latão dourado, oferecido pelos pais de Maria Antonieta?

O imperador Francisco I e a imperatriz Maria Teresa? à padroeira da Áustria, Nossa Senhora de Mariazell. A rica peça representa, em medalhões, os imperiais genitores e os seus 16 filhos. O medalhão de Maria Antonieta está junto com o das irmãs. O esplendor e riqueza do ex-voto, oferecido à Santíssima Virgem por monarcas católicos, testemunha a força do espírito familiar e a coesão da augusta família. 

Princesinha que empolgou os franceses: 

Mais adiante, em mais um quadro, outra surpresa. Dir-se-ia uma mulher da mais alta condição, uma rainha na plenitude do seu poder. Apenas o frescor e a candura da pele revelam o enganoso da impressão inicial de que se está diante de uma soberana em todo seu esplendor. 

Pura e requintada, superior e delicada, atraente e marcando as distâncias, sorridente com recato, familiar e majestosa, apresenta-se Maria Antonieta no quadro pintado para Luís XV, rei da França, durante as tratativas do casamento da Arquiduquesa com o filho primogênito do Delfim da França, o futuro Luís XVI [foto ao lado]. Na época, contando apenas 14 anos, ela deixou sua amada Áustria natal e sua augusta família para cumprir o duro dever de princesa imperial: casar com aquele que o bem de sua pátria e dinastia pedia. No caso, o Duque de Berry, que depois seria o rei da nação cristianíssima, Luís XVI.Gravuras e pinturas retratam a alegria da França seduzida pelo charme da princesinha austríaca. Um casamento da família real engajava todas as famílias do reino, uma solenidade real era uma festa nacional e familiar de cada lar francês.  

Mais adiante, um quadro contendo o registro do régio casamento, redigido pelo pároco de Versalhes e seguido das assinaturas do rei Luís XV, dos jovens cônjuges e dos padrinhos e testemunhas. Tudo transpira nobre regozijo, doces presságios para a família e a nação, se é que numa monarquia se pode distinguir o destino de uma do destino da outra.Desfilamos então diante de uma maravilhosa sucessão de móveis e objetos do palácio de Versalhes usados por Maria Antonieta, culminando com o comovedor quadro em que a rainha-mártir apresenta a seu esposo o primeiro filho, o sucessor tão aguardado pela corte e o povo. A cena é esplendorosa, pela pompa das régias vestes do casal e das testemunhas. Mas impressiona ainda pela doçura da cena familiar no centro da composição artística. 

Jovem rainha admirada por toda a França: 

A princesinha cedeu o lugar à jovem rainha. No rigor protocolar da corte, no exercício das extenuantes obrigações e exigências da esposa de um monarca, os quadros nos apresentam a delicadeza, a boa disposição, a finura, o senso familiar e a sacralidade da velha Áustria, em feliz consórcio com o requinte e a “douceur de vivre do Ancien Regime” francês. Estão ali os móveis que ela tanto apreciou, ou para cuja confecção ela inspirou os ebanistas. Por exemplo, um feérico conjunto de móveis de nácar, prata e latão dourado, que parecem mais feitos para o Céu Empíreo do que para este vale de lágrimas. Por certo, eles sugerem a idéia da vida celestial.

Os salões vão se sucedendo. Nos primeiros, da juventude e adolescência, predomina o azul, e a música é vienense. A seguir, as salas tornam-se mais luminosas e a música evoca a corte francesa. 

Leviandade quando crescia a tormenta: 

Mais algumas salas, e a decoração muda, tornando-se dominada por cores frescas e desenhos de folhas e flores, e o fundo musical é o canto de passarinhos. As peças vêm do Petit Trianon e do Hameau de Versalhes. Predominam cores muito claras e desenhos muito suaves, segundo o gosto da rainha. Ela buscou um derivativo às exigências da corte, construindo uma fazendinha de conto infantil, o Hameau, onde se vestia de camponesa e cuidava de seus animais domésticos.  

