A LUTA CONTRA O COMUNISMO NO BRASIL EM 1964.

NOTA: Jamais leiam o site WIKIPEDIA em relação ao 1964, todos os artigos sobre 1964 da WIKIPEDIA estão controlados pelos infames comunistas.

“””””””A história secreta da legítima revolução do povo brasileiro. A história inspiradora de como um povo se rebelou e impediu os comunistas de tomarem conta de seu país.

Raramente uma grande nação esteve mais perto do desastre e se recuperou do que o Brasil em seu triunfo sobre a subversão vermelha. Os elementos da campanha comunista para a dominação – propaganda, infiltração, terror – estavam em plena ação.

A rendição total parecia iminente…. e então o povo disse: NÃO.

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O palco estava completamente armado e determinado o cronograma para a primeira fase da tomada de posse pelos comunistas. Nos calendários dos chefes vermelhos no Brasil – assim como nos de Moscou, Havana e Pequim – as etapas para a conquista do poder estavam marcadas com um circulo vermelho: primeiro, o caos; depois, guerra civil; por fim domínio comunista total.

Havia anos que os vermelhos olhavam com água na boca o grande país, maior que a parte continental dos EUA e que então continha 80 milhões de habitantes, aproximadamente metade da população da América do Sul. Além de imensamente rico em recursos ainda não aproveitados, o Brasil se limita com 10 países – toda a América do Sul, exceto Chile e Equador – seu domínio direto ou indireto pelos comunistas ofereceria excelentes oportunidades para subverter um vizinho após o outro. A captura deste fabuloso potencial mudaria desastrosamente o equilíbrio de forças contra o Ocidente. Comparada com isso, a comunização de Cuba era insignificante.

Por fim estava tudo preparado. A inflação piorava dia a dia; a corrupção campeava; havia inquietação por toda a parte – condições perfeitas para os objetivos comunistas. O governo do presidente João Goulart estava crivado de radicais; o Congresso, cheio de instrumentos dos comunistas. Habilmente, anos a fio, os extremistas de esquerda tinham semeado a idéia de que a revolução era inevitável no Brasil. Dezenas de volumes eruditos foram escritos acerca da espiral descendente do Brasil para o caos econômico e social; a maioria concordava em que a explosão que viria seria sangrenta, comandada pela esquerda e com um elenco acentuadamente castrista. Os brasileiros em geral olhavam o futuro com a fascinação paralisada de quem assiste impotente à aproximação de um ciclone. Uma expressão brasileira corrente era: “A questão não é mais de saber se a revolução virá, mas de quando virá.”

O país estava realmente maduro para a colheita. Os vermelhos tinham introduzido toneladas de munições por contrabando, havia guerrilheiros bem adestrados, os escalões inferiores das Forças Armadas estavam infiltrados, planos pormenorizados estavam prontos para a apropriação do poder, feitas as “listas de liquidação” dos anticomunistas mais destacados. Luiz Carlos Prestes, chefe do Partido Comunista Brasileiro, tecnicamente ilegal, mas agressivamente ativo, vangloriava-se publicamente: “Já temos o Poder, basta-nos apenas tomar o Governo!”

Amadores contra Profissionais

E então, de repente – e arrasadoramente para os planos vermelhos – algo aconteceu. No último instante, uma contra-revolução antecipou-se à iniciativa deles. A sofrida classe média brasileira, sublevando-se em força bem organizada e poder completamente inesperado, fez sua própria revolução – e salvou o Brasil.

Sem precedentes nos anais dos levantes políticos sul-americanos, a revolução foi levada a efeito não por extremistas, mas por grupos normalmente moderados e respeitadores da lei. Conquanto sua fase culminante fosse levada a cabo por uma ação militar, a liderança atrás dos bastidores foi fornecida e continua a ser compartilhada por civis. Sua ação foi rápida (cerca de 48 horas do início ao término), sem derramamento de sangue e popular além de todas as expectativas.

Uma vitória colossal para o próprio Brasil, ela foi ainda maior para todo o mundo livre. Pois, como comentou um categorizado funcionário do Governo em Brasília: “Ela marca a mudança da maré, quando todas as vitórias pareciam vermelhas, e destrói completamente a afirmação comunista de que a “história está de nosso lado”.