A idéia afinava com a moda de culto da natureza, segundo a versão idílica forjada pelo revolucionário e pseudo-filósofo Jean-Jacques Rousseau. Porém esse culto tinha profundidades más, que talvez a rainha nunca imaginou. Minava a fundo as mentes, preparava a explosão do crime e da revolução que assassinou o soberano e a própria rainha. O que para Maria Antonieta foi pior, submeteu seus filhos a torturas morais indizíveis, em especial o bem-amado delfim, morto em circunstâncias sinistras. Por fim, um grupo de esplêndidos bustos em mármore nos apresenta a rainha na plenitude de sua irradiação pessoal. Uma espécie de fogo de artifício expondo qualidades naturais, saúde e superioridade inata, régia, que inclinava as pessoas a sentimentos de enlevo e serviço. 

A alvura dos mármores e o aristocratismo supremo de Maria Antonieta, neles expressos, nos apresentam a rainha como um cisne do gênero humano. 

A tragédia e o martírio de uma rainha de sonhos:     

No fim da brilhante mostra sobre Maria Antonieta, desci por uma escada ladeada por paredes cobertas de gravuras da soberana, lembranças como as de um ser falecido, muito querido. A descida é interrompida por um escuro espelho crivado de balas. Dir-se-ia que um crime horroroso acabava de ser cometido ali [foto à esquerda]. É a fase final da vida da rainha, depois de 14 de julho de 1789 — o início da Revolução Francesa. 

Uma sala, com móveis ainda esplêndidos do período pré-revolucionário, apreciamos um dos famosos quadros de Vigée Lebrun em que Maria Antonieta, com uma veste de veludo cor de cereja, segura seus filhos. No colo, o Delfim Luís XVII, ainda bebê. A um lado, a primogênita Maria Teresa de Bourbon, a Madame Royale. Do outro lado, meio afastado, num berço recoberto de panos pretos, o Grande Delfim, o filho primogênito que a doença levou. 

Ela está amadurecida. O olhar sugere a visão da tempestade representada pela Revolução Francesa, que ela percebia com maior clareza que seu amolecido e otimista consorte, Luís XVI. A preocupação marca-lhe o rosto. Protege seus filhos, enquanto a tempestade se avoluma. 

Atravessando o túnel escuro da Revolução:  

Concluindo o percurso, abre-se um enorme túnel escuro que se afunila no fim [foto ao lado]. Em pequenas vitrines iluminadas, objetos miúdos usados pela rainha nas diversas prisões para as quais foi arrastada. 

Uma cadeira de palha com um respaldar apenas trabalhado, que havia na prisão do Templo. Um jogo de papelão que ela usava para entreter seus filhos, e assim desviar suas frágeis atenções da desgraça que os assediava. Uma camisa remendada, uma das poucas peças que lhe foram restando. Uma singela coifa de viúva, que usou após a decapitação de seu marido [foto ao lado]. O fim se aproxima.Entre essas lembranças, há um salpico de folhetos grosseiros que eram difundidos pelas sociedades revolucionárias. Bicos de pena ou estampas, obras de gravuristas mais aptos a produzir panfletos imorais, apresentam a família real e a própria Maria Antonieta sob formas monstruosas, ridículas, que convidam ao sarcasmo ou ao ódio. Reproduzem as torpes calúnias articuladas por uma máquina infernal, que atiçou o ódio e a sede de vingança das chusmas revolucionárias.

Maior na tragédia do que na glória da realeza:  

No meio daqueles pobres objetos pessoais e torpes panfletos, encontramos a patética despedida escrita pela rainha para seus filhos, pouco antes de ser levada ao patíbulo. Está numa página do livrinho de orações que ela rezava piedosamente na prisão: “16 de outubro, 4hs e meia da manhã. Meu Deus tende piedade de mim! Meus olhos não têm mais lágrimas para chorar por vós, meus pobres filhos; adeus, adeus! Maria Antonieta” [foto ao lado].O acachapante corredor escuro se estreita cada vez mais, até morrer junto ao famoso bico de pena de David. Nele o pintor reproduziu, com rápidos traços, a rainha na charrete que a conduziu ao cadafalso.    

Despojada de tudo (foto), com os cabelos tosados para não prejudicarem a lâmina da guilhotina, os braços brutalmente amarrados nas costas, ela conserva a altaneira régia que vence as fronteiras da morte. O olhar seguro da dignidade de sua condição e da sua inocência, confiante na misericórdia divina. Ela vai suportar a derradeira humilhação, ostentando a grandeza de filha de imperadores e esposa de rei.

Na tragédia ela é fiel ao berço que a viu nascer e à real família em que ingressou no dia de seu casamento.Os percursos coincidem e chegam ao seu final: o da vida de Maria Antonieta e o da exposição. Mas a projeção daquela rainha –– que encarnou, malgrado suas fraquezas, os charmes da Cristandade –– não parece terminar. Pelo contrário, agiganta-se com o passar dos anos. Foram as minhas impressões naquela memorável visita.

27 de novembro de 2008 1935 – 2010 – em pleno governo comunista de lula, ainda se lamenta a morte dos militares dormindo do 3º RI intentona comunista lembrái-vos de 35

28 de novembro de 2008

HEROIS DE VERDADE

SR. PRESIDENTE

VEJA A HOMANAGEM AOS HEROIS DE VERDADE

Foi realizada em 27 de novembro de 2008, às 15.30horas, na Praça General Tiburcio, Praia Vermelha, RJ, emocionante homeagem aos mortos da intentona comunista de 1935.. A solenidade contou com a presença do Comandante do Exército, Gen Exercito Enzo Martins Peri, de três destacamentos de tropa da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, além da presença de todos os oficiais generais do Exército em serviço na área. Compareceram também Oficiais Generais da Marinha e da Aeronáutica, o Dep Jair Bolsonaro e vários Oficiais Generais da reserva e autoridades militares e civis. A solenidade foi organizada pelo Comandante do Comando Militar do Leste, Gen Luiz Cesário da Silveira Filho juntamente com o Gen Ex Paulo Cesar de Castro, chefe do Departamento de Ensino e Pesquisa. Foi lida a Ordem do dia , que postaremos assim que for difundida.

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A Intentona em Natal — RN

A Intentona Comunista teve início em Natal, Estado do Rio Grande do Norte.

Tudo estava planejado para o irrompimento simultâneo do levante armado em todo o País. A insurreição deveria eclodir de forma sincronizada, num único movimento. Entretanto, em Natal, a precipitação dos conspiradores acabou por antecipar o levante. Pelas 19h30 de sábado, dia 23 de novembro de 1935, militares ligados ao Partido Comunista assumiram o controle do 21º Batalhão de Caçadores.

O 21º Batalhão, sublevado, e militantes do Partido Comunista armados com material bélico tomado do Exército, distribuíram-se em grupos e assumiram o controle dos pontos estratégicos da cidade. O Governador do Estado, Dr. Rafael Fernandes, sob o tiroteio dos rebeldes, refugiou-se inicialmente no Consulado da Itália, e em seguida em um navio de bandeira francesa.

O Coronel José Otaviano Pinto Soares, comandante do 21º Batalhão de Caçadores, juntamente com o Major Luís Júlio, Comandante do Batalhão de Polícia, organizaram a resistência no quartel da Polícia Militar, que ficou sitiado sob fogo cruzado. O Batalhão da Polícia Militar resistiu durante 19 horas, até queimar o último cartucho, rendendo-se às 15h de domingo. Depois de tomado o quartel da Polícia, foi morto o soldado Luís Gonzaga, considerado hoje um herói da reação ao movimento.

Os revolucionários ocuparam o palácio do governo e instalaram um “Comitê Popular Revolucionário”, que foi o primeiro governo comunista das Américas. Nesse comitê se destacavam Lauro Cortez do Lago (“Ministro do Interior”), o Sargento Quintino Clementino de Barros (“Ministro da Defesa”), José Praxedes de Andrade (“Ministro do Abastecimento”) e João Batista Galvão (“Ministro da Viação”). José Praxedes, posteriormente, foi afastado do próprio Partido Comunista, por ter praticado irregularidades na administração das finanças do partido.