Como foi, exatamente, que os brasileiros conseguiram esta vitória magnífica? A história secreta desta legítima revolução do povo – planejada e executada por amadores mobilizados para a luta contra calejados revolucionários vermelhos – é um modelo para toda nação analogamente ameaçada, uma prova animadora de que o comunismo pode ser detido de vez, quando enfrentado com energia por um povo suficientemente provocado e decidido.

A Hora é Agora

Alarmados com a perigosa deriva para o caos, alguns homens de negócio e profissionais liberais reuniram-se no Rio em fins de 1961, dizendo: “Nós, homens de negócio, não mais podemos deixar a direção do País apenas aos políticos.” Convocando outras reuniões no Rio e em São Paulo, declararam: “A hora de afastar o desastre é agora, não quando os vermelhos já tiverem o controle completo de nosso Governo!”

Dessas reuniões nasceu o Instituto de Pesquisas Econômicas e Sociais (IPES), destinado a descobrir exatamente o que ocorria por trás do cenário político e o que se poderia fazer a respeito. Outras associações já existentes, como o CONCLAP (Conselho Superior das Classes Produtoras), formado pelos chefes de organizações industriais, tanto grandes como pequenas; o GAP (Grupo de Ação Política); o Centro Industrial e a Associação Comercial, também se empenharam em atividades de resistência democrática.

Essas organizações ramificaram-se rapidamente através do País. Embora agindo independentemente, esses grupos conjugavam suas descobertas, coordenavam planos de ação. Produziam cartas circulares apreciando a situação política, faziam levantamentos da opinião pública e redigiam centenas de artigos para a imprensa respondendo às fanfarronadas comunistas.

Para descobrir como funcionava no Brasil o aparelho subterrâneo treinado por Moscou, o IPES formou seu próprio serviço de informações, uma força-tarefa de investigadores (vários dentro do próprio governo) para reunir, classificar e correlacionar informes sobre a extensão da infiltração vermelha no Brasil.

Propaganda por Panfleto

Os líderes da classe média brasileira, armados com as montanhas de provas reunidas por seus investigadores, puseram-se então a agir. Sua missão: despertar seus tolerantes e cordiais patrícios, cujas condescendentes atitudes políticas eram resumidas muito freqüentemente na frase: “Está certo, ele é comunista, mas é uma boa praça!”
Os anticomunistas organizavam dossiês sobre os chefes comunistas e seus colaboradores, dentro e fora do Governo, e distribuíram-nos largamente entre os líderes da resistência e os jornais. Eles visavam principalmente à crescentes classe assalariada do País, a grande sofredora com a galopante inflação.
Diretores de organizações comerciais e de fábricas convocavam reuniões regulares dos empregados, discutiam o significado oculto dos acontecimentos correntes, davam-lhes panfletos. Um livrinho barato, escrito por André Gama, dono de uma pequena fábrica de Petrópolis, e intitulado “Nossos Males e Seus Remédios”, teve uma circulação superior a um milhão de exemplares. Outro documento, escrito em linguagem simples, explicava como o sistema democrático funciona melhor do que outro qualquer, detalhava as tragédias da Hungria e de Cuba, e avisava: “Está acontecendo aqui.”

A distribuição desse e de outros materiais anti –comunistas a princípio foi clandestina, depois tornou-se ostensiva. Os lojistas punham os folhetos denunciadores dentro de embrulhos e sacos de compras. Os ascensoristas davam-nos a passageiros que se queixavam da situação. Os barbeiros punham-nos dentro de revistas que eram lidas pelos fregueses que esperavam a vez. Um tipógrafo do Rio imprimiu secretamente 50 000 cartazes com caricaturas de Fidel Castro fustigando seu povo e a legenda: “Você quer viver sob a chibata dos comunistas?” À noite mandou vários ajudantes colocá-los em lugares públicos.
Os contra-revolucionários da classe média do Brasil pagavam pelo tempo no rádio e na televisão para divulgarem suas revelações. Quando a pressão do Governo fechou muitas estações de radio e TV a todos menos aos mais radicais propagandistas, eles formaram sua própria “Rede da Democracia” de mais de 100 estações em todo o Brasil. De outubro de 1963 até a Revolução, as estações dessa rede, organizada por João Calmon, diretor dos Diários Associados, iam para o ar na mesma hora em que o esquerdista Leonel Brizola arengava ao público. (Detido após a Revolução e perguntado por que falhara o golpe vermelho, o General Assis Brasil, o esquerdista chefe do Gabinete Militar do Presidente Goulart, deixou escapar: “Aquela desgraçada rede de radio e TV, assustando a opinião pública e provocando todas aquela marchas de mulheres.”)

Os investigadores não descobriram apenas o que tinha acontecido, mas também o que estava para acontecer. Adotando as táticas dos próprios vermelhos, trabalhadores infiltravam-se nos altos conselhos dos sindicatos trabalhistas, fingindo-se comunistas, mas denunciando regularmente as maquinações vermelhas. Repetidas vezes os planos dos vermelhos foram desmantelados, quando oradores e escritores da oposição iam para a imprensa e para o radio revelar o que se preparava. Certa feita, os vermelhos estavam discretamente reunindo 5 000 pessoas para uma viagem a Brasília, numa “peregrinação espontânea” para influenciar a ação do Congresso. Quando os anticomunistas denunciaram a manobra dias antes, a “peregrinação” foi cancelada.

A “Corrente de Simpatia”

Quando a sala de estar de dona Amélia não mais pôde acomodar todas as donas-de-casa ansiosas por tomar parte na CAMDE, ela mudou suas reuniões para salões paroquiais de igrejas, formou dezenas de outras pequenas células em casas de família. Cada mulher que comparecia era encarregada de organizar outra reunião com 10 de suas amigas; por sua vez estas tinham de recrutar outras. Para financiar suas atividades, elas economizavam nos orçamentos domésticos e pediam ajuda às amigas com posses. As mulheres da CAMDE insistiam em ação. Formavam comícios de protesto público; ficavam horas diariamente ao telefone; escreviam cartas (certa vez, mais de 30 000) a congressistas para “assumirem posição firme em prol da democracia”. Pressionavam firmas comerciais para que tirassem sua publicidade do jornal Última Hora, punham anúncios em jornais avisando sobre suas reuniões, apareciam em comícios públicos para discutir com esquerdistas e desafiar os agitadores, distribuíam milhões de circulares e livretos preparados pelas organizações democráticas denunciando o namoro do Governo com os vermelhos.
Além disso, produziam literatura própria, especialmente orientada no sentido das preocupações femininas; mais de 200 000 exemplares só de um trabalho, descrevendo o que as mulheres podiam fazer, foram distribuídos pela CAMDE às suas sócias, cada uma devendo tirar cinco cópias e mandá-las a possíveis candidatas a sócias.

Quando o diretor esquerdista dos Correios e Telégrafos vedou a distribuição de mensagens e publicações da CAMDE, dona Amelinha organizou uma força de senhoras estafetas para entregar o material de automóvel, convencendo pilotos de companhias de aviação brasileiras a transportá-lo para lugares distantes.
As donas-de-casa da classe média não se limitaram a seu próprio ambiente. Elas se concentraram, por exemplo, nas mulheres do sindicato dos estivadores, fortemente influenciado pelos vermelhos. “Vocês devem convencer seus maridos”, diziam àquelas mulheres. Muitas o conseguiram, e não poucos foram os estivadores assim convertidos à democracia, comunicando depois às suas esposas: “Não somos mais comunistas!”

A Marcha das Mulheres

Os primeiros a agir foram as mulheres de São Paulo. Ouvindo pelo rádio e TV o comício de 13 de março, centenas de donas-de-casa correram para os telefones para convocar um comício capaz de fazer a demonstração engendrada por Goulart parecer insignificante. Seis dias depois, a 19 de março, as largas avenidas do centro de São Paulo ficaram entupidas pelo que as mulheres denominaram “A Marcha da Família com Deus pela Liberdade”. Apertando livros de oração e rosários contra o peito, mais de 600 000 pessoas marcharam solene e ritmicamente sob pendões anticomunistas. E enquanto elas marchavam, os jornaleiros nas calçadas venderam centenas de milhares de exemplares de jornais contendo na íntegra uma proclamação de mais de 1 000 palavras, previamente preparada pelas mulheres. É dessa proclamação o seguinte trecho:
“Esta nação que Deus nos deu, imensa e maravilhosa como é, está em extremo perigo. Permitimos que homens de ambição ilimitada, sem fé cristã nem escrúpulos, trouxessem para nosso povo a miséria, destruindo nossa economia, perturbando a nossa paz social, criando ódio e desespero. Eles infiltraram o nosso País, o nosso Governo, as nossas Forças Armadas e até nossas Igrejas com servidores do totalitarismo exótico para nós e que tudo destrói… Mãe de Deus, defendei-nos contra a sorte e o sofrimento das mulheres martirizadas de Cuba, da Polônia, da Hungria e de outras nações escravizadas”!
Um espectador classificou a marcha das mulheres em São Paulo como a demonstração mais comovente da história brasileira. Dias depois, foram organizadas marchas semelhantes para várias das principais cidades do País. Nem todos os esforços do governo para desencorajá-las, nem as ameaças da polícia de dissolvê-las conseguiram deter as entusiásticas cruzadas.