O primeiro ato do “governo revolucionário popular” foi determinar o arrombamento dos cofres do Banco do Brasil, do Banco do Rio Grande do Norte, da Delegacia Fiscal e da Recebedoria de Rendas, o que foi efetuado a maçarico. Calcula-se que os rebeldes se apoderaram de quantia superior a 5 mil contos de réis (algo em torno de 350 mil dólares). Em entrevista publicada no jornal “O Poti”, em 30.06.1985, Giocondo Dias, um dos participantes da Intentona em Natal e sucessor de Prestes na Secretaria-Geral do PCB, confirmou que o dinheiro retirado do Banco do Brasil foi repartido entre participantes do “governo revolucionário”, o que teria sido um “erro” do movimento… Na terceira parte da entrevista, publicada no mesmo jornal em 07.07.1985, Giocondo reconheceu que também ordenou prisões e fuzilamentos.

Outra decisão notável do governo comunista foi determinar a soltura de centenas de criminosos comuns que estavam na Casa de Detenção.

Um clima de terror foi estabelecido em toda a cidade. Moças foram estupradas. Dois civis, o Sr. Otacílio Werneck de Castro e o funcionário de uma companhia de navegação, foram covardemente executados, sob a acusação de que teriam ridicularizado a “Revolução”. Estabelecimentos comerciais e residências particulares foram saqueadas e depredadas. Navios no porto foram ocupados. Pilhagens e roubos se generalizaram. Caminhões e automóveis particulares eram “requisitados” pelos revolucionários. Cenas jamais vistas de crueldade e vandalismo tiveram lugar. A cidade virou terra de ninguém. A população, apavorada, permanecia em casa, com medo de sair à rua.

Rapidamente, o movimento comunista procurou controlar o interior do Estado. Os rebeldes organizaram três colunas, que deveriam partir, respectivamente, em direção de Recife, Mossoró e Caicó. As colunas revolucionárias conseguiram ocupar as localidades de Ceará-Mirim, São José de Mipibu, Santa Cruz e Canguaretama, mas encontraram resistência.

A população do interior imediatamente começou a organizar-se para reagir aos comunistas. O comerciante Dinarte Mariz e o advogado Dr. Enoch Garcia, cada um com uma metralhadora de mão, chegaram em Caicó e passaram a fazer discursos, conclamando o povo a pegar em armas para defender a sociedade contra o comunismo. Em poucas horas Dinarte conseguiu formar uma coluna com 180 decididos sertanejos. O Padre Walfredo Gurgel, de Acari, também foi um dos que tomaram a frente na reação contra os comunistas, organizando um corpo de cerca de trinta voluntários.

Em 25 de novembro, em Serra Caiada, ocorre o primeiro embate entre os soldados revoltosos e os sertanejos de Dinarte Mariz, que vencem a luta e ainda ficam com boa parte do armamento dos soldados. No dia 26, ocorrem combates no povoado de Panelas e na Serra do Doutor, ambos vencidos pelos sertanejos. Da luta na Serra do Doutor participaram os trinta voluntários do valente Padre Walfredo, que comandou os serviços preparatórios do combate.

Enquanto isso, na capital, os comunistas recebiam a notícia de que tropas da Paraíba e de Pernambuco estavam chegando para reprimir o movimento. O tal ”Comitê Popular Revolucionário” dissolveu-se rapidamente, sem a menor resistência. Todos os “comissários do povo” debandaram covardemente, levando o que podiam, ao mesmo tempo em que se desfaziam de tudo o que pudesse comprometê-los.

No dia seguinte, os sertanejos com as tropas legalistas, vindas de Recife e João Pessoa, entravam em Natal, sem encontrar resistência.