Vitória

Pelo meio da tarde de Quarta-feira, 1o de abril, tudo estava terminado, e os lideras da classe média do Brasil estavam nos microfones saudando o colapso do comunismo. Em todas as janelas do Rio esvoaçavam lençóis e toalhas saudando a vitória, e as ruas de todas as grandes cidades do Brasil se encheram de gente alegre e dançando num espírito carnavalesco.
Do Rio Grande do Sul chegou a notícia de que Jango Goulart fugira para o Uruguai. Também escaparam às pressas Brizola, o embaixador de Cuba e chefes graduados dos vermelhos, que dispararam para as fronteiras dos países vizinhos, pularam depressa dentro de aviões rumo a Cuba ou se esconderam em embaixadas amigas de países da Cortina de Ferro.
Navios procedentes da Tcheco-Eslováquia, cheios de mais armas para os revolucionários vermelhos, foram assinalados virando rumo a Havana. E, no Rio, densas nuvens de fumaça subiam dos incineradores da Embaixada Russa, onde grandes quantidades de documentos e papéis foram queimados às pressas.
Como pôde uma nação dividida, de 80 milhões de pessoas, mudar politicamente tão depressa e sem perdas de vidas, em contraste com as carnificinas de circo romano de Cuba, ou da Espanha, onde ambos os lados lutaram tão encarniçadamente durante anos?
O mérito cabe em grande parte ao quadro dos Oficiais do Exército Brasileiro, altamente civilizado, que agiu com tanta lealdade e precisão para pôr cobro à ameaça vermelha de apoderar-se do Governo, pouco antes de chegar ao ponto de derramamento de sangue. Mas como os generais se apressam em admitir, maior mérito ainda cabe aos civis, que, tendo diante dos olhos a lição de Cuba, por mais de dois anos haviam alertado o povo – e no momento culminante deram o sinal aos militares para agirem.

Dois dias depois da Revolução, o Brasil teve um lembrete do que realmente a tornara possível. Dois de abril tinha sido marcado pelas mulheres do CAMDE como a data da “Marcha da Família com deus pela Liberdade”, no Rio de Janeiro. Mas então, com a liberdade conquistada, para que incomodar-se? As mulheres do Rio, todavia, correram aos seus telefones, como suas irmãs de outras cidades haviam feito antes. A marcha teria lugar segundo os planos, mas agora como “marcha de ação de graças a Deus”. Quando até o General Castello Branco, por meio do telefonema de um amigo, aconselhou o cancelamento, temendo violências, dona Amélia Bastos insistiu afirmando: “A marcha demonstrará ao mundo que esta é uma Revolução do povo – um plebiscito em marcha pela verdadeira democracia”.
E assim foi: um oceano de humanidade, totalizando mais de um milhão de pessoas, deslocando-se sob uma tempestade de papéis picados caindo dos arranha-céus ao longo das avenidas do Rio; um exército de paz com bandeiras, dizendo com firmeza e reverência a toda a América do Sul que os brasileiros estavam decididos a permanecer livres. “””””””””””

RETIRADO DO ORKUT: http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=73071&tid=2563040157253090470&na=4&nst=1&nid=73071-2563040157253090470-2563042120053144742

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27 Respostas to “A LUTA CONTRA O COMUNISMO NO BRASIL EM 1964.”

  1. William Says:

    Isso sim é uma lição para o nosso país.Demostrando que um povo unido pelo que é justo,não existe autoridade,não existe presidente que se levante contra nós.

  2. William Says:

    Isso sim é uma lição para o nosso país.Demostrando que um povo unido pelo que é certo e justo,não existe autoridade,não existe presidente que dê conta de nós.

  3. André Luiz Says:

    isso sim é uma grande distorção dos fatos.. narração parcial e imbecil.. povo unido? viva os militares.. viva

  4. Maria Carolina Says:

    Horror sim, desde quando o crescimento econômico justifica o aprisionamento, morte e o patrulhamento ideológico dos cidadãos???
    Quanto sangue foi e é derramado as escuras nos porões da ditadura comunista da china, e em cuba? fidel e guevara foram grandes genocidas, minha familia era pobre e escapou por pouco de ser vitima fatal dos comunistas no Brasil, só quem viveu a realidade da pressão que a prestes exercia sobre cidadãos de bem na década de 60 pode dizer o alívio que foi a expulsão desse lixo do nosso país…
    até hoje essa ostensividade se evidencia, quase apanhei de uma turba do PT por que minha irmã que tinha 6 anos na época colou um adesivo do serra na camisa… tive que correr com ela por que eles nos hostilizaram, gritaram palavrões e quiseram vir atrás de nós pra tirar o adesivo dela… isso é democracia?? imposição de ideologias? esse pretenso partido dos trabalhadores é uma vergonha desde os fundamentos….

  5. Nely Bom Says:

    “Se comunismo fosse bom não morriam tantos cubanos afogados tentando fugir do regime de Fidel” Não! Jamais não! Nossa religião, nossa liberdade de imprensa, lberdade de ir e vir jamais poderão estar ameaçadas. O PT é uma ameaça a nossa democracia sem dúvida nenhuma, eles não possuem ideiais, eles possuem sentimento de dominação, são perigosos e avançam sem limites distribuindo pão e circo ao povo. Temeridade o continuismo do PT no poder e agora com Zé Dirceu nos bastidores. Trabalhei em metalurgica multinacional, ganhava salário ótimo e não existia nenhum tipo de escravidão mas a CUT, o PT se estabeleciam nos portões da fábrica fomentado a discórdia e levando terror, os trabalhadores eram impedidos de entrarem na fabrica e quem tentasse era barbarizado com ameaças, eu mesma tentei entrar para trabalhar e fui agredida por um petista imundo. Bandalheira, desordem, invasões, piquetes em porta de fábricas, greves é isso que eles representam.

  6. Democracia já Says:

    O horror de 60 milhões de mortos durante a implantação do comunismo por Mao Tsé Thung e a maior fome da história do mundo.
    Hoje a china caminha para o capitalismo, Se vc não sabe há propriedade privada e liberdade religiosa na china, ou seja é um movimento contrário ao comunismo que acontece na china hoje.
    A china hoje não é mais exemplo de país comunista, mas cuba e coréia do norte são exemplos claros.
    Outro movimento que não se sabe sobre a china hoje é que há troca de governantes.

    Como você pode ver.

    http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2002/021103_ericbuschefinal.shtml

    Recomendo que ouçam Olavo de Carvalho que há muito tempo vem nos alertando para esta ameça, e que ele durante sua juventude fez parte deste movimento portanto conhece esta podridão.

    http://www.olavodecarvalho.org/true_outspeak.html

  7. enoch Says:

    http://WWW.TERNUMA.COM.BR VEJA A VERDADE SOBRE O MAL COMUNISTA

  8. enoch Says:

    http://WWW.ELVERAZ.COM TODA A VERDADE SOBRE O TERRIVEL COMUNISMO CUBANO

  9. LanZin Says:

    se o brasil virar comunista pra onde devemos fugir?

  10. cas Says:

    É uma pena que hoje as estratégias social-comunistas sejam muito, mas muito mais sutis. Já estamos vivendo o comunismo, que é implantado paulatinamente, inclusive nos EUA, só que sem reestruturação formal das instituições “democráticas”. Na prática o Estado manda. Só alguns milionários conseguem escapar de sua influência pois tem poder econômico para contrapor-se, e olhe lá. Há certa margem de tolerância à liberdade de expressão da população (irrelevante para os fins de reengenharia social), da mídia (com alguma relevância, mas contraposta à maçiços investimentos na publicidade de governo), jurídica (existem certas estratégias neste quesito, que já demoliram a Constituição real). Você não tem mais direito algum, seja como contribuinte, aposentado, usuário de serviço público, etc. Não existem partidos conservadores nem de direita no Brasil. O PT governa soberano e só não vai acabar com “os capitalistas” porque muitos deles financiam seu sórdido envolvimento eleitoral e político, sem saber, ou fingir não saber, de seu envolvimento com o narco-tráfico e outras quinquilharias marxistas que tomam de assalto a América. Comunismo democrático é uma contradição em si. Comuna é extermínio de bens privados, pelo Estado. Você já não é exatamente dono de sua opinião…experimente viver sem o mínimo de patrimônio e capacidade de trabalho que tem e estará na comuna. Eles saberão o que é melhor para você, quem sabe escolham seu papel higiênico… mas acho que não, é mais conveniente se aposentar pelo partido como membro ilustre e roubar enquanto no governo, sem escrúpulos algum e empregando todos os meios de sissimulação possíveis …

  11. CSR Says:

    Sabe pq a China está numa “posição de extrema importância no globo?”
    Por causa do trabalho escravo a q estão submetidos os trabalhadores chineses? vc acha q é q nem aqui é? vc aceitaria trabalhar por 30 % do q vc ganha atualmente?

  12. CSR Says:

    Comuniso democrático? HAHAHAHAHAHA
    Onde visse isso??
    Olha só “o lucro esplorando (sic) o trabalho…”
    Q ranço comunista d 1950 nas suas idéias…
    Pense bem… vc montaria uma empresa, gastando mto com impostos, salários, ect, e se estressando mesmo, sem a perspectiva de ganhar algo a mais do q vc investiu do bolso e de si próprio??

  13. marcos Says:

    nada de comunismo nada de ditadura viva a liberdade e a moralidade o que até hoje o brasil não conquistou um viva a democracia.

  14. Rodrigo Says:

    O comunismo na sua plenitude, na sua mais pura aplicação, sem entraves, sem obstáculos e sem oposição ja foi implantado no mundo, mais especificamente nos paises do leste europeu tendo a Rússia como sua locomotiva. Era o chamado bloco socialista, estendeu seus tentáculos também sobre a China, Cuba e Coréia do Norte. Isso nos anos 50,60, 70, e 80, enfim, por 40 anos esse regime comunista pôde ser testado. O resultado? nao precisa nem dizer ne? POBREZA, ATRAZO TECNOLOGICO, FIM AS LIBERDADES CIVIS E DE EXPRESSÃO ETC ETC. Por que ainda tem pessoas que querem a volta de uma desgraça dessa? vide Cuba e Coréia do Norte hoje em dia… queremos isso pro Brasil?

  15. guilherme neles Says:

    a pior ditadura é a democratica emposta pore bandidos do povo fazem partes pastores bispo deputados e outras areas da socieade

  16. Gerson Says:

    Temos que agradecer aos militares que, em 1964, não deixaram que estes que estão no poder hoje, transformassem este país numa ditadura comunista. Hoje seríamos como Cuba, onde a população é oprimida e sem liberdade. A população de Cuba se limpa com jornal pois nem papel higiênico existe por lá.
    Hoje somos um país desenvolvido graças ao Exército. Estes terrorista que pegaram em armas contra o Exército para implantar uma “democracia” no Brasil (democracia é piada), hoje recebem milhões de indenizações por parte do Governo Federal, como se eles estivessem certos na época em quere transformas este país numa ditadura comunista. Viva ao Exército que lutou a favor do povo brasileiro, que contribuiu para que hoje sejamos pessoas livres.

  17. Daciano Moreira Dias Says:

    Alguem disse, nestes comentários que hoje os comunas são mais cheios de malícia e tramam escondido. È claro a gente sabe, eles precisam de uma vitória militar para implantar a nojenta ditadura comunista no Brasil e na América do Sul. Heia pois ! brasileiros alertas pela nossa liberdade lutar! eles são como figuras gosmentas a se arrastar pelas sendas do mal e como os nazitas dizem, O trem do Comunismo está de partida e quem quiser comida e emprego deve tomar seu lugar nestes vagões. Alerta! povo brasileiro! as viuvas de Stalin ainda não morreram.

    POA,17/12/2011 Moreira

  18. Luiz Says:

    Uma das ameaças ao país era exatamente um crescimento da corrupção, carinhosamente ignorado pelos que pretendiam para o Brasil o regime que apoiou Stalin em seu holocausto Russo.(alguns milhões de russos assassinados pelo regime vermelho.