A Intentona no Recife

Em Recife, a Intentona eclodiu na manhã do dia 25 de novembro, quando chegaram à cidade as notícias do levante de Natal. Aproveitando-se da ausência do Governador do Estado, Dr. Carlos Lima Cavalcanti, do Comandante da Região Militar do Exército e do Comandante da Polícia Militar, que encontravam-se fora do Estado, os oficiais comunistas Lamartine Correia de Oliveira e Roberto Bomilcar Besouchet conseguiram sublevar o 29º Batalhão de Caçadores.

O Secretário de Segurança Pública, Capitão Malvino Reis Neto, e o Subcomandante da Brigada Militar, Afonso Albuquerque de Lima, organizaram a reação contra a Intentona. No dia seguinte, chegaram reforços de tropas legalistas, vindas de João Pessoa e Maceió. Em 26 de novembro, Recife já estava completamente dominada pelas forças legais e os comunistas, derrotados, debandaram para o interior. Seus principais líderes foram presos.

O levante em Recife foi dominado em apenas um dia.

As tropas legalistas foram em seguida deslocadas para Natal, onde puseram fim ao “Comitê Popular Revolucionário”.

A Intentona no Rio de Janeiro

Notícias confusas e alarmantes chegavam ao Rio de Janeiro (na época, a capital federal) sobre os acontecimentos de Natal e Recife. Esperava-se que uma ação comunista se desencadeasse a qualquer momento, sem que se pudesse precisar onde surgiria. Em 26 de novembro o Presidente Getúlio Vargas declarava em estado de sítio todo o território nacional.

As autoridades não ignoravam que elementos comunistas infiltrados em vários quartéis estavam na iminência de uma insurreição. Mesmo assim, houve surpresas. Muitos dos comprometidos não figuravam nas listas de suspeitos.

No dia 26 de novembro, Luiz Carlos Prestes, Arthur Ernst Ewert e “Miranda” (codinome de Antônio Maciel Bonfim, Secretário-Geral do Partido Comunista do Brasil) se reuniram e decidiram deflagrar o movimento armado em outras unidades militares, em Minas Gerais, no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro, na madrugada do dia seguinte. Prestes marcou a hora H para o desencadeamento das ações, conforme a mensagem enviada ao Capitão Agildo Barata, encarregado de comandar o levante no 3º Regimento de Infantaria:

“O 3º Regimento Popular Revolucionário deverá levantar-se às duas da madrugada de 27 de novembro e a partir de 3 horas deslocar tropas para as proximidades do Arsenal de Marinha e do Palácio do Catete, devendo outras impedir a ação da Polícia Especial e do Batalhão da Polícia Militar da rua São Clemente.”

Prestes redigiu um manifesto que foi distribuído à população, convocando-a para a revolta. Com isso foi admitida pela primeira vez a presença dele no país. À noite do dia 26 de novembro, Barron ligou a estação de rádio e transmitiu ao Comintern a desencadeação do levante. A revolução comunista brasileira iria começar no Rio às 3 horas da madrugada do dia 27 de novembro.

No Rio de Janeiro os comunistas prepararam a insurreição em várias unidades militares. Prestes despachou mensageiros para todas as guarnições onde havia oficiais comunistas, esperando pela ordem dele para iniciar o levante. No momento que os revoltosos tomassem as unidades, bastariam poucos minutos para que Prestes assumisse, da Vila Militar, o comando do País. Todavia, apesar das previsões otimistas dos revoltosos, o movimento ficou restrito ao 3º Regimento de Infantaria e à Escola de Aviação Militar, falhando os planos de ampliá-la para outras unidades do Exército.

No 3º Regimento de Infantaria (3º RI), na Praia Vermelha, os Capitães Agildo Barata e Álvaro de Souza e o Tenente Leivas Otero iniciaram o levante na hora prevista, chegando a aprisionar os oficiais legalistas e a dominar quase totalmente o quartel. O Regimento possuía 1.700 homens, dos quais cerca de dois terços aderiram aos oficiais revoltosos.

A reação dos legalistas do próprio 3o Regimento teve grande importância, pois impediu que a unidade rebelada atacasse o Palácio do Catete (na época, a sede do Governo Federal), conforme Prestes havia determinado no plano da insurreição.