    Hoje vemos no povo a revolta calada com a indiferença do governo e de uma presidente que afirma que a quadrilha de ministros faz “mal feito”.

    Ora! A presidente diz isso no sentido de que são criminosos iniciantes que não foram cuidadosos em esconder provas de seus roubos (Aloprados?) ou são simplesmente MALFEITORES?

    Para o bem do país tanto faz. As duas interpretações são assustadoras. Até quando vamos tolerar sermos tratados como imbecis informatizados???

    NB. Porque a “gerente” Dilma não atua preventivamente contra os malfeitores preferindo ser reativa e pautada pela imprensa, esta sim, já despertando e saindo do novo “berço esplêndido”.

  19. Leandro Valdir Appel Says:

    Por que vc não vai morar lá na China e já pede um emprego em uma das fábricas e vai trabalhar 14 a 16 horas diárias, vai comer uma comida rica em baratas e dormir em um beliche de 15 andares, sem féria e décimo terceiro?

  20. DANIELLE SOARES Says:

    JA SABEM NÉ PCdoB NÃO nem PT POIS UM COMUNISMO PUXA O OUTRO O COMUNISMO QUE PODE SE PROVEITOSO PARA A SOCIEDADE POR BEM POUCO TEMPO PODE TORNA-SE DESASTROZO PARA O PAÍS

  21. Marcos Torres Barbosa Says:

    Isso e verdade, o wikipédia é usado por pelegos para puxar sardinha para o comunismo. Enquanto perdurar esse tipo de situação o melhor a se fazer é educação em casa com os filhos, e mostrar fatos colocando tais fatos nas redes sociais. À respeito da história de como foi cometido atrocidades na tentativa de implante de tal sistema alienador, ditatorial e totalitário. E o que foi realmente o regime militar. As causas de ter-se o regime tomado o poder para não deixar o comunismo ser instaurado no país e o Brasil ter-se tornado semelhante à Cuba. O próprio povo em sua maioria ante as ameças de levante de guerrilheiros nesses país, foi que pediu a atuação dos militares para a nâo tomada do poder pelos comunistas. O que discorreu depois como consequencia uma ditadura militar isso faz parte do contexto à sua própria época. Do qual não apóio. Mas a atuação para não deixar o comunismo ser instaurado aqui foi necessária. Já pensou guerrilheiros feito Che Guevara aqui no Brasil afirmando o que ele afirmou na ONU, que: fuzilamento sim, fuzilamos e continuaremos a fuzilar! As Farc da Colômbia é um exemplo de guerrilha comunista que descambou no narcotráfico.

  22. Felipe Says:

    interessante o título da página : Não deixe um professor comunista adotar seu filho.

    Quando eu estava no 1° ano do ensino médio(se não me engano) , um professor de geografia(eu acho) deu uma aula falando maravilhas do MST e como eles fazem uma distribuição de terras justas. Lembro bem que ele pediu pra alguém fazer uma lista com os objetivos do mst e eu fiz de acordo com o que ele ensinou e ganhei ponto. Desde aquela época até eu ficar verdadeiramente esclarecido eu vim acreditando que esse pessoal é “trabalhador e luta contra os ricos opressores donos de terras” . O professor falava bem e era legal, acreditei em tudo.

    Conclusão: temos mesmo que ensinar para todos sobre as verdadeiras intenções desse pessoal vermelho que jura ser amigão do povo.

  23. jacob Says:

    https://www.facebook.com/aliancarenovadoranacional

  24. Adriano Ortiz Soares Says:

    Marques Torres Barbosa já disse tudo

  25. Carlos Says:

    O comunismo não da direito ao voto, Estão prontos de assassinar todos que são contra este partido. Proibem a religião, O mundo comunista durou 70 anos e está falido. Nunca conseguiram resolver os problemas desses paises. Sabemos muita coisa sobre esse regime. Digo comunismo nunca mais

  26. Mari Says:

    Fantástico!!! Pessoas que pensam. GRaças a Deus….

  27. Erna Bottega Says:

    Se o Brasil é contra a ditadura, porque o atual governo não contesta com veemência o que está acontecendo no governo da Venezuela? As mortes e torturas que lá existem são em defesa da democracia que vive aquele país?

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