O Comandante da 1ª Região Militar, General Eurico Gaspar Dutra, estava com sua tropa de prontidão e mobilizou-a contra os revoltosos, dirigindo e coordenando pessoalmente o assalto à unidade rebelada. As primeiras tentativas dos rebeldes de sair do quartel foram frustradas pelas tropas legalistas. O quartel foi bombardeado por canhões da Marinha de Guerra e pela aviação. Finalmente, às 13h30, bandeiras brancas improvisadas foram agitadas nas janelas do edifício, parcialmente destruído.

Na Escola de Aviação Militar, no Campo dos Afonsos, os oficiais comunistas Sócrates Gonçalves da Silva, Ivan Ribeiro, Dinarco Reis e Agliberto Vieira de Azevedo iniciaram o levante. Na ocasião, o Major Armando de Souza e Melo, e outros oficiais legalistas, foram covardemente apunhalados e mortos enquanto dormiam (cf. CARNEIRO, Glauco. História das Revoluções Brasileiras. Rio de Janeiro, Edições O Cruzeiro). O Capitão Agliberto ainda matou friamente o seu amigo Capitão Benedito Lopes Bragança, quando este já se encontrava preso, desarmado e incapaz de qualquer reação.

Em seguida, os rebeldes passaram a atacar o 1º Regimento de Aviação, para tomar os hangares a fim de acionar os aviões e com isso alastrar o movimento. O comandante do 1º Regimento, o Tenente-Coronel Eduardo Gomes enfrentou-os, no primeiro momento sozinho, tendo sido ferido na mão; logo após outros oficiais e soldados se juntaram a ele. A rápida intervenção das tropas legalistas determinou a rendição dos revoltosos, após algumas horas de violenta fuzilaria e bombardeio.

Dentro das Forças Armadas, no balanço geral em todo o País, os acontecimentos de Natal, Recife e Rio de Janeiro, somados, custaram a vida de 28 militares legalistas, entre oficiais e soldados.

Do plano do PCB constava a deflagração de greves em todo o país para dar cobertura aos levantes armados. Entretanto, as greves não tiveram a dimensão que delas esperavam os chefes revolucionários.

Barack Obama é mulçumano e vai impor lei islâmica (sharia) nos EUA

28 de novembro de 2008

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100 anos – centenário de Claude Lévi Strauss no Brasil biografia livros vida e obra

28 de novembro de 2008

http://www.liberation.fr/culture/1101216-levi-strauss-a-100-ans

100 anos hoje

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Antônio Gramsci, biografia, vida, obras, livros, cadernos do cárcere, eurocomunismo, sua morte, catolicismo, igreja católica, comunismo

26 de novembro de 2008

Antônio Gramsci morreu católico

“Gramsci morreu com os sacramentos. E pediu às freiras para beijar uma imagem do menino Jesus.” É uma revelação que causa muita discussão a do arcebispo Luigi De Magistris (…) “Esse fato (…) no mundo da ‘foice e do martelo’ preferem manter oculto, mas foi assim que ocorreu”. Até o presente momento só havia se falado sobre a reaproximação de Gramsci ao catolicismo por meio de vozes esparsas, nunca confirmadas. De Magistris (…) forneceu mais de um detalhe sobre o episódio. “O meu conterrâneo, Gramsci (…) tinha no seu quarto a imagem de Santa Tereza do menino Jesus. Durante a sua última convalescência, as freiras da clínica onde estava internado levaram até ele a imagem do menino Jesus e Gramsci a beijou”. “Gramsci – acrescentou De Magistris – morreu com os Sacramentos, voltando à fé da sua infância. A misericórdia de Deus nos persegue de forma santa. O Senho não se conforma em nos perder” (…)
Fontes:
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM916814-7823-GRAMSCI+DE+COMUNISTA+A+CATOLICO+NA+HORA+DA+MORTE,00.html
http://construindoopensamento.blogspot.com/2008/11/gramsci-e-converso-ao-catolicismo-ou.html
Dá para falar: “Deus o tenha” ?